Problemas na natação 2

— Ah... não... como você ficou sabendo...? — disse Kameko, se lamentando por ter sido descoberta, mas sabendo que no fundo estava feliz. Eu só consegui abrir meu bento e começar a comer, enquanto observava o que ia rolar.

— Você sabe como as notícias se espalham... entre as do primeiro ano... Agora vou ter que te punir... vem, senta aqui — disse Etsuko de forma dominante, mas com um rubor tão lindo no rosto. Na hora, Kameko me entregou os salgadinhos que tinha comprado e sentou do meu lado.

Kameko me deu os salgadinhos e, logo em seguida, Etsuko se ajoelhou na frente dela, levantou a saia devagar enquanto olhava a calcinha de Kameko. Na mesma hora, o rosto dela ficou todo vermelho. Eu nem pensei em que tipo de castigo seria, embora não sentisse nada naquele momento — estava completamente relaxada depois da manhã. Tava morrendo de curiosidade pra ver o que ela ia fazer, mesmo já desconfiando.

— Que calcinha mais linda... Hehehe... preta com renda... — disse Etsuko, toda corada, enquanto puxava a calcinha pelas pernas dela, sem pressa nenhuma.

— A gente não devia ficar sozinhas... seria melhor... — disse Kameko, tentando dar uma desculpa pra eu ir embora.

— Relaxa... além do mais, isso é atividade do clube... Hehehe — disse Etsuko com um sorriso bem safado e cheio de tesão, enquanto olhava pra boceta que já tava começando a ficar durinha de novo, só de olhar.

Etsuko logo colocou a mão e agarrou com força. De onde eu tava, dava pra ver as veias pulsando e aquele grelo grande, grosso e duro. Na hora, ela passou a língua devagar, lambuzando tudo com saliva, percorrendo cada centímetro de pele, se deliciando, enquanto Kameko começava a respirar mais rápido. Dava pra ver os peitos dela se mexendo num ritmo gostoso e os biquinhos marcando na blusa. Aos poucos, ela começou a gemer enquanto Etsuko continuava lambendo tudo. Num instante, ela enfiou a boceta na boquinha e começou a chupar. Lentamente pra cima e pra baixo por todo o comprimento que tinha, quase parecia que não cabia na boca dela. Dava pra ver o formato do sexo marcado no rosto dela e como parte da saliva escorria pra fora, banhando a buceta da Kameko e deixando ela brilhando no sol, mas a mão dela não parava de apertar, impedindo que ela gozasse. Isso acelerou ainda mais a respiração da Kameko. Ela tentou segurar a cabeça da Etsuko, mas a Etsuko não deixou e, na hora, tirou o pau da boca dela. Um fio de saliva ligou a buceta da Kameko com a Etsuko, que passou a língua nos lábios com gosto.

— Não é justo... termina o que você começou... — disse a Kameko, reclamando que ela sempre a excitava até o limite e quase nunca deixava ela gozar.

A Etsuko só olhou pra ela e abaixou a parte de cima da roupa íntima, muito fofa, rosa clarinho e cheia de moranguinhos, era uma graça. Na hora, empurrou a Kameko, fazendo ela cair de costas com as pernas levantadas e abertas. A Etsuko tinha vista total da buceta dela, que estava escorrendo e ansiosa, enquanto as coxas brilhavam com os fluidos, embora o rosto dela mostrasse que estava meio brava com aquilo.

— Você sabe que hoje sua buceta... é toda minha e eu vou me vingar... — disse a Etsuko enquanto o pau dela ficava duro, era pequeno e cheio de veias, mas ela sabia que podia competir com o meu na hora de gozar.

A Etsuko se aproximou devagar da Kameko e colocou o pau na entrada, já toda melada da Kameko, e de uma só vez pareceu que engoliu ele inteiro. A Kameko não conseguiu fazer nada além de soltar um grito de prazer. A Etsuko se agarrou na cintura dela e começou a se mover devagar, no começo sem pressa e aproveitando cada gemido que a Kameko soltava. Os peitos dela começavam a ficar marcados pelo calor que fazia e os bicos estavam bem duros. Embora a Etsuko parecesse não ter pressa nenhuma pra aquilo acabar, ela começou a mexer a cintura num ritmo mais acelerado. A respiração das duas se misturou, dava pra ouvir o barulho dos corpos se batendo, levando o ritmo daquilo. Os gemidos delas... intensificaram de sobremaneira, Kameko estava no seu limite, até fechou as mãos com força. Pude ver que Kameko também semicerrava os olhos no momento em que ambas tensionaram seus corpos. Vi o rosto de Kameko como se estivesse desfigurado por tudo que Etsuko estaria descarregando dentro dela. Aos poucos, vi como o abdômen de Kameko foi aumentando de volume — não podia acreditar, era surpreendente. A expressão de Etsuko era de felicidade plena, até tinha os olhos fechados e sua buceta estava completamente introduzida dentro dela. No momento em que a tirou, o esperma começou a sair para fora em pequenos jatos, formando poças.

