Fudendo minha sobrinha

nota: todos os personagens nesta história são maiores de idade.

Sou gostoso, tenho que admitir, mas tenho meus limites. Mulheres de amigos, ex de amigos. Mulheres de irmãos, ex de irmãos. Mães de amigos, irmãs de amigos. Eu só tinha essas regras morais, por assim dizer, até que minha sobrinha apareceu. Eu tenho um único irmão mais velho, Roberto, que é dez anos mais velho que eu. Ele teve a primeira filha aos vinte e cinco e, se não me engano, eu tinha quinze. Aos vinte, decidi mochilar pelo mundo.

Percorri grande parte dos continentes e, pra ser sincero, transei com uma porrada de etnias femininas: chinesas, japonesas, francesas, africanas, italianas, mexicanas, etc. Com todas que pude, transei. Por ficar tanto tempo fora, esqueci minha família e fiz a minha própria. Casei com uma canadense muito linda e meiga e me mudei pra lá. Fiquei mais de 13 anos fora, mas mantive contato com minha família. Tudo ia bem, mas todo mundo sabe que em algum ponto da vida a gente quer voltar pra nossa terra, pras nossas raízes. Comentei isso com minha esposa e ela disse pra eu tirar umas férias, viajar. Ela não podia me acompanhar, porque tinha que cuidar de alguns negócios; então, rapidinho, avisei meu irmão que ia viajar por algumas semanas de volta pra casa. Roberto não cabia em si de alegria, disse pra eu vir logo, que me receberia na casa dele, tinha dois quartos vazios e um deles estaria pronto quando eu chegasse.

Pois bem, quando desci do avião, lá estavam todos. Meus pais, meus primos, minha cunhada, meu irmão e... minha sobrinha. Como aquela gostosa tinha crescido. Era um monumento de mulher. Ela vestia uma calça jeans justa, que eu acho que até o mais cego conseguia ver a buceta desenhada nela. Um top vermelho que não deixava nada pra imaginação e o cabelo longo, solto.

Cumprimentei todos igualmente, com muito carisma, mas não sabia como abraçar minha sobrinha. Fui embora quando ela Eu tinha cinco anos, não havia nenhum laço entre nós, mas para minha surpresa, ela me apertou contra seus peitos firmes e juvenis, beijando minha bochecha calorosamente.

— Que bom que você voltou, tio! — exclamou. Eu só sorri pra ela, que sobrinha gostosa eu fui encontrar, pensei.

Fomos todos pra casa do meu irmão comemorar. Eles tinham preparado um churrasco, vinho, cerveja, tudo pra minha volta. Naquela noite, ficamos acordados até altas horas. Na manhã seguinte, fui ao banheiro, precisava tomar banho. Quando saí, me deparei com a Nena, que era o apelido da minha sobrinha. Ela vinha descendo as escadas, com um shortinho azul celeste e uma camisola transparente, que deixava à mostra os bicos dos peitos empinados pelo frio da manhã. Ao me ver na entrada do banheiro, ainda com o cabelo molhado e a toalha cobrindo só minha pelvis, ela me sorriu de forma safada.

— Oi, titio, tão cedo e já acordado. — Parou pra se apoiar na parede, me olhando de cima a baixo. Era uma putinha, saltava aos olhos.

— É, e você deveria fazer o mesmo. Não tem aula hoje?

— É sábado, quando eu era pequena tinha aula nesses dias, agora não.

— E que idade você tem agora? — perguntei enquanto passava a toalha branca no cabelo.

— Dezoito, acabei de fazer.

— Acabou?

— Sim, você devia me dar meu presente, tio. — Ela baixou o olhar pro meu volume e deu um gole na água do copo que trazia na mão.

— Talvez eu te dê um dia desses. — respondi de forma seca e deixei ela pra ir pro meu quarto. A garota tinha me deixado excitado e eu não ia dar o gosto de me ver daquele jeito.

O fim de semana inteiro foi dedicado a mim. Passei pelo bairro antigo pra ver os caras. Visitei a casa dos meus pais. Chegando segunda-feira, ia começar a procurar uma casa pra comprar, assim poderia vir passar férias com minha mulher aqui, no meu país. A casa do meu irmão ia ficar vazia. Ele e a Fernanda iam estar trabalhando e a Nena devia estar na escola.

