Testemunhas de Jeová… Parte 01

Não sei se vocês já ouviram falar das Testemunhas de Jeová, bom, é uma religião, não sei se mundial, mas no meu país, México, tem aos montes…
O relato a seguir é sobre duas mulheres Testemunhas de Jeová, tão empenhadas em me converter à religião delas, que me deram muito prazer…
Tudo começou numa manhã de domingo, na minha casa, minha mãe tinha saído com o Martin, o namorado dela, e a Luciana, tinha ido pra casa dela…
Então eu tava sozinho em casa, vendo televisão. De repente a campainha tocou… e os cachorros começaram a latir. Saí, mandei os cachorros calarem a boca, olhei pelo olho mágico da porta e vi duas mulheres com chapéus grandes e óculos escuros… normalmente quando essas pessoas batem na porta eu não abro ou falo que tô ocupado, mas dessa vez meu amigo cabeção falou –são duas coroas, mano…– então, levantei a voz e falei
- Quem é?...
- Bom dia, o senhor nos daria um momentinho?... – elas disseram
Abri a porta e cumprimentei as duas mulheres…
- Bom dia, me digam em que posso ajudar?... – perguntei
Enquanto olhava elas com atenção, a que tava parada na minha direita vestia uma saia jeans comprida, sandálias e uma blusa branca, um chapéu grande e óculos escuros, a segunda vestia jeans, sandálias e uma camisa vermelha sem mangas, outro chapéu grande e óculos escuros… elas começaram a falar e eu nem prestava atenção, ficava olhando tentando descobrir como seriam os olhos delas atrás daqueles óculos enormes, chutava uns 40 ou 45 anos, já passava das 10 da manhã então o sol começava a cair sem piedade… olhando de novo, notei que nenhuma das duas era feia, a primeira tinha uns peitos bons e uma bunda grande que marcava por causa da saia jeans apertada, cabelo castanho claro e pele branca, a outra por sua vez, peitos médios, cintura fina e uma bunda média que dava pra ver por baixo daquele jeans e um cabelo brilhante castanho bem escuro e pele morena… elas continuavam falando e falando e eu não perdia chance de olhar a bunda ou os peitos, até que não aguentasse mais o calor, produzido por um sol escaldante, e perguntei:
- Querem entrar, para conversar mais à vontade?
- Sim... claro, muito obrigada! - responderam.
Fiz elas entrarem em casa e, ao passar na minha frente, notei que a diferença entre as bundas era notável: a primeira tinha uma bunda grande e formada, meio caída, e a outra, um bundão apertado e médio... Elas pararam na porta da entrada e se viraram para me olhar. Maya, minha putinha, saiu ao encontro das convidadas e fez elas pararem.
Ao me olharem, me pegaram olhando pra bunda delas... Eu mantive a cara de paisagem e caminhei na direção delas. Mandei Maya sair do caminho e falei: "Entrem, por favor. Querem um copo d'água?" - perguntei. "Sim, muito obrigada, está muito calor" - disseram as duas. Meu amigo cabeção mandou meu cérebro começar as fantasias, e pensei: "E logo você vai sentir mais calor, mamacita". Naquela época eu tinha 18 anos e, como todo mundo nessa idade, é só punheta mental... Fui pra cozinha e servi três copos d'água. Voltei pra sala com os copos na mão e falei:
- Mas por favor, sentem-se...
- Ah, obrigada, onde? - perguntou a de cabelo claro.
- Onde você se sentir mais confortável - respondi com um tom safado.
A mulher mais velha percebeu o tom da minha voz e sorriu. Elas se sentaram na sala, e eu coloquei os copos d'água na frente delas. Só nesse momento elas tiraram os óculos escuros e os chapéus grandes, e pude ver seus olhos: a loira tinha olhos castanhos claros, mas a morena tinha uns olhos profundos cor de azeitona. Elas arrumaram as bolsas debaixo das pernas e, ao olhar as pernas da loira, notei que a saia longa dela tinha subido quando sentou, deixando à mostra as panturrilhas enormes e pálidas. A morena adotou uma postura mais relaxada e sentou de lado no braço do sofá.
A conversa começou, e de cara elas me atacaram com tudo:
- Sabia que o fim dos tempos está próximo? - perguntou a mais velha.
- Aham - respondi.
- E que nosso senhor Jeová, quer que você esteja preparado? — perguntou a mais nova.
— Aham. — falei.
