Essa história aconteceu uns anos atrás, eu tinha 18 anos e tinha começado a trabalhar no que hoje é minha profissão, além de continuar estudando. Isso me deu uma certa independência, porque agora eu tinha meu próprio dinheiro e, como ainda morava com meus pais, consegui juntar grana e comprar meu primeiro carro, um Fiat 147, o "terceiro ovo do homem", como os caras falavam antigamente.
Eu tinha reencontrado uma ex-namorada que, naquela época, igual quando a gente namorava, mexia com minha cabeça. Essa mina, que tinha 20 anos, tinha se casado porque engravidou e, como é óbvio, isso quase sempre termina mal. Aproveitando a fossa dela, a gente acabou saindo escondido, mas ela me deixava mais vezes na mão do que eu conseguia comer ela. A gente começava a se pegar, mas nem sempre terminava transando. Ela inventava desculpas e eu ficava com uma dor do caralho nos ovos, e no máximo ela me dava um boquete ou uma punheta, ou então eu acabava pagando ou batendo uma sozinho. Eu tava louco, queria transar direito e não daquele jeito, ainda mais porque eu tinha 18 anos e nessa idade a vontade de comer alguém é maior que a de viver.
Por essa época, mudou uma família pra casa ao lado da minha: ele tinha uns 50 anos e ela 36, com três filhos pequenos, um atrás do outro. Aconteceu que nossas famílias ficaram amigas, o pessoal era muito gente boa.
Com o tempo, minha mãe contou pra ela a preocupação que tinha comigo, porque eu tava saindo com uma mina casada e ela tinha medo de o marido me pegar ou de eu me envolver de verdade e estragar minha vida, já que eu era novo e tinha uma vida inteira pela frente pra curtir. O medo de toda mãe, né.
Nós, das duas famílias, tínhamos virado muito amigos, então era super comum a gente ficar na casa deles ou na minha. Ela era uma mulher muito maneira, que sabia conversar muito bem com adolescentes.
Um dia, não sei como começou, ela me contou sobre a preocupação da minha mãe e me perguntou qual era a dessa mina. Bom, comecei a contar pra ela, falei que só queria passar um tempo gostoso e nada mais. mas não sei por que ela me deu uma virada quando já estávamos prestes a nos divertir. Ela, com um olhar de mulher, me disse: essa mina quer se separar e ficar com você porque com certeza gosta de você, mas tem o futuro garantido, larga um e pega outro, não esquece que ela tem um cara e não trabalha.
Os dias passavam e cada vez que eu me encontrava com a mina, voltava e contava pra ela, e ela me aconselhava como fazer pra conseguir transar, a gente já tinha virado grandes parceiros.
A conversa era que eu contasse primeiro de forma superficial e, com o tempo, já contava com todos os detalhes. A coisa fez com que ela começasse a me contar suas experiências sexuais e um dia ela confessou que muitas vezes ficava na vontade igual a mim, e eu perguntei: e o que você faz, uma punheta? E ela me disse: mais de uma vez eu matei a vontade com o bidê (eu achava que ela esfriava a buceta com o jato, depois de um tempo entendi o que ela tava dizendo hahaha). Isso fez com que eu começasse a olhar pra ela de outro jeito, e agora, cada vez que ela contava sobre as relações com o marido, mesmo não sendo tão específica quanto eu, já dava pra minha imaginação de punheteiro voar e eu batia uma punheta dupla.
Eles tinham uma casa de fim de semana em Funes, uma cidade perto de Rosário, então no verão a gente costumava passar semanas inteiras com eles ou com minha irmã e o namorado dela da época e amigos.
Uma sexta-feira, saí do trampo e fui pra lá, já que eles já estavam lá há uma semana com minha irmã e o namorado dela. Quando cheguei, fiquei sabendo que eles estavam voltando pra Rosário porque os caras tinham que ir pra uma festinha ou algo assim, não lembro direito, e minha irmã com o namorado também arrumaram alguma desculpa, com certeza queriam transar sossegados e lá não dava. Ou seja, eu tinha ido à toa, ia ter que voltar. Então ele se ofereceu pra levar os caras e ela ficar comigo, que ele voltava à noite, ela aceitou e a gente ficou. Aproveitei o pouco de sol que restava e depois fomos pra um Mercadinho, fazer umas compras e principalmente cerveja, já que ela gostava muito, e preparar algo pra comer entre tudo quando voltasse à noite.
