CHEGA DE SOLIDÃO .
(SEGUNDA PARTE DE "NOSSA SOLIDÃO NOS TRAI").
Essa história continua detalhando a relação de uma irmã e seu irmão, de brincadeiras eróticas infantis a um desfecho ardente e apaixonado.
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As semanas passaram e o Natal chegou. Passamos a véspera de Natal na casa dos meus pais, felizes porque a mamãe estava tranquila e um pouco recuperada do peso. A quimioterapia foi adiada e os cuidados médicos diminuíram. Voltamos em janeiro para nossa casa para nos preparar para enfrentar algumas mudanças na nossa rotina.
Enquanto eu lutava para entender as funções da câmera digital e conseguir programá-la do meu jeito, Sandra tomava um banho demorado. Ao sair, usava um moletom cinza quase branco, uma blusa folgada azul-claro e o cabelo ainda molhado, que escovava cuidadosamente.
— Me dá vergonha admitir, mas acho que já preciso de outro corte.
— Pra que você quer o cabelo tão curto? Assim tá bonito, ou é que você quer mudar o visual? — respondi quase automaticamente, sem parar de lutar com o menu da câmera, afinal, tinha visto ela lutando com a cabeleira.
— Não, idiota, tô falando... do meu outro cabelo.
Levantei o olhar pra confirmar se entendia o que ela dizia e notei como ela corava ao me ver, percebi o nervosismo e o olhar safado.
— Na verdade, com a correria que tô, tô com os pelos muito compridos e me sinto meio desconfortável, já me acostumei a ter eles sob controle.
— A gente tem o mesmo trato de antes? — perguntei animado.
— Acho que sim, só se você achar ruim.
— Se você não acha ruim, por mim tá de boa.
Sandra entrou no quarto dela enquanto eu fingia continuar mexendo na câmera, a verdade é que tava super excitado só de pensar em repetir aquele momento inesquecível.
Sandra saiu com a maleta na mão e colocou a toalha sobre a poltrona adorável da sala, que agora era meu lugar favorito.
— Agora é minha vez de ser a Primeiro, da última vez você foi minha cobaia.
Dito isso, ela se aproximou do sofá, me entregou a maletinha e se preparou para sentar. Bem antes de fazer isso, abaixou a calça junto com a calcinha, agora preta, e pude notar aquela linda pelagem. Realmente, estava comprida, embora menos que da primeira vez, e bem bagunçada, como se tivesse sido remexida momentos antes. A buceta dela me hipnotizava, era linda, levemente peluda, parecia tão inchada quanto virginal, só que dessa vez não estava tão molhada, mal brilhava seu belo negrume com o reflexo da luz da sala.
— Sério, seu pelo cresceu mesmo.
— Fica feio?
— Não, só me surpreende a velocidade que cresce.
— Você gosta que cresça rápido ou estou enganada?
— Claro que sim, assim posso aparar com mais frequência.
Aproveitei para arrumar a buceta dela com toda paciência e calma, e quando terminei de limpar com uma toalhinha, Sandra se levantou, virou e se ajoelhou no sofá.
— Não esquece de depilar minha tiny ass.
As nádegas dela estavam ligeiramente mais carnudas que antes, igualmente brancas, mas, pra minha tristeza, quase sem pelo.
— Quase não tem pelo na bunda — respondi num tom desanimado.
— Olha direito, não tenho pressa.
Me animei na hora, queria dizer que ela me deixava percorrer à vontade, tocar no cu dela e, às vezes, na buceta. De repente, enquanto ela se inclinava mais para baixo, a bunda dela se erguia mais na minha direção. Foi então que notei um líquido brilhante saindo da buceta virgem dela, escorria como um fio de mel, lento e meio grosso, descendo aos poucos pela gravidade. Sem pensar, capturei ele de volta ao lugar de origem, acariciando a buceta dela para tirar o excesso. Mal toquei, Sandra estremeceu e começou a tremer.
Sem reclamação aparente nem resistência, voltei a roçar os lábios dela como se extraísse o fluido de novo. Sandra tremeu novamente e, sem Com mais discrição, comecei a acariciá-lo com todo cuidado para não parecer óbvio nem grosseiro.
Mal roçava o comprimento de dois dos meus dedos, percorrendo horizontalmente a buceta dela, quando Sandra teve um espasmo.
— Se eu estiver te incomodando, me fala e...
Sandra continuava muda, o corpo dela se movia pra lá e pra cá como exigindo que eu continuasse aquele roçar delicioso. Incomodava porque a blusa dela quase escondia a vista mais linda do mundo, então levantei com a mão esquerda a peça até deixar visível a cintura e a bunda toda. Nesse processo, também rocei a pele das costas dela, macia e lisinha, embora mais firme que o resto que eu tocava.
Passei minha mão direita por baixo em direção à buceta dela, num caminho totalmente às cegas. Mal acariciei o clitóris dela, disparou um espasmo forte acompanhado de um orgasmo rápido. Sequei tudo e acariciei por último a bunda dela, as coxas e baguncei um pouco a buceta aparada que ainda estava invisível pelo lado da frente.
— Pronto, Sandra, terminei.
Sandra continuava imóvel, mesmo eu me levantando para trocar de lado. Aos poucos ela se mexeu, pegou a toalhinha e limpou um pouco a umidade que tinha encharcado a área toda. Virou-se, ficou de pé e me deu um sorriso nervoso, estava vermelha que nem tomate.
Ela se vestiu, trocamos de lugar e foi minha vez. Esperava que ela também abusasse um pouco, mas não fez isso. Acariciou meu pau procurando pelos e fingiu cortar alguns enquanto segurava ele totalmente duro. Quando virei e mostrei minha bunda, ela acariciou com carinho, como reconhecendo cada milímetro, e uns minutos depois, passou a mão por baixo das minhas pernas e segurou meu pau totalmente ereto. Acariciou sem pressa, secou umas gotas que saíam dele esfregando contra o tronco comprido. Acariciou minhas bolas e voltou pra bunda. Minutos depois, terminou.
Mal voltamos ao normal, Sandra foi pro chuveiro de novo. Assim que terminou, saiu e parou na minha frente com a mesma roupa.
— Ficou linda e limpinha, você é um expert.
Passaram-se Vários dias se passaram e eu achei que precisariam passar muitos mais pra repetir o corte. Como eu estava enganado. Lá pelo décimo dia do evento inesquecível, eu tava cochilando na minha cama umas 11 da noite quando senti alguém sentar na beirada. Surpreso, reconheci na penumbra a silhueta da Sandra.
— Tá bem?
— Tô.
— Então...?
— Posso deitar do teu lado?
— Bora, deita então, eu já tava quase dormindo.
Intrigado, fechei os olhos e fingi dormir enquanto Sandra se deitava do meu lado, mas na verdade tava na expectativa do que podia rolar. Não aconteceu nada, apaguei tarde e acordei lá pelas dez da manhã; sorte que era domingo.
Meio sonolento e cambaleando, procurei a Sandra e encontrei ela na minicozinha, lavando umas frutas. Tava usando uma daquelas blusas curtas que chamam de cropped, era branca, e também um shortinho bem pequeno e justo da mesma cor, que transparentava mostrando o biquíni pequenininho por baixo, também branco.
Cheguei perto dela um pouco mais acordado e fingi que ainda tava meio grogue e sonolento. Abracei ela por trás e coloquei minhas mãos na cintura dela, apoiei minha bochecha esquerda na nuca dela e falei imitando quem tá meio dormindo.
