Duda (futanari 4)

Minha excitação subia a cada gemido dela, não aguentei e me coloquei em cima da maca, sentando sobre ela. Fiquei observando como daquela boca linda saíam gemidos preciosos que eram música para meus ouvidos, como a respiração ofegante fazia subir aqueles peitos magníficos num ritmo delicioso. Não resisti e coloquei meu membro monstruoso entre eles, apertando para sentir o calor e a maciez, e como eles o apertavam. Em seguida, comecei a mover lentamente, chegando até a boquinha dela, que também exalava um calor acolhedor. Meus movimentos foram ficando cada vez mais enérgicos; a cada investida, sentia a boca dela se abrir um pouco mais, podendo notar a língua e a umidade. Não aguentei e agarrei os biquinhos dela; nisso, a garota soltou um gemido, mas continuou dormindo. Comecei a torcê-los suavemente, enquanto ela gemia. Minha respiração começou a acelerar, assim como meus movimentos; cada vez queria mais e mais, não conseguia me conter. As veias do meu pau pulsavam, o calor me invadia, sabia que estava no limite. Aquele ser que habitava em mim queria muito mais. Quase na hora, o calor me transbordou, meu pau ficou tenso demais e uma enxurrada de porra cobriu quase todo o rostinho lindo dela. Meus olhos se fecharam de prazer e soltei um gemido que ecoou pela sala onde eu estava. Mas aquilo não parava por ali, eu queria muito mais.

Não aguentei e virei ela, e pude ver a buceta dela se mostrando para mim, rosada, apetitosa e muito molhada. Não resisti e esfreguei a cabeça do pau nela, molhando com os próprios fluidos dela. Devagar, fui introduzindo; podia ouvir a buceta dela emitindo sons com a penetração e com os fluidos. Assim que entrou, comecei a empurrar mais para dentro, sentindo como o interior dela se abria para a minha passagem, sentindo o calor e a umidade. Logo percebi o limite dela, e nem estava com a metade dentro. Sabia que se levantasse o corpo dela, podia entrar um pouco mais, e foi o que fiz; levantei o corpo dela e notei como a glande deu mais um empurrão, fazendo com que um pequeno volume aparecesse na barriga dela. Aquela sensação era maravilhosa, eu estava no fundo dela, sentia o calor dela e como o corpo dela tremia na minha frente, e ao mesmo tempo ela soltava uns gemidos de prazer. Foi incrível, não queria que aquilo acabasse nunca, então comecei a me mover devagar, sentindo como a buceta dela até sugava a minha e ao mesmo tempo apertava com força. Não consegui evitar, continuei me mexendo, nossos gemidos se misturavam em uníssono, meus movimentos ficavam cada vez mais fortes, sentia os fluidos dela escorrendo pelo meu pau e os quadris dela molhando o lençol da maca, mas pouco me importava, queria gozar dentro dela. Mas logo senti a buceta dela ficar ainda mais apertada e uma enxurrada de fluidos saiu dela, molhando o meu pau, enquanto ela soltava um gemido tão alto que encheu a sala. Sabia perfeitamente que ela tinha gozado, mas eu ainda queria me derramar dentro dela, inundá-la com meu leite sem parar. A cada estocada, sentia que estava chegando no meu limite, dava pra ver o volume subindo e descendo na barriga dela. Não queria dar trégua nenhuma, a garota parecia um trapo nas minhas mãos, um brinquedo que eu manuseava do meu jeito. Tava tão focado naquilo que nem ouvi a porta abrir. Quando já tava quase no limite, senti umas mãos me agarrando. Não fazia ideia de quem era, mas tinha um palpite, já tinha sentido a mesma coisa antes e sabia que não ia me enganar quando virasse a cabeça.

E, de fato, quando virei, percebi que era a Aoi. Lá estava ela, completamente nua, com o pauzão dela todo duro.

— Me solta… quero gozar dentro dela… você não tem esse direito… — falei, esperneando no ar, tentando me soltar, mas era impossível.

— Relaxa, você vai se sentir incrível… eu prometo… — disse a Aoi com um sorriso safado, enquanto piscava um olho.