O telefone fixo toca — outro não tinha, óbvio — umas nove da noite, era avisando que vinha no outro dia de manhã junto com minha irmã e o namorado dela. A gente comeu e ficou no pátio, debaixo de um telhado que também serve de churrasqueira, tomando cerveja. A noite tava muito boa, céu limpo e aquele calorzinho na medida.
Depois de umas cervejas, ela me pergunta como tô indo com a gata, e eu contei, como de costume, com luxo e detalhe, que tinha comido ela no parque, em cima do carro, uma rapidinha, já que ela tinha que voltar rápido pra casa. Do nada, ela solta: "Essas são as noites que eu gosto de entrar na piscina pelada." Eu fiquei paralisado, não sei de onde tirei coragem e falei: "Aproveita, não tem ninguém, os meninos não estão, na casa do lado não tem ninguém, do outro lado os velhinhos já dormem, e eu não conto nada, é nosso segredo." Ela me olha e diz: "Mais tu gostaria, né?" E continua: "Não sei, acho que não." Eu aproveito e falo: "Vamos jogar três mãos de truco, quem ganha escolhe." Ela responde: "Fechou." Enquanto ela embaralha, eu encho os copos. Vamos fazer curta: ganhei eu e falei: "Quero que você tome banho pelada." Ela toma um gole de cerveja, me olhando com aquela cara safada, levanta e vai pra piscina, e no caminho vai tirando a maiô inteiriça.
Meu Deus do céu, que corpo que ela tinha (ela tinha uns peitões grandes, acho que mais de 100, uma barriguinha chapada com aquela dobrinha que aparece em cima da pélvis, uma bunda redonda, um pouco caída, mas linda — não vamos esquecer que naquela época não se malhava muito e ela era mãe de três filhos, e usava aquela depilação antiga, o quadradinho em cima da buceta, já que as maiôs eram bem cavadas).
Ela entra na piscina, eu pego os dois copos, encho de novo, óbvio, tiro a minha sunga e vou pra piscina também. chego, ela tava no outro lado e faço sinal se quer mais cerveja, ela sai nadando pra mim e eu sento na borda com as pernas dentro d'água, ela sai entre minhas pernas, meu pau já tava acordando por mais que eu forçasse pra não, ela nem liga, quando sai encontra meu pau perto da cara dela, ela dá um sorriso e estica a mão pra pegar o copo, eu estico a mão, pego o copo e dou um gole, na mesma hora seguro a outra mão dela e junto com a minha faço ela agarrar meu pau e começo um movimento de masturbação lenta, ela larga o copo e mete o pau na boca. Por deus, aquela sensação da boca fresca pelo gole chupando meu pau me deixou louco, endureceu na hora, depois de umas boas chupadas ela tira, apoia na minha barriga e passa a língua nas bolas e depois volta a meter na boca. Eu pulo na água e a gente se funde num beijo profundo, descarregando toda minha tesão da história dela mais a minha, não sabia se pegava nos peitos ou na bunda primeiro. Ela se afasta, encosta na borda da piscina de costas pra mim, arqueando e jogando a raba pra fora, eu meto, que delícia, a buceta bem quentinha, ficamos um tempão metendo e tirando, ela fazia gemidos baixinhos que foram aumentando, num momento ela me separa e fala vem, quando começou a subir a escada eu paro ela e chupo a bunda e a buceta, tinha uma mistura de lubrificação com cloro da piscina. Saímos os dois e ela, segurando meu pau, me leva até a mesa, vira e chupa meu pau de novo, depois se vira e oferece toda a raba, eu começo a beijar desde a nuca, apoiando ela, e ela mexia a bunda de um lado pro outro, sigo pelas costas e termino chupando a bunda e a buceta, ela gemia igual louca jogando a bunda pra trás e com a outra mão segurava minha cabeça e empurrava contra a raba, acho que teve o primeiro orgasmo, depois me tirou e falou bota, e eu boto. atrás ela se deita sobre a mesa me oferecendo toda a sua buceta e culo. eu coloco e, me segurando na cintura dela, comecei a meter até o fundo e de vez em quando tirava e depois enfiava de novo. ela gemia igual uma louca, dava pra ver que tava adorando, se agarrava na mesa e quando eu empurrava pra dentro, ela empurrava no sentido contrário pra enfiar bem até o fundo. depois ela me faz gozar e, dando umas chupadinhas, se deita sobre a mesa, mas de costas dessa vez. eu beijo ela e desço pra chupar aqueles peitos lindos e continuo descendo pra devorar aquela buceta preciosa. é algo que me deixa louco, chupar buceta. ela me diz "coloca, coloca" e aí mesmo me faz uma ressalva: "não goza dentro". olho pra ela e enfio, enquanto eu metia e tirava, curtindo aquela buceta linda e suculenta. ela se massageava o clitóris, começa a gemer cada vez mais forte e aumenta o ritmo com a mão e mexia o corpo igual uma louca. eu seguro ela pelas pernas e, puxando pra mim, comecei a bombar cada vez mais forte até que ela me diz "não para que eu vou gozar" e vejo que ela tem um orgasmo de louca. eu, ao ver isso, não aguentei mais e quando tava prestes a gozar, tiro e descarrego todo meu gozo banhando toda a barriga, peitos e cara dela, e caí exausto em cima dela. assim ficamos um tempo nos beijando, com a sensação gostosa do meu pau tocando a buceta dela. nos recuperamos e fomos tomar banho na piscina.
