III
Ao cair da noite, chegaram mensagens de todo mundo, que não esperasse por eles, que não podiam, que no dia seguinte também não, que blá blá blá, enfim, ninguém ia aparecer e eu ia ficar o dia inteiro sozinha. Por um lado, melhor, pensei, tava cansada, a foda com o Fer tinha me esgotado. Lembrei que tinha trazido um livro e o quanto ri quando guardei ele, pensando que nem ia abrir. É daquela atriz pornô, a Asa Akira, que conta as experiências dela fazendo pornô... o que esperavam? Garcia Márquez? HAHAHAHAHAHA. Peguei o livro e me joguei no sofá.
O tempo passou e eu nem percebi, até que ouvi a porta abrir. Dei um pulo. Era o Rafa, lindo com aquele corpo perfeito, enorme, abdômen trincado, braços trabalhados, pernas musculosas, um deus grego, olhar perverso, ele tinha tudo.
— O que você tá fazendo aqui? — perguntei. Ele se aproximou sem falar, por baixo do short que eu tava usando, abriu minha buceta e passou os dedos. — Assim não te fuck you — ele disse e sentou. Falei que não esperava ninguém. — Eu não disse nada — ele respondeu.
— Vem — ele disse — vamos comparar. Eu tenho 1,90, peso 85 quilos e calço 47.
— Eu tenho 1,55, peso 48 quilos e calço 35 — respondi.
Começamos a rir pra caralho. — Você topa medir o meu? — ele perguntou. — Óbvio — falei, não ia me acovardar naquela altura. Ele tirou uma fita métrica do bolso do short. — Ah, já veio preparado — falei e ri, ele também riu.
Ele se despiu devagar, aquele corpo me pegava. Tirou o short, deixando ao vento uma cock enorme, era verdade tudo que falavam dele: cabeçuda, grossa, cheia de veias, comprida e meio acordada. — Vai — ele disse. Fiquei com água na boca, mesmo pensando que aquela tripa ia me rasgar toda.
Meço ele assim, meio acordado, e solto as medidas: — 21x6,5 — falei. — Quando tiver dura... você mede de novo. Agora tira tudo, ajoelha e me chupa, não quero que você se toque enquanto mama, entendeu? Demorei um segundo pra me ajoelhar pelada e pegar com as mãos aquela cock linda. Meço porque ela é realmente grossa. Beijo a cabeça dela, as bolas, passo a língua por... o tronco, das bolas até a ponta, guardo a cabeça, vou batendo devagar com a língua, tiro, volto a percorrer com a língua e com a mão, quando chego na cabeça, mando ela até a garganta, é enorme, pensei, travou minha mandíbula, abri os olhos, ainda faltava entrar um pedaço!!!!!!!!, na boca não cabia, mas mesmo assim chupei como uma louca desesperada – Glahhhhh!!!!!, quis me masturbar, ele pegou minhas mãos e prendeu nas coxas dele – você masturbação não!! – sentia os sucos da pussy escorrendo pelas minhas coxas e no canto dos lábios também saliva e um pouco de líquido seminal, sentia as veias inchando e aquele dick crescendo na minha boca, uffff!!!!!!!, cara, que bom que você tá aqui!!!!!!!!! O tempo passou e eu me contorcia de tesão, quanto mais queria me tocar, mais ferocidade eu colocava no blow job, procurei o olhar dele, o cara tava olhando o livro, não me olhava – ah é!!!!!! Pensei e aumentei o ritmo da chupada, parecia um animal faminto, tinha os mamilos como flechas e as coxas escorrendo com meus sucos, a pussy tava prestes a explodir, ele largou o livro e segurou minha cabeça – engole tudo!!! – falou e soltou uns jatos potentes de cum quente e grosso que cravaram no fundo da garganta, um pouco escapou pelos lados, escorrendo sobre meus peitos, ao mesmo tempo ele soltou um gemidinho que me incendiou – engole tudo