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Sabia que estava enrascado quando, num sorteio do trabalho, ganhei uma viagem para duas pessoas para a Praia Escondida. Eram 4 dias e 3 noites numa praia que nem conhecia, mas isso não era o importante. O importante era que não tinha com quem ir! A parte mais difícil pra um homem divorciado de 49 anos era encontrar uma acompanhante feminina pra uma viagem à praia quando não se tem namorada na vez.
Desde que cheguei em casa, a primeira mulher que me veio à mente foi minha secretária, que, apesar de ter 20 anos a menos que eu, sempre deu sinais de que topava algo mais além do trabalho.
Tava prestes a discar o número dela quando, de repente, entrou uma chamada: - Oi, papai, sou a Pamela. - Disse a voz feminina e meiga. - Oi, Pame, o que houve, filha? Posso ajudar em algo? - O que te faz pensar que vou te pedir algo? Será que não posso falar com meu pai só pra cumprimentar? Sabia que minha filha tava mentindo, pois a conhecia muito bem pra cair nesse papo furado. - Se me ligou só pra me cumprimentar, então acho que vou ganhar na loteria amanhã mesmo... - Comprou bilhetes? - Não. - Então não acho que vai ganhar... - disse ela, debochando, e depois completou o motivo da ligação. - Preciso que me faça um favor, papai... pode me levar na sexta pra escola? O carro da mamãe quebrou e ela não quer pagar o mecânico... - O que houve com o carro? - Não sei, simplesmente parou de ligar do nada... - Filha, é um carro zero... como pode acontecer isso? - Não sei, papai... juro que não fiz nada. O carro simplesmente não liga mais e pronto... - Sua mãe tá aí com você? Foi ela quem pediu pra me ligar? Ela precisa de mais dinheiro? - comecei a questioná-la, sabendo o tipo de víbora que era minha ex-mulher, uma mulher capaz de montar um teatrinho inteiro só pra arrancar mais grana de mim. - Não, papai, mamãe não tá aqui e não foi ela quem pediu pra eu ligar... se acalma, por favor. Mamãe não é tão ruim quanto você pinta… e a história do carro é verdade, outro dia veio um mecânico e disse que era problema com um aparelho cujo nome não sei porque não entendo de carros… felizmente naquele dia eu estava usando um dos meus suéteres favoritos e ele não cobrou a revisão… – disse minha filha com alegria. – Pamela, quantas vezes tenho que te falar pra usar sutiã? Você já não pode mais se dar ao luxo de andar sem nada… – Mas me ajuda em várias ocasiões… principalmente quando o assunto é dinheiro. Mamãe diz que com o que você dá de pensão mal dá pra viver… – Sua mãe diria a mesma coisa mesmo se eu desse um milhão por mês… essa mulher é um poço sem fundo.
– Bom, mas então, você vai me levar na sexta pro colégio ou não? – Nos vemos às 20 pras 7… mas não demora, hein? Tenho um compromisso de manhã e não posso chegar atrasado. – Tá bom, pai… nos vemos na sexta, te amo… tchau. Pamela era minha filha mais nova, estava prestes a entrar na faculdade, mas já era muito habilidosa pra conseguir o que queria. – Acho que isso ela herdou da mãe, assim como herdou a beleza dela.
– Mesmo assim, minha ex-mulher sabia que ela era a minha preferida e sempre que queria alguma coisa pedia pra ela me ligar pra tirar dinheiro de mim… Só mais tarde, quando tentava falar de novo com minha secretária, é que me veio uma ideia muito melhor. Por que me arriscar a levar um fora da secretária e depois ela sair espalhando no escritório, se eu tinha minha filha à disposição e a viagem podia ser puramente familiar e agradável? Pensei que seria uma boa oportunidade pra me atualizar sobre a vida da minha filha mais nova, já que ultimamente não a via com tanta frequência.
Na sexta de manhã, apareci na casa da minha ex-mulher pra levar minha filha pro colégio. A maldita da minha ex abriu a porta e, depois de uma troca de palavras (a maioria xingamentos), acabei levando minha filha comigo. – Praia Escondida? Onde fica isso? – me perguntou minha filha quando sugeri que ela se juntasse a mim na viagem. – Não sei, filha, mas Disseram que é muito lindo… menti, pois nem sequer tinha me informado sobre aquela praia. — E o que eu ganho com isso? — perguntou minha filha, me deixando confuso. — Como assim? Por acaso é pouco passar umas férias com seu pai, que você não vê há muito tempo? — Pai, já não sou mais uma criança… prefiro passar o tempo em baladas com meus amigos e minha irmã…
— Sua irmã te levou pra baladas? — Sim, mas não briga com ela, já tenho idade… Pensei em desistir e voltar à ideia de levar minha secretária, mas por algum motivo sentia que tinha perdido o rumo com minha filha e queria retomar nossa relação. — Quanto você quer? — O quê? — perguntou minha filha, se fazendo de desentendida.
— Quanto você quer pra me acompanhar… — Então vou como acompanhante de luxo? — Claro que não… como é que você pensa uma coisa dessas? — Bom, se você quiser, eu vou… desde que me pague… Que tipo de linguagem era aquela? Será que eu estava ouvindo minha filha falar? — Só me diz quanto você quer e pronto… — Hummm… — minha filha ficou pensativa, sem tirar os olhos de mim. Era como se estivesse analisando quanto eu estaria disposto a pagar. — 5 mil pesos… não, melhor 6 mil… — 6 mil pesos???? — O quê? Acha muito por levar uma mulher como eu do lado? — perguntou minha filha, brincando de ser provocante, sabendo que isso me irritava profundamente.
— Tá bom, mas quero que se comporte durante toda a viagem, entendeu? — Sim… negócios são negócios… — disse ela, estendendo a mão e, antes de descer do carro, completou: — Aliás, nem pense que vou usar sutiã… As reservas estavam feitas para daqui a 2 semanas e, enquanto isso, fiquei pensando no que faria com minha filha pra mantê-la entretida e feliz. Quando o dia chegou, pegamos um avião para a cidade vizinha ao povoado onde ficava a praia escondida. Ao chegar, o clima estava maravilhoso, o sol mais brilhante do que nunca e, seguindo a recomendação do taxista, decidimos alugar um carro. Viajamos até o hotel, onde fizemos o check-in, e o mensageiro… nos acompanhou até o quarto com as malas. —É linda…!!! —disse Pamela ao entrar no quarto.
