E aí, galera do Poringa! Tô de volta com mais um relato quente. Espero que curtam! Me contem nos comentários o que acharam. Vamos ver se rola uma continuação!Nunca planeje transar com a minha mãe nem nada do tipo, não lembro de tê-la visto nua nunca e muito menos me masturbei em homenagem a ela. Ela se chama Carmen, é uma morena de bunda grande, quadris largos e pernas grossas e compridas. Na verdade, minha mãe é bem alta, ainda mais alta que eu, embora não seja gorda, mas sim um pouquinho cheinha. Esse tipo de mulher eu chamo de cavalona. Naquela época, ela tinha 44 anos. Meu pai é um pouco mais velho, se chama Alfonso e tem 51 anos. Como eu estava dizendo, 12 de dezembro de 2011, o dia em que finalmente me formava no ensino médio. Era por volta das cinco da tarde quando todos estávamos nos preparando para ir à cerimônia. Iriam meus pais, minha irmã Ana e meu irmão mais novo, Pedro. Fui o último a entrar no banho. Ao sair, vejo meu pai já pronto na sala, que me reclama porque por minha culpa vamos nos atrasar. Saio correndo para o meu quarto no segundo andar e não encontro a beca. Imaginei que minha mãe a tinha pegado para passar.
Corri para o quarto dela para me arrumar o mais rápido possível. A porta estava fechada e, na pressa, não bati antes de entrar. Quando abri a porta, encontrei minha mãe emperrada em um vestido cinza brilhante de gala que não descia por causa dos peitões que ela tem. Ou seja, ela não pensava em usar sutiã. Ao me ver, tentou se esconder, mas já era tarde. Pude ver que sua calcinha era só um fio dental branco minúsculo que mal tapava o volume da sua buceta. Descaradamente, fiquei olhando para a sua virilha com cara de espanto, enquanto ela, muito envergonhada, mas sorrindo, me perguntava por que eu não tinha batido antes de entrar. Expliquei que precisava da minha beca e que ela a tinha pegado e não tinha devolvido ao meu quarto. Eu não parava de olhar para a sua virilha. Realmente, ela estava muito sexy para uma mulher da idade dela. Ela notou meu encanto e, entre envergonhada e sorridente, pediu que eu a ajudasse a colocar o vestido.
— Mãe, você realmente pensa em ir assim para a cerimônia? — O que tem? De ruim, se eu não for pelada, foi o que ela me respondeu.
- Pra começar, com esse sutiã esse vestido já teria entrado, repliquei, ao que ela respondeu:
Que só queria surpreender meu pai, que estava muito feliz com a minha formatura e que ela queria que ele se sentisse ainda melhor.
Sem mais comentários para não atormentá-la, me aproximei dela e fui por trás com a intenção de ajudá-la a tirar o vestido, mas não pude deixar de notar como suas nádegas engoliam o tecido fino do fio dental, não dava pra ver se ela estava usando algo por baixo. Ela se virou e me disse: "Nunca viu uma mulher de fio?", ao que eu respondi que sim, mas que nunca tinha visto minha mãe de fio dental. Ambos soltamos uma risada. Até aquele momento não tinha sentido nada estranho em mim, então continuei a puxar o vestido até que conseguimos ajustá-lo. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas ao terminar, me deu vontade de dar um tapa forte na sua bunda firme enquanto dizia: "Pronta, mamãe gostosa". Ela, surpresa mas sorridente, me deu um empurrão enquanto dizia "atrevido". Me pediu para não contar ao meu pai o que tinha acontecido, porque ela só queria dar uma surpresa mais tarde. Vocês e eu sabemos a que ela se referia. Nada mais aconteceu, ela me entregou minha beca e eu saí para o meu quarto terminar de me trocar.
Todos estávamos prontos, em casa tudo era alegria. Meu pai estava muito feliz, mas assim que viu minha mãe descendo as escadas, sua alegria triplicou. Partimos para o centro de convenções da cidade. Ao chegar, me acomodei com meus colegas e minha família se posicionou nos lugares estabelecidos para familiares.
A cerimônia de formatura terminou por volta das oito da noite. De lá, partimos para o clube onde aconteceria a festa. Desde que chegamos, foi só rum e cerveja. Claro que eu me contive porque tinha combinado de ir para um motelzinho com minha namorada. Minha família estava em uma mesa junto com a de um grande amigo meu e também colega. Meu pai estava muito... contente e orgulhoso pela minha conquista, e ele me mostrou isso, me deu dinheiro, bebida, cerveja e ele não parava de beber, assim como minha mãe, que também estava muito feliz.
Por volta das doze e meia da noite, todos já estavam bem bêbados e decidi que era hora de colocar em prática o plano que tinha com minha namorada. Tudo estava pronto e, quando minha namorada e eu íamos pegar o táxi, vi minha família vindo mais atrás, com meu pai literalmente sendo carregado pelo pai do meu amigo de um lado e pela minha mãe do outro. Qual dos três estava mais bêbado era difícil dizer. Aquela era minha grande noite com minha namorada, mas vendo as coisas assim, ia ter que adiar. Quem iria dirigir naquele estado? Todos estavam em péssimas condições. Conversei com minha namorada e ela entendeu meu ponto.