e limpa – disse ofegante, chupei mais um pouco até deixar limpa, continuei masturbando com a mão, ele tava bonner – deixa, já chega – a cock tinha crescido, parecia a tromba de um elefante, me sentou na mesinha, ofegante – vou ver se você tá pronta – enfiou dois dedos na pocha, com o dedão massageou um pouco o clitóris – mmm que pussy linda você tem, slut – espalha meus sucos e o cum que tinha no peito pelos meus peitos, puxa os mamilos, belisca, me deixa louca!!!!! – fica de quatro com as pernas bem abertas – não hesitei, ele espalhou os sucos da pocha por toda a Raja, sentia que o corpo ia explodir e sem falar nada, meto o dedo no cu!!! Ahhhhh!, o filho da puta se abriu igual uma flor!!! Escapei um gemido – não se toca ou mando o pau! – ele serrou meu cu até o dedo não doer mais, daí escuto ele tirar algo de um saquinho e passar na minha buceta, que já tava uma cachoeira, era uma parada dura e fria, me excita mais não saber, tirou o dedo e meteu essa coisa fria, era tipo uma bolinha até que ficou presa lá dentro – vamos subir, ele me pegou pela mão e fomos pro quarto – isso tá me incomodando, tira! – falo, ele nem liga, do armário pega um shortinho curto, um pouco abaixo da bunda – veste isso e cala a boca, esse abridor fica aí até a gente voltar – não consegui recusar, a situação toda me deixava com tesão, tava claro que ele não ia me consultar em nada, isso me excitava pra caralho. Descemos, ele vestiu o short, dava pra ver que o pau tava duro. Saímos. Fomos comer pizza, tivemos que esperar a mesa, ele pediu pro garçom arrumar a mesa no canto mais escuro do terraço e deu uma nota. Em pé tava mais de boa com esse abridor, sentada sentia que ele se enterrava mais, mesmo sendo tipo um chupeta, a sensação era de incômodo, dor e tesão, por outro lado a buceta escorria sucos pra caralho que desciam pelas pernas, não tinha nada pra segurar. Finalmente sentamos, eu quase não comi, tava com muito tesão pra isso e meio desconfortável com esse chupeta no cu. Ele comeu tudo e falou pra caralho – os outros te comeram mais ou menos, né? bom, eu não sou eles, faz tempo que tô de olho em você e vou te comer muito e do meu jeito, não do jeito que esse papel manda, ok? – eu só consegui falar que sim, só pensava que o chupeta tava me incomodando, ele não liga, eu não podia estar mais com tesão, queria ele dentro de mim AGORA!. Terminamos, ele pagou e levamos mais uma pizza.
Na caminhonete ele me mandou ficar pelada, de quatro, e sem me masturbar, chupar ele enquanto íamos pra casa, os vidros eram escuros. Ele não encostou um dedo em mim. No meio do caminho, ele abaixou o vidro do meu lado e minha bunda nua, com o cuzinho à mostra, ficou visível pra um carro cheio de caras que gritaram de tudo – Ehhhh, filho da puta, olha que buceta que você vai lixar, mestre!!!!, a gente te segue e come ela todinha! Olha como essa buceta escorre, pede pica aos berros!!!! Que puta gostosa você vai comer, campeão! Tira o tampão, queremos ver o periquito aberto!! E esticavam as mãos pra tocar, não liguei nada pro que falavam, só me deixava mais excitada. Perdemos os caras no pedágio, chegamos em casa, quando levantei, minhas pernas tremiam, tava tão molhada que não conseguia ficar em pé. Ele fez sinal pra eu ir pro sofá – deita aí e levanta as pernas o mais aberto que puder – fui obediente, um minuto depois ele tava segurando meus tornozelos pra me abrir mais, sentia que ia