CAPÍTULO XX
Desde o momento em que a Barbi topou dar uma foda comigo a sós, já tava escrito que a Cati não ia ficar atrás, porque a mesma natureza que fez elas tão iguais por fora também tratou de deixar essa semelhança por dentro. Na real, pra qualquer um de fora da família, distinguir uma da outra era um baita desafio. Eu acho que elas mesmas curtiam essa confusão geral que causavam e se divertiam provocando e aumentando ainda mais.
Nunca falei até agora do nosso vizinho Moncho, porque não quero meter nessa história personagens que não têm nenhuma repercussão nem protagonismo nos fatos que tô tentando contar. Mas quero abrir uma exceção pra esse Moncho, porque o caso dele era bem peculiar e, além disso, serve como referência pra mostrar uma das facetas que diferenciavam a Barbi e a Cati.
Es tal de Moncho dizia que tava perdidamente apaixonado pela Cati e se gabava publicamente de ser o único capaz de distinguir de cara quem era a Cati e quem era a Barbi. Questão de feromônios, segundo ele.
No começo, a Cati também se sentiu meio atraída pela gentileza que o moleque transbordava e se deixou querer. Mas assim que percebeu que o Moncho era mais inclinado a andar na outra calçada e ficou segura de que o que ela achava que podia ser delicadeza ou falta de atitude não passava de falta de interesse pelo sexo oposto, todas as suas ilusões precoces foram pro saco e, a partir daí, o inocente Monchito virou alvo frequente das gozações das duas gêmeas, que tiravam sarro dele sempre que batia a vontade, sem que o coitado nunca desconfiasse nem um pouco da zoeira que ele tava sofrendo.
O nível de cumplicidade entre a Barbi e a Cati era tão grande nesses casos que, com uma sabendo perfeitamente das paradas da outra, trocar as bolas era moleza pra elas. Voltando ao que realmente importa, embora não possa testemunhar com toda certeza, porque nunca soube com exatidão, é fato que a Barbi deve ter feito uma boa propaganda das minhas atividades a sós com ela, pois, desde que isso aconteceu, as duas passaram a me olhar de um jeito diferente e, em especial, a Cati passou a me dar mais atenção do que era normal até então. Digamos que, mesmo não sendo exatamente correto, agora elas me viam como algo "mais importante" e como uma boa solução pros problemas delas, porque não preciso nem falar que, a essa altura, a Barbi e a Cati eram as mais fogosas das minhas irmãs. Elas curtiam o sexo pelo sexo, sem se importar se vinha misturado com outros sentimentos ou não. Não que não tivessem afeto pelos outros da família, mas esse afeto pouco ou nada tinha a ver com as vontades sexuais delas, que pra elas não passavam de satisfazer as necessidades naturais.
Mesmo a Dori, que era a mais observadora e a que mais sabia de tudo, não sabia nem metade da história, eu desconfiava que, fora de casa, elas eram as que mais se mandavam em conquistas e aventuras.
Já falei mais de uma vez que a Barbi e a Cati viviam como num mundo à parte e nunca falavam das intimidades delas. Talvez isso também fosse porque a gente não mostrava muito interesse em saber. Agora, pelo menos pra mim, as coisas começaram a mudar um pouco e, mesmo sem ser algo muito marcante, dava pra ver que entre as gêmeas e eu tava rolando uma aproximação maior; como se aquela noite famosa em que, sem saber, eu fiz papel de voyeur tivesse virado um ponto de virada nas nossas relações.
Tenho que confessar que nunca fui muito detalhista, mesmo a Bea tendo me garantido mais de uma vez que isso era super valorizado do ponto de vista feminino. A Dori já tinha me dado como caso perdido fazia tempo, porque eu nunca reparava quando ela mudava o penteado ou Vestido novo, acabado de estrear. Com a Barbi e a Cati, porém, a coisa tomou um rumo diferente, porque, sendo ambas vaidosas por natureza, essa suposta falta de atenção da minha parte em relação às novidades que elas introduziam no guarda-roupa, ou no visual em geral, deixava elas putas da vida.
