Olá, amigos do pornô, hoje trago pra vocês a continuação dessa história linda da Sandra com o sobrinho dela. Espero que me desculpem pela demora, mas tive problemas com o computador. Espero que curtam.
Se não leu o conto anterior, aqui vai o link.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2618761/Me-calente-con-el-pajero-de-mi-sobrino.htmlAquela noite inteira não consegui parar de pensar no que tinha feito. O cara nunca foi além, quem avançou e acabou caindo fui eu. Caí no meu próprio jogo, acabei me esquentando a tal ponto de desejar meu sobrinho e me exceder até nos tocarmos e nos beijarmos. E o pior é que eu o tinha humilhado, fiquei com muita raiva dele quando fui eu quem levou tudo até aquela situação. Fiquei vários dias com a cabeça a mil, a culpa me invadia, mas também o tesão. Pensar naqueles momentos, naquela rola e naquele corpo divino me deixava louca. Naquele fim de semana, tive que buscar alívio em outra rola, então comi um cara da academia, mas isso não me aliviou, pelo contrário, me esquentou muito mais. Quando o cara me comeu, na minha cabeça era meu sobrinho.
Fiquei vários dias sem ver o cara. Ele não aparecia em casa e ia pra academia num horário diferente do meu. Quando eu ia lá, ele nem aparecia pra cumprimentar, coisa que sempre fazia quando passava na casa dele. Passaram semanas sem nos vermos nem termos contato. Eu queria falar com ele e resolver tudo, me desculpar e acabar com essa culpa. Então dei o primeiro passo e fui procurá-lo uma noite em casa. Sabia que ele saía pra dançar, mas o convidei pra jantar pra gente conversar. Ele recusou, mas consegui convencê-lo. No jantar, pedi perdão pelo que aconteceu, disse que tinha me deixado levar pelo tesão e acabei colocando a culpa nele. Ele também se desculpou por algumas coisas e, no final, depois dos pedidos de desculpa, fizemos as pazes. Combinamos que nunca mais ia rolar de novo e que não criaríamos situações que nos esquentassem os dois.
Então, depois dessa conversa, as coisas voltaram ao normal. Eu parei com o joguinho de provocação e a gente não se via tanto, mas não vou negar que ainda estava com tesão no cara. Por isso, tentei evitar situações de vê-lo na academia ou ficar sozinha com ele em casa. Mas, conforme a gente foi conversando mais, começamos a confessar o quanto estávamos com tesão. Estávamos um com o outro, conversávamos todas as noites e falávamos de sexo tão naturalmente como dois amigos. Eu confessei pra ele que, desde que o vi na academia, comecei a sentir atração por ele como homem. Ele também se abriu e me disse a verdade: desde que me viu naquela festa, fiquei doido por ele, não parou de me olhar a noite toda. Mas eu já sabia disso, só não ia falar que tinha percebido pra não deixar ele envergonhado.
Mesmo depois das desculpas e de termos resolvido as coisas, minha mente viajava com o cara e a pica dele, ainda não conseguia parar de pensar nele. Não tinha homem que tirasse essa tesão que eu tava sentindo por aquele guri. Era tanta calentura que eu mesma caí de novo, piranha que sou. Por acaso, encontrei o cara numa balada. Era uma balada pra maiores de 25, então o ambiente era de gente mais velha, embora tivesse umas novinhas e uns caras que deixavam passar. Lá dentro, só cumprimentei ele e conversamos um pouco. Não queria que vissem ele com uma coroa como eu, mas o cara não ligou, já que várias vezes ele chegou perto pra dançar comigo. No final da noite, ficamos conversando um tempo no pátio. Depois, quando ouvimos a música, fomos dançar. Era reggaeton, e nós dois amávamos aquela música e dançar ela mais que tudo. Depois daquela situação, era a primeira vez que eu dançava aquela música com ele de novo. E com o álcool que nós dois tínhamos no corpo, nossa dança era bem sensual. Conforme os minutos passavam, a gente se grudava cada vez mais, e aquela cena foi virando uma dança super quente. E eu, com o tanto que sou piranha e com o efeito do álcool, não me fazia de rogada naqueles movimentos. O cara também não ficava atrás: dançávamos e nos roçávamos, nos apoiávamos, nos pegávamos. Quando a coisa ficava mais quente, como antes a gente se perdia na excitação, os amigos do cara apareceram. Ele se afastou e dançamos um pouco mais separados. Então o assunto acabou, e eu deixei ele com os amigos. Mas aquela dança foi o suficiente pra me incendiar. De novo, sentir aquela pica dura se movendo sobre meu corpo.
Aquela noite, quando voltei pra casa, tava com toda intenção de levar ele pra casa e devorar aquele docinho, era o álcool e o tesão falando, mas aquela noite não vi ele de novo, até mandei mensagem perguntando se queria carona. Mas ele não respondeu. Por um lado, pensei que era melhor pra não fazer mais loucuras. Mas foi difícil, porque fui eu que virei a punheteira, agora era eu que olhava pra ele com desejo e vontade.
Outro fim de semana que convidei minha família de novo pra piscina, não parava de olhar pro cara, ele não tava de sunga por causa da família, mas eu conseguia imaginar, eu continuava caindo na provocação, era eu que me provocava cada vez mais. Não tinha coragem de arrumar uma desculpa pra trazer ele pra casa e ficar sozinhos, porque sabia que ia cometer um crime com aquele cara em casa. Desde aquela vez que passei dos limites com ele, nunca mais tive ele de volta em casa sozinho. Ele não vinha e eu não queria mostrar que era eu que tava morrendo de vontade dele, eu percebi que ele queria mostrar o mesmo. Porque há um tempo eu notava que ele não me olhava como antes, ou disfarçava muito bem, ou talvez minhas reclamações traumatizaram ele pra não me olhar mais daquele jeito que olhava antes. Isso me deixou pior, sabia que a gente tinha prometido que não deixaria isso acontecer de novo nem criar esse tipo de situação, mas me deixava pior o fato de ele não me mostrar mais aquele desejo que tinha por mim.
Foi então que decidi cair na provocação de novo, jogar meu joguinho outra vez, dessa vez não como castigo, dessa vez com outras intenções, com a intenção de que o cara me desejasse tanto que tivesse que passar dos limites comigo, queria que ele se soltasse pra eu devorar ele cru, foi assim que dei um jeito de ir pra academia no mesmo horário que ele, me ver lá surpreendeu ele, e bem putinha, eu tava muito gostosa com leggings bem apertadas e tops pequenos demais, o cara não ia resistir, mas mesmo assim, não consegui. conseguir aqueles olhares que me violentavam quando o cara me olhava, ele estava meio frio comigo. Mas eu não ia desistir, tive a desculpa de novo de trazê-lo pra casa pra ele fazer uns serviços no computador, ele aceitou e eu aproveitei pra me despir sempre na frente dele quando chegava do trabalho e pra dar meus passeios de lingerie, dessa vez o cara não olhava, ficava concentrado e eu não conseguia chamar a atenção dele, isso me dava uma impotência, a única coisa que eu queria era que ele me olhasse com desejo como fazia antes, mas além disso, queria comer o cara, queria devorar ele, me jogar em cima dele e dar uma trepada que ele nunca teve na vida, mas antes precisava provocá-lo, queria recuperar aquele desejo que o cara tinha por mim. Aos poucos, aquele desejo que nunca foi embora de que o cara me desse uma foda de arromba ia crescendo, eu fiquei muito excitada depois de tudo e essa situação toda me deixava louca.
Isso e a tesão me faziam ir além, continuar apostando na provocação pra ganhar os olhares dele de novo, então continuei frequentando a casa dele e sempre cheia de roupas bem justas e provocantes. Uma dessas noites, o cara estava sozinho em casa, e não perdi a oportunidade, fui na casa dele antes de sair e levei algo pra beber. Aproveitando que minha irmã não estava pra não me criticar pela roupa, coloquei um vestidinho solto, florido, daqueles de verão, bem curtinho, com alcinhas finas que seguravam nos ombros, aquele vestido era ideal por um detalhe, não usava sutiã, e meus bicos apareciam durinhos pelo atrito do tecido. O cara olhou, mas também não deu bola, eu estava praticamente de peitos de fora e ele nada, várias vezes eu parava e me mexia fazendo o vestido levantar mostrando a bunda, mas o cara continuava sem se mexer. Não sei como ele fazia, devia estar se mordendo por dentro, depois ia se acabar na punheta por minha causa no quarto dele, esses pensamentos me aliviavam, era um consolo mínimo que eu tinha por não ter aqueles olhares penetrantes que ele me dava antes e que Me levaram pra isso.
Assim iam passando os dias e os momentos com o cara, onde ele não mostrava mais aquele interesse que tinha por mim antes. Cheguei até a pensar que o cara tava me enrolando no jogo dele, e isso me deixava ainda mais doente. Essa dúvida surgiu em mim uma vez que fui na casa dele de tarde. Já tava indo embora quando ele chegou da academia, aproveitei o momento pra ficar mais um tempinho. Esperava que o cara descesse pra fazer meu joguinho de provocação de sempre. Eu tava vestida com um vestido florido, preto e branco, soltinho, um vestido de verão. Alguma coisa ia me ocorrer naquela hora, mas não conseguia pensar direito porque a desesperação e a ansiedade tavam me dominando.
Depois de um bom tempo, o cara não dava sinal, então resolvi ir atrás dele com a desculpa de ir ao banheiro. Pra minha alegria, o cara tava tomando banho. Bati na porta e ele respondeu que tava ocupado. Sem pensar, tentei abrir a porta, mas ela tava trancada. Aí decidi ir pro quarto dele e esperar por ele lá. Naquele momento, a incerteza e uma adrenalina me cercavam. Queria esperar o cara pelada, como faria se tivesse em casa, mas por estar na casa da minha irmã, era mais difícil. Mas tava com uma vontade danada de tirar tudo naquela hora. Enquanto me decidia como fazer pra esquentar ele, ele entrou no quarto, e acabei me esquentando eu mesma ao ver ele enrolado só na toalha, com o torso todo nu e ainda molhado. Com qualquer outro homem, eu teria pulado pra comer ele cru, mas o único e grande motivo pra não fazer isso era o nosso parentesco de sangue, um parentesco que deixava tudo ainda mais quente. Ao ver ele, fiquei nervosa igual uma virgem. Nunca ninguém tinha me deixado desse jeito. A única coisa que consegui dizer foi que tava esperando pra entrar no banheiro.
Antes de sair do quarto, tentei puxar conversa, mas o cara me deu uma cara feia e disse que queria se trocar.- Tanto te incomoda minha presença, me desculpa por ser um incômodo.. – Falei, fingindo estar ofendida.Não, tia, não pensa besteira, não foi isso que eu quis dizer, é que preciso me trocar e também minha mãe vai pensar o quê se você estiver aqui.– ali notei o medo que o cara sentia e o nervosismo que ele tava ao me ter ali no próprio quarto dele, na própria casa dele, verdade que qualquer um que visse aquela situação pensaria qualquer coisa. Mas sem dar bola, me fiz de puta e falei pra ele:Mas se quiser trocar de roupa, sobrinho, não tem nada que eu já não tenha visto. Pra mim não incomoda, mas se te incomoda, eu vou embora.-Não é isso, tia, mas como é que eu vou me trocar na sua frente? O que é que todo mundo ia pensar?-Ninguém tá ligando pra essa velha chata, pode ficar tranquilo, ninguém tem nada pra pensar, também não vou dar motivo pra pensarem besteira, sei guardar meus segredos melhor que ninguém.— Já falei isso de um jeito desafiador, e era verdade o que eu dizia, sabia guardar muito bem meus segredos, sabia fazer isso muito bem. As pessoas podiam pensar que sou uma puta, mas, tirando minha roupa, nunca dei motivo pra ninguém pensar mal de mim. Assim, fui infiel inúmeras vezes pro meu ex-marido, e ele nem ninguém nunca soube de nada. Mas, se eu não tava fazendo por merecer ao estar ali, daquele jeito com o cara, não era uma decisão muito inteligente, mas o tesão e a adrenalina daquela situação me dominavam. Meus pensamentos eram de fechar aquela porta e deixar o cara meter aquela pica descomunal em mim.Sim, mas não é normal eu ficar me trocando na frente da minha própria tia.— Tudo ele me dizia timidamente.
Ao dizer isso, enchi o saco, não queria continuar com esse tipo de sermão, explicação. Fui decidida e mandei ele pastar.-Vai, buceta, para de se fazer de difícil e de tímido, não fica com vergonha na minha frente, já te falei que não tem nada que eu já não tenha visto, além disso, fica orgulhoso de mostrar esse belo instrumento que você tem aí.O cara cagou de medo ao pensar que poderiam me ouvir ou entrar.Não tenha medo, bebê, já vou indo, vou deixar você trocar de roupa sossegado e esconder essa máquina.Eu falei pra ele, bem putinha, e dei uma agarrada boa naquele pau meio mole. Ele já tava começando a esquentar com a situação também.
Saí daquela casa muito frustrada. No fim, não consegui dar nenhum show pra esquentar ele, nem fazer o cara me desrespeitar ou algo assim. O cara tava distante. Pensei que fosse algum tipo de jogo, mas percebi que era medo, ainda mais depois de como eu tratei ele. Sabia que precisava recuperar a confiança dele e tinha que achar uma oportunidade pra esquentar ele, reconquistar a confiança e fazer ele desejar de novo a tia putinha dele.
Outra oportunidade que apareceu foi o casamento de uma prima nossa. Era uma festa com a família toda. A oportunidade não era a festa em si, mas o que eu tinha planejado pro cara. Então saí pra comprar roupa igual uma louca. Comprei de tudo e ia usar o cara pra me dar a opinião dele. Era exatamente o que eu precisava pra provocar ele e esquentar ele de verdade, além de ir ganhando a confiança dele e fazer ele sentir, de algum jeito, que tinha caminho livre pra me comer e me fazer gritar igual a puta que eu sou.
