Passei anos espionando minha mãe e ouvindo como ela gemia quando estava sendo comida, até que um dia decidi invadir no meio da foda, expulsar o entregador que estava montando nela e terminar eu mesmo o serviço que estavam metendo nela.
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Sou Cristóbal Zarzo, tenho 32 anos, sou médico psiquiatra de um hospital de Madri, não sou casado nem tenho namorada, embora esteja atrás de uma auxiliar de enfermagem do hospital um pouco mais velha que eu, e minha vida sexual, se tivesse que definir com duas palavras, a definiria como: simplesmente monótona.
Isso quer dizer que como bem pouco, bato punheta pra caralho e a variedade é bem escassa, então com essa bagagem vocês vão entender minha vontade de transformar um panorama tão sombrio. Então, certo dia, quando tropecei por acaso numa oportunidade que era a cara do que eu queria, decidi aproveitar a chance e dar um salto gigante na qualidade e intensidade das minhas relações sexuais.
Primeiro, devo colocá-los a par da minha fixação por mulheres milf. Vejam bem, o caso remonta à minha adolescência. Acontece que meus pais moram numa casa geminada, ou seja, tem outra casa exatamente igual colada, onde moravam meus tios, até que minha tia, irmã do meu pai, ficou viúva e aparentemente inconsolável.
Digo aparentemente, porque ela, pouco depois de enviuvar e se ver jovem, com uma pensão de viuvez decente e umas contas bancárias bem gordas, passa a maior parte do tempo no litoral. Ela diz que a agitação de Madri faz mal pra ela, mas talvez seja outra coisa. O fato é que, como eles não tinham filhos e eu sou filho único e sempre me dediquei pra caralho aos estudos, minha tia decidiu montar um escritório pra eu estudar na casa dela, pra eu ficar mais concentrado, já que ela se ausentava por longos períodos. E o escritório ela colocou exatamente no antigo quarto de casal, porque ela arrumou outro que não lhe trouxesse lembranças. Lembranças.
Não sei nas outras casas geminadas, mas na dos meus pais e na da minha tia, uma casa é espelho da outra, isso quer dizer que meu escritório de estudos faz parede com o quarto dos meus pais e, se querem que eu lhes diga a verdade, dá pra ouvir tudo o que acontece com uma clareza cristalina, mas pra não perder nenhum detalhe, eu instalei no meu escritório um amplificador de sons colado na parede, de modo que às vezes, quando meus pais tiravam sesta e transavam, eu colocava os fones e ficava ouvindo tranquilamente os gemidos da minha mãe.
Bem, tranquilamente não, porque minha mãe quando tão comendo ela berra igual uma jumenta e aquilo começou a me deixar a mil e assim, aos poucos e dia após dia, comecei a bater uma em homenagem à queca que estavam dando na minha mãe.
Tudo isso funcionou relativamente bem até eu terminar a faculdade de medicina e me preparar pra encarar o MIR, que como vocês talvez saibam, é a prova de acesso pra uma especialidade em medicina. Durante esses meses que vão do fim da faculdade até a prova do MIR, eu me tranquei no escritório e passei quase o dia todo estudando, e foi assim que descobri que certo dia, de manhã cedo, ouvi barulhos na casa dos meus pais.
Meu pai estava trabalhando e minha mãe estava sozinha, mas no andar de baixo se ouviam barulhos que eu não conseguia identificar, então quis sair correndo pra casa dos meus pais pra ver o que estava rolando, mas me segurei a tempo, peguei meus fones e meu amplificador de sons e colei na parede de onde achava que os barulhos vinham e os identifiquei, ah se identifiquei, era minha mãe, que berrava abafado enquanto alguém estava comendo ela na ausência do marido e do filho.
Eu fiquei ao mesmo tempo atônito, contente e de pau duro. Atônito porque descobri a infidelidade da minha mãe, contente porque me dava tesão que minha mãe estivesse sendo fodida e de pau duro porque imaginava a gostosa da minha mãe cometendo adultério.