Como tudo tem solução nessa vida, as gêmeas não demoraram a encontrar um jeito de eu reparar nesses detalhes, pelo simples método de chamar minha atenção na cara dura. No começo, eram perguntas meio ambíguas, tipo: "Como você me vê hoje?" ou "Acha que assim estou mais gostosa?". E, como eu não sabia qual era o verdadeiro motivo dessas perguntas, minhas respostas eram sempre as mesmas: "Te vejo linda, como sempre" ou "Tá tão gostosa como sempre".
— Pô, mas você é foda! — resmungavam, mais ou menos putas.
Acho que, como em tantas outras coisas, foi a Dori quem me deu uma força nessa questão, fazendo as gêmeas perceberem que minha distração não era só com elas, mas com todas no geral. De qualquer forma, as consultas delas foram mudando de tom, embora minhas respostas não variassem muito:
— O que achou do meu novo cabelo?
— Tá divina.
— O que achou do meu modelito novo?
— Achei maravilhoso. Fica um tesão em você.
— Gostou da cor?
— A cor é ideal.
Mas com essa tática elas se deram por satisfeitas e pararam de fazer biquinho resmungão, passando a fazer carinhas bem mais felizes. Como também não me dava o menor trabalho, eu também dava minha contribuição e, já sabendo qual era a dela e como era fácil deixá-las contentes, na menor oportunidade eu soltava:
— O que você fez hoje? Tá mais gostosa do que nunca.
E a interpelada da vez arregalava os olhos, sorria satisfeita e, dependendo se tinha ou não experimentado alguma mudança, ou calava a boca ou, tirando a importância da coisa, resmungava o que fosse:
— Bah! Certeza que é a nova sombra dela.
—Cê gosta mais de mim de franjinha mesmo?
E assim como com a Dori eu falava sobre as coisas mais variadas e a gente trocava as últimas novidades que tinham acontecido, com a Barbi e a Cati todas as conversas, bem curtas no geral, se resumiam à mesma coisa: como as duas eram gostosass pra caralho e como ficava bem o último negócio que elas tinham feito pra ficar ainda mais gostosas. Não é que elas fossem tão superficiais quanto parece, mas os assuntos mais "profundos" elas costumavam debater entre si.
Como eu disse no começo, minhas expectativas agora estavam todas na Cati. Já tinha jogado umas indiretas pra ela nos dias depois do meu primeiro encontro a sós com a Barbi; mas ou essas indiretas não foram explícitas o suficiente ou a Cati não quis dar bola. Então naquela tarde, dois dias antes do aniversário da Bea, resolvi deixar de lado as insinuações e, aproveitando um momento em que a encontrei sozinha na cozinha, falei na lata:
—Por mais que pareça impossível, hoje cê tá mais apetitosa do que nunca. Tô afim de passar a tarde inteira te comendo.
Ela não disse nem sim nem não, mas aquele meio sorriso dela me pareceu super promissor. E eu não me enganei.
Na hora mágica da sesta, quando os roncos do meu bom pai estavam mais altos, a Cati entrou como uma sombra no meu quarto. Eu tava na frente do PC, procurando umas músicas pra baixar de graça, pra não perder o costume. Mesmo ela vindo descalça e entrando sem fazer o menor barulho, não precisei olhar pra trás pra sentir a presença dela. Um perfume gostoso, não sei se caro ou barato, mas bem embriagante, inundou o quarto inteiro de repente. E antes que eu pudesse reagir, ela já tava sentada no meu colo, com o braço enrolado no meu pescoço. Tava usando um daqueles bodies que deixam qualquer homem de boca aberta, e dessa vez eu reparei que o cabelo dela tinha sido bagunçado de propósito pra dar um ar aspecto mais selvagemente erótico.
— É verdade o que a Dori diz, que das mulheres o que você mais gosta é da beleza interior?