Minha filha passou o minuto seguinte explorando a mini-suíte como qualquer mulher faz quando chega num hotel. —Talvez eu não saia deste quarto… olha que vista linda pro mar… —disse ela escapando pela janela corrediça que dava pra sacada. —Qual é o plano? —perguntou ansiosa pra saber. —Desfazer as malas e descer pra comer… —Tá bom. Pamela começou a desfazer as malas numa das duas camas de casal que o quarto tinha enquanto eu fazia o mesmo na outra. Durante o processo, percebi que Pamela parecia muito com a mãe dela quando tinha a idade dela e não pude evitar pensar que se fosse ela, com certeza a gente tava transando em vez de desfazendo as malas.
E claro que a figura gostosa da minha filha naqueles jeans tão apertados não ajudava em nada, então me senti tão mal que parei de olhar pra ela e me recriminei pelo que aconteceu nos 10 minutos seguintes. Afinal, estávamos ali pra viajar e nos divertir pra caramba, não pra começar a ficar tarado e pensar em perversões que nunca tinham passado pela minha cabeça. 15 minutos depois, minha filha me lembrou que era hora de comer. Peguei a carteira e descemos pro restaurante do hotel. Já no restaurante, me senti meio estranho bebendo uns drinques com minha filha, mas ao mesmo tempo senti orgulho de ver os homens ao redor olhando pra ela com cara de idiotas.
—Nem quero pensar no que vão fazer quando minha filha usar o biquíni que vi ela desfazer… —pensei sem conseguir imaginar a reação que aqueles caras teriam. Quando voltamos pro quarto, o sol já começava a se esconder e a noite tava chegando. Peguei minha câmera de vídeo e coloquei no tripé perto da porta corrediça que dava pra sacada pra gravar um pouco. Tava nessa quando minha filha se aproximou de mim e pediu pra ver. —Posso ver? —Claro… —falei, e nisso olhei pra ela e percebi que tava vestindo um roupão de banho. que, mesmo ajustando-se à sua cintura, revelava uma boa parte da pele dela.
Tentei não olhar pra ela e rapidamente voltei pros detalhes da minha câmera. Nisso, Pamela se moveu pro lado e eu não consegui ignorar o que vi: o balanço suave do decote dela ameaçava mostrar o que tinha dentro. Depois, olhei pras pernas dela e me perguntei o que ela estaria usando por baixo daquele roupão? Pamela me olhou em silêncio enquanto eu gravava vídeo e tirava umas fotos. Depois disso, coloquei a câmera de lado e fomos ver TV no sofá que ficava na salinha pequena. Pamela foi quem puxou a conversa daí em diante, enquanto eu me esforçava pra evitar que meus olhos percorressem o corpo gostoso que tinha se esticado no sofá de um jeito que as pernas dela ficavam em cima de uma mesinha que minha filha tinha aproximado justamente pra usar daquele jeito.
O roupão dela já não cobria o mesmo que antes, então fingi que tava olhando pra TV o melhor que podia, sem acreditar na possibilidade de que minha filha tivesse me provocando. Além disso, nem na conversa dela, nem nos movimentos, tinha qualquer assunto sexual. Minutos depois, misericordiosamente, minha filha anunciou que ia dormir.
Olhei ela caminhando até o quarto com aquela bunda linda balançando delicadamente e tive que prender a respiração por uns segundos até que ela sumisse da minha vista. Não sei como, mas acabei dormindo e acordei quando o jornal tava terminando. Em silêncio, fui pro quarto e sentei na beirada da cama, o mais longe que pude da cama contínua onde minha filha dormia. Assim, no escuro, tirei a roupa até ficar só de cueca e só quando me enfiei debaixo das cobertas percebi como a luz acesa na salinha incomodava. Olhei pra cama da minha filha e vi que tinha luz suficiente pra ver ela dormindo claramente.
Mas o que me surpreendeu foi ver que minha filha tava de peito nu!! As cobertas mal cobriam os bicos dos peitos dela! Os peitos dela, firmes e grandes, hipnotizavam tudo. meu olhar e, enquanto meus olhos se ajustavam a uma visão tão linda, não pude evitar sentir uma ereção violenta que deixou meu pau duro como nunca. Me repreendi, mas ao mesmo tempo continuei olhando pra ela. E, antes que eu percebesse, já estava me masturbando com a bela vista que tinha. A tentação tinha me vencido completamente e agora eu me esforçava pra ver com mais detalhes aqueles peitos que eu sabia que, se eu mexesse um pouco as cobertas dela pra baixo, conseguiria ver mais por inteiro. Não queria fazer barulho nenhum, então mal me mexia.
Só minha mão se movia por todo o comprimento do meu pau e meus olhos se fixavam nos peitos da minha filha enquanto eu começava a ter todo tipo de pensamento tarado. Em poucos segundos, senti que ia explodir e deixei minha mente voar a ponto de me imaginar enfiando o pau na minha própria filha, na buceta dela. Meu pau explodiu debaixo das cobertas e meu coração disparou ao máximo. Anestesiado de prazer, dormi e, na manhã seguinte, minha filha e eu descemos pra tomar café como se nada tivesse acontecido. Depois fomos fazer compras e voltamos com um monte de sacolas. Minha filha tinha pedido o pagamento da comissão dela adiantado. — O que vamos fazer esta tarde? — ela perguntou enquanto arrumava as sacolas na sala da mini-suite.
