Follando a mi sobrina

nota: todos os personagens desta história são maiores de idade.

Sou tarado, tenho que admitir, mas tenho meus limites. Mulheres de amigos, ex de amigos. Mulheres de irmãos, ex de irmãos. Mães de amigos, irmãs de amigos. Só tinha essas regras morais, por assim dizer, até que apareceu minha sobrinha. Eu tenho meu único irmão mais velho, Roberto, que é dez anos mais velho que eu. Ele teve a primeira filha aos vinte e cinco e, se não me engano, eu tinha quinze. Aos vinte, decidi mochilar pelo mundo.

Percorri grande parte dos continentes e, para ser franco, me deitei com uma grande quantidade de etnias femininas; chinesas, japonesas, francesas, africanas, italianas, mexicanas, etc. com todas que pude, me deitei. Por estar tanto tempo fora, esqueci minha família e fiz a minha própria. Casei-me com uma canadense muito linda e carinhosa e me estabeleci lá. Por mais de 13 anos estive fora, no entanto mantive contato com minha família. Tudo ia bem, mas todos sabemos que em algum ponto da vida, queremos voltar à nossa terra, às nossas raízes. Comentei isso com minha esposa e ela me disse para tirar algumas férias, que viajasse. Ela não poderia me acompanhar, pois precisava cuidar de alguns negócios; portanto, logo avisei ao meu irmão que viajaria por algumas semanas de volta para casa. Roberto não cabia em si de alegria, me disse para vir logo, que me receberia em sua casa, tinha dois quartos vazios e que um deles estaria pronto para quando eu voltasse.

Pois bem, ao descer do avião, lá estavam todos. Meus pais, meus primos, minha cunhada, meu irmão e... minha sobrinha. Como ela tinha crescido, essa gostosa. Era um monumento de mulher. Estava usando um jeans justo, que eu acho que até o mais cego podia ver desenhada a buceta dela nele. Um top vermelho que não deixava nada à imaginação e seu cabelo longo, solto.

Saudei a todos igualmente, com muito carisma, mas minha sobrina, eu não sabia como abraçá-la. Eu fui embora quando ela Eu tinha cinco anos, não havia nenhum laço entre nós, mas para minha surpresa, ela me apertou contra seus seios firmes e juvenis, beijando minha bochecha calorosamente.

— Que bom que você voltou, tio! — Exclamou. Eu apenas sorri, que sobrinha eu vim encontrar, pensei.

Fomos todos para a casa do meu irmão celebrar. Tinham preparado um churrasco, vinho, cerveja, tudo para minha chegada. Aquela noite ficamos acordados até altas horas. Na manhã seguinte, fui ao banheiro, precisava tomar um banho. Quando saí, me deparei com Nena, que era o apelido da minha sobrina. Ela vinha das escadas, com um shorts curto azul e uma camisola transparente, que deixava à vista seus mamilos duros por causa do frio da manhã. Ao me ver na entrada do banheiro, ainda com o cabelo molhado e a toalha cobrindo apenas minha pelve, ela sorriu maliciosamente.

— Oi, tiozinho, tão cedo e já de pé. — Ela parou para se apoiar na parede, me observando de cima a baixo. Era uma piranha, saltava aos olhos.

— Sim, e você deveria fazer o mesmo. Não tem aula hoje?

— É sábado, quando eu era pequena tinha aula nesses dias, agora não.

— E quantos anos você tem agora? — Perguntei enquanto enxugava o cabelo com a toalha branca.

— Dezoito, recém-completados.

— Recém?

— Sim, você deveria me dar meu presente, tio. — Ela baixou o olhar para meu pacote e tomou um gole d'água do copo que trazia na mão.

— Talvez eu te dê algum dia. — Respondi laconicamente e a deixei para ir ao meu quarto. A garota me tinha deixado excitado e eu não daria a ela o prazer de me ver assim.

O fim de semana inteiro foi dedicado a mim. Passei pelo bairro antigo para ver os amigos. Visitei a casa dos meus pais. Chegada a segunda-feira, eu começaria a procurar uma casa para comprar, assim poderia vir passar férias com minha mulher aqui, no meu país. A casa do meu irmão ficaria vazia. Ele e Fernanda estariam trabalhando e Nena deveria estar na escola.