— Dormiu bem?
— Dormi.
— O que rolou ontem à noite? Tava se sentindo mal?
— Tava me sentindo meio estranha. Na verdade, ainda tô assim.
— Quer ir num médico?
— Não, não precisa, não tô sentindo dor nenhuma.
— Talvez seja uma gripe chegando, sabe como é, o corpo fica estranho um pouco antes de bater.
— Não é isso.
Endireitei a cabeça sem soltar a cintura dela, enquanto pensava no que ela queria dizer. Sandra parou o que tava fazendo e ficou como se tivesse paralisada.
— Tá preocupada com a mãe? Se quiser, liga pra ela que fica mais tranquila.
— Não, Toño... só queria ficar perto de você.
Sem mais, entendi que depois da nossa safadeza erótica, nós dois queríamos ficar perto, nos tocar e reviver aquela magia entre a gente, mas... como fazer isso? Quem daria o primeiro passo nesse novo caminho? Quando seria?
Sem pensar muito, acariciei levemente sua cintura e percorri sua barriga, brincando com seu umbigo nu sem poder vê-lo, já que estava de costas pra mim. As mãos dela pousaram nas minhas, me acariciavam, me mimavam. Apoiei de novo minha cabeça na nuca dela e curti acariciar sua barriga, mas não ousei fazer mais nada. Seu perfume me encanta, é suave mas delicioso.
Ficamos assim por um momento interminável quando decidi soltá-la para acariciar seu cabelo. Despenteie ela como sempre fazia, brincando, beijei sua bochecha docemente e a abracei mais forte que antes, beijando de brincadeira sua bochecha. Ao olhar pra baixo, notei a parte de cima dos peitos dela, desenhando aquela separação linda entre eles, percebi que ela não usava sutiã, mas não consegui ver mais nada.
Finalmente, pensei que ela estava envergonhada e a soltei, me afastei e me apoiei de costas no balcão, ao lado dela. Ela me olhou e sorriu, corando de novo. Sorriu de novo e me abraçou, apoiando a cabeça no meu ombro. Não posso negar que amo minha irmã, não por ser mulher, mas por ser como é, por ser tão linda e sempre preocupada comigo.
Enquanto me abraçava, segurei sua cintura de novo e comecei a acariciar suas costas pra corresponder ao abraço. De repente, e pra não variar, senti a mão direita dela acariciar meu short na altura do meu pau. Conforme me tocava, o pequeno adormecido acordava. Sentia sua carícia desajeitada por cima do short e da cueca, como se tentasse acordá-lo. Depois de um momento, ela continuava a carícia enquanto eu endurecia irremediavelmente.
Concentrada na tarefa, continuava colada no meu peito sem se mexer, dura que nem uma tábua, só a mão dela parecia viva. Finalmente me animei, com a mão esquerda peguei a mão direita dela, guiei até meu umbigo e pedi sem falar uma carícia na minha barriga. Assim que ela entendeu e eu soltei, a mão dela percorreu minha barriga e meu peito, escondida debaixo da minha camiseta também branca. Parou nos meus mamilos, agora bem... excitados e os roçou como confirmando a ereção dele. Desci até meu umbigo e novamente segurei aquela mão deliciosamente safada.
Sem mais, a levei até meu umbigo e continuamos descendo até chegar no elástico do meu short. Notei que ela tentou passar dele e seguir em direção ao pau quando a parei. Com meus dedos apertando a mão dela, levantei o elástico do meu short e da cueca e guiei a mão dela um pouco mais para baixo. Soltei ela enquanto ela seguia sozinha o caminho dentro das minhas roupas. Ela acariciou meus pelos pubianos e chegou ao destino. Pegou meu pau na mão quente dela e começou a tentar acariciar. A roupa atrapalhava os movimentos, então, sem pensar, peguei os dois lados do meu short e da cueca e abaixei só o suficiente para liberar meu pau ereto, segurado por aquela mão tão delicada.
Agora livre, ela o manipulava num sobe e desce pelo tronco, devagar. Notei como a excitação dela aumentava, mas ela continuava quase totalmente rígida. Minhas mãos ociosas voltaram para a cintura dela e para as carícias nas costas. Subi quase até a nuca dela num carinho que me excitava tanto quanto a ela, as costas dela estavam praticamente nuas, mas como ela apoiava o peito no meu, os peitos continuavam invisíveis.
Agora ela pegava meu pau com as duas mãos, virou a cabeça para olhar para baixo e observar como os dedos dela percorriam inquietos aquele pedaço de carne ereto. Aos poucos foi ganhando coragem e se afastou do meu peito para manusear as mãos com mais destreza. Ao fazer isso, vi o desenho dos mamilos dela eretos por baixo da blusa semitransparente, vi o formato dos peitos dela e até a barriga. O silêncio era lindo, o ambiente carregado de erotismo e a luz clara o suficiente para ver o menor detalhe.
Ela se afastou ainda mais de mim, soltou a mão esquerda e me olhou com a boca um pouco aberta, fechou e engoliu um longo gole de saliva. Inclinei a cabeça e beijei a testa dela. A massagem dela já era uma punheta suave, mas Sandra estava muito mais quente do que eu. Segurei os ombros dela suavemente e pressionei para baixo, ela Ela resistiu um pouco até que entendeu. Agachou com o rosto na altura do meu pau e observou cada detalhe da punheta. De novo, abriu ligeiramente a boca e notei o olhar excitado dela. Tava como hipnotizada.
Terminei de baixar meu short e cueca até caírem no chão. Coloquei minha mão na cabeça dela de novo e aproximei do meu pau. A reação foi imediata, a língua dela tocava timidamente meu pau, o tronco e a cabeça, como procurando um gosto novo, uma área desconhecida. Logo depois, chupava meu palito de cima a baixo, percorria em círculos a cabeça, até que meteu na boca dela. Dava pra sentir a sucção da boca dela na minha cabeça, o interior tão úmido e quente, tão gostoso.
Finalmente se animou e começou a chupar mais fundo até chegar no limite dela. Absorto naquela delícia, de repente notei o decote dela, dava pra ver mais dos peitos dela mas não o suficiente. Segurei a parte de trás da cabeça dela e acariciei o cabelo. Enquanto ela chupava atrapalhada, eu bagunçava a mecha dela. Os dentes dela machucavam um pouco, então sussurrando pedi pra chupar como um picolé. Sandra obedeceu enquanto eu lutava pra não gozar na boca dela.
Anunciei que tava gozando bem baixinho, tentei afastar a cabeça dela com a mão mas não consegui. Descarreguei todo meu gozo na boca dela, mal e mal conseguiu engolir sem se engasgar, devorou todo meu sêmen, chupou e limpou até o último rastro antes de terminar. Eu começava a sentir cócegas quando ela se levantou. Me abraçou um tempão e depois me mandou pro banheiro tomar banho e vestir meu moletom novo.
Ao sair, uma salada de frutas tava na mesa e a porta do quarto dela fechada.
Trabalhamos aquela semana sem tocar no assunto. Decidi deixar ela quieta um tempo, dar o espaço dela e não pressionar. Mamãe ficou grave e nós dois fomos vê-la. Ao chegar, meu pai chorava na sala de espera do hospital, na companhia das minhas tias e primos, mamãe acabava de falecer.
Terminamos os trâmites, enterramos mamãe e lutamos pra levar papai um tempo conosco. Não conseguimos convencê-lo, mas ele deixou minha tia Lola cuidar dele por um tempo. O jeito bonito e alegre dele ajudou meu pai a se recuperar mais rápido, só brigavam pela comida, o tempero era obviamente bem diferente.
