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Compêndio IO professor Moriarty, o verdadeiro "Napoleão do crime" dos romances de Holmes, foi um personagem criado por Conan Doyle exclusivamente para matar sua criação mais icônica.
No entanto, após inúmeros pedidos dos fãs antigos daquele detetive lendário, Holmes voltou depois de 2 anos de ausência em seus casos, sem uma explicação clara de como sobreviveu à morte.
Mas, se você ler as histórias depois de "O Problema Final", o detetive sempre lembra desse personagem com certo carinho, porque foi um dos seus poucos nêmesis intelectuais.
Agora, assim como o vilão fazia com o detetive, Marisol pode me expor o plano dela, mas nunca por completo.
Não tô dizendo que ela mente pra mim. Ela "omite detalhes" e eu, que já conheço ela, me acostumei mais com as manhas dela.
Por isso, fiquei de boa quando ela me disse que naquela quinta-feira ia sair com a família pros museus. Mas percebi o sorrisinho safado dela, junto com o olhar cúmplice da Verônica, quando se despediram de mim naquela manhã.
Eu ia me preparar pra jogar "LoL", um jogo online que deixa Marisol com ciúmes. O avatar que escolhi é uma mina ruiva que usa duas espadas, bem gostosa, e como é esse tipo de jogo, que você pode passar 6 horas vidrado, sem perceber, com outros jogadores do mundo, ela fica puta por eu poder conhecer alguém no mundo virtual.
Mas mal carregou o jogo, o telefone toca…
"Marco! Cê tá sozinho?" perguntou Fio.
"Tô…" respondi, meio irritado, começando a sacar os verdadeiros motivos daquela visita aos museus…
"Perfeito!… Você se importaria de vir me visitar?… Eu queria… te pedir um favor!…"
"Já vou!" respondi, desligando o computador de má vontade…
Sei que entre transar com uma mulher grávida como a Fio e um jogo online, ganha de longe, com uma vantagem enorme, a Fio. Mas quando eu achava que o plano do "Napoleão do crime" já tinha acabado… começava a segunda etapa. Toquei a campainha e, literalmente, ela me sequestrou: me abraçou pela cintura, me puxou pra dentro de casa e me beijou, de um jeito descontrolado.
"Tava com saudade!... Precisava de você!..." ela disse e me beijou de novo.
Ela mesma guiava minhas mãos, sem soltar meus lábios, pra eu agarrar os peitos dela, balançando e esplêndidos.
"Isso!... Isso!... Assim!... Oi, amigão!... Você não faz ideia de como senti sua falta!..." ela falou, revelando o passarinho e começando a beijá-lo com paixão.
Eu tentava me livrar dela, mas, de repente, ela tem uma força danada na cabeça...
"Senti falta do seu sabor!... Do seu cheiro!... Você é mau, Marco!... Esqueceu de mim!..." ela disse, lambendo de um jeito insidioso. "Como você tira de mim uma coisa tão gostosa?... Essas 2 semanas, só pensei nessa delícia!... Uma maravilha!..."
Ela passava a língua, como se fosse um sorvete...
"Bom... você viu que temos visitas..." expliquei.
"Mas eu te conheço... e aposto que você deve estar bem feliz... com aquela senhora e a 'vaquinha leiteira' da sua cunhada..." ela dizia, engolindo a pontinha e todos os suquinhos.
Tive que me sentar, porque ela não tinha intenção de me deixar livre tão cedo...
"Olha meus peitos, Marco! Olha meus peitos!" ela disse, envolvendo eles no meu pau. "Tô cheia de leite acumulado... e ninguém chupa! O que você me diz sobre isso?"
Ela esfregava eles no meu pau, me dando uma sensação celestial. Não mentia, porque saíam umas gotinhas quando apertava... e a boca dela não me perdoava por ter negligenciado ela por tanto tempo.
"Mas você tem... o Kevin..." respondi, me derretendo com os movimentos deliciosos dela.
"Mas o Kevin tem nojo de chupar meu leite!" ela disse, se sacudindo com mais força.
