V
O resto do dia foi tranquilo, ninguém veio, ninguém ligou, aproveitei pra descansar o corpo e os buracos, tava moída, me esquentava só de pensar em toda a situação com o Rafa, como ele me tratava, como ele me comia, o pau dele, o corpo dele, as mãos dele, tudo nele me incendiava.
No dia seguinte, só tive notícias dos caras lá pelo meio-dia, o Galle falou "daqui a pouco tô aí", eu mandei um ok, falei pra ele vir direto que eu ia estar no parque tomando sol.
Daí a pouco, nem sei quanto tempo passou, sinto umas mãos nos peitos e outras na buceta, abri os olhos, era o Galle e o Fer, bem sorridentes, falaram que vieram juntos pra se divertir um pouco comigo, e já começaram com a manha, um de cada vez passava a língua na racha, do cu até o clitóris, saía fogo puro de lá, comecei a gemer e abri bem as pernas, um dedo de cada um, ao mesmo tempo, meteram na buceta que já tava um mar, e ouvi eles se falarem – "Que buceta linda que você tem! Olha como ela tá, Fer" – "Te falei que ela gosta da bagunça, olha como a putinha se abre sozinha" – "Vamos com dois" – sinto quatro dedos mandando ver na buceta, que depois do pau do Rafa aquilo era brincadeira de criança, mesmo assim fingi que tava incomodada – "Ai, ai!! Mais devagar, não sejam brutos, vocês têm dedos grandes" – que puta que eu sou, pensei, mesmo assim deixei porque me esquenta horrores enfiarem coisas nos meus buracos, passei a mão nas coxas deles, arranhei de leve, eles massagearam meu clitóris, foi a glória, gozei gemendo baixinho e cravando as unhas nas coxas deles, isso deixou eles no ponto, tiraram a roupa, sentaram no colchonete, me apressei e chupei o pau do Fer pra ele não pensar no cu, o Galle se ajeitou por trás e meteu forte e sem aviso na buceta – Aiiiiiiiiii!!! Animal, mais devagar, vai me machucar – "Bom, desculpa" ele começou a bombar num ritmo lento mas firme, e com as mãos me martelava o clitóris.
Era só prazer, mas não conseguia tirar o Rafa da cabeça, fazia os barulhos que dava porque na boca tinha o Fer, que de vez em quando tirava. e me dava batidinhas nos lábios, eu chupava ele desesperada, lambi aquele tronco, diminuí o ritmo devagar com a ponta da língua desenfreada com o pau inteiro na boca, sentia as veias inchando, tirei e pedi pra ele gozar nos meus peitos, me ajoelhei com o Galle ainda dentro e ele encheu meu peito de porra, espalhei com as mãos, ele se deitou de barriga pra cima de novo e mandou eu levantar ele outra vez, me agarrei tipo – mmmm assim até a garganta, papu!!! Daqui a pouco tava duro de novo, tirei, coloquei a camisinha – senta, quero ver como enterra – o Galle tirou o dele, tirou a camisinha e massageou um pouco enquanto eu me sentava no Fer até o talo sem parar, quando entrou toda gritei Ahhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!! Toda, quero toda!!!!!!!!!!! Montei nele, os peitos faziam círculos no meu peito até ele pegar e amassar, mordeu, puxou e chupou. O Galle se posicionou na frente pra eu chupar, não hesitei, ele tem um pau bom, cabeçudo, enfiei até a garganta e chupei sem parar no mesmo ritmo que cavalgava o outro, desenfreado, sem parar, tirava um pouco pra respirar e saborear, os dois gemiam junto comigo, nós três estávamos em chamas, daqui a pouco diminuí o ritmo, eles também, os dois tiraram e ficaram na minha frente apontando os paus, me banharam o cabelo, o peito, o pescoço e um pouco a cara de porra AAhhhhhhh gritei na cara deles enquanto me contorcia, tava com tesão e tinha gostado mas exagerei tudo, com os paus meio moles sentaram de novo e pediram pra eu limpar, fiz, devagar, pra durar mais, tentei não deixar eles endurecerem de novo. Quando terminei fui no banheiro enxaguar a porra.
Voltei com um chimarrão, eles estavam conversando, o Galle me olha e pergunta – por que a gente parou de se ver, você é uma puta gostosa, o que aconteceu? – porque você quis bancar o fiel com sua namorada e aqui está – nós três caímos na risada.
Aproveitei o clima e soltei – e aí, o que rola com Mariano – Vai ser difícil ele vir por agora, tá tendo treta com a esposa – disse o Galle. Pouco depois perguntaram pelo Rafael, eu falei que ele tinha vindo no dia anterior, só isso, mas só de lembrar dele já senti minha buceta molhando. Tomei mais uns mates e fui pra água pra esfriar.
