Histórias Comuns #2 Colega de Estudos 2

Beleza, tô aqui de novo, vou seguir com minhas histórias, continuando com meus estudos. Dessa vez vou contar a história da Sandra (outra Sandra).

Tudo começou umas duas semanas depois de começarem as aulas, segunda ou terceira semana de março de dois mil e bolinha. Já tinham formado os grupos de estudo, o meu era de sete pessoas: quatro caras e três minas. Uma delas era a Sandra, a menina da escada do meu relato anterior.

O fim de semana tava chegando e a gente precisava fazer um trabalho prático pra entregar na segunda seguinte. Um dos colegas ofereceu a casa dele pra gente se reunir. Todo mundo topou, seria sábado às 18h.

Como era de se esperar, cheguei uns 20 minutinhos atrasado — não sou de chegar primeiro em lugar nenhum. Já tava todo mundo, só faltava eu. Com chimarrão rolando, começamos a expor nossas ideias. A Sandra tava sentada do meu lado, e do meu lado esquerdo tava quem vou chamar de Sandrinha.

Passaram quase duas horas quando decidimos dar uma pausa pra descansar. Saí no hall do prédio pra fumar um cigarro e a Sandrinha me seguiu. Éramos os únicos dois do grupo que fumavam. Até aquele momento, a gente não tinha conversado muito. Ela era uma mina de uns 21 anos, muito quieta socialmente, mas nos estudos não parava de falar. Tinha uma paixão danada por literatura (e depois eu descobriria que também por outras coisas).

— Me dá fogo? — perguntou.

E eu soltei minha frase, que na hora achei que fosse engraçada pra situação:

— Dos meus olhos, do meu isqueiro ou do meu coração?

— Me dá o isqueiro e para de bancar o idiota comigo — saiu da boca dela, enquanto pegava o isqueiro do bolso da minha camisa.

Ela me deixou desconcertado. Aquela reação eu não conhecia, aliás, quase não conhecia nada dela... Me intrigou...

Virei de costas e me apoiei no parapeito do hall, olhando a rua lá embaixo. Fumava tranquilo e via a tarde acabando. Num momento, ela se colocou do meu lado, mas de costas apoiada na parede. varandilha.

- Você ainda tá comendo a Sandra? - Ela perguntou, com algo que na hora achei que era raiva

- Não sei do que você tá falando - Respondi

- Não vem de santinho comigo que a magrela contou tudo pras meninas, e ainda há pouco notei como você tava apalpando ela por baixo da mesa.

- Nada a ver, foi impressão sua -

- Então por que quando você saiu, ainda tava com uma ereção do caralho? -

Ela me deixou sem palavras, era verdade, mas achei que tinha disfarçado com as mãos nos bolsos

- Você é muito observadora, me desculpa se te incomoda o que a gente fez, mas não dá pra evitar

- Entendo, sou uma gostosa, não tá vendo? E pelo que notei quando você levantou, deve ter uma piroca linda!!!

Aí eu detonei, apagou tudo da minha mente, a Sandrita me olhava com um sorrisinho safado na carinha dela

- Te deixei sem graça? Os ratos comeram tua língua?

Na hora que eu ia beijar ela, a Sandra sai pela porta e fala "Vamos, galera, tão esperando a gente, vão fumar o baseado inteiro?"

Nunca vi algo tão inoportuno, a Sandra vira e volta pro fundo do apartamento e a Sandrita passa do meu lado me ultrapassando e acaricia minha piroca, já tava duro de novo...

Quando entramos, vários tinham trocado de lugar na mesa, fiquei entre dois colegas...

Passou quase meia hora quando começou a acabar a água no termo, pedi licença pro anfitrião e fui na cozinha esquentar água, olhava pra parede na minha frente e imaginava a situação, uma amiguinha nova, queria provar o corpinho dela....

Quando volto com o termo e o mate com erva nova, vejo que de novo a mesa tava quase vazia, só tinha um colega e um lugar vago em outra ponta, mas esse tava bem entre a Sandra e a Sandrita, fui pra lá, sem pensar, na velocidade. Na hora, todo mundo voltou e a gente continuou trabalhando de boa um tempo, comecei a sentir uma carícia leve na minha virilha, olhei pra Sandra e ela me olhou com cara de paisagem,

- Que foi - Sussurrei

- Para - Falei

- O quê - decidi?

Então entendi tudo, era a Sandrita que estava me fazendo passar por aquele momento,
eu continuava preparando o mate, e um comentário infeliz me colocou numa saia justa...

- Ale, a água está fria, esquenta mais - disse um colega, o chão se abriu, eu estava com uma ereção violenta, Sandrita soltou uma risadinha cúmplice, e na hora disse:

- Deixa, Ale, eu esquento, você ficou duro, parece...

Não consigo descrever o que senti naquele momento, alívio talvez, ainda não sei direito.

O debate continuou até umas 22h, quando encerramos a reunião, hora de ir embora, obviamente eu "acompanhava" a Sandra até a casa dela, quando um novo integrante se juntou à caminhada, sim, Sandrita, aparentemente ela morava a algumas quadras da casa da Sandra, que não se opôs ao pedido.

Deixamos a Sandra em casa e segui o caminho com a Sandrita, não tínhamos falado nada durante todo o trajeto, os três simplesmente caminhávamos, mas agora éramos dois, e eu não queria que as coisas esfriassem, quando estava prestes a puxar conversa, Sandrita me interrompe.

