Já estamos cansados de fugir, de qualquer jeito só temos comida pra mais uma semana, então essa noite vai ser inesquecível e não vamos nos entregar pros mortos-vivos.
19:45
Ouvi os passos deles enquanto terminamos nossa janta no terraço do nosso condomínio. Quem diria que o prédio inteiro ia pro caralho por causa de uma janela mal trancada? Enfim, só nós dois nessa última ceia, numa noite linda com os uivos daquelas coisas que foram nossos vizinhos. Ainda lembro dos boatos da dona Díaz, que supostamente era zoófila com os gatos dela, e dos filhos dos Gonzales que faziam incesto, ou do vizinho deles que era submisso. O bom é que todos os apartamentos eram à prova de som, então esse prédio inteiro era uma torre de luxúria. Por isso pensamos que seus últimos sobreviventes deviam fazer uma homenagem a isso. Então estamos no terraço (além de que eles já tomaram o prédio inteiro). Enfim, trouxemos o vinho do apartamento 71-A, que viu muitas infidelidades do senhor Velázquez, embora a esposa dele também não ficasse atrás. Aliás, um dos últimos boatos foi que eles fizeram um quarteto com os amantes (depois fico me perguntando se o que aconteceu foi uma espécie de castigo divino pra esse tipo de gente. Nunca fui muito religioso, então não vou saber. E falando nisso, tinha uma mãe, sei lá de que religião, mas usava o corpo pra expiar os pecados dos impuros. E mesmo sendo um zumbi, ela continua gostosa naquela túnica justa, embora manchada de sangue do pescoço até a barriga (voltando à janta)) e um atum do nosso apartamento, o 63-A. Sem dúvida, se a gente se transformar depois de receber nossa apólice de descanso eterno, espero lembrar de cada cômodo do apartamento, porque quando nos entregaram, a primeira coisa que fizemos foi estrear cada quarto com cada posição ou experimento sexual que nos vinha à cabeça.
20:05
Ouvi que já estão na porta do penthouse que dá pro terraço. Bem na hora, a gente acabou de comer. Agora eu chego mais perto dela e queria ter muito mais tempo. Ela vira pra me olhar com uma cara de medo e me beija — um beijo doce e longo, quase perfeito, não fosse pelos barulhos que eles fazem tentando chegar até a gente (nunca soube como sabiam que a gente tava ali). Abraço ela e começo a tirar o moletom e a camisa que ela tá usando; ela faz o mesmo com a minha camisa. Sinto ela na beirada da marquise e puxo pra baixo o jeans que ela tá vestindo. Ela se inclina um pouco, e eu sopro sobre a calcinha preta com roxo dela. Tiro a calcinha com cuidado enquanto ela acaricia meu cabelo. Me inclino pra frente de novo e começo a beijar primeiro os lábios dela — ela solta um suspiro, e eu seguro a mão dela. Começo a saborear, e ela dá um gemido suave que me excita ainda mais enquanto passo minha mão pra um dos peitos dela. Depois de chupar o clitóris e os lábios dela, ela me puxa pra trás e, com uma mão, desabotoa minha calça enquanto com a outra acaricia meu pescoço. Ela me empurra mais pra trás, e meu pau já duro sai da cueca. Primeiro, ela começa a me masturbar com uma mão enquanto com a outra pega a minha e leva até um dos peitos dela — eu começo a massagear. Agora ela se inclina mais e começa a chupar primeiro, beija a ponta como se fosse um sinal de respeito e depois começa a lamber como se fosse um doce, o que faz minha respiração acelerar. Levanto o rosto dela e dou um beijo no nariz dela. Pego ela pelos glúteos e sento ela no meu colo, e beijo ela apaixonadamente. Ela me empurra pra trás de novo e senta em cima do meu pau, começando a descer devagar. Com as mãos dela, ela me segura contra o chão enquanto eu brinco com os mamilos dela. Ela começa a aumentar o ritmo enquanto eu tiro as mãos dela do meu peito e abraço ela pela cintura; ela me abraça pelo pescoço. Cada vez sinto que entro mais fundo nela, e ela geme cada vez mais alto e sensual. Sei que eu e ela estamos chegando ao orgasmo — sempre foi algo mágico quando nossos corpos se encontram. Sincronizavam tão bem já, depois do último gemido dela, ficamos parados por um instante. Agora a porta tá com sede, olho no rosto dela e vejo que uma lágrima escorre de um dos olhos azuis. Abraço ela mais forte, como tentando evitar o destino. A porta cedeu e uns zumbis caem de cara no chão. Ela me abraça com mais força e pergunta com um suspiro suave: "Tô pronta". Isso é tão injusto que nem parece real. Os zumbis já tão a uns 2 metros da gente, então beijo ela e me jogo no vazio. Enquanto caímos, nossas línguas brincam até que viramos só um pontinho vermelho no chão.Espero que tenha sido do seu agrado, se foi, deixa um comentário pra mim, e se não foi também, porque essa foi minha primeira história. E se tão se perguntando por que zumbis, é porque eu curto pra caralho ler livros de zumbis. E também, se quiserem saber mais sobre os últimos da Torre da Luxúria ou como eram os hóspedes antes da pandemia z, deixa um comentário. E não esquece de fechar bem a porta.
