Jadea mamá, jadea que ya te cogeré...

Passei anos espionando minha mãe e ouvindo como ela gemia quando estava sendo comida, até que um dia decidi invadir no meio da foda, mandar o entregador que estava montando nela pra puta que pariu e terminar eu mesmo o serviço que estavam metendo nela.

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Sou Cristóbal Zarzo, tenho 32 anos, sou médico psiquiatra de um hospital de Madri, não sou casado nem tenho namorada, embora esteja atrás de uma celadora do hospital um pouco mais velha que eu, e minha vida sexual, se tivesse que definir com duas palavras, a definiria como: simplesmente monótona.

Isso quer dizer que como é bem pouco, que bato punheta pra caralho e que a variedade é bem escassa, então com essa bagagem vocês vão entender minha vontade de transformar um panorama tão sombrio. Até que um dia, quando tropecei por acaso numa oportunidade que era a cara do que eu queria, decidi aproveitar a chance e dar um salto gigante na qualidade e intensidade das minhas relações sexuais.

Primeiro, devo colocar vocês a par da minha paixão por mulheres milf. É o seguinte: o caso remonta à minha adolescência. Acontece que meus pais moram numa casa geminada, ou seja, tem outra casa exatamente igual colada, onde moravam meus tios, até que minha tia, irmã do meu pai, ficou viúva e aparentemente inconsolável.

Digo aparentemente, porque ela, pouco depois de ficar viúva e se ver jovem, com uma pensão de viuvez decente e umas contas bancárias bem cheias, passa a maior parte do tempo no litoral. Ela diz que a agitação de Madri faz mal pra ela, mas talvez seja outra coisa. O fato é que, como eles não tinham filhos e eu sou filho único e sempre me dediquei pra caralho aos estudos, minha tia decidiu montar um escritório pra eu estudar na casa dela, pra eu ficar mais concentrado, já que ela se ausentava por longos períodos. E o escritório ela colocou exatamente no antigo quarto de casal, porque ela adaptou outro que não lhe trouxesse lembranças. Memórias.
Não sei nas outras casas geminadas, mas na dos meus pais e na da minha tia, uma casa é espelho da outra, isso quer dizer que meu escritório de estudos faz parede com o quarto dos meus pais e, se querem que eu lhes diga a verdade, ouve-se tudo o que acontece com uma clareza cristalina, mas para não perder nenhum detalhe, eu instalei no meu escritório um amplificador de sons colado na parede, de modo que às vezes, quando meus pais tiravam uma soneca e transavam, eu colocava os fones e ficava ouvindo tranquilamente os gemidos da minha mãe.

Bom, tranquilamente não, porque minha mãe quando está sendo comida berra como uma jumenta e isso começou a me deixar de pau duro e assim, aos poucos e dia após dia, comecei a bater uma punheta em homenagem à trepada que estavam dando na minha mãe.

Tudo isso funcionou relativamente bem até eu terminar a faculdade de medicina e me preparar para encarar a residência médica, que, como vocês talvez saibam, é a prova de acesso para uma especialidade em medicina. Durante esses meses entre o fim da faculdade e a prova da residência, eu me tranquei no escritório e passei quase o dia todo estudando, e foi assim que descobri que certo dia, de manhã cedo, ouvi barulhos na casa dos meus pais.

Meu pai estava trabalhando e minha mãe estava sozinha, mas no andar de baixo se ouviam barulhos que eu não conseguia identificar, então quis sair correndo para a casa dos meus pais para ver o que estava acontecendo, mas me contive a tempo, peguei meus fones e meu amplificador de sons e os encostei na parede de onde achava que vinham os barulhos e os identifiquei, e como identifiquei, era minha mãe, que berrava abafada enquanto alguém a estava comendo na ausência do marido e do filho.

Eu fiquei ao mesmo tempo atônito, contente e de pau duro. Atônito porque descobri a infidelidade da minha mãe, contente porque me dava tesão que minha mãe estivesse sendo fodida e de pau duro porque imaginava a gostosa da minha mãe cometendo adultério.

Quando voltei pra casa ao meio-dia pra almoçar, minha mãe me entregou uma carta registrada que tinha chegado da Universidade e disse que teve que assinar o comprovante pro carteiro. Porra, pensei comigo, não só assinou o comprovante, ainda deu pra ele e, lógico, devia ser um desconhecido, então isso me deixou ainda mais intrigado: minha mãe devia dar quando a oportunidade aparecia.