Depois fomos pro quarto e ela me joga na cama e, montando em cima de mim, começamos a nos beijar. ela começa a beijar minhas orelhas, depois o pescoço, vai descendo beijando meus mamilos, passando pela minha barriga, quando chegou no meu pau já tava duro igual um ferro e ela coloca na boca e começa com um movimento de baixo pra cima, engolindo ele todo, molhando com bastante saliva. depois desce e começa a passar a língua pelos testículos e entre as pernas e com uma mão me punheta. continuou descendo e chegou no meu cu. eu já não... Eu aguentava mais, tinha sensações de todo tipo. Nunca tinha recebido um oral assim. Ela sobe até o pau e continua chupando. Num momento, ela fala: "Que amigo lindo que você tem". Continua chupando, depois me faz virar e volta a beijar desde a nuca, passando pelas minhas costas até chegar na minha bunda. Ela abre meus glúteos e começa a chupar meu cu. Eu não sabia o que fazer, mas me entreguei pra aproveitar aquele prazer que ela me dava (meu limite era o cuzinho, óbvio). Ela continua descendo e levantando minha cintura, começa a beijar minhas bolas. Ela se vira e chega no meu pau de novo. Nisso tudo, eu já tava de quatro e ela embaixo. Não aguentei mais, então saí pro lado e ela se acomodou bem na cama. Eu fiz o mesmo. Comecei a beijar ela, passando pelos peitos dela, descendo pela barriga até chegar na buceta dela, já bem molhada. Me encarreguei de brincar com o clitóris dela e enfiava minha língua na buceta dela, brincando com os dedos. Ela gemia e com uma mão apertava os próprios peitos, com a outra apoiada na minha cabeça me guiando. Ela se virou e eu chupei aquela bunda impressionante. Depois comecei a subir até que minha pica tava na altura da raba dela. Ela levantou a raba e meu pau procurou o buraco. Quando encontrou, entrou naquele mundo maravilhoso, quentinho e molhado. Ela fazia movimentos subindo e descendo a raba. Eu tinha ficado quieto, aproveitando aquela sensação nova. Depois comecei a acompanhar o movimento. Aí nos inclinamos pro lado e ela levantou uma perna, continuamos comendo de lado. Ela continuava gemendo igual uma louca. Depois ela saiu de cima e sentou em cima de mim. Eu aproveitava como ela curtia com a pica toda pra dentro. Ela se movia pra frente e pra trás, depois subia e descia. Depois tirava e esfregava no clitóris pra enfiar de novo. Eu tava aproveitando, como falei, vendo como ela curtia, gemendo de olhos fechados. Eu levantava a cabeça e chupava os peitos dela. Ela não aguentou mais e acelerou o ritmo até soltar um orgasmo doido, gritando. Foi diminuindo o ritmo. sempre de olho fechado e agora ela mordia os lábios até que se jogou em cima de mim e começamos a nos beijar igual loucos. Quando ela se recuperou, disse: "quero que você meta no meu cu e encha de porra". Eu, meio sem jeito porque só tinha transado pela pussy, fui por trás e ela me guiou, enfiando devagar até entrar tudo. Eu sentia uma sensação estranha e nova, que por sorte era maravilhosa, então comecei a bombar, primeiro devagar e depois, com a ajuda dela, mais forte, e de estar de quatro ela acabou deitada sobre mim.