Levantei-me às dez da manhã. Ao descer para a cozinha, qual não foi a cena que encontrei. Minha sobrinha estava inclinada para frente na pia, tentando acender o aquecedor de água. Seu cabelo era uma juba de cavalo e ela só estava usando uma toalha. Por estar inclinada, me deixava ver todo seu suculento e redondo rabo bronzeado; e uma buceta depilada, de lábios rosados e carnudos. Fiquei excitado em menos de dois segundos, fosse qualquer outra mulher eu juro que teria avançado para penetrá-la pelo cu como um cavalo, mas não, era minha sobrinha.

- E você não deveria estar no colégio? - Perguntei para me fazer notar.

Ela se virou para mim sem nenhum sinal de surpresa, quase satisfeita com minha presença.

- Ai, tio! Eu dormi demais. - Disse com fingida aflição. - Além disso, não consigo acender essa coisa.

Me aproximei dela e tirei o isqueiro de suas mãos. Ela se afastou um pouco e começou a me observar atentamente.

- Tio? Você está com fome? - Perguntou.

- Na verdade estou, estou com fome. - Respondi, me virando para ela para entregar o fogo. Ao fazer isso, pude ver seus seios redondos, loucos para escapar daquela toalha, juro que estavam na borda do mamilo.

- Que bom! Então eu vou preparar o café da manhã para você.

- Você não tem que tomar banho?

- Tanto faz, toma banho você primeiro. Assim, quando você descer, terei o café da manhã pronto.

- Como quiser. - Repliquei sem entusiasmo.

Desci vestido para tomar café, não queria correr riscos com ela. Estando lá embaixo, percebi que ela ainda estava com a toalha posta e com a mesa posta com um suculento café da manhã.

- Senta. - Disse.

Eu sentei. Ela se sentou na minha frente. Bebemos café em silêncio, até que ela quebrou o gelo.

- Quantos anos você tem, tio?

- Trinta e três. - Disse mordendo uma torrada.

- Você parece muito mais jovem. - Me elogiou. Bom, você tem uma bunda e uma buceta de vinte e cinco, pensei sorrindo para mim mesmo.

- O que tem de engraçado?

- Nada, sobrinha, come, que esfria o que você fez. - Ela me obedeceu e devorou um pão com abacate.

- Me disseram que você já é casado com uma canadense.

- Sim, é isso mesmo. - Eu disse.

- Elas não são muito frígidas?

- Frígidas? - Perguntei, surpreso.

- Você sabe, como as alemãs, as russas...

- Em que sentido?

- Ora, no âmbito carinhoso, ué, cara. - Ele disse rindo.

- Ah. Sexualmente, você quer dizer.

- Isso.

- Não, de jeito nenhum. Depende do homem que as excita. - Respondi com grande segurança.

- E você é um bom excitador? - Ele disse, inclinando-se para mim, deixando-me ver parte dos seus peitos nus.

- O melhor. - Respondi, olhando nos seus olhos.

Minha observação atenta a deixou pasma. Ela ficou completamente corada e sentou-se novamente ereta na sua cadeira.

- É melhor eu ir tomar um banho.

- Sim.

- Eu disse, levantando-me.

- Eu preciso ir resolver algumas burocracias agora.

Endireitando-se, ela se aproximou de mim. Pegou minha camisa para me puxar para perto dela.

- Tenha um bom dia, cara. - Ela disse e, em seguida, me deu um beijinho nos lábios. Esperou para ver alguma reação da minha parte, mas me contive. Apenas sorri para ela, como se nada tivesse acontecido.

- Igualmente, neném. - Desejei, me afastando para sair do quarto e da sua expressão frustrada.

Passei o dia todo no centro, sabia que se chegasse antes do meu irmão ou da minha cunhada, aquela putinha que tenho por sobrinha, eu a foderia sem perdão. Ela já me deixava excitado desde o primeiro dia. Mas ainda tinha moral, tinha que ser forte.

Às sete cheguei em casa e, para meu alívio, estava o Roberto, era quase como ver um anjo ali.

- Ei, Roberto! - Cumprimentei-o.

- Irmãozinho, você ficou o dia todo fora?

- Sim. Saí para ver alguns corretores, inquilinos, para a casa. E sua filha? - Perguntei, despretensiosamente.

- No quarto dela, teve um dia longo na escola. Você sabe. - Ele me disse.

