Con mama borracha la noche de graduacion

Fala, amigo, poringa boys! Aqui vamos nós de novo com mais um conto. Espero que vocês gostem — comentem aí pra ver se foi bom, quem sabe não sai uma continuação.Nunca planei comer minha mãe nem nada do tipo, não lembro de ter visto ela pelada nunca e muito menos bati uma punheta em homenagem a ela. Ela se chama Carmen, é uma morena de bunda grande, quadril largo e pernas grossas e compridas. Na verdade, minha mãe é bem alta, até mais alta que eu, embora não seja gorda, só um pouco cheinha. Esse tipo de mulher eu chamo de cavalona. Naquela época, ela tinha 44 anos. Meu pai é um pouco mais velho, se chama Alfonso e tem 51 anos. Como eu tava dizendo, 12 de dezembro de 2011, o dia que finalmente me formei no ensino médio. Era umas cinco da tarde quando todo mundo já tava se arrumando pra ir pra cerimônia. Iam meus pais, minha irmã Ana e meu irmão mais novo Pedro. Fui o último a entrar no banheiro. Quando saí, vi meu pai já pronto na sala, me xingando porque por minha culpa a gente ia chegar atrasado. Saí correndo pro meu quarto no segundo andar e não achei a beca. Imaginei que minha mãe tinha pegado pra passar.

Fui correndo pro quarto dela pra me arrumar logo. A porta tava fechada e, na pressa, não bati antes de entrar. Quando abri a porta, encontrei minha mãe emperrada num vestido cinza brilhante de gala que não descia por causa das tetonas que ela tem. Ou seja, ela não ia usar sutiã. Quando me viu, tentou se esconder, mas já era tarde. Consegui ver que a calcinha dela era só um fio dental branco minúsculo que mal tapava o volume da buceta dela. Descaradamente, fiquei olhando pra entreperna dela com cara de espanto, enquanto ela, com muita vergonha mas sorrindo, me perguntava por que eu não tinha batido antes de entrar. Expliquei que precisava da minha beca e que ela tinha pegado e não devolvido pro meu quarto. Eu não parava de olhar pra entreperna dela. Sério, ela tava muito gostosa pra uma mulher da idade dela. Ela percebeu meu tesão e, entre envergonhada e sorrindo, pediu ajuda pra vestir o vestido.

— Mãe, cê vai mesmo assim pra cerimônia? — O que tem? — Pô, se eu não for pelada, foi o que ela me respondeu.
— Pra começar, com esse sutiã, aquele vestido já teria entrado em você — retruquei, e ela respondeu:
Que só queria surpreender meu pai, que tava muito feliz por causa da minha formatura e que ela queria que ele se sentisse ainda melhor.
Sem mais comentários pra não atormentar ela, me aproximei e fui por trás com a intenção de ajudar a abaixar o vestido, mas não pude deixar de notar como a bunda dela engolia a fina renda da calcinha fio dental, não dava pra ver se ela tava usando alguma coisa. Ela se virou e me disse: "Nunca viu uma mulher de fio dental?" E eu respondi que sim, mas que nunca tinha visto minha mãe de fio dental. Os dois soltamos uma gargalhada. Até aquele momento, não tinha sentido nada estranho em mim, então continuei a abaixar o vestido até conseguirmos ajustá-lo. Não sei o que passou pela minha cabeça que, quando terminamos, me deu vontade de dar um tapão forte na bunda firme dela enquanto dizia: "Já tá pronta, mamãe gostosa?" Ela, surpresa mas sorrindo, me deu um empurrão enquanto me chamava de atrevido. Pediu que eu não contasse ao meu pai o que tinha acontecido porque ela só queria dar uma surpresa pra ele mais tarde. Vocês e eu sabemos do que ela tava falando. Nada mais aconteceu; ela me entregou minha beca e eu fui pro meu quarto terminar de me arrumar.

Todos estávamos prontos. Na casa, só alegria. Meu pai tava muito feliz, mas quando viu minha mãe descendo as escadas, a alegria dele triplicou. Partimos pro centro de convenções da cidade. Quando chegamos, me acomodei com meus colegas e minha família se sentou nos lugares reservados pra parentes.