Na hora, senti a glande do Meu sexo se abrindo caminho dentro do dela, nunca tinha sentido nada igual antes. Senti um pouco de sangue saindo, era a primeira vez que experimentava aquela sensação. Embora doesse, eu não queria que parasse. Percebia como, a cada centímetro, ele ia entrando mais e mais, era uma sensação prazerosa e dolorosa que me tomava por inteiro. Por que não dizer, eu sentia um pouco de medo, mas não me importava nem um pouco. Meu coração me dizia que eu estava com alguém que seria muito importante na minha vida. Quando o sexo dela chegou lá no fundo, senti como se batesse no meu útero. Surpreendentemente, notei que ela começou a se mover, mas não do jeito normal: ela girava lá dentro, dando voltas, me preenchendo cada vez mais rápido. Rapidamente, a dor tinha desaparecido, substituída pelo prazer, que era maravilhoso e indescritível. Dava até pra dizer que eu me viciaria naquela sensação. Ao mesmo tempo, ela começou a mover os quadris devagar, uma e outra vez. Não consegui evitar: virei a cabeça e vi a cara dela de prazer. Imediatamente, meus lábios se encontraram com os dela e começamos a nos beijar loucamente, enquanto ela continuava se movendo freneticamente, batendo no meu útero a cada investida. Eu nem conseguia imaginar que quem eu estava fazendo aquilo sentia isso — era algo maravilhoso que eu não queria que acabasse. Nossas línguas dançavam na boca uma da outra, enquanto a cintura dela continuava se movendo sem piedade, perfurando meu interior sem descanso. Meus fluidos escorriam sem controle, manchando o chão e minhas coxas, fazendo tudo brilhar, se misturando com os da minha parceira. Instantaneamente, senti uma onda de calor me invadir e como meu sexo — tanto o meu quanto o dela — se contraía de novo. As veias do meu sexo endureceram, enquanto minha buceta apertava ainda mais a da Aoi. Naquele momento, pareceu que o tempo congelava para sempre. E logo senti uma enxurrada de fluido me invadir, enquanto meu sexo expelia esperma como se fosse uma fonte, manchando aquele lugar. Ao mesmo tempo, percebi que Aoi gritava, mas eu não queria tirar minha boca da dela. notei seu gemido abafado na minha boca e como uma enxurrada de porra me inundava por dentro, preenchendo até o lugar mais escondido do meu interior, e até senti escorrer pra fora com as investidas do Aoi, se misturando com nossos fluidos. Não consegui fazer nada além de fechar os olhos e me deixar levar, estava quase sem sentidos, não aguentava mais. Na hora, fechei os olhos e nem sei quanto tempo fiquei assim.

Quando abri os olhos, me senti muito fraca e cansada, notei aquela coisa sumindo aos poucos, ao mesmo tempo que estava com uma puta fome. Do meu lado, me olhando com olhos meigos, estava o Aoi, ele tinha ficado comigo até eu acordar.

— Muito obrigada… por me ajudar… — falei, baixando a cabeça, envergonhada pelo que tinha rolado.

— Não se preocupa… estranhei você demorar tanto, além disso me falaram que a doutora não tinha vindo… e colocaram essa aí, e é estranho, a enfermeira sempre me avisa… dois dias antes quando vai faltar… — disse Aoi, pensativo sobre o que estava acontecendo.

— Foi sua primeira vez…? — perguntou Aoi, baixando a cabeça e meio corado, mas sem perder o sorriso.

— Se você tá se referindo a isso… sim, foi minha primeira vez… e tenho que confessar que adorei… — respondi com um sorriso nos lábios e o calor nas bochechas.

— Fico feliz que você tenha gostado… mas bom, a gente tem que arrumar essa bagunça e tentar que essa mina não descubra nada… — disse Aoi enquanto a gente se levantava e se arrumava, eu e aquela zona.

Na hora, ouvimos uns gemidos que vinham do armário dos medicamentos, pareciam bem fracos, meio abafados, mas dava pra ouvir claramente.

— Você ouviu isso…? Parecem uns gemidos, vêm do armário dos medicamentos… — perguntei com certa curiosidade, vendo que na hora Aoi se posicionou do outro lado da porta pra abrir.

