Férias em Família 1

Era verão e estava fazendo um calor infernal o tempo todo, era realmente irritante aquele clima extremo. Quase todo mundo na família ficava de mau humor por causa do calor insuportável. Então a Cristina, minha mãe, teve a ideia de ir para um balneário passar o fim de semana, e todos aceitamos na hora, porque já não aguentávamos mais aquela situação terrível.

Chegou o sábado e partimos bem cedo de manhã. Minha mãe também convidou meu tio Carlos, junto com a esposa dele, Rebeca, e as duas filhas deles, Ana e Vanessa.

Como já era mais gente indo na viagem, meu pai, Luís, teve a ideia de alugar uma chácara nos arredores da cidade. A chácara tinha piscina e ar-condicionado, então o passeio prometia muito.

Ao chegar na cabana, corri para a piscina na mesma hora e, sem pensar duas vezes, me joguei para me refrescar. Meus tios e meus pais organizavam tudo e tiravam dos carros as coisas que trouxemos para comer e as malas, enquanto minha irmã Cindy, junto com minhas primas Ana e Vanessa, se trocavam para também entrar na piscina. Depois de 15 minutos, ouvi a Cindy, minha irmã, discutindo com minha mãe porque ela tinha esquecido de empacotar os biquínis.

Aí a Rebeca, minha tia, interveio e disse para elas não se preocuparem, que ela tinha uns biquínis sobrando. A esposa do meu tio Carlos, a REBECA, era uma mulher alta, muito caderuda, de pele morena e mente bem aberta — ou pelo menos parecia. A roupa dela sempre chamava atenção onde quer que fosse, porque ela costumava se vestir bem justa, quase beirando o vulgar. A Cristina, minha mãe, às vezes criticava ela por isso, e apesar de minha mãe não gostar muito da ideia, teve que aceitar a oferta da minha tia Rebeca.

Meu tio Carlos e meu pai foram arrumar tudo enquanto viam um jogo de futebol. Depois de um tempo, minhas primas Vanessa e Ana saíram da cabana já de biquíni. A Vanessa tem 22 anos, é Morena, mas não tão alta quanto a mãe dela. Ela tava usando um biquíni branco quase transparente, bem curtinho, mal cobrindo aquelas tetonas enormes da minha prima. Já a Ana tava com um igual, só que azul. Ela era menor que a Vanesa, mas com seus 20 anos tava uma gostosa, tinha um corpo perfeito porque praticava vários esportes. Além disso, era mais alta, pele clara e tinha um quadril maior até que o da mãe dela.

Atrás delas apareceu minha irmã Cindy, que tinha acabado de fazer 19 anos. Ela era meio baixinha, morena e de cabelo curto. Em casa, vivia de moletom e sempre meio desleixada, mas naquele dia minhas primas arrumaram ela e fizeram duas maria-chiquinhas. Ela tava usando um biquíni parecido com o das minhas primas, só que ainda mais curto e preto. Nunca tinha reparado no tamanho dos peitos da minha irmã, que por sinal eram enormes, iguais aos da minha prima Vanesa, só que mais empinados e firmes, por causa da juventude, acho. Vi no rosto da minha irmã que ela tava meio desconfortável, se escondendo com uma toalha na parte de baixo do biquíni.

Vanesa e Ana correram até a piscina e pularam dentro. Eram meio doidas. Comecei a jogar água na cara delas e elas fizeram o mesmo. Aí olhei pro lado e vi a Cindy, minha irmã descendo as escadas pra entrar na piscina, já sem a toalha. E quando vi, entendi por que ela tava tão incomodada com aquele biquíni e por que usava a toalha. A porra do biquíni era pequeno demais, não cobria nada, tinha a bunda toda dela exposta. Foi aí que vi pela primeira vez aquelas nádegas enormes, redondas e grandes da Cindy. Ela tava praticamente com a raba toda de fora. Ela entrou rápido na piscina. Fingi que não vi quando ela virou pra onde a gente tava. Corri até ela e também joguei água na cara dela. Ficamos brincando um pouco até que finalmente apareceram minha tia Rebeca e a Cristina, minha mãe.

As duas tavam perto de fazer 40 anos, mas não pareciam. Eu percebi. Fiquei de boca aberta quando vi elas saírem vestidas com seus respectivos trajes. Minha tia Rebeca usava um biquíni preto fio dental que não deixava nada pra imaginação, porque os peitos dela, duros e grandes, escapavam pelos lados. Dava até pra ver os bicos de longe, parecia uma puta vulgar. Não entendia como o tio Carlos, irmão da minha mãe, tinha casado com alguém assim.