— Qualquer coisa, menos compras… você já gastou todo o dinheiro que te prometi… por que não me deixa descansar um pouco? — Então acho que tenho tempo de sobra pra experimentar o que comprei… — É… acho que sim. Pamela pegou as sacolas e entrou no quarto com uma empolgação visível. Eu liguei a televisão e me acomodei numa cadeira ao lado do sofá. Uns 10 ou 15 minutos depois, Pamela saiu do quarto. No começo, não prestei muita atenção, mas minha filha se moveu em linha reta em direção à TV, de um jeito que ficou bem na minha frente e, se o que ela queria era conseguir uma reação minha, conseguiu! Fiquei feito um idiota olhando pra ela! Ela vestia um suéter comprido que deixava as coxas dela lindamente à mostra. O olhar dele viajava do pescoço dela até as coxas nuas, uma e outra vez. Mas não era só isso, o suéter tinha uma abertura grande o suficiente pra deixar metade dos peitos dela à mostra! Sem nenhum comentário, minha filha se virou, me mostrando as costas, e levei só alguns segundos pra apreciar a bunda que ela tava me exibindo! — Posso usar isso pra descer pra jantar? — ela perguntou. — E o que você vai vestir por baixo???? — Nada na parte de cima, mas meu jeans novo pode combinar com isso… Eu devia estar parecendo um idiota, sem conseguir tirar os olhos dela. — Acho que você vai ter que me mostrar como fica com o jeans primeiro…
Pamela riu e caminhou até minha cadeira. Eu tinha certeza de que a qualquer momento os peitos dela iam escapar, mas isso deixou de importar quando percebi que ela pretendia sentar no meu colo. A parte de baixo do suéter dela roçou na minha perna quando ela se posicionou em cima de mim. — Você diz que fiquei sem dinheiro, mas a única coisa que fiz foi comprar isso pra você, papai… — Pra mim? Minha filha hesitou um pouco, mas finalmente se decidiu a falar. — É, por causa do que aconteceu ontem à noite…
— Ontem à noite, o quê? — Vi como você me olhava… Eu não tinha certeza se conseguia continuar respirando, o chão parecia se mover e achei que fosse desmaiar a qualquer segundo. — Eu não tava te olhando… eu só… — comecei a falar, mas minha filha logo me impediu de continuar, colocando um dedo sobre meus lábios. — Não se preocupa… não tem nada de errado… eu te entendo completamente, papai… Não consegui responder nada. E ela sabia disso, via perfeitamente. — Querida, eu… — Estamos sozinhos, papai… podemos fazer o que quisermos… ninguém precisa ficar sabendo… Pamela se inclinou em minha direção, trazendo o rosto dela para perto do meu. Na hora, eu soube o que viria: minha filha estava prestes a me beijar! Eu poderia ter impedido, provavelmente. Mas não o fiz. Logo nossos lábios se tocaram e, num instante, rezei pra que fosse só aquilo, mas minha filha nunca se afastou, e foi assim que, abrindo a boquinha dela, deslizou a língua dentro da minha boca, deixando bem claro que não havia volta. marcha a ré.
No meio do beijo ela disse: — Tenho uma surpresa pra você hoje à noite, papai… — a boca dela voltou à minha sem me deixar falar. A Pamela tinha o controle total.
— Mas até lá, quero que me abrace, papai… Meus braços se moveram, mas não soube onde colocar as mãos. Se fosse qualquer outra mulher, eu teria colocado as mãos na bunda dela na hora, mas essa mulherzinha era nada mais, nada menos que minha filha, Pamela. Tentei achar o lugar mais "adequado" pra colocá-las e encontrei as costas dela. Aí ela aproveitou pra pressionar mais meu pau duro. Depois, pegou minhas mãos e levou até a cintura dela. Pensei que iam ficar lá, mas não, minha própria filha levou elas até os peitos dela!
— Pamela… a gente não devia estar fazendo isso…
— Pelo amor de Deus, papai, só com isso você já ficou mais duro que uma pedra… e me fez ficar toda molhada igual uma louca… quero te mimar… deixa eu fazer isso, papai…
A gente se beijou de novo e eu não consegui me segurar, então comecei a acariciar os peitos dela através do tecido luxuoso do suéter. Enquanto fazia isso, imaginava como seria a bunda dela e ficava mais e mais excitado…
— Não é certo, filha…
— O que não é certo é você cortar minha mesada quando eu só comprei coisas pra você… também não é certo você bater uma punheta me olhando, mas fez… não é certo você ter uma ereção comigo sentada no seu colo, mas teve… acho que nada do que você fez ultimamente é certo, papai…
Eu nem conseguia olhar nos olhos dela, um sentimento enorme de culpa e tristeza me tomou de um jeito que acabei propondo pararmos por agora:
— Não vamos estragar essa viagem, filha… vamos passar a tarde juntos e conversar à noite…
O rosto da minha filha se iluminou.
— Você não vai conseguir me dizer não e também não vou te decepcionar… — ela disse enquanto descia do meu colo. A atitude da Pamela foi sensacional o resto do dia. Com certeza ela já tinha planejado o que faria à noite, e eu continuava achando que não era certo ir além com ela, mesmo que meu pau lembraria uma e outra vez a realidade das coisas: minha filha me excitava como nenhuma outra mulher! Os peitos da minha filha eram completamente naturais e era isso que mais me atraía.
Nem preciso falar da bunda redonda e madura dela… Acho que se naquele momento me dissessem que eu veria a bunda nua da minha filha uma única vez, eu iria pra casa satisfeito, mas Pamela tinha outros planos em mente, planos que certamente não tinha formulado estando comigo de férias. Com certeza os tinha formulado muito antes da viagem. Talvez como um jeito de arrancar mais dinheiro de mim? Ao voltar pro quarto, minha filha me pediu pra sentar e esperar por ela. Eu sabia que era o começo de tudo quando ela entrou no quarto. Ouvi uma gaveta abrir e depois fechar. O chuveiro fez seu próprio barulho em questão de segundos e minhas batidas do coração começaram a ficar mais fortes. Levantei e me servi um copo de vinho, que tomei rapidamente. Sabia que não ia ajudar em nada, mas precisava fazer alguma coisa. Foi como uma eternidade até ouvir os passos de Pamela de novo. E quando ela saiu… pude ver que Pamela estava usando a lingerie mais sexy e provocante que eu já tinha visto na vida.