Quando voltei pra casa no meio do dia pra almoçar, minha mãe me entregou uma carta registrada que tinha chegado da Universidade e disse que teve que assinar o comprovante pro carteiro. Porra, pensei comigo, não só assinou o comprovante, como ainda deu pra ele — e lógico que devia ser um desconhecido, o que me deixou ainda mais confuso: minha mãe devia dar quando a oportunidade aparecia.
Isso me fez ficar de olho no que rolava em casa na ausência do meu pai e quando minha mãe tava sozinha, mas o negócio é que os dias passaram e não acontecia nada, até que umas duas semanas depois, lá pelo meio-dia de novo, ouvi barulhos e conversas na casa dos meus pais. Desci correndo com meus fones e meu amplificador e coloquei na cozinha. Dessa vez, tinham trazido uma entrega do supermercado e o entregador tava macetando minha mãe. A safada tava dando pra um moleque novo.
A coisa se repetiu, e se repetiu, e se repetiu, e cheguei a três conclusões. Primeiro, minha mãe era uma puta e dava pra quem aparecesse, na hora que aparecesse. Segundo, o poder da mente e da paixão devia ser um impulso imenso, porque minha mãe gemia como uma louca e tudo ao redor ficava em segundo plano quando tavam comendo ela. E terceiro, eu tinha batido tanta punheta na saúde das gozadas da minha mãe, que jurei que um dia ia ser eu quem meteria nela e a faria gemer.
E talvez isso me fez escolher a especialidade de psiquiatria — sentia paixão por essa força e queria estudar os meandros da mente humana. Com essa bagagem, comecei a prática da especialidade num hospital de renome em Madri e, aos poucos, fui mergulhando nas misérias e grandezas da mente humana.
Sexualmente, a coisa pra mim não tava nada boa. Era tímido e introvertido, então pegar alguém, sinceramente, pegava pouco, embora graças ao contato com outros colegas, rapazes E aí, meninas, e colegas da saúde, aos poucos fui me abrindo e fazendo amigos e amigas.
Eu sou bem alto, mais de 1,90, magro, de olhos verdes e pele morena, cabelo preto como carvão e levemente caído sobre o rosto, ou seja: mais do que bonito, eu chamo atenção. Minha mãe é baixinha, mal tem 1,60, gordinha, com uma bunda redonda e avantajada, peitos generosos, mãos carnudas, lábios grossos e insinuantes, olhos fundos e vivos, mas acima de tudo ela tem o melhor par de coxas do bairro. Além disso, adora se vestir sempre com as lingeries mais provocantes.
O presente favorito dela são as cintas-liga, as calcinhas impossíveis de cobrir uma bunda tão generosa, os sutiãs de copa aberta. Não que eu dê esses presentes, mas quando estou sozinho em casa, vasculho minuciosamente a cômoda dela e me delicio longamente com suas roupas insinuantes. Pois é, digo a vocês que no hospital tem uma auxiliar de enfermagem com quase a mesma idade da minha mãe, divorciada, com um filho um pouco mais novo que eu, e ultimamente nos tornamos grandes amigos.
Se eu quisesse, tenho certeza de que conseguiria transar com ela, mas a senhora não merece uma relação superficial, merece alguém para compartilhar a vida e fazê-la tão feliz quanto nunca foi até agora. E vocês devem se perguntar: se é isso que me atrai, e é razoavelmente possível conseguir, o que está me segurando?
Bom, a única coisa que me segura é minha mãe.
Estou obcecado em poder transar com minha mãe e fazê-la gemer com a mesma intensidade que ela geme. Sinto que tantas e tantas punhetas ouvindo seus gemidos não podem ficar sem dar frutos. Tenho certeza de que, para o resto da vida, sentiria falta dessa experiência transcendental, e também sei que, ou tento agora, ou não será mais possível no futuro.
