Tudo por um Apê (final)

Esta é a continuação e última parte de "tudo por um apartamento", que conta a história de como vivi uma semana incrível com meu padrasto, tudo por ter um apartamento próprio.

Bem, continuando a história (para mais detalhes, leiam os relatos anteriores publicados), no dia seguinte acordei ao lado do meu padrasto (pai Lucho), não quis acordá-lo e fui tomar banho no rio sozinha. Ao sair do rio, estava molhada e coloquei a roupa que tinha levado: um shortinho lycra bem justinho que era meio bunda e na frente mal cobria minha buceta, mostrando o começo da minha ppk, e um top curto tipo sutiã que valorizava meus peitos. Quando terminei de me trocar, encontrei meu tio Juan, que é irmão do meu pai Lucho, montado num cavalo preto me observando.

Eu: — Oi, tio, o que você está fazendo aqui?

Tio Juan: — Oi, minha menina, é que... é que...

Ele ficou nervoso ao me ver vestida assim. Percebi que, por estar molhada, meu shortinho rosa tinha marcado na frente, delineando minha buceta, e em cima meus mamilos ficaram eretos e duros, marcando no meu top.

Tio Juan: — Desculpa, Karina, é que não deu tempo de avisar que estava aqui. E seu pai, cadê? Trouxe um pouco de comida pra hoje.

Tio Juan: — Aliás, como você está ficando gostosa, sobrinha. Desculpa a ousadia, Karinita, essa sua bundinha maravilhosa é natural ou você levantou com cirurgia?

Ele dizia isso enquanto olhava direto pra minha buceta e minha raba, não conseguiu resistir. Mas quem resistiria, se encontra uma garota jovem com peitos bons, uma bunda linda e empinada (já me descrevi como sou, para mais informações, leiam "tudo por um apartamento" 1ª parte). Respondi:

Eu: — Tio, claro que não, são naturais. Faço muito exercício e me mantenho em forma. Que safado você está hoje, tio.

Tio Juan: — Desculpa minha indiscrição, mas a verdade é que você é bem gostosa, sobrinha. Sortudo é o seu namorado, quem pode te ter nos braços. Gostosa.

Eu: — Tio, você vai me fazer corar. E pra sua informação, não tenho namorado, meus pais não deixam, principalmente o papai Lucho. Eles ainda não me permitem ter namorado (isso era mentira, já tive namorado, mas nada sério, só umas putaria por aí. Queria ver até onde ele queria chegar).

Tio Juan: — Uma garota linda como você precisa de alguém que cuide e mime. Que tal eu dizer pros seus pais que sou seu namorado? Hahahaha, eles deixariam eu ficar com você, hahahaha. O que eu faria com você, sobrinha.

As palavras dele me deixaram de boca aberta.

Eu: — Ai, tio, o que você tá dizendo... Melhor a gente ir pra cabana... — falei isso com uma voz doce.

Tio Juan: — Bom, pensa nisso, sobrinha. Vamos então, quero saber o que meu irmão achou da cabana.

Como o caminho até a cabana de onde estávamos era tipo uma trilha, ele desmontou do cavalo e pegou as rédeas. Lembro que fui na frente e ele atrás de mim. Podia ter pedido pra montar no cavalo com ele, como fiz com meu pai Lucho na primeira vez, mas, sinceramente, como já falei, meu tio é muito gordo e com certeza não caberíamos os dois na sela do cavalo.

Eu andava na frente dele e, como meu short era de lycra, meio bunda de fora, tipo cacheteiro, tava dando pro meu tio uma visão perfeita da minha bunda. Com a roupa ainda molhada, marcava tudo atrás, tanto que o short tinha subido e parecia mais uma tanga. Meu tio, no caminho, falava da viagem dele pra cidade dos negócios que tinha feito, perguntava como tava a cabana, se eu tinha gostado, me mandava uns elogios meio atrevidos sobre meu corpo. Enquanto ele falava e a gente se aproximava da cabana, eu sentia o olhar dele cravado na minha bunda, como se quisesse me penetrar com os olhos. Eu sabia que ele tava fazendo isso porque, de vez em quando, eu virava o olhar pra trás e via ele disfarçando, olhando pra outro lado. Não culpo ele, qualquer um na mesma posição faria o mesmo. O fato é que ele não parava de olhar pra minha Buceta, naquele momento eu já tava super quente, sentia o olhar dele fixo na minha buceta, tentava deixar ela durinha e levantar mais pra cima pra ele ver melhor, rebolando o quadril de um lado pro outro pra uma nádega roçar na outra.

Chegando na cabana, meu tio Amaro, o cavalão, junto com o outro que era nosso, aí entramos juntos na cabana. Fui rapidamente pro quarto do papai, encontrei ele ainda dormindo pelado. Quando tentei acordá-lo, ele acordou, me pegou pelas mãos e disse:

Papai Lucho: — Minha vida, cadê você foi? Não vê que adoro acordar com sua buceta esfregando no meu pau… Me aproximei dele com força.

Eu: — Luchito, não, não, espera!!! Um momento, é que lá fora tá o tio Juan, ele veio ver como a gente tava… Ouvi alguém entrar atrás de mim no quarto. Rapidamente me soltei das mãos dele, que já tinham uma agarrada na minha cintura e a outra massageando entre minhas coxas.

Tio Juan: — Oi, irmão, como cê tá?

Papai Lucho: — Oi, irmão, beleza?