— Deus, pareço uma grávida... — disse Kameko com uma expressão de prazer no rosto, mas sabia que aquilo não terminaria ali.

— Ufff... foi genial, mas sabe, posso gozar mais... e estou com mais vontade, então vira de costas... Akemi... Você poderia me dar uma goma se tiver...? — perguntou Etsuko enquanto me piscava o olho com cumplicidade. Eu não pude fazer nada além de olhar nos meus bolsos, mas não encontrei nada. Na hora, desfiz um dos meus rabos de cabelo e entreguei a ela, pensando no que estaria tramando, enquanto via Kameko, que tinha virado de costas e estava de quatro, mostrando sua buceta que ainda escorria o esperma de Etsuko por fora, escorrendo pelas pernas misturado com seus fluidos, enquanto caía no chão deixando pequenas poças.

— Claro... toma... — disse enquanto desfazia o rabo de cabelo.

— Não aguento mais... — disse Kameko, sabendo que tudo aquilo sairia de um momento para o outro.

Assim que Etsuko a pegou, ela se colocou por cima de Kameko e, com um movimento, colocou a goma em volta da sua buceta, apertando-a.

— Mas o que você está fazendo...? — perguntou Kameko, estranhando aquilo, tão repentino e que nunca tinha feito.

— É algo especial, você vai ver... — disse Kameko, sorrindo para ela de forma provocante e ao mesmo tempo inocente, enquanto colocava sua buceta na entrada do seu cu. Devagar, ela molhava com o próprio sêmen para lubrificar.

— Nem pense em fazer isso... — disse Kameko com uma cara de medo do que estava por vir.

Num instante, Etsuko deu um empurrão que fez Kameko gritar, embora eu não soubesse se foi de dor. Logo em seguida, ela deitou seu corpinho pequeno sobre Kameko e se abraçou à barriga dela, inchada pela quantidade de sêmen que havia descarregado dentro dela, e começou a mover os quadris devagar. Dava para ver a cara de Kameko aguentando aquilo como podia, mas também como o prazer ia tomando conta das duas.

— Sim, você é minha grávida... Ji, ji, ji... — disse Etsuko, rindo com luxúria e ao mesmo tempo com um tom de inocência, enquanto continuava movendo os quadris. Dava para ouvir os gemidos das duas se intensificando, enquanto eu observava os peitos de Kameko balançando de um lado para o outro por baixo da roupa, junto com os bicos dos peitos das duas, que dava para adivinhar.

Etsuko continuava empurrando sem parar, com toda a força que tinha, até que, com um último empurrão, deixou tudo dentro dela. Notei como o corpo dela ficou meio rígido e apertou com força a barriga de Kameko, enquanto esta dava um grito de prazer imenso e ao mesmo tempo de dor. Eu sentia de novo Etsuko se descarregando e enchendo ela outra vez, mas ela ainda não conseguia ter o orgasmo. Dava para ver como a buceta dela estava inchada e as veias marcadas pela pressão da borracha, pulsando.

O rosto de Etsuko era de pura felicidade, com os olhos fechados, e num instante ela caiu no chão, sentando-se, enquanto Kameko caía também e o esperma que estava dentro dela começava a jorrar dos dois buracos, sujando o lugar e deixando uma poça grande no chão. Eu pude ver a buceta de Etsuko ainda banhada no próprio sêmen e a expressão alegre e meio tonta dela.

— Foi maravilhoso... hoje gozei demais... — disse Etsuko, enxugando o suor enquanto via Kameko descansar por uns instantes. Quando a barriga dela abaixou por causa do... A carga que ela carregava se desfez, a borracha do sexo dela arrebentou e ela se levantou, olhou para Etsuko com uma expressão furiosa e foi na direção dela, colocou a mão na cabeça dela e começou a bagunçar o cabelo dela com força.

— Isso eu não vou te perdoar... e não pense que vai escapar... — disse Kameko com raiva enquanto colocava minha borracha no pequeno sexo dela, que lentamente começava a se erguer. Pegou ela no colo com as pernas em volta da cintura e apontou o sexo dela para a entrada dela. Observei como o sexo dela estava inchado e muito grande, parecia que ia explodir a qualquer momento, até a glande estava enorme. Mesmo Etsuko chutando bastante, não adiantou nada, embora ela soubesse que isso ia acontecer.

