Eu e a nova professora gostosa

O que vou contar agora aconteceu comigo há uns anos, quando eu estudava no ensino médio. Sempre fui um aluno bem irregular e, nas aulas, adorava atrapalhar e ver o tempo passar. Além de ser um brincalhão, também era um tarado, vivia atrás das colegas e de outras mulheres ao meu redor. Eu estudava numa daquelas escolas onde vão parar todos os alunos que não se encaixam em outros lugares ou são expulsos deles, o ensino médio Século XXI ou o Xis Xis Um, como alguns de nós chamávamos nossa escola. Era um daqueles lugares onde você só vai pra esperar o tempo passar até arrumar um emprego na empresa do seu pai ou da sua mãe, ou quem sabe numa faculdade, isso se você realmente estudasse — a maioria de nós não estudava. Mas, enfim, tô saindo do assunto. Tudo começou num dia em que a nova professora de literatura chegou na nossa escola.

Nossa escola, por não ter boa imagem nem reputação, trocava de funcionários direto. Muitos professores se irritavam e iam embora, não culpo eles, fui culpado por algumas dessas fugas hehe. A maioria desses professores era jovem, entre 25 e 30 anos, recém-formados em carreiras que não dão muitas opções de trabalho e acabam, claro, em escolas como a minha. A professora em questão, embora jovem, estava longe de ser gostosa. A senhorita Sosa era mais cheinha, sem ser obesa, com um metro e setenta de altura, rosto bonito, peitos médios e uma boa bunda, mas nada demais. No começo, não demos muita atenção pra ela. Eu, pessoalmente, não pensei na hora em comer a nova professora, mas um dos meus amigos começou tudo com uma frase simples: em tom de brincadeira, ele me disse: "Aposto que você não come a professora nova." Na hora, eu falei: "Cê tá louco?" e ficou só na brincadeira. Mas aquilo plantou na minha mente a semente da curiosidade.

Os dias passaram e a professora se revelou uma mulher simpática. que tentava fazer o trabalho dela, mas ao mesmo tempo irritada com ele, volto a insistir, não culpo ela, meu grupo era chato e a ideia de trabalhar ali devia ser bem desmotivadora. Naqueles dias eu tava meio tarado e me masturbava com mais frequência. Por aquela época já tinha transado com alguma colega e com uma moça que fazia a limpeza na minha casa, mas naquele momento não tinha ninguém e tava começando a ser frustrante ter que me aliviar até 3 vezes por dia. Foi numa dessas vezes que eu tava fantasiando deitado na minha cama, enquanto apertava com força o meu pau, relembrando trepadas passadas e imagens das mulheres que eu queria comer, que passou pela minha mente a imagem da professora Sosa. Nunca tinha comido uma mulher assim e o tesão me invadiu, e eu soltei as rédeas pra uma punheta monumental enquanto imaginava que enfiava sem piedade no cu dela. Minha gozada foi longa e soltei dois jatos grossos de porra, coisa que nunca tinha acontecido me masturbando. Naquele momento decidi que tentaria uma aproximação com a professora.

Nos dias seguintes comecei a traçar um plano. Como já disse, minha escola era bem sem noção e o pessoal era mais apático, então o que fiz foi organizar meu grupo, de um jeito sutil, pra que faltassem na aula numa sexta. Dia em que a professora dava aula pra gente no primeiro horário. O plano funcionou muito bem e naquela sexta, a professora chegou só pra me encontrar sentado na sala. Naquele dia ela vestia uma calça jeans meio justa, que marcava bem a bunda dela, e uma blusa branca de botões fechada até o pescoço. Assim que entrou, começamos a conversar:

Professora: Que que houve, Adriano? E seus colegas?
Eu: Não faço ideia, professora, agora não me avisaram de nada. Esses caras vão me pagar, se vão faltar assim têm que me avisar também.
P: Pois é, é muito errado faltar desse jeito. A educação é importante.
Eu: Sim, eu sei. Mestra, pode até parecer que não tô nem aí, mas eu quero coisa melhor na vida do que ficar perdendo tempo à toa. Mas hoje meu dia clareou e agora não sei o que fazer.
M: Por que você não vai pra casa e estuda? Tá precisando pra caramba.
Y: Bom, mestra, a real é que ainda é cedo e meu cérebro tá dormindo.
M: Te entendo, também não tô 100% tão cedo assim.

