Post anterior
Próximo post
Compêndio ILá pelas 7, me acordaram do jeito de sempre. Tava cansado e mal conseguia me mexer, mas fiquei feliz em reconhecer aqueles lábios procurando o “café da manhã balanceado” deles.
“Amor, continua dormindo!” ela disse, depois de ter engolido tudo. “É pra dar sorte!... sabe como é… pelo controle…”
Era uma das matérias que preocupava ela, porque era de nivelamento e ela sempre confundia conceitos gregos com romanos. De qualquer forma, tinha se preparado bem, estudando junto com a Megan.
Mas enquanto a maioria das mulheres ia dar um berro ao ver o marido na cama com a vizinha, a Marisol me dava um boquete e se despedia com um beijo suave nos lábios, com um gostinho misturado de limão e meus sucos.
Voltei a dormir por umas horas…
Apesar de ter demorado pra abrir os olhos, consegui sacar o que tava rolando: aquele vai e vem na minha barriga, a umidade pegajosa entre minhas pernas, a respiração ofegante e um calorzão se espalhando pelo meu corpo, começando pela ponta da glande, que se refrescava e molhava sem parar…
Tavam me montando.
“Ahh!... Ahh!... Me dá!... Me dá tudo!...” consegui ouvir.
E abrindo os olhos, dei tudo. Aquelas cadeiras moendo em mim, aqueles peitos quicando e aquele torso tão gostoso, ereto e com a cabeça virada pro teto, mergulhada em outro orgasmo delicioso…
Mais uma gozada, pra insaciável Fio…
“Bom dia!” ela me cumprimentou, toda alegre, mansa e suspirando. Sem esquecer, claro, que de novo me tinha preso dentro dela.
“Bom dia!” respondi, com um sorriso igual ao dela e suando pra caralho.
“Tava te ajudando…” ela começou a se desculpar. “Tava durinho… e pensei que podia te doer…”
“Que bom! Aprendeu com seu marido?” perguntei, ainda bufando.
“Não!... ele… não fica assim tanto.” Respondeu ofegante.
Ficamos deitados uns 20 minutos, nos beijando e nos acarinhando, já que ela não descia de mim…
“Tem alguma coisa… que eu pudesse fazer por ele?” perguntou, olhando pra ele com uma vontade de meter de novo. chupá-la, depois de tirar da bainha.
“Não. Acontece toda hora com a Marisol.”
Ela nem olhava nos meus olhos. Eu tinha ela hipnotizada…
“Não dói?” ela perguntou, começando a massagear devagar.
“Um pouco, mas passa com um banho gelado…” respondi, tirando a mão dela.
Claro, o banho abaixa, mas só pela metade.
Ao meio-dia, enquanto a Fio amamentava as pequenas, meu rouxinol ligou.
“Love, você pode vir pra universidade?... Preciso de uma ajudinha sua.”
“Claro! Você tá na faculdade?”
“Não, a gente tá no… Megan! Onde a gente tá?... Tamo no Barr Smith. A biblioteca Barr Smith.”
Avisei a Fio que precisava sair. Ela ficou decepcionada, porque queria cozinhar comigo e, muito provavelmente, brincar também…
Então aproveitei pra encher o tanque de gasolina e o tanque do estômago também, com uma pizza média e uns energéticos no posto.
A Universidade de Adelaide é enorme. Tem um monte de faculdades, campos de futebol, academias, bibliotecas, restaurantes…
Até um rio passa por ela… uma verdadeira cidade dentro da cidade.
Chegando na universidade, o GPS pifou.
Tem uma infinidade de prédios, faculdades e campos esportivos. Comecei a percorrer a cidadezinha, de uma margem à outra, procurando a biblioteca, mas sem muita sorte.
Resolvi parar pra perguntar num campo esportivo (já que não sabia se a Marisol ia atender a ligação) e me deparei com uma das divisões de futebol feminino da universidade.
As gloriosas “Blacks” (gloriosas porque me lembraram o céu dos vikings): umas 15 gatinhas, entre 18 e 25 anos, de raças, tamanhos, cores de cabelo, olhos, pele e outros atributos diferentes, que me impediam de decidir qual era a mais gostosa de todas.
E eu, sem palavras, com todas elas rindo de mim. Consegui balbuciar algo pra capitã, uma morenaça lindíssima, que eu tava perdido e procurando a biblioteca.