Eu flutuava numa nuvem...
"E não é só isso... com ele, tenho que escolher se dou um boquete, faço amor ou se ele me come de quatro... não posso escolher as 3, porque ele cansa..." protestou, sufocando meu pau nas tetas macias dela. "Ou então, ele fala que faz mal pro bebê... além disso, me sinto gorda... e me acho feia..."
Ela começou a chorar. Chupetando mais a cabeça dela. Queria consolá-la, mas da cintura pra cima, não conseguia me mexer de tanto prazer.
Mesmo com mais barriga, é como se tivesse um melão no estômago. No fundo, não fica feio, porque tem aquele brilho de mulher grávida, uma delícia de viver, além de um olhar safado e o coquetel hormonal que tem na corrente sanguínea, deixando ela bêbada de luxúria.
Consegui acariciar a base da raba de cavalo (dá pra ver que sentia minha falta. Não tinha esquecido meus gostos…) e ela subiu pra me beijar.
Queria que eu metesse ali mesmo, no meio da sala, em pé e sem muita enrolação. Eu a acariciava feito louco, impedindo ela de descer, mas com muito esforço, pedi pra ela parar, senão iam nos descobrir.
Levei ela pra cozinha, pra pegar do mesmo jeito que fizemos da outra vez, mas ela tava tão gordinha que não conseguia se levantar pra sentar no balcão da cozinha.
Foi aí que ela me sorriu com um pouco de carinho, me pegou pela mão e me levou pro quarto dela.
A verdade é que, pela primeira vez, me senti consciente do que tava fazendo. Embora os móveis fossem os mais normais, com uma cama, um par de criados-mudos com suas respectivas luminárias e um guarda-roupa, o que tornava tudo diferente era a quantidade de fotos que eles tinham como casal.
Tinha umas onde ela e Kevin não deviam ter mais de 16 anos. Outras, do casamento deles, onde apareciam sorrindo como casal e, pra completar, a foto que Fio mantinha no criado-mudo, com as cabeças coladas pela bochecha…
Obviamente que ela não tava nem aí, mais concentrada em chupetar minha virilha.
“Por favor, mete!” ela implorou, se apoiando nos braços, pra gente fazer de quatro.
Foi uma experiência excitante, porque claramente eu tava fazendo aquilo no território de outro homem. Um que, curiosamente, desconfiava que ela tava dando pra outro… e mesmo com as suspeitas, não parecia se importar.
“Ahhh… sim, Marco!... Sim, Marco!... A sua… eu amo!...” dizia, enquanto eu me deixava absorver por aquele buraco negro de prazer.
Eu me agarrava na cintura dela e metia com mais força, pensando que o mais certo era aquele bebê ser meu.
Pensava naqueles dias em que a Fio era religiosa devota, que acreditava em sexo com fins reprodutivos e que ficava incomodada quando o marido experimentava com a bunda dela, comparado com agora, que estando grávida, casada e sabendo que o marido estava no trabalho, chamava o vizinho pra vir fuder ela…
“Ahhh!... Ahhh!...” ela gritava mais alto, se agarrando nos lençóis, como se quisesse resistir às minhas metidas.
Eu apertava as tetas gostosas dela, ritmadamente, comprimindo e esticando, enquanto apertava o bico com os dedos…
“Nãão!... Ahhhh!... Não faz assim!...” ela reclamava, com gemidos deliciosos.
Mas eu não ligava. Minha “vaquinha europeia” já soltava umas gotinhas de leite, molhando meus dedos e ela ficava mais excitada, à medida que eu lambuzava os peitos dela.
“Ahh, Marco!... Ahh, Marco!... Te amo!... Te amo!...” ela dizia, mexendo a cintura com violência, pra eu meter mais fundo.
A bunda dela tava uma delícia e, morbidamente fascinado pelas fotos dos meus vizinhos, juntei os dedos da mão direita, como se fosse uma pistola imaginária, e enfiei no cu tentador dela.