Fer veio atrás de mim, me agarrou pela cintura e eu enrolei minhas pernas nele, deixando todos os meus buracos abertos. Ele enfiou a língua até o fundo da minha garganta, um beijo enorme, me deixou com tesão – na próxima eu venho sozinho e você me dá esse cuzinho, sabia? – ele disse, acariciando por baixo da água. – Para! – falei, fingindo ser sonsa – ele vai perceber e vai querer também – claro que tava falando do Galle, que tinha ficado na espreguiçadeira apaixonado pelo próprio pau e pelos abdominais. – Tá bom, mas deixa eu experimentar, senão eu conto – ele soltou, o filho da puta. Tive que dizer que sim, senão seria pior – mas deixa eu segurar na borda, assim aparece menos, você fica de lado – a gente se ajeitou – coloca os peitos na borda pra eu ver como seus bicos ficam durinhos – quando tivemos prontos, ele procurou meu cu e começou a massagear em círculos, devagar. Eu empinava a bunda pra ficar mais confortável e porque também tava excitada com a situação, apertava pra fechar enquanto ele massageava. Depois de um tempo, senti minha bocetinha pulsando e os bicos começaram a endurecer. Afrouxei um pouco e a ponta do dedo entrou. Ele abriu os olhos como se tivesse visto ouro – Tá sentindo! – ele disse – relaxa mais – não respondi. O que tinha entrado naquele buraco no dia anterior não se comparava com nada do que eu tinha ali agora. Ele tentou bombar, mas não conseguiu. Continuou massageando e eu afrouxei mais um pouco, a primeira parte do dedo entrou. Ele tava louco, começou a bombar, baixinho eu pedia pra ele ir devagar, que tava doendo. Tecnicamente, não mentia, tava irritada.
– Idiota!!!!! – gritou o Galle da espreguiçadeira – vamo que são 6, as minas tão esperando – continuou gritando enquanto se vestia. Fer fez uma cara de bunda incrível, se virou pra mim... Solta uma gargalhada, não consegui evitar – na próxima a gente continua, mas só nós dois – tiro o dedo da bunda e saímos os dois. Enquanto se secava e se vestia, o Galle ficava acariciando minha buceta molhada da piscina – você é gostosa – ele fala sem parar de me tocar – na próxima a gente faz mais coisas, hoje fiquei feito um otário – me deu um tapa e foi pra porta, o Fer apertou minhas nádegas, abriu elas, enfiou a língua até a garganta de novo, me deu um tapa forte e foi embora, ficou claro que na próxima eu não ia ser tão paciente.
Fiquei no parque, me acariciando a buceta, gostava do formigamento junto com a brisa e o último sol, acordei sem saber quanto tempo tinha dormido, já era quase noite e fui tomar banho.
O resto do dia foi tranquilo, ninguém veio, ninguém ligou, aproveitei pra descansar o corpo e os buracos, tava moída, me esquentava só de pensar em toda a situação com o Rafa, como ele me tratava, como ele me comia, o pau dele, o corpo dele, as mãos dele, tudo nele me incendiava.
No dia seguinte, só tive notícias dos caras lá pelo meio-dia, o Galle falou "daqui a pouco tô aí", eu mandei um ok, falei pra ele vir direto que eu ia estar no parque tomando sol.
Daí a pouco, nem sei quanto tempo passou, sinto umas mãos nos peitos e outras na buceta, abri os olhos, era o Galle e o Fer, bem sorridentes, falaram que vieram juntos pra se divertir um pouco comigo, e já começaram com a manha, um de cada vez passava a língua na racha, do cu até o clitóris, saía fogo puro de lá, comecei a gemer e abri bem as pernas, um dedo de cada um, ao mesmo tempo, meteram na buceta que já tava um mar, e ouvi eles se falarem – "Que buceta linda que você tem! Olha como ela tá, Fer" – "Te falei que ela gosta da bagunça, olha como a putinha se abre sozinha" – "Vamos com dois" – sinto quatro dedos mandando ver na buceta, que depois do pau do Rafa aquilo era brincadeira de criança, mesmo assim fingi que tava incomodada – "Ai, ai!! Mais devagar, não sejam brutos, vocês têm dedos grandes" – que puta que eu sou, pensei, mesmo assim deixei porque me esquenta horrores enfiarem coisas nos meus buracos, passei a mão nas coxas deles, arranhei de leve, eles massagearam meu clitóris, foi a glória, gozei gemendo baixinho e cravando as unhas nas coxas deles, isso deixou eles no ponto, tiraram a roupa, sentaram no colchonete, me apressei e chupei o pau do Fer pra ele não pensar no cu, o Galle se ajeitou por trás e meteu forte e sem aviso na buceta – Aiiiiiiiiii!!! Animal, mais devagar, vai me machucar – "Bom, desculpa" ele começou a bombar num ritmo lento mas firme, e com as mãos me martelava o clitóris.
