O Plano (parte 2)

Saudações de novo, aqui vai a segunda parte da nossa história:

Como comecei a contar no primeiro post, minha esposa topou a gente visitar um clube de swing, com a condição de que a gente fosse só pra olhar. Óbvio que eu disse que sim (mas minha cabeça já tava fantasiando com outra coisa).

Numa sexta, depois de sair pra jantar juntos, dar uma volta por aí e visitar um motel, a gente concluiu que era hora de ir conhecer aquele lugar. Anchorena (ficamos sabendo do clube por recomendação da dona de uma sex shop). Não vou negar, também senti um certo nervosismo na hora de entrar, afinal, assim como minha esposa, era minha primeira experiência desse tipo. Mesmo assim, deixando de lado os nervos e os preconceitos, fomos direto pro bar, que também funciona como pista de dança. Nos acomodamos por lá, pedimos umas garrafas de champanhe. Minha esposa, rebolando devagar ao ritmo da música latina que tocava na hora, se aproxima e sussurra no meu ouvido: "Lugar bonito esse, dá pra ver pela galera que a maioria é gente fina, né? E muito educados, ninguém fica de babão, cada um na sua." Esse comentário me deu uma tranquilidade de que ela não se sentia obrigada nem muito menos desconfortável. Aí a gente se dispôs a curtir a noite "só olhando" e começamos a dançar. Os copos iam e vinham, e quanto mais a noite avançava, o local ficava mais excitante, tudo esquentava. Eu enchendo ela de beijos e carícias inocentes a noite toda, até que, num dado momento, a gente se entregou ao clima e nossa dança passou de inocente pra provocante. Enquanto dançávamos, eu percorria o pescoço dela com beijos de fogo, bem na hora em que minhas mãos levantavam devagar aquele vestido colado ao corpo, que com uma leve transparência deixava ver a tanguinha preta que brincava comigo. Eu, sem hesitar, acariciava a buceta dela que, como prova de prazer, deixava sentir como se lubrificava numa dança que parecia um ritual de sexo, onde eu apertava ela contra meu pau e fazia carícias nos biquinhos. por baixo do vestido dela, a gente continuava bebendo, já poucas pessoas dançavam, a maioria já tinha ido pra casa. enquanto vou pedir mais champanhe, uma mulher linda chamada Natália se aproxima da minha mulher e, com uma voz sensual e elegante, dentro de um cumprimento cordial, diz como ela está gostosa e, com toda cara de pau, convida ela pra um drink. minha esposa responde: "Meu marido vem ali, ele foi buscar uma coisa". bem nessa hora eu chego, a mulher me cumprimenta, minha esposa conta no meu ouvido o que aconteceu, e minha simples imaginação da intenção daquela dama com minha esposa deixou minha pica dura igual uma lança. eu falei pra minha esposa: "Não se preocupa, se te incomoda, a gente muda de lugar". aí minha esposa responde: "Não, não incomoda nada". nesse mesmo momento, convido a Natália pra dançar com a gente e tomar uns copos. ela disse: "Dançar não sei, mas por que a gente não senta e conversa?" a gente topou. palavras iam e vinham, ela soltava indiretas pra minha esposa, que por sinal tava bem excitada. o tempo passou até que Natália, num momento, me diz: "Se não te incomoda, quero te parabenizar pela mulher gostosa que você tem. olha esses peitos, essa bunda e que boca. melhor eu ir embora porque sua esposa tá pra ser sequestrada, hahaha..." eu respondi rápido: "De jeito nenhum, não me incomoda, é pra minha esposa que você devia falar isso". minha esposa sorria e se fazia de desentendida. como a gente não conhecia o lugar, Natália se ofereceu pra mostrar os andares. a gente percorreu o lugar todo até chegar