Ela tremeu e, depois de gozar, se sacudiu com mais vontade…
“Siiim, Marco!... Sim, Marco!... Enfia teus dedos… no meu cu!... Só você enfia dedo no meu cu!...” ela chorava, de tanto prazer e por causa dos hormônios. “Tava com tanta saudade!...”
A gente se mexia com a intensidade de uma locomotiva a vapor. Mete, tira, mete, tira, mete, tira…
Em vez de “Tchuu, tchuu”, ela gritava quando gozava.
Suava com a intensidade de uma caldeira e a figura dela ficava ainda mais apetitosa.
“Ahh, Marco!... Ah, Marco!... Não aguento mais!... Por favor, enche eu!...” ela pedia.
E eu dava naquela rachada com a mesma intensidade daqueles êmbolos que usam pra perfurar em obra. Enterrava fundo, me firmando na bunda dela. quadris e ela adorava que ele fosse tão violento.
Finalmente, depois de uns 45 minutos, gozei…
“Ahhhhh!.... Ahhhhh!.... Ahhhhh!...” ela exclamou, mais aliviada…
Caímos na cama por um tempo, mas eu queria mais guerra, e ela também.
Virei ela de lado, deixando seus tesouros expostos, e ela estava louca pra entregá-los. Nos olhos dela, o Kevin não existia naquela hora. Eu era o amo e senhor dela.
Peguei as pernas dela e apoiei nos meus ombros. Ela reclamou, mas adorou, enquanto eu entrava nela.
“Ai, siiiim!... Ai, siiiim!...” ela exclamava com gemidos sensuais, dignos de uma atriz pornô.
De novo, ela se agarrava aos lençóis, enquanto eu a penetrava. Mas a mão esquerda dela pegou algo que não era um lençol…
“Kevin!” ela exclamou, ao reconhecer o pijama do meu vizinho.
Ela começou a chorar…
“Kevin… me desculpa!... Não consigo resistir!... Ela é uma delícia!... Sei que você me ama… mas ele fode melhor!... Me perdoa, amor!...” ela disse, jogando o pijama pra fora da cama, como se quisesse esquecer ele.
Ela queria me beijar, me olhando com aqueles olhos tristes…
Senti pena dela. Me lembrei da época em que eu comia a Pamela e me sentia culpado por desejá-la, sendo namorado da Marisol.
Sabia bem a sensação de se envolver com algo que no fundo você sabe que não é seu, que você não ama de verdade e que não deveria pegar. Mas não consegue resistir.
Ela gemia, deliciosamente, enquanto chorava. Também conhecia aqueles orgasmos…
Não sei. São momentos tão intensos e culpados, como quando a gente decide parar de fumar e recai, ou quando alguém cai na bebida depois de segurar a vontade por um tempo.
A única experiência parecida com aquele sentimento foi naquele semestre em que decidi parar de jogar videogame por 100 dias pra melhorar minhas notas.
A síndrome de abstinência me pegou com 2 semanas (provavelmente do mesmo jeito que pegou a Fio) e, se não fosse pela disciplina e força de vontade, talvez eu não tivesse superado e cumprido minha meta. Quando passaram os cem dias, eu joguei por horas e horas, até meus olhos ficarem vermelhos e eu me sentir muito parecido com a Fio, decepcionado por ser tão fraco e sacrificar o pouco que tinha conquistado.
Mas com a Fio, era sobre sexo sem limites, desenfreado, e infelizmente, tinha se tornado tão essencial quanto comida pra ela.
O Kevin cuidava dela, e mesmo amando ele, simplesmente não era o suficiente…
Ela é tão flexível que, mesmo eu apertando ela numa posição nada confortável, ainda dava um jeito de me beijar.
Eu amassava os peitos dela, espremia e chupava, enquanto ela continuava chorando com sentimento de culpa…
Eu conheço ela. Sei que num mundo ideal, ela gostaria que fosse o marido dela fazendo isso. Mas tinha que se contentar com o vizinho e sentir o conflito que vem com receber prazer de alguém que você não ama de verdade.