me rasgar igual papel, a única coisa que queria era que ele metesse até o fundo e ele meteu, de uma enfiada, entrou tudo, tava tão molhada e quente que entrou sem dificuldade, comecei a gemer e ele a bombar com força, sem esperar a buceta se adaptar àquele pedaço de carne, bombou de uma vez com força e violência, eu morria de prazer!!!!!!!!!!!!!!! Ahhhhhhh ¡!!!!!!!!!1 Ahhhhhhhhh!!!!!!!, você vai me rasgar todinha!!!, ele nem ligou, não acreditava na pica que tava me dando, tirou, deu uns tapinhas no clitóris e meteu de novo, gozei um minuto depois, ele continuou bombando sem diminuir o ritmo, sentia aquela pica dentro e me incendiava de novo, soltou uma perna pra masturbar meu clitóris com força, desenfreado, meus gemidos viraram gritos, o ritmo era animal, assim também se jogou em cima dos meus peitos, amassou, puxou os bicos, mordeu até eu gritar de dor, largou, beijou, beliscou, me levantou pelos braços e me levou até uma cadeira, se Sentei, quis montar nele, mas meus pés não alcançavam o chão. Sentia que a pica ia sair pela minha garganta. Fiquei com mais tesão ainda. De novo, o ritmo quem marcava era ele. Me agarrou pelas nádegas e começou a bombar. Gozei de novo, arqueada e aos gritos. Ele continuava sem gozar, e eu já tinha perdido as contas. Ele diminuiu o ritmo até parar. "Me come", ele disse. Comecei a fazer círculos com o quadril, com a pica dentro, me apoiando naqueles peitorais de aço que eu tanto amava. Ele amassava meus peitos no mesmo ritmo que antes me comia. Eu não aguentava mais. Gozei de novo! Ahhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!! Ahhhhhhhhhhhhh!!!!! Ele tirou, me levou até a mesinha, me colocou de quatro e, com cuidado, tirou o chupetao e meteu os dedos. Sim, dois. O tesão era tão grande que se abriu sozinho!!! Dois minutos depois, com o dedão, ele começou a bater no meu clitóris. Ahhhhhhhhhh!!!!! Explodi pra caralho. Minhas pernas não aguentavam mais, e os buracos também não. Doía, mas eu gostava. Os gemidos já não bastavam mais. Os gritos ecoavam pela casa toda. A masturbação era violenta. "Filho da puta!!!!!! Você tá me rasgando toda!", gritei. "Cala a boca, puta gostosa, falta pouco e você adora!!!!! Dá pra ver na sua cara." Ele tinha razão. Eu adorava. Doía e me dava mais tesão! "Que puta gostosa você é, essa buceta gulosa me deixa louco, sabia?" Ele apoiou as mãos nas nádegas, abriu bem. "Nãooooooo!!!!!", gritei, pensando que ele ia meter. Me enganei. Ele colocou outro dedo. Doeu do mesmo jeito. Deu uns tapas e começou a bombar que nem um animal. "Paraaaaaaaaa!!!!!!!", gritei. "Você vai me machucar!!!!!" "Cala a boca e relaxa, vai doer menos." Gozei de novo, enchendo a mão dele de sucos. Ele parou a mão que estava no meu cu. Minhas pernas não aguentavam mais, e os braços também não. Ele fodeu minha pussy com força, que naquele momento já era uma cachoeira. Fiquei com tesão de novo e gozei mais uma vez. Ele bombava com força. Com a mão livre, me agarrou pelo cabelo, puxando pra perto dele, cravando a pica no fundo da minha pussy. que naquela altura já era um oceano, eu não aguento mais, ele continua, sinto a camisinha enchendo de porra mas ele continua bombeando, mais devagar, tira os dedos do cu e senta comigo por cima, sem tirar o pau – vou até sair sozinha – ele fala e passa as mãos no meu clitóris, meu corpo já não responde, depois de um tempo o pau meio mole sai sozinho, atrás os fluidos.