Com essas perspectivas e aproveitando que estava terminando a tese de doutorado, decidi tirar uma semana de férias, me trancar no meu antigo escritório... da casa da minha tia pra me dedicar à tese, e ficar de olho pra ver se surgia uma oportunidade, e a oportunidade apareceu mais cedo do que eu esperava. No dia seguinte, lá pelo meio da manhã, ouvi alguém tocando a campainha da porta da casa dos meus pais. Espiei discretamente pela janela e lá estava um entregador olhando pra um lado e pro outro, meio nervoso.
Esse aí já sabe o que veio fazer, pensei comigo. Esperei um tempinho, e quando comecei a ouvir os primeiros gemidos da minha mãe, saí pra rua, e com minha chave entrei de fininho na casa dos meus pais até abrir de repente a porta da entrada. Assim que entrei, ouvi na cozinha uma pequena bagunça, fui até lá e me deparei com o entregador se ajeitando a duras penas e minha mãe, se envolvendo no roupão e disfarçando, guardando uns potes no armário.
O entregador saiu de casa voando, mas minha mãe ficou lá, toda serelepe, arrumando as latas de conserva.
— O que vocês estavam fazendo? — perguntei, feito um interrogatório, pra minha mãe.
— Nada, só guardando o pedido — ela disse, cínica. Ainda bem que encontrei a calcinha dela jogada no meio da cozinha. Me abaixei pra pegar, mostrei pra ela e perguntei:
— E o que sua calcinha tá fazendo jogada no meio da cozinha?
Vocês já sabem aquela história: quando te pegam "no flagra", o melhor é negar tudo, e foi isso que minha mãe fez, como se a coisa não fosse com ela, me disse toda sem vergonha:
— Sei lá, deve ter caído — ao que eu, tão descarado quanto ela, abri o roupão dela, meti a mão entre as pernas e, ao descobrir a buceta dela no ar, falei:
— É, deve ter caído mesmo, porque você tá sem calcinha —
Mas claro, não tirei meus dedos da buceta dela, apalpei descaradamente e, quando confirmei, além de qualquer dúvida razoável, o quanto ela tava molhada, falei:
— Sua buceta tá muito molhada, parece que vocês estavam transando — ao que ela respondeu:
— Era o que a gente queria, mas você interrompeu No melhor momento — ao que, naturalmente, não pude fazer outra coisa senão me oferecer para finalizar o serviço.
— Quer que eu continue? — perguntei, enquanto a arrastava contra uma parede da cozinha. Ela não disse nada, mas se deixou levar e, já com as costas na parede, abriu discretamente as pernas. Como eu disse, tenho um pouco mais de 1,90m e minha mãe, um pouco menos de 1,60m. Esses 30 centímetros eram um incômodo, porque meter, eu meti, mas dava pra ver que ia ser uma foda mal encaixada. Então, assim que percebi o esforço que minha mãe fazia para se esticar e conseguir um bom encaixe, decidi deitá-la no meio do chão da cozinha, subir em cima dela, abrir-lhe as pernas de par em par e enfiar até a cintura.
Assim que se sentiu penetrada e sentiu as investidas na carne, ela começou a gemer, a princípio timidamente, mas conforme ganhava intensidade e profundidade, os gemidos foram se transformando em ofegos, arfadas, até que logo não passavam de verdadeiros urros de mulher no cio.
Eu olhava para o rosto dela para vê-la e, acreditem, era um espetáculo imperdível. Se os uivos arrepiavam os cabelos, a cara de prazer extremo dela fazia você se sentir o rei do sexo. Parecia impossível que uma mulher gozasse tão intensamente, mas a coisa só aumentava e aumentava. Aqueles gemidos que tanto alimentaram minha imaginação e que me renderam tantas e tão boas punhetas, hoje eram protagonizados pela foda que eu estava metendo nela. Ela, longe de se desconcentrar, estava tão absorta no que fazia que me cravava as unhas nas costas e marcava o ritmo para acompanhar as investidas da bunda dela.