Quando cheguei em casa, a rotina, probleminhas nos negócios e, pra variar, a luz cortada, esqueci de pagar a conta por causa da correria da viagem. Procuramos umas velas aromáticas que estavam por ali e acendemos, distribuindo elas estrategicamente. Uma no banheiro, outra na sala e mais uma na cozinha. Mal iluminavam o suficiente pra evitar tropeçar.
Sem TV, música e com os quartos escuros, não deu pra desfazer as malas. Saímos pra comer uns tacos al pastor e depois compramos mais velas, uma lanterna e um lampião.
Voltamos e distribuímos as velas e o lampião, deixando a lanterna de reserva. Desabamos no sofá e rimos do ridículo da situação. Tomei banho e pouco depois a Sandra também tomou. Quando saiu, ela secava o cabelo na toalha enquanto usava uma blusa comprida que batia no meio da coxa, parecia rosa mas não dava pra ver direito. Tinha um decote grande em "V" e era sem mangas. As coxas dela chamavam minha atenção, fortes e torneadas, pareciam um pouco menos brancas que o resto do corpo, exceto os braços.
Ela andou até o lado da sala e parou na minha frente. Enquanto secava o cabelo, reparei como a blusa ficava meio transparente por causa do lampião na mesa da sala, que estava bem atrás dela. Como era a única luz forte do lugar, deixava ver a silhueta escultural dela desenhada por baixo da roupa. Fiquei hipnotizado, e a Sandra parece que nem notou.
Ela pulou e caiu bem do meu lado, em pé no sofá, se ajoelhou e me abraçou, me dando um beijo na bochecha.
― Tá com saudade do seu cabo, né…
Eu concordei com a cabeça, sorrindo levemente. Ela se levantou e foi pra cozinha. Eu segui pra tentar conversar, mas logo percebi que a vela da cozinha tinha apagado. Procurei uns fósforos pra acender ela de novo e quando voltei, dei pra Sandra. A caixinha caiu e alguns fósforos se espalharam. Sandra se agachou e começou a catar eles enquanto eu acendia a vela com um isqueiro que a gente usava pra acender os queimadores do fogão. Quando ela se levantou, notei que na blusa da Sandra, os biquinhos dos peitos dela estavam durinhos, ela me pegou olhando e ficou vermelha. Sem pensar duas vezes, cheguei mais perto, olhei pra ela e puxei levemente a gola da blusa na minha direção, espiei lá dentro e pude admirar sossegado aquele par lindo de peitos carnudos e nus.
Os biquinhos dela incharam mais um pouco enquanto ela me observava atenta. Com medo de ir além, só soltei a gola e suspirei. Sandra, toda vermelha, talvez por causa da luz da vela, se virou e pegou um prato como se fosse lavar ele. Fiquei atrás dela e repeti a brincadeira, dessa vez levantando a blusa dela por trás pra ver o biquíni dela caído no meio da bunda. Sem conseguir evitar, com a esquerda puxei um pouco a beirada fina e macia do biquíni que mal cobria a metade da bunda linda dela. O movimento deixou eu ver de boa a parte de cima da bunda dela, então, ousado, meti a mão direita seguindo o contorno das duas curvas.
Sem se virar, Sandra pegou a blusa dela e segurou pra deixar eu ver a bunda dela sem precisar segurar o biquíni. Meti as duas mãos na hora, uma em cada nádega, acariciei elas todas sem abaixar a peça pequenininha. Ajoelhei atrás dela e dessa vez meti as mãos por baixo do biquíni, pegando os dois pedaços de carne que eu percorria sem parar.
Ficava olhando como o biquíni branco minúsculo marcava os limites na diagonal na bunda dela, bem no meio dela. Com certeza tava uma delícia e muito sensual.
Abaihei o biquíni dela até o chão e fiquei acariciando a bunda dela e a parte de trás das coxas por um tempo. A buceta dela quase não dava pra ver naquela posição, mas eu apostava que tava toda molhada. Levantei e peguei a biquíni pegando como troféu, baixei a blusa dela escondendo a bunda até a Sandra ficar normal e voltei pro sofá.
A gente bateu um papo sobre coisas legais e, como se nada tivesse acontecido, ela andava pela casa só de blusa. Dormimos e, quando acordei, levantei correndo por causa do horário. A Sandra tava servindo uns ovos estrelados com bacon na mesa e notei que ela usava a mesma blusa. Curioso, cheguei perto e levantei a blusa dela. Sandra virou e me sorriu, ainda tava pelada por baixo da blusa.
Fomos pagar a conta de luz, mas a religação ia demorar mais um dia. Naquela noite, enquanto a gente conversava no quintal, iluminados pela lua, o frio nos pegou e a gente se refugiou no sofá. Continuamos zoando se eu devolvia o biquíni dela ou se guardava como troféu. Fiquei com a segunda opção. Pouco depois, explorei a geladeira pra ver se pegava um bife à milanesa, uma sobremesa, mas vi com tristeza que tava na hora de reabastecer e, desiludido, fui pro meu quarto. Mal fechei a porta, me despi e deitei de bruços, precisava descansar. Quase na hora apaguei, até que de madrugada, ao virar, senti companhia. Era minha irmã, dormindo tranquilamente do meu lado, completamente pelada igual a mim.
Acariciei o rosto dela e ela acordou, me sorriu e me beijou na bochecha. Virou e ficou de quatro na cama, repetindo os beijinhos safados na minha bochecha. Mal dava pra enxergar ela, então virei e lembrei que não podia ligar o abajur do criado-mudo, a gente tava sem luz. Malandra, ela riu safada e me estendeu a lanterna. Acendi e coloquei no criado-mudo apontando pro lado oposto da gente, a contraluz me revelou uma irmã gostosa pra caralho. Nessa posição doida, os peitos dela pendiam, mostrando o perfil lindo, os ombros e, principalmente, a figura da bunda dela sobressaindo, imponente. Ela engatinhou um pouco e, como uma gatinha tomando leite, pegou meu pau dormindo com a boca. Sem ajuda das mãos, continuou o trabalho cuidadoso de acordar ele. Enquanto eu observava... a cabeça dela subindo e descendo e a boca devorando meu pau, eu também olhava aquele par de peitos balançando com certa firmeza. Com a direita, acariciei a bunda soberba dela e puxei um pouco, enquanto sentia o efeito delicioso do boquete. Sem esperar, ela parou:
― A partir de hoje, maninho, você vai deixar eu comer ele quando precisar. Quero chupar, extrair essa porra gostosa, quero ele na minha boca, entendeu?
― Sim, maninha, é só seu, come quando quiser.
― Sim, maninho, adoro chupar ele pra você.
Ela voltou ao boquete enquanto eu percorria a bunda enorme dela.
― Cê gosta da minha raba, maninho? Pega, é sua, só sua, pra você comer quando quiser. – nessa hora, ela se ajeitou e a gente fez um 69 com ela por cima.
Terminei de ajeitar ela e comecei a chupar a buceta dela com passes suaves da minha língua. Sandra parou e ficou imóvel enquanto eu a comia. A excitação dela só aumentava.
― Que gostoso… ohhhh. Me come, maninho, me come, me come, hoje à noite não tem limites, me devora.