Aquela pergunta, feita entre carinhos e esfregando o nariz no meu, me deixou, como se diz em termos de futebol, em posição de impedimento. Eu não sabia que tinha dito uma conclusão tão forte pra Dori.
— Se por beleza interior — respondi — você se refere à que fica escondida debaixo da roupa que vocês usam, sim, é verdade que é o que mais me atrai. Na verdade, quanto mais interior essa beleza é, mais eu gosto ainda.
— Você tá falando da bucetinha?
— Da bucetinha e dos peitinhos, nessa ordem.
Cati puxou a roupa pra baixo, deixando uma das suas deliciosas protuberâncias peitorais de fora.
— Você gosta mesmo do meu peitinho direito?
— Gostar é pouco. E do esquerdo, nem se fala.
— Você gosta mais do esquerdo do que do direito?
Com outro puxão na roupa dela, fiz o segundo peito ficar igualmente visível.
— Se você mostrasse eles separados — falei bem sério —, eu não conseguiria distinguir um do outro. Os dois são igualmente gostosos e perfeitos.
E pra provar que minhas palavras eram sinceras, abraçando ela bem pela cintura e puxando pra perto de mim pra facilitar o trabalho, comecei a lamber e chupar os dois peitos, dedicando a ambos o mesmo tempo e tratamento, sem dar a nenhum deles o menor sinal de preferência.
— Sabe? — ela murmurava enquanto mordiscava e acariciava com a ponta da língua minha orelha —. Adoro isso que você faz... Sinto como se despertasse em mim o sentimento materno que toda mulher carrega... É como se eu estivesse amamentando um bebê, mas mais excitante.
Cati estava sendo uma verdadeira descoberta pra mim. Se já os próprios encantos dela bastavam pra me deixar mais tarado do que nunca, aquelas coisas incomuns que ela dizia e, principalmente, o tom com que dizia, me deixaram rapidamente num tesão fora do comum. Meu pacotinho virou pacotão sem passar do meio. nem pelo paco.
—Mas mesmo assim —continuou ela com sua vozinha melada—, bucetinha eu só tenho uma. Aí não tem como escolher.
—Nem precisa, meu anjo —resmunguei entre uma chupada e outra—. Eu também tenho um pauzinho só. Não preciso de mais bucetas.
—Mas minha bunda também não é nada mal.
—Tem toda razão, irmãzinha. Pena que eu não tenha dois paus pra dar pra cada coisinha tudo que merece ao mesmo tempo.
—Bom, também acho que não é problema. Com uma boquinha só você já tá cuidando muito bem das minhas duas tetinhas.
Não saberia como explicar, mas acho que todo mundo vai me entender se eu disser que aquilo foi tipo um barato de sensualidade. Quase ia gozar sem mais nada.
Quando a Cati enfiou a mão por baixo da minha calça de esporte e agarrou com tanta força minha ferramenta escorrendo, foi como se tivesse prendido meu corpo inteiro, porque não sobrou uma célula viva em mim que não tremesse.
—De pauzinho, nada —continuou ela sussurrando enquanto começava um leve deslize por toda a extensão da peça mais que lubrificada—; isso é um pauzão de verdade.
Não lembrava de ter me sentido nunca tão puto de tesão. Se o normal é ficar a cem, ou a mil no máximo, eu tava a um milhão e ainda não tinha chegado no limite.
Minha mão voou pra sua badalada bucetinha e, primeiro por cima da calcinha e depois na carne viva, perceber que a umidade dela ainda não era a que a voz da dona parecia anunciar fez o milagre de minha excitação voltar a níveis um pouco mais suportáveis.
—Você vai comer minha bucetinha também?
Acho que mais que uma pergunta, aquilo foi um convite. Um convite tentador demais pra eu resistir.
Empurrei a cadeira pra trás, que felizmente tinha rodinhas, pra mesa perto não atrapalhar a ação e, usando minha força e ajudado pela leveza do peso dela, me levantei com a Cati no colo e a deitada na cama, sem brutalidade mas também sem excesso de delicadeza. Num gesto simultâneo, enquanto ela tirava a camisola, eu tratava de fazer o mesmo com a calcinha dela. E comecei com tanta vontade a chupada que, em pouco mais de um minuto, já dava quase pra beber na buceta dela.