num descanso pra sentar, entre gente que fazia de tudo. pude perceber o quanto minha esposa tava excitada, e ali, esquecendo minha promessa de só olhar, me joguei em cima dela, comecei a beijar ela na frente do olhar atento da Natália. comecei a beijar minha esposa com um fogo, sem perder tempo, arranquei a calcinha dela e joguei longe. ela meio deitada na borda de um sofá abriu as pernas, me deixou dar uma chupada que a deixava louca. passava minha língua naquela buceta gostosa, e no sobe e desce da minha boca também beijava aquela bunda. gostosa que ela tem, coloquei ela ali mesmo de quatro e continuei chupando a bunda dela enquanto com meus dedos dava prazer naquela buceta. minha esposa descontrolada me faz sentar e chupa minha pica com tanta vontade que quase gozo. Natália se aproxima e fala pra minha esposa: "que puta gostosa você é, o que eu daria pra poder só te tocar um pouquinho". minha esposa ri e responde: "NÃOOO, fica aí mesmo!!!" eu, entre carícias e beijos ardentes, falo pra minha mulher: "pelo menos dá um beijinho nela, meu amor". minha esposa, com o vestido levantado, dá um beijinho rápido e ri, aí eu respondo: "amor, dá um de verdade" e me abaixo pra chupar a buceta dela de novo. minha esposa vira e dá um beijinho mais sensual e com vontade escondida, depois me fala: "papi, vamos tomar de novo no bar". sem dúvidas, eu coloquei o vestido nela já sem a calcinha. caminhamos até o bar com a Natália, sempre educada, se acomoda do meu lado, do lado da minha esposa. eu de novo comecei a passar a mão nela, a beijar, tirei os peitos dela pra fora e minha esposa fala: "amor, para, a garota tá me olhando". e Natália rapidamente também tira os peitos enormes dela e fala: "então você também olha os meus". eu, como de brincadeira, falo: "amor, viu as tetas que ela tem? são lindas, né?" minha esposa fala: "sim, ela tem muito bonitas". eu, como resposta, falo: "deixa ela dar um beijinho aí nos seus mamilos". ela fala: "não". automaticamente respondo: "então passa esse peito lindo que você tem pelos peitos dela pra ela sentir pelo menos". minha esposa se ajeita e esfrega os peitos brancos dela pelos peitos grandes da Natália. eu passo minha mão por baixo do vestido da minha esposa, chegando por trás pra tocar naquela buceta linda que já estava molhada de tanto prazer. no momento exato em que Natália quer colocar as mãos sobre a minha esposa, ela se afasta e me fala: "amor, me acompanha no banheiro?" eu sabia que algo não estava bem. chegamos até a porta do banheiro e, com olhos bravos: "e você, safado? o que você está fazendo? eu não gosto de mulheres, se eu não quero, não quero. Não quero que você fique me enchendo o saco e me apressando... Eu, com vergonha, peço desculpas, imploro pra gente ficar mais um pouco. Ela, já mais calma, diz: "Vamos ficar, mas bem longe daquela mulher. Sim, ela é legal, bonita e tudo, mas não gosto de mulheres..." Eu, por dentro, sorria e comecei a falar coisas gostosas no ouvido dela, carreguei ela no colo e levei pra dançar numa pista quase vazia, com poucos casais que nem dançavam, só se esfregavam e se esquentavam. Minha esposa sorria enquanto eu, entre uma dança e outra, beijava cada parte do corpo dela. Rapidinho a gente se acendeu num fogo de paixão que te digo: "Love, vamos fazer um ménage. Você sabe que esse é meu sonho. Te prometo o que quiser, mas só uma vez, vamos fazer." Quando terminei essa frase, um cara se aproximou, todo vestido como galã de novela, e educadamente deixou uma garrafa de champanhe na nossa mesinha e disse: "Desculpa, se não te ofender, quero