- Claro. - Respondi com sarcasmo, embora ele não tenha percebido.

- Irmão, preciso te pedir um favor e é com relação à Nena. - Se você quer que eu a foda, só com sua permissão, irmãozinho, pensei comigo.

- O que você quiser, fala.

- Bom, com a Fernanda faz tempo que não... bom, a gente não transa. Ela é muito recatada e tem medo da nossa filha nos ouvir, então...

- Então você quer que eu fique cuidando da casa e da Nena, né? - adivinhei.

- Exatamente, seria pedir demais? - De jeito nenhum, vão lá que eu cuido de tudo.

- Ótimo! Te devo uma, baixinho.

Bem, essa noite eu ficaria sozinho com ela. Um grande problema ético-religioso-social se apresentava diante de mim. Não é um grande problema, ou é? Só precisava não comer minha sobrinha, era só isso. Se passasse essa noite invicto, no mínimo uma canonização em vida, depois desse suplício, seria um mártir. Sim.

Chegou a noite. Minha cunhada e meu irmão saíram pro motel e eu fiquei na sala, sentado vendo uma série de TV chamada "True Blood" e pra quem já viu, sabe como é tesão e como isso deixa a gente excitado quando vê vampiros transando a cada dois segundos por todo lado.

Ouvi barulhos na escada, alguém estava descendo, com certeza era ela.

- Meus pais, tio, já foram? - perguntou.

- Sim.

- Respondi sem olhar pra ela.

- Ah. O que você tá vendo?

- True Blood.

- Essa série é ótima, posso ver com você?

- Amanhã você não tem escola?

- Tenho, mas são só dez da noite e os episódios não duram mais de uma hora.

- Replicou.

- Como quiser.

- Disse.

- Vou pegar alguma coisa pra comer.

- Teve que passar na minha frente, já que a cozinha ficava no cômodo junto da sala. Ao passar, pude ver que ela estava com uma calcinha escura e uma camiseta regata branca, transparente quase, deixando à vista as costas sem sutiã.

- Gostosa. - murmurei.

- Você disse alguma coisa, tiozinho? - ela me ouviu.

- Nada, só se você me trouxesse uma sobremesa com creme.

- Claro. Ao voltar, sentou do meu lado, não muito perto. Tinha trazido um sanduíche pra ela e minha sobremesa, com o creme chantilly na embalagem ainda fechada. Não quis comer, então deixei de lado.

- Você tem os olhos tão bonitos quanto os... Seu, tio." - Disse.

"Quem?" - Perguntei sem me virar, porque se o fizesse, veria seus peitos apontando pra mim e minha fé se derreteria.

"Aquele, o dos olhos azuis."

"Ah, acho que os dele são mais intensos, isso sim."

"Deixa eu dar uma olhada." - Sem aviso, ela se ajoelhou no sofá e se esticou na minha direção, apoiando uma das mãos na minha coxa, bem perto do meu pau que naquele ponto já estava bem ereto. Com a mão livre, pegou meu rosto e o virou para o dela até ficarmos cara a cara.

Ficamos em silêncio um tempo, nos observando mutuamente. Ela se moveu um pouco mais na minha direção, e a mão que estava apoiada na minha coxa, roçou sem cerimônia meu pau duro e latejante.

"Não, você é mais bonito."

- Soltou finalmente, sorrindo, voltando ao seu lugar. Ok, agora sim eu estava em chamas, na primeira oportunidade, eu a empalava como um cordeiro.

"Por que você não aumenta o volume? Não tô ouvindo nada."

"Vai, aumenta." - Disse.

Ela se dirigiu à televisão que estava na nossa frente e se abaixou para alcançar os supostos botõezinhos na parte inferior da tela. Na minha frente, aquele rabo majestoso, com aquelas nádegas volumosas se ergueu e meu pau, como um ímã, se levantou em busca daquele pedaço de metal que o chamava.

"Tio, essa TV não tem boto..."

- Não chegou a terminar. Meu pacote estava atrás dela, fazendo com que notasse a dureza do meu pau. "Vamos, você já sabia que essa não tem botões." - Disse com malícia. Ela se virou, ficando de joelhos diante de mim. Olhou para o meu rosto, erguendo seu rosto sorridente.

"Não era isso que você queria, sobrinha malcriada? Não queria esquentar seu tio?"