Meu Luchito se surpreendeu ao ver o irmão, mas não tanto quanto eu esperava. Ele nem disfarçou direito, não se cobriu, já que tava pelado, só coberto com uns lençóis.

Tio Juan: — E aí, cês tão curtindo a cabana? É linda mesmo, um lugar afastado e tranquilo.

Papai Lucho: — Maravilha, irmão, cê não imagina o quanto a gente tá aproveitando esses dias aqui na sua fazenda… Ele falou isso com uma voz meio safada pro irmão.

Tio Juan: — Já imagino, a natureza aqui é maravilhosa, cê não vê nada igual na cidade, hahahaha… Ele disse isso enquanto me olhava.

Eles riam como se nada tivesse acontecido. Eu pensava que meu tio tinha nos pegado, enquanto meu papai Lucho me apalpava, mas acho que não.

Eu: — Bom, tio, cê tem uma cabana linda.

Tio: — Ainda não usei direito. E quando vocês voltarem pra fazenda, a gente tem que comemorar uns negócios que fechei, e também que sua filha Karina entrou na… universidade.

Pai Lucho. – Claro, irmão, vamos estar com você à noite. Vamos deixar descansar mais um pouco e estaremos aí mais tarde, irmão.

Tio Juan. – Bom, sejam bem-vindos. Nos vemos na fazenda. Até logo, sobrinha. Que linda e gostosa está sua filha, irmão, você tirou a sorte grande com essa beleza.

Ele se despediu de nós e saiu da cabana em direção à fazenda. Mas não sem antes me dar um último olhar de cima a baixo, tentando olhar minha raba.

Pai Lucho. – Bom, e aí, meu irmão quase nos pegou hahahaha. Já foi, né, minha filha? Vem cá.

Eu. – Não fiquei surpresa.

Pai Lucho. – Fica tranquila, Karina. Vem cá, me dá um beijo... Ele me pegou pelas mãos, se levantou da cama, pelado como estava, e me beijou, abrindo a boca e enfiando a língua. E eu, como sempre, como uma boa filha, correspondi, dando um beijo, mexendo minha língua, brincando com a dele, enquanto ele me segurava pelos quadris, me puxando para perto, sentindo o pau dele na altura da minha pélvis, batendo em mim. Já estava dura de novo, do jeito que eu adoro.

Eu. – Ai, papai, você me deixa com tesão. E vejo que seu amiguinho também está, papai.

Pai Lucho. – Já percebeu, né? É que você me deixa assim. Toda vez que te vejo, além disso, essa sua bunda pequena merece que todo dia receba um pouco de carinho, hahaha.

Ele dizia isso enquanto me segurava por uma das nádegas, e eu, com a mão esquerda, peguei o pau dele e comecei a masturbar. Ele me empurrou contra a parede, levou minhas mãos para cima da minha cabeça e, com uma das mãos, liberou um dos meus peitos e começou a beijar e chupar, dando pequenas mordidas.

Eu. – Ai, papai, você me deixa com tesão, aaaaaaahhhhh, papai, sinto seu pau duro, sim.

Pai Lucho. – Tô louco por você, minha vida. Me beija, amor.

Eu. – Que pau o seu, papai, já tô me acostumando com ele... Eu dizia essas palavras enquanto continuava masturbando ele de cima para baixo, puxando a pele que ainda cobria o pau dele.

Ele começou a masturbar minha buceta, enfiando a mão dentro do meu short. Me pegou pela cabeça me fazendo agachar pra baixo, me colocando na altura do pau dele que já tava todo ereto e duro, comprido como eu gosto, comecei a lamber primeiro com minha língua, com minha mão peguei o pau dele, como tava ereto coloquei virado pra cima apoiando na barriga dele, assim consegui colocar minha boquinha na altura dos ovos dele e chupar, enfiando um de cada vez na boca (esqueci de mencionar que meu pai lucho tem os ovos raspados, não gosto de chupar ovo quando tem pelo).

Eu.- que gostoso seus ovos papai, são grandes. Aaaaaagggggg, aaaaaagggg que gostoso.

Pai lucho.- assim minha rainha, chupa eles que depois esses ovinhos vão te dar um presentinho.

Depois comecei a chupar o pau dele, deixando ele mais duro.

Eu.- aaaaaaaaaaagggg, aaaaaaaaaggggg, aaaaaaahhhhhh. Aaaaaaaaaammmmmmm, assim, assim, mete mais fundo papai, assim, assim.

Pai lucho.- sua filhinha prova o tronco do papai, abre bem essa boca.

Eu.- assim, assim, assim, aaaagggg, aaaammm, enche minha boca com seu pau aaaagggg, aaaaagggg.

Pai lucho.- come ele minha vida, que chupada você tá me dando meu céu, asíaaaaaaaaaaaahhhhhh, aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh que boquinha de puta você tem Karinita.

Pai lucho.- vem, quero penetrar sua buceta meu céu.

Levanto da minha posição de chupadora, tiro meu shortinho que tava todo grudado na minha buceta de tão molhada que tava, ele pega minhas mãos e coloca no pescoço dele fazendo eu abraçar ele, me pega pela coxa direita, levanta e coloca na altura do quadril dele e começa a me penetrar devagar.

Pai lucho.- toma, bebe, aqui está seu papai que vai te satisfazer, come meu pau aaahhh, que quentinha que tá sua bucetinha meu céu.

Eu.- é que você coloca assim papai. Tô molhada aaaaaaahhhhh minha buceta tá quente por causa do seu pau, assim, mete tudo papai assim, me faz gritar de prazer assim. Aaaaaaaaaahhhhhhhh.