Tão empolgado eu tava na minha tarefa, que não saberia explicar como ela fez; o fato é que, quando me dei conta, eu já tava sem calça e não era a mão dela, mas a boca que, por sua vez, tava saboreando meu pau como a mais doce das pirulitas, porque até lambia os lábios de vez em quando.
— Se você não se importa — sugeri, vendo que o negócio tava pegando fogo —, acho que já seria bom partir pro ato principal.
— Você não quer me dar seu leitinho? — pareceu contrariada com minha ideia.
— Daqui até a noite tem tempo pra tudo.
— Mas é que eu tô a fim agora.
Não era esse meu desejo naquele momento, mas era totalmente impossível negar qualquer coisa a ela e, relaxando de vez, deixei que continuasse o trabalho até que extraiu de mim tudo o que tinha pra extrair. Sem dúvida foi uma porção generosa que ela engoliu, mas não poderia testemunhar nada porque não deixou escapar uma única gota entre os lábios.
Não demos muito descanso. A atmosfera tava tão carregada que todo o processo de esfriar e recuperar aconteceu em tempo recorde. E como a Cati parecia determinada a que nada fosse como de costume, a posição que ela adotou pra eu pegá-la também não foi menos surpreendente. Com certeza a posturinha tinha seu próprio nome, como todas, mas nesse caso eu não só desconhecia o nome como a própria posição não me lembrava nenhuma outra. Nem a Bea, que improvisava tanto na ânsia de me ensinar, nunca tinha recorrido a esse método.
Vou tentar me explicar da melhor forma possível, embora não esteja muito seguro de que vão me entender totalmente.
A Cati se deitou de lado, formando com o corpo um ângulo quase reto, de modo que a bunda dela ficava Bem na beirada da cama e eu tinha que atacar ela por trás, ajoelhado no chão.
No começo ela abriu um pouco as pernas pra minha rola entrar de boa na buceta dela; mas, assim que ela enfiou lá dentro, ela juntou as pernas de novo e deixou meu pau literalmente preso dentro da boceta dela, que pareceu encolher de repente ao máximo.
Mesmo o buraco estando mais que lubrificado, os primeiros movimentos foram meio trabalhosos; mas, depois que peguei o ritmo, foi uma maravilha. Minha rola entrava e saía com cada vez mais força e, melhor ainda, Cati se arrepiava a cada investida como se estivesse num estado orgásmico contínuo, o que me dava ainda mais gás. Ela não suspirava nem gemia, mas sim mugia porque mantinha a boca fechada.
Com o boquete que ela tinha me dado pouco antes, eu tive fôlego pra caramba e, no ritmo de serrote, não sei quantos minutos se passaram até que veio de novo toda a intensidade do êxtase mais espetacular. Só posso dizer que não sentia meus joelhos quando, espremido até o limite, me deixei cair exausto em cima dela.
Mais uma vez pensei que aquela tinha sido a maior foda da minha vida; mas já era tão comum eu pensar isso no final de cada trepada, que duvidei que fosse verdade, porque sempre a última que eu dava era a que parecia melhor.
— Agora que já estamos nos conhecendo melhor — Cati voltou com seus sussurros no meu ouvido, incluindo mordidas e lambidas —, acho que a gente devia repetir essas coisas mais vezes, não acha?
— Pois é, acho sim. Mas você tem que considerar uma coisa: também tem a Barbi e a Dori... e a Viki não tá porque não quer... Quero dizer, eu sou só um e vocês são três... Vocês vão ter que ter um pouco de paciência e esperar a vez.
Não quis mencionar a Bea e a Luci pra não complicar mais a parada; mas foi na Bea e no aniversário dela que acabei pensando naquela tarde. Ainda não tinha falado com meu pai sobre o assunto e já não podia mais adiar.