Com uma raiva do cão, abortei minha fuga da festa e me dirigi à minha família. Eu dirigiria. Não tenho carteira, mas sei dirigir. Disse ao meu pai que eu dirigiria, pois estava em melhores condições para isso. Obviamente, ninguém recusou minha proposta; pelo contrário, meu pai, orgulhoso, me entregou as chaves dizendo que eu já era o outro homem da família. Minha mãe, também bêbada, retrucou para ele parar de me incentivar, senão depois não iam me aguentar com essa história de ser um homenzinho.
A família do meu amigo pegou um táxi. Minha mãe sentou na frente comigo, e meu pai com meus dois irmãos, quase dormindo, atrás. Meu pai e minha mãe continuaram bebendo mesmo dentro do carro. Meu pai me pediu para acender a luz interna do carro para poder servir a bebida para minha mãe. Naquela hora, eu não esperava encontrar nenhuma blitz da polícia ou algo assim. O fato é que do clube até em casa seriam uns 45 minutos. Já estávamos quase chegando quando minha mãe, super bêbada e irreconhecível, diz ao meu pai: "Amor, não esquece que você e eu vamos continuar a festinha". Eu olhei para ela estranhado, e ela exclamou: "Que foi? Não falei nada de errado. As crianças estão dormindo e você já sabe que hoje vou devorar seu pai". Os dois se... Eles começaram a rir, e para piorar meu pai respondeu: "Calma, mulher, que o que eu sou vou te enfiestar até o cu". Os dois voltaram a rir, e eu não podia estar mais envergonhado, só pensando que quem ia enfiestar a namorada dele primeiro era eu.
Faltava pouco para chegar quando minha mãe desabotoou o cinto, levantou do banco para erguer o vestido por trás e disse ao meu pai: "Olha o que você vai comer daqui a pouco, gostou de como fica?" Não pude evitar a tentação e também virei para olhar. Meu pai estava apalpando a bunda da minha mãe dentro do carro; por sorte meus dois irmãos dormiam. "Que cuzinho gostoso sua mamãe tem, moleque", disse meu pai. O que aconteceu a seguir me tirou do juízo e transformou meus pensamentos de uma vez. Minha mãe se virou para mim com o vestido levantado e, com as duas mãos, separou as nádegas o máximo que pôs enquanto perguntava: "É verdade, filho? Verdade que ainda está bonito? Olha bem!" Como não ia ver bem? Que espetáculo! Pude ver como a fina tirinha do fio dental branco não dava conta de cobrir o botão do cu. Hipnotizado, olhando aquela bunda e olhando a rua, consegui responder que sim, que ela ainda era uma mulher muito linda. Meu pai, com uma gargalhada, exclamou: "É que eu sempre tive bom gosto, moleque! Isso merece outro gole" e tomou um trago da garrafa. Finalmente chegamos em casa.
Como pude, ajudei os dois a descer enquanto acordava minha irmã para que levasse meu irmão mais novo ao quarto dele e ficasse com ele. Meus pais, ao entrar, ligaram música no aparelho de som e ficaram na sala bebendo. Eu subi meus irmãos e os deixei dormindo no meu quarto, que tem a cama maior. Ao descer para a sala, não pude acreditar no que via: minha mãe sentada nas pernas do meu pai, se beijando como se fossem namoradinhos. Baixei o volume da música e disse para eles irem para o quarto, descansar ou continuar a festa lá, mas para eles eu não existia. Continuaram se beijando e agora minha mãe... ela queria tirar o vestido ali mesmo, obviamente não ia conseguir, com a bebedeira que tava. Vendo que não conseguia, começou a tirar o pau do meu pai da calça. Eu não entendia porque não me afastava dali, e não ia fazer isso, já tinha ficado excitado com a imagem da bunda da minha mãe no carro. Minha mãe continuou chupando o pau do meu pai, que não aguentou muito e, por causa da bebedeira, dormiu no sofá.
Minha mãe não tinha percebido e continuava insistindo em levantar um morto que dali não ia mais acordar. Quando percebeu que o companheiro tinha dormido, minha mãe se levantou e o sacudiu: "Poncho! Acorda, como você vai dormir e me deixar assim?" Ela dava tapas nele, mas meu pai não respondia. "Quero pau, Poncho, acorda. Vou deixar você me enfiar no cu, mas acorda!" Eu, vendo essa cena vergonhosa, me aproximei dela e a abracei por trás, tentando acalmá-la. Foi inútil. "Pau, eu quero um pau e esse estúpido dorme. Que tipo de homem é esse? É porque ele não me quer mais, o desgraçado. É porque tem outra, filho da puta!" Eu continuava abraçando ela e dizendo pra baixar a voz, que ia acordar meus irmãos. Ela continuou: "Ele me disse que eu tava linda. Ele me disse que hoje ia me comer gostoso. Você mesmo me disse que eu ainda tava bonita, me disse que eu tava bonita quando mostrei a bunda. Você é um mentiroso, cafajeste também. Os dois me enganaram!" Ela se soltou de mim e se jogou de bruços pra chorar no sofá da sala.