te dar essa garrafa porque você é um cara foda, tem uma mulherão. E isso é sem querer te ofender." Eu, claro, agradeci o gesto e convidei ele, com a permissão da minha esposa, pra dividir a garrafa com a gente. O cara respondeu: "Adoraria, mas essa mulher já está muito gostosa, melhor eu ficar no bar olhando vocês..." Eu percebi o olhar da minha esposa quando ela viu esse cara. Quando ele se afastou, falei: "Love, chama ele pra dançar, quer que eu chame?" Ela disse: "Não, deixa quieto, por algo ele foi embora." Com essa resposta, confirmei que ela tava atraída por ele, e somando que os dois estavam ardendo num desejo sem freio, pensei comigo: "Essa é minha chance." Junto com minha esposa, continuamos nos beijando e dançando, quase transando ali mesmo. Quando eu já não aguentava mais, queria meter com força, falei: "Mami, vamos subir, achar um lugar que quero te partir ao meio." Minha esposa, me beijando, subiu as escadas comigo, até que achamos um sofá dentro de um quarto onde só tinha um casal fazendo a festa. Ela se sentiu à vontade porque: 1) não tinha gente olhando, 2) ela tava explodindo de tesão. Sem perder tempo, levantei a perna dela... vestido começo pelos peitos dela, que por sinal são o ponto fraco dela, desço com minha língua suave percorrendo a barriguinha dela até chegar numa buceta que pedia pau aos berros. Ela, entre gemidos apaixonados, me diz: "Mete, papai, mete, não aguento mais". Eu, sem hesitar, levanto as pernas dela abertas e começo a meter forte. Minha esposa estava irreconhecível, muito gostosa, e isso me deixava ainda mais excitado. Viro ela, coloco de quatro, pego no cabelo dela e meto forte. Ela gozava como nunca. No fundo, a gente curtia a putaria de foder na frente dos outros. Quando eu ouvia minha esposa gemer enquanto metia forte, confessava minhas fantasias mais loucas. Ela dizia: "Sim, sim, sim, amor, o que você quiser". Eu, com ela de quatro, comendo aquela buceta linda e no ritmo de uns dedos inquietos que entravam naquele cuzinho delicioso, falo: "Minha vida, sente como tô ocupando seus dois buraquinhos?" Ela responde: "Sim, siiim, me dá na bunda". Eu, sem hesitar um segundo, mando ela abaixar a cabeça até a base do sofá, deixando aquele rabo empinado e uma buceta molhada e quente à mostra. Comecei a meter, e ela explodia de tesão enquanto fodíamos como animais. Percebo que o mesmo cara com cara de galã de novela, que tinha me dado o champanhe, estava batendo uma punheta olhando o rabo da minha esposa e como a gente tava fodendo. Eu, mais excitado do que nunca, falo pra minha esposa enquanto meto: "Amor, vamos fazer igual aquele pornô que a gente viu. Pega no pau daquele cara, e eu vou continuar te comendo". Ela, sem dizer nada, pega no pau do cara e começa a bater uma punheta com muito tesão, respirando bem perto da cabeça de um pau que tava doido pela minha esposa. Eu, separando as nádegas da minha mulher, começo a chupar ela toda. Minha esposa gemia de prazer e, com vontade, segurava aquele pau alheio na mão, perto do rosto, como se quisesse chupar, mas não tinha coragem. Eu viro minha esposa, coloco ela de barriga pra cima, abro as pernas dela e começo a meter meu pau uma e outra vez. Me aproximo e chupo os peitos dela. segurando ela firme pela cintura, aproveito e falo: "amor, chupa ele, vai, chupa ele". ela, sem dizer uma palavra, mete aquela rola na boca. o cara tímido tava curtindo enquanto minha esposa mamava gostoso aquela pica. eu, por minha vez, esfregava com meus dedos a buceta da minha esposa, metia a língua, virava ela de novo como uma