Enquanto ela curtia enquanto eu comia a buceta dela, eu descansava meu pau, queria aguentar a noite toda. Com um par de tapinhas leves e um puxão, pedi pra ela virar, aproximei o rosto dela do meu e me agarrei num dos peitos dela, chupava, mordiscava e apertava nas minhas mãos, trocava de peito e repetia a operação. Nisso, Sandra se coloca em cima do meu pau e começa a roçar ele com a vagina já toda molhada.
Dava pra ouvir o estalo do vai e vem roçando meu pau molhado pelos fluidos dela, soltei os peitos dela e deixei ela curtir essa sensação gostosa pra nós dois. Via o rosto lindo dela, a boca bem aberta, os olhos fechados, os peitos carnudos balançando no vai e vem, a bunda sentada no meu pau, indo e vindo deslizando no meu pau deitado, quase a ponto de explodir.
Parei ela e pedi pra fazer a mesma coisa, mas de costas pra mim. Ela obedeceu e eu apreciava como as costas dela terminavam nas curvas do quadril, como a bunda dela acariciava meu pau. Com medo de gozar, a gente diminuiu o ritmo. até que ela se deitou ao meu lado. Era minha vez. Desci e abri as pernas dela, me posicionei no meio e comecei a chupar aquela buceta ensopada. Quase na hora ela gozou na minha cara e, sem me abalar, continuei chupando. Sandra vibrava de prazer e isso me excitava ainda mais, quando finalmente senti ela muito quente, quase fora de controle, me aproximei e me preparei para pegá-la pela primeira vez. Assim que sentiu meu pau roçar nos lábios dela, igual ela fazia comigo momentos antes, ela abriu os olhos assustada e me encarou preocupada. Continuei roçando devagar para não gozar, ela me olhava.
— Não, irmãozinho, não. — repetia bem baixinho sem tirar o olhar de mim
— Sou virgem. Chupa, aproveita, mas não enfia.
Quanto mais ela implorava, mais me excitava, o corpo dela obedecia aos meus carinhos em vez de me parar, parecia que ela queria, mas ao mesmo tempo tinha medo.
— Não, irmãozinho, vai doer…
Me decidi e enfiei a ponta até encontrar resistência, a excitação era total. Sandra pedia para eu não fazer e o corpo dela empurrava para ser penetrada. Ela se mexia, deslizando meu pau para dentro e para fora só um pouquinho, parecia estar gostando, desejando com tudo, o dilema moral a traía, a decisão era minha.
— Não, irmãozinho… aaaahhh
— Só aproveita minha bucetinha… assim, assim… aaahhh
— Tô queimando, quente, escorrendo… adoro
Mal terminou a frase, empurrei forte de uma vez, penetrando até a metade. Sandra gritou de dor e susto e começou a chorar um pouco, enquanto eu me acalmava sem tirar a vantagem conquistada. Sentia o interior dela queimando, talvez pelo sangue que vinha.
— Nãooo, por favor, irmãozinho… nãooo, sou virgem.
Me animei e empurrei de novo. Dessa vez ela resistiu um pouco e então fui até o fundo. Dava pra ver meu pau sumir totalmente naquela buceta bem aparada, depilada e ensopada. Via as pernas dela abertas, minhas bolas batendo na buceta dela, meus pelos roçando nos dela, unidos num monte comum. Me inclinei Um pouco pra frente, sem mover meu pau um milímetro.
Sandra chorava baixinho, interrompida por espasmos de dor e prazer. O rosto dela virado de lado não me olhava, as bochechas cheias de lágrimas me hipnotizavam e eu duvidei se era um monstro. Assim que ela se acalmou um pouco, recuei até quase sair e voltei a entrar fundo. O choro parou e virou gemidinhos, as pernas e a barriga dela estavam tensas, a dor contraiu tudo. Eu observava meu pau entrando e saindo naquela buceta e notei que tava encharcado de um vermelho transparente, quase invisível, continuei devagar.
Sandra relaxou um pouco e ficou em silêncio, comecei a aumentar a velocidade e a profundidade das minhas estocadas, agora ouvia o som das minhas bolas batendo na buceta dela e acelerei.
— Ahhh…
— Já não importa, maninho… ahhhh
— Só me fode… assim, assim… aaahhhh
A mudança dela me animou e eu curtia o cenário. Minha irmã, toda uma mulher, linda, gostosa, estreava como mulher, meu pau penetrava ela, o corpo dela tremia enquanto recebia o impacto das investidas. A buceta virgem dela agora era minha, me pertencia, eu podia comer e penetrar quando quisesse.
— Me fode, maninho… assim, assim… me fode, mete, assim, assim.
Perto de gozar, parei, saí dela pensando que ela ia me atacar agora que tinha chance, já que eu peguei ela sem consentimento. Me deitei na dúvida, ela me olhou e me beijou longamente, acariciando meu rosto. Com a mão, acariciou meu pau, mantendo ele duro, como se esperasse mais ação.
— Te machuquei? Não consegui resistir…
— Eu sei, não me fez mal nenhum, nada que você pudesse evitar, só… só me fez virar mulher, sua, só pra você.
Sandra descansou um pouco e depois montou em mim, roçava a buceta no meu pau como antes, assustada e impressionada com a cor avermelhada dos fluidos dela. Logo minha ereção voltou, Sandra curtia, o clitóris dela raspava no meu pau e excitava ela demais, até que, finalmente, ajudada pela Mano, ele enfiou na buceta dela e desceu o corpo até que os lábios dela devoraram completamente meu pau. Descansei um pouco, curtindo aquela sensação nova. O rosto dela olhava pro teto, a boca totalmente aberta, as coxas dela deitadas sobre mim eram lindas, a cintura, os peitos, tudo era lindo. Ela começou a rebolhar em círculos, a subir e descer até a gente voltar a foder num ritmo gostoso. Sentia como batia no fundo dela, como ela curtia, sem escola, sem mestres, se mexia por instinto, me montava como toda uma expert, definitivamente curtia tanto quanto eu.
De repente, senti que ia gozar, tentei avisar ela sem sucesso, segurei a cintura dela e gozei dentro. Quase na hora ela gozou e apertou com as pernas pra aproveitar mais o orgasmo dela.
Ela se deitou do meu lado e dormiu exausta. De manhã, a luz do amanhecer me mostrou a Sandra totalmente nua e de bruços, despenteada e linda. O lençol mal mostrava sinais de sangue, diferente do meu pau cheio dele.
Enquanto beijava a bochecha dela, decidi tomar banho. Mal entrei na água quando a Sandra entrou, abriu a cortina e me beijou. A gente tomou banho em silêncio, nos ensaboamos e eu limpei a buceta dela, esfregava de leve fazendo um pouco de água avermelhada escorrer pro ralo. Ela lavou meu pau e terminou de me banhar como uma mãe cuidadosa que limpa o filho pequeno.
Enquanto terminava, ela pegou meu pau e me deu um boquete delicioso. Ao nos secar, nos abraçamos e saímos nus pros nossos quartos. Mal me vesti, encontrei ela na cozinha, ela tava radiante, linda.
— Não vou trabalhar por uns dias, quero me cuidar um pouco do sangramento e…
— Não precisa explicar, se cuida, volto logo.
Sem me dar tempo, ela abaixou meu zíper, desabotoou meu cinto, desabotoou a calça jeans e começou outro boquete delicioso, devorando dessa vez, todo meu gozo.
Minha irmã agora era minha mulher, minha mina, minha amante, minha parceira e ela sabia disso tão bem quanto eu. A partir de então a gente dorme junto, transa direto e continua com nossos cortes de cabelo. Se essa felicidade é incesto, não tô nem aí.
Chega de solidão.