Pai lucho.- então você quer gritar né, então toma, mais forte toma, aaaaahhhhh

Eu.- aaaaaaaaahhhaaaaaaaahhhhhhh assim, assim sim, sim, sim, sim me dá mais, mais, mais, forte, forte, papai eu adoro assim.

Ele começou a me penetrar cada vez mais forte, sentia o pau dele dentro de mim batendo as bolas na minha buceta. Comecei a beijar a boca dele, mordendo os lábios, essa posição que a gente tava fazendo é boa porque facilita a penetração.

Abria as pernas e envolvia ainda mais com minha perna os quadris do meu papai, me colocando numa posição melhor pro pau dele, que tava me deixando louca. Me agarrava mais no pescoço dele, sentia a dureza daquele pau entrando e saindo da minha buceta, aí decidi aumentar a penetração, subi minha outra perna mais nos quadris dele, então ele entendeu minha intenção e me pegou pelas nádegas com as duas mãos me segurando, encostada na parede me tinha à mercê dele, abrindo minhas pernas me penetrando fácil, eu me agarrei mais no pescoço dele abraçando.

Eu: — Assim papai eu gozo, assim aaaaaaahhh, mais rápido papai aaaahhh.

Ele aumentou os movimentos pélvicos e eu ajudava subindo e descendo no pau dele, ele metia até o fundo.

Papai Lucho: — Toma, puta, que gostosa que você tá, meu céu, assim toma, toma.

Eu: — Assim vamos, mais, eu adoro, papai, vamos, continua metendo assim, mais, mais.

Eu me levantei da parede, agora ele me segurava no ar, me levantando e me abaixando no pau dele.

Me abracei no pescoço dele sentindo aquela cavalgada, e penetrada cada vez mais e mais gostosa. Depois me deito na cama sem tirar o pau dele de dentro de mim, me ajusto um pouco na altura da pélvis dele e ele começou a meter mais rápido. Enquanto me dava o dedo do meio pra chupar, eu respondia chupando o dedo dele, colocando na minha boquinha. Assim ficamos um bom tempo.

Papai Lucho: — Agora vou meter no seu cuzinho, minha vida, já deixamos descansar um pouco depois da última vez.

Ele começou a enfiar o dedo que eu tava chupando há pouco, primeiro a pontinha e depois inteiro, metia e tirava.

Papai Lucho: — Que delícia, minha vida, que cuzinho que você tem, amorzinho, agora vai ser a vez do meu pau.

Eu: — Assim, papai, me dá mais. aaaaaahhh meu cu, tá pronto pra sua pica,

Pai Lucho. - agora sim minha vida, pega minha pica nesse cu apertado.

Eu. - aaaaaaaaahhhhh que delícia assim, vamos assim, adoro ahh, aaah, aaah, aaahh, aaaahhh.

Pai Lucho. - sim aaaaaaahhh vou gozar já aaaaaaaaaahhhh, que cu pelo amor de Deus. Tudo apertadinho

Eu. - aaaaaaaaaaaaahhh atéeeeeee aaaaaaaaaahhhhh.

Terminamos juntos num orgasmo e clímax ao mesmo tempo, ele gozou o sêmen dentro de mim, sentia a pica dele pulsando dentro de mim.

Pai Lucho. - desculpa meu céu, gozei no cu, eu queria te dar sua porra matinal na boquinha.

Eu. - ah papai, não se preocupa, adoro quando você goza dentro de mim, além disso meu buraquinho recebeu seu gozo.

Nos beijamos, ele tirou de dentro do meu buraquinho, limpei chupando a pica dele mais uma vez, ficamos assim um tempinho, me levantei.

Eu. - papai, que tal essas fodas matinais? Fazem muito bem pra gente, né papai? É como fazer aeróbica.

Pai Lucho. - Você disse tudo, minha rainha.

Nos vestimos, e comemos o que meu tio Juan tinha trazido pra almoçar, como sempre depois de comer, passamos pra sobremesa, onde eu sempre sentava nas pernas do meu papai Lucho (tipo secretária sentada no colo do chefe) e tomávamos um pouco de iogurte.

Depois disso fomos nadar pelados no rio. Onde também nos beijamos e apalpamos juntos.

Já de noite, decidimos voltar pra fazenda, trocamos de roupa, como sempre eu montada no cavalo junto com meu papai Lucho, que estava atrás de mim esfregando a pica dele todo o caminho até a fazenda e eu empurrando mais e mais minha bunda pra trás.

Meu tio estava nos esperando aquela noite com um jantar de pratos típicos da região, jantamos, conversamos sobre vários assuntos tranquilos e depois fui pro meu quarto. Ou melhor, pro quarto do meu papai Lucho, esperando ele voltar, enquanto ele ficou conversando com meu tio e tomando uns drinks.

Aquela noite coloquei um conjunto lindo e sexy que tinha comprado, cor marfim, que consistia numa calcinha fio dental minúscula e Um sutiã transparente, meu paizinho entrou no quarto e a gente transou naquela noite também, tentando não fazer muito barulho.

Assim se passaram mais dois dias cheios de sexo e putaria, já que em cada canto da fazenda a gente transava onde desse vontade, onde a gente ficasse com tesão, tomando cuidado pra não ser pego. E de manhã, como ele queria, eu acordava ele rebolando a bunda, esfregando no pau dele até deixar ele duro. Meu tio se insinuava pra mim, falando umas coisas lindas, dizia que eu era linda, que tinha um corpo que dava um treco nele, umas pernas do caralho, que não ia me deixar ir embora da casa dele, que me queria como dona da fazenda dele. Mas não tive coragem de responder, porque a todo momento eu tava com meu paizinho Lucho.