Chegou o dia da grande festa. Ofereci pro cara tomar banho e se trocar na minha casa, já que na casa dele ia ter muita gente. Ele aceitou, e eu fiquei feliz pra caralho, porque ia dar um show lindo pra ele. Tomei banho cedo e fiquei de roupão o dia inteiro esperando ele chegar pra atendê-lo assim. Ele chegou de tarde, então a gente lanchou na minha casa. Eu não me troquei, fiquei de roupão enquanto a gente comia. Debaixo dele, eu tava pelada, sem sutiã, mas com uma calcinha rosa. Toda vez que dava, eu me levantava e fingia que tava arrumando o roupão sem mostrar nada, só provocando ele. Passei a tarde toda me insinuando, dando umas poses sutis que deixariam qualquer homem de pau duro. Abri um pouco o roupão, deixando ver o começo e a redondeza dos meus peitos, mas sem mostrar os bicos. Também soltei o cinto do roupão, mostrando minha calcinha fio dental, mas ele continuava frio, um gelo. Dei umas Imagens quentes do meu corpo naquela batinha curta, pra esquentar qualquer um, mas o cara não me dava atenção, ou pelo menos fingia que sim. Enquanto ele foi tomar banho, eu tirei a tanga e a bata e entrei na piscina pra dar um mergulho antes de me trocar. Tava completamente nua, sempre fazia isso, sempre entrava toda pelada, mas dessa vez me dava muito tesão saber que o cara tava em casa. A situação me excitava pra caralho. Quando saí, meu sobrinho foi pendurar a toalha, já tava seco, de short e camiseta. Falei pra ele que se quisesse entrar na piscina antes de se trocar, não tinha problema. Naquele momento, meu desejo era que ele entrasse logo e levasse o susto de me ver toda nua. Até então ele não sabia, porque eu tava encostada na borda da piscina.Tia, qual é o favor que você queria que eu fizesse?- Me pergunto como apressado.Tranquilo, sobrinho, já tô saindo da piscina. Me passa o roupão e vira de costas ou entra, porque tô toda pelada aqui.– Falei com minha melhor voz de puta, mas com autoridade.Beleza tia, te espero lá dentro.Enquanto ele entrava, eu saí da piscina sem vestir o roupão, saí toda pelada esperando que ele pudesse me ver pelo reflexo da porta de vidro que dava pro quintal. Depois vesti o roupão e entrei, ele tava sentado no sofá.O que eu preciso é de uma opinião, já que sua mãe é toda encanada com meu jeito de me vestir e suas irmãs tão ocupadas, você é o único que pode me ajudar a escolher o que vestir. Comprei de tudo, me espera que vou trocar de roupa e te mostrar tudo, beleza?Falei isso pra ele e entrei no quarto, tirei toda a roupa que tinha comprado e algumas coisas que já tinha também. Minha ideia era fazer um desfilezinho pro cara, só por putaria mesmo, já mais ou menos sabia o que vestir, mas queria dar um show bonito pra ele. A primeira peça que ele escolheu foi um vestido elegante turquesa comprido, não muito decotado, mas com um corte maravilhoso na perna que deixava ver minhas pernas e um pouco mais, coloquei o vestido sem sutiã e, ao sair pra dar a primeira passada pro cara, notei como meus bicos marcavam no tecido do vestido. O cara se surpreendeu um pouco ao me ver, mas me olhando bem atentamente, ele dizia que gostava e que eu estava linda, eu me senti aliviada de novo, pelo menos de algum jeito consegui os olhares dele e que ele me dissesse o quão gostosa eu sou. Com muito mais vontade, fui me trocar e continuar meu joguinho.
A segunda peça foi um vestido vermelho furioso, não muito comprido, mas com um decote bem generoso, esse ia até quase o umbigo e marcava de um jeito bem sensual minhas tetas. Saí de novo, caminhei até ele e dei umas voltas pra ele olhar bem, o cara gostou, pude notar nos olhos dele, me abaixei um pouquinho pra que o decote presenteasse ele com uma linda visão das minhas tetas. Entrei de novo pra me trocar.
Dessa vez escolhi um vestido preto, curto e justo, com detalhes de renda e um bom caimento nas tetas, marcando bem a linha dos meus peitos, e também marcando lindamente minha bunda. Saí de novo e, nas voltas que dei, fiz uma dancinha gostosa. O cara tava se divertindo pra caralho, era um desfile privado só pra ele.
Depois fui me trocar de novo, agora coloquei outro vestido justo e preto, mas esse tinha a particularidade de ser todo de renda, deixava ver muito mais, não usaria esse pra festa, óbvio, só coloquei pra ele, pra que pudesse me ver. Coloquei sem sutiã e com uma calcinha fio dental preta. Saí e o cara ficou todo excitado ao me ver assim.Tia, vai usar isso? Tá mostrando tudo.– Ele me disse meio tímido.Não, é uma festa de família, fica tranquilo que em cima eu coloco um sutiã e embaixo uma saia que vem junto com o vestido.Cada vez eu gostava mais do que fazia, o cara tava me dando bastante atenção, a atenção que eu queria. Me troquei de novo, dessa vez coloquei uma saia preta bem justa e uma regata de cetim cor de pele, também sem sutiã, essa roupa dava uma visão excelente dos meus biquinhos bem durinhos naquele momento, e na lateral deixava ver a nudez e a redondeza dos meus peitos. De novo o cara me aprovou. E me olhava com aqueles olhares que ele sempre fazia. Imaginava que ele tava de pau duro, mas não dava pra notar nada.
Depois escolhi uma saia azul estilo sino, e uma regata preta justa com transparências. Eu desfilava e girava pra saia levantar e ele poder me ver mais embaixo.
Já as últimas 2 escolhas foram vestidos de verão como aquele que usei pra ir na casa dele na noite que ele tava sozinho, um era turquesa, com pequenos detalhes de renda do mesmo tom, e o outro era laranja com algumas flores e detalhes em branco, esses eram os que eu mais gostava porque eram frescos e quando eu me mexia voavam e deixavam ver mais além, além de usar sem sutiã ser muito mais sexy, uma delícia, até eu ficava com tesão me olhando. Mostrei bem pro cara, sempre girando pra o vestido levantar e ele poder ver minha calcinha e minha bunda pequena. Todo esse show o cara não perdeu detalhes, me olhou do jeito que eu queria, mas eu ainda me sentia vazia, precisava de algo mais, provocando ele de algum jeito, então quando entrei falei pra ele esperar que faltava mais uma coisa.
Entrei e, de puta, coloquei umas meias de renda pretas, uma tanga e um sutiã de renda também, um dos conjuntos novos que comprei, coloquei uns saltos pra destacar a figura e saí, o cara ao me ver se surpreendeu.— Tia, cê vai assim não, não vai nessa roupa pra festa.
— Vou sim, mas por baixo do que eu vestir, depois quero fazer outras coisas e quero sua opinião.
— Ah, tá bom. Beleza. E o que cê quer que eu diga, tia? Pra mim, é uma delícia, e qualquer homem ia te achar uma gostosa com esse conjunto.Essas palavras me elogiavam e me deixavam com tesão. Então entrei e coloquei outro conjunto, esse rosa: corpiño, fio dental e meias rosas. Não eram de renda, mas tinham algumas transparências bem insinuantes. Não ia usar isso pra festa, já que só ia usar calcinha mesmo. Só vesti pra esquentar o cara. Saí e, de novo, o cara amou. Ele disse que qualquer uma das duas tava boa, e que se eu não usasse corpiño também tava de boa. Adorei o que ele falou e a confiança com que fez isso. Perguntei qual de todas as roupas que vesti ele gostou mais, e ele respondeu que todas.—Você é linda, tia, todas as roupas ficam divinas em você.
—Obrigada, Lucas. Você é tão fofo. Mas no fim, qual você escolhe? Pensa bem, qual delas você gostaria de me ver vestindo?
- E eu diria que alguns desses soltos, por causa do calor, são ideais, além de ficarem lindos em você.
- Bom, por você eu visto um desses. Valeu, gostosa.– Sem pensar, me aproximei do jeito que estava, no meu conjunto rosa, dei um abraço e um beijo no rosto dele. Depois, peguei o rosto dele com a mão e dei um beijão na boca. Ele me olhou surpreso, como se não entendesse a situação — a puta da tia xingou ele e agora dá um selinho. Aí me virei e fui embora, mostrando como minha bunda devorava aquela fio-dental linda. Depois disso, fiquei mais tranquila porque, de alguma forma, conquistei o olhar dele. E, além disso, o cara entrou no banheiro, imagino que pra se aliviar com uma baita punheta. Essa ideia apareceu na minha cabeça e me deixou com tesão — eu quase pelada no quarto e ele se virando no banheiro me excitava. Entrar de novo nesse jogo de provocação me deixava cada vez mais molhada.
Quando a hora da festa se aproximou, fomos nos trocar. Falei pra ele se trocar primeiro porque eu ia demorar um tempão. Ele entrou no meu quarto, e eu, sendo a puta que sou, não esperei muito e entrei. Ele estava pelado, ainda de short.-Desculpa, gostoso, temos que nos apressar senão não chegamos, vou me trocar agora e depois me maquio.
-Ok, tia, vou deixar você se trocar sossegada.
-Não, fica, se troca tranquilo, não vamos ver nada que já não tenhamos visto antes.Ele não fez nenhum comentário, só ficou ali, meio desconfortável, mas enquanto a gente se trocava, a gente conversava um pouco pra aliviar o clima. Ele tirou tudo e ficou só de cueca preta, e eu não perdia chance de olhar pra ele. O pau dele tinha crescido bastante com a academia. Enquanto isso, eu tirei as meias e o sutiã rosa do conjunto, fiquei só na calcinha fio dental. Dei umas voltas pelo quarto pra ele me ver com os peitos de fora, e depois vesti o vestido laranja. Enquanto ele já estava de calça e colocava a camisa, eu modelei um pouco pra provocar ele, e fui me maquiar. Ele saiu do quarto e ficou me esperando terminar de me arrumar. Quando saí, dei uma voltinha pra fazer o vestido levantar e mostrar o que eu adorava exibir.- Tia, que gostosa você tá, é uma deusa. Só não fica dando muita volta porque aparece demais.
- Valeu, coração, você tá lindo também. A gente forma um belo casal. Bom, vou seguir seu conselho, mas com você não tem problema, já me viu pelada e já viu o que coloquei por baixo.Falei isso pra ele e, antes de sair, arrumei um pouco a gravata dele, e depois dei outro beijo na boca. O cara ficou surpreso de novo, mas dessa vez me deu um sorriso. Naquele momento, só queria que ele se jogasse em cima de mim e me respondesse com um beijo, mas ele não fez nada. Depois disso, a gente foi embora.
Na festa, sentei na mesa com ele, minha irmã e o resto dos meus sobrinhos, mais o namorado da minha sobrinha. A festa passou sem nenhum susto, foi uma festa linda, a gente se divertiu, e por sorte minha irmã não fez nenhum comentário negativo sobre minha roupa. Só que meus bicos dos peitos roubavam os olhares de todos os homens, isso me ajudou a pegar um de 32 anos, um homem lindo e grandão. Naquela noite, eu ia levar ele pra casa ou pra onde ele quisesse me levar, tava tão no fogo que teria entregado meu corpo no meio da festa. Mas, no fundo, ainda sonhava com meu sobrinho. A noite toda fiquei pensando no que aconteceria se eu tivesse que levar ele de novo, mas não quis criar falsas esperanças. Além disso, naquela noite a gente não se deu muita bola nem dançou nossas músicas, não dava pra fazer o que a gente fazia ali com toda a família. Também não queria que desconfiassem e pensassem besteiras, já que eu e o cara nos dávamos bem, mas sempre me segurava. Sou uma puta e tenho experiência de rua, não deixaria a família pensar qualquer coisa de mim com o cara, mesmo que fosse verdade. Então, naquela noite, depois da festa, levei alguns sobrinhos e um primo, e depois fui encontrar o gostosão que eu tinha pegado. O cara foi embora com uma mina bem bonita, nem se despediu, isso me deixou doente, fiquei com ciúme feito uma menina idiota, mas por sorte tinha meu grandão pra me atender e me fazer esquecer toda essa situação incestuosa, todo esse tesão que eu tava sentindo pelo cara. Naquela noite, fiquei insaciável, metemos 4 seguidas, deixei ele seco, era uma puta no cio. Montei no pau dele a noite toda, e ele encheu meu corpinho de leite todo, minha buceta e meu cu ficaram satisfeitos com aquela noite de prazer. Mas, apesar da trepada violenta, o cara ainda não saía da minha cabeça…
Passaram-se vários dias sem eu ver o cara, primeiro porque tava muito ocupada, e segundo porque não encontrava desculpa pra trazer ele pra casa. Ainda ficava remoendo tudo o que aconteceu, sentimentos confusos, mas cada vez mais a culpa ia sumindo, dando lugar à tesão e à frustração de ainda não ter conseguido comer aquela carne. Tava cada vez mais decidida a cruzar o limite, na real, já tava desde o começo, mas só queria que ele desse o primeiro passo. Se ele tivesse se esforçado um pouco, já teria comido a puta da tia dele há vários dias, desde que comecei meu joguinho de provocação. Conforme os dias passavam, mais eu pensava nisso e mais a tesão me invadia, junto com uma vontade imensa de ficar com meu sobrinho. Os caras que me comiam já não me deixavam tão satisfeita; na verdade, era porque eu tinha provado a pontinha do proibido e da tentação, e provar isso me deixou com vontade de mais. E já não dava mais pra resolver deixando tudo pra trás; dessa vez, pra sair dessa, eu tinha que comer o cara. Não sabia como fazer, mas sabia que ia encontrar uma boa desculpa.
Não encontrava desculpa pra trazer ele pra casa, precisava inventar algo, mas também queria esquentar ele do meu jeito. Então, aproveitei as situações pra provocar ele, já que tava decidida a ir fundo com o cara e fazer ele meter até o talo. Na academia, encontrei ele de propósito e, enquanto fazíamos os exercícios, pedia ajuda pra poder tocá-lo e fazer ele me tocar. Foi assim que fiz ele pegar nas minhas pernas, na minha bunda, até que num momento, numa máquina, abaixei de propósito o top vermelho, mostrando parte de um dos meus mamilos. Fiz algumas repetições e, me fazendo de envergonhada e surpresa, falei:Lucas, sobe o top pra mim, por favor, que quase escapou uma buceta.– o cara me olhou surpreso, na verdade ele olhou mais pra minha teta, ficou um tempão encarando.O que cê tá fazendo? Anda logo, sobe essa parada aqui… como se nunca tivesse visto uma teta minha, depois te mostro se quiser, mas sobe o top que tão tudo me olhando.– O cara se apressou pra levantar meu top, meio nervoso enfiou os dedos por dentro dele, aproveitando pra me apalpar um pouco. Eu tava felizona porque aos poucos ele tava recuperando a tesão por mim e a confiança. Devagarzinho eu ia preparando o terreno pra ele se jogar de vez em cima de mim. Saímos juntos da academia, ele me pediu pra levar ele no centro pra comprar umas paradas, eu falei que sim, então fui tomar um banho lá na academia, ele fez o mesmo. Quando me vesti, coloquei uma saia esportiva sem o shortinho, e naquele dia decidi não usar calcinha também. Esperei o cara sentada numa das máquinas e, quando ele chegou, me levantei abrindo um pouco as pernas pra ele ver minha buceta. Não sei se ele conseguiu ver, mas ele falou "vamos, tia" olhando pra minha virilha. Levei ele e deixei numa rua, mas antes de ir embora, eu tinha que soltar algum comentário provocador.Me fala se quer que eu te espere, assim te levo pra casa. Não desço com você porque não tô de calcinha, esqueci que não trouxe pra trocar. Então, se quiser, te espero.O cara hesitou um pouco e também deu uma olhada naquela região.Não… não faz drama tia, não sei a que horas vou ficar livre, então vai na fé.Desculpa, não posso ajudar com essa solicitação.Tá bem, lindo, vou nessa então, e já sabe, se tiver fazendo umas putarias, se cuida, viu?Muito puta, falei isso pra ele e pisquei o olho. Quando ele se aproximou pra me dar um beijo, mais puta ainda, apoiei minha mão na perna dele, bem perto da rola, tocando com meus dedos. Ele tentou me beijar no rosto, mas eu me virei, fazendo com que ele me desse um selinho. Ele quis falar algo, tipo pedir desculpa, mas eu olhei cúmplice, peguei a boca dele e dei um beijão na boca. Com um sorriso, ele saiu do carro. Eu também tava felizona no carro, até agora sentia que minha estratégia tava dando certo. Só precisava arrumar uma boa desculpa pra trazer ele pra casa.
