Mai

Propõo uma canção para acompanhar.link: https://www.youtube.com/watch?v=OCN0_T7qtz0 Eu ainda era muito jovem quando eu tive minha primeira banda, ela me encontrou e se tornou minha amiga, na pré-vestibular tirava livros da biblioteca. Pele branca, olhos grandes, sorriso perverso. E gostava de Rock. Estava superando a separação com seu namorado. Sempre soube, no entanto estava disposto a desfrutar. May, era uma lolita hippie. Praticava o aro e passava tempo movendo as cadeiras diante de mim, vestida de disco de Pink Floyd. Assim, sob o sol, bronzeava-se. Naturalmente vinha para minha casa e nos acostávamos na cama para ouvir Ray Charles, The Cure e David Bowie. Uma tarde, sentados na minha cama, beijei seu pescoço e a fiz comigo. Quando apertei seu peito, soltou um gemido. Desceu o calção o necessário para ver sua roupa interior negra e, em seguida, desceu mais. Revelando uma zona do seu corpo que não estava bronzeada. Com pequenos fios crescentes em risos curtos que eu beijei posteriormente. E sem parar de olhar seu estômago, meti minha língua e acariciei. -Não faça isso... - disse gemendo e, metendo minha cabeça mais para baixo.-Se não vou querer fazer isso... No dia seguinte, ela voltou a meu quarto, se deitou ao meu lado e me beijou, desnu-dando-se completamente assim que eu me desnudava. E, em seguida, deixou que eu fizesse o que quisesse com ela. Eu acariciava todo, beijava suas nádegas e apertava seus pezones suaves, então duros. Beijava seus pés enquanto ela me comia o membro. Sonava Disintegration de The Cure . Desde esse momento e algumas semanas mais, vivia nua em minha cama. Quando fiz isso pela primeira vez, desde o momento em que a comecei a penetrar, soltou um grito como as japonesas no pornô. Não acreditava que fosse verdade e estava lá. Com suas pernas abertas e suas mãos caídas para trás, fechando os olhos e gemendo, cada vez mais rápido. Seus nádegas como massa debaixo das minhas duas mãos que apertavam, seus gritos que certamente todos poderiam ouvir em torno de minha casa, o palpitar do meu pênis na sua vagina úmida e quente. De repente... pediu que parasse. Dizia que me lastimava, que esperasse um pouco. Eu beijei sua cintura e dirigi-me ao seu clitoris. Nessa posição, eu a olhei humedecer-se. No entanto, pediu que parasse.

Eu sei que foi porque ainda não havia esquecido completamente o seu ex-namorado e sentia que a estava traído ao lhe dar aquele pussy...

-Maldição!!!- pensei.

Enquanto a abraçava, ela me dava as costas. Meu pênis, ainda ereto, tocava com a ponta suas nádegas.

Comecei a me aproximar por instinto, até ter meu pênis completo entre seus glúteos. Ao sentir isso, ela começou a mover sua cintura como quando girava o aro. Suas cadeiras faziam o movimento adequado para que suas nádegas me fizessem a jaqueta do ano. No entanto, ainda assim, com esses movimentos de hula-hula, ela ajustou seu ânus na ponta do meu pênis e parou.

Nesse momento, ninguém disse nada; parei e levantei sua cintura enquanto ela flexionava suas pernas para estar em boa altura. Frotei meu pênis por fora de sua vagina para lubrificar-me. E então, entrei devagarinho pela trás. Ela gemeu muito em silêncio, ao contrário do que gritava. Eu entrava e saía, mas cada vez entrava mais. Ela abraçava um travesseiro e me olhava. Gemia novamente a gritos.

Eyaculei enquanto saia dela, e nesse exato instante, voltei a entrar mais duro. Ela deixou escapar um grande gemido e caiu ao meu lado, olhando seu corpo agitar-se.

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