A cerimônia de formatura terminou umas oito da noite. De lá, fomos pro clube onde ia rolar a festa. Desde que chegamos, foi só beber rum e cerveja. Claro que eu me segurei porque tinha combinado de fugir pra um motelzinho com minha namorada. Minha família tava numa mesa junto com a de um amigão meu, também colega. Meu pai tava muito... Contente e orgulhoso pela minha conquista, e ele me fez saber disso, me deu dinheiro, cachaça, cerveja e ele não parava de beber, assim como minha mãe, que também estava muito feliz. Lá pela meia-noite e meia, todo mundo já estava bem bêbado e eu decidi que era hora de colocar em prática o plano que tinha com minha namorada. Tudo estava pronto e, quando eu e minha namorada estávamos indo no táxi, vi que minha família vinha mais atrás e meu pai estava literalmente sendo carregado pelo pai do meu amigo de um lado e do outro pela minha mãe. Qual dos três estava mais bêbado? Essa era a minha grande noite com minha namorada, mas vendo as coisas assim, eu teria que adiar. Quem ia dirigir naquele estado? Todos estavam em más condições. Conversei com minha namorada e ela entendeu meu ponto.

Com uma raiva do caralho, cancelei minha fuga da festa e fui em direção à minha família. Eu iria dirigir, não tenho carteira, mas sei dirigir. Falei pro meu pai que eu dirigiria, já que estava em melhores condições pra isso. Obviamente, ninguém recusou minha proposta; pelo contrário, meu pai, orgulhoso, me entregou as chaves dizendo que eu já era o outro homem da família, ao que minha mãe, também bêbada, respondeu pra ele parar de me incentivar, senão depois não iam me aguentar com esse papo de ser um homenzinho.

A família do meu amigo pegou um táxi, minha mãe sentou na frente comigo e meu pai com meus dois irmãos quase dormindo atrás. Meu pai e minha mãe continuavam bebendo dentro do carro. Meu pai me pediu pra acender as luzes internas pra poder servir a bebida pra minha mãe. Naquela hora, não esperava encontrar nenhuma blitz da polícia ou algo assim. O fato é que do clube até em casa dava uns 45 minutos. Já estávamos quase chegando quando minha mãe, super bebona e irreconhecível, diz pro meu pai: – Amor, não esquece que você e eu vamos continuar a festinha. Eu olhei pra ela estranho, e ela exclamou: – Quê? Não falei nada de errado, as crianças vêm dormindo e você já sabe que hoje vou devorar seu pai. Os dois se Caíram na risada, e pra piorar meu pai respondeu – fica tranquila, mulher, porque eu vou te enfiar uma festa até o cu. Os dois riram de novo, e eu não podia estar mais envergonhado, só de pensar que quem ia enfiar a festa na namorada dele primeiro era eu. Faltava pouco pra chegar quando minha mãe desafivelou o cinto, levantou do banco pra erguer o vestido por trás e falou pro meu pai – Olha o que você vai comer daqui a pouco, cê gosta como fica? Não consegui resistir à tentação e também virei pra olhar, meu pai tava apalpando a bunda da minha mãe dentro do carro, por sorte meus dois irmãos estavam dormindo. Que bunda gostosa que sua mãe tem, garoto, disse meu pai. O que aconteceu depois me tirou do sério e transformou meu pensamento de uma vez: minha mãe virou pra mim com o vestido levantado e com as duas mãos separou as nádegas o máximo que pôde enquanto perguntava – é verdade, filho? Verdade que ainda tá bonito? Olha bem! Como é que eu não ia olhar bem, que espetáculo, pude ver como a fina tecidinha do fio dental branco não conseguia tampar o botão do cu. Hipnotizado olhando aquela bunda e olhando a rua, consegui responder que sim, que ela ainda era uma mulher muito gostosa. Meu pai com uma gargalhada exclamou – é que eu sempre tive bom gosto, garoto, isso merece outro gole e virou a garrafa. Finalmente chegamos em casa. Do jeito que deu, ajudei os dois a descer enquanto acordava minha irmã pra levar meu irmão mais novo pro quarto dele e ficar com ele. Meus pais, ao entrar, ligaram a música no som e ficaram na sala bebendo. Eu subi com meus irmãos e deixei eles dormindo no meu quarto, que tem a cama maior. Ao descer pra sala, não acreditei no que via: minha mãe sentada no colo do meu pai, se beijando como se fossem namoradinhos. Abaixei o volume da música e falei pra eles irem pro quarto deles, descansar ou continuar a festa lá, mas pra eles eu não existia, continuavam se beijando e agora minha mãe Ela queria tirar o vestido ali mesmo, óbvio que não ia conseguir, do jeito que tava bêbada. Ao ver que não dava, começou a puxar a rola do meu pai pra fora da calça. Eu não entendia por que não saía dali, e não ia sair mesmo — já tinha ficado excitado com a imagem da bunda da minha mãe no carro. Minha mãe continuava lambendo a rola do meu pai, que não aguentou muito e, de tão bêbado, acabou dormindo no sofá.