Era completamente transparente!! Na calcinha dava pra ver a moita de pelos pretos por baixo de um jeito incrível, e os biquinhos dos peitos dela apareciam claramente através do sutiã. Minha filha parou na minha frente e começou a desfilar pra mim. Depois de alguns segundos, virou de costas e pude apreciar a bunda dela pela primeira vez "nua". Que delícia!!! Ela se virou mais uma vez e, olhando nos meus olhos, me perguntou:
— Gostou? — Retiro tudo que eu disse antes sobre seu dinheiro… você ainda não gastou nada e podemos ir fazer compras de novo quando você quiser… Pamela riu. — Finalmente entendeu que era pra você, hein? Caminhou até mim e disse: — Mas ainda falta o melhor… — estendeu a mão e, depois de pegá-la, me levou com ela pro quarto. Assim que entramos, minhas mãos não souberam se comportar e, enquanto eu a beijava, acariciava o corpo todo da minha filha. antojo. Foi aí que me animei a agarrar a bunda dela e quando fiz, apertei de um jeito que minha filha se arrepiou. — Me toca, papai… assim, me toca… — ela disse e eu não perdi tempo perguntando onde nem como. Simplesmente minhas mãos acariciaram o corpo todo dela com loucura e tesão. Os sussurros dela soavam como ordens pros meus ouvidos. Eu faria qualquer coisa por ela naquele momento. Pamela deu um jeito de tirar minha pica pra fora sem eu baixar a calça e quando fez isso, por um instante nossas carícias pararam e ela se ajoelhou na minha frente.
A visão da minha filha de lingerie, na altura do meu pau e com a mão esticada segurando ele foi a mais emocionante da minha vida. Era impossível meu pau crescer mais um centímetro. Minha filha sabia disso e sorria, gostosa de ver o que tinha provocado em mim. Ela se inclinou pra ponta do meu pau e antes de fazer qualquer coisa me perguntou: — Cê acha que esse ano eu posso tirar um ano de folga? Ainda não quero entrar na faculdade… Eu não conseguia pensar naquele momento, minha decisão automática foi um grande SIM e logo minha filha beijou a ponta do meu pau, arrancando um gemido enorme de prazer.
— HMMMMMMMMMMMM Minha filha sorriu pra mim de um jeito safado e agora perguntou: — Posso ir morar com você? Mamãe nunca vai deixar eu ficar um ano sem estudar… Minha filha me tinha nas mãos. Não precisou esperar minha resposta pra começar a engolir meu pau na boca dela com uma paixão e dedicação que, junto com meu tesão enorme, me fez perder o controle total de mim.
Feito uma verdadeira expert — e sem eu ligar onde aprendeu a chupar tão gostoso — logo fez meu pau jorrar gozo que ela saboreou na boca como se fosse um manjar delicioso que esperou anos. — AAAAHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMM… — Gemi alto e quando terminei, minha filha ainda tava limpando meu pau com a língua.
Finalmente ela se separou do meu pau e me disse: — Cê tem um pau grande… acho que vou ter que me acostumar com ele… Antes que eu pudesse reagir, minha filha tirou a lingerie caindo completamente, ficando nua, e fiz o mesmo com minha calça. Fiquei perplexo ao ver que a buceta dela estava coberta por uma enorme moita de pelos, os peitos dela tinham duas aréolas rosadas enormes e a bunda dela brilhava, grande e firme. —Faz amor comigo, papai… me fode como ninguém nunca fez… Não tinha como eu sair daquele quarto sem ter comido minha filha, e nada ia me parar.
Peguei com minha boca um dos peitões enormes dela e comecei a chupar com força enquanto nos posicionávamos na cama pra começar a foder. Fiquei por cima, na posição de missionário, e enquanto beijava ela nos lábios, com uma mão guiava meu pau até a entrada da buceta dela: —Tá pronta? — perguntei, e minha filha só balançou a cabeça e gemeu ao sentir a ponta do meu pau começando a abrir a buceta dela pra entrar.
—HHMMMM… — tava quentinha e apertadinha. Minha filha continuava gemendo igual gatinha no cio conforme meu pau ia entrando. Depois que tava dentro por completo, comecei a meter num ritmo meio lento até que ela mesma, sem tirar meu pau de dentro, mudou de posição e, subindo em cima de mim, começou a cavalgar selvagemente.
—AAAHHHHH HMMMMMMMMMMM… — Gemíamos os dois sem controle enquanto eu começava a dar tapas nas bundinhas gostosas dela. —AHHHHH PAPAI… HMMM ASSIM ME BATE FORTE HMMMM — Eu não queria ser o primeiro a gozar, mas ver minha filha pulando furiosamente no meu pau com os peitos balançando de um lado pro outro era demais. —Filha… já tô quase… HMMMMMMMM — Não aguentei mais e, segurando ela pela cintura, comecei a descarregar todo meu leite dentro dela. —AAAAHHHH ASSIM PAPAI ASSIIII HMMMMMM.
Com um gemido escandaloso, terminei de esvaziar toda minha porra e naquele momento ela atingiu o orgasmo. —AAAHHHHHHHHH OOOHHHH SIIII HMMMMMMMMM PAPAIIIIIIIIIIIIIIII SIIIIIIII — Segurei ela pela bunda e terminei de remexer ela em cima de mim até que finalmente o orgasmo passou. Quando do meu pau não saía mais nem uma gota, ele continuava tão duro como nunca, pra minha enorme surpresa. —Duas sentadas. seguidos e continuo com ele duro como um ferro… — falei e minha filha sorriu.
— O que foi? — perguntei.
— Acho que a bebida fez efeito…
— Que bebida?? — perguntei, desconcertado.
— No salão do hotel, coloquei um comprimido na sua bebida sem você perceber… esta é a nossa primeira noite e, por isso, vamos vivê-la intensamente…
Ela não me deixou recriminar tal ato, pois logo me beijou e voltamos a transar como loucos. Quando amanheceu, nossos corpos estavam cobertos de suor e sexo. Eu tinha gozado 3 vezes dentro da minha filha e uma vez na boca dela. Um número impossível para muitos e difícil de acreditar, mas eu sabia que, dali em diante, com minha filha morando comigo, isso era só a premonição de muitas e muitas noites que ainda viriam pela frente.