(SEGUNDA PARTE DE "NOSSA SOLIDÃO NOS TRAI").
Essa história continua detalhando a relação de uma irmã e seu irmão, de brincadeiras eróticas infantis a um desfecho ardente e apaixonado.
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As semanas passaram e o Natal chegou. Passamos a véspera de Natal na casa dos meus pais, felizes porque a mamãe estava tranquila e um pouco recuperada do peso. A quimioterapia foi adiada e os cuidados médicos diminuíram. Voltamos em janeiro para nossa casa para nos preparar para enfrentar algumas mudanças na nossa rotina.
Enquanto eu lutava para entender as funções da câmera digital e conseguir programá-la do meu jeito, Sandra tomava um banho demorado. Ao sair, usava um moletom cinza quase branco, uma blusa folgada azul-claro e o cabelo ainda molhado, que escovava cuidadosamente.
— Me dá vergonha admitir, mas acho que já preciso de outro corte.
— Pra que você quer o cabelo tão curto? Assim tá bonito, ou é que você quer mudar o visual? — respondi quase automaticamente, sem parar de lutar com o menu da câmera, afinal, tinha visto ela lutando com a cabeleira.
— Não, idiota, tô falando... do meu outro cabelo.
Levantei o olhar pra confirmar se entendia o que ela dizia e notei como ela corava ao me ver, percebi o nervosismo e o olhar safado.
— Na verdade, com a correria que tô, tô com os pelos muito compridos e me sinto meio desconfortável, já me acostumei a ter eles sob controle.
— A gente tem o mesmo trato de antes? — perguntei animado.
— Acho que sim, só se você achar ruim.
— Se você não acha ruim, por mim tá de boa.
Sandra entrou no quarto dela enquanto eu fingia continuar mexendo na câmera, a verdade é que tava super excitado só de pensar em repetir aquele momento inesquecível.
Sandra saiu com a maleta na mão e colocou a toalha sobre a poltrona adorável da sala, que agora era meu lugar favorito.
— Agora é minha vez de ser a Primeiro, da última vez você foi minha cobaia.
Dito isso, ela se aproximou do sofá, me entregou a maletinha e se preparou para sentar. Bem antes de fazer isso, abaixou a calça junto com a calcinha, agora preta, e pude notar aquela linda pelagem. Realmente, estava comprida, embora menos que da primeira vez, e bem bagunçada, como se tivesse sido remexida momentos antes. A buceta dela me hipnotizava, era linda, levemente peluda, parecia tão inchada quanto virginal, só que dessa vez não estava tão molhada, mal brilhava seu belo negrume com o reflexo da luz da sala.
— Sério, seu pelo cresceu mesmo.
— Fica feio?
— Não, só me surpreende a velocidade que cresce.
— Você gosta que cresça rápido ou estou enganada?
— Claro que sim, assim posso aparar com mais frequência.
Aproveitei para arrumar a buceta dela com toda paciência e calma, e quando terminei de limpar com uma toalhinha, Sandra se levantou, virou e se ajoelhou no sofá.
— Não esquece de depilar minha tiny ass.
As nádegas dela estavam ligeiramente mais carnudas que antes, igualmente brancas, mas, pra minha tristeza, quase sem pelo.
— Quase não tem pelo na bunda — respondi num tom desanimado.
— Olha direito, não tenho pressa.
Me animei na hora, queria dizer que ela me deixava percorrer à vontade, tocar no cu dela e, às vezes, na buceta. De repente, enquanto ela se inclinava mais para baixo, a bunda dela se erguia mais na minha direção. Foi então que notei um líquido brilhante saindo da buceta virgem dela, escorria como um fio de mel, lento e meio grosso, descendo aos poucos pela gravidade. Sem pensar, capturei ele de volta ao lugar de origem, acariciando a buceta dela para tirar o excesso. Mal toquei, Sandra estremeceu e começou a tremer.
Sem reclamação aparente nem resistência, voltei a roçar os lábios dela como se extraísse o fluido de novo. Sandra tremeu novamente e, sem Com mais discrição, comecei a acariciá-lo com todo cuidado para não parecer óbvio nem grosseiro.
Mal roçava o comprimento de dois dos meus dedos, percorrendo horizontalmente a buceta dela, quando Sandra teve um espasmo.
— Se eu estiver te incomodando, me fala e...
Sandra continuava muda, o corpo dela se movia pra lá e pra cá como exigindo que eu continuasse aquele roçar delicioso. Incomodava porque a blusa dela quase escondia a vista mais linda do mundo, então levantei com a mão esquerda a peça até deixar visível a cintura e a bunda toda. Nesse processo, também rocei a pele das costas dela, macia e lisinha, embora mais firme que o resto que eu tocava.
Passei minha mão direita por baixo em direção à buceta dela, num caminho totalmente às cegas. Mal acariciei o clitóris dela, disparou um espasmo forte acompanhado de um orgasmo rápido. Sequei tudo e acariciei por último a bunda dela, as coxas e baguncei um pouco a buceta aparada que ainda estava invisível pelo lado da frente.
— Pronto, Sandra, terminei.
Sandra continuava imóvel, mesmo eu me levantando para trocar de lado. Aos poucos ela se mexeu, pegou a toalhinha e limpou um pouco a umidade que tinha encharcado a área toda. Virou-se, ficou de pé e me deu um sorriso nervoso, estava vermelha que nem tomate.
Ela se vestiu, trocamos de lugar e foi minha vez. Esperava que ela também abusasse um pouco, mas não fez isso. Acariciou meu pau procurando pelos e fingiu cortar alguns enquanto segurava ele totalmente duro. Quando virei e mostrei minha bunda, ela acariciou com carinho, como reconhecendo cada milímetro, e uns minutos depois, passou a mão por baixo das minhas pernas e segurou meu pau totalmente ereto. Acariciou sem pressa, secou umas gotas que saíam dele esfregando contra o tronco comprido. Acariciou minhas bolas e voltou pra bunda. Minutos depois, terminou.
Mal voltamos ao normal, Sandra foi pro chuveiro de novo. Assim que terminou, saiu e parou na minha frente com a mesma roupa.
— Ficou linda e limpinha, você é um expert.
Passaram-se Vários dias se passaram e eu achei que precisariam passar muitos mais pra repetir o corte. Como eu estava enganado. Lá pelo décimo dia do evento inesquecível, eu tava cochilando na minha cama umas 11 da noite quando senti alguém sentar na beirada. Surpreso, reconheci na penumbra a silhueta da Sandra.
— Tá bem?
— Tô.
— Então...?
— Posso deitar do teu lado?
— Bora, deita então, eu já tava quase dormindo.
Intrigado, fechei os olhos e fingi dormir enquanto Sandra se deitava do meu lado, mas na verdade tava na expectativa do que podia rolar. Não aconteceu nada, apaguei tarde e acordei lá pelas dez da manhã; sorte que era domingo.
Meio sonolento e cambaleando, procurei a Sandra e encontrei ela na minicozinha, lavando umas frutas. Tava usando uma daquelas blusas curtas que chamam de cropped, era branca, e também um shortinho bem pequeno e justo da mesma cor, que transparentava mostrando o biquíni pequenininho por baixo, também branco.
Cheguei perto dela um pouco mais acordado e fingi que ainda tava meio grogue e sonolento. Abracei ela por trás e coloquei minhas mãos na cintura dela, apoiei minha bochecha esquerda na nuca dela e falei imitando quem tá meio dormindo.
— Dormiu bem?
— Dormi.