— Por isso queremos te dar a oportunidade de salvar sua alma e encher sua vida de bênçãos… — exclamou a mais velha.
— Ok. — respondi.
— E o que precisa ser feito? — perguntei.
Elas começaram a soltar uma ladainha toda, e eu só balançava a cabeça concordando ou negando… de repente a loira interrompeu e disse:
— Desculpe, posso usar seu banheiro?
— Claro, vem por aqui. — respondi.
Me levantei e acompanhei ela até o banheiro no térreo. Enquanto caminhava ao lado dela, olhava de canto os peitões dela, meio flácidos e caídos, mas bem grandes, não iguais aos da Inês, mas grandes. Deixei ela na porta e ela segurou meu antebraço, dizendo:
— Obrigada, você é muito gentil.
Ela entrou no banheiro e eu voltei pra sala, sentando com a morena. Ela me olhou e disse:
— E como você tem passado? — com uma voz totalmente tranquila, diferente da que usava quando a loira estava perto.
— Ahh, bem, muito bem. — falei.
— Qual é seu nome? — perguntou.
— Ahh, Fabio… — falei.
— Ahh, e você estuda, imagino? O que estuda? — perguntou.
— Sim. Tô quase entrando no tecnológico, em sistemas… — respondi.
E aí notei que ela tava mais relaxada, brincava com o cabelo, bebia o copo d'água. Começamos uma conversa calma e bem descontraída, e de repente joguei a isca…
— Uma pergunta: na religião de vocês, vocês transam bem? — perguntei.
Ela ficou vermelha na hora, a cara dela virou um tomate ao ouvir a pergunta. Me olhou, e os olhos cor de azeitona dela ficaram maiores. Ela deu um gole grande na água e disse:
— Mmm, sei lá. — gaguejando.
Percebi que ela tinha ficado com tesão com a pergunta. Então fui em frente.
— A senhora é sua companheira de religião ou o que? — perguntei.
— É minha irmã em Jeová e minha vizinha… — respondeu.
— A senhora é casada, imagino? — perguntei.
— Sim, sou. — respondeu.
— Por que pergunta? — perguntou.
— Imaginei que, por ser casada, a senhora teria um sexo bom. — falei.
— Por que você não vem pra cá? pra conversar melhor… —disse ela, dando um tapinha na almofada do sofá—
Notei que a loira já tinha demorado um tempinho no banheiro, e vi que ela ia sair logo, então pulei pro lado dela..
— Quantos anos você tem? —ela perguntou—
— 18. —respondi—
— Humm, 18 ééé, a gente tem um pouco mais. Quer saber nossas idades? —ela respondeu—
— Humm, se a senhora quiser? —respondi—
— Meu nome é Martha e tenho 41 anos, e minha irmã é Beatriz e tem 43 anos —ela respondeu—
Já na conversa, ela esticou o braço pra pegar o copo e derramou ele na mesinha de centro.
— Ai, desculpa, desculpa.. —ela disse—
— Não, fica tranquila, —falei, me levantando—
Fui pra cozinha e peguei um pano, voltei e tirei ele dela e comecei a secar a mesa. Ela se inclinou e a bunda dela fez um formato de coração… ai meu deus do céu, naquele momento meu amigão acordou do sono e foi a 100 mil por minuto. Ela continuava secando e eu ficava mais excitado vendo aquela raba em formato de coração rebolando. De repente, ela olhou pra onde eu tava e os olhos dela viram meu pau durasso… por baixo da minha calça, passando a língua nos lábios… ela disse:
— Aaaiii…!!! Acho que você também teve um acidente…
— Humm.. hehehe. Acho que sim… —respondi—
— Kkkkkkk, que acidente danado… deixa eu ver ele…? —ela exclamou e perguntou—
— A senhora quer ver? —perguntei meio surpreso—
— Sim, ou tá com vergonha? —ela respondeu—
A excitação no ar era grande, então me preparei pra abaixar a calça, quando de repente a porta do banheiro abriu e ouvi passos. Ela sentou rápido no sofá e cruzou as pernas… a loira chegou até a gente e perguntou:
— O que aconteceu, caiu alguma coisa?
— Derramei o copo, irmãzinha… —respondeu Martha—
— Ai, meu amor, deixa eu ver… —disse Beatriz, a loira—
Pegou o pano e foi torcer ele na cozinha, dizendo:
— Deixa eu arrumar isso, por favor, que vergonha…
— Sem problema, senhora, eu limpo depois. —respondi—
— Não, não, de jeito nenhum, deixa a gente limpar a bagunça… —insistiu Beatriz—
Aceitei porque já tava com preguiça. de limpar e a Luciana só chegava na manhã seguinte. A Beatriz, a loira, perguntou:
- Onde é que tão as coisas de limpeza?
- No quarto de lavar – respondi.
- Me mostra onde é – disse a Beatriz, a loira.
- Claro – falei.