A verdade é que eu tava com tesão, e a oportunidade de comer tava ali na minha frente. Sabia que era minha mãe, mas também pensei que ia fazer um favor pra ela e de quebra pra mim. Além do mais, ela tava muito gostosa aquela noite. Me aproximei dela, que ainda chorava, sentei ao lado e comecei a levantar o vestido dela até as costas. De novo pude apreciar aquele espetáculo de bunda dividida em dois pelo fio dental pequeno. "Mãe, é verdade, você tem uma bunda linda", eu disse sem acreditar no que tava fazendo. fazendo, - madura daqui, me deixa, você também é um mentiroso, some, me deixa sozinha, ela disse.
Que porra de bebedeira, pensei comigo mesmo, comecei a apertar suas nádegas, apalpando bem forte, nunca pensei em fazer aquilo e naquele dia aquela bunda enorme estava me deixando louco, minha mãe de repente caiu no sono, agora quem não ia aguentar as vontades era eu, separei suas pernas, joguei o fio de lado e peguei impulso suficiente para começar a lamber o cu dela, uau, não conseguia acreditar que estava comendo o cu da minha própria mãe, ela arrebitou a bunda apontando mais para cima, quase tive um ataque cardíaco quando ela se mexeu, mas ainda estava dormindo, continuei lambendo e lambendo até perceber que ela se acomodava para facilitar meu trabalho, abriu mais as pernas, agora sim eu sabia que ela estava acordada, o que não sabia era se ela sabia que era eu quem estava comendo seu cu, ela não abria os olhos, só se ajustava como se estivesse gostando do que eu fazia.
Chamei ela de novo, sacudindo seu corpo várias vezes, mas ela não acordava, só balbuciava coisas sem sentido, como pude, virei ela, deixando-a deitada de costas ao longo do sofá, olhei para ver se meu pai estava bem dormindo e, sem sentir reação de nenhum dos dois, tirei meu pau pela abertura da calça e comecei a esfregá-lo na boca da minha mãe, de novo e de novo, não acreditava, estava tão excitado que com minhas mãos abri seus lábios e enfiei na boca dela, ela tentava balbuciar, mas meu pau dentro de sua boca não deixava, eu me movia para frente e para trás, como se estivesse simulando um boquete, e que boquete, pelo menos foi assim que senti.
Quando senti que estava quase gozando, tirei meu pau da boca dela e me ajoelhei entre suas pernas, jogando o fio de lado de sua buceta, pude apreciar seus lábios vaginais marcados e a virilha bem depilada, comecei a lamber sua bucetinha, estava toda molhada e grudenta, realmente minha mãe queria ser comida naquela noite, comecei a mordiscando seu clitóris e senti suas mãos agarrarem minha cabeça, me pressionando contra sua virilha, e ela começou a gemer – "que delícia, como você chupa, Poncho, pensei que não queria me foder esta noite", disse ainda sem abrir os olhos – "faz tempo que não chupava assim tão gostoso, continua, meu amor, que já estou quase gozando". Ouvir minha mãe falar assim me deixou com o pau doendo de tão duro. Eu não dizia uma palavra, só continuei enfiando minha língua no mais profundo de sua buceta. Ela não parava de gemer e agora estava ainda mais alto, então tive que parar.
"O que está fazendo, meu amor? Não para, não me provoca assim", ela reclamou, mais dormindo que acordada. Peguei meu pau com uma mão, me apoiando com a outra no sofá, e me posicionei entre suas pernas. Penetrei lentamente a buceta da qual uma vez saí para este mundo. Que sensação mais estranha, excitado ao máximo, mas sabendo que quem eu estava comendo era minha querida mãe. Ao se sentir completamente cheia do meu pau, ela finalmente abriu os olhos. Me assustei ao ver seu olhar fixo no meu rosto – "Você gosta de foder sua mãe bêbada, não é?", me perguntou como se fosse indiferente e, depois disso, fechou os olhos novamente, dizendo – "Só me deixa bem cheia de porra na xoxota para seu pai ver quando acordar aí".
Fiquei paralisado por um momento. Minha mãe sabia que era eu quem estava metendo nela e não dizia nada. Eu queria gozar dentro dela e comecei a penetrar mais rápido e mais forte, e ouvi ela gemer de novo. Não aguentei muito mais e jorrei dentro dela. Me levantei imediatamente e vi minha porra escorrendo pela virilha dela. Fiquei olhando por um momento para ver se ela reagia, mas nada. Ela parecia ofegante, mas não se mexia nem dizia nada – tudo graças ao álcool, imaginei.
Acabava de dar uma boa trepada na minha mãe, e o melhor é que ainda a tinha à minha disposição. Voltei a me posicionar entre suas pernas e tirei como pude o fio dental que já estava encharcado, seja pelos fluidos da minha mãe ou pela porra. O que tinha escorrido na minha gozada, guardei no bolsillo e levantei as pernas abertas dela sobre meus ombros. Com meu pau, melado na porra que ainda pingava da buceta dela, lambuzei o cu e comecei a brincar, metendo e tirando só a cabecinha na entrada do ânus. Fiquei esperando pra ver se ela acordava, mas nada.
