Tremem as auroras ao abrigar teu carinho
Num paraíso cheio de incertezas
Livre de um sutiã de perdidos
Repleto de vagabundos eternos
Nos deleitando com um sol que vai fugir pra longe
Ciente de que está ferido
Perdido num entardecer sem tempo
Que continua sendo o que sempre foi
Só somos isso e eu
Só somos selvagens
Só somos sem razão
Que germinamos esse algo
Quando nada reverdece
Não precisou imaginar
Nem vai precisar dizer basta
Que foi erguido contigo
Gerando o que vale
Admirando o lascivo
Onde somos ninguém
Delirando essas letras
Sem conseguir parar de delirar
Mesmo desaparecendo, desperta
Fincando que agora não acaba
Dissipando toda lembrança que brotou
Sem insinuar nem sentir
Sem desejar uma ilustração
Sendo nós o que surgiu
Só somos isso e eu
Só somos selvagens
Só somos sem razão
Adorando o que somos
Um momento eterno
Gestado molhado de desejo
Num paraíso cheio de incertezas
Livre de um sutiã de perdidos
Repleto de vagabundos eternos
Nos deleitando com um sol que vai fugir pra longe
Ciente de que está ferido
Perdido num entardecer sem tempo
Que continua sendo o que sempre foi
Só somos isso e eu
Só somos selvagens
Só somos sem razão
Que germinamos esse algo
Quando nada reverdece
Não precisou imaginar
Nem vai precisar dizer basta
Que foi erguido contigo
Gerando o que vale
Admirando o lascivo
Onde somos ninguém
Delirando essas letras
Sem conseguir parar de delirar
Mesmo desaparecendo, desperta
Fincando que agora não acaba
Dissipando toda lembrança que brotou
Sem insinuar nem sentir
Sem desejar uma ilustração
Sendo nós o que surgiu
Só somos isso e eu
Só somos selvagens
Só somos sem razão
Adorando o que somos
Um momento eterno
Gestado molhado de desejo
3 comentários - Petit Am