Um dia antes de irmos embora, que era a última noite juntos com o papai Lucho na fazenda de cavalos do meu tio, eu tava usando um vestido cor de vinho, meio curto, que ia até a metade da minha coxa, deixando elas de fora e um decote bem chamativo, pra provocar meu pai a noite toda, mas percebi que não era só ele, não — meu tio também tava me olhando. Além disso, o vestido era justo na cintura, o que valorizava minha bunda e o formato dos meus peitos. Eles tomaram uns drinks e eu, como sempre, fui pro meu quarto esperar meu paizinho Lucho, antes de eu ir, mas meu tio me segurou pela cintura e disse:

Tio Juan: — Vamos dançar um pouco, sobrinha.

Meu pai já tava meio bêbado, então meu tio começou a me puxar pela cintura, encostando meu corpo no dele. Eu sentia a barriga dele colada no meu ventre, e com a outra mão ele colocou perto do começo das minhas nádegas. Ele olhava descaradamente pros meus peitos pelo decote. — Como você é gostosa, sobrinha. Vou sentir mesmo sua falta por aqui.

Ele começou a me apertar mais forte, batendo meus peitos no corpo dele e passando a mão na minha bunda. Começou a massagear uma das minhas nádegas por cima do vestido, me tocando. Olhei pro meu pai, ele já tava no sofá, meio dormindo. Tio Juan. — Sobrinha, você está uma gostosa, é realmente muito sexy.

Eu. — Valeu, tio, mas eu preciso ir pro meu quarto, quero dormir, tô muito cansada.

Tio Juan. — Então vem pro meu quarto, tenho uma jacuzzi, dá pra relaxar um pouco.

Vendo a cara de pau dele e os amassos que tava me dando, entrei no jogo, já que era a última noite que ia passar na fazenda.

Eu. — Tio, o que cê tá me propondo? Você nem falou pro meu pai, Lucho, que queria ser meu namorado, assim talvez ele tivesse me deixado ficar com você essa noite... Falei isso enquanto olhava fixo nos olhos dele.

Ele enfiou uma das pernas entre as minhas, enquanto a gente dançava colado, ele podia sentir perfeitamente minha buceta roçando na coxa dele, isso me deixou nervosa e ao mesmo tempo excitada.

Tio Juan. — Hahaha, então você é direta, sobrinha.

Eu. — Já que não fez, então não vai me ter no seu quarto... E me atrevi a dar um beijinho nos lábios grossos dele.

A música acabou, me soltei dos braços dele e olhei pra baixo, vi uma ereção foda na calça dele, ri, fazendo cara de surpresa e tapando a boca com a mão.

Eu. — Tio, acho que você se animou demais com a minha companhia.

Tio. — Não vai não, sobrinha, vem aqui um instante. Vamos dançar mais uma, querida.

O sem-vergonha queria me apalpar de novo, olhei pro meu pai, que tava meio dormindo no sofá.

Eu. — Mas dessa vez eu escolho a música. Coloquei uma de cumbia, me aproximei dele rebolando.

Tio Juan. — Como você se mexe divinamente, sobrinha.

Eu. — Bom, agora vamos dançar de verdade. Coloca a mão direita na minha cintura e me dá a outra. Mexe, tio, acompanha o ritmo do meu quadril.

A gente dançou coladinho no ritmo da música, ele se aproximou do meu corpo, entrelaçamos as pernas, senti a ereção dele por baixo da calça.

Eu. — Isso, tio, mexe.

Via meu pai ainda dormindo no sofá. Me aproximei dele, virei de costas e esfreguei minha raba nele. pra ele, no volume dele.
Eu: — Tio, já tô toda molhadinha, me dá suas mãos, coloca na minha cintura.

Eu esfreguei toda a minha bunda no volume dele, senti o pau dele todo duro batendo na minha bunda a cada movimento que a gente fazia.

Eu: — Tio, pelo amor de Deus, o que é isso que eu tô sentindo? Acho que acordamos alguém. Virei o olhar pra trás.

Tio Juan: — Querida, só agora percebeu? Não sou de pedra, não... você tá muito gostosa.

Ele falava essas palavras enquanto eu esfregava mais minha bunda no pau dele, com movimentos circulares, sentindo as mãos dele descendo da minha cintura pra minha bunda e minhas coxas.

Eu: — Tio, pelo amor de Deus, não, a gente não pode. Me solta, você tá me tocando, tio. Falei isso pra me fazer de difícil um pouco.

Tio Juan: — Você tá divina, sobrinha. Quero te ter na cama, sobrinha. Você tá me deixando louco por você... Ele começou a beijar meu pescoço e me apertar entre os braços dele, e a levantar meu vestido na frente, mostrando a calcinha fio dental que eu tava usando.

Eu: — Tio, me solta, eu só queria te ensinar a dançar. Me solta ou eu grito e acordo meu pai.

Tio Juan: — Grita então. Eu sei que essa semana toda você tá transando com meu irmão pela fazenda inteira. Não sou tão ingênuo assim, sobrinha.

Eu: — Que isso, tio, isso não é verdade.