Mesmo tendo dado na Fio como um tambor, nunca tinha visto tanta beleza junta, e algumas até me olhavam com um jeito meio safado, mas eu tentava prestar atenção na capitã, que me mostrava num mapa o meu objetivo. Peço desculpas pelo incômodo, agradeço e vou embora, vermelho de vergonha.
Atravessando o rio, fica o prédio.
A biblioteca me deixou de queixo caído. É um prédio antigo, de tijolo, com pilares, que me lembrou a "torre do relógio" onde caía o raio e potencializava a máquina do tempo daquele filme dos anos 80.
Entrei e, depois de procurar um pouco, encontrei a Megan, que ficou feliz em me ver.
"E a Marisol?" perguntei, depois dos cumprimentos.
"Acho que ela tá passando mal. Tá indo e voltando do banheiro direto."
Nisso, chega a minha passarinhazinha.
A Marisol tava usando um jeans velho, que antes da gravidez ficava folgado, mas agora disfarça a bunda gostosa dela, e uma camisa branca sem manga, abotoada até acima do peito.
Geralmente, minha passarinhazinha mostra só o necessário. Nem tanto pra provocar, mas também não pra passar despercebida. Mas a roupa que ela escolheu foi azarada, porque ela parecia toda suada, mesmo com o ar-condicionado do prédio.
Já a Megan tava mais pra verão. Usava um conjunto azul de jeans bem bonito, com alças nos ombros, que mostrava de um jeito simples a silhueta delicada dela.
"Marco!" exclamou a Marisol e me deu um beijo gostoso. "Que bom que você veio!"
A exclamação dela em espanhol foi meio alta, e pediram pra ela fazer silêncio.
"O que foi?" perguntei, na nossa língua nativa, quase sussurrando. Me senti mal por deixar a Megan de fora da conversa.
"É que é uma emergência!... É simplesmente terrível!..." ela começou a se alterar de novo, mas eu acariciei ela e pedi pra se acalmar.
Mesmo que a Megan não saiba espanhol, "emergência" e "terrível" são parecidas nas duas línguas, então ela prestou mais atenção em nós.
"O que que houve? Você tá se sentindo mal?"
"Não, é pior que isso..." ela disse, quase chorando. “É o ‘ovinho’! A bateria acabou!”
“E por isso você me fez vir?” exclamei irritado, levantando a voz e surpreendendo a Megan. Além disso, me mandaram calar a boca.
“Mas é claro!…” ela exclamou, sussurrando indignada comigo. “É sua culpa! Você e a Fio me fizeram gastar a bateria!”
A duração do vibrador dela, ou “ovinho das respostas”, em termos de pilha, é de umas três horas e meia, mais ou menos.
Não ia ficar discutindo nossas intimidades na frente da Megan, mesmo em outro idioma. Mas tentei soar racional.
“E você não podia ter comprado um par de pilhas por conta própria?”
“Por acaso você vê uma farmácia por aqui?” perguntou, com os olhinhos verdes derramando fúria.
Na minha terra, dava pra comprar pilha em quase todo canto. Mas aqui, só em alguns supermercados e farmácias.
Até nas lojas da universidade é capaz de não venderem. Com as novas tecnologias, passou o tempo em que os estudantes usavam aquelas calculadoras enormes que precisavam delas.
“E o que você sugere?…”
O olhar dela dizia tudo…
Fiz bico.
“Por favor! É sua culpa e você tem que se responsabilizar!” respondeu.
Provavelmente, essa linha ela leu num mangá…
Pelo show que estávamos dando, a Megan estava mais interessada na gente do que em estudar.
“Mas a caminhonete está estacionada ao ar livre…” me desculpei.
“Tem os banheiros…” sugeriu, sem aceitar minha resposta.
“Mas deve ter câmeras, seguranças e tudo mais!”
“Tem só uma câmera e já fui me tocar umas 3 vezes…”
A naturalidade com que ela diz essas coisas é como um balde de água fria pra mim.
Como já mencionei, a Marisol adora transar ao ar livre. Algumas manhãs em que venho deixá-la, a gente aproveita pra estacionar a caminhonete num lugar discreto e eu dou o gosto pra ela.
Mas constantemente, seja indo a um shopping, supermercado, cinema ou loja de departamento, ela repara na segurança pra gente se esconder.