— Não é justo... hoje é minha vez... — disse Etsuko protestando com força, mas aquilo pareceu enfurecer ainda mais Kameko, que investiu com força e deixou Etsuko de olhos virados num instante quando a sentiu dentro dela, abrindo caminho com aquela potência.

— Sabe que você gosta de sentir ela dentro... — disse Kameko enquanto investia com um golpe lá dentro. Pude ouvir o choque dos corpos, mas também o sêmen de Kameko escorrendo pelas coxas dela, brilhando ao sol.

Kameko começou a investir com força, uma vez e outra, sem descanso. Estava perfurando ela de um jeito desgraçado, dava pra ver o rosto de Etsuko desfigurado de prazer enquanto gemia sem controle, agarrada ao corpo de Kameko, enquanto os fluidos dela banhavam o sexo de Kameko. Ela começou a gemer de novo num ritmo mais acelerado, dava pra ver os mamilos se roçando através da roupa por causa do suor. Nesse momento, ouvi a porta abrir, mas não podia mandar elas pararem, então me apressei pra ver quem era, mas por sorte era Aoi, que trazia nas mãos as chaves do clube.

— Nossa... Aconteceu alguma coisa?... Você tá pálida...? — perguntou Aoi ao me ver chegar toda apressada e com medo na cara de sermos pegas.

— Ainda bem... que é você... — disse eu quase sem fôlego, com o medo na minha cara. rosto, caso nos descobrissem, seria fatal.

— Deixa eu adivinhar... Kameko e Etsuko estão... praticando pro clube... né? — disse Aoi, perspicaz, e não tava errada.

— É... vamos... — falei, já mais calmo, enquanto voltávamos pra perto das duas. Kameko ainda tava castigando ela sem dó, dava pra ver o corpo quase moído da Etsuko apoiado nos ombros dela, gemendo sem controle e com a língua pra fora.

— Que legal... posso entrar? — perguntou Aoi, o que me surpreendeu pra caralho, mas não liguei enquanto continuava comendo.

— Pode, hoje quero... castigar ela com força — disse Kameko, apertando a bunda da Etsuko com as mãos e abrindo a entrada dela pra Aoi ver tudo. Na hora, Aoi começou a tirar a calcinha e puxou a buceta dela pra fora, já lubrificada, com a glande brilhando. Nisso, Etsuko reagiu por um instante.

— Não... não... não vou aguentar isso — reclamou Etsuko, mas as palavras dela caíram no vazio. Na mesma hora, ela sentiu aquilo na entrada do cu e, enquanto ia perfurando ela aos poucos, só conseguiu abrir os olhos o máximo que podia e escancarar a boca, sem soltar um gemido sequer. Aoi se abraçou na cintura da Etsuko e começou a se mexer devagar, como se quisesse que o corpinho dela se acostumasse, mas logo se encaixou no ritmo das estocadas da Kameko. As três começaram a gemer forte; se a gente tivesse em outro lugar, teria sido ouvido, mas aquele local era perfeito. Dava pra ver os membros entrando e saindo no mesmo ritmo, perfurando a Etsuko naquela dança, enquanto as bucetas saíam completamente molhadas dos fluidos e voltavam a entrar, deixando a coitada da Etsuko igual a um trapo, quase nem conseguindo ficar acordada. Num segundo, Kameko deu uma última estocada que entrou fundo, enquanto Aoi, por sua vez, enfiou tudo que tinha. conseguiu enfiar só metade pra dentro, as duas tensionaram os corpos enquanto Kameko levantou a cabeça olhando pro céu aberto e soltaram um gemido em uníssono. Eu vi como os membros delas se mexiam, soltando a carga dentro dela que até escapava pra fora em jatos, molhando as coxas e se misturando com os fluidos da Etsuko. Ficaram assim por um momento, e até a barriga da Etsuko inchou quase na hora por causa da quantidade que entrou. Por um instante, o rosto dela se desfigurou um pouco, aguentando tudo aquilo. Depois de alguns minutos, quando terminaram, a Aoi tirou o membro do cu da Etsuko bem devagar, e eu vi o esperma começar a jorrar pra fora como se fosse uma fonte, de tão dilatada que ela tava.

Kameko colocou a Etsuko no chão com todo cuidado pra ela descansar, e da buceta dela começou a sair jatos de porra enquanto o corpo dela se contorcia e o membro amarrado com a borracha dava pequenos tremores. Dava pra ver as veias bem inchadas.

