Reencuentro de secundaria, trio con Sofia

Sinceramente, nunca curti essas reuniões de reencontro do colégio, onde você tem que trombar com uns ex-colegas que não queria ver nunca mais, maaaas nesse caso era do ensino médio e a gente tinha perdido contato com várias mina gostosa pra caralho. Ia ser na casa de um dos caras em Temperley, então no pior dos casos eu caía fora no caminho de volta.

Chegamos eu, Martin, Matias, Facundo, Leo e Mariano lá pras 23h. Já tava a maioria dos meninos e meninas. Juntamos a 5ª série 2 e a 5ª 4, que eram as turmas que mais se davam bem entre si.

As horas foram passando junto com as bebidas, muita conversa, pouca dança. As minas tavam muito na delas, os caras sem vontade de animar nada, exceto a Sofi. Morena baixinha, uns quilinhos a mais que caíam superbem, PEITÕES DO CARALHO, mas PEITÕES MESMO, capaz de te nocautearem de uma peitada, e uma bunda grande e durinha. Lembro que no 3º e 4º ano ela namorou o Leo, e ele contava que na cama "a gordinha é um fogaréu, se entrega toda e é bem safada". Já fazia 9 anos desde a última vez no colégio e ela não tinha mudado nada, só umas tatuagens novas que deixavam ela ainda mais putinha.

Ela ficou batendo papo com a gente. Como o bagulho não tava rendendo, lá pras 2h-3h a maioria começou a ir embora. Só ficou nosso grupinho, mais a Sofi, Laura, Yanina, Paula e uns 4-5 caras/minas da outra turma. Aí a noite melhorou de vez. Começaram a circular os baseados, as bebidas mais fortes, as minas começaram a dançar, a música cada vez mais alta e a gente cada vez mais bêbado. O cheiro de vontade de transar tomou conta da casa.

Umas 4h da manhã, já bem tonto, resolvi vazar sem falar nada, subi pro terraço pra pegar um ar fresco e fumar um baseado de boa olhando as estrelas. A Sofi, que era a que mais tava animando, tinha sumido, então imaginei que tava com algum cara ou com o Leo, que tinha dito que queria comer a ex de qualquer jeito. Então fui pra lá. Cheguei no terraço, escuridão total. Me apoiei na borda, fumei de boa, tomei uma cerveja em lata e, entre uma coisa e outra, fechei os olhos por uns minutos, quando acordei já tinha passado meia hora. Fui na direção da escada e escutei gemidos e gritos vindo do quarto de ferramentas. Não ia descer sem saber quem tava lá, e muito menos ia embora com a masturbação que tava rolando em mim. Quem sabe até me deixavam participar. De uma vez, abri a porta me fazendo de bêbado sem noção:
— Eeeeeh, seus forros, quem come e não convidaaaa kkkk
— Kkkk fecha essa porta e vaza, Ema, fala sério (Leo)
— Ué, mano, que antisocial que vocês são, me surpreende de você, Leo, se já te compartilhei jantares de ratatouille kkkk

Nisso, com a pouca luz que entrava da rua, consegui ver a Sofi totalmente entregue, de quatro, com os dois peitões balançando. Eram enooormes, e balançavam pra todo lado. Ela pouco fez pra se cobrir, enquanto o Leo tava de pé com a pica dura apontando pro norte e balançando os braços pra eu vazar.

— Leo, que malvado você é, por que não compartilha com o Ema? Se tem pra nós dois aqui! (disse a Sofia enquanto segurava um peito e com a outra mão dava um tapinha na bunda)
— Viu, viado, ela sabe como é a parada aqui
— Kkkk você é puto, hein, bêbado e puto
— Vem, Ema, que eu quero provar o que você tem também

Mamãe, acho que fiquei pelado em menos de 10 segundos. A pica não tava dura, não, efeito do muito álcool que tinha bebido, mas a Sofi saberia o que fazer. O Leo só me viu chegar e se ajeitou de novo montando nela com tudo. Eu fiquei de frente, um joelho no chão, quadril pra frente, entregando o cacete pra ela curtir e deixar bem durinho.

De uma bocada, ela enfiou meia pica na boca e começou a chupar, do jeito que dava, porque o sem-vergonha do Leo tava furando ela sem parar e ela se segurava como podia.

