En el restó...

Fazia vários dias que vinha rolando uma sedução constante dos dois, ela Garçonete, eu Cozinheiro, prato vai, prato vem, carinho na mãozinha, uma encostada na booty enorme que ela tem ou tinha, porque faz anos que não vejo ela. A típica argentina média, 1,60 de altura, pele branca, cabelo castanho, com uma bunda impossível de não olhar quando passa perto e uma carinha que quando mordia os lábios fazia o chão tremer, bom, pra vocês imaginarem um pouco.

Depois de fechar o restaurante, a gente sempre ia pra um bar que ficava na esquina, todos ou quase todos que trabalhavam lá iam, e aí a gente se soltava um pouco mais pra conversar sobre várias coisas, mas principalmente sobre sexo! Já bem tarados e excitados, começamos a nos beijar com muito frenesi e uns copos a mais que sempre soltam o animal que temos dentro! Eu, um simples cozinheiro, não tinha um puto pra ir pra um hotel e muito menos pagar um táxi, mas tinha a chave do restaurante, então falei: vamos! Ela, sem saber pra onde íamos, disse: beleza, então partimos. Quando saímos, ela pergunta: aonde a gente vai? E eu respondo: vamos passar no restaurante que esqueci uma coisa, não podia falar: vou te comer na cozinha! Então uma mentirinha inocente, haha.

Entramos com todas as luzes apagadas, fomos pra cozinha, começamos a nos pegar e ali mesmo comecei a apalpar a bunda linda dela, bem durinha, dava pra sentir por fora da calça a calcinha fio dental enfiada na racha, isso me deixou mais excitado. Meti a mão e comecei a masturbar ela, já estava toda molhada, ela começou a me masturbar também e enquanto me beijava com a língua furiosa dentro da minha boca; tirei a roupa dela e ela se apoiou na bancada que eu trabalhava todo dia, com a bundinha pra trás pedindo pica. Peguei uma camisinha que guardamos na cozinha pra esses eventuais episódios, coloquei e enfiei na buceta toda molhadinha, hmmm! Foi entrando devagar até que ela começou a rebolar a cintura, assim por vários minutos até que terminamos exaustos de prazer.

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