Vem me mostrar, quero ver como ficou – não dava pra dizer não, mas as pernas não obedeciam – vai, quero ver – fiquei no sofá e virei de costas, abri as nádegas e deixei ele ver – lindo lindo!!!!, apertadinho do jeito que eu gosto – ele acariciou – isso vai ser nosso segredo, esse cuzinho é meu, só eu que vou te foder, com os outros se vira mas sua bunda é minha, me enlouquece esse corpinho pequeno mas potente que você tem!! – me excitava essa atitude dominante, ele me tinha hipnotizada, o filho da puta, e eu disse que sim, ele riu, me deu um tapa, me beijou de boca aberta e fomos tomar banho.
O banho foi uma esfregação bem gostosa, ele apalpou meu corpo inteiro e todos os buracos primeiro com sabão, depois com a toalha e por último com creme, eu fiz o mesmo, porque de esquentar ninguém ia me ganhar!!
Com as pernas ainda tremendo, descemos pra comer algo. Sentados no balcão da cozinha, ele fala que gosta de usar brinquedos e que tava pensando em usar comigo e que no dia seguinte íamos numa sex shop comprar, convite que aceitei de boa, já tinha contado que sou brincalhona.
Ele me levantou e me sentou no balcão, aí com calma tomou posse dos meus peitos, beijou, mordiscou, beliscou, chupou os bicos, puxou com a boca, os dentes, os dedos, amassou, torceu, acariciou, juntou – são lindos – pegou um com cada mão com os bicos apontando pra ele, passou a língua devagar…essa frestinha que faz no meio me enlouquece!!!! e mesmo que não dê pra fazer um boobs fuck agora, vou dormir gostoso aí – ele ri pra caralho, eu finjo que fico ofendida, bato nele. num braço e vou pra cama, não aguento mais.
Ao cair da noite, chegaram mensagens de todo mundo, que não esperasse por eles, que não podiam, que no dia seguinte também não, que blá blá blá, enfim, ninguém ia aparecer e eu ia ficar o dia inteiro sozinha. Por um lado, melhor, pensei, tava cansada, a foda com o Fer tinha me esgotado. Lembrei que tinha trazido um livro e o quanto ri quando guardei ele, pensando que nem ia abrir. É daquela atriz pornô, a Asa Akira, que conta as experiências dela fazendo pornô... o que esperavam? Garcia Márquez? HAHAHAHAHAHA. Peguei o livro e me joguei no sofá.
O tempo passou e eu nem percebi, até que ouvi a porta abrir. Dei um pulo. Era o Rafa, lindo com aquele corpo perfeito, enorme, abdômen trincado, braços trabalhados, pernas musculosas, um deus grego, olhar perverso, ele tinha tudo.
— O que você tá fazendo aqui? — perguntei. Ele se aproximou sem falar, por baixo do short que eu tava usando, abriu minha buceta e passou os dedos. — Assim não te fuck you — ele disse e sentou. Falei que não esperava ninguém. — Eu não disse nada — ele respondeu.
— Vem — ele disse — vamos comparar. Eu tenho 1,90, peso 85 quilos e calço 47.
— Eu tenho 1,55, peso 48 quilos e calço 35 — respondi.
Começamos a rir pra caralho. — Você topa medir o meu? — ele perguntou. — Óbvio — falei, não ia me acovardar naquela altura. Ele tirou uma fita métrica do bolso do short. — Ah, já veio preparado — falei e ri, ele também riu.
Ele se despiu devagar, aquele corpo me pegava. Tirou o short, deixando ao vento uma cock enorme, era verdade tudo que falavam dele: cabeçuda, grossa, cheia de veias, comprida e meio acordada. — Vai — ele disse. Fiquei com água na boca, mesmo pensando que aquela tripa ia me rasgar toda.