Sem dizer nada, baixou o zíper da minha calça e diante dela, se ergueu um pau querendo escapar da minha cueca. Ela o puxou com cuidado e lá apareceu meu pênis, longo e grosso, perto do seu rosto.

"É grande, tio." - Exclamou com real surpresa.

"Pois bem, o que está esperando para enfiar, sua safada que só sabe esquentar paus." - Disse rindo. Sem esperar mais, colocou minha glande na sua boca macia, chupando como se fosse um pirulito. Passou a língua por todo o meu pau, da base até a cabeça. Juntou saliva na boca pra conseguir enfiar quase tudo, não cabia inteiro.

Enquanto me masturbava com os lábios, pegou nas minhas bolas e começou a massagear com delicadeza.

- Isso... mmm... assim, sobrinha.

- Exclamei extasiado de prazer.

- Olha que putinha descobri quando voltei.

- Falei, e em resposta ela deu uma chupada no meu pau. Ao baixar a vista, vi que tinha parado de massagear minhas bolas pra se masturbar. Ri alto.

- Agora você é minha putinha pessoal, sobrinha? - Perguntei. Ela assentiu. Um gemido saiu da minha boca. Deu vontade de ser maquiavélico com ela.

São poucas as mulheres que fazem aquele sentimento sádico nascer na gente, pois bem, eu tinha encontrado a minha.

- Vai fazer tudo que eu quiser ou não? - Perguntei com malícia. Ela assentiu de novo.

Apertou com o céu da boca no meu pau, me fazendo curtir ainda mais.

- Você tá conseguindo me fazer gozar, sobrinha.

- Falei, e era verdade, aquela chupada estava me matando, mesmo sem estar toda enfiada na boca dela. Começou a me masturbar mais rápido, a cabeça dela afundava na minha pelve.

Quando senti que ia gozar, peguei a cabeça dela com as duas mãos e empurrei contra o meu quadril, fazendo ela engolir meu pau por completo. Ela tentou me parar, mas não conseguiu, porque uma das mãos estava na virilha, e aproveitando que estava toda dentro, gozei com toda a porra na boca suculenta dela.

Quando senti que não tinha mais nada, soltei. Ela se afastou de mim tossindo, com ânsia e vermelha, parecia que estava engasgando, que pena. Deixou cair uma mistureba de baba com sêmen no chão.

- Você é um bruto, tio! Quase me afoga! - Reclamou. Observei atentamente, sem dizer nada.

Depois de uns segundos, se levantou pra ficar de pé na minha frente. Tirou o moletom e me deixou ver, sem nenhuma roupa, aqueles peitos redondos e empinados soberbamente, com um mamilo duro e empinado, rosados. Peguei ela pela cintura e a deixei cair no sofá.

Beijei sua boca com grande paixão.

Sua língua entrou na minha boca instantaneamente.

Tinha um gosto salgado, resultado da chupada.

Beijei-a por um tempo interminável, até ouvir um gemido.

Parei e pude ver que meu pau estava duro de novo, duro como ferro, e estava esfregando por cima da calcinha sua buceta cheia de fluidos, que mesmo com sua roupa íntima escura, deixava entrever um grande halo de líquidos.

- Foxy, você é uma putinha, sobrinha, quer que seu tio te coma, não é verdade?

- Sim, tio, me come, por favor, por... - Calei-a com um beijo.

Comecei a massagear um de seus seios com grande delicadeza. Minha sobrinha começou a gemer alto. Mover meus quadris, fazendo meu membro esfregar sua buceta aberta há muito tempo. Para cima, para baixo, acariciando seu clitóris com cuidado.

A garota arqueou as costas de prazer, enquanto eu já não acariciava seus seios com carinho. Eu os sacudia com força bruta, apertando seus mamilos, chupando cada um e mordiscando-os como se fossem biscoitos.

- Tio, me come, me come agora. - Ela sussurrou entre suspiros. Parei meus atos. Ergui-me e abri suas pernas. Introduzi meu pênis em sua fenda, sendo repelido instantaneamente pela calcinha.

- Ai! - Ela gritou. Repeti o movimento, sem conseguir uma penetração real.

- Me come, por favor, faça, faça. - Ela me apressou. Com lentidão, tirei sua roupa, deixando ver sua buceta rosada e suculenta. Estava aberta para meu pênis, minha satisfação aumentou. Peguei meu pênis e esfreguei minha glande em sua entrada estreita.

