Manu, o corno de novo.

Relato a pedido, espero que gostem ;)

Quando conheci a Bárbara, percebi que era uma puta reprimida. Tava numa praça de mãos dadas com o namorado dela. Isso não impedia ela de dar uma olhadinha de canto pra cada cara que ela achava gostoso, mas fazia isso de um jeito tão disfarçado que mal dava pra notar. Claro que o Manu, o namorado dela, tava tão apaixonado que não percebia nada. Naquela tarde, os dois estavam juntos e ele não soltava ela nem por um segundo. Eu tava, como sempre naquele dia da semana, correndo. Dando voltas na praça com dois amigos com quem a gente ia trotar duas vezes por semana. A cada volta que a gente dava, aproveitava pra olhar pra ela, uma baixinha de rabão divino, meio nariguda (do que a gente costumava rir, além de ser óbvio que ela olhava pra gente e a gente se gabava disso), umas pernas firmes que eram apertadas por umas leggings bem justinhas e uma camisetinha sem nada por baixo. Puta gostosa essa mina, e a gente ficava excitado por ela ver a gente passar a cada volta, enquanto o Manu apertava a mão dela e não soltava. Num certo momento, a gente vê do outro lado da praça que ela fica sozinha por um tempo. Aparentemente, o Manu foi andando na direção de uma banca que tinha a uma quadra, momento exato que a gente aproveitou pra chegar rápido e passar bem devagar perto dela… Quando chegamos a um ou dois metros, paramos o treino e começamos a alongar. Enquanto fazíamos isso, os olhares se cruzavam e, como a gente tava tão perto, só precisava levantar um pouco a voz pra ela ouvir do que a gente tava falando.

- Já corri demais hoje, cara.
- É, já não aguento mais as pernas, mas se me dessem um tempinho com ela, acho que aguentava mais uns minutos sem problema…
- Haha, baixa a voz, doido, ela tá com o namorado.
- E daí? Ela não tira os olhos da gente… - Falei enquanto levei a mão até a virilha e apertei um pouco a piroca já meio dura.
- Haha, é verdade. Esse sorriso dela diz tudo…

A gente conversava entre os três quase na frente da Bárbara, que Meio envergonhada, ela baixava o olhar, olhava pros lados e conferia se Manu ainda estava longe, sempre com um sorrisinho safado no rosto.
— Sim, ele adora me olhar. Tá gostando do que vê, não é, mamãe?

E nós três olhávamos pra ela, enquanto continuávamos alongando, todos suados. A situação me dominava mais que tudo, cada vez mais a jovem se esfregava na calça, e olhando pra ela, aquela carinha de puta sedenta de porra, que sorria pra gente. O cabelo castanho dela balançava com o vento de vez em quando, enquanto ela continuava sentada de pernas cruzadas e ajustava a legging, puxando ela cada vez mais pra cima, fazendo a buceta e aquele rabo ficarem bem marcados, deixando a gente ver um pouco.

Barbar viu que Manu voltava com um refrigerante depois de um tempo, a gente ficou alongando mais… não era tarde e a gente tinha tempo pra ver o que rolava, e a situação tava pedindo algo a mais.
— Que rápido, amor, conseguiu me trazer algo pra beber? — Ela disse
— Sim, tinha gente no quiosque, não fui tão rápido… além disso, não era tão perto como você disse.
— Bom, foram duas quadras, e naquele quiosque sempre tem gente porque é o único que tira fotocópia nessa área. Que gostoso esse refrigerante…

Enquanto bebia pelo canudo, ela olhava pra gente, e quando Manu se distraía, ela mostrava a língua, olhando pra nós e brincando com o canudo… tava claro que a puta queria pica pra caralho.
— Acabou, amor, por que você comprou a pequena? Você sempre igual, sabe que eu gosto das grandes… os refrigerantes. E você sempre traz a pequena.
— Não me enche o saco com isso, Bárbara, na praça não.

A gente percebeu que isso era uma brincadeira íntima entre eles, claramente Manu era um péssimo negociante e ela tirava sarro na nossa frente. Além disso, ela não falou baixo, foi bem o contrário, a gente ouviu e não conseguiu evitar de se olhar e rir um pouco também.
— Fiquei com sede, Manu! Traz algo maior, vai, ainda é cedo e a tarde tá bonita, quero ficar mais um pouco.
— De novo? Mas vou demorar muito, é uma… Que merda esse quiosque.
- Vai, amor! Se você for rápido, eu fico aqui, gosto da paisagem. Já sabe que se se comportar direitinho comigo, à noite tem prêmio.
Pedaço de puta, pensamos nós. Vamos ver o que você faz agora que seu namorado foi embora de novo. Manu saiu resmungando e andando devagar…

Não estava a mais de dez metros quando ela virou o olhar pra nós e falou:
- O que vocês estavam dizendo, garotos? Olha que eu também gosto de queimar calorias, mas não correndo…
- Hehe, a gente também. Na verdade, viemos numa kombi que tem espaço atrás, tá ali estacionada, tá vendo? E seu namorado parece que vai demorar um pouquinho…
- Tô vendo sim, tem lugar atrás, é?
- Sim, vem que eu te mostro… – falei enquanto meus dois amigos ficavam na praça. Tava claro: enquanto o namorado demorava, ela ia chupar bem minha pica, e depois de mim iam os outros dois. A gente até brigou um pouco pra ver quem mostrava a van primeiro, mas como era minha, eles não tiveram argumento pra serem os primeiros.