O que notei foi que o cu da minha mãe também tinha muito uso – se eu quisesse, dava pra enfiar tudo sem dificuldade. Decidido, penetrei até minhas bolas baterem nas nádegas dela. A penetração foi tão, tão funda que minha mãe abriu os olhos que pareciam pratos e, ainda meio grogue, falou:
— Você vai me arrebentar o cu, e depois o que vai dizer pro seu pai?
Respondi, enquanto metia e tirava meu pau do rabo dela:
— Não conta, ué. Pelo visto, você gosta que enfiem no seu cu, né? Quer que eu continue, mamãe?
— Agora não sou sua mamãe, só continua me comendo e vai mais forte. Arrebenta meu cu pro seu pai perceber que alguém estourou ele, e que não foi ele. Me deixa bem aberta!
Nunca tinha comido uma mulher pelo cu antes. A sensação era incrível, ainda mais considerando que o rabo que eu estava enfiando era o da minha própria mãe. Que rabo… um cuzão envolto por duas massas de carne que balançavam pra todo lado quando eu empurrava meu pau até o fundo do reto dela. Dava pra sentir minha mãe apertando meu pau com as dobras do ânus, já mais dilatado. Tirava devagar, bem lento, pra enfiar de uma vez até o talo.
Minha mãe, entre gemidos, me incentivava a continuar perfurando aquele cu:
— Isso, filho, assim que se come uma mulher. Que gostoso, hein? Você tá bem dentro, continua assim e enche meu cu. Me deixa igual você deixa minha buceta – quando terminar, vou mostrar pro seu pai pra ele ver como o outro homem da casa me deixou.
Fiquei assustado ao ouvir isso, mas mesmo assim continuei mandando ver até gozar pela segunda vez naquela noite. Jorrei tudo dentro de novo e, já cansado, sentei um pouco. Do lado dela, vi como a porra escorria do interior do seu cu, ela me olhava com os olhos meio abertos, mas assim que a ação de verdade terminou, ela voltou a dormir.
Decidi que o melhor era levá-la para o quarto dela para arrumá-la e limpá-la, esperando que de manhã ela não se lembrasse de nada da tremenda bebedeira que teve. Como pude, a levantei e a acomodei apoiando-a no meu ombro, fazendo-a caminhar até seu quarto no segundo andar. Deixei-a cair na cama, tirei suas sandálias, baixei o vestido para que nada aparecesse, liguei o ar-condicionado e, quando estava prestes a sair do quarto, ela disse: — Que foda que você me deu, peladão. Que delícia, me foderam bem essa noite — mas voltou a dormir.
Fui para o quarto dos meus irmãos com o fio dental da minha mãe na mão, pensando em como aquela peça linda me fez fazer algo que nunca imaginei. Me despi completamente e dormi até com o fio na mão. No dia seguinte, quando abri os olhos, a primeira coisa que vi foi minha mãe sentada ao lado da cama onde dormi. Ela estava chorando e com a mão acariciando meu cabelo. — Filho, o que aconteceu? O que fizemos? Merda! Minha mãe lembrava de tudo. Fiquei calado, não soube o que dizer. — Papai ficou sabendo? — perguntei. — Não, ainda bem que ele ainda está dormindo na sala. O que aconteceu conosco, filho? Só lembro que você estava em cima de mim, fazendo amor comigo. Você, meu próprio filho, fazendo amor comigo. Que absurdo! — Mãe, calma — eu disse. — O que fizemos não precisa que mais ninguém saiba, vai ficar entre você e eu, prometo. Ela me abraçou forte e viu que seu fio dental estava ao lado da cama, pegou-o dizendo: — Meu menino, jura que não vai contar para ninguém? Se alguém descobrir, eu morro. Prometi mais uma vez. Ela se levantou e ia saindo quando eu a peguei pela mão e pedi que, por favor, me deixasse o fio dental de lembrança. — Mas o que você vai fazer com ele? Já fez o que tinha que fazer, filho. — É que o que aconteceu nunca vou... Vou esquecer, mamãe, e queria guardar como lembrança da melhor noite da minha vida. - Você realmente gostou ontem à noite, né? Sim, mãe! Pena que você não possa dizer o mesmo ou não lembre direito. - Nem me fale, querido. A única coisa que sei é que você me comeu até pelo cu, né? Tô toda dolorida e essa manhã, quando levantei, o lençol da cama estava todo manchado, assim como minhas pernas. Como notei que a conversa estava mais solta, me atrevi a perguntar: - Mãe, acha que isso pode se repetir algum dia? Tá louco, pelado? Como assim? O que aconteceu, aconteceu porque estávamos muito bêbados. Isso não quer dizer que vou deixar meu filho me comer sempre que der vontade. Fiquei um pouco desanimado e fiz uma expressão tipo "fazer o quê". Ela jogou o fio dental na cama enquanto ia embora e disse: - Tomara que isso nos ajude a melhorar nosso relacionamento, filho. Tomara que o que aconteceu ontem à noite não se repita. Levantei da cama pelado como estava e me aproximei para abraçá-la, enquanto dizia: - Eu quero que se repita, mamãe. Mesmo que você não estivesse na sua cabeça, o que aconteceu ontem à noite eu nunca vou esquecer, e tomara que você também não esqueça que tem um filho que deseja te fazer feliz sempre que você quiser. Ela sorriu e me deu um empurrão, me jogando na cama: - Mas que garoto levado eu criei... Quem sabe, meu filho, talvez um dia desses eu me embebede de novo e te procure...