— Por... favor... a borracha... desa... marra... — disse a Etsuko com a voz entrecortada, enquanto o corpo dela continuava soltando esperma e se contorcendo. Eu estendi a mão pra desamarrar ela, enquanto a Kameko descansava junto com a Aoi, sentadas. Na hora que tirei a borracha, o esperma da Etsuko jorrou igual uma fonte, espalhando quase todo o chão. Nesse momento, ela deu um grito de prazer que foi incrível, ecoando nos nossos ouvidos.

— Foi sensacional... — disse a Kameko, enquanto se arrumava um pouco e pegava um dos sanduíches pra comer.

— Uma boa pausa... — disse a Aoi, sorrindo enquanto se ajeitava e sentava do meu lado.

Fiquei um tempinho ao lado da Etsuko, enquanto ela se recuperava aos poucos daquilo tudo, e eu arrumava meu rabo de cavalo. Quando terminei, vi a Etsuko começando a se levantar, com as pernas tremendo e tentando não cair, enquanto se ajeitava devagar. Logo depois, ela foi pra perto da Kameko, abraçando ela. Na hora, a Kameko deu um dos sanduíches pra ela, e elas começaram a comê-los juntas.

— Não é justo... o que você fez... mas hoje... vou acabar te castigando, lembra que a gente saiu antes... — disse Etsuko, pensando que no fim a vingança seria dela.

— Vim avisar que já pegamos as chaves do clube... assim que terminarmos de comer... a gente vai e dá uma olhada, por sorte também temos um banheiro, vamos poder relaxar graças à Akemi... — disse Aoi enquanto me abraçava carinhosamente, e na hora dei um pouco de arroz com os hashis pra ela, baixando a cabeça.

— Valeu... você é demais... — disse Aoi de novo enquanto saboreava o arroz, mas mesmo ela tendo dito aquilo que me alegrava, eu sabia que algo dentro de mim estava prestes a sair e eu não saberia o que fazer se conseguisse.

Na hora a sirene tocou e eu guardei o bento enquanto Aoi nos entregava as novas chaves, mas aquela felicidade acabou rápido quando vi a cara de Kameko, cheia de raiva, pensando no que vinha agora.

— Merda... agora é natação... — disse Kameko irritada com o que podia vir, e não parecia gostar nada daquilo.

— Tentei falar com a enfermeira... mas ela não sabe se vai conseguir dar um jeito de vir, desculpa... vamos ter que fazer alguma coisa, pelo menos a Akemi pode ir... — disse Aoi sorrindo pra mim enquanto me olhava.

Fiquei por um momento me olhando, pensativa, mas sabia que aquilo não ia dar certo, se só com o cheiro aquela coisa já acordava, imagine se visse todas as minhas colegas de biquíni.

— Acho que não vou conseguir me controlar... — falei séria enquanto me observava e hesitava, pensativa, tentando saber o que fazer.

Naquele momento a sirene tocou de novo e saímos de lá, Kameko e eu fomos pros vestiários e a Etsuko pra aula dela, enquanto Aoi voltava a ver a enfermeira pra ver se conseguia resolver de algum jeito, e eu esperava que sim.

Passamos pelos corredores lotados de gente indo de um lado pro outro, os caras ficavam me encarando por um momento, vi o Steve que cumprimentava a Kameko mas ela ignorava ele, parecia que não queria nem ver, entramos por um corredor e abrimos uma porta dupla com uma vigia de vidro, na hora vi outras portas que abrimos e vi um salão bem grande com vários armários espalhados, fui até o meu mas no caminho parei por um instante enquanto via as garotas se trocando e começava a ver suas roupas íntimas, o cheiro daquele lugar começava a me embriagar de um jeito absurdo, tentei pensar em outra coisa, por sorte a Kameko me empurrou até meu armário me tirando daquele estado mas sabia que não ia aguentar por muito tempo.

-- Ei... Akemi, acorda, é melhor você não deixar a imaginação voar... vou te acompanhar até seu armário... por sorte temos um lugar afastado... mas mesmo assim temos que tomar cuidado... -- disse Kameko enquanto me empurrava para ir ao armário, praticamente não conseguia desviar o olhar daqueles corpos semidespidos se trocando, era quase como um afrodisíaco pra mim.

Entramos quase no canto da sala, lá abrimos os armários, abri o meu e enfiei a cabeça dentro tentando me controlar, meu coração tava batendo a mil e tentei fazer uns problemas de álgebra mentalmente.

-- Akemi... pode me fazer um favor...? ...pode ficar de olho por um momento...? ...enquanto eu me troco... -- disse Kameko com a voz trêmula de medo do que pudesse acontecer.

-- Claro... vou tentar... -- falei enquanto tirava a cabeça do meu armário e ficava olhando pra ver se alguém vinha, mas por enquanto ninguém parecia ter notado nossa presença, continuavam na deles, Kameko começou a se trocar o mais rápido que podia, quando já estava de meio biquíni vi que a Alex, vestida com o vestido de líder de torcida, se aproximava dela.