E como se tivesse caído do céu, a desculpa apareceu. Ele me pediu pra usar meu computador pra fazer umas coisas da faculdade. Aceitei na hora. O cara ia passar o fim de semana em casa pra fazer esse trabalho. Era a oportunidade perfeita pra seduzir ele. No fundo, eu achava que ele também queria cruzar a linha e me dar aquela rola que eu tanto desejava na minha buceta. Só de pensar que naquele fim de semana ele seria só meu, pra eu fazer o que quisesse, já me deixava louca.
Então, ansiosa pra chegar o fim de semana, fui na casa dele com uma desculpa pra ajudá-lo a cair nos meus braços e deixá-lo de pau duro comigo ainda mais. Queria dar um gostinho do que ia rolar em casa e falar, do jeito mais puta possível, que ele tinha passe livre pra me foder como uma cadela no cio. Uns dias antes, inventei a desculpa de que tinha um problema no banheiro e ia tomar banho na casa dele. Aproveitei a tarde, já que naquele horário não tinha ninguém em casa, só minha irmã e o cara. Minha irmã mandou eu me trocar no quarto dela ou no quarto da minha sobrinha. Levei a roupa pro quarto da minha sobrinha e fui tomar banho. Antes de ir pro banheiro, me certifiquei de que o cara tava no quarto dele. Abri a porta e ele tava lá com uns trabalhos. Entrei, cumprimentei ele com um beijo na bochecha, acariciando suavemente a perna dele, e fui tomar banho. Quando saí, me certifiquei de que minha irmã tava lá embaixo e entrei no quarto do cara só de toalha. Ele continuava com os cadernos. Me olhou meio... Surpreso, me aproximei e falei que ele podia ir lá em casa pra fazer o trampo da faculdade, disse que podia ficar o fim de semana inteiro, mas se quisesse ir, tinha uma condição. Fui até a porta e fechei, me aproximei dele e, abrindo a toalha, falei:Tá gostando do que vê? Então, isso pode ser seu esse fim de semana, isso vai ser seu, é só você me desrespeitar, passar dos limites comigo, mano, e vai ter meu corpo inteiro pra você.Eu falei isso mostrando meu corpo molhado e todo pelado, com minha buceta depiladinha e com uns poucos pelinhos, o cara não sabia o que dizer, ficou hipnotizado olhando pra minha buceta. Eu me aproximei, peguei a mão dele e levei até a minha rachinha.Quer enfiar aqui dentro, já sabe o que fazer, gostosa. Vou estar toda entregue pra você fazer o que quiser. Esquece que sou sua tia.Peguei no pacote dele que já tava endurecendo e apertei, dei um beijão na boca dele, me apoiei nele, levei ele até a porta e, enquanto chupava a boca dele, apoiei minha buceta pelada no pacote dele e me esfregava naquela pica já dura.-Já sabe o que tem que fazer, gostoso, vou ser sua se você se propor.Dei outro beijo na boca dela, peguei minha toalha e vazei. Pra minha sorte, não tinha ninguém nos corredores. Entrei no quarto da minha sobrinha, me troquei, coloquei uma tanga branca bem enfiada na bunda, um short jeans, uma regata azul sem sutiã. Saí do quarto e, vendo que minha irmã ainda tava distraída lá embaixo, entrei de novo no quarto do cara.Cê tá gostando de como eu tô?– Me virei pra mostrar como ficava bem em mim e, bem vadia, abaixei a calça pra mostrar a fio dental.Cê gosta do jeito que minha bunda come a fio dental?— O cara falava pouco e muito nervoso. Eu subi a calça de novo e desci.
Já na cozinha com minha irmã, preparamos uns sucos pra tomar. Minha irmã chamou o cara pra tomar também, e quando ele desceu, aproveitei os momentos em que minha irmã não estava ou se distraía pra passar a mão na bunda dele, no pacote dele, passava na frente dele e encostava minha buceta na pica dele, que ainda tava dura, mas a calça jeans disfarçava, embora desse pra notar o volume daquele pacote, então o cara se escondia atrás da ilha da cozinha.
Depois daquele dia, não voltei, só falei com o cara por mensagens, e ele não acreditava em tudo que tinha rolado, tipo o cara ficava todo paranóico, achando que eu tava tramando alguma coisa, mas não, a única coisa que eu tramava era sentar na pica dele e sentir o pau dele no meu corpo. Eu ficava toda excitada quando a gente conversava, virava uma puta, e provocava ele pra esquentar, ainda mais porque o cara ficava inseguro, perguntando se eu tinha certeza do que tava fazendo, que eu mesma disse que era errado o que a gente tava fazendo. Essas coisas me faziam ficar mais puta ainda e provocar ele mais. Cara cagão de merda, tava com medo, ainda mais pelo susto que eu dei nele, mas isso não ia me fazer entrar na razão. Eu tava decidida a sentar na pica dele, então na noite de quinta, antes de ir pra casa, decidi mandar um vídeo e um texto pro cara no chat.Cara, amanhã te espero, e é melhor tu vires, não quero te ameaçar nem te chantagear com nada… Tu simplesmente vem e vamos matar essa tesão que a gente tem… Pode ser errado ou o que for, mas não tô nem aí, tu me meteu nesse jogo, acha que não percebi como tu me olhava sempre? No começo me incomodava, mas depois começou a me excitar, e te ver tão homem me deixou ainda mais molhada, a gente se deixou levar numa situação e eu me comportei mal contigo, feito uma histérica de merda quando fui eu quem passou do limite, mas chegamos num ponto sem volta, já cruzamos essa linha, agora vamos terminar de cruzá-la, vamos mais além. Por mais que agora tu te faça de difícil, eu sei que ainda me deseja pra caralho, acha que não noto a tua tesão? E tu vai notar a minha, tô muito excitada por ti, cara, tenho uma puta vontade de você, quero chupar essa piroca deliciosa que tu tem e que me enfie toda. Então chega de se fazer de cavalheiro e bonzinho, me falta com respeito e me trata como a puta que eu sou, tô me entregando pra ti, me fode como tu quer me foder desde que me viu de novo, sou sua tia sim, mas também sou uma puta, e isso torna tudo muito mais gostoso. Então por isso tô falando contigo como tia, como mulher e como puta, vamos ultrapassar os limites, transar e matar essa tesão, já era, já estamos entregues, e fica tranquilo que ninguém vai saber disso, vai ser só nosso segredo. Então amanhã vem com toda a vontade de transar, vou estar entregue pra ti, vamos passar um fim de semana só de sexo, cara, não seja cagão e vem, serei sua puta o fim de semana inteiro… De antemão, te deixo um presentinho. Te espero, cara lindo e punheteiro.Junto com o texto, mandei um vídeo pra ele. Nele, eu tava de lingerie sexy, branca com detalhes pretos. No vídeo, eu rebolava a bunda, dançava e, aos poucos, ia tirando a roupinha sem mostrar nada. E, depois de ficar toda peladinha, me cobrindo bem com as mãos e de perfil, mandei um oi pra ele. O cara, todo feliz, me mandou uma mensagem mais tarde com a melhor notícia: que ele viria. Agora ele se desculpava por não ter me avisado antes. Eu só ria, mas não tava nem aí. O cara confirmou que vinha e ficava o fim de semana inteiro. Então, finalmente, eu ia comer aquele cara masturbador.
Naquela noite, tava tão feliz que queria comemorar. E, pra completar, minha irmã me deu o gosto: me ligou pra ver se eu não saía, pra gente se encontrar e tomar algo depois do jantar... Fui com todo gosto, cheia de vontade de provocar o cara. Coloquei um vestido rodado e uma blusa preta por cima, com decote e transparências, só pra ele. Minha irmã disse que eu me vesti como se fosse pra uma balada, e eu falei que a gente tem que estar sempre pronta pra qualquer coisa, nunca se sabe quando surge uma festa. O cara, pelo visto, não sabia que eu tava lá. Melhor assim, ia dar uma surpresa no quarto dele.
Preparamos as bebidas e ficamos conversando um tempão com minha irmã na cozinha. Depois, fomos pra sala, mas antes de sentar, fui ao banheiro. Desculpa pra passar e dar um oi pro cara. Quando subi, tava um silêncio, não tinha ninguém lá em cima porque meu cunhado tinha levado minha sobrinha pra uma festa, e minha sobrinha mais velha saiu com o namorado pra jantar. O quarto dele tava fechado. Ia bater, mas resolvi entrar e surpreendê-lo. Abri a porta, a luz tava apagada, e vi ele sentado no computador. Ele se assustou quando me viu. Fechei a porta e me aproximei dele.—Oi, gostoso, vim te dar um oi.
—Oi, tia, não sabia que você tava aqui.
—Queria te surpreender. O que você tá vendo?— Bem curiosa, comecei a mexer no computador dele.Tá bem inchadinho, neném, cê tá vendo pornô??- E era assim, o cara via pornô, tinha alguns vídeos pornôs abertos.—Tia, você me deixou mal com o presente que me mandou.
— Gostou? Amanhã vai ter mais, mas você não precisa ver pornô, não é melhor ter a puta da sua tia?Ao dizer isso, levantei uma perna e sentei em cima dele, olhando bem na cara dele.—Já sei, tia, mas não dava pra esperar até amanhã.-Não conseguiu, né?? Po, se tu fosse mais esperto, aparecia aqui em casa com qualquer desculpa, que eu te recebia de boa e, se tivesse algo, cancelava pra ficar contigo..- Ao dizer isso, beijei ele na boca e comecei a me mexer, o cara tava de pau duro, com a rola bem dura.Toma isso como um adiantamento pra amanhã, gostosa. Vou nessa antes que sua mãe desconfie.Dei outro beijo na boca dela e coloquei as mãos dela na minha bunda por baixo da saia, dessa vez o cara apertou forte, isso me deixou louca, mas levantei e fui embora. Antes de sair, acendi a luz e falei.Tá gostando do que eu tô vestindo??Dei uma volta linda pra o vestido levantar e mostrar minha raba e minha fio dental azulzinha bem enterrada na minha bunda.—Você é linda, tia, é uma deusa, é divina.Agradeci e fui embora, minha irmã, por sorte, ainda estava sentada na sala. Mas ela disse que eu tinha demorado um pouco, me perguntou se tinha acontecido alguma coisa, e eu falei que entrei no banheiro e fiquei ouvindo uns áudios que tinham me mandado, só isso, sem falar nada nem desconfiar, continuamos conversando e ouvindo música. Depois de um tempo, minha sobrinha e o namorado dela se juntaram a nós, meu cunhado também, e o punheteiro do meu sobrinho também. Ficamos na sala conversando e bebendo por umas horas. Conforme foi ficando mais tarde, ficamos só eu, minha irmã e meu sobrinho. Durante esses momentos, eu aproveitava pra provocar o cara sem que minha irmã percebesse. Muitas vezes eu me abaixava pra ele poder ver meus peitos, e me sentava levantando a saia pra ele ver minha bunda e minha calcinha. Aproveitava quando minha irmã ia pra cozinha pra me encostar no cara ou tocar nele. Quando minha irmã se afastava, eu falava umas putarias no ouvido dele. Num momento, minha irmã foi ao banheiro, e nós fomos pra cozinha pegar algo pra comer. Essa era a desculpa. Ao chegar na cozinha, fomos até a geladeira e eu me coloquei na frente dele, levantando a saia e mostrando minha bunda. Ele me deu um apertão forte como nunca tinha feito antes, sem pedir permissão, e me deu uma encoxada feroz. Isso me acendeu. Então peguei umas coisas da geladeira, coloquei no balcão e me joguei no cara, beijando ele de boca aberta. Sabia que não teríamos muito tempo, então nos devorávamos como se estivéssemos desesperados. Ele me pegou pela bunda e me deu apertões e encoxadas fortes. Eu ficava louca ao sentir aquela pica dura na minha buceta, tava a mil. Naquele momento, não queria parar, mas precisávamos porque minha irmã já estava voltando do banheiro. Pegamos um pouco de pão e um pouco de frios e levamos pra sala pra fazer um petisco improvisado.
A essa altura, o álcool já tava fazendo efeito em mim, e eu tava morrendo de vontade do cara, tava muito tesuda. E ainda por cima minha irmã me obrigando a ficar pra dormir. Aí, e dormir no quarto da minha sobrinha, mas não fiz isso, porque sabia que estando naquela casa ia cometer alguma loucura. Além disso, meu consolo era que naquele fim de semana eu teria o que tanto queria há muito tempo. Então aproveitei que meu cunhado ia sair para trabalhar de carro pra me levar pra casa. Antes de eu ir, meu sobrinho já tinha subido pro quarto dele. Enquanto meu cunhado preparava o carro pra sair, eu fui no banheiro, mas na verdade fui me despedir do cara. Entrei no quarto dele e ele já estava pelado, só de shortinho curto. Sem dizer uma palavra, sentei ele na cama e me sentei em cima dele. A gente se beijou de língua e eu me mexia igual uma puta em cima da pica dele, que já tava dura.-Vim me despedir, bebê! Hoje te espero na minha casa pra você me fazer sua.- O cara me deu um apertão forte na bunda e me deu um beijão.Vou estar aí, gostosa. E vou fazer tudo que sempre quis fazer com você.- Finalmente, eu pensava por dentro, e comia mais a boca dele. Ouvir ele falar aquilo pra mim pela primeira vez me deixava ainda mais excitada, queria que ele metesse aquela pica logo, eu tava muito molhada, mas tinha que ir embora. Então me levantei e dei um beijo na boca dele, mas antes tirei a calcinha fio dental e entreguei pra ele...Pra você, gostosa, tô te dando essa aqui, tá toda molhadinha.— Eu disse pra ele, dei um beijo, apertei o pau dele e fui embora.
Quando cheguei em casa, a tesão tava me consumindo, então antes de dormir, fiz uma boa punheta. Do jeito que tava, me deitei, levantei a saia e enfiei os dedinhos. Depois de uns gritos e uns movimentos, cheguei ao orgasmo gostoso, e ali fiquei exausta. Dormi do jeito que tava e acordei quase meio-dia daquele dia…
Finalmente tinha chegado o dia tão esperado. Tava feliz pra caralho com o que vinha pela frente, não via a hora do cara chegar. Falei pra ele vir naquela noite pra gente aproveitar ao máximo. Sabia que um puta fim de semana ia rolar, então no meu quarto preparei o que ia vestir pra dar um belo show pro cara. Naquele dia, tava com uma tesão danada. Não pedi pra ele vir mais cedo porque tinha coisas pra fazer, além disso ele tinha faculdade, então tudo se encaixava pra gente se deliciar à noite. Aproveitei os minutos livres que tinha pra esquentar ele mais um pouco. Mandava fotos minhas e das minhas partes pra ele ver o que o esperava, e fazia isso também porque esse joguinho me excitava… O cara, filho da puta, sobrinho da puta, melhor dizendo, também mandou umas fotos do pau dele tão duro. Eu já tava me molhando toda. Queria aquele pau logo…
Aquela noite chegou mais rápido do que eu esperava, e a ansiedade me matava. Mas, além de tarada, eu também era uma excelente provocadora de pinto, então decidi que quando ele chegasse, ia atrasar um pouco as coisas e esquentar ele mais um pouco, já que esse foi o joguinho que nos levou a essa situação linda.