putinha, quase de quatro, e chupava a rabeta dela enquanto ela, gulosa, chupava aquela rola. quando a gente percebeu, já não tinha mais ninguém por perto, o lugar tava fechando. bem na hora que eu e minha esposa tava curtindo nosso primeiro HMH, ela fala: "amor, amor, para, ahhh, ahhh, para, tão fechando, vamos". ela levanta bruscamente, veste o vestido e fala: "vamos". eu, como todo cavalheiro, me vesti, saímos. o cara também já tava pelado, vestiu a roupa e saiu. descemos as escadas, éramos as únicas três pessoas que sobraram. pegamos nossas coisas e, já na rua esperando um táxi, vejo o cara subir no carro dele como quem vai embora. aí falo pra minha esposa, que tava nos meus braços me beijando sem me dar espaço pra falar: "amor, deixa ele nos levar até em casa". ela rindo fala: "nãooo, tô com muita vergonha dele". eu respondo rápido: "mamãe, não tem nada não" e caminhei até o carro, que tava olhando pra onde a gente tava enquanto se preparava pra sair. falo: "amigo, faz a boa pra gente, dá uma carona até nossa casa". o cara, educado, fala: "claro, sim, sem problema, meu nome é Daniel". até então nem sabíamos o nome dele. aí só falo pra minha esposa: "vamos, ele leva a gente". uma vez no carro, minha esposa se deita entre minhas pernas como quem tá dormindo, mas era fingimento, porque sono era o que não faltava. Daniel pergunta até onde vamos, e eu, com minhas mãos entre as nádegas da minha esposa, fazendo meu dedo chegar na buceta dela, respondo: "vamos pra um motel, deixa a gente lá". minha esposa, ouvindo tudo, não falava nada. chegamos na porta do hotel, e por sinal, o caminho inteiro não falamos uma palavra, porque eu e minha esposa nos beijávamos loucamente. uma vez na entrada do motel... Daniel se despede e eu, sem aviso, levanto o vestido da minha esposa, que já estava há horas sem calcinha, deixando ver a bunda linda dela, e falo pro Danny: "Viu? Sonha com isso." Danny sorri e responde: "Te garanto que por muito tempo vou sonhar com isso." Minha esposa, como num reflexo, abaixa o vestido e só me diz: "Louco!!!" Enquanto o carro esperava espaço pra sair na estrada, andando devagar, falo pra minha esposa: "Love, vamos convidar ele pra nos ver enquanto a gente fode." Minha esposa pergunta: "Tem certeza?" Eu, com um tesão, digo: "Sim, só pra nos olhar." Ela fala: "Tá bom, sem mentira, só pra nos olhar." Aí, antes que o carro fosse longe, faço sinal pra ele parar e convido ele pra ver como eu e minha esposa fodemos. Ele, já quase com o pau na mão, estaciona o carro e, num piscar de olhos, estávamos no quarto. Ele, bem tranquilo e educado, me perguntava tudo, mas tava nervoso. Eu peguei minha esposa, fomos pro chuveiro, debaixo d'água beijava ela toda, como diria Ricardo Arjona, beijei até a sombra dela. No momento de maior êxtase, sob o olhar quente do Daniel, falo pra minha esposa: "Love, vamos fazer um ménage, dá pra ele." Ela, gemendo: "Não, love, pedi um brinquedinho e mete em mim." Eu, sem discutir, chamo a recepção e peço um consolo. Enquanto minha esposa não termina de se lavar, sem ela perceber, falo pro Daniel: "Tira a roupa, fica de cueca." Minha esposa não terminava de se lavar, chegou um pau de brinquedo com vibrador. Aí, pego minha mulher no colo e levo até a cama, nós dois cheios de fogo, emoção e prazer misturados, começamos a foder como loucos. Daniel nos olhava e se tocava. Eu coloco ela de joelhos no chão, com a cabeça na cama e a bunda apontada pra vista quente do Daniel, e começo a meter nela, uma esposa que, como nunca, tava no jogo, toda quente. Enquanto metia