Minha mãe não tinha notado e continuava obstinada em acordar um defunto que dali não ia mais se levantar. Quando percebeu que o parceiro tinha dormido, ela se levantou e sacudiu ele: — Poncho! Acorda, como é que você vai dormir e me deixar assim? Ela dava tapas nele, mas meu pai não respondia. — Quero rola, Poncho, acorda. Vou deixar você meter no meu cu, mas acorda. Eu, vendo aquela cena constrangedora, me aproximei dela e abracei ela por trás, tentando acalmá-la. Foi inútil. — Rola, eu quero uma rola e esse idiota dorme. Que tipo de homem é esse? É que eu não agrado mais ele, o filho da puta. É que ele tem outra, o filho da puta. Eu continuei abraçando ela e pedindo pra ela baixar a voz, que ia acordar meus irmãos. Ela continuou: — Ele me disse que eu estava linda, ele me disse que hoje ia meter forte. Você mesmo me disse que eu ainda era gostosa, me chamou de gostosa quando mostrei a bunda. Você é um mentiroso, um alcaguete também. Os dois me enganaram. Ela se soltou de mim e se jogou de bruços no sofá da sala, chorando.

A verdade é que eu tava com tesão, e a oportunidade de comer ela tava ali na minha frente. Sabia que era minha mãe, mas também pensei que ia fazer um favor pra ela e, de quebra, pra mim também. Além do mais, ela tava muito gostosa naquela noite. Me aproximei dela, que ainda chorava. Sentei do lado e comecei a levantar o vestido dela até as costas. E de novo pude apreciar aquele espetáculo de bunda rachada ao meio pelo fio dental. — Mãe, é verdade, você tem uma bunda linda — falei, sem acreditar no que tava fazendo. fazendo, - madura daqui, me deixa, você também é um mentiroso, cai fora, me deixa em paz, ela disse.
Que bebedeira, pensei comigo mesmo, comecei a apalpar as nádegas dela, apertava com força, nunca pensei que faria aquilo, e naquele dia aquelas bundonas estavam me enlouquecendo, minha mãe de repente caiu no sono, agora quem não ia segurar a vontade era eu, abri as pernas dela e puxei a calcinha pro lado e tomei impulso pra começar a lamber a racha do cu dela, uau, não acreditava, tava comendo o cu da minha própria mãe, ela arrebitou a bunda apontando mais pra cima, quase tive um infarto quando ela se mexeu, mas ainda tava dormindo, continuei lambendo e lambendo até perceber que ela se ajeitava pra facilitar meu trabalho, abriu mais as pernas, agora eu sabia que ela tava acordada, o que não sabia era se ela sabia que era eu quem tava comendo o cu dela, não abria os olhos, só se ajeitava como se estivesse gostando do que eu tava fazendo.
Chamei ela de novo, sacudindo o corpo dela várias vezes, mas ela não acordava, só balbuciava coisas sem sentido, como consegui, virei ela deixando deitada de barriga pra cima no sofá, olhei se meu pai tava bem dormido e, sem sentir reação dos dois, tirei a pica pela braguilha da calça e comecei a esfregar na boca da minha mãe de novo e de novo, não acreditava, tava tão tesudo que com as mãos abri os lábios dela e enfiei na boca, ela tentava balbuciar mas minha pica dentro da boca não deixava, eu me movia pra frente e pra trás, como simulando um boquete, e que boquete, pelo menos foi assim que senti.
Quando senti que ia gozar, tirei a pica da boca dela e me ajoelhei entre as pernas dela, puxando a calcinha pro lado da buceta dela, pude ver os lábios vaginais bem usados e a pélvis bem depilada, comecei a lamber a bucetinha dela, tava toda molhada e pegajosa, de verdade minha mãe queria ser comida naquela noite, comecei a mordiscar o clitóris dela e sentir as mãos dela segurando minha cabeça, me apertando contra a virilha dela, e ela começou a gemer – que gostoso você chupa minha buceta, poncho, pensei que não queria me foder essa noite, disse ainda sem abrir os olhos – fazia tempo que você não chupava assim tão gostoso, continua, meu amor, que já vou gozar, ver minha mãe falar assim deixou minha pica dura de doer, eu não dizia nada, só continuei enfiando minha língua no fundo da pussy dela, ela não parava de gemer e agora gemia mais forte, então tive que parar.

