Vou contar pra vocês da vez que perdi uma aposta com meu boy e os amigos dele e acabei virando a putinha de um deles.
Sempre curti caras altos, de 1,80 pra cima, com corpo bonito, tanquinho marcado, magrão e seco, não gordão. Como eu sou baixinha e meio pequena, a diferença de tamanho me excita pra caralho.
Fazia um tempo que eu tava ficando com o Fer só pra transar (porque ele tinha namorada), um jogador de rugby, segunda linha, enorme, bruto, meio burrão mas gostoso, não era um grande amante mas me comia bem. Tava chegando o verão e a gente decidiu alugar um sítio pra ficar de boa.
Uma tarde na casa dele, os amigos apareceram. Com um deles eu já tinha tido uma história há um tempo. A gente começou a conversar, tavam todos animados porque no fim de semana, se o time deles ganhasse, subiam de divisão. Não lembro como surgiu a história de que eu tinha ficado com o Gallego, um dos amigos que tava lá. Ele também queria pegar a gente, falou: "Por que a gente não faz uma festinha aqui antes do jogo?" Eu falei que eles não iam aguentar nem um round comigo. "Apostamos!", disse o Gallego. "No que a gente aposta?", perguntou o Fer. "É, no que a gente aposta?", perguntei eu. Aí o Fer contou a ideia do sítio e falou: "Se a gente ganhar o jogo, a gente paga o sítio. Você se muda pra lá e a gente faz festa quando der pra escapar das namoradas e esposas. Seria nós três e o Rafa. E se a gente perder o jogo, vocês dois vão sozinhos e a gente fica na vontade. O que acham?", perguntou. Eu não respondi, e o Fer falou que a gente ia pensar. Tudo era estranho, mas excitante.
Os caras foram embora e, na cama, entre beijos, dedadas e boquetes, o Fer me disse que a ideia de me dividir com os amigos dele o deixava com muito tesão. Falei que com quatro caras eu não ia ficar, que era tudo muito louco. Ele insistiu na fantasia dele, e eu falei que precisava pensar. "Se apressa porque o jogo é sábado", ele lembrou. A ideia me excitava um pouco. Olhei nos olhos dele e fiz ele prometer que a gente ia combinar tudo direitinho. Antes de mais nada, pra não dar treta e que ele tava fazendo aquilo por ele (mentira), me abraçou forte, me deu um beijo bem profundo e avisou os amigos.
No dia seguinte, recebo um zap da Fer dizendo que quer me ver num café do centro. Quando chego, ela tá com os amigos e mais um que eu não conhecia. "Que medo" – falei rindo – "que que houve?" "Antes de mais nada" – disse Fer – "ele é o Rafa" – me apresentou o amigo que eu não conhecia. Não conhecia de nome, mas já tinha visto ele no clube! Rafael, Rafael, Rafael, pensei. Lindo, 1,90 de altura, mais de 90 kg, braços fortes, ombros largos, corpo definido, costas largas, uma bunda de dar inveja, sempre calado e, segundo umas amigas, uma barriga que assustava. Me cumprimentou com um beijo, eu me incendiei só com o cheiro do perfume dele, me senti com 15 anos.
O Gallego tomou a palavra – "A Fer nos disse que você aceitou, então trouxemos umas regras pra evitar problemas" – tirou um papel:
- Tudo é conversado e consensual entre todos.
- No máximo dois de nós juntos.
- Transamos com camisinha.
- Não tem horário, a gente vai na hora que der na telha e fica o tempo que rolar.
- Quando você estiver menstruada, avisa e a gente conversa.
- Pra falar com a gente, usa o celular que vamos te dar. Se algo acabar, avisa no celular que vamos te dar e um de nós leva ele.
- Nunca liga do seu celular, todos temos o número desse telefone que deixamos com você com o nome de Pedro. Cê sabe que, menos o Rafa, o resto é comprometido.
- Tudo isso é absolutamente confidencial, ninguém pode saber nunca que isso tá ou já rolou.
Quando ele terminou de ler, falei pra adicionar que pela bunda eu não fazia com nenhum. Ele escreveu à mão e me deu. Todos tinham assinado, era tipo um acordo, e eu assinei.
"Vamos brindar pelo jogo e por nós" – "agora, se não se importam, vou encontrar uma amiga pra comer, então tenho que ir" – falei simpática. Eles se levantaram, se despediram, beijo na bochecha. O Rafa me cumprimentou, mas além disso passou a mão por baixo do short, apertando minha bunda. Deixo a buceta em chamas!!!!, ela me olhou fixo – a gente se vê – falou. Eu tava fervendo.