Levantei às dez da manhã. Quando desci pra cozinha, qual não foi a cena que encontrei. Minha sobrinha estava inclinada pra frente na pia, tentando acender o aquecedor. O cabelo dela era uma juba de cavalo e ela só estava usando uma toalha. Inclinada daquele jeito, me deixava ver toda aquela bunda suculenta, bronzeada e redonda; e uma buceta depilada, de lábios rosados e carnudos. Fiquei de pau duro em menos de dois segundos, fosse qualquer outra mulher e juro que me jogava pra meter no cu dela igual um cavalo, mas não, era minha sobrinha.

— E você não devia estar no colégio? — Perguntei pra me fazer notar.

Ela se virou pra mim sem nenhum susto, quase satisfeita com minha presença.

— Ai tio! Dormi demais. — Disse com uma aflição fingida. — E não consigo ligar essa porcaria.

Me aproximei e tirei o isqueiro da mão dela. Ela se afastou e começou a me observar com atenção.

— Tio? Cê tá com fome? — Perguntou.

— Na verdade, tô sim, tô com fome. — Respondi virando pra devolver o fogo. Quando fiz isso, pude ver os peitos redondos dela, loucos pra escapar daquela toalha, juro que estavam no limite do mamilo.

— Que bom! Então vou te preparar o café da manhã.

— Cê não precisa tomar banho?

— Tanto faz, toma banho você primeiro. Assim quando descer, já vou ter teu café pronto.

— Como quiser. — Respondi sem empolgação.

Desci vestido pra tomar café, não queria arriscar com ela. Lá embaixo, percebi que ela ainda estava de toalha e com a mesa posta com um café da manhã suculento.

— Senta. — Disse.

Sentei. Ela sentou na minha frente. Bebemos café em silêncio, até que ela quebrou o gelo.

— Quantos anos cê tem, tio?

— Trinta e três. — Falei mordendo uma torrada.

— Cê parece muito mais novo. — Me elogiou. Bom, você tem uma bunda e uma buceta de vinte e cinco, pensei rindo sozinho.

— O que é tão engraçado?

— Nada, sobrinha, come, que vai esfriar o que você fez. — Ela me obedeceu e engoliu um pão com abacate.

— Me falaram que você já é casado com uma canadense.
- Sim, é isso mesmo. – Eu disse.
- Elas não são muito frígidas?
- Frígidas? – Perguntei, estranhando.
- Sabe, tipo as alemãs, as russas...
- Em que sentido?
- No sentido carinhoso, cara. – Ele disse, rindo.
- Ah. Sexualmente, você quer dizer.
- Sim.
- Não, de jeito nenhum. Depende do homem que as excita. – Respondi com toda confiança.
- E você é um bom excitador? – Ela disse, se inclinando na minha direção, deixando eu ver parte dos peitos dela nus.
- O melhor. – Respondi, olhando nos olhos dela.
Minha observação atenta a deixou pasma. Ela ficou completamente vermelha e se sentou ereta de novo no banco.
- É melhor eu ir tomar um banho.
- Sim.
- Eu disse, me levantando.
- Eu tenho que resolver uns trâmites agora.
Ela se ergueu e se aproximou de mim. Me puxou pela camisa para me aproximar.
- Tenha um bom dia, cara. – Ela disse e, em seguida, me deu um selinho nos lábios. Esperou alguma reação minha, mas me segurei. Só sorri pra ela, como se nada tivesse acontecido.
- Você também, neném. – Desejei, me afastando para sair do quarto e deixar pra trás a cara de frustração dela.
Passei o dia todo no centro, sabia que se chegasse antes do meu irmão ou da minha cunhada, aquela putinha que tenho como sobrinha, eu ia comer ela sem perdão. Ela já me deixava com tesão desde o primeiro dia. Mas ainda me restava moral, tinha que ser forte.
Às sete cheguei em casa e, para meu alívio, o Roberto estava lá. Era quase como ver um anjo.
- Ei, Roberto! – Cumprimentei.
- Maninho, ficou o dia todo fora?
- Sim. Saí pra ver uns corretores, inquilinos, pra casa. E sua filha? – Perguntei, disfarçando.
- No quarto dela, teve um dia longo na escola. Você sabe. – Ele disse.
- Claro. – Respondi com sarcasmo, mas ele não percebeu.
- Mano, preciso te pedir um favor, e é sobre a Nena. – Se você quer que eu coma ela, só com sua permissão, maninho, pensei comigo.
- O que você quiser, fala.
- Bom, com a Fernanda há um tempo... Não... bom, a gente não transa. Ela é muito recatada e tem medo da nossa filha ouvir, então...