O que cê tá fazendo, meu amor, não para, não me deixa na mão, protestou ela mais dormindo que acordada, peguei minha pica com uma mão, me apoiando com a outra no sofá e me posicionei entre as pernas dela, penetrei devagar a pussy pela qual um dia eu tinha saído desse mundo, que sensação mais estranha, excitado pra caralho mas sabendo que quem eu tava comendo era minha mãe querida, que ao se sentir completamente cheia da minha pica finalmente abriu os olhos, me assustei ao ver o olhar dela fixo no meu rosto – você gosta de foder sua mãe bêbada, né? Perguntou como se fosse indiferente e depois disso fechou os olhos de novo me dizendo – só deixa bem cheia minha buceta de porra pro seu pai me ver quando levantar daí.

Fiquei paralisado por um momento, minha mãe sabia que era eu que tava comendo ela e não dizia nada, queria gozar dentro dela e comecei a penetrar mais rápido e mais forte e ouvi ela gemer de novo, não aguentei muito mais e gozei dentro dela, levantei na hora e vi a porra escorrendo pela virilha dela, fiquei olhando um momento pra ver se ela reagia mas nada, ela parecia ofegante mas não se mexia nem dizia nada, tudo graças ao álcool, imaginei eu.

Acabava de dar uma boa fodida na minha mãe e o melhor é que ainda tinha ela à minha disposição, voltei a me acomodar entre as pernas dela e tirei como pude a calcinha fio dental que já tava bem molhada, seja pelos sucos da minha mãe ou pela porra. que tinha soltado na minha gozada, coloquei no bolso e procedi a levantar as pernas abertas dela sobre meus ombros, com meu pau borrifei o cu com a porra que escorria da buceta dela e comecei a brincar, enfiando e tirando devagar a cabeça do meu pau na entrada do cu dela, esperando pra ver se ela acordava de novo, mas não encontrei resposta.

O que notei é que a bunda da minha mãe também já tinha tido muito uso, se eu quisesse podia enfiar tudo sem dificuldade nenhuma. Decidido, penetrei o cu até minhas bolas baterem na bunda dela, foi tão profunda a penetração que minha mãe abriu os olhos arregalados e, ainda sonolenta, me diz – vai me rasgar o cu e depois o que vai falar pro seu pai? respondi enquanto metia e tirava meu pau do cu dela – não conta e pronto, pelo visto você gosta de levar no cu, quer que eu continue, mamãe? – agora não sou sua mamãe, só continua me comendo e me dá mais forte, rasga meu cu pro seu pai perceber que me arrebentaram e que não foi ele, deixa bem aberto!