Corri para o quarto dela para me arrumar o mais rápido possível. A porta estava fechada e, na pressa, não bati antes de entrar. Quando abri a porta, encontrei minha mãe emperrada em um vestido cinza brilhante de gala que não descia por causa dos peitões que ela tem. Ou seja, ela não pensava em usar sutiã. Ao me ver, tentou se esconder, mas já era tarde. Pude ver que sua calcinha era só um fio dental branco minúsculo que mal tapava o volume da sua buceta. Descaradamente, fiquei olhando para a sua virilha com cara de espanto, enquanto ela, muito envergonhada, mas sorrindo, me perguntava por que eu não tinha batido antes de entrar. Expliquei que precisava da minha beca e que ela a tinha pegado e não tinha devolvido ao meu quarto. Eu não parava de olhar para a sua virilha. Realmente, ela estava muito sexy para uma mulher da idade dela. Ela notou meu encanto e, entre envergonhada e sorridente, pediu que eu a ajudasse a colocar o vestido.
— Mãe, você realmente pensa em ir assim para a cerimônia? — O que tem? De ruim, se eu não for pelada, foi o que ela me respondeu.
- Pra começar, com esse sutiã esse vestido já teria entrado, repliquei, ao que ela respondeu:
Que só queria surpreender meu pai, que estava muito feliz com a minha formatura e que ela queria que ele se sentisse ainda melhor.
Sem mais comentários para não atormentá-la, me aproximei dela e fui por trás com a intenção de ajudá-la a tirar o vestido, mas não pude deixar de notar como suas nádegas engoliam o tecido fino do fio dental, não dava pra ver se ela estava usando algo por baixo. Ela se virou e me disse: "Nunca viu uma mulher de fio?", ao que eu respondi que sim, mas que nunca tinha visto minha mãe de fio dental. Ambos soltamos uma risada. Até aquele momento não tinha sentido nada estranho em mim, então continuei a puxar o vestido até que conseguimos ajustá-lo. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas ao terminar, me deu vontade de dar um tapa forte na sua bunda firme enquanto dizia: "Pronta, mamãe gostosa". Ela, surpresa mas sorridente, me deu um empurrão enquanto dizia "atrevido". Me pediu para não contar ao meu pai o que tinha acontecido, porque ela só queria dar uma surpresa mais tarde. Vocês e eu sabemos a que ela se referia. Nada mais aconteceu, ela me entregou minha beca e eu saí para o meu quarto terminar de me trocar.
Todos estávamos prontos, em casa tudo era alegria. Meu pai estava muito feliz, mas assim que viu minha mãe descendo as escadas, sua alegria triplicou. Partimos para o centro de convenções da cidade. Ao chegar, me acomodei com meus colegas e minha família se posicionou nos lugares estabelecidos para familiares.
A cerimônia de formatura terminou por volta das oito da noite. De lá, partimos para o clube onde aconteceria a festa. Desde que chegamos, foi só rum e cerveja. Claro que eu me contive porque tinha combinado de ir para um motelzinho com minha namorada. Minha família estava em uma mesa junto com a de um grande amigo meu e também colega. Meu pai estava muito... contente e orgulhoso pela minha conquista, e ele me mostrou isso, me deu dinheiro, bebida, cerveja e ele não parava de beber, assim como minha mãe, que também estava muito feliz.
Por volta das doze e meia da noite, todos já estavam bem bêbados e decidi que era hora de colocar em prática o plano que tinha com minha namorada. Tudo estava pronto e, quando minha namorada e eu íamos pegar o táxi, vi minha família vindo mais atrás, com meu pai literalmente sendo carregado pelo pai do meu amigo de um lado e pela minha mãe do outro. Qual dos três estava mais bêbado era difícil dizer. Aquela era minha grande noite com minha namorada, mas vendo as coisas assim, ia ter que adiar. Quem iria dirigir naquele estado? Todos estavam em péssimas condições. Conversei com minha namorada e ela entendeu meu ponto.
Com uma raiva do cão, abortei minha fuga da festa e me dirigi à minha família. Eu dirigiria. Não tenho carteira, mas sei dirigir. Disse ao meu pai que eu dirigiria, pois estava em melhores condições para isso. Obviamente, ninguém recusou minha proposta; pelo contrário, meu pai, orgulhoso, me entregou as chaves dizendo que eu já era o outro homem da família. Minha mãe, também bêbada, retrucou para ele parar de me incentivar, senão depois não iam me aguentar com essa história de ser um homenzinho.