— O que rolou ontem à noite? Tava se sentindo mal?
— Tava me sentindo meio estranha. Na verdade, ainda tô assim.
— Quer ir num médico?
— Não, não precisa, não tô sentindo dor nenhuma.
— Talvez seja uma gripe chegando, sabe como é, o corpo fica estranho um pouco antes de bater.
— Não é isso.
Endireitei a cabeça sem soltar a cintura dela, enquanto pensava no que ela queria dizer. Sandra parou o que tava fazendo e ficou como se tivesse paralisada.
— Tá preocupada com a mãe? Se quiser, liga pra ela que fica mais tranquila.
— Não, Toño... só queria ficar perto de você.
Sem mais, entendi que depois da nossa safadeza erótica, nós dois queríamos ficar perto, nos tocar e reviver aquela magia entre a gente, mas... como fazer isso? Quem daria o primeiro passo nesse novo caminho? Quando seria?
Sem pensar muito, acariciei levemente sua cintura e percorri sua barriga, brincando com seu umbigo nu sem poder vê-lo, já que estava de costas pra mim. As mãos dela pousaram nas minhas, me acariciavam, me mimavam. Apoiei de novo minha cabeça na nuca dela e curti acariciar sua barriga, mas não ousei fazer mais nada. Seu perfume me encanta, é suave mas delicioso.
Ficamos assim por um momento interminável quando decidi soltá-la para acariciar seu cabelo. Despenteie ela como sempre fazia, brincando, beijei sua bochecha docemente e a abracei mais forte que antes, beijando de brincadeira sua bochecha. Ao olhar pra baixo, notei a parte de cima dos peitos dela, desenhando aquela separação linda entre eles, percebi que ela não usava sutiã, mas não consegui ver mais nada.
Finalmente, pensei que ela estava envergonhada e a soltei, me afastei e me apoiei de costas no balcão, ao lado dela. Ela me olhou e sorriu, corando de novo. Sorriu de novo e me abraçou, apoiando a cabeça no meu ombro. Não posso negar que amo minha irmã, não por ser mulher, mas por ser como é, por ser tão linda e sempre preocupada comigo.
Enquanto me abraçava, segurei sua cintura de novo e comecei a acariciar suas costas pra corresponder ao abraço. De repente, e pra não variar, senti a mão direita dela acariciar meu short na altura do meu pau. Conforme me tocava, o pequeno adormecido acordava. Sentia sua carícia desajeitada por cima do short e da cueca, como se tentasse acordá-lo. Depois de um momento, ela continuava a carícia enquanto eu endurecia irremediavelmente.
Concentrada na tarefa, continuava colada no meu peito sem se mexer, dura que nem uma tábua, só a mão dela parecia viva. Finalmente me animei, com a mão esquerda peguei a mão direita dela, guiei até meu umbigo e pedi sem falar uma carícia na minha barriga. Assim que ela entendeu e eu soltei, a mão dela percorreu minha barriga e meu peito, escondida debaixo da minha camiseta também branca. Parou nos meus mamilos, agora bem... excitados e os roçou como confirmando a ereção dele. Desci até meu umbigo e novamente segurei aquela mão deliciosamente safada.
Sem mais, a levei até meu umbigo e continuamos descendo até chegar no elástico do meu short. Notei que ela tentou passar dele e seguir em direção ao pau quando a parei. Com meus dedos apertando a mão dela, levantei o elástico do meu short e da cueca e guiei a mão dela um pouco mais para baixo. Soltei ela enquanto ela seguia sozinha o caminho dentro das minhas roupas. Ela acariciou meus pelos pubianos e chegou ao destino. Pegou meu pau na mão quente dela e começou a tentar acariciar. A roupa atrapalhava os movimentos, então, sem pensar, peguei os dois lados do meu short e da cueca e abaixei só o suficiente para liberar meu pau ereto, segurado por aquela mão tão delicada.
Agora livre, ela o manipulava num sobe e desce pelo tronco, devagar. Notei como a excitação dela aumentava, mas ela continuava quase totalmente rígida. Minhas mãos ociosas voltaram para a cintura dela e para as carícias nas costas. Subi quase até a nuca dela num carinho que me excitava tanto quanto a ela, as costas dela estavam praticamente nuas, mas como ela apoiava o peito no meu, os peitos continuavam invisíveis.
Agora ela pegava meu pau com as duas mãos, virou a cabeça para olhar para baixo e observar como os dedos dela percorriam inquietos aquele pedaço de carne ereto. Aos poucos foi ganhando coragem e se afastou do meu peito para manusear as mãos com mais destreza. Ao fazer isso, vi o desenho dos mamilos dela eretos por baixo da blusa semitransparente, vi o formato dos peitos dela e até a barriga. O silêncio era lindo, o ambiente carregado de erotismo e a luz clara o suficiente para ver o menor detalhe.
Ela se afastou ainda mais de mim, soltou a mão esquerda e me olhou com a boca um pouco aberta, fechou e engoliu um longo gole de saliva. Inclinei a cabeça e beijei a testa dela. A massagem dela já era uma punheta suave, mas Sandra estava muito mais quente do que eu. Segurei os ombros dela suavemente e pressionei para baixo, ela Ela resistiu um pouco até que entendeu. Agachou com o rosto na altura do meu pau e observou cada detalhe da punheta. De novo, abriu ligeiramente a boca e notei o olhar excitado dela. Tava como hipnotizada.
Terminei de baixar meu short e cueca até caírem no chão. Coloquei minha mão na cabeça dela de novo e aproximei do meu pau. A reação foi imediata, a língua dela tocava timidamente meu pau, o tronco e a cabeça, como procurando um gosto novo, uma área desconhecida. Logo depois, chupava meu palito de cima a baixo, percorria em círculos a cabeça, até que meteu na boca dela. Dava pra sentir a sucção da boca dela na minha cabeça, o interior tão úmido e quente, tão gostoso.
Finalmente se animou e começou a chupar mais fundo até chegar no limite dela. Absorto naquela delícia, de repente notei o decote dela, dava pra ver mais dos peitos dela mas não o suficiente. Segurei a parte de trás da cabeça dela e acariciei o cabelo. Enquanto ela chupava atrapalhada, eu bagunçava a mecha dela. Os dentes dela machucavam um pouco, então sussurrando pedi pra chupar como um picolé. Sandra obedeceu enquanto eu lutava pra não gozar na boca dela.
Anunciei que tava gozando bem baixinho, tentei afastar a cabeça dela com a mão mas não consegui. Descarreguei todo meu gozo na boca dela, mal e mal conseguiu engolir sem se engasgar, devorou todo meu sêmen, chupou e limpou até o último rastro antes de terminar. Eu começava a sentir cócegas quando ela se levantou. Me abraçou um tempão e depois me mandou pro banheiro tomar banho e vestir meu moletom novo.
Ao sair, uma salada de frutas tava na mesa e a porta do quarto dela fechada.
Trabalhamos aquela semana sem tocar no assunto. Decidi deixar ela quieta um tempo, dar o espaço dela e não pressionar. Mamãe ficou grave e nós dois fomos vê-la. Ao chegar, meu pai chorava na sala de espera do hospital, na companhia das minhas tias e primos, mamãe acabava de falecer.
Terminamos os trâmites, enterramos mamãe e lutamos pra levar papai um tempo conosco. Não conseguimos convencê-lo, mas ele deixou minha tia Lola cuidar dele por um tempo. O jeito bonito e alegre dele ajudou meu pai a se recuperar mais rápido, só brigavam pela comida, o tempero era obviamente bem diferente.