Ela colocou um travesseiro embaixo, passou uma mão e começou a se masturbar, e de novo ela começou a me comer, mexia a bunda dela pra cima e pra baixo. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas quando ela começou a ter outro orgasmo, eu acelerei meus movimentos e enchi o cu dela de porra. Ficamos um tempo assim, com meus movimentos lentos e meu pau dentro, eu agora curtindo aquela sensação gostosa até que ele murchou e eu saí, me deitando ao lado dela e selando tudo com um beijo.
Ficamos um tempão deitados na cama fumando, e daí a pouco ela começou a acariciar meu pau de novo, e eu retribuí o favor tocando a pussy dela. Depois ela foi pro meu pau, chupou até ele ficar pronto, e eu fui até a pussy dela e comecei a chupar de novo igual louco, e ela me guiando com a mão na cabeça. Quando ela ficou pronta, me puxou pra cima dela, que estava deitada, e eu a penetrei, começando outra sessão de sexo, nos beijando igual loucos e chupando os peitos dela até os dois gozarmos — ela primeiro e eu depois, fora, soltando a pouca porra que me restava.
Levantamos, ela teve que lavar os lençóis porque estavam cheios de evidência. Terminamos meio tarde e, depois de arrumar tudo, fomos dormir cada um na sua cama.
No outro dia, acordei todo animado porque senti alguém pegando no meu pau, e era ela, que disse: "Oi, docinho, bom dia", e na sequência me fez um boquete lindo. boquete que gozo na boca dela, ela engole a porra toda e fala "já tomei café", gostosa. aí ela me avisa que eles já estavam a caminho de Funes.
O fim de semana foi foda ter ela ali e não poder fazer nada, mas já bastava a noite que a gente teve e eu sabia que aquilo não ia acabar ali. Depois continuou por um tempo, e quando dava sem arriscar nada, até que eles compraram uma casa e foram embora do bairro, e a gente foi se vendo cada vez menos. Bom, espero que você tenha gostado, porque pra mim foi a coisa mais maravilhosa que já aconteceu. Desculpa pelo textão, mas acho que vale a pena.
Eu tinha reencontrado uma ex-namorada que, naquela época, igual quando a gente namorava, mexia com minha cabeça. Essa mina, que tinha 20 anos, tinha se casado porque engravidou e, como é óbvio, isso quase sempre termina mal. Aproveitando a fossa dela, a gente acabou saindo escondido, mas ela me deixava mais vezes na mão do que eu conseguia comer ela. A gente começava a se pegar, mas nem sempre terminava transando. Ela inventava desculpas e eu ficava com uma dor do caralho nos ovos, e no máximo ela me dava um boquete ou uma punheta, ou então eu acabava pagando ou batendo uma sozinho. Eu tava louco, queria transar direito e não daquele jeito, ainda mais porque eu tinha 18 anos e nessa idade a vontade de comer alguém é maior que a de viver.
Por essa época, mudou uma família pra casa ao lado da minha: ele tinha uns 50 anos e ela 36, com três filhos pequenos, um atrás do outro. Aconteceu que nossas famílias ficaram amigas, o pessoal era muito gente boa.
Com o tempo, minha mãe contou pra ela a preocupação que tinha comigo, porque eu tava saindo com uma mina casada e ela tinha medo de o marido me pegar ou de eu me envolver de verdade e estragar minha vida, já que eu era novo e tinha uma vida inteira pela frente pra curtir. O medo de toda mãe, né.
Nós, das duas famílias, tínhamos virado muito amigos, então era super comum a gente ficar na casa deles ou na minha. Ela era uma mulher muito maneira, que sabia conversar muito bem com adolescentes.
Um dia, não sei como começou, ela me contou sobre a preocupação da minha mãe e me perguntou qual era a dessa mina. Bom, comecei a contar pra ela, falei que só queria passar um tempo gostoso e nada mais. mas não sei por que ela me deu uma virada quando já estávamos prestes a nos divertir. Ela, com um olhar de mulher, me disse: essa mina quer se separar e ficar com você porque com certeza gosta de você, mas tem o futuro garantido, larga um e pega outro, não esquece que ela tem um cara e não trabalha.