nela, comecei a enfiar o vibrador na buceta molhada dela de tanto prazer. Quanto mais enfiava, falava no ouvido dela: "Cê gosta de ter duas picas, mamãe?" Ela, cheia de prazer, dizia: "Sim, papai, me dá forte." Eu, vendo tanta safadeza nela... Eu corro pra onde o Daniel tava sentado, se tocando por cima da cueca. Praticamente enfio a cara dela entre as pernas do Daniel, e ela gemendo de prazer, segura de si. Ela abaixa a cueca do Daniel e mete a pica dele na boca de novo, chupando com gosto, enquanto eu tava com minha pica na bunda gostosa dela e um vibrador na buceta dela enfiado até o talo. Quando a gente tava tipo loucos, eu falo: "Deixa ele chupar sua buceta também." Ela se ajeita, agarra minha pica, se põe toda putinha, deixando a bunda linda dela à mercê do Daniel. Ela, tipo uma loba, chupava minha pica, brincava com ela entre os peitos dela, e aí eu escutei como ela tava adorando que o Daniel tava chupando ela por trás. Eu agarro minha esposa, coloco ela de barriga pra cima na cama, abro as pernas dela o máximo que consigo, pego o Daniel e ele continua chupando a buceta dela, brincando com os dedos. Eu, sentado, com a cara da minha mulher na minha frente, minha pica chegava na garganta dela. Depois eu saio, beijo os peitos dela e falo: "Love... amorrr." Ela diz, com pouco fôlego: "Sim, papi, me fala." Eu, com as tetas dela nas minhas mãos e o Daniel chupando a buceta dela, falo: "Mami, quero te ver dando pra outro." Ela se vira sozinha, de barriga pra baixo, reta na cama, e diz: "Assim, papi? Assim que você quer que me comam?" Eu, cheio de paixão, falo: "Sim." E o Daniel sobe nela, começa a meter a pica dele numa buceta cheia de tesão. Eu me enfio num canto, me masturbando, vejo o Daniel comendo minha mulher. Ela gozava, ele metia e tirava. Virou ela, se meteu entre as pernas dela e continuou dando. Eu, com minha pica na mão, falo: "Dá um beijo nela, meu love." Aí eles começam a se beijar como loucos enquanto ele dava nela. Então eu, que não aguentava mais, falei pro Daniel: "Deita aí." Ele se ajeitou, minha mulher montou nele. Aí eu coloco minha pica na boca dela, ela chupava e gozava. Ajeito ela bem e começo a dar na bunda dela. Minha esposa, como nenhuma outra, adorava uma dupla penetração que nunca imaginava, enquanto tinha minha pica no cuzinho dela e a pica do Daniel na buceta dela. palavra: buceta chupava o brinquedo vibrador exaustos fodendo como loucos gozamos nos peitos da minha esposa que parecia prestes a gozar de novo eu continuo chupando ela toda com ajuda dos meus dedos e minha língua fiz ela gozar de novo minha esposa Daniel e eu passamos uma noite super cansados nos despedimos e fui pra minha casa quando chegamos subimos no elevador e tudo vinha na memória fiquei com tesão saímos e na porta do apartamento demos uma rapidinha deitamos nus os dois e ela antes de dormir me disse: love cumpri contigo primeira e última vez, eu perguntei o que foi não gostou mamita? ela disse sim muito mas não vamos fazer de novo. eu como todo bom cavalheiro disse sim love o que você quiser. No dia seguinte com o que fizemos na memória fodíamos a cada dois segundos eu digo love hoje é sábado vamos dançar ela diz vamos mas não me leva pra onde fomos ontem à noite nos preparamos saímos e sabem onde levei ela Anchorena Swinger club ela com cara de brava disse você mentiu pra mim eu falei vamos dançar tomar algo e saímos então entramos pra saber o que aconteceu naquele sábado no dia seguinte leia a Terceira parte de O Plano a história da minha esposa

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