A família do meu amigo pegou um táxi. Minha mãe sentou na frente comigo, e meu pai com meus dois irmãos, quase dormindo, atrás. Meu pai e minha mãe continuaram bebendo mesmo dentro do carro. Meu pai me pediu para acender a luz interna do carro para poder servir a bebida para minha mãe. Naquela hora, eu não esperava encontrar nenhuma blitz da polícia ou algo assim. O fato é que do clube até em casa seriam uns 45 minutos. Já estávamos quase chegando quando minha mãe, super bêbada e irreconhecível, diz ao meu pai: "Amor, não esquece que você e eu vamos continuar a festinha". Eu olhei para ela estranhado, e ela exclamou: "Que foi? Não falei nada de errado. As crianças estão dormindo e você já sabe que hoje vou devorar seu pai". Os dois se... Eles começaram a rir, e para piorar meu pai respondeu: "Calma, mulher, que o que eu sou vou te enfiestar até o cu". Os dois voltaram a rir, e eu não podia estar mais envergonhado, só pensando que quem ia enfiestar a namorada dele primeiro era eu.
Faltava pouco para chegar quando minha mãe desabotoou o cinto, levantou do banco para erguer o vestido por trás e disse ao meu pai: "Olha o que você vai comer daqui a pouco, gostou de como fica?" Não pude evitar a tentação e também virei para olhar. Meu pai estava apalpando a bunda da minha mãe dentro do carro; por sorte meus dois irmãos dormiam. "Que cuzinho gostoso sua mamãe tem, moleque", disse meu pai. O que aconteceu a seguir me tirou do juízo e transformou meus pensamentos de uma vez. Minha mãe se virou para mim com o vestido levantado e, com as duas mãos, separou as nádegas o máximo que pôs enquanto perguntava: "É verdade, filho? Verdade que ainda está bonito? Olha bem!" Como não ia ver bem? Que espetáculo! Pude ver como a fina tirinha do fio dental branco não dava conta de cobrir o botão do cu. Hipnotizado, olhando aquela bunda e olhando a rua, consegui responder que sim, que ela ainda era uma mulher muito linda. Meu pai, com uma gargalhada, exclamou: "É que eu sempre tive bom gosto, moleque! Isso merece outro gole" e tomou um trago da garrafa. Finalmente chegamos em casa.
Como pude, ajudei os dois a descer enquanto acordava minha irmã para que levasse meu irmão mais novo ao quarto dele e ficasse com ele. Meus pais, ao entrar, ligaram música no aparelho de som e ficaram na sala bebendo. Eu subi meus irmãos e os deixei dormindo no meu quarto, que tem a cama maior. Ao descer para a sala, não pude acreditar no que via: minha mãe sentada nas pernas do meu pai, se beijando como se fossem namoradinhos. Baixei o volume da música e disse para eles irem para o quarto, descansar ou continuar a festa lá, mas para eles eu não existia. Continuaram se beijando e agora minha mãe... ela queria tirar o vestido ali mesmo, obviamente não ia conseguir, com a bebedeira que tava. Vendo que não conseguia, começou a tirar o pau do meu pai da calça. Eu não entendia porque não me afastava dali, e não ia fazer isso, já tinha ficado excitado com a imagem da bunda da minha mãe no carro. Minha mãe continuou chupando o pau do meu pai, que não aguentou muito e, por causa da bebedeira, dormiu no sofá.
Minha mãe não tinha percebido e continuava insistindo em levantar um morto que dali não ia mais acordar. Quando percebeu que o companheiro tinha dormido, minha mãe se levantou e o sacudiu: "Poncho! Acorda, como você vai dormir e me deixar assim?" Ela dava tapas nele, mas meu pai não respondia. "Quero pau, Poncho, acorda. Vou deixar você me enfiar no cu, mas acorda!" Eu, vendo essa cena vergonhosa, me aproximei dela e a abracei por trás, tentando acalmá-la. Foi inútil. "Pau, eu quero um pau e esse estúpido dorme. Que tipo de homem é esse? É porque ele não me quer mais, o desgraçado. É porque tem outra, filho da puta!" Eu continuava abraçando ela e dizendo pra baixar a voz, que ia acordar meus irmãos. Ela continuou: "Ele me disse que eu tava linda. Ele me disse que hoje ia me comer gostoso. Você mesmo me disse que eu ainda tava bonita, me disse que eu tava bonita quando mostrei a bunda. Você é um mentiroso, cafajeste também. Os dois me enganaram!" Ela se soltou de mim e se jogou de bruços pra chorar no sofá da sala.
A verdade é que eu tava com tesão, e a oportunidade de comer tava ali na minha frente. Sabia que era minha mãe, mas também pensei que ia fazer um favor pra ela e de quebra pra mim. Além do mais, ela tava muito gostosa aquela noite. Me aproximei dela, que ainda chorava, sentei ao lado e comecei a levantar o vestido dela até as costas. De novo pude apreciar aquele espetáculo de bunda dividida em dois pelo fio dental pequeno. "Mãe, é verdade, você tem uma bunda linda", eu disse sem acreditar no que tava fazendo. fazendo, - madura daqui, me deixa, você também é um mentiroso, some, me deixa sozinha, ela disse.