- Mmm... - Quer que eu te coma? - Disse sem parar, inserindo a cabecinha.

- Ai!! Sim, me come.

- Quer que seu tio te coma, Foxy?

- Sim, tio, me come...

- Não estou te ouvindo. - Disse, inserindo um quarto do meu pênis.

- Me come, tio! Me come! - Gritou enlouquecida de prazer. Eu ri alto.

- Quero ouvir alto e claro quem eu tenho que comer.

- ME FODE, TIO!! FODE SUA foxy!! SUA SOBRINHA puta!!

Bem, era isso que eu queria ouvir, e logo em seguida enfiei meu pau até o fundo da sua buceta apertada. Um grunhido saiu da sua garganta.

Dor e prazer juntos. Mas como eu disse, nasceu em mim um sentimento sádico, então não parei, comi ela como uma puta. Peguei suas coxas e coloquei sobre meus ombros, pra garantir que ela não fechasse. Penetrei brutalmente, o som do meu sêmen com seus líquidos harmonizavam o lugar. Não dei trégua.

- Tio!! Tio!! - Gritou.

- Tá doendo, puta?!

- Mmmm.... Não!! Continua, continua - Ela pediu. Num ritmo frenético eu penetrei, sentindo que afundava a cada enfiada. Sua buceta era uma delícia, as paredes vaginais apertavam minha cabeça cada vez que meu pau ia sair.

- Ai!! Tio, sou sua puta, me penetra como uma puta!! - Gemeu descontroladamente.

- Quer ser minha puta?!

- Sim!!

De repente parei. A gata, que respirava ofegante, me olhou estranho.

- Se quer que eu continue te comendo, fica de quatro, como a putinha que você é. - Falei na lata. Em menos de um segundo ela se virou e apoiou as mãos no braço do sofá. Seu rabo ficou na minha frente.

Era uma beleza lisa, um cuzão pra foder sem frescura.

- Vai, tio, me come de novo. - Suplicou. - Não me diz o que fazer, foxy. - Castiguei dando uma palmada nas suas nádegas, fazendo elas balançarem como gelatina. Ela gemeu.

De novo enfiei meu pau na sua buceta, mas agora pude fazer livremente. Segurando ela pelos quadris, pude meter no meu ritmo. Puxava ela com força pra mim, pra que sua vagina engolisse meu pau até o fundo. Minha sobrinha gemendo como louca e excitada ao máximo empurrava a bunda pra trás ao mesmo tempo que eu ia penetrar de novo, fazendo com que ela fosse empalada por completo.

- foxy!! - Gritei pra ela - Era isso que você queria!!. Ao não ouvir resposta, Bati forte na sua bunda de novo.

- Isso!! É isso que eu queria, sempre esperei que você voltasse.

Aquilo me deixou perplexo, mas não diminui o ritmo por causa disso. Enfiei nela uma e outra vez, até sentir que ia gozar. Segurei firme e puxei ela com toda força contra minha pelve.

- Goza dentro de mim, tio!! - e jorrei dentro dela. Gemidos de prazer escaparam de nós dois.

Por alguns instantes, o único som audível foi o da nossa respiração ofegante.
- Sinto seu leite me enchendo, tio... - ela balbuciou.
- Você é mesmo uma putinha. - Ela riu da minha afirmação.

Ouvi o gotejar do meu sêmen escorrendo pelas coxas dela até cair nos almofadões de couro. Inclinei um pouco e pude ver que sua buceta estava irritada de tanto eu ter comido. Levantei um pouco o olhar e vi seu cuzinho.

Minha ereção voltou. Senti o sangue correndo pra minha cabecinha, fazendo ela pulsar. A ideia de fazê-la gemer, fosse de prazer ou de dor, me deu uma sensação gostosa.

Salivei meu dedo do meio e enfiei na sua vulva. A gata deu um pulo, que terminou num gemido.
- De novo, tio? - Ela falou com um tom safado.
- Ah, sim, sobrinha. - Respondi. Passei meu dedo pela sua fendinha pra cima, até chegar no seu cu. Os poucos líquidos que peguei no caminho serviriam de lubrificante. Não ia dar mais. Enfiei meu dedinho no seu buraquinho pra alargar e molhar.