Ele chegou bem na hora do jantar, e eu, bem puta, decidi recebê-lo num roupão rosa choque sem nada por baixo. O roupão era curto e delicado, marcando meus peitinhos durinhos de tesão. Quando ele entrou, esperou eu fechar a porta e me pegou por trás. Me deu uma encoxada tão forte que me assustei, e fiquei encantada com aquilo. Ele me tocava e beijava meu pescoço, eu podia sentir aquele pau duro encostado em mim. Cu, o cara tava me satisfazendo, tava esperando há muito tempo que ele me pegasse daquele jeito… Mas eu queria fazer meu joguinho, queria esquentar ele e me esquentar mais, então me afastei dele, e dando um beijo na boca dele como despedida, soltei ele e falei enquanto passava a mão na pica dele por cima da calça:Amor, adorei esse trato, tava querendo que você me faltasse com respeito assim há muito tempo... Adoro como você tem essa pica, é minha esse fim de semana inteiro, e eu sou sua, temos o fim de todo, agora vamos jantar, gostoso, e depois vou te dar uma surpresa.Eu mandei ele largar a mochila no quarto e vir jantar. Ele sentou, e eu ficava desfilando na frente dele; cada vez que voltava da cozinha, eu abria mais o roupão pra ele ver meu corpo, o corpo pelado da tia dele. Eu me abaixava de costas pra ele olhar minha bunda e minha buceta, e também fazia de frente pra ele ver minhas tetas caídas soltas por baixo da roupa. O cara não tirava os olhos de mim. Isso me deixava a mil, aqueles olhares eram os mesmos que ele me dava antes, só que agora muito mais intensos. A gente conversou pouco, ele se distraía com meu corpo. Com a comida já servida, tirei o roupão por completo e sentei pra jantar. Na mesa, comecei a falar de sexo, conversas quentes pra atiçar mais ainda esse fogo. Contei umas das minhas aventuras sexuais, ele contou umas das dele… a gente se contou o que tinha rolado depois do casamento, que cada um tinha ido embora acompanhado naquela noite. Nós dois transamos, e aí a gente se contou o quanto estávamos excitados, como teria sido aquela noite se tivéssemos voltado juntos. Essa conversa nos esquentava ainda mais, a gente ficava mais tarado, e conversamos bastante, sem preconceitos e sem tabus. Estávamos tão à vontade que contamos tudo, passamos um tempão falando, enquanto isso eu me tocava e me esfregava com as pernas, já estava molhada, eu passava a mão por baixo da mesa no pau durão dele… Já estávamos no ponto. Éramos um incêndio os dois. Sem levantar a mesa, falei pra ele me esperar no sofá, que eu ia dar um show lindo pra ele. Levantei e dei um beijão na boca dele.- Vale tia, tô te esperando, morro de vontade de ver esse show. Já que cê vem, me traz a mochila? Lá tem a proteção.
- Não precisa de proteção não, amor, já tomei todos os cuidados, eu gosto sem capa, bebê, quero sentir seu pau natural, pele com pele.Fui pro quarto e tirei o roupão, peguei no armário um conjuntinho também fúcsia, limpei minha buceta que tava toda melada e coloquei a tanga, um fio dental lindo que se enterrava na minha raba, vesti o sutiã, umas meias, e por cima um babydoll pequenininho com algumas transparências, deixando aparecer pra caralho. Calcei uns saltos altos e tava pronta pra sair. Já tava me molhando só de saber o que vinha pela frente, tava uma fogosa e prestes a realizar essa fantasia com meu sobrinho, prestes a cruzar o limite de vez. Era hora de ir ao encontro do meu sobrinho, era hora de devorar aquele corpinho e aquela pica, e ele comer essa puta que tem como tia.
Saí desfilando meu corpo de vagabunda e o cara já tava pelado, só com aquela sunga preta que eu dei pra ele. Ele disse que também queria me dar uma surpresa, surpresa que adorei quando vi aquele volume escondido dentro da peça, mas intumecido guardando um pacote lindo.Você é linda, tia, e é muito gostosa.
- Obrigada, meu amor, comprei pra você, assim te dou um belo show e depois você tira tudo de mim.Enquanto eu dizia isso, me mexia de forma sensual e dava voltas, deixando ele deslumbrado. Ele se levantou tentando me pegar, mas eu o afastei e sentei ele de novo no sofá, apoiando meu pé na perna dele e acariciando o pau dele com ele. Coloquei uma música sensual e fiz uma dança digna de cabaré. O cara me olhava sem perder um detalhe e se tocava por cima da sunga, com a entreperna bem avantajada.
Eu dançava pra ele e levantava minha camisola, mostrando minha bunda empinada, e apertava meus peitos, fazendo eles parecerem maiores do que são. Era hora de subir o nível. Troquei a música e coloquei um reggaeton. Na hora, subi em cima dele e comecei a rebolar no pau dele. Quando senti aquela coisa na minha buceta, soltei um suspiro — aquilo já tava durasso e eu já tava me molhando de novo. Levantei, peguei na mão dele e o levei comigo pra dançar do jeito que só a gente sabia. Virei de costas pra ele e rebolava a cintura nele, encostava minha bunda no pau dele e roçava devagar no ritmo da música. A gente tava se pegando fogo. O cara, sem hesitar, me virou e me levantou pela bunda, me colocando em cima dele. Comecei a me mexer e a ficar louca. Ele, com a boca, chupava meus peitos e passava a língua. Desci e, sem parar de rebolar, começamos a nos acariciar mais. Ele tirou minha camisola, me deixando só de sutiã e fio dental, enquanto me apalpava toda, amassava meus peitos e minha bunda, e passava a mão na minha entreperna, me fazendo soltar suspiros fortes. Me virou, colocando o pau dele na minha bunda, e se mexia, rebolando em cima de mim. Eu me apertei nele com o corpo todo, e ele soltou meu sutiã, tirou ele e ficava apalpando e amassando meus peitos, me deixando doida.
Depois disso, sentei ele no sofá e subi em cima dele. Sentei no pau dele e a gente se fundiu num beijo apaixonado e quente. A gente se devorava a boca como desesperados, e era isso mesmo — estávamos desesperados e muito tarados os dois. Sobrinho e tia estavam se comendo a boca e prestes a trepar. Isso nos excitava ainda mais. Eu devorava a boca dele, me movendo sobre o pau dele e roçando com minha buceta já toda melada dos meus sucos. Ele apertava minha raba e dava uns tapinhas. Me fez parar e tirou minha fio dental, o cara podia ver de frente minha buceta depiladinha, toda pra ele. E já bem molhada. Eu, sem demora, comecei a pegar no pau dele e a esfregar por cima da zunga, até liberar aquela porra de pau duríssimo e pulsando, tinha ele na minha mão, acariciei um pouco e já não aguentava mais, minha buceta pedia aquela dureza de pau dentro dela.
Era hora de sentir pela primeira vez o pau dele dentro de mim, era hora de cruzar o último limite que a gente não tinha cruzado, aquele momento era nosso, um momento que a gente desejava há tempos. Subi em cima dele e peguei o pau dele com a mão, apontando pra minha buceta, desci um pouco e, antes de enfiar, tirei um tempo pra curtir aquele momento. Primeiro senti a pontinha dele em mim e já comecei a soltar uns suspiros, devagar fui descendo e minha buceta se abria fácil, deixando o pau do meu sobrinho entrar, lentamente fui descendo, metendo aquela buceta dentro de mim até descer tudo e sentir ele até o fundo, soltei um grito quando entrou inteiro.Agora sim, seu filho da puta! Fazia tanto tempo que eu queria essa pica dentro de mim, e você também. Agora sim, cara, me come como sua putinha. Fode a sua tia puta, gostoso!!E dito isso, comecei a me mexer e suspirar com a pica do meu sobrinho dentro de mim. Eu me movia e devorava a boca do cara, me mexia devagar e aumentava a velocidade cada vez mais. Rebolava minha bunda em cima dele, sobre a pica dele dentro de mim, esse movimento deixava o cara louco e eu adorava ver ele assim enquanto comia a tia dele. Eu suspirava cada vez mais forte e meus suspiros iam se transformando em gritos. O cara me tocava e apertava meus peitos, colocava o rosto neles e brincava com a língua nos meus peitos e mamilos. Naquele momento, comecei a dar pequenos pulos em cima dele, cada pulo naquela pica gostosa me fazia gritar.-Que divina, cock guy, sim sim, me dá tudo, sim, guy.Cada vez eu pulava e me mexia mais rápido e mais forte, com o tesão que a gente tava, sabia que a gente ia foder muito rápido. A gente tava no fogo, se comia e se acariciava tanto enquanto transava, o tesão era tanto, tanto que nossos corpos já tavam suando de tanto calor e de tanto que a gente se mexia. Comecei a pular mais forte em cima dele e meus gemidos ficaram mais altos, ele se mexia me ajudando e me dando estocadas, nós dois pulávamos no sofá. O cara começou a me comer mais forte e eu pedia mais e mais, como a puta que sou, gritava mais alto, não ligava pra nada. Finalmente o cara tava me comendo, finalmente a gente tava fazendo o que tanto queria. Mais quentes a gente ficava, e mais forte a gente transava.
O cara me pegou com as mãos apertando forte minhas nádegas e me levantou, me jogou no tapete da sala e, deixando minhas pernas abertas, enfiou de novo sem dificuldade. Nós dois já távamos quase chegando ao orgasmo. Ele enfiou até o fundo e começou a se mexer em cima de mim, eu puxei ele pra perto pra beijar a boca dele e tocar ele todo. O cara começou a dar estocadas fortes na minha buceta e me fazia gemer igual uma louca. Como ele tava me comendo bem, tanto que eu já tava quase gozando. Ele começou a meter e tirar com força, eu tava debaixo dele e apertava ele contra mim, fazendo os movimentos roçarem meu clitóris no corpo dele. Isso me fez gozar igual uma condenada. Cheguei ao orgasmo com um gemido forte e movimentos intensos, o cara ainda não tinha gozado e continuou metendo em mim.-Vai, bebê, continua e goza dentro de mim, enche minha buceta de porra, amor.O cara continuou se mexendo, o que me fez ter outro orgasmo muito forte, e ainda mais ao sentir minha buceta se enchendo de porra. O cara tava gozando dentro de mim e eu tava adorando, eu gozava junto com ele. A gente se beijou apaixonadamente. A gente tava extasiado e satisfeito, curtindo aquele momento, aqueles dois orgasmos lindos que o cara me deu. Ficamos ali nos beijando de mansinho, os dois no tapete, nos recompondo, e pensando já sem culpa no que a gente tinha feito. Vinha um fim de semana de muito sexo pra nós dois, sem preconceitos, sem tabus e sem limites.— Cara, adorei. Se prepara que o fim de semana inteiro vou ser sua, vou ser sua putinha, faz o que quiser comigo que tô toda entregue.
— Tia, você é a melhor. Vou te comer do jeito que você quiser, gostosa. Também vou ser seu o fim de semana todo. Valeu por isso.
— Não me agradece, amor, adorei a sentada que você me deu. Vamos aproveitar o fim de semana.E foi assim que começou um fim de semana inteiro de puro sexo entre meu sobrinho e eu.
Depois daquela transa gostosa, ficamos deitados no chão, não demorou muito pra gente se agarrar de novo num beijo, e nos excitamos na hora, ficamos quentes de novo e nossos corpos se roçavam, pedi pra gente ir pra cama. Já na cama, nos enlaçamos de novo num beijo muito quente, o cara já tava duro outra vez e eu com a mão dava uns amassos nele. O cara me apalpava toda, metia a mão em tudo que era lugar e encostava aquela pica em mim, eu ficava mais excitada e com mais vontade de sentir a pica dentro de mim de novo.
O cara começou a descer pelo meu corpo até chegar na minha buceta depiladinha, começou a me fazer carícias e beijos por toda aquela área, o cara sabia como brincar comigo e como me excitar, eu só queria que aquela boca tocasse meus lábios e me comesse a buceta. E foi o que ele fez, primeiro começou a brincar com os dedinhos, e depois seguiu com a língua, me dava lambidas e aos poucos ia metendo a língua, eu ficava louca com aquilo, brincava com meu clitóris e meus lábios. Ele chupou minha buceta divinamente, mas eu, com todo aquele tesão, não aguentava mais. Queria pica.—Bebê, enfia logo... tô toda molhadinha, enfia logo!!O cara subiu e se posicionou entre minhas pernas, com minhas mãos segurei a rola e a direcionei, ele se ajeitou mais perto de mim e foi enfiando devagar, sentir aquela rola dentro de mim e ver meu sobrinho metendo em mim me fez dar um grito de prazer.
Ele se deitou sobre mim e começou a meter sem parar, eu também me mexia, era delicioso sentir aquela rola na minha buceta, mais delicioso ainda era que aquela rola era do meu sobrinho, isso me dava ainda mais prazer, esse tesão proibido. Eu tava muito puta e aproveitava tanto que dava gritos bem altos... o cara tirou a rola e me virou, me colocou de quatro, eu rapidamente obedeci, pedi pra ele não enfiar no meu cu (ainda) e ele colocou na minha buceta, enfiou devagar até chegar no fundo, e aí comecei a me mexer e ele começou a dar estocadas, metendo e tirando. Eu gemia como uma puta e pedia mais e mais.-Bebê… que piroc* gostosa. Me dá mais forte, mais forte, bebê. Arrebenta minha buceta.E aí o cara obedecia, me comia com mais força, fazia o corpo dele quicar na minha virilha, minha buceta já soltava muito melado, e quanto mais forte ele me metia e mais puta eu gritava, já sentia que ia gozar, e o cara falou a mesma coisa, me comeu com mais força e já dava pra sentir o orgasmo chegando, meu corpo começou a ter espasmos involuntários e eu soltei um gemido bem looongo, ao mesmo tempo que sentia o leite do meu sobrinho dentro de mim. Foi uma descarga de prazer entre nós. Nos jogamos na cama meio exaustos, ainda tínhamos energia pra mais, mas estávamos em êxtase, mal conseguíamos respirar. Mas ainda estávamos muito tesudos, as carícias que trocávamos nos excitavam ainda mais, e assim naquela noite a gente trepou mais 2 vezes, tudo muito intenso e insaciável, até que terminamos exaustos, dormimos pelados os dois, felizes por dar início a essa linda relação incestuosa.