PRÓXIMA HISTÓRIAhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2601738/Una-peculiar-familia-21.html
Desde o momento em que a Barbi topou dar uma foda comigo a sós, já tava escrito que a Cati não ia ficar atrás, porque a mesma natureza que fez elas tão iguais por fora também tratou de deixar essa semelhança por dentro. Na real, pra qualquer um de fora da família, distinguir uma da outra era um baita desafio. Eu acho que elas mesmas curtiam essa confusão geral que causavam e se divertiam provocando e aumentando ainda mais.
Nunca falei até agora do nosso vizinho Moncho, porque não quero meter nessa história personagens que não têm nenhuma repercussão nem protagonismo nos fatos que tô tentando contar. Mas quero abrir uma exceção pra esse Moncho, porque o caso dele era bem peculiar e, além disso, serve como referência pra mostrar uma das facetas que diferenciavam a Barbi e a Cati.
Es tal de Moncho dizia que tava perdidamente apaixonado pela Cati e se gabava publicamente de ser o único capaz de distinguir de cara quem era a Cati e quem era a Barbi. Questão de feromônios, segundo ele.
No começo, a Cati também se sentiu meio atraída pela gentileza que o moleque transbordava e se deixou querer. Mas assim que percebeu que o Moncho era mais inclinado a andar na outra calçada e ficou segura de que o que ela achava que podia ser delicadeza ou falta de atitude não passava de falta de interesse pelo sexo oposto, todas as suas ilusões precoces foram pro saco e, a partir daí, o inocente Monchito virou alvo frequente das gozações das duas gêmeas, que tiravam sarro dele sempre que batia a vontade, sem que o coitado nunca desconfiasse nem um pouco da zoeira que ele tava sofrendo.
O nível de cumplicidade entre a Barbi e a Cati era tão grande nesses casos que, com uma sabendo perfeitamente das paradas da outra, trocar as bolas era moleza pra elas. Voltando ao que realmente importa, embora não possa testemunhar com toda certeza, porque nunca soube com exatidão, é fato que a Barbi deve ter feito uma boa propaganda das minhas atividades a sós com ela, pois, desde que isso aconteceu, as duas passaram a me olhar de um jeito diferente e, em especial, a Cati passou a me dar mais atenção do que era normal até então. Digamos que, mesmo não sendo exatamente correto, agora elas me viam como algo "mais importante" e como uma boa solução pros problemas delas, porque não preciso nem falar que, a essa altura, a Barbi e a Cati eram as mais fogosas das minhas irmãs. Elas curtiam o sexo pelo sexo, sem se importar se vinha misturado com outros sentimentos ou não. Não que não tivessem afeto pelos outros da família, mas esse afeto pouco ou nada tinha a ver com as vontades sexuais delas, que pra elas não passavam de satisfazer as necessidades naturais.
Mesmo a Dori, que era a mais observadora e a que mais sabia de tudo, não sabia nem metade da história, eu desconfiava que, fora de casa, elas eram as que mais se mandavam em conquistas e aventuras.
Já falei mais de uma vez que a Barbi e a Cati viviam como num mundo à parte e nunca falavam das intimidades delas. Talvez isso também fosse porque a gente não mostrava muito interesse em saber. Agora, pelo menos pra mim, as coisas começaram a mudar um pouco e, mesmo sem ser algo muito marcante, dava pra ver que entre as gêmeas e eu tava rolando uma aproximação maior; como se aquela noite famosa em que, sem saber, eu fiz papel de voyeur tivesse virado um ponto de virada nas nossas relações.
Tenho que confessar que nunca fui muito detalhista, mesmo a Bea tendo me garantido mais de uma vez que isso era super valorizado do ponto de vista feminino. A Dori já tinha me dado como caso perdido fazia tempo, porque eu nunca reparava quando ela mudava o penteado ou Vestido novo, acabado de estrear. Com a Barbi e a Cati, porém, a coisa tomou um rumo diferente, porque, sendo ambas vaidosas por natureza, essa suposta falta de atenção da minha parte em relação às novidades que elas introduziam no guarda-roupa, ou no visual em geral, deixava elas putas da vida.
