Colega de estudos e mais... [Parte II]

Naquele sábado, a gente se encontrou como tinha combinado, às 17h no apto dela.

- Martiiin!! Como você tá? Tava te esperando - ela me cumprimentou toda empolgada.
- Oi, gostosa, tudo bem? E você? - respondi dando um beijo no rosto dela.

Subimos pro apartamento dela, não rolou nada demais, chegou a hora do jantar, ela tinha combinado com o namorado que ele também ia jantar com a gente. Nessa hora eu já tava viajando num menage, ou vendo eles trepando na minha frente, mas nada disso aconteceu, pelo contrário. Ela, que era tão solta comigo, na frente do namorado virava uma santinha.

Fizemos as apresentações de praxe, falamos da faculdade, da vida, jantamos, e o cara foi encontrar os amigos.

- Você se faz de sonsa na frente do seu namorado, hein... - comentei zoando.
- Vou te contar - ela sentou do meu lado e colocou as mãos na minha perna esquerda - ele é super certinho, e me faz gozar toda vez que me come, mas não sai do papai-e-mamãe, não gosta de chupar minha buceta e vai na igreja todo domingo, querendo ou não. - ela levantou e foi pegar uma cerveja pra dividir.
- Então, você procura em outro lugar o que ele não te dá.
- Não procuro, se rola como outro dia com um cara, eu topo. Mas não quero trair ele, nem fodendo. - enquanto acendia um cigarro - Imagina, não posso falar pra ele: "Sebastião, chupa minha buceta e engole meu gozo". Ou dizer: "Quer que eu chupe seu pau?" Se ele não toma iniciativa, eu não vou fazer, não vou falar nada.
- Entendi. Então, se eu te mandar chupar meu pau, você se ajoelha aqui - apontando pro chão - e começa a mamar?
- Não curto caras metidos - ela falou desafiadora.
- Sou tipo aranha, tenho muita paciência, sei que você vai cair pedindo pra eu te comer. - falei num tom de babaca e provocando.

Entre risadas, ela foi pegar os resumos dela e sentou pra "ler".

- É estranho o que sinto por você. - ela começou do nada, enquanto tomava um gole de cerveja - A gente mal se conhece, mas tem algo que me faz sentir... À vontade contigo, e posso falar de qualquer coisa. Isso eu curto.
- Pode ser. Talvez tu tá afim de mim.
- Comenta aí - mas não vem de amizade que eu quero é te foder. Depois de fazer tudo que teu namorado não faz, se quiser, aí a gente é amigo.

A noite foi passando e a gente foi pro quarto dela, que é onde tem o PC, pra ouvir música. Tava sentado na cama, que é encostada na parede. Eu contra o encosto, no lugar do travesseiro, digamos, e ela de lado, encostada na parede, no meio da cama. Falamos das experiências dela com os dois namorados. Um pouco de mim também. No meio do papo, peguei ela pelo pescoço e deitei ela no meu colo. A cabeça dela ficou na altura do meu peito.

- Você se importa se eu roubar um ou dois beijos agora? - perguntei, meio nervoso, sabendo que tava me jogando de cabeça sem saber se tinha água ou não.
- Rouba o que quiser.
- A virgindade não dá porque já roubaram, senão faria com maior prazer - falei rindo, quebrando um pouco o clima tenso e romântico que tinha criado.

A gente começou a se beijar. E a se tocar. Aos poucos fui tirando toda a roupa dela. Ela tava vestida "assim mesmo": uma camiseta preta de uma banda de rock, jeans, uma calcinha fio-dental branca e um sutiã que combinava... Deixei ela pelada num instante. Ela começou a me despir e fiquei só de cueca. Eu tava de barriga pra cima na cama e ela em cima de mim. Fui subindo ela enquanto beijava os peitos, a barriga, até chegar na buceta dela. Nem um pelo. Era perfeita, quase fechada, toda molhada. E comecei a chupar ela, primeiro o clitóris, devagar fui enfiando um dedo no buraco dela. Ela é uma mina bem apertada. Na hora, me senti o pica das galáxias. Não que eu seja ruim, mas também não é pra me gabar. Só sabia que aquela buceta ia abrir bem.

Os gemidos dela aumentavam enquanto eu passava a língua por toda a buceta dela e dava uns mordiscos leves.

- Vira e chupa minha pica. - Ordenei.
Ela na hora virou, tirou minha cueca e começou a me chupar. Não vou dizer que foi o melhor boquete da minha vida, mas a inexperiência dela fez eu gostar pra caralho. Ela ia cabeceando como podia enquanto eu continuava fazendo meu trampo. Num momento, tirei ela de cima de mim e deitei ela na cama de barriga pra cima e voltei a beijar ela, enquanto encostava a pica nela.

- Quer ela dentro? - perguntei numa voz suave que mal dava pra ouvir porque eu tava com a boca mordendo o pescoço ou a bochecha dela.
- Sim - respondeu entre suspiros - vou te falar - disse com um sorriso. - Me come. - Eu sorri enquanto colocava a camisinha.

Comecei a meter devagar e aos poucos porque ela realmente tem a buceta muito apertada. Nunca tinha encontrado uma gostosa assim. Quando já tava tudo dentro, depois de uns segundos, também não demorei pra meter tudo. Ela gemia e pedia devagar, porque... - eu tenho muito pequenininha e você tem muito grossa - na hora senti que ia explodir de tesão, mas me segurei e não bati mais forte, pelo contrário. Obedeci ela e comecei a comer devagar.

- Vamos trocar de posição - falei num tom irônico sem querer mencionar o namorado, de quem lembrei depois de ter ficado 30 minutos fodendo assim. Coloquei ela de quatro e a primeira coisa que ela disse foi - por trás não - e eu respondi - ainda não.

Continuei metendo, pegando ela pelos cabelos, acariciando a bunda e o clitóris, tentando enfiar um dedo no cu. A mina gozou, me molhou toda e pediu pra eu tirar porque tava doendo e pra eu gozar nos peitos dela. Obedeci o que ela disse e ela começou a me punhetar.

- Tô com vergonha, mas cê goza na minha cara? - falou olhando pra baixo.
- Na boca - falei. Ela abriu a boca e começou a chupar, e logo comecei a gozar, a porra escorria pra todo lado. Pedi pra ela engolir o que tinha e ela obedeceu.

Ficamos largados na cama, acendemos um cigarro e eu falei... - Podemos ser amantes. - com voz cúmplice.
- Não amantes. Não. Vamos ser amigos e quando eu tiver vontade de ser bem comida, ou você tiver vontade de gozar, a gente trepa. — com um ar de metida.
— ok, amei sua proposta. Combinado assim.

A conversa seguiu por outro lado, ela me dizia o que mais tinha gostado e quais eram as fantasias que eu tinha que realizar pra ela. Algumas a gente já realizou, mas faltam várias... aos poucos vou contando mais...

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