-- Cuidado... Alguém vem... -- falei avisando ela pra continuar de costas.

-- Quem é...? -- perguntou Kameko com o rosto assustado, com medo de ser descoberta.

-- É a Alex... -- falei meio pensativa, não sabia o que ela queria agora.

-- Merda... Justo agora... -- disse Kameko. amaldiçoando ele sem conseguir se mexer.

— Eh... Sua sapatona... Sabe onde a Aoi está?... Preciso falar algo com ela... — perguntou Alex, falando aquilo parecia querer insultar a Kameko ou irritá-la, mas deu sorte, dessa vez ela não podia se virar, se tivesse feito, tinha certeza que teria ido pro chão.

— Não faço ideia... Pra que você quer ela?... — perguntou Kameko entre os dentes, puta da vida.

— Pelo que ouvi... Vocês já formaram o clube e quero falar com ela... sobre o lugar que vão ter pra pescar os retardatários... embora duvide que consigam pegar alguém... o clube de vocês nem se sabe pra que serve... além disso, vou ficar de olho em vocês... — respondeu Alex com malícia, mas não entendi essa história de ficar de olho na gente.

— Por que você diz... que vai ficar de olho na gente?... — perguntou Kameko, tentando aguentar o Alex o máximo que podia, parecia que a simples presença dele já era motivo suficiente pra deixá-la puta.

— Porque sou uma das coordenadoras dos clubes... Então já sabem, além disso, vocês têm que me passar as atividades que realizarem todo mês... Lembra, Akemi... Mas você podia se virar pra falar comigo... — disse Alex quase dando uma ordem, mas sabia que a resposta da Kameko não ia ser nada amigável.

— Eu falo do jeito que quiser e agora vaza... Essa não é sua sala... — disse Kameko enquanto batia a porta do armário com tanta força que várias garotas ali se viraram pra ver o que tava rolando.

— Você é uma mal-educada... — disse Alex enquanto se mandava dali com seu típico ar de superioridade.

— Parece que vocês não se dão bem... — falei enquanto via a Kameko pegar um pareô de dentro e amarrar na cintura, e na hora bateu a porta do armário com força.

— É que não aguento ela... é só ver que já ferve meu sangue... — disse Kameko enquanto arrumava o resto do biquíni, era azul com listras vermelhas de cada lado, embora grudasse muito no corpo dela, parecia uma... A segunda pele dava pra ver perfeitamente os peitões dela e as curvas que já eram bem provocantes, o problema é que do mesmo jeito que apertava nela, fazia o mesmo na buceta dela, deixando marcado. Por isso ela tinha que usar um pareô mais grosso.

— Por algum motivo em especial...? — perguntei, enquanto dessa vez era ela quem vigiava e eu começava a me trocar.

— Simplesmente quando a gente entrou aqui... conheci o Alex, ele disse que eu seria boa pro clube de esportes... e me inscrevi. Como você sabe, do meu lado sempre tem a Etsuko, somos como irmãs... então, ela começou a pegar no pé dela. Quando me contou pela primeira vez, não acreditei... mas aquilo continuou. Um dia decidi... segui-la e vi como ela fazia... elas pregavam peças pesadas na Etsuko e eu não aguentei. Tentei fazer com que as amigas dela me batessem... mas o tiro saiu pela culatra. Pedi desculpas pra Etsuko e ela me perdoou, e agora não consigo nem olhar pra ela... foi aí que me colocaram o apelido de sapatão... por causa da surra que dei nas amigas dela. Ninguém mexe com a Etsuko — disse Kameko, me contando a história toda, e a verdade é que ela tinha muitos motivos. Quando terminei de me trocar, aquela coisa grudou em mim. Por um momento, fiquei olhando pros peitos da Kameko e comparei com os meus, que eram quase minúsculos. Olhei pra baixo e só vi um pequeno volume, quase indistinguível de um caroço normal.

Quando fechei o armário, vi que quase não tinha ninguém ali e suspirei aliviada, mas na mesma hora a professora entrou pra avisar a gente pra sair pra fora. Assim que nos juntamos com as outras, pude ver aqueles corpos apertados naqueles maiôs que marcavam as silhuetas e os corpos perfeitamente contornados. Não consegui fazer nada além de baixar a cabeça enquanto, aos poucos, sentia aquela coisa pulsando, querendo sair e se mostrar pras outras.

