Saúde pra todo mundo! Não escrevo com frequência, mas tenho um plano e acho que posso contar com vocês pra botar ele em prática. Pra vocês terem uma ideia de quem somos, vou dar uma resumida: Somos um casal jovem, já estamos juntos há mais de 5 anos. Ela é uma santinha, e eu sou o responsável por despertar nela todas as fantasias e desejos sexuais mais obscuros. Desde que casamos, em toda oportunidade que surgia, eu mencionava pra minha esposa a vontade de fazer um ménage. No começo, a resposta era braba, até que eu encontrei um jeito de despertar ela, já que diretamente ela não queria participar de nenhum ménage. Muitos anos depois, consegui convencê-la a transar num táxi enquanto viajávamos, pro motorista nos ver enquanto a gente trepava. No começo, começamos com medo os dois, até que entre beijos e amassos, ela se soltou, tirou a roupa e, sem vergonha nenhuma, abaixou minha calça e, passando a língua bem de leve, começou a chupar minha pica dura e doida. Eu fiquei louco, enquanto o motorista nos olhava pelo retrovisor e ia se tocando ali. Com o carro em movimento, peguei minha esposa, coloquei ela de frente pro vidro de trás, de joelhos no banco, com a bunda pequenininha empinada de propósito pro motorista ver como minha mulher é gostosa, e comecei a passar minha língua por toda a buceta molhada e excitada dela. Também com a ajuda da minha mão, comecei a beijar aquela bundinha preciosa que ela tem. Nisso tudo, o motorista não se aguentou e perguntou se a gente queria que ele parasse o carro. Eu respondi que sim, e ele rapidamente achou um estacionamento escuro e perguntou se não nos incomodava ele ficar olhando. Nós, claro, respondemos que não incomodava. Aí continuamos rapidinho com aquele jogo quente, enquanto ela ficava mais excitada, gemia e pedia sem vergonha: "Mete, mete!". Então, explodimos de prazer quando, de relance, vi o motorista na janela do carro se masturbando. Falei pra minha mulher olhar pra ele enquanto eu continuava metendo nela. Estávamos quentes, eu disse a ela: "Olha aquele cara ali, vai explodir se você não der uma ajudinha". Ela respondeu gemendo: "Siiim, siiim...!" Nisso, o motorista, um jovem, se aproximou. Ela pegou no pau dele e começou a masturbá-lo. Eu comecei a chupar a buceta dela, tanto que ela gemia alto. Quando olhei, vi o motorista passando a mão nos peitos dela, e ela deixava tudo acontecer, sempre com o pau dele na mão. Quando tudo ficou mais quente, ela me pediu para comer a bundinha dela. Com gosto, comecei, coloquei ela de quatro e comecei a meter forte, sussurrando no ouvido dela: "Amor, chupa ele, olha como tá, vai, chupa ele..." Ela ignorou, soltou o pau do motorista e me disse: "Papi, para, para, vamos pra casa, sim?" Eu, ainda excitado, comecei a vestir ela e me vestir. Ela ficou muda, toda suada. Pegamos outro carro e fomos pra casa, os dois sem dizer nada. Até a manhã seguinte, quando estávamos transando de manhã, no momento mais intenso, eu perguntava enquanto metia: "Você gostou? Gostou daquilo no carro?" Ela, como uma puta dando, dizia: "Sim, sim, sim". Quando acabamos, de forma carinhosa, perguntei por que ela tinha cortado a festa. Ela respondeu: "Primeiro, eu gostava de tudo. Me transformei tanto que me assustei. Eu imaginava que os dois paus eram seus, curti, mas quando você pediu pra eu chupar ele, senti nojo e espero não fazer isso de novo." Fiquei gelado. Depois de muito tempo dentro de uma vida sexual intensamente ativa, nunca mais tocamos no assunto, mas algo dentro de mim dizia que ela tinha curtido tanto quanto eu. E sabem que eu estava certo? Este ano, não sei como, mas uma noite decidimos visitar um clube de swing, o Anchorena (que, por sinal, é um lugar muito bom). Convenci ela a ir, mas ela colocou a condição de que só iríamos olhar... Leiam a segunda parte e conto o que aconteceu.
2 comentários - O Plano (primeira parte)