Sabia que estava enrascado quando, num sorteio do trabalho, ganhei uma viagem para duas pessoas para a Praia Escondida. Eram 4 dias e 3 noites numa praia que nem conhecia, mas isso não era o importante. O importante era que não tinha com quem ir! A parte mais difícil pra um homem divorciado de 49 anos era encontrar uma acompanhante feminina pra uma viagem à praia quando não se tem namorada na vez.
Desde que cheguei em casa, a primeira mulher que me veio à mente foi minha secretária, que, apesar de ter 20 anos a menos que eu, sempre deu sinais de que topava algo mais além do trabalho.
Tava prestes a discar o número dela quando, de repente, entrou uma chamada: - Oi, papai, sou a Pamela. - Disse a voz feminina e meiga. - Oi, Pame, o que houve, filha? Posso ajudar em algo? - O que te faz pensar que vou te pedir algo? Será que não posso falar com meu pai só pra cumprimentar? Sabia que minha filha tava mentindo, pois a conhecia muito bem pra cair nesse papo furado. - Se me ligou só pra me cumprimentar, então acho que vou ganhar na loteria amanhã mesmo... - Comprou bilhetes? - Não. - Então não acho que vai ganhar... - disse ela, debochando, e depois completou o motivo da ligação. - Preciso que me faça um favor, papai... pode me levar na sexta pra escola? O carro da mamãe quebrou e ela não quer pagar o mecânico... - O que houve com o carro? - Não sei, simplesmente parou de ligar do nada... - Filha, é um carro zero... como pode acontecer isso? - Não sei, papai... juro que não fiz nada. O carro simplesmente não liga mais e pronto... - Sua mãe tá aí com você? Foi ela quem pediu pra me ligar? Ela precisa de mais dinheiro? - comecei a questioná-la, sabendo o tipo de víbora que era minha ex-mulher, uma mulher capaz de montar um teatrinho inteiro só pra arrancar mais grana de mim. - Não, papai, mamãe não tá aqui e não foi ela quem pediu pra eu ligar... se acalma, por favor. Mamãe não é tão ruim quanto você pinta… e a história do carro é verdade, outro dia veio um mecânico e disse que era problema com um aparelho cujo nome não sei porque não entendo de carros… felizmente naquele dia eu estava usando um dos meus suéteres favoritos e ele não cobrou a revisão… – disse minha filha com alegria. – Pamela, quantas vezes tenho que te falar pra usar sutiã? Você já não pode mais se dar ao luxo de andar sem nada… – Mas me ajuda em várias ocasiões… principalmente quando o assunto é dinheiro. Mamãe diz que com o que você dá de pensão mal dá pra viver… – Sua mãe diria a mesma coisa mesmo se eu desse um milhão por mês… essa mulher é um poço sem fundo.
– Bom, mas então, você vai me levar na sexta pro colégio ou não? – Nos vemos às 20 pras 7… mas não demora, hein? Tenho um compromisso de manhã e não posso chegar atrasado. – Tá bom, pai… nos vemos na sexta, te amo… tchau. Pamela era minha filha mais nova, estava prestes a entrar na faculdade, mas já era muito habilidosa pra conseguir o que queria. – Acho que isso ela herdou da mãe, assim como herdou a beleza dela.
– Mesmo assim, minha ex-mulher sabia que ela era a minha preferida e sempre que queria alguma coisa pedia pra ela me ligar pra tirar dinheiro de mim… Só mais tarde, quando tentava falar de novo com minha secretária, é que me veio uma ideia muito melhor. Por que me arriscar a levar um fora da secretária e depois ela sair espalhando no escritório, se eu tinha minha filha à disposição e a viagem podia ser puramente familiar e agradável? Pensei que seria uma boa oportunidade pra me atualizar sobre a vida da minha filha mais nova, já que ultimamente não a via com tanta frequência.
Na sexta de manhã, apareci na casa da minha ex-mulher pra levar minha filha pro colégio. A maldita da minha ex abriu a porta e, depois de uma troca de palavras (a maioria xingamentos), acabei levando minha filha comigo. – Praia Escondida? Onde fica isso? – me perguntou minha filha quando sugeri que ela se juntasse a mim na viagem. – Não sei, filha, mas Disseram que é muito lindo… menti, pois nem sequer tinha me informado sobre aquela praia. — E o que eu ganho com isso? — perguntou minha filha, me deixando confuso. — Como assim? Por acaso é pouco passar umas férias com seu pai, que você não vê há muito tempo? — Pai, já não sou mais uma criança… prefiro passar o tempo em baladas com meus amigos e minha irmã…
— Sua irmã te levou pra baladas? — Sim, mas não briga com ela, já tenho idade… Pensei em desistir e voltar à ideia de levar minha secretária, mas por algum motivo sentia que tinha perdido o rumo com minha filha e queria retomar nossa relação. — Quanto você quer? — O quê? — perguntou minha filha, se fazendo de desentendida.
— Quanto você quer pra me acompanhar… — Então vou como acompanhante de luxo? — Claro que não… como é que você pensa uma coisa dessas? — Bom, se você quiser, eu vou… desde que me pague… Que tipo de linguagem era aquela? Será que eu estava ouvindo minha filha falar? — Só me diz quanto você quer e pronto… — Hummm… — minha filha ficou pensativa, sem tirar os olhos de mim. Era como se estivesse analisando quanto eu estaria disposto a pagar. — 5 mil pesos… não, melhor 6 mil… — 6 mil pesos???? — O quê? Acha muito por levar uma mulher como eu do lado? — perguntou minha filha, brincando de ser provocante, sabendo que isso me irritava profundamente.
— Tá bom, mas quero que se comporte durante toda a viagem, entendeu? — Sim… negócios são negócios… — disse ela, estendendo a mão e, antes de descer do carro, completou: — Aliás, nem pense que vou usar sutiã… As reservas estavam feitas para daqui a 2 semanas e, enquanto isso, fiquei pensando no que faria com minha filha pra mantê-la entretida e feliz. Quando o dia chegou, pegamos um avião para a cidade vizinha ao povoado onde ficava a praia escondida. Ao chegar, o clima estava maravilhoso, o sol mais brilhante do que nunca e, seguindo a recomendação do taxista, decidimos alugar um carro. Viajamos até o hotel, onde fizemos o check-in, e o mensageiro… nos acompanhou até o quarto com as malas. —É linda…!!! —disse Pamela ao entrar no quarto.