Que porra de bebedeira, pensei comigo mesmo, comecei a apertar suas nádegas, apalpando bem forte, nunca pensei em fazer aquilo e naquele dia aquela bunda enorme estava me deixando louco, minha mãe de repente caiu no sono, agora quem não ia aguentar as vontades era eu, separei suas pernas, joguei o fio de lado e peguei impulso suficiente para começar a lamber o cu dela, uau, não conseguia acreditar que estava comendo o cu da minha própria mãe, ela arrebitou a bunda apontando mais para cima, quase tive um ataque cardíaco quando ela se mexeu, mas ainda estava dormindo, continuei lambendo e lambendo até perceber que ela se acomodava para facilitar meu trabalho, abriu mais as pernas, agora sim eu sabia que ela estava acordada, o que não sabia era se ela sabia que era eu quem estava comendo seu cu, ela não abria os olhos, só se ajustava como se estivesse gostando do que eu fazia.
Chamei ela de novo, sacudindo seu corpo várias vezes, mas ela não acordava, só balbuciava coisas sem sentido, como pude, virei ela, deixando-a deitada de costas ao longo do sofá, olhei para ver se meu pai estava bem dormindo e, sem sentir reação de nenhum dos dois, tirei meu pau pela abertura da calça e comecei a esfregá-lo na boca da minha mãe, de novo e de novo, não acreditava, estava tão excitado que com minhas mãos abri seus lábios e enfiei na boca dela, ela tentava balbuciar, mas meu pau dentro de sua boca não deixava, eu me movia para frente e para trás, como se estivesse simulando um boquete, e que boquete, pelo menos foi assim que senti.
Quando senti que estava quase gozando, tirei meu pau da boca dela e me ajoelhei entre suas pernas, jogando o fio de lado de sua buceta, pude apreciar seus lábios vaginais marcados e a virilha bem depilada, comecei a lamber sua bucetinha, estava toda molhada e grudenta, realmente minha mãe queria ser comida naquela noite, comecei a mordiscando seu clitóris e senti suas mãos agarrarem minha cabeça, me pressionando contra sua virilha, e ela começou a gemer – "que delícia, como você chupa, Poncho, pensei que não queria me foder esta noite", disse ainda sem abrir os olhos – "faz tempo que não chupava assim tão gostoso, continua, meu amor, que já estou quase gozando". Ouvir minha mãe falar assim me deixou com o pau doendo de tão duro. Eu não dizia uma palavra, só continuei enfiando minha língua no mais profundo de sua buceta. Ela não parava de gemer e agora estava ainda mais alto, então tive que parar.
"O que está fazendo, meu amor? Não para, não me provoca assim", ela reclamou, mais dormindo que acordada. Peguei meu pau com uma mão, me apoiando com a outra no sofá, e me posicionei entre suas pernas. Penetrei lentamente a buceta da qual uma vez saí para este mundo. Que sensação mais estranha, excitado ao máximo, mas sabendo que quem eu estava comendo era minha querida mãe. Ao se sentir completamente cheia do meu pau, ela finalmente abriu os olhos. Me assustei ao ver seu olhar fixo no meu rosto – "Você gosta de foder sua mãe bêbada, não é?", me perguntou como se fosse indiferente e, depois disso, fechou os olhos novamente, dizendo – "Só me deixa bem cheia de porra na xoxota para seu pai ver quando acordar aí".
Fiquei paralisado por um momento. Minha mãe sabia que era eu quem estava metendo nela e não dizia nada. Eu queria gozar dentro dela e comecei a penetrar mais rápido e mais forte, e ouvi ela gemer de novo. Não aguentei muito mais e jorrei dentro dela. Me levantei imediatamente e vi minha porra escorrendo pela virilha dela. Fiquei olhando por um momento para ver se ela reagia, mas nada. Ela parecia ofegante, mas não se mexia nem dizia nada – tudo graças ao álcool, imaginei.
Acabava de dar uma boa trepada na minha mãe, e o melhor é que ainda a tinha à minha disposição. Voltei a me posicionar entre suas pernas e tirei como pude o fio dental que já estava encharcado, seja pelos fluidos da minha mãe ou pela porra. O que tinha escorrido na minha gozada, guardei no bolsillo e levantei as pernas abertas dela sobre meus ombros. Com meu pau, melado na porra que ainda pingava da buceta dela, lambuzei o cu e comecei a brincar, metendo e tirando só a cabecinha na entrada do ânus. Fiquei esperando pra ver se ela acordava, mas nada.
O que notei foi que o cu da minha mãe também tinha muito uso – se eu quisesse, dava pra enfiar tudo sem dificuldade. Decidido, penetrei até minhas bolas baterem nas nádegas dela. A penetração foi tão, tão funda que minha mãe abriu os olhos que pareciam pratos e, ainda meio grogue, falou:
— Você vai me arrebentar o cu, e depois o que vai dizer pro seu pai?