Naquele momento, saímos pra piscina. Aquele lugar era enorme e tinha um vidro em cima, com uma claraboia gigante. Além disso, tinha um cheiro bem forte de cloro. Tinha vários trampolins pras... Pistas de natação e outra mais alta para os saltos olímpicos. Do lado da piscina, tinha uns bancos pra sentar junto com uns flutuadores caso acontecesse algo. Era incrível que aquela academia tivesse tanta grana.

— Muito bem, meninas... hoje vamos aprender o básico... então entrem na água... vamos lá... — disse a treinadora nos incentivando. Era uma mulher alta, com um corpo bem torneado de tanto malhar. Usava um apito no pescoço, cabelo curto e loiro. Na hora, quase toda a classe pulou na água e começou a brincar e se divertir. Eu fiquei olhando com inveja de elas conseguirem fazer aquilo, mas tinha certeza de que, se entrasse na água, podia despertar aquela coisa.

— Posso saber o que há com vocês? A água não vai morder ninguém, vamos... entrem... — disse a treinadora nos animando a entrar.

— Desculpa, treinadora, estou menstruada... não posso entrar... — disse Kameko dando a desculpa clássica que pelo menos pra ela valia, mas eu não podia usar essa porque nem tinha menstruação ainda.

— Vai sentar... É inacreditável, já é a segunda vez... na próxima não vou perdoar, lembre-se disso. E tira esse pareô... — disse a treinadora enquanto mandava ela pros bancos ao redor da piscina.

— Obrigada, treinadora... — disse Kameko enquanto se sentava num dos bancos.

— Então só sobrou você... vamos, entra... — disse a treinadora enquanto me pegava pela mão. Eu senti que era o meu fim, não sabia o que fazer. Cada vez estava mais perto da piscina, podia sentir aquela tirinha cedendo aos poucos, aquilo ia me revelando.

— Um momento, treinadora... — disse uma voz muito familiar. Aquilo tinha sido minha salvação. Quando virei a cabeça pra ver quem era, não podia ser outra: Aoi, sorrindo pra mim.

— Fala, Aoi... — disse a treinadora meio sem vontade enquanto ela se aproximava.

— A enfermeira disse que precisa verificar umas coisas com a Akemi e fazer uns exames no nosso clube. Testes... no nosso clube e não podemos tomar banho por enquanto... e que daqui a pouco ela vai chegar..." — disse Aoi enquanto sorria pra mim como sempre fazia, não podia ter chegado em melhor hora; a treinadora ficou me encarando com cara de poucos amigos, mas me soltou na hora e fui sentar junto com a Kameko.

— Mas da próxima vez você vai pra dentro, lembre-se disso... — disse a treinadora enquanto me via indo em direção à Kameko, como se aquilo fosse uma ameaça.

Naquele momento, vi o céu se abrir e fui sentar ao lado da Kameko. Logo depois, Aoi passou pelo nosso lugar e Kameko contou pra ela o que Alex tinha dito. Imediatamente, vi Aoi pensativa e estranhando aquilo — podia ser que elas não tivessem tanta liberdade quanto ela queria.

— Bom, é melhor não se preocupar. Daqui a pouco a enfermeira vai chegar e também vai trazer a Etsuko... pelo menos vamos poder tomar banho tranquilas... — disse Aoi, respirando aliviada com aquilo, assim como eu.

— Muito obrigada por ter me salvado... — falei, agradecendo por aquilo, já que começava a sentir que aquilo queria sair.

— E como eu disse, ela vai chegar daqui a pouco... vou ter que ver a Alex... bom, além disso, a Kameko vai ter uma surpresa: a Etsuko também vai vir pra cá... — disse Aoi com malícia, mostrando a língua de forma provocante.

— Mas essa não é a aula dela... — protestou Kameko ao ouvir aquilo.

— Eu sei, mas ela pertence ao clube e temos que estar unidas... — disse Aoi. Na verdade, não faltava razão, mas pra Kameko, hoje em especial, seria um suplício.

— Tá bom... — disse Kameko, abaixando a cabeça, meio corada por ela vir, mas sabia que no fundo ela gostava de ficar com ela.

— Até mais... — disse Aoi, saindo correndo da piscina.

— Bom, pelo menos por enquanto estamos a salvo... — disse Kameko, aliviada, assim como eu. Podia ter acontecido qualquer coisa, e eu sabia que aquele adesivo não ia aguentar muito mais.

Ficamos sentadas quase a aula de natação inteira. Falando sobre nossos assuntos, eu nem conseguia levantar o olhar com medo de que o adesivo soltasse a qualquer momento. Por dentro, eu sentia aquela coisa abrindo caminho aos poucos e não podia permitir isso. O cheiro de cloro misturado com o das garotas na piscina estava me enlouquecendo, até que ouvi a treinadora mandando elas saírem da água. Aquilo foi minha salvação. Vimos todas saindo e indo para os vestiários.