Aí vi minha chance e falei:
Y: Já que a manhã tá livre, por que não vamos lá em casa tomar um café? Moro a menos de 5 minutos daqui e posso trazer a senhora de volta antes da próxima aula. Assim a manhã não vai ser um desperdício total.

Mesmo meio relutante, ela acabou aceitando. Chegamos na minha casa uns minutos depois. Eu já sabia que não tinha ninguém lá — sexta é o dia de folga da diarista e meus pais trabalham o dia inteiro. Mas fingi que não sabia e toquei a campainha. Quando vi que ninguém abria, peguei minhas chaves e fingi surpresa:
Y: Que estranho, devia ter alguém.
M: Bom, se não tem ninguém, é melhor eu ir embora. — disse a mestra, meio irritada. Aí eu rebati:
Y: De jeito nenhum, pode entrar, minha casa é sua casa. Sem dar tempo dela responder, abri a porta e fiz ela entrar.

Mostrei a sala e mandei ela sentar enquanto eu ia pra cozinha preparar o café. Não vou mentir dizendo que droguei ela ou algo assim. Pra ser sincero, até pensei nisso, mas não consegui arrumar nada. Então preparei uma jarra de café e esperei que minhas habilidades fossem suficientes pra seduzir minha mestra.

Por uns minutos, ficamos conversando sobre os assuntos mais bestas e rindo à toa sobre a escola e os outros professores. Até que finalmente consegui puxar o papo pra relacionamentos e, claro, pra sexo. Falei que na época não tava namorando ninguém e perguntei se ela tinha namorado. Ela respondeu que sim, mas que por causa do trabalho — não lembro exatamente. Pois é, não dava pra vê-la com a frequência que eu queria. Foi aí que comecei com umas indiretinhas, falei que se eu fosse namorado dela, nem fodendo que deixaria ela tanto tempo sozinha. Ela riu e respondeu zoando o próprio corpo, dizendo que não era lá uma mulher atraente. Desde novo aprendi que, em algum momento, toda mulher cede à vaidade, então rebati dizendo que aquilo não era verdade e que ela era uma mulher cheia de atributos. Ela corou e desviou o olhar, falando que aquilo não ia fazer com que ela me desse notas melhores. Na hora, sentei no mesmo sofá onde ela estava e falei bem sério: não são notas que eu tô procurando, professora.