Como tudo tem solução nessa vida, as gêmeas não demoraram a encontrar um jeito de eu reparar nesses detalhes, pelo simples método de chamar minha atenção na cara dura. No começo, eram perguntas meio ambíguas, tipo: "Como você me vê hoje?" ou "Acha que assim estou mais gostosa?". E, como eu não sabia qual era o verdadeiro motivo dessas perguntas, minhas respostas eram sempre as mesmas: "Te vejo linda, como sempre" ou "Tá tão gostosa como sempre".
— Pô, mas você é foda! — resmungavam, mais ou menos putas.
Acho que, como em tantas outras coisas, foi a Dori quem me deu uma força nessa questão, fazendo as gêmeas perceberem que minha distração não era só com elas, mas com todas no geral. De qualquer forma, as consultas delas foram mudando de tom, embora minhas respostas não variassem muito:
— O que achou do meu novo cabelo?
— Tá divina.
— O que achou do meu modelito novo?
— Achei maravilhoso. Fica um tesão em você.
— Gostou da cor?
— A cor é ideal.
Mas com essa tática elas se deram por satisfeitas e pararam de fazer biquinho resmungão, passando a fazer carinhas bem mais felizes. Como também não me dava o menor trabalho, eu também dava minha contribuição e, já sabendo qual era a dela e como era fácil deixá-las contentes, na menor oportunidade eu soltava:
— O que você fez hoje? Tá mais gostosa do que nunca.
E a interpelada da vez arregalava os olhos, sorria satisfeita e, dependendo se tinha ou não experimentado alguma mudança, ou calava a boca ou, tirando a importância da coisa, resmungava o que fosse:
— Bah! Certeza que é a nova sombra dela.
—Cê gosta mais de mim de franjinha mesmo?
E assim como com a Dori eu falava sobre as coisas mais variadas e a gente trocava as últimas novidades que tinham acontecido, com a Barbi e a Cati todas as conversas, bem curtas no geral, se resumiam à mesma coisa: como as duas eram gostosass pra caralho e como ficava bem o último negócio que elas tinham feito pra ficar ainda mais gostosas. Não é que elas fossem tão superficiais quanto parece, mas os assuntos mais "profundos" elas costumavam debater entre si.
Como eu disse no começo, minhas expectativas agora estavam todas na Cati. Já tinha jogado umas indiretas pra ela nos dias depois do meu primeiro encontro a sós com a Barbi; mas ou essas indiretas não foram explícitas o suficiente ou a Cati não quis dar bola. Então naquela tarde, dois dias antes do aniversário da Bea, resolvi deixar de lado as insinuações e, aproveitando um momento em que a encontrei sozinha na cozinha, falei na lata:
—Por mais que pareça impossível, hoje cê tá mais apetitosa do que nunca. Tô afim de passar a tarde inteira te comendo.
Ela não disse nem sim nem não, mas aquele meio sorriso dela me pareceu super promissor. E eu não me enganei.
Na hora mágica da sesta, quando os roncos do meu bom pai estavam mais altos, a Cati entrou como uma sombra no meu quarto. Eu tava na frente do PC, procurando umas músicas pra baixar de graça, pra não perder o costume. Mesmo ela vindo descalça e entrando sem fazer o menor barulho, não precisei olhar pra trás pra sentir a presença dela. Um perfume gostoso, não sei se caro ou barato, mas bem embriagante, inundou o quarto inteiro de repente. E antes que eu pudesse reagir, ela já tava sentada no meu colo, com o braço enrolado no meu pescoço. Tava usando um daqueles bodies que deixam qualquer homem de boca aberta, e dessa vez eu reparei que o cabelo dela tinha sido bagunçado de propósito pra dar um ar aspecto mais selvagemente erótico.
— É verdade o que a Dori diz, que das mulheres o que você mais gosta é da beleza interior?