E pelo visto, nem a universidade era exceção…
Nos desculpamos com a Megan. Megan e eu, como se fosse um filme de espionagem (só que sem o spray pra luz infravermelha), nos infiltramos pra ir no banheiro. Tinha gente no saguão, então o segurança não devia estar olhando os monitores.
Entramos no banheiro feminino e, por sorte, tava vazio.
"E por que vocês tão estudando aqui?" perguntei, abrindo a porta do box. Sabia que a Faculdade de Artes tinha uma sala de estudos.
"Bom... a Megan sugeriu a gente mudar." Ela disse, enquanto tentava tirar a calça jeans no box apertado.
"Que dia ruim pra usar elas!" comentei, sentado no vaso, com minha vara na espera.
"Porque eu esperava usar meu ovinho..." reclamou irritada, abaixando a calça o máximo que dava.
Quando ela quer fazer num banheiro fora de casa, usa saias pra poder montar em mim enquanto tô sentado no vaso, já que assim não fica tão suja com nossos fluidos.
Mas além da calça apertada, ela também tava usando umas botas de couro, que se recusava a tirar.
Não teve outro jeito senão ela se segurar nas paredes do box e me oferecer a raba.
"A vista é bem boa daqui..." falei, tentando enfiar.
"É... mas não quero tanto a raba. Pela frente, por favor!"
Era uma pena, porque eu tava começando a encaixar no buraquinho apertado dela. Mas é minha esposa e são as necessidades dela.
Então mirei pro outro buraquinho, que me esperava bem molhado. Depois de encaixar, comecei a bombar devagar, fazendo carinho nela.
"Marisol, já te falei como você é gostosa?"
Ela ria, suspirando bem baixinho.
"Você sempre me fala."
"É que sua raba é um monumento... e seus peitos... são surpreendentes." Eu dizia, aproveitando o calor, a umidade e o aperto da minha passaroca.
"É mesmo?... Mais que os da vizinha?" ela perguntou, e a gente se beijou.
Mas nosso coração parou quando abriram a porta...
O box tava trancado.
"Ocupado!" disse Marisol, embora a mina não tentasse entrar no nosso.
A garota sentou no lado pra mijar, enquanto a gente Mantínhamos aquela pose meio desconfortável, mas não menos excitante.
Eu pegava nos peitos da minha mulher, sabendo que ia deixá-la a mil, porque parte do encanto é o desejo inconsciente de serem pegas de surpresa.
Marisol respirava ofegante, enquanto eu amassava os peitos dela sem piedade. Enquanto isso, a garota provavelmente se limpava, sem perceber os dedos espiando na parede esquerda dela.
Pra complicar ainda mais a minha passarinha pervertida, eu continuava metendo bem devagar, com uns gemidinhos que ela mal conseguia segurar de boca fechada.
A moça foi pro banheiro, lavou as mãos, deve ter se olhado um pouco no espelho e foi embora. Nós recuperamos o tempo perdido, com umas sacudidas frenéticas.
"Vou ter a de verdade!… Vou ter a de verdade!…" repetia sem parar, enquanto rebolia a cintura.
"Do que você tá falando?" perguntei, com uma vontade danada de lamber ela pelas costas.
Eu tinha desabotoado uns 3 botões, o sutiã, e os peitos dela estavam de fora, mas as costas da Marisol, o suor dela e a pele perfumada de sabonete são verdadeiros manjares pra minha boca, e a camisa desgraçada não me deixava chegar lá.
"Da sua ajuda… vou ter sua ajuda de verdade…" ela dizia, gemendo deliciosamente sedutora.
"Igual antes…" lembrei, sorrindo, dos dias que a gente fazia na outra universidade.
Ela gozou.
"Sim, love… igual antes…" respondeu ela, me dando um beijinho gostoso.
Os cotovelos dela batiam na porta como um aríete, mas de novo o som da porta nos congelou.
Dessa vez eram 2 garotas que foram direto pros banheiros. Falavam de um cara chamado Troy, que tinha dado uma olhada numa delas enquanto tava com a namorada e tal…
E a gente, morrendo de vontade de foder. Ajeitei os cotovelos da Marisol, de um jeito que ela ficasse firme e o corpo dela absorvesse minhas estocadas.