Isso me fez ficar de olho no que rolava em casa na ausência do meu pai e quando minha mãe tava sozinha, mas o negócio é que os dias passaram e nada acontecia, até que umas duas semanas depois, lá pelo meio-dia de novo, barulhos e conversas na casa dos meus pais. Desci correndo com meus fones e meu amplificador e coloquei na cozinha. Dessa vez, tinham trazido uma entrega do supermercado e o entregador tava macetando minha mãe. A safada tava transando com um moleque novo.

A coisa se repetiu, e se repetiu, e se repetiu, e cheguei a três conclusões. Primeiro, minha mãe era uma puta e comia quem aparecesse, na hora que aparecesse. Segundo, o poder da mente e da paixão devia ser um impulso imenso, porque minha mãe gemia como uma louca e tudo ao redor ficava em segundo plano quando tava sendo comida, e, terceiro, eu tinha batido tanta punheta em homenagem às gozadas da minha mãe, que jurei que um dia seria eu quem meteria nela e a faria gemer.

E talvez isso me fez escolher a especialidade de psiquiatria, sentia paixão por essa força e queria estudar os segredos da mente humana. Com essa bagagem, comecei a prática da especialidade num hospital de renome em Madri e, aos poucos, fui mergulhando nas misérias e grandezas da mente humana.

Sexualmente, a coisa pra mim não tava nada boa. Era tímido e introvertido, então pegar alguém, sinceramente, pegava pouco, embora graças ao contato com outros colegas, caras E aí, meninas, e colegas da saúde, aos poucos fui me abrindo e fazendo amigos e amigas.

Eu sou bem alto, mais de 1,90, magro, de olhos verdes e pele morena, cabelo preto como carvão e levemente caído sobre o rosto, ou seja: mais do que bonito, eu chamo atenção. Minha mãe é baixinha, mal tem 1,60, rechonchuda, de bunda redonda e avantajada, peitos generosos, mãos carnudas, lábios grossos e insinuantes, olhos fundos e vivos, mas acima de tudo tem o melhor jogo de coxas do bairro. Além disso, adora se vestir sempre com a lingerie mais provocante.

O presente favorito dela são as cintas-liga, as calcinhas impossíveis de cobrir uma bunda tão grande, os sutiãs de copa aberta. Não é que eu dê esses presentes, mas quando estou sozinho em casa, vasculho minuciosamente a cômoda dela e me delicio longamente com suas roupas insinuantes. Pois é, digo a vocês que no hospital tem uma auxiliar de enfermagem com quase a mesma idade da minha mãe, divorciada, com um filho um pouco mais novo que eu, e ultimamente nos tornamos muito bons amigos.

Se eu quisesse, tenho certeza que conseguiria transar com ela, mas a senhora não merece uma relação sem futuro, merece alguém para compartilhar a vida e fazê-la tão feliz quanto até agora não foi. E vocês devem se perguntar: se é isso que eu curto, e é razoavelmente possível conseguir, o que está me segurando?

Bom, a única coisa que me segura é a minha mãe.

Estou obcecado em poder transar com a minha mãe e fazê-la gemer com a mesma intensidade que ela geme. Acho que tantas e tantas punhetas ouvindo seus gemidos não podem ficar sem dar frutos. Tenho certeza que pelo resto da vida sentiria falta dessa experiência transcendental, e também sei que, ou tento agora, ou não será mais possível no futuro.

Com essas perspectivas e aproveitando que estava terminando a tese de doutorado, decidi tirar uma semana de férias, me trancar no meu antigo escritório. da casa da minha tia pra me dedicar à tese, e ficar de olho pra ver se surgia uma oportunidade, e a oportunidade apareceu mais cedo do que eu esperava. No dia seguinte, lá pelo meio da manhã, ouvi alguém tocando a campainha da porta da casa dos meus pais. Espiei discretamente pela janela e lá estava um entregador olhando pra um lado e pro outro, meio nervoso.

Esse aí já sabe o que veio fazer, pensei comigo. Dei um tempo prudente, e quando comecei a ouvir os primeiros gemidos da minha mãe, saí pra rua, e com minha chave entrei sorrateiramente na casa dos meus pais até abrir de repente a porta da entrada. Assim que entrei na casa, ouvi na cozinha uma pequena agitação, fui até lá e me deparei com o entregador se recompondo a duras penas e minha mãe, se enrolando no roupão e disfarçando, guardando uns potes no armário.

O entregador saiu de casa voando, mas minha mãe ficou lá, toda serelepe, arrumando as latas de conserva.

— O que vocês estavam fazendo? — perguntei, inquiridor, pra minha mãe.

— Nada, arrumando o pedido — ela me respondeu, cínica. Ainda bem que encontrei a calcinha dela jogada no meio da cozinha. Me abaixei pra pegar, mostrei pra ela e perguntei:

— E o que sua calcinha tá fazendo jogada no meio da cozinha?