- Então você quer que eu fique aqui cuidando da casa e da Nena, né? - Adivinhei.

- Exato, seria pedir demais? - De jeito nenhum, saiam que eu cuido de tudo.

- Show! Tô te devendo uma, anão.

Beleza, hoje à noite eu ia ficar sozinho com ela. Um baita problema ético-religioso-social tava na minha frente. Não é um grande problema, ou é? Só tinha que não comer minha sobrinha, só isso. Se eu passasse essa noite intacto, no mínimo uma canonização em vida, depois desse suplício, eu seria um mártir. Sim.

A noite chegou. Minha cunhada e meu irmão foram pro motel deles e eu fiquei na sala, sentado vendo uma série de TV chamada "True Blood" e pra quem já viu, sabe o quanto ela é safada e como acende a gente quando vê a cada dois segundos vampiros trepando pra todo lado.

Senti barulho na escada, alguém descia, de certeza era ela.

- Meus pais, tio, já foram? - Perguntou.

- Sim.

- Respondi sem olhar pra ela.

- Ah. O que você tá vendo?

- True Blood.

- Essa série é do caralho, posso ver com você?

- Amanhã não tem escola?

- Tem, mas são só dez da noite e os episódios não duram mais de uma hora.

- Retrucou.

- Como quiser.

- Falei.

- Vou pegar algo pra comer.

- Ela teve que passar na minha frente, já que a cozinha era no cômodo junto da sala. Quando passou, pude ver que tava de calcinha escura e um moletom sem manga branco, quase transparente, deixando à mostra uma costa sem sutiã.

- Gostosa. - Murmurei.

- Falou algo, titio? - Ela me ouviu.

- Nada, se você me trazia um pouco de sobremesa com creme.

- Claro. Quando voltou, sentou do meu lado, não muito colada. Tinha trazido um sanduíche pra ela e minha sobremesa, com o creme de leite batido no pote ainda fechado. Não quis comer, então deixei de lado.

- Você tem os olhos tão bonitos quanto os teu, tio." — disse ela.

— Quem? — perguntei sem virar o rosto, porque se eu virasse, veria os peitos dela apontando pra mim e minha fé derreteria.

— Aquele ali, o de olhos azuis.

— Ah, acho que ele tem os olhos mais intensos, sim.

— Deixa eu dar uma olhada em você. — Sem aviso, ela se ajoelhou no sofá e se esticou até mim, apoiando uma das mãos na minha coxa, bem perto do meu pau, que já estava durasso. Com a mão livre, pegou meu rosto e virou na direção dela até ficarmos de frente um pro outro.

Ficamos em silêncio por um tempo, nos encarando. Ela se aproximou mais de mim, e a mão que estava na minha coxa roçou, sem cerimônia, meu pau duro e latejante.

— Não, você é mais bonito.

— Ela finalmente soltou, sorrindo, e voltou pro lugar. Ok, agora eu tava pegando fogo. Na primeira chance, enfiava nela que nem um carneiro.

— Por que você não aumenta o volume? Não tô ouvindo nada.

— Vai lá, aumenta. — falei.

Ela foi até a TV, que tava na nossa frente, e se abaixou pra alcançar os supostos botões na parte de baixo da tela. Na minha frente, aquela raba majestosa, com aquelas nádegas enormes, se ergueu, e meu pau, como um ímã, levantou atrás daquele pedaço de metal que o chamava.

— Tio, essa TV não tem bot...

— Ela não terminou. Meu pacote tava atrás dela, fazendo ela sentir a dureza do meu pau. — Qual é, você já sabia que essa não tem botão. — falei com malícia. Ela se virou, ficando de joelhos na minha frente. Me olhou no rosto, erguendo a cabeça com um sorriso.

— Não era isso que você queria, sua sobrinha mimada? Não queria esquentar seu tio?