Chegou o sábado e fui ver o jogo, claro, obviamente eles ganharam e eu perdi, o que eu não imaginava naquele momento era o que tava por vir. Naquela noite, de madrugada, ouço a campainha de casa, sabia que era o Fer, pelo horário, abri e era o Fer com o Gallego, bêbados do jeito que estavam entraram, fiquei meio assustada, se jogaram no sofá e me chamavam – você perdeu a aposta!!!!! – o Fer mal conseguia abrir os olhos de tão bêbado que tava e o outro igual, – vem gostosa, dá uns beijos nos campeões!!! – me aproximei e o Fer de um puxão me sentou no colo dele, os dois começaram um apalpação infernalmente sem jeito, babaram minha camiseta de dormir, o Gallego chegou mais perto de fazer alguma coisa quando acariciou minha buceta abrindo meus lábios em círculo, mas os dois dormiram quase ao mesmo tempo. Deixei eles lá, abaixei as calças deles e fui dormir.
Fui acordada pelo Fer, como sempre quando ele ficava em casa, me apalpando os peitos por cima da roupa. Vamos buscar a casa – ele falou. Saímos os três. No carro fizeram algum comentário sobre a noite anterior, falei que tinha chupado os dois como adianto do que vinha, menti sim, mas eles ficaram satisfeitos.
Vimos umas casas, até achar a que a gente gostou, não era muito grande, dois andares, dois quartos, uma suíte, dois banheiros, sala envidraçada, o parque era enorme, ocupava o quarteirão inteiro e com piscina, arvoredo, cercas, quase sem vizinhos, tudo. Em uma semana você se muda.
Uma semana depois, bolsa na mão, mandei zap pro grupo avisando que tava me instalando. Era quarta-feira e o primeiro a chegar foi o Fer – e aí gorda, tudo bem? – pergunta enquanto me beija a boca com um puta beijo, que era o que ele fazia melhor, e me ajuda a tirar a roupa, me empurra de leve na cama, abaixa a sunga, já tava duro e meteu de uma vez, bomba rápido, não transava bem mas tinha mãos grandes com as quais apertava meus peitos. peitos e um pauzão comprido – vai logo, gordinha, rapidinho que tão me esperando pro aniversário da mãe da Juana (a namorada) ele sempre me explicava por que tava com pressa pra transar, para e tira ele pra fora e me pede pra bater uma até ele gozar enquanto bate uma pra mim também, um tempinho depois ele jorra toda a porra nos meus peitos e eu não gozo, fico bem quentinha enquanto ele vai embora avisando que vai voltar.
Sempre curti caras altos, de 1,80 pra cima, com corpo bonito, tanquinho marcado, magrão e seco, não gordão. Como eu sou baixinha e meio pequena, a diferença de tamanho me excita pra caralho.
Fazia um tempo que eu tava ficando com o Fer só pra transar (porque ele tinha namorada), um jogador de rugby, segunda linha, enorme, bruto, meio burrão mas gostoso, não era um grande amante mas me comia bem. Tava chegando o verão e a gente decidiu alugar um sítio pra ficar de boa.
Uma tarde na casa dele, os amigos apareceram. Com um deles eu já tinha tido uma história há um tempo. A gente começou a conversar, tavam todos animados porque no fim de semana, se o time deles ganhasse, subiam de divisão. Não lembro como surgiu a história de que eu tinha ficado com o Gallego, um dos amigos que tava lá. Ele também queria pegar a gente, falou: "Por que a gente não faz uma festinha aqui antes do jogo?" Eu falei que eles não iam aguentar nem um round comigo. "Apostamos!", disse o Gallego. "No que a gente aposta?", perguntou o Fer. "É, no que a gente aposta?", perguntei eu. Aí o Fer contou a ideia do sítio e falou: "Se a gente ganhar o jogo, a gente paga o sítio. Você se muda pra lá e a gente faz festa quando der pra escapar das namoradas e esposas. Seria nós três e o Rafa. E se a gente perder o jogo, vocês dois vão sozinhos e a gente fica na vontade. O que acham?", perguntou. Eu não respondi, e o Fer falou que a gente ia pensar. Tudo era estranho, mas excitante.
Os caras foram embora e, na cama, entre beijos, dedadas e boquetes, o Fer me disse que a ideia de me dividir com os amigos dele o deixava com muito tesão. Falei que com quatro caras eu não ia ficar, que era tudo muito louco. Ele insistiu na fantasia dele, e eu falei que precisava pensar. "Se apressa porque o jogo é sábado", ele lembrou. A ideia me excitava um pouco. Olhei nos olhos dele e fiz ele prometer que a gente ia combinar tudo direitinho. Antes de mais nada, pra não dar treta e que ele tava fazendo aquilo por ele (mentira), me abraçou forte, me deu um beijo bem profundo e avisou os amigos.