Meço ele assim, meio acordado, e solto as medidas: — 21x6,5 — falei. — Quando tiver dura... você mede de novo. Agora tira tudo, ajoelha e me chupa, não quero que você se toque enquanto mama, entendeu? Demorei um segundo pra me ajoelhar pelada e pegar com as mãos aquela cock linda. Meço porque ela é realmente grossa. Beijo a cabeça dela, as bolas, passo a língua por... o tronco, das bolas até a ponta, guardo a cabeça, vou batendo devagar com a língua, tiro, volto a percorrer com a língua e com a mão, quando chego na cabeça, mando ela até a garganta, é enorme, pensei, travou minha mandíbula, abri os olhos, ainda faltava entrar um pedaço!!!!!!!!, na boca não cabia, mas mesmo assim chupei como uma louca desesperada – Glahhhhh!!!!!, quis me masturbar, ele pegou minhas mãos e prendeu nas coxas dele – você masturbação não!! – sentia os sucos da pussy escorrendo pelas minhas coxas e no canto dos lábios também saliva e um pouco de líquido seminal, sentia as veias inchando e aquele dick crescendo na minha boca, uffff!!!!!!!, cara, que bom que você tá aqui!!!!!!!!! O tempo passou e eu me contorcia de tesão, quanto mais queria me tocar, mais ferocidade eu colocava no blow job, procurei o olhar dele, o cara tava olhando o livro, não me olhava – ah é!!!!!! Pensei e aumentei o ritmo da chupada, parecia um animal faminto, tinha os mamilos como flechas e as coxas escorrendo com meus sucos, a pussy tava prestes a explodir, ele largou o livro e segurou minha cabeça – engole tudo!!! – falou e soltou uns jatos potentes de cum quente e grosso que cravaram no fundo da garganta, um pouco escapou pelos lados, escorrendo sobre meus peitos, ao mesmo tempo ele soltou um gemidinho que me incendiou – engole tudo e limpa – disse ofegante, chupei mais um pouco até deixar limpa, continuei masturbando com a mão, ele tava bonner – deixa, já chega – a cock tinha crescido, parecia a tromba de um elefante, me sentou na mesinha, ofegante – vou ver se você tá pronta – enfiou dois dedos na pocha, com o dedão massageou um pouco o clitóris – mmm que pussy linda você tem, slut – espalha meus sucos e o cum que tinha no peito pelos meus peitos, puxa os mamilos, belisca, me deixa louca!!!!! – fica de quatro com as pernas bem abertas – não hesitei, ele espalhou os sucos da pocha por toda a Raja, sentia que o corpo ia explodir e sem falar nada, meto o dedo no cu!!! Ahhhhh!, o filho da puta se abriu igual uma flor!!! Escapei um gemido – não se toca ou mando o pau! – ele serrou meu cu até o dedo não doer mais, daí escuto ele tirar algo de um saquinho e passar na minha buceta, que já tava uma cachoeira, era uma parada dura e fria, me excita mais não saber, tirou o dedo e meteu essa coisa fria, era tipo uma bolinha até que ficou presa lá dentro – vamos subir, ele me pegou pela mão e fomos pro quarto – isso tá me incomodando, tira! – falo, ele nem liga, do armário pega um shortinho curto, um pouco abaixo da bunda – veste isso e cala a boca, esse abridor fica aí até a gente voltar – não consegui recusar, a situação toda me deixava com tesão, tava claro que ele não ia me consultar em nada, isso me excitava pra caralho. Descemos, ele vestiu o short, dava pra ver que o pau tava duro. Saímos. Fomos comer pizza, tivemos que esperar a mesa, ele pediu pro garçom arrumar a mesa no canto mais escuro do terraço e deu uma nota. Em pé tava mais de boa com esse abridor, sentada sentia que ele se enterrava mais, mesmo sendo tipo um chupeta, a sensação era de incômodo, dor e tesão, por outro lado a buceta escorria sucos pra caralho que desciam pelas pernas, não tinha nada pra segurar. Finalmente sentamos, eu quase não comi, tava com muito tesão pra isso e meio desconfortável com esse chupeta no cu. Ele comeu tudo e falou pra caralho – os outros te comeram mais ou menos, né? bom, eu não sou eles, faz tempo que tô de olho em você e vou te comer muito e do meu jeito, não do jeito que esse papel manda, ok? – eu só consegui falar que sim, só pensava que o chupeta tava me incomodando, ele não liga, eu não podia estar mais com tesão, queria ele dentro de mim AGORA!. Terminamos, ele pagou e levamos mais uma pizza.