Sem dizer nada, ela abaixou o zíper da minha calça e, na frente dela, um pau se ergueu, querendo escapar da minha cueca. Ela puxou com cuidado, e lá estava meu pau, comprido e grosso, perto do rosto dela.

— É grande, tio. — exclamou, com surpresa genuína.

— Então, o que você tá esperando pra enfiar na boca, sua putinha fogosa? — falei rindo. Sem esperar mais, ela colocou minha cabeça na boca. Boca aberta, chupando como se fosse um doce. Passou a língua por todo o meu pau, desde a base até a cabeça. Juntou saliva na boca pra conseguir enfiar quase tudo, não cabia inteiro.

Enquanto me masturbava com os lábios, pegou nas minhas bolas e começou a massagear com cuidado.

— Isso... ahn... assim, sobrinha.

— Exclamei, extasiado de prazer.

— Olha que puta que eu descobri quando voltei.

— Falei, e em resposta ela chupou meu pau. Quando olhei pra baixo, vi que tinha parado de massagear minhas bolas pra se masturbar. Eu ri alto.

— Agora é minha raposinha particular, sobrinha? — Perguntei. Ela concordou. Um gemido escapou da minha boca. Deu vontade de ser maquiavélico com ela.

São poucas as mulheres que fazem esse sentimento sádico nascer em você, mas eu tinha encontrado a minha.

— Vai fazer tudo que eu quiser ou não? — Perguntei com malícia. Ela concordou de novo.

Apertou meu pau com o céu da boca, me fazendo gozar ainda mais.

— Você tá fazendo eu gozar, sobrinha.

— Falei, e era verdade, a chupada dela tava me matando, mesmo sem eu ter enfiado tudo na boca dela. Ela começou a me masturbar mais rápido, a cabeça dela afundava na minha pélvis.

Quando senti que ia gozar, peguei a cabeça dela com as duas mãos e empurrei contra meu quadril, fazendo ela engolir meu pau inteiro. Ela tentou me parar, mas não conseguiu, porque uma das mãos dela tava na própria boceta, e aproveitando que tava inteiro dentro, gozei toda a minha porra na boca suculenta dela.

Quando senti que não tinha mais nada, soltei. Ela se afastou tossindo, com ânsia e vermelha, parecia que tava se engasgando, que pena. Deixou cair uma mistura de cuspe com porra no chão.

— Seu bruto, tio! Quase me afoga! — Reclamou. Eu olhei pra ela atentamente, sem dizer nada.

Depois de alguns segundos, ela se levantou pra ficar de pé na minha frente. Tirou o moletom e me deixou ver, sem nada, aqueles peitos redondos e empinados, soberbos, com um Bico duro e empinado, rosadinhos. Peguei ela pela cintura e joguei no sofá.

Beijei ela na boca com muita paixão.

A língua dela entrou na minha boca na hora.

Tinha um gosto salgado do boquete que ela tinha dado.

Beijei ela por um tempão, até ouvir um gemido.

Parei e vi que meu pau tava duro de novo, igual aço, roçando por cima da calcinha na buceta dela cheia de melado, que mesmo a roupa íntima sendo escura, dava pra ver uma mancha enorme de líquido.

— Foxy, você é uma putinha, sobrinha, quer que seu tio te coma, não é verdade?

— Sim, tio, me come, por favor, por... — Calei ela com um beijo.

Comecei a massagear um peito dela com todo cuidado. Minha sobrinha começou a gemer alto. Mexi minha cintura, fazendo meu pau roçar na buceta aberta dela há um tempão. Pra cima, pra baixo, acariciando o clitóris dela com jeito.

Ela arqueou as costas de prazer, enquanto eu já não acariciava mais os peitos dela com carinho. Eu apertava com força bruta, beliscando os bicos, chupando cada um e mordiscando como se fossem balinhas.

— Tio, me come, me come agora. — Ela sussurrou entre suspiros. Parei meus movimentos. Me levantei e abri as pernas dela. Enfiei meu pau na rachinha dela, mas fui barrado pela calcinha.

— Ai! — Ela gritou. Repeti o movimento, sem conseguir penetrar de verdade.

— Me come, por favor, faz isso, faz. — Ela me apressou. Devagar, tirei a roupa dela, deixando ver a buceta rosada e melada. Tava aberta pro meu pau, minha satisfação aumentou. Peguei meu pau e esfreguei a cabeça na entrada apertada dela.