Naquele momento, me joguei de vez pra beijá-la. Ela resistiu um pouco no começo, mas em segundos já tava correspondendo meus beijos. A língua dela era quente e molhada, e tinha gosto de café. Com as mãos, fui acariciando o corpo dela, comecei pelos quadris e fui subindo até chegar nos peitos, que, apesar de serem meio pequenos pro meu gosto, estavam durinhos como pedra. Na hora em que desci pra beijar o pescoço dela, a professora começou com aquela história de: a gente não devia fazer isso, Adrián, é errado, isso não tá certo, tudo isso enquanto ofegava e gemia, e os biquinhos dela ficavam cada vez mais duros. Foi aí que peguei um dos peitos dela por cima da blusa e comecei a mordiscar de leve, e ela falava: mm, isso não, mmmmmmm, para, por favor. E eu respondi: parar o quê, professora? Isso? e mordi um pouco mais forte. Aí ela só continuou gemendo. Nessa altura, eu já tava com a pica estourando. Meu pau não é enorme, não tem vinte e tantos centímetros nem nada assim, na verdade só tem 14 centímetros de comprimento, mas o que faz ele especial é que é bem grosso, tão grosso que na parte mais larga não consigo fechar a mão em volta. Então peguei a mão dela e levei direto pro meu pacote. Quando ela sentiu, arregalou os olhos grandes de um jeito desmedido e, com um toque trêmulo, começou a percorrer ele, tímida mas firme. Aproveitei esse momento pra levantar ela e levar pro meu quarto, no caminho inteiro passei a mão nela e falei o quanto ela era gostosa e o tesão que me dava. Ela não falava muito, só repetia que isso não podia acontecer e que se fôssemos descobertos, os dois estariam enrascados. Já no meu quarto, fiquei atrás dela e, com meu quadril roçando a bunda dela, fui tirando a blusa dela, enquanto a gente se beijava e eu acariciava os peitos dela. Foi nesse momento que minha mão deslizou dentro da calça apertada dela, só pra encontrar uma moita de pelo rebelde e molhada, quente igual pão saindo do forno. Comecei a masturbar ela e senti a respiração dela pausar de vez em quando, e ela não disse mais nada. Tirei o sutiã dela e abaixei a calça junto com a calcinha. Deitei ela na minha cama e comecei a fazer sexo oral nela, os pelos faziam cócegas no meu nariz, que de vez em quando ficava todo melado com o fluxo que era abundante e gostoso. A professora, com a cabeça jogada pra trás, só gemia e de vez em quando falava: "Aí, aí, buceta, isso, que gostoso você chupa, é melhor que meu namorado." Nessa hora, eu já tava sem calça, só com a camisa do uniforme.

Então falei: "Professora, agora é sua vez de passar nessa prova oral" e mostrei meu pau, que tava no máximo, grande e grosso, com a cabeça brilhando por causa do líquido pré-seminal. A professora arregalou os olhos, se sentou e foi de quatro até mim, pegou meu pau e começou a masturbar enquanto lambia a cabeça e o tronco, e de vez em quando chupava minhas bolas. Parecia que não tinha muita experiência, mas colocava muito entusiasmo. "Não cabe inteiro na minha boca", ela disse. "Isso não importa", falei, "agora, por favor, relaxa e aproveita", disse enquanto colocava uma camisinha. "Por favor, não, Adriano, não enfia em mim, vai doer muito, melhor deixar eu chupar você e pronto." "Nada disso, você vai gostar muito, professora, vai ver como vai pedir mais." Nessa hora, me posicionei entre as pernas dela e fiz sexo oral nela. Novamente, percorrendo desde o cu dela até o clitóris. Bem na hora que vi que um novo orgasmo tava chegando, parei e coloquei meu pau na entrada da buceta dela, enquanto ela me pedia "com cuidado, por favor". Fui afundando devagar a cabeça na buceta apertada dela. "Mamacita, você aperta bem gostoso", falei enquanto empurrava aos poucos. "Com cuidado", ela disse, "é mais grosso que o do meu namorado e dói". Assim que tive tudo dentro, ela soltou um suspiro de alívio e falou: "Você me preenche toda, não vai se mexer muito rápido". Eu sentia aquela bucetinha me apertando, quase parecia que tava me mordendo, enquanto a professora, de olhos fechados e mãos no meu peito, acompanhava o ritmo mexendo o quadril em círculos.

Quando vi que ela já tinha se acostumado, comecei um vai e vem, primeiro devagar, mas depois rápido, até que a professora teve um orgasmo brutal que quase fez ela perder os sentidos. Com o olhar perdido e um pouco de baba nos lábios, ela disse que adorou e que por favor eu não parasse. Na hora, sem tirar o pau, enrolei meus braços nela e virei ela de modo que ficasse por cima de mim. "Hora de cavalgar, professora", falei. "Já vai ver como acabo com você", respondeu a professora, sorrindo com malícia, enquanto começava a cavalgar selvagemente.