Tio Juan: — Claro que é. Meus empregados viram vocês no rio e na cabana. Mas não se preocupa, sobrinha, não vou contar pra ninguém. Não sou do tipo que quer tirar vantagem dessa situação. Não culpo meu irmão por ser seduzido por uma beleza como você. Além disso, sei que uma gostosa como você não se entrega fácil assim pra qualquer um. Meu irmão deve ter te dado alguma coisa pra você ser dele essa semana, ou tô errado?

Eu não sabia o que responder. Ele me apertava contra o corpo dele, sentia o pau dele duro enfiado no meio das minhas nádegas.

Tio Juan: — Vou ser sincero com você, Karinita. Olha, vou te dizer uma coisa: eu te quero muito. Você é realmente lindíssima e me encanta desde a primeira vez que te vi chegar na minha casa. E agora você tá ainda mais gostosa do que antes, seus peitos, sua... Booty são fascinantes, olha, eu jamais vou falar nada pra ninguém, nem pro meu irmão, e muito menos pra sua mãe. O que eu quero é ficar com você, transar, se é que você me entende, mas não quero te obrigar a fazer nada que você não queira. Me entende, eu só te desejo e, além disso, nunca te dei um presente grandioso. Que tal se eu te der um carro zero quilômetro? Assim você tem um carro pra ir pra universidade e voltar, sem precisar pegar táxi. O que você acha?

Eu: — Tio, mas não, não posso. Você é parte da minha família e, sinceramente, não.

Aproveito pra me tocar entre as pernas, na altura da buceta. Ele me tinha na mão, não sei se pela ambição de um carro novo ou pelo simples desejo, meu tio me seduziu naquela noite com seus amassos.

Tio Juan: — Como eu disse, não tô te obrigando a nada. Só você decide se quer ou não.

Pensei: se tudo isso começou por ter meu próprio apartamento, por que não por um carro também? Mesmo que meu tio seja gordo e meio feio, o que eu tenho a perder? Melhor, posso ganhar muito.

Eu: — Tá bom, tio, aceito sua oferta. Mas e meu pai, o que a gente faz com ele?

Tio Juan: — Não se preocupa, ele não vai acordar, tá muito bêbado. Vamos pro meu quarto.

Então, a vadia que existe dentro de mim apareceu e eu disse:

Eu: — Tá bom, tio, vou fazer o que você pede, mas deixa eu fazer do meu jeito. Quero te mimar um pouco. Vai pro seu quarto, que eu vou daqui a pouco, toda pronta pra você, titio. — falei de um jeito provocante.

Ele soltou minhas mãos, deixando meus quadris livres.

Tio Juan: — Tô te esperando, querida. Não vai se arrepender, meu céu.

Eu: — Você também não, tio. A espera vai valer a pena, te prometo… — sorri enquanto falava isso.

Saí da cozinha rebolando, me insinuando, mostrando meu grande atributo.

Fui pro meu quarto, tirei o vestido. Queria mesmo surpreender meu tio. Tomei banho, me maquiei um pouco, vesti uma roupa que tinha comprado num sex shop, que tinha trazido especialmente pro meu pai. Mas como ele tava dormindo e bêbado, bem, ele que perdeu, pensei.

Eu vesti Uma malha inteiriça para o corpo todo, preta, daquelas que têm buracos por todos os lados (mais parece uma rede de pescar), deixando toda a minha pele à mostra, sem mais nada. Me olhei no espelho, me senti uma puta completa, daquelas que aparecem nos filmes pornô. Minha bunda se destacava perfeitamente, redonda e empinada, e na frente dava pra ver minha buceta, que, como já falei, eu raspo, deixando só um pouquinho de pelo em cima do meu clitóris. Meus bicos dos peitos escapavam pelos buracos da malha. Coloquei uns saltos altos pretos. Fiz um rabo de cavalo com meu cabelo e prendi.

Eu: — Se eu não matar meu tio de infarto quando ele me ver vestida assim, ele vai me matar de tanto fode que vai me dar esta noite.

Saí do meu quarto, em direção ao do meu tio, que fica no fundo do corredor. Caminhei silenciosamente pelo corredor, com as costas retas, mostrando meus peitos orgulhosamente, praticando a rebolada, quando sinto que alguém está subindo as escadas atrás de mim. Me assustei, pensando que era algum empregado ou empregada do meu tio. Corri para o quarto dele, olhei para trás e era meu pai Lucho, que estava subindo as escadas todo tonto. Sem pensar, entrei no quarto do meu tio sem bater na porta. Me senti aliviada por não ter sido encontrada pelo meu pai Lucho.

Tio Juan: — PELO AMOR DE DEUS!!!! Karina, que puta que você está, meu Deus, você é toda uma puta! Como sempre, minha rainha, você me deixa a mil, sempre me surpreende com o jeito que se veste. Que sortudo o filho da puta do meu irmão por ter você todos os dias para ele.

Me acalmei um pouco, me endireitei, fiquei provocante com ele, olhei nos olhos dele e disse:

Eu: — E aí, a espera valeu a pena, né, tio? Aqui estou eu, toda sua.

Tio Juan: — Você está uma cadela no cio, querida. Já me deixou de pau duro só de te ver, minha rainha.

Eu: — É assim que quero ver você a noite toda, tio. Esse pau duro e empinado só para mim.

Me aproximei dele, e ele não conseguiu... resistindo e começou a me tocar por toda parte, se apossou das minhas nádegas.

Tio Juan. - Que bunda pelo amor de Deus, você ficou esfregando ela na minha cara a semana toda, essa preciosura agora que tá nas minhas mãos não vou soltar.