Você já sabe aquela história: quando te pegam "em flagrante", o melhor é negar tudo, e foi isso que minha mãe fez, como se a coisa não fosse com ela, me disse com toda a cara de pau:

— Sei lá, deve ter caído — ao que eu, tão descarado quanto ela, abri o roupão dela, meti a mão entre as pernas e, ao descobrir a buceta dela no ar, falei:

— É, deve ter caído mesmo, porque você tá sem calcinha —

Mas claro, já não tirei meus dedos da buceta dela, apalpei descaradamente e, quando constatei, além de qualquer dúvida razoável, o quanto ela tava molhada, falei:

— Sua buceta tá bem molhada, pelo visto vocês estavam transando — ao que ela respondeu:

— Era o que a gente pretendia, mas você interrompeu No melhor momento — ao que, naturalmente, não pude fazer outra coisa senão me oferecer para terminar o serviço.

— Quer que eu continue? — perguntei, enquanto a arrastava contra uma parede da cozinha. Ela não disse nada, mas se deixou levar e, já com as costas na parede, abriu discretamente as pernas. Como eu disse, tenho um pouco mais de 1,90m e minha mãe, um pouco menos de 1,60m. Esses 30 centímetros eram um incômodo, porque meter, eu meti, mas dava pra ver que ia ser uma foda mal encaixada. Então, assim que percebi o esforço que minha mãe fazia pra se esticar e conseguir um bom encaixe, decidi deitá-la no meio do chão da cozinha, subir em cima dela, abrir-lhe as pernas de par em par e meter até o talo.

Ela, assim que se sentiu penetrada e sentiu as investidas na carne, começou a gemer, a princípio timidamente, mas conforme ganhava intensidade e profundidade, os gemidos foram se transformando em ofegos, arquejos, até que logo não eram nada além de verdadeiros urros de mulher no cio.

Eu olhava pra cara dela pra ver, e acreditem, era um espetáculo imperdível. Se os uivos arrepiavam os cabelos, a cara de prazer extremo dela fazia você se sentir o rei do sexo. Parecia impossível que uma mulher gozasse tão intensamente, mas a coisa só aumentava e aumentava. Aqueles gemidos que tanto alimentaram minha imaginação e que me renderam tantas e tão boas punhetas, hoje eram protagonizados pela foda que eu tava metendo nela. Ela, longe de se desconcentrar, estava tão absorta no que fazia que tinha as unhas cravadas nas minhas costas e marcava o ritmo pra sincronizar com as investidas da bunda dela.

A foda foi apoteótica, mas o melhor ainda estava por vir, porque assim que os primeiros espasmos apareceram, a cara dela se desmontou, os olhos pareciam saltar das órbitas e, por um momento, achei que ela fosse desmaiar, coisa que não podia estar mais longe da realidade, porque o que realmente aconteceu... O que aconteceu foi que ela cruzou as pernas pra prender meu corpo, me abraçou com toda a força e eu gozei dentro dela enquanto ela me mantinha preso, tomada por espasmos que pareciam não ter fim.

Mas acabaram depois de uma eternidade de convulsões e gemidos. Eu fiquei literalmente exausto, largado no meio da cozinha. Ela, não. Assim que os espasmos pararam, ela se levantou rapidinho e, já de pé, me perguntou com toda a naturalidade se eu queria um café.

Tomei o café e me dei a liberdade de apalpar os peitos dela, de passar a mão na bunda dela, de levar a calcinha dela de lembrança e, ainda antes de sair de casa, de enfiar a mão por baixo do roupão e meter um dedo na buceta suculenta dela.

Como vocês podem imaginar, essa experiência foi um divisor de águas na minha vida sexual. Agora eu via tudo com muito mais naturalidade e pensei que não era tão transcendental assim meter em minha mãe. Comecei a amadurecer a ideia de formar uma família com minha colega de trabalho, a enfermeira mais velha que se parecia tanto com minha mãe, e comecei a foder ela também. Mas algo perturbador estava prestes a acontecer: Meu pai acabou de sair pra uma viagem de trabalho de alguns dias, e minha mãe me ligou pra me convidar pra jantar e depois visitar uma casa de swing.

— Quero que você me veja dando pra outros homens. Seu pai fica louco com isso, tenho certeza que você também vai gostar — ela disse explicitamente, sem perguntar se eu tava a fim, se tinha disponibilidade ou se minha nova namorada ia permitir, embora ela e eu soubéssemos a resposta.

Continua?

3 comentários - Jadea mamá, jadea que ya te cogeré...

Uf, a esperar la continuación!!! Excelente, gracias por compartir.