— Beleza, na contagem de três… um… dois… e três… — disse Aoi enquanto abria a porta de uma vez, na hora um corpo amarrado e amordaçado caiu no chão, era a enfermeira, que ao parece que a tinham retido.

— Mas o que fizeram com ela…? …— perguntou Aoi, cheia de curiosidade, sem saber o porquê e o que ela tinha a ver com tudo aquilo.

— Não sei, estava revisando o histórico da Akemi quando três caras entraram e me bateram, caí no chão e não lembro de mais nada…— respondeu Ashley com um tom de medo na voz, e sinceramente não era pra menos depois do que tinha passado.

— Sabe quem eram…? …— perguntou Aoi, tentando descobrir o que estava rolando e começar a ligar os pontos.

— Sim, sei quem são… são da sua mesma turma, Aoi… teria que olhar nos arquivos… pra lembrar dos nomes deles agora, não consigo, minha cabeça tá doendo pra caralho… o que eu lembro é da tatuagem que eles tinham nos pulsos, um símbolo japonês…— respondeu Ashley enquanto tocava a cabeça, provavelmente tinha algum galo, mas o que ela disse me arrepiou toda, embora minha reação não tenha passado despercebida pra Aoi.

— O exame médico deve ter terminado… é melhor irmos nos trocar e comer alguma coisa… Akemi, tá acontecendo algo? … Tô te achando meio pálida…— disse Aoi enquanto me olhava de cima a baixo.

— Tô me sentindo meio cansada… e minha cabeça tá doendo…— falei enquanto tentava andar, porque na hora tive uma tontura leve, minhas pernas tremiam, mas não o suficiente pra me fazer cair no chão.

— Senta um pouco… é melhor descansar…— disse Aoi enquanto eu me sentava na cadeira da Ashley e tentava descansar. Enquanto isso, Aoi cuidou da outra garota, vestindo ela e deixando ela descansar, pelo visto ela só estava sedada, mas pensei que ela ia levar um susto quando acordasse.

Sentei naquela cadeira juntando as pernas o mais forte que podia, me sentindo meio desconfortável, sem o adesivo colocado. Já tinha me acostumado com ele e sem ele corria o risco de ficar excitada de novo.

— Toma isso…— disse Ashley enquanto me oferecia umas vitaminas, pelo menos melhoraria um pouco.

— Você — Aconteceu algo…? — perguntou Aoi, estranhando, enquanto me via fechar as pernas daquele jeito.

— Não tenho o selo… e a Christine… não, teria que chamar ela… pode acontecer de novo… — falei, baixando a cabeça, tentando pensar em outra coisa, porque aquela vontade de continuar já começava a aumentar e, com certeza, eu não conseguiria segurar sempre.

— Você tem o número dela ou algo pra ligar…? …se ela me deu… tenho os dois, mas não tenho celular… — disse, lembrando do que a Christine tinha falado antes de ir trabalhar.

— Não se preocupa… Com certeza a Ashley vai te emprestar… — falou Aoi, enquanto conversava com a doutora pra poder fazer uma ligação. Na hora, voltou com o celular na mão.

Disquei os números com os dedos tremendo, ainda tava meio tonta e a cabeça continuava doendo, mas graças às vitaminas, não era tão forte como antes.

— Alô… Quem é…? — disse Christine, com um tom como se estivesse no meio de uma venda.

— Christine, sou eu, a Akemi… Você pode vir pra academia com um selo…? É que o que eu tinha caiu e acho que não adianta colocar de novo… — falei com a voz cheia de medo do que ela poderia dizer, nunca aguentei bronca.

— Mas dá pra saber o que você fez…? Você tá bem…? — perguntou Christine, quase sem controle, o tom dela tinha mudado radicalmente pra medo.

— Não se preocupa, sério… tá tudo bem… vem e traz isso pra mim… — falei, tentando acalmá-la, mas sabia que até ela falar com a Ashley, não ia ficar tranquila.

— Tá bom, não vou demorar… me espera na enfermaria… — disse Christine, enquanto desligava a ligação.

— Ela não vai demorar muito… muito obrigada por me emprestar o celular… — agradeci pelo favor que ela tinha feito, só esperava que ela chegasse rápido, porque aquilo não ia demorar pra sair de novo.