Ele apertava desesperadamente minha bunda com as mãos, tanto que me machucava com os apertões duros.

Eu. - Tio, se acalma!!!! Temos a noite toda, sou toda sua já te falei…….. Dei risada porque ele parecia um criança quando ganha um brinquedo novo.

Ele começou a chupar meus mamilos e apertar meus peitos, morder meus mamilos

Eu. - Tio aaaaahhh me machuca, calma, aaaaaaaaaahhhhh dói tio.

Tio Juan. - Desculpa Karinita, é que você me deixa louco, te amo sobrinha.

Demorei pra acalmar ele um pouco, tinha que desestimular ele.

Eu. - Tio, agora me dá seu pau que tão gostoso você encostou na minha bunda aqui embaixo, quero provar e saborear, me dá na boquinha, tô com vontade, me dá titio……..me comportei como menina boazinha.

Tio. - Quer pau né safada, quer chupar ele, pois não vai ter ainda, primeiro você me dá sua buceta putinha.

Ele me pegou pelas mãos, me jogou na cama, abriu minhas pernas, rasgou minha calcinha na parte de baixo fazendo um espaço pra meter a língua toda molhada na minha buceta

Eu. - Assim titio, me dá sua linguinha, chupa minha buceta, que arde pela sua linguinha.

Ele começou a meter a língua toda dentro, ela era larga e áspera, brincava com minha buceta o desgraçado.

Eu. - aaaaaaaahhhh aaaahhhiiii sim assim titio, assim, mais fundo sua linguinha aaaaahhhhhhhiiiiiii

Ele fazia como todo um expert, tinha a língua mais comprida que eu já tive o prazer de lamber minha buceta, ele metia a língua o mais fundo possível da minha vagina, realmente tava me deixando a mil meu tio, essa língua que língua gostosa ele tinha, me deu um orgasmo, assim ficamos um tempo até que ele se levantou e me disse.

Tio Juan. - Gostou né putinha. Agora é sua vez minha Karinita

Ele me fez ajoelhar na cama de quatro, me arrumou na direção do pau dele e se Ela começou a baixar a calça que tava vestindo e pulou uma coisa enorme, era um pauzão do caralho. Fiquei de boca aberta, era muito grosso, não tão comprido, mas grosso e cheio de veias. Ele me pegou pela cabeça, guiou até o pau dele e falou:

Tio Juan. - Agora sim, Karinita, chupa ele do mesmo jeito que você chupou o do meu irmão a semana inteira.

Eu. - Que pau que o senhor tem, tio, não vai caber inteiro na minha boca.

Fiz o que pude, mas o pau não entrava, só cabia a cabeça do pau dele e mais um pedaço, então comecei a lamber ele inteiro, aquele pau tava me deixando louca.

Eu. - Que pau gostoso, tio, aaaaaaaaggggggaaaaaaammmmm, que delícia, tio, que grande, pelo amor de Deus.

Tio Juan. - Assim, querida, aaaaaahhhhh, que boquinha você tem, e essa linguinha sua é de comer.

Ele me pegou pela cabeça e começou a fazer movimentos mais rápidos, tentando enfiar o pau inteiro na minha boquinha.

Eu. - Aaaaaaaaaaaaggggggggg, aaaaaaaaaaaaaaaagggggggggg, asiaaaaaaaaggggg, você tá me sufocando, tio.

Começou a sair saliva do canto dos meus lábios, uma mistura dos sucos do pau dele com a minha saliva, era uma cena de sexo total. Ele tirava e enfiava de novo na minha boca, a saliva aumentava, entre uma pausa e outra eu masturbava ele com a mão e enfiava de novo na boca, saía e entrava.

Eu. - Que pau, assim, tio, aaaaggggg, aaaaaggg, aaaagggg, eu adoro.

Tio Juan. - Que putinha que você é, sobrinha, adora meu pau, né? É todo seu, gostosa.

Ele começou a bater na minha cara com o pau, me chamava de puta comedora de paus, lambedora de pirocas duras.

Aí ele parou de enfiar na minha boca, se afastou de mim e falou:

Tio Juan. - Tenho uma fantasia que quero realizar com você, Karinita.

Eu. - Qual, tio?... Falei olhando pra ele ainda de joelhos, esperando ele meter aquele pau de novo na minha boquinha pra eu chupar.

Tio Juan. - Vem, vamos lá fora.

Não perguntei mais nada, levantei, ele me beijou e me levou pela mão pra fora, se apoiou atrás de mim, esfregando aquele pau dele na minha bunda, que ainda Ela estava úmida e molhada pelo boquete que eu tinha dado nela.

Tio Juan. — Vai ser putinha mesmo, sobrinha. Seu pai Lucho e eu planejamos isso pra ter você essa noite juntos. Não fica brava, mas ele me disse que você queria duas picas só pra você, que era uma fantasia sua. Então vamos pro seu presente.

Eu. — Que isso, tio, isso foi um engano desde o começo.

Fiquei realmente surpresa. Não sabia o que fazer, mas ele me levou até a porta do quarto do meu pai Lucho. Entramos no quarto, e lá estava meu pai Lucho esperando a gente. Ele me viu assim vestida.

Pai Lucho. — PELO AMOR DE DEUS, QUERIDA, QUE GOSTOSA QUE VOCÊ TÁ, MEU AMOR.

Eu. — Lucho, por que você não me falou antes?

Pai Lucho. — É que queria te dar uma surpresa. Você me disse que queria duas picas só pra você, e eu só pensei no meu irmão. Como você viu, vale a pena essa rola, né?