Depois olhei pro lado. Minha mãe, Cristina, vestia um biquíni branco e usava uma toalha amarrada na cintura, igual a Cindy. Notei que ela estava meio corada. Ela era de pele branca, com peitos pequenos, mas firmes, apesar da idade.

A tia Rebeca foi a primeira a entrar na piscina. Ela se virou pra descer pela escada e foi aí que percebi que ela usava uma tanga. A bunda dela, embora meio gorda, era dura e muito excitante, o que me deu uma ereção.

Depois, Cristina, minha mãe, largou a toalha de lado e se inclinou pra descer na piscina. Não podia acreditar: ela também usava uma tanga, só que branca. A bunda dela era maior que a da minha tia, das minhas primas e até da minha irmã. Além disso, parecia bem firme também.

Depois de um tempo, minha mãe e minha irmã perderam a vergonha e começaram a se divertir, igual à tia Rebeca e minhas primas Ana e Vanesa. Várias vezes eu vi os peitos delas, porque o biquíni era tão pequeno que descia e os peitões enormes ficavam de fora.

Aí me deu na telha de brincar com uma bola de plástico, tipo um futebol americano leve. Então, minha tia Rebeca foi chamar meu tio Carlos e meu pai, Luís, pra participarem também. Eles já tinham terminado os serviços e já estavam até meio bêbados com as bebidas que tinham tomado. Meu pai olhava pra bunda da tia Rebeca sem vergonha nenhuma, e meu tio Carlos não tirava os olhos da minha irmã Cindy.

O jogo seria homens contra mulheres. Começamos a partida e, aos poucos, foi ficando mais intenso. mais intenso, pois quem perdesse lavaria a louça da comida. notei como o tio Carlos, sempre que podia, ia atrás da minha irmã Cindy e a pegava pela cintura com a desculpa de tirar a bola, mas o que ele realmente fazia era esfregar o pau nas nádegas da minha irmã.

meu pai percebeu isso, então marcava faltas ou coisas do tipo pra separá-los quando via eles se enroscando, mas o tio Carlos não ligava e continuava fazendo, enquanto minha irmã não percebia o que realmente estava rolando.

decidi me vingar, então fiz a mesma coisa. primeiro fui atrás da Vanesa e, com a desculpa de tirar a bola, coloquei meu pau entre as nádegas dela. não consegui evitar, meu pau ficou duro, ela notou, mas não fez nada. pelo contrário, empurrava a bunda em minha direção. eu queria penetrar ela naquele momento, sentindo a bunda dela se mexendo. finalmente, ela jogou a bola pra minha tia Rebeca, mas a bola saiu da piscina. minha mãe Cristina foi buscar, esquecendo todo o pudor.

quando ela saiu da piscina, todos ficamos de boca aberta ao ver aquela bunda enorme encharcada de água, com a sunga enfiada entre as nádegas. a sunga era quase invisível, se perdia naquele par de peitos. meu pai e meu tio não tinham visto ela fora da piscina, então não conseguiram disfarçar o espanto. agora o tio Carlos não só enchia o saco da minha irmã Cindy, mas também da minha mãe Cristina, que, apesar de ser irmã dele, não se importava em esfregar o pau nela de um jeito descarado. minha irmã e minha mãe eram meio inocentes, ou pelo menos era o que eu pensava, pois não faziam nada pra evitar.

meu pai não ficou atrás e foi atrás da minha prima Ana, que ele várias vezes carregava pelas costas e depois deixava cair só pra esfregar o pau nela de um jeito também muito óbvio. Ana ria toda vez que meu pai fazia isso, embora eu notasse nela como os peitos e os bicos cresciam. ela estava ficando excitada com aqueles roces tão intensos.

o jogo estava quase acabando. Estávamos a um ponto de perder, corri atrás da minha tia Rebeca pra tirar a bola dela, mas ela se virou e enfiou a bunda em mim pra me impedir. Nunca na vida tinha sentido umas nalgas daquelas — mesmo não sendo tão firmes, eram imensas. Eu tentava tirar a bola dela e sem querer peguei nos peitos dela umas vezes. Tava tão excitado que queria tirar a pica pra fora e foder ela ali mesmo. Tava com uma ereção enorme, ela percebeu e me agarrou a pica por baixo da água. Eu me assustei, e ela fez o ponto que fez a gente perder o jogo.

Finalmente, saímos todos da piscina. O tio Carlos não parava de olhar pra raba da minha irmã e da minha mãe. Depois foi buscar mais cervejas enquanto todo mundo ia pra cozinha, porque depois do jogo a gente tava com muita fome.