Com minhas mãos nos peitos dela e as dela na minha barriga, a professora Sosa me deu a cavalgada da minha vida. Em uns minutos que pareceram eternos, a professora gozou duas vezes de um jeito selvagem. "Vou gozar", falei. "Sim, papai, goza, goza", disse ela, mexendo o quadril de um lado pro outro e apertando a buceta quente. Assim que terminei, ela se deitou do meu lado, com o rosto vermelho e as pupilas dilatadas, e disse: "Foi a melhor foda que já levei". Eu, me controlando um pouco e recuperando o fôlego, beijei ela e falei: "Quem disse que já acabou?" Diante do olhar de surpresa dela, desci e chupei a buceta dela, que tava coberta de sucos e bem dilatada.

Tirei a camisinha e... enquanto eu continuava dando sexo oral nela, comecei a me acariciar até meu pau ficar pronto de novo. Aí comecei a fase dois e falei: ok, agora você vai ficar de quatro. O que você mandar, pussy. Assim, continuei chupando a buceta dela por trás e babando a bunda dela, que era uma bundinha pequena, enrugada, rosa e com toda a cara de que nunca tinha servido pra outra coisa senão cagar. Aí perguntei: pronta? Sim, papi, e comecei a meter de novo na buceta dela, mas dessa vez devagar e controlando minha respiração, porque não queria gozar rápido. Enquanto isso, comecei a acariciar a bunda dela com meus dedos, usando uma técnica que vi em algum lugar: chupar o dedo, enfiar no cu, perder o nojo, chupar de novo e enfiar de novo, até o cu ficar pronto. A professora sentiu isso e falou: o que você tá fazendo? Para com isso. Eu respondi com um tapa sonoro na bunda, enquanto dizia: essa bunda e essas nádegas agora são minhas, são do seu papi, entendeu? Sim, pussy, ela respondeu, rebolando. Quando o cu dela ficou pronto, falei: — Muito bem, agora esse cu vai ser meu, abre as nádegas. Por favor, não, pelo cu não, nunca fizeram isso comigo e seu pau é muito grosso, vai doer pra caralho. Relaxa, slut, agora você vai saber o que é um homem de verdade, e não o cara com quem você anda. Se doer, morde o travesseiro. Aí coloquei a cabeça do meu pau na entrada da bunda dela e comecei a empurrar. A professora não dizia nada, mas tinha lágrimas nos olhos. Quando a cabeça finalmente entrou, ela soltou um longo aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiii e começou a implorar pra eu parar. A única resposta foi um empurrão mais firme que fez todo o meu pau entrar naquela bunda apertada e quente. A professora já não dizia nada, era como se faltasse ar. Enquanto eu movia meu pau no cu dela, acariciava a buceta molhada dela rapidinho e sentia ela pulsando na minha mão. Nesse ponto, a professora começou a gostar e a rebolar de um lado pro outro, e eu sentia os orgasmos dela indo e vindo. Elas vinham e a bunda dela apertava meu pau como se quisesse engolir. Depois de um tempo, meu orgasmo não ia esperar mais, então eu falei: "Diz pra quem é essa bunda?" "É toda sua, pai, faz o que quiser com ela." Naquele momento, enfiei até o fundo e gozei, deixando todo meu leite nas profundezas do cu dela. Ela, ao sentir minha porra lá dentro, teve um último orgasmo e ficou sem forças, caída de costas na minha cama. Peguei minha cueca e limpei meu pau o melhor que pude, enquanto via o cu da minha professora aberto igual um buraco e, rindo, falei: "Olha como te deixei", e passei os dedos ao redor do cu dela. Ela só disse: "Você é um selvagem, agora vai doer a semana inteira, com certeza." "Não fica brava, cê não adorou?" "Adorei, sim, mas não vai contar isso pra ninguém, por favor, a gente ia se meter em encrenca."

Depois daquele dia, a gente transou outras vezes, mas uns meses depois ela saiu do cargo e disse que precisava terminar a relação comigo, e nunca mais nos vimos. Embora não tenha sido minha primeira vez, a professora me ensinou algo importante: que eu podia comer quem eu quisesse se me dedicasse, e a verdade é que sou muito grato, porque graças a ela ganhei confiança e consegui ter relações com outras mulheres, especialmente com algumas outras professoras, mas isso já é parte de outras histórias.

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