Mais uma vez satisfeita, depois que eu gozei dentro dela, ela me perguntou com tristeza e muita preocupação…
“Não vou ser uma boa esposa… né?”
Eu acariciei o rosto dela.
“Já é!” respondi.
Por enquanto, acho que é verdade. O que tá rolando agora é porque os níveis de estrogênio e testosterona tão realmente desregulados.
Ela tá transando com o vizinho e, por algumas semanas, recebeu o love de vários homens e jovens, mas tenta lutar contra esse sentimento. Ainda se preocupa com o Kevin…
Eu meto nela por trás, enquanto ela olha a foto na mesinha de cabeceira.
“Kevin!… Kevin!…” ela geme sem parar, enquanto eu enterro no buraquinho apertado dela.
Entre nós, não tem love. É só luxúria. Nem ela largaria o Kevin por mim, nem eu largaria a Marisol por ela.
A bunda dela é uma delícia, e eu seguro a cintura dela, acariciando a barriga cheia de vida. Os gemidos dela mudam de novo, se entregando aos meus movimentos.
Ela se apoia nas mãos, aguentando minhas estocadas, pra eu poder penetrar mais fundo.
O cheiro pesado de sexo e dos nossos corpos, e a mancha enorme que se espalha no lençol e alcança… Molhar meu joelho direito me deixou extremamente excitado.
Além disso, tem todas aquelas imagens. Todos aqueles momentos, memoráveis e guardados por eles, e eu estou no meio disso tudo, enchendo a Fio como o Kevin nunca conseguiu.
Me sinto tão culpado quanto ela, porque estamos aproveitando o que não é nosso. Aperto os peitos dela, que balançam desiguais, e ela reclama, em mais um orgasmo.
O frenesi chega ao auge: lambo as costas dela e percorro seu corpo, esperando saciar essa sensação de luxúria que nos mantém presos, assim como ela, que busca minha descarga rápida.
Gozo dentro dela, enchendo ela de novo. Ela me olha com tristeza, porque, mesmo eu tendo dito o que ela realmente quer acreditar, se sente mal por se reconhecer tão fraca.
Tomamos banho juntos. É inevitável. Ela não resiste e me lambe de novo. Deixo, porque não sei quando vou comer ela de novo.
Encosto ela na parede do chuveiro e ela se deixa. Também sou fraco. Amo a bucetinha dela.
Não amo ela, como amo a do meu rouxinol, mas adoro sentir a sucção dela, como se quisesse drenar minhas forças.
Ela, por outro lado, adora ser dominada. Essa sensação de forçar as bochechas e os peitões dela contra a parede a enche de prazer.
Kevin é mais tradicional e faz sexo no quarto. É irônico que ela, depois de resistir tanto tempo, tenha conhecido esse prazer culpado com o vizinho.
Depois de gozar no chuveiro, sento no vaso e ela lambe de novo. Vejo as horas e o Kevin vai voltar logo.
Nos vestimos rápido, sem nos olhar muito. Sabemos que, se nos olharmos, vamos fazer de novo.
Ajudo ela a tirar os lençóis e virar o colchão manchado. Ela abre a janela e passa desinfetante pra disfarçar o cheiro.
Nos despedimos com um beijo sem graça na bochecha. Queremos devorar os lábios um do outro, mas temos que nos segurar…
Volto pra casa e ligo o computador, pensando que vai me fazer esquecer ela…
Mal carrega o Avatar, a porta da casa se abre e aparece a Marisol.
"Tá vendo, Amélia? Falei que ele ia estar jogando esse jogo besta, que eu não gosto!" ela disse, entrando o carrinho com as pequenas.
"Você tinha razão!" exclama minha cunhada. "Marco, desliga esse jogo e vem ajudar a gente!"
Vejo os olhos da minha esposa e ela sorri, satisfeita. Ela percebe que meus olhos não estão vermelhos e já saca direitinho onde eu estive de verdade…
Às vezes, o "Napoleão do crime" usa métodos nada convencionais pra alcançar seus objetivos…Post seguinte
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