- Vai tomar um mate lá em casa? Tamo chegando

- Bora - falei, com minha melhor cara de otário

- Jajaja, ainda tá quente? Ou já passou? - Disse a safada

- Quando chegarmos, se você quiser, dá uma olhada... - Não sou de ficar calado quando me provocam.

Chegamos numa casinha modesta de bairro, entramos e fui apresentado aos pais, gente idosa e simpática

- Vamos continuar o trabalho - Ela disse pra eles

Saímos por uma porta para o quintal da casa e no fundo dava pra ver um quarto, entramos e ela trancou a porta, vi a cama toda bagunçada e roupa espalhada pelo chão,
a porta do banheiro aberta e uma coleção de calcinhas transbordando de uma gaveta da cômoda.

Ainda fazia um calorzinho naqueles dias, Sandrita era gostosa, peitos pequenos mas bem formados, a bundinha dela também era pequena, mas bem empinada e aquela roupa folgada denunciava que ela usava fio dental, sentamos na cama: - Quer tomar um mate? Ou quer outra coisa?

- Mate tá bom - respondi.

- Nãão, não vai ter mate, não se faz de inocente, você sabe que eu quero te foder, e vou fazer isso.

Ela começou a beijar meu pescoço e a desabotoar minha camisa, subiu em mim e nos beijamos com muita intensidade, apertando nossos rostos como se quisesse ajudar nossas línguas a penetrarem um pouco mais. Tirei a blusa e o sutiã dela, vi aqueles botõezinhos rosados eretos e fiquei louco, beijei, lambi e mordi os mamilos dela até ela sentir dor.

Ela me deitou na cama e terminou de me despir, subiu com a língua pela minha coxa e continuou com minhas bolas, depois lambeu o comprimento do meu pau até chegar na cabeça, estava vermelho intenso, pulsando, duro como pedra.

- Meu Deus!!! Que pau lindo, a Sandra tem razão, que largo é... quero que você goze na minha boquinha, por favor... e que me fure o cuzinho igual você fez com ela, vai fazer?

Imagina como eu tava, ela começou a chupar a cabeça do meu pau e a acariciar ele todo, fiz ela subir e nos comemos juntos num 69, a buceta dela tava toda molhada, ela engoliu meu pau de uma vez e eu comecei a lamber o clitóris dela, molhei um dedo no suco dela e comecei a brincar com o cuzinho dela, continuamos nos lambendo e nos excitando, ela suspirava e gemia baixinho, engolia meu pau de um jeito violento, o que me dava dor e prazer, de repente senti o fim do orgasmo dela na minha boca (delicioso).

- Filho da puta... - ela gritou - me fez gozar toda!!!

Enquanto se sentava no chão e descansava a cabeça na cama, ela disse:

- Fode minha boca até você gozar...

Foi o que fiz, meti meu pau na boca dela e me apoiei na cama com os braços, ela me segurou pela cintura e começou a guiar o ritmo, em alguns minutos comecei a sentir aquela necessidade enorme de soltar toda minha porra, avisei ela, então ela enfiou todo meu pau na boca e eu comecei a descarregar minha porra quente na garganta dela, sentia ela engolindo minha porra e continuava devagar engolindo mais meu pau, enquanto Eu me deitei de novo e ela continuou limpando com a língua.

— Sobrou gozo pra minha bunda pequena? — perguntei.

Não vou mentir, era a primeira vez que alguém fazia algo assim comigo, e eu já tinha secado. Fiquei olhando pra buceta dela, brilhando de tão molhadinha que tava. Me imaginei comendo ela de novo e fiquei com muito tesão. Joguei ela na cama, levantei as pernas dela sobre meus ombros, com o pau meio mole, comecei a dar tapinhas na buceta dela. Quando ficou dura, meti umas vezes pra me molhar bem e depois fui direto pro cuzinho dela. Foi lindo ver a carinha de satisfação que ela fez quando entrei no cuzinho dela. Ela mordeu o lábio e apertou os próprios mamilos. Meu ritmo era lento, mas profundo, ela tava gostando. Depois virei ela de costas e me ajoelhei na cama. Ela virou de costas pra mim e fez o mesmo. Pegou meu pau com a mão e levou até o cuzinho dela. Passei uma mão na cintura dela e a outra por baixo do braço dela, segurando o ombro pra puxar pra baixo. Ela subia e eu puxava ela pra baixo. Subia devagar e descia mais rápido. Gozamos juntos em poucos minutos. Todo o gozo na bunda dela, como ela pediu.

Ficamos deitados por uns instantes, sem falar nada. Só silêncio e suspiros de prazer.

— Que puta transa gostosa, Ale. Arrebentou meu cuzinho... — a voz dela era suave, imitando a de uma criança. Docemente, olhou pro meu pau já descansando, se aproximou e deu um beijo nele, como se fosse o beijo de boa noite pra uma criança.

Foi uma noite muito gratificante. A Sandrita era muito quietinha, mas a boca dela era insaciável. Guardei lembranças muito boas dela. Talvez no futuro eu conte outra história.

Espero que tenham curtido essa história. Foi real, sexo real, de gente comum, como vocês e como eu. A gente se vê. Saudações pra todos.

2 comentários - Histórias Comuns #2 Colega de Estudos 2

Noooooo... q buen relato loco... segui asi!!! Dejo puntos para q t animez
Me alegro que lo disfrutes @polako_22, seguiré dejando mis historias