A foda foi apoteótica, mas o melhor ainda estava por vir, porque assim que os primeiros espasmos apareceram, a cara dela se desmontou, os olhos pareciam saltar das órbitas e, por um momento, achei que ela fosse desmaiar — coisa mais longe da realidade, porque o que realmente aconteceu foi... O que aconteceu foi que ela cruzou as pernas pra prender meu corpo, me abraçou com toda a força e eu gozei dentro dela enquanto ela me mantinha preso, tomada por espasmos que pareciam não ter fim.
Mas acabaram depois de uma eternidade de convulsões e gemidos. Eu fiquei literalmente exausto, deitado no meio da cozinha; ela não. Assim que os espasmos pararam, ela se levantou rapidinho e, já de pé, me perguntou com toda a naturalidade se queria um café.
Tomei o café e me senti à vontade pra apalpar os peitos dela, passar a mão na bunda dela, levar a calcinha dela de lembrança e, ainda antes de sair de casa, enfiar a mão por baixo do roupão dela, meter um dedo naquela buceta suculenta dela.
Como vocês podem imaginar, essa experiência foi um divisor de águas na minha vida sexual. Agora eu via tudo com muito mais naturalidade e pensei que não era tão transcendental assim meter em minha mãe. Comecei a amadurecer a ideia de formar uma família com minha colega de trabalho, aquela enfermeira mais velha que era tão parecida com minha mãe, e comecei a foder ela também. Mas algo perturbador estava prestes a acontecer: meu pai acabou de viajar a trabalho por uns dias, e minha mãe me ligou pra me levar pra jantar e visitar uma casa de swing.
— Quero que você me veja dar pra outros homens. Seu pai fica louco com isso, tenho certeza que você também vai gostar — ela disse explicitamente, sem perguntar se eu tava a fim, se tinha disponibilidade ou se minha nova namorada ia permitir, embora ela e eu soubéssemos a resposta.
Continua?
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Sou Cristóbal Zarzo, tenho 32 anos, sou médico psiquiatra de um hospital de Madri, não sou casado nem tenho namorada, embora esteja atrás de uma auxiliar de enfermagem do hospital um pouco mais velha que eu, e minha vida sexual, se tivesse que definir com duas palavras, a definiria como: simplesmente monótona.
Isso quer dizer que como bem pouco, bato punheta pra caralho e a variedade é bem escassa, então com essa bagagem vocês vão entender minha vontade de transformar um panorama tão sombrio. Então, certo dia, quando tropecei por acaso numa oportunidade que era a cara do que eu queria, decidi aproveitar a chance e dar um salto gigante na qualidade e intensidade das minhas relações sexuais.
Primeiro, devo colocá-los a par da minha fixação por mulheres milf. Vejam bem, o caso remonta à minha adolescência. Acontece que meus pais moram numa casa geminada, ou seja, tem outra casa exatamente igual colada, onde moravam meus tios, até que minha tia, irmã do meu pai, ficou viúva e aparentemente inconsolável.
Digo aparentemente, porque ela, pouco depois de enviuvar e se ver jovem, com uma pensão de viuvez decente e umas contas bancárias bem gordas, passa a maior parte do tempo no litoral. Ela diz que a agitação de Madri faz mal pra ela, mas talvez seja outra coisa. O fato é que, como eles não tinham filhos e eu sou filho único e sempre me dediquei pra caralho aos estudos, minha tia decidiu montar um escritório pra eu estudar na casa dela, pra eu ficar mais concentrado, já que ela se ausentava por longos períodos. E o escritório ela colocou exatamente no antigo quarto de casal, porque ela arrumou outro que não lhe trouxesse lembranças. Lembranças.