Minha filha passou o minuto seguinte explorando a mini-suíte como qualquer mulher faz quando chega num hotel. —Talvez eu não saia deste quarto… olha que vista linda pro mar… —disse ela escapando pela janela corrediça que dava pra sacada. —Qual é o plano? —perguntou ansiosa pra saber. —Desfazer as malas e descer pra comer… —Tá bom. Pamela começou a desfazer as malas numa das duas camas de casal que o quarto tinha enquanto eu fazia o mesmo na outra. Durante o processo, percebi que Pamela parecia muito com a mãe dela quando tinha a idade dela e não pude evitar pensar que se fosse ela, com certeza a gente tava transando em vez de desfazendo as malas.
E claro que a figura gostosa da minha filha naqueles jeans tão apertados não ajudava em nada, então me senti tão mal que parei de olhar pra ela e me recriminei pelo que aconteceu nos 10 minutos seguintes. Afinal, estávamos ali pra viajar e nos divertir pra caramba, não pra começar a ficar tarado e pensar em perversões que nunca tinham passado pela minha cabeça. 15 minutos depois, minha filha me lembrou que era hora de comer. Peguei a carteira e descemos pro restaurante do hotel. Já no restaurante, me senti meio estranho bebendo uns drinques com minha filha, mas ao mesmo tempo senti orgulho de ver os homens ao redor olhando pra ela com cara de idiotas.
—Nem quero pensar no que vão fazer quando minha filha usar o biquíni que vi ela desfazer… —pensei sem conseguir imaginar a reação que aqueles caras teriam. Quando voltamos pro quarto, o sol já começava a se esconder e a noite tava chegando. Peguei minha câmera de vídeo e coloquei no tripé perto da porta corrediça que dava pra sacada pra gravar um pouco. Tava nessa quando minha filha se aproximou de mim e pediu pra ver. —Posso ver? —Claro… —falei, e nisso olhei pra ela e percebi que tava vestindo um roupão de banho. que, mesmo ajustando-se à sua cintura, revelava uma boa parte da pele dela.
Tentei não olhar pra ela e rapidamente voltei pros detalhes da minha câmera. Nisso, Pamela se moveu pro lado e eu não consegui ignorar o que vi: o balanço suave do decote dela ameaçava mostrar o que tinha dentro. Depois, olhei pras pernas dela e me perguntei o que ela estaria usando por baixo daquele roupão? Pamela me olhou em silêncio enquanto eu gravava vídeo e tirava umas fotos. Depois disso, coloquei a câmera de lado e fomos ver TV no sofá que ficava na salinha pequena. Pamela foi quem puxou a conversa daí em diante, enquanto eu me esforçava pra evitar que meus olhos percorressem o corpo gostoso que tinha se esticado no sofá de um jeito que as pernas dela ficavam em cima de uma mesinha que minha filha tinha aproximado justamente pra usar daquele jeito.
O roupão dela já não cobria o mesmo que antes, então fingi que tava olhando pra TV o melhor que podia, sem acreditar na possibilidade de que minha filha tivesse me provocando. Além disso, nem na conversa dela, nem nos movimentos, tinha qualquer assunto sexual. Minutos depois, misericordiosamente, minha filha anunciou que ia dormir.
Olhei ela caminhando até o quarto com aquela bunda linda balançando delicadamente e tive que prender a respiração por uns segundos até que ela sumisse da minha vista. Não sei como, mas acabei dormindo e acordei quando o jornal tava terminando. Em silêncio, fui pro quarto e sentei na beirada da cama, o mais longe que pude da cama contínua onde minha filha dormia. Assim, no escuro, tirei a roupa até ficar só de cueca e só quando me enfiei debaixo das cobertas percebi como a luz acesa na salinha incomodava. Olhei pra cama da minha filha e vi que tinha luz suficiente pra ver ela dormindo claramente.
Mas o que me surpreendeu foi ver que minha filha tava de peito nu!! As cobertas mal cobriam os bicos dos peitos dela! Os peitos dela, firmes e grandes, hipnotizavam tudo. meu olhar e, enquanto meus olhos se ajustavam a uma visão tão linda, não pude evitar sentir uma ereção violenta que deixou meu pau duro como nunca. Me repreendi, mas ao mesmo tempo continuei olhando pra ela. E, antes que eu percebesse, já estava me masturbando com a bela vista que tinha. A tentação tinha me vencido completamente e agora eu me esforçava pra ver com mais detalhes aqueles peitos que eu sabia que, se eu mexesse um pouco as cobertas dela pra baixo, conseguiria ver mais por inteiro. Não queria fazer barulho nenhum, então mal me mexia.
Só minha mão se movia por todo o comprimento do meu pau e meus olhos se fixavam nos peitos da minha filha enquanto eu começava a ter todo tipo de pensamento tarado. Em poucos segundos, senti que ia explodir e deixei minha mente voar a ponto de me imaginar enfiando o pau na minha própria filha, na buceta dela. Meu pau explodiu debaixo das cobertas e meu coração disparou ao máximo. Anestesiado de prazer, dormi e, na manhã seguinte, minha filha e eu descemos pra tomar café como se nada tivesse acontecido. Depois fomos fazer compras e voltamos com um monte de sacolas. Minha filha tinha pedido o pagamento da comissão dela adiantado. — O que vamos fazer esta tarde? — ela perguntou enquanto arrumava as sacolas na sala da mini-suite.