— Hummm... — Quer que eu te coma? — Falei sem parar, enfiando só a cabecinha.

— Ai!! Sim, enfia.

— Quer que seu tiozinho te coma, foxy?

— Sim, tiozinho, me come...

— Não tô ouvindo. — Falei, enfiando um quarto do meu pau.

— Me come, tiozinho! Me come! — Ela gritou louca de prazer. Eu ri alto.

— Quero ouvir bem alto e claro quem eu tenho que foder.

- ME FODE TIO!! FODE A SUA foxy!! A SUA puta SOBRINHA!!

Beleza, era isso que eu queria ouvir, e na sequência enfiei meu pau até o fundo da sua buceta apertada. Um gemido saiu da garganta dela.

Dor e prazer juntos. Mas como eu disse, nasceu em mim um sentimento sádico, então não parei, comi ela como uma puta. Peguei as coxas dela e coloquei nos meus ombros, pra garantir que ela não fechasse. Penetrei bestialmente, o som do meu esperma com os líquidos dela harmonizava o lugar. Não dei descanso.

- Tio!! Tio!! - Ela gritou.

- Tá doendo, puta?!

- Mmmm... Não!! Continua, continua - Ela pediu. Num ritmo frenético eu penetrava, sentindo que afundava a cada estocada. A buceta dela era uma delícia, as paredes apertavam minha glande toda vez que meu pau ia sair.

- Aaai!! Titiu, sou sua puta, me penetra como uma puta!! - Gemeu descontroladamente.

- Quer ser minha puta?!

- Sim!!

De repente parei. Neném, que respirava ofegante, me olhou estranho.

- Se quer que eu continue te comendo, fica de quatro, como a boa puta que é. - Falei seco. Em menos de um segundo ela virou e apoiou as mãos no braço do sofá. A bunda dela ficou na minha frente.

Era uma beleza lisa, um rabão pra foder sem frescura.

- Vai tio, me come de novo. - Suplicou. - Não me diz o que fazer, foxy. - Castiguei dando um tapa na bunda dela, fazendo ela quicar como gelatina. Ela gemeu.

De novo meti meu pau na buceta dela, mas agora pude fazer livremente. Segurando ela pela cintura, pude ditar meu ritmo. Puxava ela com força pra dentro, pra buceta dela engasgar com meu pau até o fundo. Minha sobrinha gemia igual louca e, excitada ao máximo, empurrava a bunda pra trás na hora que eu ia penetrar de novo, fazendo ela empalar inteira.

- foxy!! - Gritei - Era isso que você queria!! - Como não ouvi resposta, Bati na bunda dela de novo, com força.
- Sim!! era isso que eu queria, sempre esperei você voltar.

Isso me deixou perplexo, mas não diminui meu ritmo por causa disso. Enfiei nela uma vez atrás da outra, até sentir que ia gozar. Segurei ela firme e puxei com toda força contra minha pélvis.

- Gozei dentro de você, sobrinha!! - e acabei dentro dela. Os dois soltaram gemidos de prazer.

Por instantes, o único som audível era o das nossas respirações. - Sinto seu gozo me preenchendo, titio. - Balbuciou. - Você é uma putinha mesmo. - Riu diante da minha afirmação.

Ouvi o gotejar do meu sêmen, descendo pelas coxas dela até cair nos almofadões de couro. Me inclinei um pouco e vi que a buceta dela estava irritada pela minha foda. Levantei um pouco o olhar e vi o cuzinho dela.

Minha ereção voltou. Senti o sangue se acumular na minha glande, fazendo ela tremer. A ideia de fazê-la gemer, fosse de prazer ou de dor, me deu uma sensação gostosa.

Salivei meu dedo do meio e o introduzi na vulva dela. A gata deu um pulo, que terminou em gemido. - De novo, titio? - Soou safada. - Ah, sim, sobrinha. - Respondi. Passei meu dedo pela rachinha dela pra cima, até chegar no cu dela. Os poucos líquidos que arrastei serviriam de lubrificante. Não daria mais. Enfiei o dedinho no buraquinho dela pra dilatar e umedecer.

- Tio, não! Nunca fiz por ali. Não enfia o dedo.