Chegamos na kombi, abrimos as portas de trás e fechamos rápido. Com um movimento brusco, agarrei ela e beijei enquanto apalpava tudo. Bárbara não reclamou nem um segundo, muito pelo contrário. Começou a pegar na minha pica por cima da calça e baixou ela num instante. Peguei ela pela cabeça e enfiei bruscamente a pica na boca dela. Não estávamos muito confortáveis na parte de trás da kombi, mas dava pra ela matar a vontade de engolir porra e eu esvaziar minhas bolas na boquinha dela. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela engolir a pica toda, que já tava dura há um tempão.Manu, o corno de novo.Uma pequena janela com vidro fumê permitia ver lá fora e controlar um pouco a situação da Manu… foi literalmente uma mamada de boca, ela se deixava sem problemas enfiar a rola até o fundo enquanto fazia um barulho com a boca.garganta profundaPor sua vez, a tesão da puta da Barbara fazia ela se masturbar com as mãos na buceta dela, que começava a molhar a calcinha e um pouco a legging. Mas ela não ligava, tava totalmente vidrada naquela pica na boca dela e tinha esquecido de todo o resto.cornudoTive que ser eu quem apressasse as coisas, porque meus dois amigos estavam fazendo sinais de fora pra eu me apressar, parecia que o Manu tava voltando de longe…. Peguei a Barbara com força pelos cabelos e meti com tudo, fazendo meu pau entrar e sair inteiro da boca dela até a garganta. Em questão de segundos comecei a gozar que nem um cavalo, enfiando o pau até o fundo e ela engoliu tudo. Rapidinho ela limpou uns restos de saliva e porra que ficaram na boca dela e a gente desceu apressado, cada um pro lugar que tava antes. O Manu notou a Barbara meio ofegante mas nada além, reclamando que sempre tinha gente naquela venda:

- Aqui tá sua refrigerante, amor, essa venda é uma merda, tem certeza que não tem outra?
- Valeu, lindo!! - E com um beijo agradeceu… - Sim! Agora lembrei que tem outra! Haha me perdoa.
- Por que não me falou? Além disso, me arrancaram a cabeça no preço desse refrigerante.
- Me perdoa, amor, tem outra naquela rua, agora só faltam uns biscoitinhos gostosos, me deu fome!
- Não! Você vai me fazer ir de novo? Sério? Podia ter pedido antes!
- Vai, Manu! Sabe que vou me comportar bem hoje à noite, compra uns biscoitinhos pra mim, please!
- Tá bom…. você tem algum dinheiro? Eu saí sem nada e já gastei o que tinha…
- Mmm não, não vim com nada… mas por que você não passa na sua casa? Tá aqui do lado…
- Uff, tá bom, mas à noite você vai ter que me compensar, hein, gatinha
- Haha claro que sim, lindo.

E foi assim, enquanto o corno do Manu foi buscar dinheiro na casa dele e depois na venda… a gente sabia o que ia rolar, a poucos metros de ele ir embora, a Barbara imediatamente levantou e foi pra kombi.

Dessa vez fomos nós três, eu com o celular na mão filmando tudo… meus dois amigos fizeram o mesmo com ela, mas de dois em dois. A Barbara chupou e chupou, trocando de pica, primeiro uma, depois a outra. Eu filmava e incentivava.

- Vai, puta, puta gorda. Engole essas picas igual engoliu a minha. Esse corno vai demorar pra voltar.
- Aggg Aggg Mmmm que pijas gostosas, me dá tudo. Deixem eu cheia de porra e com cheiro de pau de macho.cornudoBarbara estava descontrolada, não parava de bater uma pra um e chupar o outro.
A gente passava a mão nela e enfiava dois, três dedos naquela buceta molhada que pedia pra ser comida aos berros. Do jeito que deu, a gente comeu ela por uns minutos também, enquanto ela continuava se lambendo de tanto que tava gostando.enfiar na gargantaAssim passaram uns minutos e, percebendo que era a hora, voltamos a bater uma e gozar na cara dela. O leite caiu nos peitos dela, na boca. Ela tentou engolir tudo que pôde pra não deixar vestígios. Com nossas picas, a gente espalhava a porra que tinha na cara dela até a boca pra ela engolir.Desculpe nao posso traduzir esDepois disso, a Barbara ficou com uma porra escorrendo que não dava pra disfarçar nem um pouco. A gente limpou a cabeça da pica no rosto dela, ela sempre sorrindo…

Eu fiquei de pau duro de novo de tanto filmar como a vaca gorda da Barbara chupava pica, então peguei ela, me deitei como deu e fiz ela chupar e chupar. Chegou a hora, ela não aguentou mais aquela mamada e eu comecei a gozar nela, do jeito que ela tanto gostava, enquanto ainda tava com a pica dentro da boca dela, e com minhas últimas forças enfiei até onde entrou… ela não conseguiu engolir tanta porra…fadiga cronica

Desculpe nao posso ajudar comNós descemos e fomos na kombi… pela janela vimos como ela recebia o Manu, abraçando ele e dando um beijo. A expressão do Manu ao ter ela perto foi tipo alguém que sente um cheiro estranho… Vimos ele olhar ela de cima a baixo e eles ficaram juntos, de mãos dadas, na praça.

5 comentários - Manu, o corno de novo.

Buen relato
Geniales gifs jeje
gracias
Meliadu +1
Me alegra que haya gustado! Gracias por comentar. 🆒
Muy buen relato! Quiero una Barbara! Lástima que no se ven los gifs.
Manu, o corno de novo.
Tremendo relato !!
Gracias por compartir 👍
Loco muy buen relato... Te deje puntos, espero que sigas con la historia porque esta muy buena. Abrazo!