— Qualquer coisa, menos compras… você já gastou todo o dinheiro que te prometi… por que não me deixa descansar um pouco? — Então acho que tenho tempo de sobra pra experimentar o que comprei… — É… acho que sim. Pamela pegou as sacolas e entrou no quarto com uma empolgação visível. Eu liguei a televisão e me acomodei numa cadeira ao lado do sofá. Uns 10 ou 15 minutos depois, Pamela saiu do quarto. No começo, não prestei muita atenção, mas minha filha se moveu em linha reta em direção à TV, de um jeito que ficou bem na minha frente e, se o que ela queria era conseguir uma reação minha, conseguiu! Fiquei feito um idiota olhando pra ela! Ela vestia um suéter comprido que deixava as coxas dela lindamente à mostra. O olhar dele viajava do pescoço dela até as coxas nuas, uma e outra vez. Mas não era só isso, o suéter tinha uma abertura grande o suficiente pra deixar metade dos peitos dela à mostra! Sem nenhum comentário, minha filha se virou, me mostrando as costas, e levei só alguns segundos pra apreciar a bunda que ela tava me exibindo! — Posso usar isso pra descer pra jantar? — ela perguntou. — E o que você vai vestir por baixo???? — Nada na parte de cima, mas meu jeans novo pode combinar com isso… Eu devia estar parecendo um idiota, sem conseguir tirar os olhos dela. — Acho que você vai ter que me mostrar como fica com o jeans primeiro…
Pamela riu e caminhou até minha cadeira. Eu tinha certeza de que a qualquer momento os peitos dela iam escapar, mas isso deixou de importar quando percebi que ela pretendia sentar no meu colo. A parte de baixo do suéter dela roçou na minha perna quando ela se posicionou em cima de mim. — Você diz que fiquei sem dinheiro, mas a única coisa que fiz foi comprar isso pra você, papai… — Pra mim? Minha filha hesitou um pouco, mas finalmente se decidiu a falar. — É, por causa do que aconteceu ontem à noite…
— Ontem à noite, o quê? — Vi como você me olhava… Eu não tinha certeza se conseguia continuar respirando, o chão parecia se mover e achei que fosse desmaiar a qualquer segundo. — Eu não tava te olhando… eu só… — comecei a falar, mas minha filha logo me impediu de continuar, colocando um dedo sobre meus lábios. — Não se preocupa… não tem nada de errado… eu te entendo completamente, papai… Não consegui responder nada. E ela sabia disso, via perfeitamente. — Querida, eu… — Estamos sozinhos, papai… podemos fazer o que quisermos… ninguém precisa ficar sabendo… Pamela se inclinou em minha direção, trazendo o rosto dela para perto do meu. Na hora, eu soube o que viria: minha filha estava prestes a me beijar! Eu poderia ter impedido, provavelmente. Mas não o fiz. Logo nossos lábios se tocaram e, num instante, rezei pra que fosse só aquilo, mas minha filha nunca se afastou, e foi assim que, abrindo a boquinha dela, deslizou a língua dentro da minha boca, deixando bem claro que não havia volta. marcha a ré.
No meio do beijo ela disse: — Tenho uma surpresa pra você hoje à noite, papai… — a boca dela voltou à minha sem me deixar falar. A Pamela tinha o controle total.
— Mas até lá, quero que me abrace, papai… Meus braços se moveram, mas não soube onde colocar as mãos. Se fosse qualquer outra mulher, eu teria colocado as mãos na bunda dela na hora, mas essa mulherzinha era nada mais, nada menos que minha filha, Pamela. Tentei achar o lugar mais "adequado" pra colocá-las e encontrei as costas dela. Aí ela aproveitou pra pressionar mais meu pau duro. Depois, pegou minhas mãos e levou até a cintura dela. Pensei que iam ficar lá, mas não, minha própria filha levou elas até os peitos dela!
— Pamela… a gente não devia estar fazendo isso…
— Pelo amor de Deus, papai, só com isso você já ficou mais duro que uma pedra… e me fez ficar toda molhada igual uma louca… quero te mimar… deixa eu fazer isso, papai…
A gente se beijou de novo e eu não consegui me segurar, então comecei a acariciar os peitos dela através do tecido luxuoso do suéter. Enquanto fazia isso, imaginava como seria a bunda dela e ficava mais e mais excitado…
— Não é certo, filha…
— O que não é certo é você cortar minha mesada quando eu só comprei coisas pra você… também não é certo você bater uma punheta me olhando, mas fez… não é certo você ter uma ereção comigo sentada no seu colo, mas teve… acho que nada do que você fez ultimamente é certo, papai…
Eu nem conseguia olhar nos olhos dela, um sentimento enorme de culpa e tristeza me tomou de um jeito que acabei propondo pararmos por agora:
— Não vamos estragar essa viagem, filha… vamos passar a tarde juntos e conversar à noite…
O rosto da minha filha se iluminou.
— Você não vai conseguir me dizer não e também não vou te decepcionar… — ela disse enquanto descia do meu colo. A atitude da Pamela foi sensacional o resto do dia. Com certeza ela já tinha planejado o que faria à noite, e eu continuava achando que não era certo ir além com ela, mesmo que meu pau lembraria uma e outra vez a realidade das coisas: minha filha me excitava como nenhuma outra mulher! Os peitos da minha filha eram completamente naturais e era isso que mais me atraía.
Nem preciso falar da bunda redonda e madura dela… Acho que se naquele momento me dissessem que eu veria a bunda nua da minha filha uma única vez, eu iria pra casa satisfeito, mas Pamela tinha outros planos em mente, planos que certamente não tinha formulado estando comigo de férias. Com certeza os tinha formulado muito antes da viagem. Talvez como um jeito de arrancar mais dinheiro de mim? Ao voltar pro quarto, minha filha me pediu pra sentar e esperar por ela. Eu sabia que era o começo de tudo quando ela entrou no quarto. Ouvi uma gaveta abrir e depois fechar. O chuveiro fez seu próprio barulho em questão de segundos e minhas batidas do coração começaram a ficar mais fortes. Levantei e me servi um copo de vinho, que tomei rapidamente. Sabia que não ia ajudar em nada, mas precisava fazer alguma coisa. Foi como uma eternidade até ouvir os passos de Pamela de novo. E quando ela saiu… pude ver que Pamela estava usando a lingerie mais sexy e provocante que eu já tinha visto na vida.