Minha mãe e a Cindy iam tirar o biquíni, mas meu tio Carlos falou pra elas não tirarem, que queria a revanche depois de comer. Era óbvio que ele só queria continuar olhando a bunda delas, mas elas obedeceram. Meu pai não ficava atrás — babava pelos peitos da minha tia Rebeca e por aquele par de bundinhas das minhas primas, que estavam muito apetitosas.

Jantamos tranquilos e bebemos mais cervejas. Depois, todo mundo já meio bêbado, fomos pra piscina de novo, mas não entramos na água. Sentamos nuns bancos e começamos a conversar. Meu tio sentou do lado do meu pai e falou algo no ouvido dele. Meu pai fez cara de surpreso, e meu tio tentava convencê-lo de algo. Escutei quando meu pai falou "tá bom". Aí o irmão da minha mãe foi pra cozinha, demorou um pouco, mas quando voltou, deu pra todo mundo uma taça de "vinho" pra brindar.

Ele falou: "Bebam tudo de uma vez e não desperdicem nada". Eu não gostei muito, porque não costumo beber muito, mas minhas primas e minha tia, junto com minha mãe e a Cindy, minha irmã, beberam tudo, exatamente como o tio Carlos tinha mandado. Logo depois disso, fui pra dentro de casa, pro banheiro, demorei uns 5 minutos. Saí de novo pra fora, em direção... A piscina e eu não podia acreditar no que tava vendo

Meu pai tinha minha prima Ana sentada no colo dele, Ana tava com o sutiã desabotoado enquanto papai acariciava os peitos dela e beijava ela ao mesmo tempo, Ana gemia igual uma puta no cio

Minha outra prima Vanessa tava ajoelhada na frente do meu pai e segurava o pau dele nas mãos, que depois de duas ou três puxadas dava lambidas como se fosse um sorvete pra depois continuar masturbando ele

Virei pra ver minha mãe que tava igual a Ana sentada no colo do meu tio Carlos, só que ela tinha dois dedos enfiados na buceta e gemia de olhos fechados, enquanto minha tia Rebeca tava de quatro e chupava todo o pau do marido Carlos, minha irmã Cindy tava deitada de bruços sem fazer nada, parecendo dormindo

Não sabia o que fazer, tava chocado com aquela cena tão perversa, me surpreendia muito o que tava rolando, fiquei ali parado observando aquela situação

Depois vi minha mãe ajeitar o pau do meu tio Carlos pra poder sentar nele de frente, minha tia Rebeca teve que sair pra minha mãe Cristina conseguir o que queria, ela começou a dar umas sentadas tão fortes que dava pra ouvir a bunda batendo nas coxas do meu tio de onde eu tava, meu tio não parava de gemer e apertar a bunda da minha mãe, minha tia Rebeca esfregava a virilha e o tio Carlos gritava pra minha mãe: assim assim puta rabuda pula!!, pula rabuda!!, pula!!! que tu pula puta!!!

Isso excitava mais minha mãe porque ela gemia mais forte ouvindo os gritos do meu tio Carlos, já que sentava com mais força, minha tia Rebeca foi até minha irmã e começou a tirar a roupa dela, enfiou dois dedos na buceta da Cindy enquanto chupava os peitos da minha irmã que começou a reagir e depois de um tempo acariciava a bunda da minha tia Rebeca toda excitada

Minha irmã tomou a dianteira depois e jogou Rebeca no chão pra começar a chupar a Buceta da minha tia deitada com as pernas abertas e minha irmã de quatro com a cara entre as pernas da tia Rebeca, dando o melhor de si pra satisfazer ela.

Meu pai agora tinha Ana e Vanessa chupando a rola dele ao mesmo tempo. Vanessa era a mais vulgar, tentava engolir tudo, até as bolas, enquanto Ana dava umas engasgadas, porque não sabia muito bem como engolir inteira ou pelo menos não como a irmã dela. Não aguentei ficar ali parado sem fazer nada. Caminhei pra frente, passei na frente do meu pai e das minhas primas, e depois na frente da minha mãe e do tio Carlos, que me sorriu quando me viu. Finalmente cheguei onde estava a tia Rebeca com minha irmã, que ainda estava de quatro. Enfiei minha cara entre as nádegas da Cindy pra lamber a buceta dela, que estava encharcada de tanta excitação.

Cindy não demorou a gemer ao sentir minha língua passar uma e outra vez pela buceta dela. Tirei a rola pra fora e, quando ia meter, o tio Carlos interrompeu: "Para aí, garoto. Eu e seu pai temos um trato. Eu desvirgino minha sobrinha Cindy e ele vai desvirginar minhas filhas. Então sai daí." Não podia acreditar, aqueles dois pervertidos já tinham tudo planejado.