Se não leu o conto anterior, aqui vai o link.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2618761/Me-calente-con-el-pajero-de-mi-sobrino.htmlAquela noite inteira não consegui parar de pensar no que tinha feito. O cara nunca foi além, quem avançou e acabou caindo fui eu. Caí no meu próprio jogo, acabei me esquentando a tal ponto de desejar meu sobrinho e me exceder até nos tocarmos e nos beijarmos. E o pior é que eu o tinha humilhado, fiquei com muita raiva dele quando fui eu quem levou tudo até aquela situação. Fiquei vários dias com a cabeça a mil, a culpa me invadia, mas também o tesão. Pensar naqueles momentos, naquela rola e naquele corpo divino me deixava louca. Naquele fim de semana, tive que buscar alívio em outra rola, então comi um cara da academia, mas isso não me aliviou, pelo contrário, me esquentou muito mais. Quando o cara me comeu, na minha cabeça era meu sobrinho.
Fiquei vários dias sem ver o cara. Ele não aparecia em casa e ia pra academia num horário diferente do meu. Quando eu ia lá, ele nem aparecia pra cumprimentar, coisa que sempre fazia quando passava na casa dele. Passaram semanas sem nos vermos nem termos contato. Eu queria falar com ele e resolver tudo, me desculpar e acabar com essa culpa. Então dei o primeiro passo e fui procurá-lo uma noite em casa. Sabia que ele saía pra dançar, mas o convidei pra jantar pra gente conversar. Ele recusou, mas consegui convencê-lo. No jantar, pedi perdão pelo que aconteceu, disse que tinha me deixado levar pelo tesão e acabei colocando a culpa nele. Ele também se desculpou por algumas coisas e, no final, depois dos pedidos de desculpa, fizemos as pazes. Combinamos que nunca mais ia rolar de novo e que não criaríamos situações que nos esquentassem os dois.
Então, depois dessa conversa, as coisas voltaram ao normal. Eu parei com o joguinho de provocação e a gente não se via tanto, mas não vou negar que ainda estava com tesão no cara. Por isso, tentei evitar situações de vê-lo na academia ou ficar sozinha com ele em casa. Mas, conforme a gente foi conversando mais, começamos a confessar o quanto estávamos com tesão. Estávamos um com o outro, conversávamos todas as noites e falávamos de sexo tão naturalmente como dois amigos. Eu confessei pra ele que, desde que o vi na academia, comecei a sentir atração por ele como homem. Ele também se abriu e me disse a verdade: desde que me viu naquela festa, fiquei doido por ele, não parou de me olhar a noite toda. Mas eu já sabia disso, só não ia falar que tinha percebido pra não deixar ele envergonhado.
Mesmo depois das desculpas e de termos resolvido as coisas, minha mente viajava com o cara e a pica dele, ainda não conseguia parar de pensar nele. Não tinha homem que tirasse essa tesão que eu tava sentindo por aquele guri. Era tanta calentura que eu mesma caí de novo, piranha que sou. Por acaso, encontrei o cara numa balada. Era uma balada pra maiores de 25, então o ambiente era de gente mais velha, embora tivesse umas novinhas e uns caras que deixavam passar. Lá dentro, só cumprimentei ele e conversamos um pouco. Não queria que vissem ele com uma coroa como eu, mas o cara não ligou, já que várias vezes ele chegou perto pra dançar comigo. No final da noite, ficamos conversando um tempo no pátio. Depois, quando ouvimos a música, fomos dançar. Era reggaeton, e nós dois amávamos aquela música e dançar ela mais que tudo. Depois daquela situação, era a primeira vez que eu dançava aquela música com ele de novo. E com o álcool que nós dois tínhamos no corpo, nossa dança era bem sensual. Conforme os minutos passavam, a gente se grudava cada vez mais, e aquela cena foi virando uma dança super quente. E eu, com o tanto que sou piranha e com o efeito do álcool, não me fazia de rogada naqueles movimentos. O cara também não ficava atrás: dançávamos e nos roçávamos, nos apoiávamos, nos pegávamos. Quando a coisa ficava mais quente, como antes a gente se perdia na excitação, os amigos do cara apareceram. Ele se afastou e dançamos um pouco mais separados. Então o assunto acabou, e eu deixei ele com os amigos. Mas aquela dança foi o suficiente pra me incendiar. De novo, sentir aquela pica dura se movendo sobre meu corpo.
Aquela noite, quando voltei pra casa, tava com toda intenção de levar ele pra casa e devorar aquele docinho, era o álcool e o tesão falando, mas aquela noite não vi ele de novo, até mandei mensagem perguntando se queria carona. Mas ele não respondeu. Por um lado, pensei que era melhor pra não fazer mais loucuras. Mas foi difícil, porque fui eu que virei a punheteira, agora era eu que olhava pra ele com desejo e vontade.
Outro fim de semana que convidei minha família de novo pra piscina, não parava de olhar pro cara, ele não tava de sunga por causa da família, mas eu conseguia imaginar, eu continuava caindo na provocação, era eu que me provocava cada vez mais. Não tinha coragem de arrumar uma desculpa pra trazer ele pra casa e ficar sozinhos, porque sabia que ia cometer um crime com aquele cara em casa. Desde aquela vez que passei dos limites com ele, nunca mais tive ele de volta em casa sozinho. Ele não vinha e eu não queria mostrar que era eu que tava morrendo de vontade dele, eu percebi que ele queria mostrar o mesmo. Porque há um tempo eu notava que ele não me olhava como antes, ou disfarçava muito bem, ou talvez minhas reclamações traumatizaram ele pra não me olhar mais daquele jeito que olhava antes. Isso me deixou pior, sabia que a gente tinha prometido que não deixaria isso acontecer de novo nem criar esse tipo de situação, mas me deixava pior o fato de ele não me mostrar mais aquele desejo que tinha por mim.
Foi então que decidi cair na provocação de novo, jogar meu joguinho outra vez, dessa vez não como castigo, dessa vez com outras intenções, com a intenção de que o cara me desejasse tanto que tivesse que passar dos limites comigo, queria que ele se soltasse pra eu devorar ele cru, foi assim que dei um jeito de ir pra academia no mesmo horário que ele, me ver lá surpreendeu ele, e bem putinha, eu tava muito gostosa com leggings bem apertadas e tops pequenos demais, o cara não ia resistir, mas mesmo assim, não consegui. conseguir aqueles olhares que me violentavam quando o cara me olhava, ele estava meio frio comigo. Mas eu não ia desistir, tive a desculpa de novo de trazê-lo pra casa pra ele fazer uns serviços no computador, ele aceitou e eu aproveitei pra me despir sempre na frente dele quando chegava do trabalho e pra dar meus passeios de lingerie, dessa vez o cara não olhava, ficava concentrado e eu não conseguia chamar a atenção dele, isso me dava uma impotência, a única coisa que eu queria era que ele me olhasse com desejo como fazia antes, mas além disso, queria comer o cara, queria devorar ele, me jogar em cima dele e dar uma trepada que ele nunca teve na vida, mas antes precisava provocá-lo, queria recuperar aquele desejo que o cara tinha por mim. Aos poucos, aquele desejo que nunca foi embora de que o cara me desse uma foda de arromba ia crescendo, eu fiquei muito excitada depois de tudo e essa situação toda me deixava louca.
Isso e a tesão me faziam ir além, continuar apostando na provocação pra ganhar os olhares dele de novo, então continuei frequentando a casa dele e sempre cheia de roupas bem justas e provocantes. Uma dessas noites, o cara estava sozinho em casa, e não perdi a oportunidade, fui na casa dele antes de sair e levei algo pra beber. Aproveitando que minha irmã não estava pra não me criticar pela roupa, coloquei um vestidinho solto, florido, daqueles de verão, bem curtinho, com alcinhas finas que seguravam nos ombros, aquele vestido era ideal por um detalhe, não usava sutiã, e meus bicos apareciam durinhos pelo atrito do tecido. O cara olhou, mas também não deu bola, eu estava praticamente de peitos de fora e ele nada, várias vezes eu parava e me mexia fazendo o vestido levantar mostrando a bunda, mas o cara continuava sem se mexer. Não sei como ele fazia, devia estar se mordendo por dentro, depois ia se acabar na punheta por minha causa no quarto dele, esses pensamentos me aliviavam, era um consolo mínimo que eu tinha por não ter aqueles olhares penetrantes que ele me dava antes e que Me levaram pra isso.
Assim iam passando os dias e os momentos com o cara, onde ele não mostrava mais aquele interesse que tinha por mim antes. Cheguei até a pensar que o cara tava me enrolando no jogo dele, e isso me deixava ainda mais doente. Essa dúvida surgiu em mim uma vez que fui na casa dele de tarde. Já tava indo embora quando ele chegou da academia, aproveitei o momento pra ficar mais um tempinho. Esperava que o cara descesse pra fazer meu joguinho de provocação de sempre. Eu tava vestida com um vestido florido, preto e branco, soltinho, um vestido de verão. Alguma coisa ia me ocorrer naquela hora, mas não conseguia pensar direito porque a desesperação e a ansiedade tavam me dominando.
Depois de um bom tempo, o cara não dava sinal, então resolvi ir atrás dele com a desculpa de ir ao banheiro. Pra minha alegria, o cara tava tomando banho. Bati na porta e ele respondeu que tava ocupado. Sem pensar, tentei abrir a porta, mas ela tava trancada. Aí decidi ir pro quarto dele e esperar por ele lá. Naquele momento, a incerteza e uma adrenalina me cercavam. Queria esperar o cara pelada, como faria se tivesse em casa, mas por estar na casa da minha irmã, era mais difícil. Mas tava com uma vontade danada de tirar tudo naquela hora. Enquanto me decidia como fazer pra esquentar ele, ele entrou no quarto, e acabei me esquentando eu mesma ao ver ele enrolado só na toalha, com o torso todo nu e ainda molhado. Com qualquer outro homem, eu teria pulado pra comer ele cru, mas o único e grande motivo pra não fazer isso era o nosso parentesco de sangue, um parentesco que deixava tudo ainda mais quente. Ao ver ele, fiquei nervosa igual uma virgem. Nunca ninguém tinha me deixado desse jeito. A única coisa que consegui dizer foi que tava esperando pra entrar no banheiro.
Antes de sair do quarto, tentei puxar conversa, mas o cara me deu uma cara feia e disse que queria se trocar.- Tanto te incomoda minha presença, me desculpa por ser um incômodo.. – Falei, fingindo estar ofendida.Não, tia, não pensa besteira, não foi isso que eu quis dizer, é que preciso me trocar e também minha mãe vai pensar o quê se você estiver aqui.– ali notei o medo que o cara sentia e o nervosismo que ele tava ao me ter ali no próprio quarto dele, na própria casa dele, verdade que qualquer um que visse aquela situação pensaria qualquer coisa. Mas sem dar bola, me fiz de puta e falei pra ele:Mas se quiser trocar de roupa, sobrinho, não tem nada que eu já não tenha visto. Pra mim não incomoda, mas se te incomoda, eu vou embora.-Não é isso, tia, mas como é que eu vou me trocar na sua frente? O que é que todo mundo ia pensar?-Ninguém tá ligando pra essa velha chata, pode ficar tranquilo, ninguém tem nada pra pensar, também não vou dar motivo pra pensarem besteira, sei guardar meus segredos melhor que ninguém.— Já falei isso de um jeito desafiador, e era verdade o que eu dizia, sabia guardar muito bem meus segredos, sabia fazer isso muito bem. As pessoas podiam pensar que sou uma puta, mas, tirando minha roupa, nunca dei motivo pra ninguém pensar mal de mim. Assim, fui infiel inúmeras vezes pro meu ex-marido, e ele nem ninguém nunca soube de nada. Mas, se eu não tava fazendo por merecer ao estar ali, daquele jeito com o cara, não era uma decisão muito inteligente, mas o tesão e a adrenalina daquela situação me dominavam. Meus pensamentos eram de fechar aquela porta e deixar o cara meter aquela pica descomunal em mim.Sim, mas não é normal eu ficar me trocando na frente da minha própria tia.— Tudo ele me dizia timidamente.
Ao dizer isso, enchi o saco, não queria continuar com esse tipo de sermão, explicação. Fui decidida e mandei ele pastar.-Vai, buceta, para de se fazer de difícil e de tímido, não fica com vergonha na minha frente, já te falei que não tem nada que eu já não tenha visto, além disso, fica orgulhoso de mostrar esse belo instrumento que você tem aí.O cara cagou de medo ao pensar que poderiam me ouvir ou entrar.Não tenha medo, bebê, já vou indo, vou deixar você trocar de roupa sossegado e esconder essa máquina.Eu falei pra ele, bem putinha, e dei uma agarrada boa naquele pau meio mole. Ele já tava começando a esquentar com a situação também.
Saí daquela casa muito frustrada. No fim, não consegui dar nenhum show pra esquentar ele, nem fazer o cara me desrespeitar ou algo assim. O cara tava distante. Pensei que fosse algum tipo de jogo, mas percebi que era medo, ainda mais depois de como eu tratei ele. Sabia que precisava recuperar a confiança dele e tinha que achar uma oportunidade pra esquentar ele, reconquistar a confiança e fazer ele desejar de novo a tia putinha dele.
Outra oportunidade que apareceu foi o casamento de uma prima nossa. Era uma festa com a família toda. A oportunidade não era a festa em si, mas o que eu tinha planejado pro cara. Então saí pra comprar roupa igual uma louca. Comprei de tudo e ia usar o cara pra me dar a opinião dele. Era exatamente o que eu precisava pra provocar ele e esquentar ele de verdade, além de ir ganhando a confiança dele e fazer ele sentir, de algum jeito, que tinha caminho livre pra me comer e me fazer gritar igual a puta que eu sou.