- Não se preocupa, sobrinha, que não vou enfiar o dedo. - Ela desconfiou e virou a cabeça pra me olhar. Era tarde demais. Eu segurava ela pelas nádegas com muita força.

Meu pau ia entrar no cuzinho dela. Ela tentou impedir, se afastando de mim, se distanciando, mas eu segurava ela firme pelos quadris. Sorri diante da consumação iminente do ato.

- Tio, não!! - Se debateu desesperada.

Num dos movimentos atrapalhados dela, ela se jogou pra trás e, aproveitando a vantagem, penetrei sem preâmbulo de excitação.

- Aii!!! - Gritou angustiada. Parece que era mesmo virgem de cu, porque estava Realmente oprimida. Meu pau doeu um pouco, mas os gemidos dela me trouxeram a luxúria de volta.

– Viu, putinha? Isso é o que você ganha por provocar seu tio, agora você é uma rabuda de verdade. – Afastei ela um pouco de mim, pensei que ela tentaria fugir, mas aparentemente a dor era intensa, melhor pra mim. Como eu disse, afastei ela um pouco e a penetrei de novo com força, até o fundo.

– Mfff, tio, tá doendo, tira. – Ela implorou, soluçando?

– Você está chorando?

– Sim.

Isso aumentou meu prazer e eu dei duas palmadas na bunda dela, com toda a minha força. As nádegas dela ficaram vermelhas. Ela gemeu baixinho.

– Não chora, que vou te meter mais forte. – Avisou.

– Tio, dói muito...

– Cala a boca!! – Gritei e bati nela de novo com mais força.

– Você não queria que eu te fodesse como uma putinha? Pois bem, agora você vai saber o que é foder de verdade.

Comecei a me mover o máximo que o cu apertado dela permitia. Aos poucos, foi lubrificando com meus fluidos e ficou mais fácil a entrada e saída. Me abaixei pra entrar mais fundo. A garota gemeu de novo, já não era mais tanta dor. Peguei ela pela cintura e comecei a me mover, fodendo ela como uma verdadeira puta no cio. Montei nela com ferocidade. Meus empurrões eram tão fortes que os braços dela perderam a força e ela caiu de cara no sofá, fazendo o cu dela abrir um pouco mais. Essa abertura serviu pra eu enfiar uma vez atrás da outra.

O cu dela estava totalmente dilatado, agora eu podia comer ela com tudo.

Minha sobrinha agora gemia de prazer e como gemia!! – Quer que eu tire, rabuda? – Perguntei.

– Não!! Me dá mais forte!! Me dá!!

– Você é minha putinha, sobrinha, de agora em diante. – Clap! Clap! Se ouvia quando as nádegas dela batiam nas minhas bolas.

As ofegâncias voavam da minha garganta.

Bati na bunda dela mais uma vez.

A apertura anal dela me dava um prazer infinito, eu ia gozar de novo. Me inclinando, agarrei ela pelos braços e levantei com toda a minha força, fazendo ela flutuar no ar. Penetrei ela mais algumas vezes e gozei de novo, mas dessa vez dentro do cu dela. ano.
-¡Ahhhh!! - reclamou a Nena, se desmanchando de prazer, no segundo orgasmo dela. Soltei ela sem cuidado e, como um pano, caiu no sofá. Sentei exausto.
-Levanta. - avisei, dando um tapa na bunda dela pela última vez.
- Meu irmão vai chegar. Se veste e vai pro teu quarto.
Devagar, ela se levantou e se aninhou do meu lado.
- Vou ser tua putinha pra sempre, títio? - perguntou com malícia.
- Pra sempre e sempre, minha raposinha. - decretei, sorrindo.
Ela aproximou o rosto e me beijou suave nos lábios. Se ergueu, pegou as roupas e foi pro quarto dela. Da minha parte, limpei o leite derramado e tomei um banho, esperando meu irmão. Bom, acho que não vou ser santificado, mas minha sobrinha vale ser só mais um ser humano. Às três da manhã, Roberto chegou com a Fernanda.
- E aí? Como é que foi tudo? - ele perguntou, sussurrando.
- Perfeito, irmão. - respondi.
- E a Nena? Se comportou bem?
- Como toda uma mocinha, irmãozinho, como toda uma mocinha.

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