Não sei nas outras casas geminadas, mas na dos meus pais e na da minha tia, uma casa é espelho da outra, isso quer dizer que meu escritório de estudos faz parede com o quarto dos meus pais e, se querem que eu lhes diga a verdade, dá pra ouvir tudo o que acontece com uma clareza cristalina, mas pra não perder nenhum detalhe, eu instalei no meu escritório um amplificador de sons colado na parede, de modo que às vezes, quando meus pais tiravam sesta e transavam, eu colocava os fones e ficava ouvindo tranquilamente os gemidos da minha mãe.
Bem, tranquilamente não, porque minha mãe quando tão comendo ela berra igual uma jumenta e aquilo começou a me deixar a mil e assim, aos poucos e dia após dia, comecei a bater uma em homenagem à queca que estavam dando na minha mãe.
Tudo isso funcionou relativamente bem até eu terminar a faculdade de medicina e me preparar pra encarar o MIR, que como vocês talvez saibam, é a prova de acesso pra uma especialidade em medicina. Durante esses meses que vão do fim da faculdade até a prova do MIR, eu me tranquei no escritório e passei quase o dia todo estudando, e foi assim que descobri que certo dia, de manhã cedo, ouvi barulhos na casa dos meus pais.
Meu pai estava trabalhando e minha mãe estava sozinha, mas no andar de baixo se ouviam barulhos que eu não conseguia identificar, então quis sair correndo pra casa dos meus pais pra ver o que estava rolando, mas me segurei a tempo, peguei meus fones e meu amplificador de sons e colei na parede de onde achava que os barulhos vinham e os identifiquei, ah se identifiquei, era minha mãe, que berrava abafado enquanto alguém estava comendo ela na ausência do marido e do filho.
Eu fiquei ao mesmo tempo atônito, contente e de pau duro. Atônito porque descobri a infidelidade da minha mãe, contente porque me dava tesão que minha mãe estivesse sendo fodida e de pau duro porque imaginava a gostosa da minha mãe cometendo adultério.
Quando voltei pra casa no meio do dia pra almoçar, minha mãe me entregou uma carta registrada que tinha chegado da Universidade e disse que teve que assinar o comprovante pro carteiro. Porra, pensei comigo, não só assinou o comprovante, como ainda deu pra ele — e lógico que devia ser um desconhecido, o que me deixou ainda mais confuso: minha mãe devia dar quando a oportunidade aparecia.
Isso me fez ficar de olho no que rolava em casa na ausência do meu pai e quando minha mãe tava sozinha, mas o negócio é que os dias passaram e não acontecia nada, até que umas duas semanas depois, lá pelo meio-dia de novo, ouvi barulhos e conversas na casa dos meus pais. Desci correndo com meus fones e meu amplificador e coloquei na cozinha. Dessa vez, tinham trazido uma entrega do supermercado e o entregador tava macetando minha mãe. A safada tava dando pra um moleque novo.
A coisa se repetiu, e se repetiu, e se repetiu, e cheguei a três conclusões. Primeiro, minha mãe era uma puta e dava pra quem aparecesse, na hora que aparecesse. Segundo, o poder da mente e da paixão devia ser um impulso imenso, porque minha mãe gemia como uma louca e tudo ao redor ficava em segundo plano quando tavam comendo ela. E terceiro, eu tinha batido tanta punheta na saúde das gozadas da minha mãe, que jurei que um dia ia ser eu quem meteria nela e a faria gemer.
E talvez isso me fez escolher a especialidade de psiquiatria — sentia paixão por essa força e queria estudar os meandros da mente humana. Com essa bagagem, comecei a prática da especialidade num hospital de renome em Madri e, aos poucos, fui mergulhando nas misérias e grandezas da mente humana.
Sexualmente, a coisa pra mim não tava nada boa. Era tímido e introvertido, então pegar alguém, sinceramente, pegava pouco, embora graças ao contato com outros colegas, rapazes E aí, meninas, e colegas da saúde, aos poucos fui me abrindo e fazendo amigos e amigas.