Na caminhonete ele me mandou ficar pelada, de quatro, e sem me masturbar, chupar ele enquanto íamos pra casa, os vidros eram escuros. Ele não encostou um dedo em mim. No meio do caminho, ele abaixou o vidro do meu lado e minha bunda nua, com o cuzinho à mostra, ficou visível pra um carro cheio de caras que gritaram de tudo – Ehhhh, filho da puta, olha que buceta que você vai lixar, mestre!!!!, a gente te segue e come ela todinha! Olha como essa buceta escorre, pede pica aos berros!!!! Que puta gostosa você vai comer, campeão! Tira o tampão, queremos ver o periquito aberto!! E esticavam as mãos pra tocar, não liguei nada pro que falavam, só me deixava mais excitada. Perdemos os caras no pedágio, chegamos em casa, quando levantei, minhas pernas tremiam, tava tão molhada que não conseguia ficar em pé. Ele fez sinal pra eu ir pro sofá – deita aí e levanta as pernas o mais aberto que puder – fui obediente, um minuto depois ele tava segurando meus tornozelos pra me abrir mais, sentia que ia me rasgar igual papel, a única coisa que queria era que ele metesse até o fundo e ele meteu, de uma enfiada, entrou tudo, tava tão molhada e quente que entrou sem dificuldade, comecei a gemer e ele a bombar com força, sem esperar a buceta se adaptar àquele pedaço de carne, bombou de uma vez com força e violência, eu morria de prazer!!!!!!!!!!!!!!! Ahhhhhhh ¡!!!!!!!!!1 Ahhhhhhhhh!!!!!!!, você vai me rasgar todinha!!!, ele nem ligou, não acreditava na pica que tava me dando, tirou, deu uns tapinhas no clitóris e meteu de novo, gozei um minuto depois, ele continuou bombando sem diminuir o ritmo, sentia aquela pica dentro e me incendiava de novo, soltou uma perna pra masturbar meu clitóris com força, desenfreado, meus gemidos viraram gritos, o ritmo era animal, assim também se jogou em cima dos meus peitos, amassou, puxou os bicos, mordeu até eu gritar de dor, largou, beijou, beliscou, me levantou pelos braços e me levou até uma cadeira, se Sentei, quis montar nele, mas meus pés não alcançavam o chão. Sentia que a pica ia sair pela minha garganta. Fiquei com mais tesão ainda. De novo, o ritmo quem marcava era ele. Me agarrou pelas nádegas e começou a bombar. Gozei de novo, arqueada e aos gritos. Ele continuava sem gozar, e eu já tinha perdido as contas. Ele diminuiu o ritmo até parar. "Me come", ele disse. Comecei a fazer círculos com o quadril, com a pica dentro, me apoiando naqueles peitorais de aço que eu tanto amava. Ele amassava meus peitos no mesmo ritmo que antes me comia. Eu não aguentava mais. Gozei de novo! Ahhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!! Ahhhhhhhhhhhhh!!!!! Ele tirou, me levou até a mesinha, me colocou de quatro e, com cuidado, tirou o chupetao e meteu os dedos. Sim, dois. O tesão era tão grande que se abriu sozinho!!! Dois minutos depois, com o dedão, ele começou a bater no meu clitóris. Ahhhhhhhhhh!!!!! Explodi pra caralho. Minhas pernas não aguentavam mais, e os buracos também não. Doía, mas eu gostava. Os gemidos já não bastavam mais. Os gritos ecoavam pela casa toda. A masturbação era violenta. "Filho da puta!!!!!! Você tá