No dia seguinte, recebo um zap da Fer dizendo que quer me ver num café do centro. Quando chego, ela tá com os amigos e mais um que eu não conhecia. "Que medo" – falei rindo – "que que houve?" "Antes de mais nada" – disse Fer – "ele é o Rafa" – me apresentou o amigo que eu não conhecia. Não conhecia de nome, mas já tinha visto ele no clube! Rafael, Rafael, Rafael, pensei. Lindo, 1,90 de altura, mais de 90 kg, braços fortes, ombros largos, corpo definido, costas largas, uma bunda de dar inveja, sempre calado e, segundo umas amigas, uma barriga que assustava. Me cumprimentou com um beijo, eu me incendiei só com o cheiro do perfume dele, me senti com 15 anos.
O Gallego tomou a palavra – "A Fer nos disse que você aceitou, então trouxemos umas regras pra evitar problemas" – tirou um papel:
- Tudo é conversado e consensual entre todos.
- No máximo dois de nós juntos.
- Transamos com camisinha.
- Não tem horário, a gente vai na hora que der na telha e fica o tempo que rolar.
- Quando você estiver menstruada, avisa e a gente conversa.
- Pra falar com a gente, usa o celular que vamos te dar. Se algo acabar, avisa no celular que vamos te dar e um de nós leva ele.
- Nunca liga do seu celular, todos temos o número desse telefone que deixamos com você com o nome de Pedro. Cê sabe que, menos o Rafa, o resto é comprometido.
- Tudo isso é absolutamente confidencial, ninguém pode saber nunca que isso tá ou já rolou.
Quando ele terminou de ler, falei pra adicionar que pela bunda eu não fazia com nenhum. Ele escreveu à mão e me deu. Todos tinham assinado, era tipo um acordo, e eu assinei.
"Vamos brindar pelo jogo e por nós" – "agora, se não se importam, vou encontrar uma amiga pra comer, então tenho que ir" – falei simpática. Eles se levantaram, se despediram, beijo na bochecha. O Rafa me cumprimentou, mas além disso passou a mão por baixo do short, apertando minha bunda. Deixo a buceta em chamas!!!!, ela me olhou fixo – a gente se vê – falou. Eu tava fervendo.
Chegou o sábado e fui ver o jogo, claro, obviamente eles ganharam e eu perdi, o que eu não imaginava naquele momento era o que tava por vir. Naquela noite, de madrugada, ouço a campainha de casa, sabia que era o Fer, pelo horário, abri e era o Fer com o Gallego, bêbados do jeito que estavam entraram, fiquei meio assustada, se jogaram no sofá e me chamavam – você perdeu a aposta!!!!! – o Fer mal conseguia abrir os olhos de tão bêbado que tava e o outro igual, – vem gostosa, dá uns beijos nos campeões!!! – me aproximei e o Fer de um puxão me sentou no colo dele, os dois começaram um apalpação infernalmente sem jeito, babaram minha camiseta de dormir, o Gallego chegou mais perto de fazer alguma coisa quando acariciou minha buceta abrindo meus lábios em círculo, mas os dois dormiram quase ao mesmo tempo. Deixei eles lá, abaixei as calças deles e fui dormir.
Fui acordada pelo Fer, como sempre quando ele ficava em casa, me apalpando os peitos por cima da roupa. Vamos buscar a casa – ele falou. Saímos os três. No carro fizeram algum comentário sobre a noite anterior, falei que tinha chupado os dois como adianto do que vinha, menti sim, mas eles ficaram satisfeitos.
Vimos umas casas, até achar a que a gente gostou, não era muito grande, dois andares, dois quartos, uma suíte, dois banheiros, sala envidraçada, o parque era enorme, ocupava o quarteirão inteiro e com piscina, arvoredo, cercas, quase sem vizinhos, tudo. Em uma semana você se muda.
Uma semana depois, bolsa na mão, mandei zap pro grupo avisando que tava me instalando. Era quarta-feira e o primeiro a chegar foi o Fer – e aí gorda, tudo bem? – pergunta enquanto me beija a boca com um puta beijo, que era o que ele fazia melhor, e me ajuda a tirar a roupa, me empurra de leve na cama, abaixa a sunga, já tava duro e meteu de uma vez, bomba rápido, não transava bem mas tinha mãos grandes com as quais apertava meus peitos. peitos e um pauzão comprido – vai logo, gordinha, rapidinho que tão me esperando pro aniversário da mãe da Juana (a namorada) ele sempre me explicava por que tava com pressa pra transar, para e tira ele pra fora e me pede pra bater uma até ele gozar enquanto bate uma pra mim também, um tempinho depois ele jorra toda a porra nos meus peitos e eu não gozo, fico bem quentinha enquanto ele vai embora avisando que vai voltar.
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A la noche posteo