Eu sou bem alto, mais de 1,90, magro, de olhos verdes e pele morena, cabelo preto como carvão e levemente caído sobre o rosto, ou seja: mais do que bonito, eu chamo atenção. Minha mãe é baixinha, mal tem 1,60, gordinha, com uma bunda redonda e avantajada, peitos generosos, mãos carnudas, lábios grossos e insinuantes, olhos fundos e vivos, mas acima de tudo ela tem o melhor par de coxas do bairro. Além disso, adora se vestir sempre com as lingeries mais provocantes.
O presente favorito dela são as cintas-liga, as calcinhas impossíveis de cobrir uma bunda tão generosa, os sutiãs de copa aberta. Não que eu dê esses presentes, mas quando estou sozinho em casa, vasculho minuciosamente a cômoda dela e me delicio longamente com suas roupas insinuantes. Pois é, digo a vocês que no hospital tem uma auxiliar de enfermagem com quase a mesma idade da minha mãe, divorciada, com um filho um pouco mais novo que eu, e ultimamente nos tornamos grandes amigos.
Se eu quisesse, tenho certeza de que conseguiria transar com ela, mas a senhora não merece uma relação superficial, merece alguém para compartilhar a vida e fazê-la tão feliz quanto nunca foi até agora. E vocês devem se perguntar: se é isso que me atrai, e é razoavelmente possível conseguir, o que está me segurando?
Bom, a única coisa que me segura é minha mãe.
Estou obcecado em poder transar com minha mãe e fazê-la gemer com a mesma intensidade que ela geme. Sinto que tantas e tantas punhetas ouvindo seus gemidos não podem ficar sem dar frutos. Tenho certeza de que, para o resto da vida, sentiria falta dessa experiência transcendental, e também sei que, ou tento agora, ou não será mais possível no futuro.
Com essas perspectivas e aproveitando que estava terminando a tese de doutorado, decidi tirar uma semana de férias, me trancar no meu antigo escritório... da casa da minha tia pra me dedicar à tese, e ficar de olho pra ver se surgia uma oportunidade, e a oportunidade apareceu mais cedo do que eu esperava. No dia seguinte, lá pelo meio da manhã, ouvi alguém tocando a campainha da porta da casa dos meus pais. Espiei discretamente pela janela e lá estava um entregador olhando pra um lado e pro outro, meio nervoso.
Esse aí já sabe o que veio fazer, pensei comigo. Esperei um tempinho, e quando comecei a ouvir os primeiros gemidos da minha mãe, saí pra rua, e com minha chave entrei de fininho na casa dos meus pais até abrir de repente a porta da entrada. Assim que entrei, ouvi na cozinha uma pequena bagunça, fui até lá e me deparei com o entregador se ajeitando a duras penas e minha mãe, se envolvendo no roupão e disfarçando, guardando uns potes no armário.
O entregador saiu de casa voando, mas minha mãe ficou lá, toda serelepe, arrumando as latas de conserva.
— O que vocês estavam fazendo? — perguntei, feito um interrogatório, pra minha mãe.
— Nada, só guardando o pedido — ela disse, cínica. Ainda bem que encontrei a calcinha dela jogada no meio da cozinha. Me abaixei pra pegar, mostrei pra ela e perguntei:
— E o que sua calcinha tá fazendo jogada no meio da cozinha?
Vocês já sabem aquela história: quando te pegam "no flagra", o melhor é negar tudo, e foi isso que minha mãe fez, como se a coisa não fosse com ela, me disse toda sem vergonha:
— Sei lá, deve ter caído — ao que eu, tão descarado quanto ela, abri o roupão dela, meti a mão entre as pernas e, ao descobrir a buceta dela no ar, falei:
— É, deve ter caído mesmo, porque você tá sem calcinha —
Mas claro, não tirei meus dedos da buceta dela, apalpei descaradamente e, quando confirmei, além de qualquer dúvida razoável, o quanto ela tava molhada, falei:
— Sua buceta tá muito molhada, parece que vocês estavam transando — ao que ela respondeu:
— Era o que a gente queria, mas você interrompeu No melhor momento — ao que, naturalmente, não pude fazer outra coisa senão me oferecer para finalizar o serviço.