— É melhor eu ir falar… com o diretor sobre o que aconteceu… — disse Aoi, já que um ataque devia ser notificado, embora ela não tivesse muita certeza se era a pessoa certa pra isso. mas indicado pra saber disso, porque aqueles caras quem tinha mandado era ele mesmo.

— Dá pra esperar e a gente ir junto...? — perguntei pra Aoi, pra pelo menos não me deixar sozinha, já que ela tinha me salvado duas vezes de fazer merda com uma garota inocente.

— Claro, sem problema... — disse Aoi, sorrindo pra mim com aquele jeito feliz dela de sempre.

Christine não demorou mais de vinte minutos pra aparecer. Quando chegou, entrou correndo na enfermaria com cara de medo, sem saber o que ia encontrar. Quando me viu, se jogou pra me abraçar, torcendo pra que não tivesse acontecido nada estranho.

— Christine, não se preocupa... ela tá bem, embora eu note que ela tá com um pouco de anemia... fica tranquila... não aconteceu nada estranho... graças à Aoi... pelo menos a ela... — disse Ashley, se levantando e passando a mão na cabeça, ainda dolorida por causa do golpe.

— Aconteceu alguma coisa com alguém...? — perguntou Christine, meio exaltada, esperando o pior.

— Bom, aquela garota pelo menos vai acordar um pouco dolorida e espero que não se lembre de mais nada... além disso, eu levei uma porrada... uns caras com umas tatuagens de um símbolo japonês... — disse Ashley, resumindo bem por cima tudo que tinha rolado.

Aquela resposta fez um arrepio percorrer a espinha dela inteira, e o medo no rosto dela ficou ainda mais evidente.

— Isso já é demais... a gente devia se mudar de novo pra outro lugar... não dá pra ficar... é perigoso demais... — disse Christine enquanto colocava o adesivo em mim. Assim que senti o toque dela, me senti mais aliviada, e a vontade que eu tava sumiu completamente.

— Não quero me mudar de novo... tô cansada de ficar viajando de um lugar pro outro... a gente tem que enfrentar eles... — falei, criando coragem. Já tava de saco cheio. Durante todos esses anos, fui de uma escola pra outra e não consegui fazer amigos. Agora que finalmente tinha encontrado alguém, não ia embora de novo.

— Mas Akemi... você sabe o que tá falando...? Eles podem te pegar, e eu não me perdoaria se te perdesse... — disse Christine me abraçava, e eu sentia as lágrimas escorrendo pela bochecha dela, embora não soubesse dizer se era de emoção ou de medo.

— Christine… a gente não pode fugir… quantas vezes tentarmos, eles vão nos perseguir de novo… seria um ciclo sem fim… a gente tem que enfrentar eles de algum jeito… — falei, tentando animar a Christine, e parece que minhas palavras surtiram efeito nela.

— Tá bom… mas por onde a gente começa…? … — perguntou Christine, meio perdida, enquanto enxugava as lágrimas. Parecia que aquele choro tinha servido pra desabafar; ela sabia muito bem que não queria me perder, que eu era a única coisa que restava pra ela.

— Por aqueles caras… os da tatuagem que a Ashley mencionou… mas é melhor a gente fazer isso sozinha… pra começar, é melhor a gente contar pro diretor… — disse Aoi, tentando traçar um plano, mas eu tava convencida de que a ideia de falar com o diretor não era a melhor.

Saímos da enfermaria, rumo à sala do diretor, pra contar o que tinha acontecido enquanto a Christine conversava com a Ashley.

Os corredores estavam cheios de gente, era o recreio e todo mundo tava indo de um lado pro outro, embora não estivessem muito lotados. Enquanto caminhávamos, comecei a procurar a Kameko e a Etsuko, mas não via elas em lugar nenhum.

Aoi perguntou pra secretária se podia ver o diretor, e ela logo nos levou até a sala dele. Quando chegamos no corredor, vimos que a porta estava entreaberta, o que me deixou bem desconfiada. Assim que entramos, vimos o diretor amarrado na cadeira e amordaçado, algo que me surpreendeu bastante, considerando a conversa que eu tinha ouvido.

1 comentários - Duda (futanari 4)

Refkan
Espero que lo continues. Te di puntos como pediste. 😉