me rasgando toda!", gritei. "Cala a boca, puta gostosa, falta pouco e você adora!!!!! Dá pra ver na sua cara." Ele tinha razão. Eu adorava. Doía e me dava mais tesão! "Que puta gostosa você é, essa buceta gulosa me deixa louco, sabia?" Ele apoiou as mãos nas nádegas, abriu bem. "Nãooooooo!!!!!", gritei, pensando que ele ia meter. Me enganei. Ele colocou outro dedo. Doeu do mesmo jeito. Deu uns tapas e começou a bombar que nem um animal. "Paraaaaaaaaa!!!!!!!", gritei. "Você vai me machucar!!!!!" "Cala a boca e relaxa, vai doer menos." Gozei de novo, enchendo a mão dele de sucos. Ele parou a mão que estava no meu cu. Minhas pernas não aguentavam mais, e os braços também não. Ele fodeu minha pussy com força, que naquele momento já era uma cachoeira. Fiquei com tesão de novo e gozei mais uma vez. Ele bombava com força. Com a mão livre, me agarrou pelo cabelo, puxando pra perto dele, cravando a pica no fundo da minha pussy. que naquela altura já era um oceano, eu não aguento mais, ele continua, sinto a camisinha enchendo de porra mas ele continua bombeando, mais devagar, tira os dedos do cu e senta comigo por cima, sem tirar o pau – vou até sair sozinha – ele fala e passa as mãos no meu clitóris, meu corpo já não responde, depois de um tempo o pau meio mole sai sozinho, atrás os fluidos. Vem me mostrar, quero ver como ficou – não dava pra dizer não, mas as pernas não obedeciam – vai, quero ver – fiquei no sofá e virei de costas, abri as nádegas e deixei ele ver – lindo lindo!!!!, apertadinho do jeito que eu gosto – ele acariciou – isso vai ser nosso segredo, esse cuzinho é meu, só eu que vou te foder, com os outros se vira mas sua bunda é minha, me enlouquece esse corpinho pequeno mas potente que você tem!! – me excitava essa atitude dominante, ele me tinha hipnotizada, o filho da puta, e eu disse que sim, ele riu, me deu um tapa, me beijou de boca aberta e fomos tomar banho.
O banho foi uma esfregação bem gostosa, ele apalpou meu corpo inteiro e todos os buracos primeiro com sabão, depois com a toalha e por último com creme, eu fiz o mesmo, porque de esquentar ninguém ia me ganhar!!
Com as pernas ainda tremendo, descemos pra comer algo. Sentados no balcão da cozinha, ele fala que gosta de usar brinquedos e que tava pensando em usar comigo e que no dia seguinte íamos numa sex shop comprar, convite que aceitei de boa, já tinha contado que sou brincalhona.
Ele me levantou e me sentou no balcão, aí com calma tomou posse dos meus peitos, beijou, mordiscou, beliscou, chupou os bicos, puxou com a boca, os dentes, os dedos, amassou, torceu, acariciou, juntou – são lindos – pegou um com cada mão com os bicos apontando pra ele, passou a língua devagar…essa frestinha que faz no meio me enlouquece!!!! e mesmo que não dê pra fazer um boobs fuck agora, vou dormir gostoso aí – ele ri pra caralho, eu finjo que fico ofendida, bato nele. num braço e vou pra cama, não aguento mais.
6 comentários - Perdi uma aposta (III) - Rafa
A la noche posteo de nuevo
no queres apostar alguito conmigo ¿? 🙄
Gracias
Mas tarde vuelvo a postear
Hoy a la noche posteo de nuevo
Gracias