— Quer que eu continue? — perguntei, enquanto a arrastava contra uma parede da cozinha. Ela não disse nada, mas se deixou levar e, já com as costas na parede, abriu discretamente as pernas. Como eu disse, tenho um pouco mais de 1,90m e minha mãe, um pouco menos de 1,60m. Esses 30 centímetros eram um incômodo, porque meter, eu meti, mas dava pra ver que ia ser uma foda mal encaixada. Então, assim que percebi o esforço que minha mãe fazia para se esticar e conseguir um bom encaixe, decidi deitá-la no meio do chão da cozinha, subir em cima dela, abrir-lhe as pernas de par em par e enfiar até a cintura.
Assim que se sentiu penetrada e sentiu as investidas na carne, ela começou a gemer, a princípio timidamente, mas conforme ganhava intensidade e profundidade, os gemidos foram se transformando em ofegos, arfadas, até que logo não passavam de verdadeiros urros de mulher no cio.
Eu olhava para o rosto dela para vê-la e, acreditem, era um espetáculo imperdível. Se os uivos arrepiavam os cabelos, a cara de prazer extremo dela fazia você se sentir o rei do sexo. Parecia impossível que uma mulher gozasse tão intensamente, mas a coisa só aumentava e aumentava. Aqueles gemidos que tanto alimentaram minha imaginação e que me renderam tantas e tão boas punhetas, hoje eram protagonizados pela foda que eu estava metendo nela. Ela, longe de se desconcentrar, estava tão absorta no que fazia que me cravava as unhas nas costas e marcava o ritmo para acompanhar as investidas da bunda dela.
A foda foi apoteótica, mas o melhor ainda estava por vir, porque assim que os primeiros espasmos apareceram, a cara dela se desmontou, os olhos pareciam saltar das órbitas e, por um momento, achei que ela fosse desmaiar — coisa mais longe da realidade, porque o que realmente aconteceu foi... O que aconteceu foi que ela cruzou as pernas pra prender meu corpo, me abraçou com toda a força e eu gozei dentro dela enquanto ela me mantinha preso, tomada por espasmos que pareciam não ter fim.
Mas acabaram depois de uma eternidade de convulsões e gemidos. Eu fiquei literalmente exausto, deitado no meio da cozinha; ela não. Assim que os espasmos pararam, ela se levantou rapidinho e, já de pé, me perguntou com toda a naturalidade se queria um café.
Tomei o café e me senti à vontade pra apalpar os peitos dela, passar a mão na bunda dela, levar a calcinha dela de lembrança e, ainda antes de sair de casa, enfiar a mão por baixo do roupão dela, meter um dedo naquela buceta suculenta dela.
Como vocês podem imaginar, essa experiência foi um divisor de águas na minha vida sexual. Agora eu via tudo com muito mais naturalidade e pensei que não era tão transcendental assim meter em minha mãe. Comecei a amadurecer a ideia de formar uma família com minha colega de trabalho, aquela enfermeira mais velha que era tão parecida com minha mãe, e comecei a foder ela também. Mas algo perturbador estava prestes a acontecer: meu pai acabou de viajar a trabalho por uns dias, e minha mãe me ligou pra me levar pra jantar e visitar uma casa de swing.
— Quero que você me veja dar pra outros homens. Seu pai fica louco com isso, tenho certeza que você também vai gostar — ela disse explicitamente, sem perguntar se eu tava a fim, se tinha disponibilidade ou se minha nova namorada ia permitir, embora ela e eu soubéssemos a resposta.
Continua?
3 comentários - Jadeia, mamãe, jadeia que já vou te comer...