— Kkkk para, filho da puta, vai furar ela e ela vai morder minha pica
— Kkkk se fode, cuzão, por interromper, aqui quem manda sou eu (Leo)
— Então é você que manda? (Sofi) Vamos ver como você manda

A Sofi se separou do Leo, agarrou ele pelos ombros e fez ele sentar no chão. Subiu em cima dele de cócoras e se enfiou. O Leo agarrou os peitos dela e começou a apertar. chupava, fez sinal pra eu ficar atrás do leo

- vamo ver como você manda, promíscua, vou arrancar seu leite em 5-6 sentadas, viado (sofi)
- hahaha como o leitinho te domina (eu)
- vem, ema, quero pica na boca

Ela chupava minha pica desesperada enquanto pulava, literalmente, na pica do leo, chupava minha pica, babava tudo e depois lambia as bochechas do leo e curtia

- e aí?? Não mandava você, leo?? Aqui quem manda sou eu, mermão, pode saber
- paraa, por que você tá chupando a pica desse e lambendo minha cara, minha puta?
- e daí? Vou arrancar seu leite, olha só

Ela me deu um empurrão, colocou as duas mãos nos ombros do leo e em 5 metidas acabou com ele, que cena! Fiquei atrás pra ver, sofi pulava e a bunda dela estourava as bolas do leo, escorria leite, os gritos do leo eram urros, ele se acabou, leo conseguiu apoiar a cabeça numa mesa e ficou exausto

- que frágil que você tá, leo, antes me dava mais pica, mermão
- não faz assim, cara, tá baixando a autoestima dele hahaha
- isso por se achar o fodão, e agora quero ver o que você faz, sua pica dá conta de arrombar minha bunda? Ou você também é frágil?
- comigo não brinca, puta, que vou rasgar você
- vamo ver o que você sabe fazer, garotinho

Dei um tapinha nela pra ficar de quatro, e cuspi na bunda dela, fiquei brincando um pouco, enfiando um, dois dedos enquanto ela me punhetava a pica e chupava minhas bolas

- levanta essa bunda, puta, que vou meter
- já? Mais dedos não?
- que foi, sofi? É frágil?

Cuspi na minha pica e encostei a cabeça nela, ela se arqueou de dor e tentou ir pra frente, segurei o ombro dela com uma mão e empurrei, cedeu metade da pica com um grito abafado

- aaaaaiii, cara, me matou, para!
- agora você vai ver quem é frágil aqui, puta
- devagar, ema, que me matou
- shhh

Tirei um pouco da pica, cuspi nela e empurrei de novo, de uma vez tudo pra dentro

- gggrrrrr papaiiiii doeu
- uuuh que bundão, puta, que bundaaa
- durinho, né? (leo)
- foda demais, cara! (eu)

Segurei ela pela cintura e comecei a bombar, ela gritava

- aai aaii devagarinhooo siiiim siiiim me rasga aaii devagar que me dói
—toma, putinha molenga, não aguentava mais? Vem cá, Léo, enfia a pica na boca dela pra ela não gritar tanto que tá doendo

Léo se ajoelhou na frente dela e agarrou ela pelos cabelos, enfiando a pica morecilona na boca dela

—lembra como você adorava deixar ela dura na sua boca, Sofi? (Léo)
—ahãã (Sofi respondia com a boca cheia de pica)
—vai tomar o leite do Léo de novo, minha vida (Léo)
—hummm simmm ai ai arrebenta meu cu, Ema, assim, me dá leite, Léoooo aaaarrrrgggg

Ele tirava do cu e enfiava de novo, adoro tirar e ver como vou deixando um buraco quando faço isso, quando arrebenta, as estocadas eram cada vez mais fortes, Léo enfiava a pica cada vez mais fundo na garganta

—uuufff Sofi, vou gozar na sua raba
—sim sim juntinhos que vou gozaaaaar gozei gozei me dá me dá me dá sim sim sim me dá leite gozei
—uuuhh eu também, filhos da putaaaaa (Léo, enquanto se punhetava e enchia a cara dela de leite)
—aaaaaaarrrr gozei, gostosa, encho teu cu de leite, putonaaaa
—sim sim Ema sim sim, na boca, Léo, tenho leite na bocaaa

Uuufff que foda da porra, ficamos exaustos, tirei do cu ainda dura, e Sofi me punhetou um pouco pra tirar o resto do leite, e também o Léo, que tava extasiado e com os olhos perdidos, ficamos um tempão na varanda fumando e depois descemos, ninguém ligou pra gente, cada um na sua, alguns desmaiados de álcool, outras dormindo e alguns comendo umas minas na cozinha, a gente na nossa, dançando com a Sofi até o amanhecer, encostando a pica nela o tempo todo e ela acariciando elas, jurando repetir o trio..

Saúde, e bom ano novo pra todos!!!

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