Num momento, pensei bem: ninguém tinha me forçado a nada. Eu sozinha aceitei a decisão de vir pra fazenda com meu pai Lucho e ficar com meu tio. Então criei coragem e falei pros dois.

Eu. — Então que minha fantasia se realize. Quero essas duas rolas na minha boquinha… Ajoelhei ali mesmo.

Eles se aproximaram, se pelaram os dois e começaram a me dar as rolas pra eu chupar. Comecei a masturbar a rola do meu pai Lucho, enquanto enfiava a rola do meu tio na boca, e trocava de posição e de vez entre as duas picas. A diferença era óbvia: uma longa e gostosa, a outra grossa e cheia de veias.

Eu. — Aaaaammmmm, aaaaagggggaaaaaammmm, que rolas, pelo amor de Deus.

Tio Juan. — Que boa ideia você teve, irmão. Esse tipo de fêmea não se contenta com uma rola só, sempre quer mais. São famintas por sexo.

Pai Lucho. — É, a partir de hoje, vou dividir ela. Essa mulher é suficiente pra mais de dois, hahahaha.

Começaram a acariciar meus peitos com as mãos, me tocando e beliscando meus bicos. Eu só conseguia gemer de prazer. Terminei de chupar eles, me levantaram, rasgaram minha malha, me deixando totalmente nua. Meu pai Lucho ficou na minha frente e meu tio atrás. Começaram com as mãos no meu corpo, nos meus peitos, na minha bunda. Comecei a beijar meu pai Lucho enquanto meu tio passava a mão no meio do meu rabo.

Tio Juan: — Puta merda, essa bunda é divina, irmão, você se esbaldou essa semana...
Ele começou a acariciar minhas nádegas, abrindo elas.

Eu me inclinei um pouco pra frente, facilitando o trabalho dele. Consegui aquela posição boa graças aos meus saltos, que eu ainda estava usando.

Eu: — Mete em mim, tio. Me penetra, quero sentir você dentro de mim. Me come.

Meu tio colocou uma mão nas minhas costas, me fazendo inclinar pra frente, na altura da pica do meu pai Lucho. Comecei meu trabalho de chupar.

Tio Juan: — Toma minha pica, toma. Você vai sentir essa pica grossa dentro de você, sobrinha.

Eu: — Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh, tio, ela é grande, tira, não aguento, aaaaaaaahhh!

Pai Lucho: — Aguenta, minha filha. Sua buceta vai aguentar, daqui a pouco ela acostuma com a pica do seu tio.

Eu me agarrei na bunda do meu pai Lucho, enfiando a pica dele na minha boca. Enquanto meu tio me penetrava na minha buceta.

Eu: — Assim, aaaahhh, que gostoso. Adoro, tio. Assim, sim, sim, sim, sim, aaaaaaaaahhhhhh!

Tio Juan: — Assim, Karinita, mexe a cintura pra você aproveitar a penetração. Vou acelerar a foda.

Eu: — Aaaaaaaaaahhhhhh, assim, titio, mais, mais, me come, me fode, tô queimando de tesão, assim, assim, assim, assim, aaaaaaaaaaahhhh!

Pai Lucho: — Continua, não para, meu amor, chupa minha pica.

Continuei meu trabalho de chupar pica. Senti gostoso, abria as pernas pra facilitar a penetrada do meu tio na minha buceta.

Pai Lucho: — É minha vez, irmão. Quero penetrar minha filha agora.

Tio Juan: — Beleza, irmão, vamos pra cama, vamos ficar mais confortáveis.

Fomos pra cama os três. Ele tirou meus sapatos, eu me joguei na cama de barriga pra cima, convidando eles pra me comerem.

Eu: — Venham buscar o prêmio de vocês. Tragam essas picas, quero as duas... Não podia acreditar, tava completamente doida, não, tava louca por sexo e desejando essas duas picas.

Eu: — Vem, pai, mete em mim. minha bucetinha e seu titio, coloca na minha boquinha que eu quero chupar você.

Não demoraram pra se aproximar, meu pai me penetrou na buceta delicadamente e meu tio trouxe de novo aquela pica pra minha boca, que tanto custava a entrar.

Papai Lucho: — Agora sim, querida, pega minha pica. Essa sua buceta tá bem quentinha, aaaahhhh.

Tio Juan: — Chupa, putinha, é sua, minha pica.

Eu tava harmonizando tanto a fodida quanto a chupada, mexia a cintura e balançava a cabeça pra enfiar aquela pica na boca (por isso as mulheres conseguem fazer mais de duas coisas ao mesmo tempo, diferente dos homens, isso vocês que tão lendo esse relato entendem bem).

Eu: — Aaaaaaaggggg, aahhhh, aaaaagggg, aaaaaahhhh, aaaaaagggg, ahhhhhhh... ficamos assim uns minutos, até que meu pai Lucho falou:

Papai Lucho: — Chegou a hora, minha filha, de você ter duas picas dentro de você.

Tio Juan: — Sim, eu quero seu cuzinho, quero que você sinta minha pica no seu buraquinho, meu céu.

Eu: — É minha fantasia, pai, mas meu tio tem a pica grossa, vai machucar meu cuzinho.

Papai Lucho: — Não se preocupa, trouxe um lubrificante.

Então ele começou a esfregar meu cuzinho com os dedos enquanto chupava minha buceta, lubrificando meu buraquinho. Passou o lubrificante pro meu tio pra ele passar na pica dele. Meu tio começou a lubrificar a pica.