Respondi, enquanto metia e tirava meu pau do rabo dela:
— Não conta, ué. Pelo visto, você gosta que enfiem no seu cu, né? Quer que eu continue, mamãe?
— Agora não sou sua mamãe, só continua me comendo e vai mais forte. Arrebenta meu cu pro seu pai perceber que alguém estourou ele, e que não foi ele. Me deixa bem aberta!
Nunca tinha comido uma mulher pelo cu antes. A sensação era incrível, ainda mais considerando que o rabo que eu estava enfiando era o da minha própria mãe. Que rabo… um cuzão envolto por duas massas de carne que balançavam pra todo lado quando eu empurrava meu pau até o fundo do reto dela. Dava pra sentir minha mãe apertando meu pau com as dobras do ânus, já mais dilatado. Tirava devagar, bem lento, pra enfiar de uma vez até o talo.
Minha mãe, entre gemidos, me incentivava a continuar perfurando aquele cu:
— Isso, filho, assim que se come uma mulher. Que gostoso, hein? Você tá bem dentro, continua assim e enche meu cu. Me deixa igual você deixa minha buceta – quando terminar, vou mostrar pro seu pai pra ele ver como o outro homem da casa me deixou.
Fiquei assustado ao ouvir isso, mas mesmo assim continuei mandando ver até gozar pela segunda vez naquela noite. Jorrei tudo dentro de novo e, já cansado, sentei um pouco. Do lado dela, vi como a porra escorria do interior do seu cu, ela me olhava com os olhos meio abertos, mas assim que a ação de verdade terminou, ela voltou a dormir.
Decidi que o melhor era levá-la para o quarto dela para arrumá-la e limpá-la, esperando que de manhã ela não se lembrasse de nada da tremenda bebedeira que teve. Como pude, a levantei e a acomodei apoiando-a no meu ombro, fazendo-a caminhar até seu quarto no segundo andar. Deixei-a cair na cama, tirei suas sandálias, baixei o vestido para que nada aparecesse, liguei o ar-condicionado e, quando estava prestes a sair do quarto, ela disse: — Que foda que você me deu, peladão. Que delícia, me foderam bem essa noite — mas voltou a dormir.
Fui para o quarto dos meus irmãos com o fio dental da minha mãe na mão, pensando em como aquela peça linda me fez fazer algo que nunca imaginei. Me despi completamente e dormi até com o fio na mão. No dia seguinte, quando abri os olhos, a primeira coisa que vi foi minha mãe sentada ao lado da cama onde dormi. Ela estava chorando e com a mão acariciando meu cabelo. — Filho, o que aconteceu? O que fizemos? Merda! Minha mãe lembrava de tudo. Fiquei calado, não soube o que dizer. — Papai ficou sabendo? — perguntei. — Não, ainda bem que ele ainda está dormindo na sala. O que aconteceu conosco, filho? Só lembro que você estava em cima de mim, fazendo amor comigo. Você, meu próprio filho, fazendo amor comigo. Que absurdo! — Mãe, calma — eu disse. — O que fizemos não precisa que mais ninguém saiba, vai ficar entre você e eu, prometo. Ela me abraçou forte e viu que seu fio dental estava ao lado da cama, pegou-o dizendo: — Meu menino, jura que não vai contar para ninguém? Se alguém descobrir, eu morro. Prometi mais uma vez. Ela se levantou e ia saindo quando eu a peguei pela mão e pedi que, por favor, me deixasse o fio dental de lembrança. — Mas o que você vai fazer com ele? Já fez o que tinha que fazer, filho. — É que o que aconteceu nunca vou... Vou esquecer, mamãe, e queria guardar como lembrança da melhor noite da minha vida. - Você realmente gostou ontem à noite, né? Sim, mãe! Pena que você não possa dizer o mesmo ou não lembre direito. - Nem me fale, querido. A única coisa que sei é que você me comeu até pelo cu, né? Tô toda dolorida e essa manhã, quando levantei, o lençol da cama estava todo manchado, assim como minhas pernas. Como notei que a conversa estava mais solta, me atrevi a perguntar: - Mãe, acha que isso pode se repetir algum dia? Tá louco, pelado? Como assim? O que aconteceu, aconteceu porque estávamos muito bêbados. Isso não quer dizer que vou deixar meu filho me comer sempre que der vontade. Fiquei um pouco desanimado e fiz uma expressão tipo "fazer o quê". Ela jogou o fio dental na cama enquanto ia embora e disse: - Tomara que isso nos ajude a melhorar nosso relacionamento, filho. Tomara que o que aconteceu ontem à noite não se repita. Levantei da cama pelado como estava e me aproximei para abraçá-la, enquanto dizia: - Eu quero que se repita, mamãe. Mesmo que você não estivesse na sua cabeça, o que aconteceu ontem à noite eu nunca vou esquecer, e tomara que você também não esqueça que tem um filho que deseja te fazer feliz sempre que você quiser. Ela sorriu e me deu um empurrão, me jogando na cama: - Mas que garoto levado eu criei... Quem sabe, meu filho, talvez um dia desses eu me embebede de novo e te procure...
10 comentários - Bêbada na formatura
Haber para cuando jaja