Chegou o dia da grande festa. Ofereci pro cara tomar banho e se trocar na minha casa, já que na casa dele ia ter muita gente. Ele aceitou, e eu fiquei feliz pra caralho, porque ia dar um show lindo pra ele. Tomei banho cedo e fiquei de roupão o dia inteiro esperando ele chegar pra atendê-lo assim. Ele chegou de tarde, então a gente lanchou na minha casa. Eu não me troquei, fiquei de roupão enquanto a gente comia. Debaixo dele, eu tava pelada, sem sutiã, mas com uma calcinha rosa. Toda vez que dava, eu me levantava e fingia que tava arrumando o roupão sem mostrar nada, só provocando ele. Passei a tarde toda me insinuando, dando umas poses sutis que deixariam qualquer homem de pau duro. Abri um pouco o roupão, deixando ver o começo e a redondeza dos meus peitos, mas sem mostrar os bicos. Também soltei o cinto do roupão, mostrando minha calcinha fio dental, mas ele continuava frio, um gelo. Dei umas Imagens quentes do meu corpo naquela batinha curta, pra esquentar qualquer um, mas o cara não me dava atenção, ou pelo menos fingia que sim. Enquanto ele foi tomar banho, eu tirei a tanga e a bata e entrei na piscina pra dar um mergulho antes de me trocar. Tava completamente nua, sempre fazia isso, sempre entrava toda pelada, mas dessa vez me dava muito tesão saber que o cara tava em casa. A situação me excitava pra caralho. Quando saí, meu sobrinho foi pendurar a toalha, já tava seco, de short e camiseta. Falei pra ele que se quisesse entrar na piscina antes de se trocar, não tinha problema. Naquele momento, meu desejo era que ele entrasse logo e levasse o susto de me ver toda nua. Até então ele não sabia, porque eu tava encostada na borda da piscina.Tia, qual é o favor que você queria que eu fizesse?- Me pergunto como apressado.Tranquilo, sobrinho, já tô saindo da piscina. Me passa o roupão e vira de costas ou entra, porque tô toda pelada aqui.– Falei com minha melhor voz de puta, mas com autoridade.Beleza tia, te espero lá dentro.Enquanto ele entrava, eu saí da piscina sem vestir o roupão, saí toda pelada esperando que ele pudesse me ver pelo reflexo da porta de vidro que dava pro quintal. Depois vesti o roupão e entrei, ele tava sentado no sofá.O que eu preciso é de uma opinião, já que sua mãe é toda encanada com meu jeito de me vestir e suas irmãs tão ocupadas, você é o único que pode me ajudar a escolher o que vestir. Comprei de tudo, me espera que vou trocar de roupa e te mostrar tudo, beleza?Falei isso pra ele e entrei no quarto, tirei toda a roupa que tinha comprado e algumas coisas que já tinha também. Minha ideia era fazer um desfilezinho pro cara, só por putaria mesmo, já mais ou menos sabia o que vestir, mas queria dar um show bonito pra ele. A primeira peça que ele escolheu foi um vestido elegante turquesa comprido, não muito decotado, mas com um corte maravilhoso na perna que deixava ver minhas pernas e um pouco mais, coloquei o vestido sem sutiã e, ao sair pra dar a primeira passada pro cara, notei como meus bicos marcavam no tecido do vestido. O cara se surpreendeu um pouco ao me ver, mas me olhando bem atentamente, ele dizia que gostava e que eu estava linda, eu me senti aliviada de novo, pelo menos de algum jeito consegui os olhares dele e que ele me dissesse o quão gostosa eu sou. Com muito mais vontade, fui me trocar e continuar meu joguinho.
A segunda peça foi um vestido vermelho furioso, não muito comprido, mas com um decote bem generoso, esse ia até quase o umbigo e marcava de um jeito bem sensual minhas tetas. Saí de novo, caminhei até ele e dei umas voltas pra ele olhar bem, o cara gostou, pude notar nos olhos dele, me abaixei um pouquinho pra que o decote presenteasse ele com uma linda visão das minhas tetas. Entrei de novo pra me trocar.
Dessa vez escolhi um vestido preto, curto e justo, com detalhes de renda e um bom caimento nas tetas, marcando bem a linha dos meus peitos, e também marcando lindamente minha bunda. Saí de novo e, nas voltas que dei, fiz uma dancinha gostosa. O cara tava se divertindo pra caralho, era um desfile privado só pra ele.
Depois fui me trocar de novo, agora coloquei outro vestido justo e preto, mas esse tinha a particularidade de ser todo de renda, deixava ver muito mais, não usaria esse pra festa, óbvio, só coloquei pra ele, pra que pudesse me ver. Coloquei sem sutiã e com uma calcinha fio dental preta. Saí e o cara ficou todo excitado ao me ver assim.Tia, vai usar isso? Tá mostrando tudo.– Ele me disse meio tímido.Não, é uma festa de família, fica tranquilo que em cima eu coloco um sutiã e embaixo uma saia que vem junto com o vestido.Cada vez eu gostava mais do que fazia, o cara tava me dando bastante atenção, a atenção que eu queria. Me troquei de novo, dessa vez coloquei uma saia preta bem justa e uma regata de cetim cor de pele, também sem sutiã, essa roupa dava uma visão excelente dos meus biquinhos bem durinhos naquele momento, e na lateral deixava ver a nudez e a redondeza dos meus peitos. De novo o cara me aprovou. E me olhava com aqueles olhares que ele sempre fazia. Imaginava que ele tava de pau duro, mas não dava pra notar nada.
Depois escolhi uma saia azul estilo sino, e uma regata preta justa com transparências. Eu desfilava e girava pra saia levantar e ele poder me ver mais embaixo.
Já as últimas 2 escolhas foram vestidos de verão como aquele que usei pra ir na casa dele na noite que ele tava sozinho, um era turquesa, com pequenos detalhes de renda do mesmo tom, e o outro era laranja com algumas flores e detalhes em branco, esses eram os que eu mais gostava porque eram frescos e quando eu me mexia voavam e deixavam ver mais além, além de usar sem sutiã ser muito mais sexy, uma delícia, até eu ficava com tesão me olhando. Mostrei bem pro cara, sempre girando pra o vestido levantar e ele poder ver minha calcinha e minha bunda pequena. Todo esse show o cara não perdeu detalhes, me olhou do jeito que eu queria, mas eu ainda me sentia vazia, precisava de algo mais, provocando ele de algum jeito, então quando entrei falei pra ele esperar que faltava mais uma coisa.
Entrei e, de puta, coloquei umas meias de renda pretas, uma tanga e um sutiã de renda também, um dos conjuntos novos que comprei, coloquei uns saltos pra destacar a figura e saí, o cara ao me ver se surpreendeu.— Tia, cê vai assim não, não vai nessa roupa pra festa.
— Vou sim, mas por baixo do que eu vestir, depois quero fazer outras coisas e quero sua opinião.
— Ah, tá bom. Beleza. E o que cê quer que eu diga, tia? Pra mim, é uma delícia, e qualquer homem ia te achar uma gostosa com esse conjunto.Essas palavras me elogiavam e me deixavam com tesão. Então entrei e coloquei outro conjunto, esse rosa: corpiño, fio dental e meias rosas. Não eram de renda, mas tinham algumas transparências bem insinuantes. Não ia usar isso pra festa, já que só ia usar calcinha mesmo. Só vesti pra esquentar o cara. Saí e, de novo, o cara amou. Ele disse que qualquer uma das duas tava boa, e que se eu não usasse corpiño também tava de boa. Adorei o que ele falou e a confiança com que fez isso. Perguntei qual de todas as roupas que vesti ele gostou mais, e ele respondeu que todas.—Você é linda, tia, todas as roupas ficam divinas em você.
—Obrigada, Lucas. Você é tão fofo. Mas no fim, qual você escolhe? Pensa bem, qual delas você gostaria de me ver vestindo?
- E eu diria que alguns desses soltos, por causa do calor, são ideais, além de ficarem lindos em você.
- Bom, por você eu visto um desses. Valeu, gostosa.– Sem pensar, me aproximei do jeito que estava, no meu conjunto rosa, dei um abraço e um beijo no rosto dele. Depois, peguei o rosto dele com a mão e dei um beijão na boca. Ele me olhou surpreso, como se não entendesse a situação — a puta da tia xingou ele e agora dá um selinho. Aí me virei e fui embora, mostrando como minha bunda devorava aquela fio-dental linda. Depois disso, fiquei mais tranquila porque, de alguma forma, conquistei o olhar dele. E, além disso, o cara entrou no banheiro, imagino que pra se aliviar com uma baita punheta. Essa ideia apareceu na minha cabeça e me deixou com tesão — eu quase pelada no quarto e ele se virando no banheiro me excitava. Entrar de novo nesse jogo de provocação me deixava cada vez mais molhada.
Quando a hora da festa se aproximou, fomos nos trocar. Falei pra ele se trocar primeiro porque eu ia demorar um tempão. Ele entrou no meu quarto, e eu, sendo a puta que sou, não esperei muito e entrei. Ele estava pelado, ainda de short.-Desculpa, gostoso, temos que nos apressar senão não chegamos, vou me trocar agora e depois me maquio.
-Ok, tia, vou deixar você se trocar sossegada.
-Não, fica, se troca tranquilo, não vamos ver nada que já não tenhamos visto antes.Ele não fez nenhum comentário, só ficou ali, meio desconfortável, mas enquanto a gente se trocava, a gente conversava um pouco pra aliviar o clima. Ele tirou tudo e ficou só de cueca preta, e eu não perdia chance de olhar pra ele. O pau dele tinha crescido bastante com a academia. Enquanto isso, eu tirei as meias e o sutiã rosa do conjunto, fiquei só na calcinha fio dental. Dei umas voltas pelo quarto pra ele me ver com os peitos de fora, e depois vesti o vestido laranja. Enquanto ele já estava de calça e colocava a camisa, eu modelei um pouco pra provocar ele, e fui me maquiar. Ele saiu do quarto e ficou me esperando terminar de me arrumar. Quando saí, dei uma voltinha pra fazer o vestido levantar e mostrar o que eu adorava exibir.- Tia, que gostosa você tá, é uma deusa. Só não fica dando muita volta porque aparece demais.
- Valeu, coração, você tá lindo também. A gente forma um belo casal. Bom, vou seguir seu conselho, mas com você não tem problema, já me viu pelada e já viu o que coloquei por baixo.Falei isso pra ele e, antes de sair, arrumei um pouco a gravata dele, e depois dei outro beijo na boca. O cara ficou surpreso de novo, mas dessa vez me deu um sorriso. Naquele momento, só queria que ele se jogasse em cima de mim e me respondesse com um beijo, mas ele não fez nada. Depois disso, a gente foi embora.
Na festa, sentei na mesa com ele, minha irmã e o resto dos meus sobrinhos, mais o namorado da minha sobrinha. A festa passou sem nenhum susto, foi uma festa linda, a gente se divertiu, e por sorte minha irmã não fez nenhum comentário negativo sobre minha roupa. Só que meus bicos dos peitos roubavam os olhares de todos os homens, isso me ajudou a pegar um de 32 anos, um homem lindo e grandão. Naquela noite, eu ia levar ele pra casa ou pra onde ele quisesse me levar, tava tão no fogo que teria entregado meu corpo no meio da festa. Mas, no fundo, ainda sonhava com meu sobrinho. A noite toda fiquei pensando no que aconteceria se eu tivesse que levar ele de novo, mas não quis criar falsas esperanças. Além disso, naquela noite a gente não se deu muita bola nem dançou nossas músicas, não dava pra fazer o que a gente fazia ali com toda a família. Também não queria que desconfiassem e pensassem besteiras, já que eu e o cara nos dávamos bem, mas sempre me segurava. Sou uma puta e tenho experiência de rua, não deixaria a família pensar qualquer coisa de mim com o cara, mesmo que fosse verdade. Então, naquela noite, depois da festa, levei alguns sobrinhos e um primo, e depois fui encontrar o gostosão que eu tinha pegado. O cara foi embora com uma mina bem bonita, nem se despediu, isso me deixou doente, fiquei com ciúme feito uma menina idiota, mas por sorte tinha meu grandão pra me atender e me fazer esquecer toda essa situação incestuosa, todo esse tesão que eu tava sentindo pelo cara. Naquela noite, fiquei insaciável, metemos 4 seguidas, deixei ele seco, era uma puta no cio. Montei no pau dele a noite toda, e ele encheu meu corpinho de leite todo, minha buceta e meu cu ficaram satisfeitos com aquela noite de prazer. Mas, apesar da trepada violenta, o cara ainda não saía da minha cabeça…
Passaram-se vários dias sem eu ver o cara, primeiro porque tava muito ocupada, e segundo porque não encontrava desculpa pra trazer ele pra casa. Ainda ficava remoendo tudo o que aconteceu, sentimentos confusos, mas cada vez mais a culpa ia sumindo, dando lugar à tesão e à frustração de ainda não ter conseguido comer aquela carne. Tava cada vez mais decidida a cruzar o limite, na real, já tava desde o começo, mas só queria que ele desse o primeiro passo. Se ele tivesse se esforçado um pouco, já teria comido a puta da tia dele há vários dias, desde que comecei meu joguinho de provocação. Conforme os dias passavam, mais eu pensava nisso e mais a tesão me invadia, junto com uma vontade imensa de ficar com meu sobrinho. Os caras que me comiam já não me deixavam tão satisfeita; na verdade, era porque eu tinha provado a pontinha do proibido e da tentação, e provar isso me deixou com vontade de mais. E já não dava mais pra resolver deixando tudo pra trás; dessa vez, pra sair dessa, eu tinha que comer o cara. Não sabia como fazer, mas sabia que ia encontrar uma boa desculpa.
Não encontrava desculpa pra trazer ele pra casa, precisava inventar algo, mas também queria esquentar ele do meu jeito. Então, aproveitei as situações pra provocar ele, já que tava decidida a ir fundo com o cara e fazer ele meter até o talo. Na academia, encontrei ele de propósito e, enquanto fazíamos os exercícios, pedia ajuda pra poder tocá-lo e fazer ele me tocar. Foi assim que fiz ele pegar nas minhas pernas, na minha bunda, até que num momento, numa máquina, abaixei de propósito o top vermelho, mostrando parte de um dos meus mamilos. Fiz algumas repetições e, me fazendo de envergonhada e surpresa, falei:Lucas, sobe o top pra mim, por favor, que quase escapou uma buceta.– o cara me olhou surpreso, na verdade ele olhou mais pra minha teta, ficou um tempão encarando.O que cê tá fazendo? Anda logo, sobe essa parada aqui… como se nunca tivesse visto uma teta minha, depois te mostro se quiser, mas sobe o top que tão tudo me olhando.– O cara se apressou pra levantar meu top, meio nervoso enfiou os dedos por dentro dele, aproveitando pra me apalpar um pouco. Eu tava felizona porque aos poucos ele tava recuperando a tesão por mim e a confiança. Devagarzinho eu ia preparando o terreno pra ele se jogar de vez em cima de mim. Saímos juntos da academia, ele me pediu pra levar ele no centro pra comprar umas paradas, eu falei que sim, então fui tomar um banho lá na academia, ele fez o mesmo. Quando me vesti, coloquei uma saia esportiva sem o shortinho, e naquele dia decidi não usar calcinha também. Esperei o cara sentada numa das máquinas e, quando ele chegou, me levantei abrindo um pouco as pernas pra ele ver minha buceta. Não sei se ele conseguiu ver, mas ele falou "vamos, tia" olhando pra minha virilha. Levei ele e deixei numa rua, mas antes de ir embora, eu tinha que soltar algum comentário provocador.Me fala se quer que eu te espere, assim te levo pra casa. Não desço com você porque não tô de calcinha, esqueci que não trouxe pra trocar. Então, se quiser, te espero.O cara hesitou um pouco e também deu uma olhada naquela região.Não… não faz drama tia, não sei a que horas vou ficar livre, então vai na fé.Desculpa, não posso ajudar com essa solicitação.Tá bem, lindo, vou nessa então, e já sabe, se tiver fazendo umas putarias, se cuida, viu?Muito puta, falei isso pra ele e pisquei o olho. Quando ele se aproximou pra me dar um beijo, mais puta ainda, apoiei minha mão na perna dele, bem perto da rola, tocando com meus dedos. Ele tentou me beijar no rosto, mas eu me virei, fazendo com que ele me desse um selinho. Ele quis falar algo, tipo pedir desculpa, mas eu olhei cúmplice, peguei a boca dele e dei um beijão na boca. Com um sorriso, ele saiu do carro. Eu também tava felizona no carro, até agora sentia que minha estratégia tava dando certo. Só precisava arrumar uma boa desculpa pra trazer ele pra casa.