Quando cheguei em casa, a rotina, probleminhas nos negócios e, pra variar, a luz cortada, esqueci de pagar a conta por causa da correria da viagem. Procuramos umas velas aromáticas que estavam por ali e acendemos, distribuindo elas estrategicamente. Uma no banheiro, outra na sala e mais uma na cozinha. Mal iluminavam o suficiente pra evitar tropeçar.
Sem TV, música e com os quartos escuros, não deu pra desfazer as malas. Saímos pra comer uns tacos al pastor e depois compramos mais velas, uma lanterna e um lampião.
Voltamos e distribuímos as velas e o lampião, deixando a lanterna de reserva. Desabamos no sofá e rimos do ridículo da situação. Tomei banho e pouco depois a Sandra também tomou. Quando saiu, ela secava o cabelo na toalha enquanto usava uma blusa comprida que batia no meio da coxa, parecia rosa mas não dava pra ver direito. Tinha um decote grande em "V" e era sem mangas. As coxas dela chamavam minha atenção, fortes e torneadas, pareciam um pouco menos brancas que o resto do corpo, exceto os braços.
Ela andou até o lado da sala e parou na minha frente. Enquanto secava o cabelo, reparei como a blusa ficava meio transparente por causa do lampião na mesa da sala, que estava bem atrás dela. Como era a única luz forte do lugar, deixava ver a silhueta escultural dela desenhada por baixo da roupa. Fiquei hipnotizado, e a Sandra parece que nem notou.
Ela pulou e caiu bem do meu lado, em pé no sofá, se ajoelhou e me abraçou, me dando um beijo na bochecha.
― Tá com saudade do seu cabo, né…
Eu concordei com a cabeça, sorrindo levemente. Ela se levantou e foi pra cozinha. Eu segui pra tentar conversar, mas logo percebi que a vela da cozinha tinha apagado. Procurei uns fósforos pra acender ela de novo e quando voltei, dei pra Sandra. A caixinha caiu e alguns fósforos se espalharam. Sandra se agachou e começou a catar eles enquanto eu acendia a vela com um isqueiro que a gente usava pra acender os queimadores do fogão. Quando ela se levantou, notei que na blusa da Sandra, os biquinhos dos peitos dela estavam durinhos, ela me pegou olhando e ficou vermelha. Sem pensar duas vezes, cheguei mais perto, olhei pra ela e puxei levemente a gola da blusa na minha direção, espiei lá dentro e pude admirar sossegado aquele par lindo de peitos carnudos e nus.
Os biquinhos dela incharam mais um pouco enquanto ela me observava atenta. Com medo de ir além, só soltei a gola e suspirei. Sandra, toda vermelha, talvez por causa da luz da vela, se virou e pegou um prato como se fosse lavar ele. Fiquei atrás dela e repeti a brincadeira, dessa vez levantando a blusa dela por trás pra ver o biquíni dela caído no meio da bunda. Sem conseguir evitar, com a esquerda puxei um pouco a beirada fina e macia do biquíni que mal cobria a metade da bunda linda dela. O movimento deixou eu ver de boa a parte de cima da bunda dela, então, ousado, meti a mão direita seguindo o contorno das duas curvas.
Sem se virar, Sandra pegou a blusa dela e segurou pra deixar eu ver a bunda dela sem precisar segurar o biquíni. Meti as duas mãos na hora, uma em cada nádega, acariciei elas todas sem abaixar a peça pequenininha. Ajoelhei atrás dela e dessa vez meti as mãos por baixo do biquíni, pegando os dois pedaços de carne que eu percorria sem parar.
Ficava olhando como o biquíni branco minúsculo marcava os limites na diagonal na bunda dela, bem no meio dela. Com certeza tava uma delícia e muito sensual.
Abaihei o biquíni dela até o chão e fiquei acariciando a bunda dela e a parte de trás das coxas por um tempo. A buceta dela quase não dava pra ver naquela posição, mas eu apostava que tava toda molhada. Levantei e peguei a biquíni pegando como troféu, baixei a blusa dela escondendo a bunda até a Sandra ficar normal e voltei pro sofá.
A gente bateu um papo sobre coisas legais e, como se nada tivesse acontecido, ela andava pela casa só de blusa. Dormimos e, quando acordei, levantei correndo por causa do horário. A Sandra tava servindo uns ovos estrelados com bacon na mesa e notei que ela usava a mesma blusa. Curioso, cheguei perto e levantei a blusa dela. Sandra virou e me sorriu, ainda tava pelada por baixo da blusa.
Fomos pagar a conta de luz, mas a religação ia demorar mais um dia. Naquela noite, enquanto a gente conversava no quintal, iluminados pela lua, o frio nos pegou e a gente se refugiou no sofá. Continuamos zoando se eu devolvia o biquíni dela ou se guardava como troféu. Fiquei com a segunda opção. Pouco depois, explorei a geladeira pra ver se pegava um bife à milanesa, uma sobremesa, mas vi com tristeza que tava na hora de reabastecer e, desiludido, fui pro meu quarto. Mal fechei a porta, me despi e deitei de bruços, precisava descansar. Quase na hora apaguei, até que de madrugada, ao virar, senti companhia. Era minha irmã, dormindo tranquilamente do meu lado, completamente pelada igual a mim.
Acariciei o rosto dela e ela acordou, me sorriu e me beijou na bochecha. Virou e ficou de quatro na cama, repetindo os beijinhos safados na minha bochecha. Mal dava pra enxergar ela, então virei e lembrei que não podia ligar o abajur do criado-mudo, a gente tava sem luz. Malandra, ela riu safada e me estendeu a lanterna. Acendi e coloquei no criado-mudo apontando pro lado oposto da gente, a contraluz me revelou uma irmã gostosa pra caralho. Nessa posição doida, os peitos dela pendiam, mostrando o perfil lindo, os ombros e, principalmente, a figura da bunda dela sobressaindo, imponente. Ela engatinhou um pouco e, como uma gatinha tomando leite, pegou meu pau dormindo com a boca. Sem ajuda das mãos, continuou o trabalho cuidadoso de acordar ele. Enquanto eu observava... a cabeça dela subindo e descendo e a boca devorando meu pau, eu também olhava aquele par de peitos balançando com certa firmeza. Com a direita, acariciei a bunda soberba dela e puxei um pouco, enquanto sentia o efeito delicioso do boquete. Sem esperar, ela parou:
― A partir de hoje, maninho, você vai deixar eu comer ele quando precisar. Quero chupar, extrair essa porra gostosa, quero ele na minha boca, entendeu?
― Sim, maninha, é só seu, come quando quiser.
― Sim, maninho, adoro chupar ele pra você.
Ela voltou ao boquete enquanto eu percorria a bunda enorme dela.
― Cê gosta da minha raba, maninho? Pega, é sua, só sua, pra você comer quando quiser. – nessa hora, ela se ajeitou e a gente fez um 69 com ela por cima.
Terminei de ajeitar ela e comecei a chupar a buceta dela com passes suaves da minha língua. Sandra parou e ficou imóvel enquanto eu a comia. A excitação dela só aumentava.
― Que gostoso… ohhhh. Me come, maninho, me come, me come, hoje à noite não tem limites, me devora.
Enquanto ela curtia enquanto eu comia a buceta dela, eu descansava meu pau, queria aguentar a noite toda. Com um par de tapinhas leves e um puxão, pedi pra ela virar, aproximei o rosto dela do meu e me agarrei num dos peitos dela, chupava, mordiscava e apertava nas minhas mãos, trocava de peito e repetia a operação. Nisso, Sandra se coloca em cima do meu pau e começa a roçar ele com a vagina já toda molhada.