Aquela pergunta, feita entre carinhos e esfregando o nariz no meu, me deixou, como se diz em termos de futebol, em posição de impedimento. Eu não sabia que tinha dito uma conclusão tão forte pra Dori.
— Se por beleza interior — respondi — você se refere à que fica escondida debaixo da roupa que vocês usam, sim, é verdade que é o que mais me atrai. Na verdade, quanto mais interior essa beleza é, mais eu gosto ainda.
— Você tá falando da bucetinha?
— Da bucetinha e dos peitinhos, nessa ordem.
Cati puxou a roupa pra baixo, deixando uma das suas deliciosas protuberâncias peitorais de fora.
— Você gosta mesmo do meu peitinho direito?
— Gostar é pouco. E do esquerdo, nem se fala.
— Você gosta mais do esquerdo do que do direito?
Com outro puxão na roupa dela, fiz o segundo peito ficar igualmente visível.
— Se você mostrasse eles separados — falei bem sério —, eu não conseguiria distinguir um do outro. Os dois são igualmente gostosos e perfeitos.
E pra provar que minhas palavras eram sinceras, abraçando ela bem pela cintura e puxando pra perto de mim pra facilitar o trabalho, comecei a lamber e chupar os dois peitos, dedicando a ambos o mesmo tempo e tratamento, sem dar a nenhum deles o menor sinal de preferência.
— Sabe? — ela murmurava enquanto mordiscava e acariciava com a ponta da língua minha orelha —. Adoro isso que você faz... Sinto como se despertasse em mim o sentimento materno que toda mulher carrega... É como se eu estivesse amamentando um bebê, mas mais excitante.
Cati estava sendo uma verdadeira descoberta pra mim. Se já os próprios encantos dela bastavam pra me deixar mais tarado do que nunca, aquelas coisas incomuns que ela dizia e, principalmente, o tom com que dizia, me deixaram rapidamente num tesão fora do comum. Meu pacotinho virou pacotão sem passar do meio. nem pelo paco.
—Mas mesmo assim —continuou ela com sua vozinha melada—, bucetinha eu só tenho uma. Aí não tem como escolher.
—Nem precisa, meu anjo —resmunguei entre uma chupada e outra—. Eu também tenho um pauzinho só. Não preciso de mais bucetas.
—Mas minha bunda também não é nada mal.
—Tem toda razão, irmãzinha. Pena que eu não tenha dois paus pra dar pra cada coisinha tudo que merece ao mesmo tempo.
—Bom, também acho que não é problema. Com uma boquinha só você já tá cuidando muito bem das minhas duas tetinhas.
Não saberia como explicar, mas acho que todo mundo vai me entender se eu disser que aquilo foi tipo um barato de sensualidade. Quase ia gozar sem mais nada.
Quando a Cati enfiou a mão por baixo da minha calça de esporte e agarrou com tanta força minha ferramenta escorrendo, foi como se tivesse prendido meu corpo inteiro, porque não sobrou uma célula viva em mim que não tremesse.
—De pauzinho, nada —continuou ela sussurrando enquanto começava um leve deslize por toda a extensão da peça mais que lubrificada—; isso é um pauzão de verdade.
Não lembrava de ter me sentido nunca tão puto de tesão. Se o normal é ficar a cem, ou a mil no máximo, eu tava a um milhão e ainda não tinha chegado no limite.
Minha mão voou pra sua badalada bucetinha e, primeiro por cima da calcinha e depois na carne viva, perceber que a umidade dela ainda não era a que a voz da dona parecia anunciar fez o milagre de minha excitação voltar a níveis um pouco mais suportáveis.
—Você vai comer minha bucetinha também?
Acho que mais que uma pergunta, aquilo foi um convite. Um convite tentador demais pra eu resistir.
Empurrei a cadeira pra trás, que felizmente tinha rodinhas, pra mesa perto não atrapalhar a ação e, usando minha força e ajudado pela leveza do peso dela, me levantei com a Cati no colo e a deitada na cama, sem brutalidade mas também sem excesso de delicadeza. Num gesto simultâneo, enquanto ela tirava a camisola, eu tratava de fazer o mesmo com a calcinha dela. E comecei com tanta vontade a chupada que, em pouco mais de um minuto, já dava quase pra beber na buceta dela.