Nem preciso dizer que a nova posição fascinou ela, porque na primeira estocada ela gozou. Então continuei socando, com minhas mãos na boca dela, porque os gemidos começavam a aumentar. de volume.
As gatinhas se arrumavam, enquanto a gente tava no nosso auge, igual fazia antes.
A tensão de sermos pegos foi tão forte que gozei gloriosamente dentro dela. Adoro ver os olhos verdes da Marisol quando encho ela. Fica tão gostosa...
A gente sentou pra esperar nos desgrudar e eu aproveitava pra abraçar ela pela cintura, beijar e pegar nos peitos dela.
Quando as minas foram embora, a gente conseguiu conversar.
"A gente já fez isso antes?" perguntei.
"Não tenho certeza. Mas se já fizemos em banheiros..."
"É, eu sei..." falei, com um sorriso. "Principalmente o da minha faculdade..."
Ela riu...
"Era culpa sua! Você sempre chegava quase atrasado pras aulas... e eu ficava esperando você." Ela fez um biquinho leve.
"Coitadinha!" falei, acariciando as bochechas dela.
"E entre fazer no mato ou num banheiro, qual você prefere?" perguntei, lembrando dos velhos tempos.
"O mato, porque..."
Ela não conseguiu terminar de responder, porque a porta abriu de novo.
"Marisol?" perguntou a pessoa que entrou no banheiro.
"Aqui!" respondeu meu rouxinol em inglês.
"O que que há com você? Cadê o Marco?" perguntou a Megan.
Quando a gente abriu a porta do box, ela deu um grito e se cobriu com as duas mãos pra não ver a gente.
"O que vocês tão fazendo aqui? Não sabem que isso é proibido? Marisol, se te pegarem, podem te expulsar!"
"Desculpa, Megan, mas eu precisava me acalmar..." respondeu Marisol, abotoando a calça dela.
"Se acalmar?... Aqui?"
"Sim. Era assim que eu fazia antes dos exames... e me saía muito bem. Olha pra mim! Relaxada, como sempre..."
"Bom, isso você pode fazer porque é casada. Mas eu..."
Marisol me deu um daqueles olhares...
"Não, Marisol!... eu vim porque você me chamou." Protestei.
"Sim, mas a Megan também tá nervosa... e nunca experimentou isso."
"Mas eu nem tenho camisinha..."
Elas se olharam... minha opinião de novo não valia nada.
"Eu cuido da entrada e tomo uma bebida, love. Você acalma a Megan..." disse meu rouxinol, fechando a porta. "Não esqueçam que ainda tem uma hora!"
"Ele realmente faz isso... quando tem controle?" perguntou Megan, um pouco menos confusa que eu.
Ela ficava com medo de fazer naquele lugar, mas Marisol parecia tão revigorada...
Expliquei parte do que aconteceu. Mais que nada, o uso do ovo da Marisol.
Depois sentei no vaso de outra cabine e esperei por ela...
Ela tinha suas dúvidas e não sabia como agir, então levantei, beijei ela e comecei a guiar.
"É tão quente!" disse ela, enquanto se enfiava.
Ela, por sua vez, tão apertada e molhada...
Embora estivesse irritado, não negava o prazer de ter 3 mulheres diferentes no mesmo dia.
"Você gosta mesmo de peitos... né?... os meus são menores... mas você sempre chupa eles tão gostoso." Ela dizia, enquanto eu amassava e dava uns chupões de leve.
Aos poucos, começava a perder a graça de transar no banheiro. O abraço dela, envolvendo com força meus ombros, enquanto continuávamos nos beijando e ela mexia a cintura.
Nem me preocupava com minha calça suja. Quem dirá onde ia gozar. Mas pelo menos, ela toma pílula direitinho.
Aproveitando o movimento, acariciava a bunda dela e deslizava uns dedos lá dentro, entrando e saindo.
Ela babava.
"Megan, já fez por trás?"
Ela estava em êxtase...
"Marisol... disse que você gosta de fazer... por trás... que faz muito... e que é tão... gostoso..." respondia, entre gemidos e aquele barulho gostoso de carne batendo.
"Mas você já fez?" perguntei, embora ela estivesse morrendo de vontade de me beijar.
"Se você gozar dentro de mim... deixo você fazer... quando quiser..."
Fiquei mais duro ainda e ela sentiu.