Dava pra ouvir o estalo do vai e vem roçando meu pau molhado pelos fluidos dela, soltei os peitos dela e deixei ela curtir essa sensação gostosa pra nós dois. Via o rosto lindo dela, a boca bem aberta, os olhos fechados, os peitos carnudos balançando no vai e vem, a bunda sentada no meu pau, indo e vindo deslizando no meu pau deitado, quase a ponto de explodir.
Parei ela e pedi pra fazer a mesma coisa, mas de costas pra mim. Ela obedeceu e eu apreciava como as costas dela terminavam nas curvas do quadril, como a bunda dela acariciava meu pau. Com medo de gozar, a gente diminuiu o ritmo. até que ela se deitou ao meu lado. Era minha vez. Desci e abri as pernas dela, me posicionei no meio e comecei a chupar aquela buceta ensopada. Quase na hora ela gozou na minha cara e, sem me abalar, continuei chupando. Sandra vibrava de prazer e isso me excitava ainda mais, quando finalmente senti ela muito quente, quase fora de controle, me aproximei e me preparei para pegá-la pela primeira vez. Assim que sentiu meu pau roçar nos lábios dela, igual ela fazia comigo momentos antes, ela abriu os olhos assustada e me encarou preocupada. Continuei roçando devagar para não gozar, ela me olhava.
— Não, irmãozinho, não. — repetia bem baixinho sem tirar o olhar de mim
— Sou virgem. Chupa, aproveita, mas não enfia.
Quanto mais ela implorava, mais me excitava, o corpo dela obedecia aos meus carinhos em vez de me parar, parecia que ela queria, mas ao mesmo tempo tinha medo.
— Não, irmãozinho, vai doer…
Me decidi e enfiei a ponta até encontrar resistência, a excitação era total. Sandra pedia para eu não fazer e o corpo dela empurrava para ser penetrada. Ela se mexia, deslizando meu pau para dentro e para fora só um pouquinho, parecia estar gostando, desejando com tudo, o dilema moral a traía, a decisão era minha.
— Não, irmãozinho… aaaahhh
— Só aproveita minha bucetinha… assim, assim… aaahhh
— Tô queimando, quente, escorrendo… adoro
Mal terminou a frase, empurrei forte de uma vez, penetrando até a metade. Sandra gritou de dor e susto e começou a chorar um pouco, enquanto eu me acalmava sem tirar a vantagem conquistada. Sentia o interior dela queimando, talvez pelo sangue que vinha.
— Nãooo, por favor, irmãozinho… nãooo, sou virgem.
Me animei e empurrei de novo. Dessa vez ela resistiu um pouco e então fui até o fundo. Dava pra ver meu pau sumir totalmente naquela buceta bem aparada, depilada e ensopada. Via as pernas dela abertas, minhas bolas batendo na buceta dela, meus pelos roçando nos dela, unidos num monte comum. Me inclinei Um pouco pra frente, sem mover meu pau um milímetro.
Sandra chorava baixinho, interrompida por espasmos de dor e prazer. O rosto dela virado de lado não me olhava, as bochechas cheias de lágrimas me hipnotizavam e eu duvidei se era um monstro. Assim que ela se acalmou um pouco, recuei até quase sair e voltei a entrar fundo. O choro parou e virou gemidinhos, as pernas e a barriga dela estavam tensas, a dor contraiu tudo. Eu observava meu pau entrando e saindo naquela buceta e notei que tava encharcado de um vermelho transparente, quase invisível, continuei devagar.
Sandra relaxou um pouco e ficou em silêncio, comecei a aumentar a velocidade e a profundidade das minhas estocadas, agora ouvia o som das minhas bolas batendo na buceta dela e acelerei.
— Ahhh…
— Já não importa, maninho… ahhhh
— Só me fode… assim, assim… aaahhhh
A mudança dela me animou e eu curtia o cenário. Minha irmã, toda uma mulher, linda, gostosa, estreava como mulher, meu pau penetrava ela, o corpo dela tremia enquanto recebia o impacto das investidas. A buceta virgem dela agora era minha, me pertencia, eu podia comer e penetrar quando quisesse.
— Me fode, maninho… assim, assim… me fode, mete, assim, assim.
Perto de gozar, parei, saí dela pensando que ela ia me atacar agora que tinha chance, já que eu peguei ela sem consentimento. Me deitei na dúvida, ela me olhou e me beijou longamente, acariciando meu rosto. Com a mão, acariciou meu pau, mantendo ele duro, como se esperasse mais ação.
— Te machuquei? Não consegui resistir…
— Eu sei, não me fez mal nenhum, nada que você pudesse evitar, só… só me fez virar mulher, sua, só pra você.
Sandra descansou um pouco e depois montou em mim, roçava a buceta no meu pau como antes, assustada e impressionada com a cor avermelhada dos fluidos dela. Logo minha ereção voltou, Sandra curtia, o clitóris dela raspava no meu pau e excitava ela demais, até que, finalmente, ajudada pela Mano, ele enfiou na buceta dela e desceu o corpo até que os lábios dela devoraram completamente meu pau. Descansei um pouco, curtindo aquela sensação nova. O rosto dela olhava pro teto, a boca totalmente aberta, as coxas dela deitadas sobre mim eram lindas, a cintura, os peitos, tudo era lindo. Ela começou a rebolhar em círculos, a subir e descer até a gente voltar a foder num ritmo gostoso. Sentia como batia no fundo dela, como ela curtia, sem escola, sem mestres, se mexia por instinto, me montava como toda uma expert, definitivamente curtia tanto quanto eu.
De repente, senti que ia gozar, tentei avisar ela sem sucesso, segurei a cintura dela e gozei dentro. Quase na hora ela gozou e apertou com as pernas pra aproveitar mais o orgasmo dela.
Ela se deitou do meu lado e dormiu exausta. De manhã, a luz do amanhecer me mostrou a Sandra totalmente nua e de bruços, despenteada e linda. O lençol mal mostrava sinais de sangue, diferente do meu pau cheio dele.
Enquanto beijava a bochecha dela, decidi tomar banho. Mal entrei na água quando a Sandra entrou, abriu a cortina e me beijou. A gente tomou banho em silêncio, nos ensaboamos e eu limpei a buceta dela, esfregava de leve fazendo um pouco de água avermelhada escorrer pro ralo. Ela lavou meu pau e terminou de me banhar como uma mãe cuidadosa que limpa o filho pequeno.
Enquanto terminava, ela pegou meu pau e me deu um boquete delicioso. Ao nos secar, nos abraçamos e saímos nus pros nossos quartos. Mal me vesti, encontrei ela na cozinha, ela tava radiante, linda.
— Não vou trabalhar por uns dias, quero me cuidar um pouco do sangramento e…
— Não precisa explicar, se cuida, volto logo.
Sem me dar tempo, ela abaixou meu zíper, desabotoou meu cinto, desabotoou a calça jeans e começou outro boquete delicioso, devorando dessa vez, todo meu gozo.
Minha irmã agora era minha mulher, minha mina, minha amante, minha parceira e ela sabia disso tão bem quanto eu. A partir de então a gente dorme junto, transa direto e continua com nossos cortes de cabelo. Se essa felicidade é incesto, não tô nem aí.
Chega de solidão.
5 comentários - Sem Mais Solidão (Parte 2)
gracias