Os dias passavam e cada vez que eu me encontrava com a mina, voltava e contava pra ela, e ela me aconselhava como fazer pra conseguir transar, a gente já tinha virado grandes parceiros.
A conversa era que eu contasse primeiro de forma superficial e, com o tempo, já contava com todos os detalhes. A coisa fez com que ela começasse a me contar suas experiências sexuais e um dia ela confessou que muitas vezes ficava na vontade igual a mim, e eu perguntei: e o que você faz, uma punheta? E ela me disse: mais de uma vez eu matei a vontade com o bidê (eu achava que ela esfriava a buceta com o jato, depois de um tempo entendi o que ela tava dizendo hahaha). Isso fez com que eu começasse a olhar pra ela de outro jeito, e agora, cada vez que ela contava sobre as relações com o marido, mesmo não sendo tão específica quanto eu, já dava pra minha imaginação de punheteiro voar e eu batia uma punheta dupla.
Eles tinham uma casa de fim de semana em Funes, uma cidade perto de Rosário, então no verão a gente costumava passar semanas inteiras com eles ou com minha irmã e o namorado dela da época e amigos.
Uma sexta-feira, saí do trampo e fui pra lá, já que eles já estavam lá há uma semana com minha irmã e o namorado dela. Quando cheguei, fiquei sabendo que eles estavam voltando pra Rosário porque os caras tinham que ir pra uma festinha ou algo assim, não lembro direito, e minha irmã com o namorado também arrumaram alguma desculpa, com certeza queriam transar sossegados e lá não dava. Ou seja, eu tinha ido à toa, ia ter que voltar. Então ele se ofereceu pra levar os caras e ela ficar comigo, que ele voltava à noite, ela aceitou e a gente ficou. Aproveitei o pouco de sol que restava e depois fomos pra um Mercadinho, fazer umas compras e principalmente cerveja, já que ela gostava muito, e preparar algo pra comer entre tudo quando voltasse à noite.
O telefone fixo toca — outro não tinha, óbvio — umas nove da noite, era avisando que vinha no outro dia de manhã junto com minha irmã e o namorado dela. A gente comeu e ficou no pátio, debaixo de um telhado que também serve de churrasqueira, tomando cerveja. A noite tava muito boa, céu limpo e aquele calorzinho na medida.
Depois de umas cervejas, ela me pergunta como tô indo com a gata, e eu contei, como de costume, com luxo e detalhe, que tinha comido ela no parque, em cima do carro, uma rapidinha, já que ela tinha que voltar rápido pra casa. Do nada, ela solta: "Essas são as noites que eu gosto de entrar na piscina pelada." Eu fiquei paralisado, não sei de onde tirei coragem e falei: "Aproveita, não tem ninguém, os meninos não estão, na casa do lado não tem ninguém, do outro lado os velhinhos já dormem, e eu não conto nada, é nosso segredo." Ela me olha e diz: "Mais tu gostaria, né?" E continua: "Não sei, acho que não." Eu aproveito e falo: "Vamos jogar três mãos de truco, quem ganha escolhe." Ela responde: "Fechou." Enquanto ela embaralha, eu encho os copos. Vamos fazer curta: ganhei eu e falei: "Quero que você tome banho pelada." Ela toma um gole de cerveja, me olhando com aquela cara safada, levanta e vai pra piscina, e no caminho vai tirando a maiô inteiriça.
Meu Deus do céu, que corpo que ela tinha (ela tinha uns peitões grandes, acho que mais de 100, uma barriguinha chapada com aquela dobrinha que aparece em cima da pélvis, uma bunda redonda, um pouco caída, mas linda — não vamos esquecer que naquela época não se malhava muito e ela era mãe de três filhos, e usava aquela depilação antiga, o quadradinho em cima da buceta, já que as maiôs eram bem cavadas).