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Ouvi os passos deles enquanto terminamos nossa janta no terraço do nosso condomínio. Quem diria que o prédio inteiro ia pro caralho por causa de uma janela mal trancada? Enfim, só nós dois nessa última ceia, numa noite linda com os uivos daquelas coisas que foram nossos vizinhos. Ainda lembro dos boatos da dona Díaz, que supostamente era zoófila com os gatos dela, e dos filhos dos Gonzales que faziam incesto, ou do vizinho deles que era submisso. O bom é que todos os apartamentos eram à prova de som, então esse prédio inteiro era uma torre de luxúria. Por isso pensamos que seus últimos sobreviventes deviam fazer uma homenagem a isso. Então estamos no terraço (além de que eles já tomaram o prédio inteiro). Enfim, trouxemos o vinho do apartamento 71-A, que viu muitas infidelidades do senhor Velázquez, embora a esposa dele também não ficasse atrás. Aliás, um dos últimos boatos foi que eles fizeram um quarteto com os amantes (depois fico me perguntando se o que aconteceu foi uma espécie de castigo divino pra esse tipo de gente. Nunca fui muito religioso, então não vou saber. E falando nisso, tinha uma mãe, sei lá de que religião, mas usava o corpo pra expiar os pecados dos impuros. E mesmo sendo um zumbi, ela continua gostosa naquela túnica justa, embora manchada de sangue do pescoço até a barriga (voltando à janta)) e um atum do nosso apartamento, o 63-A. Sem dúvida, se a gente se transformar depois de receber nossa apólice de descanso eterno, espero lembrar de cada cômodo do apartamento, porque quando nos entregaram, a primeira coisa que fizemos foi estrear cada quarto com cada posição ou experimento sexual que nos vinha à cabeça.
20:05
Ouvi que já estão na porta do penthouse que dá pro terraço. Bem na hora, a gente acabou de comer. Agora eu chego mais perto dela e queria ter muito mais tempo. Ela vira pra me olhar com uma cara de medo e me beija — um beijo doce e longo, quase perfeito, não fosse pelos barulhos que eles fazem tentando chegar até a gente (nunca soube como sabiam que a gente tava ali). Abraço ela e começo a tirar o moletom e a camisa que ela tá usando; ela faz o mesmo com a minha camisa. Sinto ela na beirada da marquise e puxo pra baixo o jeans que ela tá vestindo. Ela se inclina um pouco, e eu sopro sobre a calcinha preta com roxo dela. Tiro a calcinha com cuidado enquanto ela acaricia meu cabelo. Me inclino pra frente de novo e começo a beijar primeiro os lábios dela — ela solta um suspiro, e eu seguro a mão dela. Começo a saborear, e ela dá um gemido suave que me excita ainda mais enquanto passo minha mão pra um dos peitos dela. Depois de chupar o clitóris e os lábios dela, ela me puxa pra trás e, com uma mão, desabotoa minha calça enquanto com a outra acaricia meu pescoço. Ela me empurra mais pra trás, e meu pau já duro sai da cueca. Primeiro, ela começa a me masturbar com uma mão enquanto com a outra pega a minha e leva até um dos peitos dela — eu começo a massagear. Agora ela se inclina mais e começa a chupar primeiro, beija a ponta como se fosse um sinal de respeito e depois começa a lamber como se fosse um doce, o que faz minha respiração acelerar. Levanto o rosto dela e dou um beijo no nariz dela. Pego ela pelos glúteos e sento ela no meu colo, e beijo ela apaixonadamente. Ela me empurra pra trás de novo e senta em cima do meu pau, começando a descer devagar. Com as mãos dela, ela me segura contra o chão enquanto eu brinco com os mamilos dela. Ela começa a aumentar o ritmo enquanto eu tiro as mãos dela do meu peito e abraço ela pela cintura; ela me abraça pelo pescoço. Cada vez sinto que entro mais fundo nela, e ela geme cada vez mais alto e sensual. Sei que eu e ela estamos chegando ao orgasmo — sempre foi algo mágico quando nossos corpos se encontram. Sincronizavam tão bem já, depois do último gemido dela, ficamos parados por um instante. Agora a porta tá com sede, olho no rosto dela e vejo que uma lágrima escorre de um dos olhos azuis. Abraço ela mais forte, como tentando evitar o destino. A porta cedeu e uns zumbis caem de cara no chão. Ela me abraça com mais força e pergunta com um suspiro suave: "Tô pronta". Isso é tão injusto que nem parece real. Os zumbis já tão a uns 2 metros da gente, então beijo ela e me jogo no vazio. Enquanto caímos, nossas línguas brincam até que viramos só um pontinho vermelho no chão.Espero que tenha sido do seu agrado, se foi, deixa um comentário pra mim, e se não foi também, porque essa foi minha primeira história. E se tão se perguntando por que zumbis, é porque eu curto pra caralho ler livros de zumbis. E também, se quiserem saber mais sobre os últimos da Torre da Luxúria ou como eram os hóspedes antes da pandemia z, deixa um comentário. E não esquece de fechar bem a porta.
1 comentários - O fim da torre da luxúria