Depois ele ordenou pra esposa dele, Rebeca: "Vai, sua puta, enfia a rola do teu sobrinho na buceta, olha como o coitado tá." Minha tia se levantou, mandou eu sentar numa das cadeiras, passou saliva na buceta dela e sentou no meu pau. Que jeito de rebolar que minha tia tinha. Imediatamente começou a gemer: "Aaaahhh... aaaahhh... aaaaahhh..." Ela gritava a cada sentada que dava no meu pau e esfregava os peitos dela no meu peito, o que a deixava mais excitada ainda.

O tio Carlos ficou de pé na minha frente. Ele tinha minha mãe, Cristina, no colo, ainda enfiada na rola dele, e começou a foder ela em pé na minha frente. Eu olhava as nádegas enormes da minha mãe engolindo o pau do meu tio, enquanto ele me encarava e dizia: "Então você gosta de comer minha esposa, seu filho da puta? Olha como eu fodo a puta da sua mãe." E cada vez que ele falava isso, minha mãe grunfia como uma porca e minha tia apertava. mas as duas nádegas estavam prestes a gozar, e foi assim que minha mãe deu um tremendo grito de prazer dizendo

siiiiii sou uma putaaaaa!!! enquanto os fluidos escorriam pelas pernas dela e do meu tio, logo depois disso senti minha tia Rebeca gozar ao mesmo tempo que cravava as unhas nas minhas costas. O tio Carlos sentou minha mãe Cristina numa cadeira, precisava de um descanso, assim como minha tia Rebeca, que foi sentar ao lado da minha mãe

é hora de preparar sua irmã, disse o tio Carlos esfregando as mãos. Virei para olhar minha irmã Cindy, dava pra ver um pouco de medo pela expressão do meu tio, além disso, o pau do meu tio era grande demais pra minha irmã, pra ser sincero, fiquei um pouco preocupado que ele fosse machucá-la

o tio Carlos gritou pro pai Luís: vem cá que vou foder sua filha agora. O pai pegou Ana e Vanessa pelos cabelos e, como se fossem suas cachorras, trouxe elas de quatro até ficarem bem na frente de Cindy e do tio Carlos. Ao ver minhas primas tão submissas e putas, reclamei com meu tio: não é justo, suas filhas já não são virgens. Ele respondeu: não são mesmo, graças ao seu pai

virei pra olhar o pai e ele disse: seu tio tem razão. Então não tive escolha a não ser sentar e ver minha irmã ser desvirginada. Vanessa veio até mim e começou a me estimular, enquanto Ana fazia o mesmo com o pai. Nós dois observávamos, enquanto o tio Carlos pegava Cindy pela cintura e a colocava a seu gosto de quatro, com a bunda empinada e o rosto apoiado numa toalha. Meu pau cresceu ao ver aquela bunda enorme da minha irmã empinada daquele jeito, parecia ainda maior do que já era. O pai dizia: não seja tão duro com ela. O tio respondia: claro, vou tratar ela como você tratou minhas filhas, rindo sarcasticamente

Cindy, apesar de toda a agitação, ainda mantinha suas duas maria-chiquinhas enfeitadas com laços brancos. O tio Carlos cuspiu na bucetinha da minha irmã Cindy, que com os olhos bem abertos esperava a primeira estocada do tio, que a segurou as tranças e, de um só golpe, atravessou ela. O tio Carlos era alto e muito maior que a Cindy, que era baixinha, mas a bunda enorme dela aguentava muito bem aquelas porradas que o tio dava nela.

— Que apertada você tá, sobrinha, e que bunda gostosa você tem, mais firme que a da sua mãe — dizia o tio Carlos pra minha irmã, que só gemia e aguentava a trepada violenta. O tio Carlos tirava a rola toda e depois cuspia na buceta dela, só pra meter de novo, enquanto falava: — Assim, gata, pra escorregar tudo até o fundo.

A Cindy não aguentou muito tempo naquela posição. O peso e a brutalidade da foda que ela tava levando era demais pra ela, e ela caiu de bruços no chão. Meu tio aproveitou pra subir em cima dela e depois se deixar cair de cima. Minha irmã berrava que nem uma puta no cio, com os olhos quase virados, fora de si:

— Aaaaaaai, aaaaaaai, aaaaaaaai... Tiiiiio, você tá me comendo tão gostoso...

Dizia a putinha e levantava a bunda pra ele meter de novo.
CONTINUARÁ

4 comentários - Férias em Família 1

Me dejaste con la verga re dura espero mas de vos
Muy bueno , tengo la verga al palo , espero ver como sigue 😉
vaan28
Uuuufffff. Diiioosss. Q buen relatooo!!!! Me dejo durisimoo!!!!