Ela entra na piscina, eu pego os dois copos, encho de novo, óbvio, tiro a minha sunga e vou pra piscina também. chego, ela tava no outro lado e faço sinal se quer mais cerveja, ela sai nadando pra mim e eu sento na borda com as pernas dentro d'água, ela sai entre minhas pernas, meu pau já tava acordando por mais que eu forçasse pra não, ela nem liga, quando sai encontra meu pau perto da cara dela, ela dá um sorriso e estica a mão pra pegar o copo, eu estico a mão, pego o copo e dou um gole, na mesma hora seguro a outra mão dela e junto com a minha faço ela agarrar meu pau e começo um movimento de masturbação lenta, ela larga o copo e mete o pau na boca. Por deus, aquela sensação da boca fresca pelo gole chupando meu pau me deixou louco, endureceu na hora, depois de umas boas chupadas ela tira, apoia na minha barriga e passa a língua nas bolas e depois volta a meter na boca. Eu pulo na água e a gente se funde num beijo profundo, descarregando toda minha tesão da história dela mais a minha, não sabia se pegava nos peitos ou na bunda primeiro. Ela se afasta, encosta na borda da piscina de costas pra mim, arqueando e jogando a raba pra fora, eu meto, que delícia, a buceta bem quentinha, ficamos um tempão metendo e tirando, ela fazia gemidos baixinhos que foram aumentando, num momento ela me separa e fala vem, quando começou a subir a escada eu paro ela e chupo a bunda e a buceta, tinha uma mistura de lubrificação com cloro da piscina. Saímos os dois e ela, segurando meu pau, me leva até a mesa, vira e chupa meu pau de novo, depois se vira e oferece toda a raba, eu começo a beijar desde a nuca, apoiando ela, e ela mexia a bunda de um lado pro outro, sigo pelas costas e termino chupando a bunda e a buceta, ela gemia igual louca jogando a bunda pra trás e com a outra mão segurava minha cabeça e empurrava contra a raba, acho que teve o primeiro orgasmo, depois me tirou e falou bota, e eu boto. atrás ela se deita sobre a mesa me oferecendo toda a sua buceta e culo. eu coloco e, me segurando na cintura dela, comecei a meter até o fundo e de vez em quando tirava e depois enfiava de novo. ela gemia igual uma louca, dava pra ver que tava adorando, se agarrava na mesa e quando eu empurrava pra dentro, ela empurrava no sentido contrário pra enfiar bem até o fundo. depois ela me faz gozar e, dando umas chupadinhas, se deita sobre a mesa, mas de costas dessa vez. eu beijo ela e desço pra chupar aqueles peitos lindos e continuo descendo pra devorar aquela buceta preciosa. é algo que me deixa louco, chupar buceta. ela me diz "coloca, coloca" e aí mesmo me faz uma ressalva: "não goza dentro". olho pra ela e enfio, enquanto eu metia e tirava, curtindo aquela buceta linda e suculenta. ela se massageava o clitóris, começa a gemer cada vez mais forte e aumenta o ritmo com a mão e mexia o corpo igual uma louca. eu seguro ela pelas pernas e, puxando pra mim, comecei a bombar cada vez mais forte até que ela me diz "não para que eu vou gozar" e vejo que ela tem um orgasmo de louca. eu, ao ver isso, não aguentei mais e quando tava prestes a gozar, tiro e descarrego todo meu gozo banhando toda a barriga, peitos e cara dela, e caí exausto em cima dela. assim ficamos um tempo nos beijando, com a sensação gostosa do meu pau tocando a buceta dela. nos recuperamos e fomos tomar banho na piscina.