Era completamente transparente!! Na calcinha dava pra ver a moita de pelos pretos por baixo de um jeito incrível, e os biquinhos dos peitos dela apareciam claramente através do sutiã. Minha filha parou na minha frente e começou a desfilar pra mim. Depois de alguns segundos, virou de costas e pude apreciar a bunda dela pela primeira vez "nua". Que delícia!!! Ela se virou mais uma vez e, olhando nos meus olhos, me perguntou:
— Gostou? — Retiro tudo que eu disse antes sobre seu dinheiro… você ainda não gastou nada e podemos ir fazer compras de novo quando você quiser… Pamela riu. — Finalmente entendeu que era pra você, hein? Caminhou até mim e disse: — Mas ainda falta o melhor… — estendeu a mão e, depois de pegá-la, me levou com ela pro quarto. Assim que entramos, minhas mãos não souberam se comportar e, enquanto eu a beijava, acariciava o corpo todo da minha filha. antojo. Foi aí que me animei a agarrar a bunda dela e quando fiz, apertei de um jeito que minha filha se arrepiou. — Me toca, papai… assim, me toca… — ela disse e eu não perdi tempo perguntando onde nem como. Simplesmente minhas mãos acariciaram o corpo todo dela com loucura e tesão. Os sussurros dela soavam como ordens pros meus ouvidos. Eu faria qualquer coisa por ela naquele momento. Pamela deu um jeito de tirar minha pica pra fora sem eu baixar a calça e quando fez isso, por um instante nossas carícias pararam e ela se ajoelhou na minha frente.
A visão da minha filha de lingerie, na altura do meu pau e com a mão esticada segurando ele foi a mais emocionante da minha vida. Era impossível meu pau crescer mais um centímetro. Minha filha sabia disso e sorria, gostosa de ver o que tinha provocado em mim. Ela se inclinou pra ponta do meu pau e antes de fazer qualquer coisa me perguntou: — Cê acha que esse ano eu posso tirar um ano de folga? Ainda não quero entrar na faculdade… Eu não conseguia pensar naquele momento, minha decisão automática foi um grande SIM e logo minha filha beijou a ponta do meu pau, arrancando um gemido enorme de prazer.
— HMMMMMMMMMMMM Minha filha sorriu pra mim de um jeito safado e agora perguntou: — Posso ir morar com você? Mamãe nunca vai deixar eu ficar um ano sem estudar… Minha filha me tinha nas mãos. Não precisou esperar minha resposta pra começar a engolir meu pau na boca dela com uma paixão e dedicação que, junto com meu tesão enorme, me fez perder o controle total de mim.
Feito uma verdadeira expert — e sem eu ligar onde aprendeu a chupar tão gostoso — logo fez meu pau jorrar gozo que ela saboreou na boca como se fosse um manjar delicioso que esperou anos. — AAAAHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMM… — Gemi alto e quando terminei, minha filha ainda tava limpando meu pau com a língua.
Finalmente ela se separou do meu pau e me disse: — Cê tem um pau grande… acho que vou ter que me acostumar com ele… Antes que eu pudesse reagir, minha filha tirou a lingerie caindo completamente, ficando nua, e fiz o mesmo com minha calça. Fiquei perplexo ao ver que a buceta dela estava coberta por uma enorme moita de pelos, os peitos dela tinham duas aréolas rosadas enormes e a bunda dela brilhava, grande e firme. —Faz amor comigo, papai… me fode como ninguém nunca fez… Não tinha como eu sair daquele quarto sem ter comido minha filha, e nada ia me parar.
Peguei com minha boca um dos peitões enormes dela e comecei a chupar com força enquanto nos posicionávamos na cama pra começar a foder. Fiquei por cima, na posição de missionário, e enquanto beijava ela nos lábios, com uma mão guiava meu pau até a entrada da buceta dela: —Tá pronta? — perguntei, e minha filha só balançou a cabeça e gemeu ao sentir a ponta do meu pau começando a abrir a buceta dela pra entrar.
—HHMMMM… — tava quentinha e apertadinha. Minha filha continuava gemendo igual gatinha no cio conforme meu pau ia entrando. Depois que tava dentro por completo, comecei a meter num ritmo meio lento até que ela mesma, sem tirar meu pau de dentro, mudou de posição e, subindo em cima de mim, começou a cavalgar selvagemente.
—AAAHHHHH HMMMMMMMMMMM… — Gemíamos os dois sem controle enquanto eu começava a dar tapas nas bundinhas gostosas dela. —AHHHHH PAPAI… HMMM ASSIM ME BATE FORTE HMMMM — Eu não queria ser o primeiro a gozar, mas ver minha filha pulando furiosamente no meu pau com os peitos balançando de um lado pro outro era demais. —Filha… já tô quase… HMMMMMMMM — Não aguentei mais e, segurando ela pela cintura, comecei a descarregar todo meu leite dentro dela. —AAAAHHHH ASSIM PAPAI ASSIIII HMMMMMM.
Com um gemido escandaloso, terminei de esvaziar toda minha porra e naquele momento ela atingiu o orgasmo. —AAAHHHHHHHHH OOOHHHH SIIII HMMMMMMMMM PAPAIIIIIIIIIIIIIIII SIIIIIIII — Segurei ela pela bunda e terminei de remexer ela em cima de mim até que finalmente o orgasmo passou. Quando do meu pau não saía mais nem uma gota, ele continuava tão duro como nunca, pra minha enorme surpresa. —Duas sentadas. seguidos e continuo com ele duro como um ferro… — falei e minha filha sorriu.
— O que foi? — perguntei.
— Acho que a bebida fez efeito…
— Que bebida?? — perguntei, desconcertado.
— No salão do hotel, coloquei um comprimido na sua bebida sem você perceber… esta é a nossa primeira noite e, por isso, vamos vivê-la intensamente…
Ela não me deixou recriminar tal ato, pois logo me beijou e voltamos a transar como loucos. Quando amanheceu, nossos corpos estavam cobertos de suor e sexo. Eu tinha gozado 3 vezes dentro da minha filha e uma vez na boca dela. Um número impossível para muitos e difícil de acreditar, mas eu sabia que, dali em diante, com minha filha morando comigo, isso era só a premonição de muitas e muitas noites que ainda viriam pela frente.
5 comentários - Na praia com minha filha