Tão empolgado eu tava na minha tarefa, que não saberia explicar como ela fez; o fato é que, quando me dei conta, eu já tava sem calça e não era a mão dela, mas a boca que, por sua vez, tava saboreando meu pau como a mais doce das pirulitas, porque até lambia os lábios de vez em quando.
— Se você não se importa — sugeri, vendo que o negócio tava pegando fogo —, acho que já seria bom partir pro ato principal.
— Você não quer me dar seu leitinho? — pareceu contrariada com minha ideia.
— Daqui até a noite tem tempo pra tudo.
— Mas é que eu tô a fim agora.
Não era esse meu desejo naquele momento, mas era totalmente impossível negar qualquer coisa a ela e, relaxando de vez, deixei que continuasse o trabalho até que extraiu de mim tudo o que tinha pra extrair. Sem dúvida foi uma porção generosa que ela engoliu, mas não poderia testemunhar nada porque não deixou escapar uma única gota entre os lábios.
Não demos muito descanso. A atmosfera tava tão carregada que todo o processo de esfriar e recuperar aconteceu em tempo recorde. E como a Cati parecia determinada a que nada fosse como de costume, a posição que ela adotou pra eu pegá-la também não foi menos surpreendente. Com certeza a posturinha tinha seu próprio nome, como todas, mas nesse caso eu não só desconhecia o nome como a própria posição não me lembrava nenhuma outra. Nem a Bea, que improvisava tanto na ânsia de me ensinar, nunca tinha recorrido a esse método.
Vou tentar me explicar da melhor forma possível, embora não esteja muito seguro de que vão me entender totalmente.
A Cati se deitou de lado, formando com o corpo um ângulo quase reto, de modo que a bunda dela ficava Bem na beirada da cama e eu tinha que atacar ela por trás, ajoelhado no chão.
No começo ela abriu um pouco as pernas pra minha rola entrar de boa na buceta dela; mas, assim que ela enfiou lá dentro, ela juntou as pernas de novo e deixou meu pau literalmente preso dentro da boceta dela, que pareceu encolher de repente ao máximo.
Mesmo o buraco estando mais que lubrificado, os primeiros movimentos foram meio trabalhosos; mas, depois que peguei o ritmo, foi uma maravilha. Minha rola entrava e saía com cada vez mais força e, melhor ainda, Cati se arrepiava a cada investida como se estivesse num estado orgásmico contínuo, o que me dava ainda mais gás. Ela não suspirava nem gemia, mas sim mugia porque mantinha a boca fechada.
Com o boquete que ela tinha me dado pouco antes, eu tive fôlego pra caramba e, no ritmo de serrote, não sei quantos minutos se passaram até que veio de novo toda a intensidade do êxtase mais espetacular. Só posso dizer que não sentia meus joelhos quando, espremido até o limite, me deixei cair exausto em cima dela.
Mais uma vez pensei que aquela tinha sido a maior foda da minha vida; mas já era tão comum eu pensar isso no final de cada trepada, que duvidei que fosse verdade, porque sempre a última que eu dava era a que parecia melhor.
— Agora que já estamos nos conhecendo melhor — Cati voltou com seus sussurros no meu ouvido, incluindo mordidas e lambidas —, acho que a gente devia repetir essas coisas mais vezes, não acha?
— Pois é, acho sim. Mas você tem que considerar uma coisa: também tem a Barbi e a Dori... e a Viki não tá porque não quer... Quero dizer, eu sou só um e vocês são três... Vocês vão ter que ter um pouco de paciência e esperar a vez.
Não quis mencionar a Bea e a Luci pra não complicar mais a parada; mas foi na Bea e no aniversário dela que acabei pensando naquela tarde. Ainda não tinha falado com meu pai sobre o assunto e já não podia mais adiar.
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