- Tio, não! Nunca fiz por aí. Não enfia o dedo.

- Não se preocupa, sobrinha, que não vou enfiar o dedo. - Ela desconfiou e virou a cabeça pra me olhar. Era tarde demais. Eu já a segurava pelas nádegas com muita força.

Meu pau estava prestes a entrar no seu cuzinho. Ela tentou impedir, se afastando, se esquivando, mas eu a segurava firme pelos quadris. Sorri diante da consumação iminente do ato.

- Tio, não!! - Ela se debateu desesperada.

Num dos seus movimentos desajeitados, ela se jogou pra trás e, aproveitando a vantagem, a penetrei sem nenhum preparo ou carícia.

- Aiii!!! - Ela gritou angustiada. Parecia que era mesmo virgem de cu, porque estava... realmente oprimida. Me doeu um pouco o pau, mas os gemidos dela me devolveram a luxúria.

- Viu, putinha? Isso é o que acontece quando você provoca seu tio. Agora você é uma verdadeira vadia. - Afastei ela um pouco de mim, pensei que tentaria fugir, mas parecia que a dor era intensa, melhor para mim. Como disse, afastei ela um pouco e a penetrei com força novamente, até o fundo.

- Mfff, tio, tá doendo, tira. - Ela suplicou, soluçando?

- Tá chorando?

- Sim.

Isso aumentou meu prazer e dei duas palmadas na bunda dela, com toda minha força. Suas nádegas ficaram vermelhas. Ela gemeu baixinho.

- Não chora, senão vou dar mais forte. - Avissei.

- Tio, tá doendo muito...

- Cala a boca!! - Gritei e bati nela com mais força.

- Você queria que eu te comesse como uma puta. Bom, agora você vai saber o que é foder de verdade.

Comecei a me mover o máximo que seu cu apertado permitia. Pouco a pouco foi se lubrificando com meus fluidos e ficou mais fácil entrar e sair. Me agachei para entrar mais fundo. A gatinha gemeu de novo, agora não tanto de dor. Peguei ela pela cintura e comecei a me mover e a comer ela como uma verdadeira puta no cio. Montei nela com fúria. Minhas estocadas eram tão fortes que seus braços perderam a força e ela caiu de bruços no sofá, fazendo seu ânus se abrir um pouco. Esse pouco foi o suficiente para eu enfiar nela de novo e de novo.

Seu cu estava totalmente dilatado, agora eu podia meter com tudo.

Minha sobrinha agora gemía de prazer e como ela gemía! - Quer que eu tire, gostosa? - Perguntei.

- Não!! Me dá mais forte!! Me dá!!

- Você é minha putinha sobrinha, de agora em diante. - Clap! Clap! O som das nádegas dela batendo nas minhas bolas.

Os gemidos saíam da minha garganta.

Bati nas nádegas dela mais uma vez.

Sua estreiteza anal me dava um prazer infinito, eu ia gozar de novo. Inclinando-me, peguei ela pelos braços e a levantei com toda minha força, deixando ela flutuando no ar. Penetrei mais algumas vezes e gozei de novo, mas dessa vez na sua Ano.

- ¡¡Ahhhh!! - gemeu Nena, desfalecendo de prazer, em seu segundo orgasmo. Soltei-a sem cuidado e ela caiu no sofá como um trapo. Sentei-me exausto.

- Levanta. - anunciei, dando um último tapa em sua bunda.
- Meu irmão vai chegar. Vista-se e vá para o seu quarto.

Devagar, ela se levantou e se aninhou ao meu lado.

- Vou ser sua putinha para sempre, tio? - perguntou com malícia.

- Para todo o sempre, minha gostosa. - sentenciei, sorrindo.

Ela aproximou o rosto e me beijou docemente nos lábios. Endireitou-se, pegou suas roupas e foi para o quarto. Quanto a mim, limpei a porra espalhada e tomei um banho, à espera do meu irmão. Bom, acho que não serei santificado, mas minha sobrinha vale a pena ser apenas mais um ser humano. Às três da manhã, Roberto chegou junto com Fernanda.

- E aí? Como foi tudo? - me perguntou, sussurrando.

- Perfeito, irmão. - respondi.

- E a Nena? Comportou-se bem?

- Como uma verdadeira mocinha, irmãozinho, como uma verdadeira mocinha.

0 comentários - Follando a mi sobrina