— Bom, hora de entrar na água... vamos... — disse Kameko, me pegando pela mão e mergulhando. Aquilo foi uma delícia completa. Senti a água me refrescar e me acalmar em parte, mas percebia que o adesivo estava cedendo e não demoraria muito para soltar.

Logo vimos Etsuko entrando pela porta, pulando na água como uma bomba e se aproximando nadando até onde estávamos. Eu estava morrendo de vontade de ficar com ela de novo, e aquele biquíni vestia como uma segunda pele, apesar da estatura pequena dela. Ao fundo, pude ver Aoi com o mesmo biquíni, mas com um volume que subia até acima dos peitos, bem no meio deles. Era inacreditável.

— Bom, pronto... podemos nadar tranquilas... — disse Aoi, sorrindo para mim e fazendo sinais para eu me aproximar. Comecei a nadar em direção aos vestiários. Quando cheguei lá, vi a enfermeira ao lado, esperando a gente.

— Vocês têm sorte... Aoi me pediu para ser tutora do clube de vocês, assim pelo menos posso ficar de olho... então não se preocupem. Preciso resolver umas coisas... volto já... — disse Ashley, gentilmente. Agradeci por tudo aquilo. Pelo menos ficaríamos mais tranquilas em certas aulas, e ela poderia nos ajudar no que pudesse.

— Bom, um problema a menos... — disse Aoi, sorrindo para mim de forma maliciosa e, de algum jeito estranho, também com luxúria, como se estivesse pensando em outra coisa, menos em nadar.

Naquele momento, senti o adesivo se soltar e fechei os olhos, sentindo uma tontura. Sabia que aquela personalidade tinha... Desperto, eu via tudo de novo de fora, mas estando ali mesmo, senti aquele membro crescer aos poucos, ficando cada vez maior, e tive que afastar o sungão apertado pra ele ter espaço. Aoi, por sua vez, tirou o dele, que já estava quase ereto, pegou na minha mão e sentou num dos bancos do vestiário. Mesmo eu estando de pé, o pau dele quase batia no meu queixo. Dava pra sentir meus fluidos começando a escorrer, molhando o sungão, assim como os dele sujavam o chão. Me ajoelhei e comecei a enfiar ele na boca quase de imediato, sentindo o calor e a vibração constante. Na minha boca, sentia o gosto salgado dele, e as veias pulsando na minha língua. Não fiz mais nada além de me agarrar com as mãos e começar a chupar, banhando ele de saliva. Tentei o máximo que pude enfiar ele na boca, mas não conseguia — não chegava nem na metade. Ouvia a respiração ofegante do Aoi, o movimento dos peitos dele, enquanto ele tentava dar uns pequenos pulinhos com o quadril pra enfiar mais do pau na minha boca pequena e apertada. Num instante, ele pegou minha cabeça e deu um empurrão forte. Senti o pau dele atravessar minha garganta e ficar um tempo lá dentro. Pude ouvir o gemido intenso do Aoi, como se tivesse acertado o ponto exato. Mas naquele estado, eu não conseguia segurar a respiração por muito tempo. A pressão dele diminuiu, e eu consegui tirar ele da minha garganta. Tosse um pouco, mas logo enfiei ele de novo na boca, banhando de saliva e brincando com a língua. Enquanto isso, com as mãos, agarrava meu próprio pau com força e apertava. Sentia o calor e o pulsar das veias nas minhas mãos, quase queimando. Comecei a mover minhas mãos pra cima e pra baixo, enquanto continuava chupando o do Aoi com frenesi, num ritmo mais acelerado, igual à respiração dele. Comecei a mover minhas mãos, mas não conseguia gozar — era impossível. No entanto, sabia que o Aoi tava bem perto do dele. Os fluidos dele escorriam pelo banco, molhando o chão junto com os meus. O corpo de Aoi ficou tenso na hora, senti o pau dela ficar mais duro e logo ela tirou da minha boca com um empurrãozinho.

— Não quero gozar tão rápido... Ji, ji, ji... — disse Aoi se levantando do lugar. Nessa hora, ela me pegou pelos braços e me colocou por cima da buceta dela como se eu fosse uma marionete. Eu não sabia o que ela pretendia, mas só sorri de forma maliciosa. Foi isso que começou: ela foi me descendo e, aos poucos, foi se enfiando em mim. Enquanto me perfurava, aquilo parecia não ter fim, entrava mais e mais dentro de mim, sentindo como se abria caminho reivindicando seu espaço. Minha respiração ficou ofegante quando cheguei nos ombros dela, já tinha entrado mais da metade, eu estava completamente cheia. Na hora, me agarrei nela com força enquanto sentia aquela vibração dentro de mim, e Aoi me abraçou firme. Começou a se mover devagar pra eu ir me acostumando. Em cada estocada, sentia que batia nas portas do meu útero, querendo se enfiar com força. Minha buceta ficava na altura das nossas bocas, eu sentia roçando contra o biquíni e os peitos dela num movimento delicioso contra o tecido.