Nunca tinha comido uma mulher no cu, a sensação era incrível e ainda mais considerando que a bunda que eu tava enfiando era da minha própria mãe, que bunda, uma bundona envolta num par de massas de carne que balançavam pra todo lado quando eu empurrava meu pau pra chegar no fundo do reto dela, podia sentir como minha mãe apertava meu pau com as dobras do cu já mais dilatado, tirava devagar bem devagar pra enfiar de uma vez até o fundo, minha mãe entre gemidos me incentiva a continuar furando o cu dela – isso mesmo, filho, assim que se come uma mulher, que gostoso que é, tô com você bem dentro, filho, continua assim e enche minha bunda, deixa igual você deixa minha buceta que quando acabar vou mostrar pro seu pai pra ele ver como o outro homem da casa me deixou, me assustei ao ouvir isso mas mesmo assim continuei metendo até gozar pela segunda vez na noite, novamente me derramei dentro e já cansado sentei ao lado dela pra ver como a cum escorria do cu dela, ela me olhava com os olhos meio abertos, mas como a ação verdadeira já tinha acabado, ela dormiu de novo.
Decidi que o melhor era levar ela pro quarto dela pra arrumar e limpar, esperava que de manhã ela não lembrasse nada da puta bebedeira que tava. Como consegui, levantei ela e apoiei no meu ombro, fiz ela andar até o quarto dela no segundo andar. Deixei ela cair na cama, tirei as sandálias dela, baixei o vestido pra não aparecer nada, liguei o ar condicionado e, quando tava saindo do quarto, ela falou – caralho, que transa foda que você me deu, moleque, que delícia que me comeram essa noite, mas dormiu de novo.
Fui pro quarto dos meus irmãos com a calcinha fio dental da minha mãe na mão, reparando como aquela peça linda tinha me feito fazer algo que nunca imaginei. Tirei toda a roupa e dormi até com a calcinha na mão. No dia seguinte, quando abri os olhos, a primeira coisa que vi foi minha mãe sentada na beira da cama onde eu dormi. Ela tava chorando e com a mão passava no meu cabelo – filho, o que aconteceu? O que a gente fez? Merda! Minha mãe lembrava de tudo. Fiquei calado, não soube o que dizer. Papai ficou sabendo? Perguntei. Ainda bem que ele tá dormindo na sala. O que aconteceu com a gente, filho? Só lembro que você tava em cima de mim, que tava me fazendo amor, você, meu próprio filho, me fazendo amor, que absurdo! Mãe, calma, falei, o que a gente fez não precisa ninguém mais saber, vai ficar entre eu e você, prometo. Ela me abraçou forte e viu que a calcinha fio dental dela tava do lado da cama, pegou dizendo – meu filho, jura que não vai contar pra ninguém, se alguém souber, eu morro. Prometi mais uma vez. Ela levantou e ia saindo quando eu peguei na mão dela e pedi pra ela, por favor, me deixar a calcinha fio dental de lembrança – mas o que você vai fazer com ela, já fez o que tinha que fazer, filho – é que o que aconteceu nunca vai Vou esquecer, mamãe, e queria guardar isso como lembrança da melhor noite da minha vida. — Você realmente gostou ontem à noite, né? Sim, mamãe! Pena que você não pode dizer o mesmo ou que não lembra direito. — Nem me fala disso, querido, a única coisa que sei é que até no cu você me meteu, certo? Tô com a bunda toda dolorida e hoje de manhã quando levantei, o lençol da cama estava todo manchado, igual minhas pernas. Como notei que a conversa estava mais leve, me atrevi a perguntar: — Mamãe, e você acha que um dia pode se repetir? Tá louco, rapaz, como é que pode? O que aconteceu, aconteceu porque estávamos muito bêbados, isso não quer dizer que vou deixar meu filho me comer toda vez que der na telha. Fiquei meio desanimado e fiz uma cara de "paciência", ela jogou a calcinha fio dental na cama enquanto ia saindo e me dizia: — Tomara que isso ajude a melhorar nosso relacionamento, filho. Tomara que não se repita o de ontem à noite. Levantei da cama pelado como estava e me aproximei pra abraçar ela enquanto dizia: — Eu quero que se repita, sim, mamãe. Mesmo que você não estivesse com a cabeça no lugar ontem, eu nunca vou esquecer, e tomara que você também não esqueça que tem um filho que quer te fazer feliz sempre que você quiser. Ela sorriu e me deu um empurrão, me jogando na cama: — Mas que menino alvoroçado que eu criei... Quem sabe, meu filho, um dia desses eu me embebedo de novo e vou te procurar...

10 comentários - Con mama borracha la noche de graduacion

Que bella situacion! Hermoso polvo se echaron... muy bueno.
Muy bueno esperó la segunda parte envidio esa mamna
Excelente me gusto mucho el relato, ufff eso esperamos una segunda parte... gracias por compartir...
Sigo esperando la segunda parte amigo.
Haber para cuando jaja