"Ai, sim!... Ai, sim!... Mete com força!... Bate mais forte!..." ela gemia, beijando e babando muito.
Segurava ela pela cintura e enterrava com força, quase deformando ela de pressão. Ela adorava ser deformada por dentro, com aquelas porradas infernais.
"Sim... Pode pegar minha bunda!... Pode Pega na Booty!..." ela dizia, escorrendo até o fundo.
Gritava sem pudor, diferente da Marisol, que aprendeu a calar os gemidos quando a gente faz em público, então tive que sequestrar a boca dela e dominar a língua dela com a minha, até que finalmente gozei dentro dela.
Ficamos coladinhos e sentados no banheiro, trocando carícias e nos beijando. Quando conseguiu se desmontar, viu que eu ainda tava duro.
"Você me deixaria provar?" ela perguntou. "Sempre que vou na sua casa, você me lambe, mas nunca provei a sua."
"Se você quiser..." respondi, tentando recuperar as energias.
Ela deu um beijo carinhoso e começou a passar a língua.
"Meu ex-namorado adorava quando eu chupava ele." comentou, beijando o tronco. "Dizia que eu fazia bem..."
Deu uma atenção especial pra cabeça, chupando com muita suavidade.
Sem perceber, eu comecei a escorrer mais mel e ela ficava mais afobada pra limpar.
"Seus olhos são lindos..." ela disse, e depois enfiou na bochecha dela.
"Não fazia ideia que você gostava de fazer isso..." respondi, curtindo como ela se derretia na boca dela.
Megan ficou vermelha...
"Quer que eu chupe até o fim?" com uma mistura de saliva e meu mel escorrendo entre os lábios dela.
Não sabia se ela tava falando em enfiar lá no fundo da garganta, me fazer gozar ou talvez os dois.
De qualquer jeito, eu disse que sim...
Que jeito de chupar! A cabeça dela subia e descia, bem rápido. Me lembrava a máquina de costura da minha mãe.
"Já entendi seu namorado..." falei, flutuando numa nuvem. "Se a Marisol tivesse esse seu ritmo, eu também pedia toda hora..."
De repente, ela tirou da boca e continuou com a mão. Era inacreditável!
"Você tá engraçado!" ela disse, morrendo de rir. "Te falei que venho de uma cidade pequena. Sei ordenhar vacas desde os 12 anos..."
Que estilo! E alternava com a boca fácil, mantendo o ritmo.
"Ufa! Suas vacas... deviam adorar quando você ordenhava elas..."
"Prefiro ordenhar homens." disse, enquanto lambia a pontinha e massageava. com as mãos. "O leite dela tem um gosto mais forte..."
Já não aguentava mais. Eu sacudia as mãos, suspirava e ela sabia que eu ia gozar.
E de um jeito impressionante, enfiou na boca e eu jorrei tudo...
Que jeito de chupar! Ela tomou tudo e ainda sugava, como se quisesse tirar mais leite.
Foi incrível!
"Isso foi pra te agradecer." Disse ela, enquanto limpava os lábios. "E bom... pra você saber o que te espera se for ao meu apartamento mais tarde."
Eu fiquei largado na cabine, com um sorriso de idiota. Ainda sentia meu pau pulsando, enquanto ela passava o batom de novo.
"Megan, é hora!" disse a Marisol, entrando de repente.
"Já vou!" respondeu ela, meio irritada. "Você tinha razão! Relaxa bastante fazer isso antes de um teste..."
A Marisol veio me ver na cabine. Pasma, poucas vezes tinha me visto parecendo um trapo molhado de cansaço.
Elas foram embora e me deixaram me recuperar. Depois de 20 minutos, consegui me mexer de novo. Abro a porta da cabine e entra no banheiro uma mulher de óculos, jaqueta e saia, uns 30 anos, mais ou menos.
Ela dá um grito só...
"SEGURANÇA!"
Um segurança me escoltou "gentilmente", acompanhado da mulher, pra fora da biblioteca, demonstrando "o carinho dele" com uns golpes de cassetete. Queriam me deter e chamar a polícia, mas consegui escapar sacrificando a jaqueta que eu vestia e voar pro estacionamento, tirando a caminhonete o mais rápido possível...Próximo post
1 comentários - Guerra de 2 Noites (Intermediário)