E como se tivesse caído do céu, a desculpa apareceu. Ele me pediu pra usar meu computador pra fazer umas coisas da faculdade. Aceitei na hora. O cara ia passar o fim de semana em casa pra fazer esse trabalho. Era a oportunidade perfeita pra seduzir ele. No fundo, eu achava que ele também queria cruzar a linha e me dar aquela rola que eu tanto desejava na minha buceta. Só de pensar que naquele fim de semana ele seria só meu, pra eu fazer o que quisesse, já me deixava louca.
Então, ansiosa pra chegar o fim de semana, fui na casa dele com uma desculpa pra ajudá-lo a cair nos meus braços e deixá-lo de pau duro comigo ainda mais. Queria dar um gostinho do que ia rolar em casa e falar, do jeito mais puta possível, que ele tinha passe livre pra me foder como uma cadela no cio. Uns dias antes, inventei a desculpa de que tinha um problema no banheiro e ia tomar banho na casa dele. Aproveitei a tarde, já que naquele horário não tinha ninguém em casa, só minha irmã e o cara. Minha irmã mandou eu me trocar no quarto dela ou no quarto da minha sobrinha. Levei a roupa pro quarto da minha sobrinha e fui tomar banho. Antes de ir pro banheiro, me certifiquei de que o cara tava no quarto dele. Abri a porta e ele tava lá com uns trabalhos. Entrei, cumprimentei ele com um beijo na bochecha, acariciando suavemente a perna dele, e fui tomar banho. Quando saí, me certifiquei de que minha irmã tava lá embaixo e entrei no quarto do cara só de toalha. Ele continuava com os cadernos. Me olhou meio... Surpreso, me aproximei e falei que ele podia ir lá em casa pra fazer o trampo da faculdade, disse que podia ficar o fim de semana inteiro, mas se quisesse ir, tinha uma condição. Fui até a porta e fechei, me aproximei dele e, abrindo a toalha, falei:Tá gostando do que vê? Então, isso pode ser seu esse fim de semana, isso vai ser seu, é só você me desrespeitar, passar dos limites comigo, mano, e vai ter meu corpo inteiro pra você.Eu falei isso mostrando meu corpo molhado e todo pelado, com minha buceta depiladinha e com uns poucos pelinhos, o cara não sabia o que dizer, ficou hipnotizado olhando pra minha buceta. Eu me aproximei, peguei a mão dele e levei até a minha rachinha.Quer enfiar aqui dentro, já sabe o que fazer, gostosa. Vou estar toda entregue pra você fazer o que quiser. Esquece que sou sua tia.Peguei no pacote dele que já tava endurecendo e apertei, dei um beijão na boca dele, me apoiei nele, levei ele até a porta e, enquanto chupava a boca dele, apoiei minha buceta pelada no pacote dele e me esfregava naquela pica já dura.-Já sabe o que tem que fazer, gostoso, vou ser sua se você se propor.Dei outro beijo na boca dela, peguei minha toalha e vazei. Pra minha sorte, não tinha ninguém nos corredores. Entrei no quarto da minha sobrinha, me troquei, coloquei uma tanga branca bem enfiada na bunda, um short jeans, uma regata azul sem sutiã. Saí do quarto e, vendo que minha irmã ainda tava distraída lá embaixo, entrei de novo no quarto do cara.Cê tá gostando de como eu tô?– Me virei pra mostrar como ficava bem em mim e, bem vadia, abaixei a calça pra mostrar a fio dental.Cê gosta do jeito que minha bunda come a fio dental?— O cara falava pouco e muito nervoso. Eu subi a calça de novo e desci.
Já na cozinha com minha irmã, preparamos uns sucos pra tomar. Minha irmã chamou o cara pra tomar também, e quando ele desceu, aproveitei os momentos em que minha irmã não estava ou se distraía pra passar a mão na bunda dele, no pacote dele, passava na frente dele e encostava minha buceta na pica dele, que ainda tava dura, mas a calça jeans disfarçava, embora desse pra notar o volume daquele pacote, então o cara se escondia atrás da ilha da cozinha.
Depois daquele dia, não voltei, só falei com o cara por mensagens, e ele não acreditava em tudo que tinha rolado, tipo o cara ficava todo paranóico, achando que eu tava tramando alguma coisa, mas não, a única coisa que eu tramava era sentar na pica dele e sentir o pau dele no meu corpo. Eu ficava toda excitada quando a gente conversava, virava uma puta, e provocava ele pra esquentar, ainda mais porque o cara ficava inseguro, perguntando se eu tinha certeza do que tava fazendo, que eu mesma disse que era errado o que a gente tava fazendo. Essas coisas me faziam ficar mais puta ainda e provocar ele mais. Cara cagão de merda, tava com medo, ainda mais pelo susto que eu dei nele, mas isso não ia me fazer entrar na razão. Eu tava decidida a sentar na pica dele, então na noite de quinta, antes de ir pra casa, decidi mandar um vídeo e um texto pro cara no chat.Cara, amanhã te espero, e é melhor tu vires, não quero te ameaçar nem te chantagear com nada… Tu simplesmente vem e vamos matar essa tesão que a gente tem… Pode ser errado ou o que for, mas não tô nem aí, tu me meteu nesse jogo, acha que não percebi como tu me olhava sempre? No começo me incomodava, mas depois começou a me excitar, e te ver tão homem me deixou ainda mais molhada, a gente se deixou levar numa situação e eu me comportei mal contigo, feito uma histérica de merda quando fui eu quem passou do limite, mas chegamos num ponto sem volta, já cruzamos essa linha, agora vamos terminar de cruzá-la, vamos mais além. Por mais que agora tu te faça de difícil, eu sei que ainda me deseja pra caralho, acha que não noto a tua tesão? E tu vai notar a minha, tô muito excitada por ti, cara, tenho uma puta vontade de você, quero chupar essa piroca deliciosa que tu tem e que me enfie toda. Então chega de se fazer de cavalheiro e bonzinho, me falta com respeito e me trata como a puta que eu sou, tô me entregando pra ti, me fode como tu quer me foder desde que me viu de novo, sou sua tia sim, mas também sou uma puta, e isso torna tudo muito mais gostoso. Então por isso tô falando contigo como tia, como mulher e como puta, vamos ultrapassar os limites, transar e matar essa tesão, já era, já estamos entregues, e fica tranquilo que ninguém vai saber disso, vai ser só nosso segredo. Então amanhã vem com toda a vontade de transar, vou estar entregue pra ti, vamos passar um fim de semana só de sexo, cara, não seja cagão e vem, serei sua puta o fim de semana inteiro… De antemão, te deixo um presentinho. Te espero, cara lindo e punheteiro.Junto com o texto, mandei um vídeo pra ele. Nele, eu tava de lingerie sexy, branca com detalhes pretos. No vídeo, eu rebolava a bunda, dançava e, aos poucos, ia tirando a roupinha sem mostrar nada. E, depois de ficar toda peladinha, me cobrindo bem com as mãos e de perfil, mandei um oi pra ele. O cara, todo feliz, me mandou uma mensagem mais tarde com a melhor notícia: que ele viria. Agora ele se desculpava por não ter me avisado antes. Eu só ria, mas não tava nem aí. O cara confirmou que vinha e ficava o fim de semana inteiro. Então, finalmente, eu ia comer aquele cara masturbador.
Naquela noite, tava tão feliz que queria comemorar. E, pra completar, minha irmã me deu o gosto: me ligou pra ver se eu não saía, pra gente se encontrar e tomar algo depois do jantar... Fui com todo gosto, cheia de vontade de provocar o cara. Coloquei um vestido rodado e uma blusa preta por cima, com decote e transparências, só pra ele. Minha irmã disse que eu me vesti como se fosse pra uma balada, e eu falei que a gente tem que estar sempre pronta pra qualquer coisa, nunca se sabe quando surge uma festa. O cara, pelo visto, não sabia que eu tava lá. Melhor assim, ia dar uma surpresa no quarto dele.
Preparamos as bebidas e ficamos conversando um tempão com minha irmã na cozinha. Depois, fomos pra sala, mas antes de sentar, fui ao banheiro. Desculpa pra passar e dar um oi pro cara. Quando subi, tava um silêncio, não tinha ninguém lá em cima porque meu cunhado tinha levado minha sobrinha pra uma festa, e minha sobrinha mais velha saiu com o namorado pra jantar. O quarto dele tava fechado. Ia bater, mas resolvi entrar e surpreendê-lo. Abri a porta, a luz tava apagada, e vi ele sentado no computador. Ele se assustou quando me viu. Fechei a porta e me aproximei dele.—Oi, gostoso, vim te dar um oi.
—Oi, tia, não sabia que você tava aqui.
—Queria te surpreender. O que você tá vendo?— Bem curiosa, comecei a mexer no computador dele.Tá bem inchadinho, neném, cê tá vendo pornô??- E era assim, o cara via pornô, tinha alguns vídeos pornôs abertos.—Tia, você me deixou mal com o presente que me mandou.
— Gostou? Amanhã vai ter mais, mas você não precisa ver pornô, não é melhor ter a puta da sua tia?Ao dizer isso, levantei uma perna e sentei em cima dele, olhando bem na cara dele.—Já sei, tia, mas não dava pra esperar até amanhã.-Não conseguiu, né?? Po, se tu fosse mais esperto, aparecia aqui em casa com qualquer desculpa, que eu te recebia de boa e, se tivesse algo, cancelava pra ficar contigo..- Ao dizer isso, beijei ele na boca e comecei a me mexer, o cara tava de pau duro, com a rola bem dura.Toma isso como um adiantamento pra amanhã, gostosa. Vou nessa antes que sua mãe desconfie.Dei outro beijo na boca dela e coloquei as mãos dela na minha bunda por baixo da saia, dessa vez o cara apertou forte, isso me deixou louca, mas levantei e fui embora. Antes de sair, acendi a luz e falei.Tá gostando do que eu tô vestindo??Dei uma volta linda pra o vestido levantar e mostrar minha raba e minha fio dental azulzinha bem enterrada na minha bunda.—Você é linda, tia, é uma deusa, é divina.Agradeci e fui embora, minha irmã, por sorte, ainda estava sentada na sala. Mas ela disse que eu tinha demorado um pouco, me perguntou se tinha acontecido alguma coisa, e eu falei que entrei no banheiro e fiquei ouvindo uns áudios que tinham me mandado, só isso, sem falar nada nem desconfiar, continuamos conversando e ouvindo música. Depois de um tempo, minha sobrinha e o namorado dela se juntaram a nós, meu cunhado também, e o punheteiro do meu sobrinho também. Ficamos na sala conversando e bebendo por umas horas. Conforme foi ficando mais tarde, ficamos só eu, minha irmã e meu sobrinho. Durante esses momentos, eu aproveitava pra provocar o cara sem que minha irmã percebesse. Muitas vezes eu me abaixava pra ele poder ver meus peitos, e me sentava levantando a saia pra ele ver minha bunda e minha calcinha. Aproveitava quando minha irmã ia pra cozinha pra me encostar no cara ou tocar nele. Quando minha irmã se afastava, eu falava umas putarias no ouvido dele. Num momento, minha irmã foi ao banheiro, e nós fomos pra cozinha pegar algo pra comer. Essa era a desculpa. Ao chegar na cozinha, fomos até a geladeira e eu me coloquei na frente dele, levantando a saia e mostrando minha bunda. Ele me deu um apertão forte como nunca tinha feito antes, sem pedir permissão, e me deu uma encoxada feroz. Isso me acendeu. Então peguei umas coisas da geladeira, coloquei no balcão e me joguei no cara, beijando ele de boca aberta. Sabia que não teríamos muito tempo, então nos devorávamos como se estivéssemos desesperados. Ele me pegou pela bunda e me deu apertões e encoxadas fortes. Eu ficava louca ao sentir aquela pica dura na minha buceta, tava a mil. Naquele momento, não queria parar, mas precisávamos porque minha irmã já estava voltando do banheiro. Pegamos um pouco de pão e um pouco de frios e levamos pra sala pra fazer um petisco improvisado.
A essa altura, o álcool já tava fazendo efeito em mim, e eu tava morrendo de vontade do cara, tava muito tesuda. E ainda por cima minha irmã me obrigando a ficar pra dormir. Aí, e dormir no quarto da minha sobrinha, mas não fiz isso, porque sabia que estando naquela casa ia cometer alguma loucura. Além disso, meu consolo era que naquele fim de semana eu teria o que tanto queria há muito tempo. Então aproveitei que meu cunhado ia sair para trabalhar de carro pra me levar pra casa. Antes de eu ir, meu sobrinho já tinha subido pro quarto dele. Enquanto meu cunhado preparava o carro pra sair, eu fui no banheiro, mas na verdade fui me despedir do cara. Entrei no quarto dele e ele já estava pelado, só de shortinho curto. Sem dizer uma palavra, sentei ele na cama e me sentei em cima dele. A gente se beijou de língua e eu me mexia igual uma puta em cima da pica dele, que já tava dura.-Vim me despedir, bebê! Hoje te espero na minha casa pra você me fazer sua.- O cara me deu um apertão forte na bunda e me deu um beijão.Vou estar aí, gostosa. E vou fazer tudo que sempre quis fazer com você.- Finalmente, eu pensava por dentro, e comia mais a boca dele. Ouvir ele falar aquilo pra mim pela primeira vez me deixava ainda mais excitada, queria que ele metesse aquela pica logo, eu tava muito molhada, mas tinha que ir embora. Então me levantei e dei um beijo na boca dele, mas antes tirei a calcinha fio dental e entreguei pra ele...Pra você, gostosa, tô te dando essa aqui, tá toda molhadinha.— Eu disse pra ele, dei um beijo, apertei o pau dele e fui embora.
Quando cheguei em casa, a tesão tava me consumindo, então antes de dormir, fiz uma boa punheta. Do jeito que tava, me deitei, levantei a saia e enfiei os dedinhos. Depois de uns gritos e uns movimentos, cheguei ao orgasmo gostoso, e ali fiquei exausta. Dormi do jeito que tava e acordei quase meio-dia daquele dia…
Finalmente tinha chegado o dia tão esperado. Tava feliz pra caralho com o que vinha pela frente, não via a hora do cara chegar. Falei pra ele vir naquela noite pra gente aproveitar ao máximo. Sabia que um puta fim de semana ia rolar, então no meu quarto preparei o que ia vestir pra dar um belo show pro cara. Naquele dia, tava com uma tesão danada. Não pedi pra ele vir mais cedo porque tinha coisas pra fazer, além disso ele tinha faculdade, então tudo se encaixava pra gente se deliciar à noite. Aproveitei os minutos livres que tinha pra esquentar ele mais um pouco. Mandava fotos minhas e das minhas partes pra ele ver o que o esperava, e fazia isso também porque esse joguinho me excitava… O cara, filho da puta, sobrinho da puta, melhor dizendo, também mandou umas fotos do pau dele tão duro. Eu já tava me molhando toda. Queria aquele pau logo…
Aquela noite chegou mais rápido do que eu esperava, e a ansiedade me matava. Mas, além de tarada, eu também era uma excelente provocadora de pinto, então decidi que quando ele chegasse, ia atrasar um pouco as coisas e esquentar ele mais um pouco, já que esse foi o joguinho que nos levou a essa situação linda.