Depois fomos pro quarto e ela me joga na cama e, montando em cima de mim, começamos a nos beijar. ela começa a beijar minhas orelhas, depois o pescoço, vai descendo beijando meus mamilos, passando pela minha barriga, quando chegou no meu pau já tava duro igual um ferro e ela coloca na boca e começa com um movimento de baixo pra cima, engolindo ele todo, molhando com bastante saliva. depois desce e começa a passar a língua pelos testículos e entre as pernas e com uma mão me punheta. continuou descendo e chegou no meu cu. eu já não... Eu aguentava mais, tinha sensações de todo tipo. Nunca tinha recebido um oral assim. Ela sobe até o pau e continua chupando. Num momento, ela fala: "Que amigo lindo que você tem". Continua chupando, depois me faz virar e volta a beijar desde a nuca, passando pelas minhas costas até chegar na minha bunda. Ela abre meus glúteos e começa a chupar meu cu. Eu não sabia o que fazer, mas me entreguei pra aproveitar aquele prazer que ela me dava (meu limite era o cuzinho, óbvio). Ela continua descendo e levantando minha cintura, começa a beijar minhas bolas. Ela se vira e chega no meu pau de novo. Nisso tudo, eu já tava de quatro e ela embaixo. Não aguentei mais, então saí pro lado e ela se acomodou bem na cama. Eu fiz o mesmo. Comecei a beijar ela, passando pelos peitos dela, descendo pela barriga até chegar na buceta dela, já bem molhada. Me encarreguei de brincar com o clitóris dela e enfiava minha língua na buceta dela, brincando com os dedos. Ela gemia e com uma mão apertava os próprios peitos, com a outra apoiada na minha cabeça me guiando. Ela se virou e eu chupei aquela bunda impressionante. Depois comecei a subir até que minha pica tava na altura da raba dela. Ela levantou a raba e meu pau procurou o buraco. Quando encontrou, entrou naquele mundo maravilhoso, quentinho e molhado. Ela fazia movimentos subindo e descendo a raba. Eu tinha ficado quieto, aproveitando aquela sensação nova. Depois comecei a acompanhar o movimento. Aí nos inclinamos pro lado e ela levantou uma perna, continuamos comendo de lado. Ela continuava gemendo igual uma louca. Depois ela saiu de cima e sentou em cima de mim. Eu aproveitava como ela curtia com a pica toda pra dentro. Ela se movia pra frente e pra trás, depois subia e descia. Depois tirava e esfregava no clitóris pra enfiar de novo. Eu tava aproveitando, como falei, vendo como ela curtia, gemendo de olhos fechados. Eu levantava a cabeça e chupava os peitos dela. Ela não aguentou mais e acelerou o ritmo até soltar um orgasmo doido, gritando. Foi diminuindo o ritmo. sempre de olho fechado e agora ela mordia os lábios até que se jogou em cima de mim e começamos a nos beijar igual loucos. Quando ela se recuperou, disse: "quero que você meta no meu cu e encha de porra". Eu, meio sem jeito porque só tinha transado pela pussy, fui por trás e ela me guiou, enfiando devagar até entrar tudo. Eu sentia uma sensação estranha e nova, que por sorte era maravilhosa, então comecei a bombar, primeiro devagar e depois, com a ajuda dela, mais forte, e de estar de quatro ela acabou deitada sobre mim.
Ela colocou um travesseiro embaixo, passou uma mão e começou a se masturbar, e de novo ela começou a me comer, mexia a bunda dela pra cima e pra baixo. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas quando ela começou a ter outro orgasmo, eu acelerei meus movimentos e enchi o cu dela de porra. Ficamos um tempo assim, com meus movimentos lentos e meu pau dentro, eu agora curtindo aquela sensação gostosa até que ele murchou e eu saí, me deitando ao lado dela e selando tudo com um beijo.
Ficamos um tempão deitados na cama fumando, e daí a pouco ela começou a acariciar meu pau de novo, e eu retribuí o favor tocando a pussy dela. Depois ela foi pro meu pau, chupou até ele ficar pronto, e eu fui até a pussy dela e comecei a chupar de novo igual louco, e ela me guiando com a mão na cabeça. Quando ela ficou pronta, me puxou pra cima dela, que estava deitada, e eu a penetrei, começando outra sessão de sexo, nos beijando igual loucos e chupando os peitos dela até os dois gozarmos — ela primeiro e eu depois, fora, soltando a pouca porra que me restava.
Levantamos, ela teve que lavar os lençóis porque estavam cheios de evidência. Terminamos meio tarde e, depois de arrumar tudo, fomos dormir cada um na sua cama.
No outro dia, acordei todo animado porque senti alguém pegando no meu pau, e era ela, que disse: "Oi, docinho, bom dia", e na sequência me fez um boquete lindo. boquete que gozo na boca dela, ela engole a porra toda e fala "já tomei café", gostosa. aí ela me avisa que eles já estavam a caminho de Funes.
O fim de semana foi foda ter ela ali e não poder fazer nada, mas já bastava a noite que a gente teve e eu sabia que aquilo não ia acabar ali. Depois continuou por um tempo, e quando dava sem arriscar nada, até que eles compraram uma casa e foram embora do bairro, e a gente foi se vendo cada vez menos. Bom, espero que você tenha gostado, porque pra mim foi a coisa mais maravilhosa que já aconteceu. Desculpa pelo textão, mas acho que vale a pena.
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