Era só prazer, mas não conseguia tirar o Rafa da cabeça, fazia os barulhos que dava porque na boca tinha o Fer, que de vez em quando tirava. e me dava batidinhas nos lábios, eu chupava ele desesperada, lambi aquele tronco, diminuí o ritmo devagar com a ponta da língua desenfreada com o pau inteiro na boca, sentia as veias inchando, tirei e pedi pra ele gozar nos meus peitos, me ajoelhei com o Galle ainda dentro e ele encheu meu peito de porra, espalhei com as mãos, ele se deitou de barriga pra cima de novo e mandou eu levantar ele outra vez, me agarrei tipo – mmmm assim até a garganta, papu!!! Daqui a pouco tava duro de novo, tirei, coloquei a camisinha – senta, quero ver como enterra – o Galle tirou o dele, tirou a camisinha e massageou um pouco enquanto eu me sentava no Fer até o talo sem parar, quando entrou toda gritei Ahhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!! Toda, quero toda!!!!!!!!!!! Montei nele, os peitos faziam círculos no meu peito até ele pegar e amassar, mordeu, puxou e chupou. O Galle se posicionou na frente pra eu chupar, não hesitei, ele tem um pau bom, cabeçudo, enfiei até a garganta e chupei sem parar no mesmo ritmo que cavalgava o outro, desenfreado, sem parar, tirava um pouco pra respirar e saborear, os dois gemiam junto comigo, nós três estávamos em chamas, daqui a pouco diminuí o ritmo, eles também, os dois tiraram e ficaram na minha frente apontando os paus, me banharam o cabelo, o peito, o pescoço e um pouco a cara de porra AAhhhhhhh gritei na cara deles enquanto me contorcia, tava com tesão e tinha gostado mas exagerei tudo, com os paus meio moles sentaram de novo e pediram pra eu limpar, fiz, devagar, pra durar mais, tentei não deixar eles endurecerem de novo. Quando terminei fui no banheiro enxaguar a porra.
Voltei com um chimarrão, eles estavam conversando, o Galle me olha e pergunta – por que a gente parou de se ver, você é uma puta gostosa, o que aconteceu? – porque você quis bancar o fiel com sua namorada e aqui está – nós três caímos na risada.
Aproveitei o clima e soltei – e aí, o que rola com Mariano – Vai ser difícil ele vir por agora, tá tendo treta com a esposa – disse o Galle. Pouco depois perguntaram pelo Rafael, eu falei que ele tinha vindo no dia anterior, só isso, mas só de lembrar dele já senti minha buceta molhando. Tomei mais uns mates e fui pra água pra esfriar.
Fer veio atrás de mim, me agarrou pela cintura e eu enrolei minhas pernas nele, deixando todos os meus buracos abertos. Ele enfiou a língua até o fundo da minha garganta, um beijo enorme, me deixou com tesão – na próxima eu venho sozinho e você me dá esse cuzinho, sabia? – ele disse, acariciando por baixo da água. – Para! – falei, fingindo ser sonsa – ele vai perceber e vai querer também – claro que tava falando do Galle, que tinha ficado na espreguiçadeira apaixonado pelo próprio pau e pelos abdominais. – Tá bom, mas deixa eu experimentar, senão eu conto – ele soltou, o filho da puta. Tive que dizer que sim, senão seria pior – mas deixa eu segurar na borda, assim aparece menos, você fica de lado – a gente se ajeitou – coloca os peitos na borda pra eu ver como seus bicos ficam durinhos – quando tivemos prontos, ele procurou meu cu e começou a massagear em círculos, devagar. Eu empinava a bunda pra ficar mais confortável e porque também tava excitada com a situação, apertava pra fechar enquanto ele massageava. Depois de um tempo, senti minha bocetinha pulsando e os bicos começaram a endurecer. Afrouxei um pouco e a ponta do dedo entrou. Ele abriu os olhos como se tivesse visto ouro – Tá sentindo! – ele disse – relaxa mais – não respondi. O que tinha entrado naquele buraco no dia anterior não se comparava com nada do que eu tinha ali agora. Ele tentou bombar, mas não conseguiu. Continuou massageando e eu afrouxei mais um pouco, a primeira parte do dedo entrou. Ele tava louco, começou a bombar, baixinho eu pedia pra ele ir devagar, que tava doendo. Tecnicamente, não mentia, tava irritada.
– Idiota!!!!! – gritou o Galle da espreguiçadeira – vamo que são 6, as minas tão esperando – continuou gritando enquanto se vestia. Fer fez uma cara de bunda incrível, se virou pra mim... Solta uma gargalhada, não consegui evitar – na próxima a gente continua, mas só nós dois – tiro o dedo da bunda e saímos os dois. Enquanto se secava e se vestia, o Galle ficava acariciando minha buceta molhada da piscina – você é gostosa – ele fala sem parar de me tocar – na próxima a gente faz mais coisas, hoje fiquei feito um otário – me deu um tapa e foi pra porta, o Fer apertou minhas nádegas, abriu elas, enfiou a língua até a garganta de novo, me deu um tapa forte e foi embora, ficou claro que na próxima eu não ia ser tão paciente.
Fiquei no parque, me acariciando a buceta, gostava do formigamento junto com a brisa e o último sol, acordei sem saber quanto tempo tinha dormido, já era quase noite e fui tomar banho.
8 comentários - Perdi uma aposta (V) - Fer e o Galle, juntos
Buen relato, muy morboso.
El otro día le contaba a una amiga como había desvirgado el culo de mi ex y ella me decía que no, que una mujer puede simular ser virgen de ahí jajajaajajaj ¿Tu que piensas?