Ele chegou bem na hora do jantar, e eu, bem puta, decidi recebê-lo num roupão rosa choque sem nada por baixo. O roupão era curto e delicado, marcando meus peitinhos durinhos de tesão. Quando ele entrou, esperou eu fechar a porta e me pegou por trás. Me deu uma encoxada tão forte que me assustei, e fiquei encantada com aquilo. Ele me tocava e beijava meu pescoço, eu podia sentir aquele pau duro encostado em mim. Cu, o cara tava me satisfazendo, tava esperando há muito tempo que ele me pegasse daquele jeito… Mas eu queria fazer meu joguinho, queria esquentar ele e me esquentar mais, então me afastei dele, e dando um beijo na boca dele como despedida, soltei ele e falei enquanto passava a mão na pica dele por cima da calça:Amor, adorei esse trato, tava querendo que você me faltasse com respeito assim há muito tempo... Adoro como você tem essa pica, é minha esse fim de semana inteiro, e eu sou sua, temos o fim de todo, agora vamos jantar, gostoso, e depois vou te dar uma surpresa.Eu mandei ele largar a mochila no quarto e vir jantar. Ele sentou, e eu ficava desfilando na frente dele; cada vez que voltava da cozinha, eu abria mais o roupão pra ele ver meu corpo, o corpo pelado da tia dele. Eu me abaixava de costas pra ele olhar minha bunda e minha buceta, e também fazia de frente pra ele ver minhas tetas caídas soltas por baixo da roupa. O cara não tirava os olhos de mim. Isso me deixava a mil, aqueles olhares eram os mesmos que ele me dava antes, só que agora muito mais intensos. A gente conversou pouco, ele se distraía com meu corpo. Com a comida já servida, tirei o roupão por completo e sentei pra jantar. Na mesa, comecei a falar de sexo, conversas quentes pra atiçar mais ainda esse fogo. Contei umas das minhas aventuras sexuais, ele contou umas das dele… a gente se contou o que tinha rolado depois do casamento, que cada um tinha ido embora acompanhado naquela noite. Nós dois transamos, e aí a gente se contou o quanto estávamos excitados, como teria sido aquela noite se tivéssemos voltado juntos. Essa conversa nos esquentava ainda mais, a gente ficava mais tarado, e conversamos bastante, sem preconceitos e sem tabus. Estávamos tão à vontade que contamos tudo, passamos um tempão falando, enquanto isso eu me tocava e me esfregava com as pernas, já estava molhada, eu passava a mão por baixo da mesa no pau durão dele… Já estávamos no ponto. Éramos um incêndio os dois. Sem levantar a mesa, falei pra ele me esperar no sofá, que eu ia dar um show lindo pra ele. Levantei e dei um beijão na boca dele.- Vale tia, tô te esperando, morro de vontade de ver esse show. Já que cê vem, me traz a mochila? Lá tem a proteção.
- Não precisa de proteção não, amor, já tomei todos os cuidados, eu gosto sem capa, bebê, quero sentir seu pau natural, pele com pele.Fui pro quarto e tirei o roupão, peguei no armário um conjuntinho também fúcsia, limpei minha buceta que tava toda melada e coloquei a tanga, um fio dental lindo que se enterrava na minha raba, vesti o sutiã, umas meias, e por cima um babydoll pequenininho com algumas transparências, deixando aparecer pra caralho. Calcei uns saltos altos e tava pronta pra sair. Já tava me molhando só de saber o que vinha pela frente, tava uma fogosa e prestes a realizar essa fantasia com meu sobrinho, prestes a cruzar o limite de vez. Era hora de ir ao encontro do meu sobrinho, era hora de devorar aquele corpinho e aquela pica, e ele comer essa puta que tem como tia.
Saí desfilando meu corpo de vagabunda e o cara já tava pelado, só com aquela sunga preta que eu dei pra ele. Ele disse que também queria me dar uma surpresa, surpresa que adorei quando vi aquele volume escondido dentro da peça, mas intumecido guardando um pacote lindo.Você é linda, tia, e é muito gostosa.
- Obrigada, meu amor, comprei pra você, assim te dou um belo show e depois você tira tudo de mim.Enquanto eu dizia isso, me mexia de forma sensual e dava voltas, deixando ele deslumbrado. Ele se levantou tentando me pegar, mas eu o afastei e sentei ele de novo no sofá, apoiando meu pé na perna dele e acariciando o pau dele com ele. Coloquei uma música sensual e fiz uma dança digna de cabaré. O cara me olhava sem perder um detalhe e se tocava por cima da sunga, com a entreperna bem avantajada.
Eu dançava pra ele e levantava minha camisola, mostrando minha bunda empinada, e apertava meus peitos, fazendo eles parecerem maiores do que são. Era hora de subir o nível. Troquei a música e coloquei um reggaeton. Na hora, subi em cima dele e comecei a rebolar no pau dele. Quando senti aquela coisa na minha buceta, soltei um suspiro — aquilo já tava durasso e eu já tava me molhando de novo. Levantei, peguei na mão dele e o levei comigo pra dançar do jeito que só a gente sabia. Virei de costas pra ele e rebolava a cintura nele, encostava minha bunda no pau dele e roçava devagar no ritmo da música. A gente tava se pegando fogo. O cara, sem hesitar, me virou e me levantou pela bunda, me colocando em cima dele. Comecei a me mexer e a ficar louca. Ele, com a boca, chupava meus peitos e passava a língua. Desci e, sem parar de rebolar, começamos a nos acariciar mais. Ele tirou minha camisola, me deixando só de sutiã e fio dental, enquanto me apalpava toda, amassava meus peitos e minha bunda, e passava a mão na minha entreperna, me fazendo soltar suspiros fortes. Me virou, colocando o pau dele na minha bunda, e se mexia, rebolando em cima de mim. Eu me apertei nele com o corpo todo, e ele soltou meu sutiã, tirou ele e ficava apalpando e amassando meus peitos, me deixando doida.
Depois disso, sentei ele no sofá e subi em cima dele. Sentei no pau dele e a gente se fundiu num beijo apaixonado e quente. A gente se devorava a boca como desesperados, e era isso mesmo — estávamos desesperados e muito tarados os dois. Sobrinho e tia estavam se comendo a boca e prestes a trepar. Isso nos excitava ainda mais. Eu devorava a boca dele, me movendo sobre o pau dele e roçando com minha buceta já toda melada dos meus sucos. Ele apertava minha raba e dava uns tapinhas. Me fez parar e tirou minha fio dental, o cara podia ver de frente minha buceta depiladinha, toda pra ele. E já bem molhada. Eu, sem demora, comecei a pegar no pau dele e a esfregar por cima da zunga, até liberar aquela porra de pau duríssimo e pulsando, tinha ele na minha mão, acariciei um pouco e já não aguentava mais, minha buceta pedia aquela dureza de pau dentro dela.
Era hora de sentir pela primeira vez o pau dele dentro de mim, era hora de cruzar o último limite que a gente não tinha cruzado, aquele momento era nosso, um momento que a gente desejava há tempos. Subi em cima dele e peguei o pau dele com a mão, apontando pra minha buceta, desci um pouco e, antes de enfiar, tirei um tempo pra curtir aquele momento. Primeiro senti a pontinha dele em mim e já comecei a soltar uns suspiros, devagar fui descendo e minha buceta se abria fácil, deixando o pau do meu sobrinho entrar, lentamente fui descendo, metendo aquela buceta dentro de mim até descer tudo e sentir ele até o fundo, soltei um grito quando entrou inteiro.Agora sim, seu filho da puta! Fazia tanto tempo que eu queria essa pica dentro de mim, e você também. Agora sim, cara, me come como sua putinha. Fode a sua tia puta, gostoso!!E dito isso, comecei a me mexer e suspirar com a pica do meu sobrinho dentro de mim. Eu me movia e devorava a boca do cara, me mexia devagar e aumentava a velocidade cada vez mais. Rebolava minha bunda em cima dele, sobre a pica dele dentro de mim, esse movimento deixava o cara louco e eu adorava ver ele assim enquanto comia a tia dele. Eu suspirava cada vez mais forte e meus suspiros iam se transformando em gritos. O cara me tocava e apertava meus peitos, colocava o rosto neles e brincava com a língua nos meus peitos e mamilos. Naquele momento, comecei a dar pequenos pulos em cima dele, cada pulo naquela pica gostosa me fazia gritar.-Que divina, cock guy, sim sim, me dá tudo, sim, guy.Cada vez eu pulava e me mexia mais rápido e mais forte, com o tesão que a gente tava, sabia que a gente ia foder muito rápido. A gente tava no fogo, se comia e se acariciava tanto enquanto transava, o tesão era tanto, tanto que nossos corpos já tavam suando de tanto calor e de tanto que a gente se mexia. Comecei a pular mais forte em cima dele e meus gemidos ficaram mais altos, ele se mexia me ajudando e me dando estocadas, nós dois pulávamos no sofá. O cara começou a me comer mais forte e eu pedia mais e mais, como a puta que sou, gritava mais alto, não ligava pra nada. Finalmente o cara tava me comendo, finalmente a gente tava fazendo o que tanto queria. Mais quentes a gente ficava, e mais forte a gente transava.
O cara me pegou com as mãos apertando forte minhas nádegas e me levantou, me jogou no tapete da sala e, deixando minhas pernas abertas, enfiou de novo sem dificuldade. Nós dois já távamos quase chegando ao orgasmo. Ele enfiou até o fundo e começou a se mexer em cima de mim, eu puxei ele pra perto pra beijar a boca dele e tocar ele todo. O cara começou a dar estocadas fortes na minha buceta e me fazia gemer igual uma louca. Como ele tava me comendo bem, tanto que eu já tava quase gozando. Ele começou a meter e tirar com força, eu tava debaixo dele e apertava ele contra mim, fazendo os movimentos roçarem meu clitóris no corpo dele. Isso me fez gozar igual uma condenada. Cheguei ao orgasmo com um gemido forte e movimentos intensos, o cara ainda não tinha gozado e continuou metendo em mim.-Vai, bebê, continua e goza dentro de mim, enche minha buceta de porra, amor.O cara continuou se mexendo, o que me fez ter outro orgasmo muito forte, e ainda mais ao sentir minha buceta se enchendo de porra. O cara tava gozando dentro de mim e eu tava adorando, eu gozava junto com ele. A gente se beijou apaixonadamente. A gente tava extasiado e satisfeito, curtindo aquele momento, aqueles dois orgasmos lindos que o cara me deu. Ficamos ali nos beijando de mansinho, os dois no tapete, nos recompondo, e pensando já sem culpa no que a gente tinha feito. Vinha um fim de semana de muito sexo pra nós dois, sem preconceitos, sem tabus e sem limites.— Cara, adorei. Se prepara que o fim de semana inteiro vou ser sua, vou ser sua putinha, faz o que quiser comigo que tô toda entregue.
— Tia, você é a melhor. Vou te comer do jeito que você quiser, gostosa. Também vou ser seu o fim de semana todo. Valeu por isso.
— Não me agradece, amor, adorei a sentada que você me deu. Vamos aproveitar o fim de semana.E foi assim que começou um fim de semana inteiro de puro sexo entre meu sobrinho e eu.
Depois daquela transa gostosa, ficamos deitados no chão, não demorou muito pra gente se agarrar de novo num beijo, e nos excitamos na hora, ficamos quentes de novo e nossos corpos se roçavam, pedi pra gente ir pra cama. Já na cama, nos enlaçamos de novo num beijo muito quente, o cara já tava duro outra vez e eu com a mão dava uns amassos nele. O cara me apalpava toda, metia a mão em tudo que era lugar e encostava aquela pica em mim, eu ficava mais excitada e com mais vontade de sentir a pica dentro de mim de novo.
O cara começou a descer pelo meu corpo até chegar na minha buceta depiladinha, começou a me fazer carícias e beijos por toda aquela área, o cara sabia como brincar comigo e como me excitar, eu só queria que aquela boca tocasse meus lábios e me comesse a buceta. E foi o que ele fez, primeiro começou a brincar com os dedinhos, e depois seguiu com a língua, me dava lambidas e aos poucos ia metendo a língua, eu ficava louca com aquilo, brincava com meu clitóris e meus lábios. Ele chupou minha buceta divinamente, mas eu, com todo aquele tesão, não aguentava mais. Queria pica.—Bebê, enfia logo... tô toda molhadinha, enfia logo!!O cara subiu e se posicionou entre minhas pernas, com minhas mãos segurei a rola e a direcionei, ele se ajeitou mais perto de mim e foi enfiando devagar, sentir aquela rola dentro de mim e ver meu sobrinho metendo em mim me fez dar um grito de prazer.
Ele se deitou sobre mim e começou a meter sem parar, eu também me mexia, era delicioso sentir aquela rola na minha buceta, mais delicioso ainda era que aquela rola era do meu sobrinho, isso me dava ainda mais prazer, esse tesão proibido. Eu tava muito puta e aproveitava tanto que dava gritos bem altos... o cara tirou a rola e me virou, me colocou de quatro, eu rapidamente obedeci, pedi pra ele não enfiar no meu cu (ainda) e ele colocou na minha buceta, enfiou devagar até chegar no fundo, e aí comecei a me mexer e ele começou a dar estocadas, metendo e tirando. Eu gemia como uma puta e pedia mais e mais.-Bebê… que piroc* gostosa. Me dá mais forte, mais forte, bebê. Arrebenta minha buceta.E aí o cara obedecia, me comia com mais força, fazia o corpo dele quicar na minha virilha, minha buceta já soltava muito melado, e quanto mais forte ele me metia e mais puta eu gritava, já sentia que ia gozar, e o cara falou a mesma coisa, me comeu com mais força e já dava pra sentir o orgasmo chegando, meu corpo começou a ter espasmos involuntários e eu soltei um gemido bem looongo, ao mesmo tempo que sentia o leite do meu sobrinho dentro de mim. Foi uma descarga de prazer entre nós. Nos jogamos na cama meio exaustos, ainda tínhamos energia pra mais, mas estávamos em êxtase, mal conseguíamos respirar. Mas ainda estávamos muito tesudos, as carícias que trocávamos nos excitavam ainda mais, e assim naquela noite a gente trepou mais 2 vezes, tudo muito intenso e insaciável, até que terminamos exaustos, dormimos pelados os dois, felizes por dar início a essa linda relação incestuosa.
13 comentários - Me aquecei com o masturbador do meu sobrinho (parte 2)
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