Aoi começou a se mover mais rápido, batendo dentro de mim. Dava até pra ver o volume do pau dela subindo e descendo pela minha barriga. Minha respiração estava muito ofegante, igual a dela, aquele movimento era incrível. Meus fluidos escorriam pra fora, caindo no chão enquanto molhavam a buceta da Aoi e desciam pelas minhas coxas. Mas Aoi tinha mais pra mim: colocou a boca na minha buceta e começou a chupar a glande vermelha e pulsante, igual eu tinha feito. Aquilo era maravilhoso, sentir aquele prazer por todo lado, eu estava no céu.

Nessa hora, Aoi ficou parada, ouvindo alguma coisa, como se a porta tivesse aberto. Parecia ser a voz de uma garota. Aoi começou a olhar pra todo lado pra se esconder, e na hora foi comigo até um dos armários e a gente se trancou lá dentro. Fiquei em silêncio por uns instantes enquanto Ouvi duas garotas discutindo lá fora, não aguentava mais, queria sentir ela se mexer, então comecei a me mover bem devagar enquanto sentia a buceta dela vibrar com força dentro de mim. Aquilo me fazia me contorcer de prazer, era insuportável, precisava gritar. Aoi tentava abafar os gemidos enquanto colocava a boca na minha glande, igual eu fazia com ela. Nossos gemidos eram abafados e estávamos num lugar muito apertado, o que nos excitava ainda mais.

Aoi chupava com força, assim como eu. Senti que aos poucos estávamos chegando no limite, não aguentava mais. Levei um empurrão que quase moveu aquilo e senti o pau da Aoi vibrar com toda força, forçando a entrada do meu útero. Não consegui evitar, abri os olhos arregalados na hora, senti ele rígido, dava até pra sentir as veias através do tecido fino. De repente, uma onda de calor nos inundou, senti o gozo subindo até que finalmente jorrou pra fora com força, enquanto Aoi se derramava dentro de mim com tudo. Senti ele inundar meu útero com força, enchendo até minha barriga com uma enxurrada quente e grossa, e ao mesmo tempo escorrendo por fora. Minha buceta tentava prender ele dentro de mim pra não deixar escapar, enquanto eu provava o gosto do meu próprio gozo que saía quase sem controle. Não podia gritar ou seríamos descobertos. Aquilo foi maravilhoso. Por um instante ouvimos as garotas se despedindo. Na hora, Aoi abriu a porta enquanto eu ainda jorrava como uma fonte sem controle, estava no paraíso. Passaram alguns momentos em que ficamos lá dentro com o rosto desfeito de prazer. Quando terminamos, Aoi tirou o pau de dentro de mim, ainda escorrendo gozo, enquanto eu continuava jorrando em pequenos jatos, sujando ainda mais aquilo. Logo vi que ela ficou olhando um bilhete que tinham deixado no meu armário.

— Foi... foi... incrível... — falei entrecortado, enquanto via minha barriga diminuir de volume devagar, sujando ainda mais. Se dava pra sentir o chão, eu notei que aquela coisa voltava ao tamanho normal e eu voltava a ser eu mesma.

— Foi uma... experiência única... — disse Aoi enquanto se sentava ao meu lado pra descansar e ficou me olhando nos olhos. Naquele momento, me deu um beijo na testa, bem carinhoso.

— O que é isso...? — perguntei enquanto me levantava devagar, aquela folha de papel me deixava bem intrigada.

— Acabei de encontrar no seu armário... colocaram agora há pouco... acho que a nossa bisbilhoteira quer se revelar, mas não sabe como... — disse Aoi olhando pro pedaço de papel, mas ainda sem ler.

— Não queria que descobrissem... e eu tivesse que mudar de academia... me sinto tão bem aqui com vocês, finalmente tenho amigas... O que está escrito...? — falei, baixando a cabeça e com raiva.

— "No dia da repescagem... quero falar a sós com a Aoi..." — disse Aoi lendo o bilhete, e olha, não faltava muito pra isso acontecer...

1 comentários - Problemas na natação 2

Refkan
Me parece que Akemi está deseando a morir un trio con Etsuko y Kameko. La pobre solo se quedó mirando. Aunque no puede quejarme mucho. Dado que Aoi la atiende muy bien. XD