Tio Juan: — Isso não vai doer, eu prometo, Karinita. Devagarzinho, primeiro só a pontinha.

Eu: — Aaaaaaaaahhh, assim, tio, devagar, aaaaaaaahhh, aaaaaaammmm.

Ele começou com um movimento suave, delicioso, que não doeu nada, pelo contrário, foi gostoso. Depois começou com movimentos rápidos, acelerando, enquanto meu pai mexia nos meus peitos e me dava beijos.

Papai Lucho: — Beleza, minha filha, se prepara.

Meu tio parou de me penetrar pelo cuzinho, se deitou na cama de barriga pra cima e falou:

Tio Juan: — Vem, meu céu, aqui tá seu cavalinho, monta em mim, Karinita. Traz sua coisinha gostosa pra cá.

Sem pensar duas vezes, fui até ele. Comecei a montar de costas pra ele, com os pés dos lados do corpo dele. Apoiando minhas mãos no peito dele, encaixei o pau dele na entrada do meu buraquinho e, de uma só vez, ele enfiou aquela coisa enorme. Dei um grito de prazer, depois olhei pro meu pai que vinha com o pau dele apontado pra minha buceta. Ele meteu de uma vez só na minha vagina.

Eu: — Assim, assim, pelo amor de Deus, que paus, aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh, aaaaaaaaaaammmmmmm, adoro, continuem assim aaaaaaaaaaaaaahhhhhh.

Dei um grito que não aguentei mais, ecoou pela casa toda, não me importei, só queria aproveitar aquela fodida dupla. Eles metiam harmonizando os dois ao mesmo tempo.

Eu: — Assim, mais gostoso, aaahh

Tio Juan: — Que sobrinha que eu tenho, essa sua bunda é gostosa e quentinha, minha vida.

Pai Lucho: — Vamos acelerar mais, irmão, vamos levar essa puta comedora de paus ao clímax.

Eles começaram a acelerar os movimentos de METE E TIRA.

Eu: — Assim, pelo amor de Deus, vão me partir ao meio, eu gozo, eu venho, assim, já terminei aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh

Terminei num orgasmo gigante, com esses paus dentro de mim.

Tio Juan: — Não aguento mais, vai sair o leite, desce, sobrinha, quero dar na sua boquinha.

Pai Lucho: — Eu também, toma, minha filha, me dá sua boquinha.

Eu: — Sim, me dêem leite, seus filhos da puta, na boquinha.

Eles se levantaram e soltaram o leite na minha boquinha. Tentei abrir a boca o máximo que pude, espirrou no meu rosto, nos olhos, no cabelo. Engoli o que consegui pra dentro da boca, chupando meus dedos.

Eu: — Sim, adoro o leitinho de vocês.

O resto eu passei nos peitos.

Tio Juan: — Que puta, minha sobrinha deu a melhor gozada que tive em muito tempo.

Pai Lucho: — Verdade, essa foi a melhor da semana toda, meu amor, você foi incrível.

Fomos assim, pelados, pro quarto do meu tio. Saímos no corredor como crianças se escondendo e chegamos no quarto. Entramos na jacuzzi, tivemos uma sessão de sexo oral lá, terminamos e fomos dormir os três juntos, na cama do meu tio, que era grande. Estávamos exaustos, dormimos assim, pelados, os três de conchinha.

Meu tio atrás de mim, colando o pau dele em mim a noite toda. no meu rabo pequeno e meu pai Lucho na minha frente, que eu abracei a noite toda agradecendo pela noite vivida, pegando na pica dele e masturbando ele.

Foi realmente uma noite fabulosa. No dia seguinte, acordei porque meu tio estava esfregando a pica dele na minha bunda. Agora era ele quem me acordava com a pica nas minhas nádegas, e eu correspondi mexendo a bunda, esfregando aquela pica grossa que meu tio tinha.

Tio Juan: — Acorda seu pai, se puder, do mesmo jeito que eu te acordei.

Ele dizia enquanto apertava meus peitos com as mãos. Eu, com minha mão, alcancei a pica do meu pai e comecei a masturbá-lo, consegui deixar ele ereto e duro, e acordei meu pai Lucho.

Pai Lucho: — Que puta você é, quer sexo matinal, né, minha vida?

Eu: — Sim, pai, o tio quer continuar.

Tivemos sexo matinal em várias posições de penetração dupla. Tomamos banho juntos, nós três, e nos vestimos. Descemos para tomar café da manhã na cozinha, onde não faltaram apalpadas dos dois na minha bunda e nos meus peitos.

Depois, ao meio-dia, mesmo meu tio insistindo para ficarmos, não pude atendê-lo porque tínhamos que voltar para casa, já que começavam as matrículas na universidade e eu precisava ir. Prometi ao meu tio que voltaríamos em breve, junto com meu pai Lucho, para uma reunião de família.

Espero que tenham gostado do meu relato, que avaliem e comentem, porque adoro ler e saber quantas punhetas causei. Esses relatos que escrevo são 90% reais e 10% acrescento um pouco de putaria.

Ainda vivo um relacionamento com meu padrasto quando posso, e viajo para a casa do meu tio nos fins de ano para uma reunião de família. E, às vezes, também fui com algumas amigas do trabalho que também são modelos como eu, mas essa é outra história que vou contar. Também tem uma experiência que estou vivendo com um sobrinho meu, que é minha desesperação no momento.

1 comentários - Tudo por um Apê (final)