Peguei a Martha, a morena, pela mão e levei as duas até o quarto de lavar. Elas entraram e começaram a pegar o necessário pra limpar a poça d'água e os cacos de vidro no chão. Saíram e começaram a limpar. A Beatriz, a loira, pegou uma vassoura e uma pá pra juntar os pedaços do copo. Já a Martha, a morena, pegou um esfregão pra secar a água derramada.

Enquanto elas limpavam, eu me deliciava com o show. A loira rebolava a bunda enorme enquanto varria, e os peitões balançavam de um lado pro outro. Já a morena mexia a bundinha pequena ao esfregar o chão. Eu tava vidrado naqueles peitos enormes quando a loira olhou pro meu rosto e percebeu o olhar de tesão nos meus olhos. Sem dizer nada, começou a se mexer ainda mais... deixando os peitos balançarem com mais força. A morena, por sua vez, ficava olhando pra minha virilha, já que não tinha conseguido ver meu pau fora da calça.

Elas terminaram e foram guardar as coisas no quarto de onde tinham pegado. Demoraram um pouco e, quando saíram, notei que vinham cochichando. Chegaram, sentaram de novo e recomeçaram a lavagem cerebral.

Eu tava excitado demais com os peitos da loira (Beatriz). Imaginava meu pau no meio deles, balançando de um jeito bestial... então meu amigão tava durasso. Quando sentei, a loira (Beatriz) olhou pra minha virilha e sorriu com tesão.

A lenga-lenga continuou, e eu parei elas de repente:
- Há pouco perguntei pra sua irmã se na religião de vocês tem sexo bom? – perguntei.

A loira corou na hora e respondeu gaguejando:
- Poooooiiisss, nnãããooo, seeeei...
- Aaaa eee o quêêê a senhora chama de sexo boooom?

Sabia que tinha fisgado ela, igual à outra. morena, porque senão ela teria se ofendido com a pergunta e saído na hora da minha casa…
Pois é, sexo vaginal, anal, oral, palmadas, brinquedos sexuais, masturbação, etc., comentei olhando pras duas com luxúria… e desejo. Elas, por sua vez, estavam com a cara cheia de espanto ao ouvir as palavras que saíam da minha bocona…

- Beeeem, oo seexxoo, naa nooossa reeligiãão só se uusa praa fiins reeprodutiivos - disse a loira gaguejando -
- Sim, sexo que dá prazer é pecado - afirmou a morena, e notei como a voz dela tinha mudado -
- Pfff, então sou um pecador inveterado, porque adoro sexo e adoro me masturbar… - falei, olhando pra elas -

As duas passavam a língua nos lábios e engoliam saliva, ao mesmo tempo; a loira tinha uma cara de tesão, dava pra ver que minhas palavras tinham deixado ela excitada. A morena não parava de mexer as pernas e cruzava elas, de um lado pro outro, mordia os lábios e não tirava os olhos do meu pau duro por baixo da calça.

- Desde quando são Testemunhas de Jeová? - perguntei -
- Desde uns 6 anos… - respondeu a loira -
- Eu desde 4 anos… - disse a morena -
- Ahh. Ok, então antes vocês transavam por puro prazer, né? - respondi na hora -

Percebi na mesma hora que as duas estavam mais quentes que uma brasa, e me olhavam com vontade de arrancar a roupa e pedir pra eu dar uma boa foda.

- Poois ééé, siiiim!!! - respondeu a loira com voz trêmula -
- E você? - perguntei olhando pra morena -
- Pois ééé, siiiim… - respondeu na hora -
- Ok, então vocês já curtiram sexo por prazer? - falei -

Minha ereção estava no talo, por causa da excitação do momento. Aí me levantei e me espreguicei de propósito, pra deixar elas verem melhor meu pau duro e pulsando…

Mayara não aguentou mais e exclamou…
- Nossa, que bagulho enorme…
- Irmã, que coisa você fala… - respondeu a loira -
- Ai, irmãzinha, é que olha aquilo… - disse Marta -

Beatriz moveu os olhos pro meu pau e exclamou:
- Ai meu deus, você tem razão, que bagulho enorme…

Como já Eu disse que nunca tive um pau enorme, classifico como normal, 17 cm e meio grosso... Ao ouvir as palavras dela, virei de frente pra elas e falei:
- Me dão uma vagabundinha?

Sem mais delongas, as duas se mexeram e deixaram eu sentar no meio delas. Olhei pra elas e falei:
- Vocês acham que se a gente transasse agora, estariam pecando?
- Sim, claro... - as duas responderam.
- E vocês gostariam de pecar? - perguntei.

Sem mais enrolação, Beatriz (a loira), se jogou em cima de mim me beijando feito louca. Os peitões enormes dela esmagaram meu peito e a gente ouviu a Mayara (a morena) falar:
- Manaaaaa!!!... O que cê tá fazendo...

Beatriz largou minha boca e olhou pra Martha, dizendo:
- Nãooo grita!!!... Faz tanto tempo que não como em casa, maninha, e tô com um tesão...

Martha ficou vermelha e falou:
- Maaaas, Maninha!!!! Isso é errado...
- Ah, cala a boca, hipócrita, se foi você que começou tudo com seu comentário...

Eu olhava praquelas mulheres discutindo, igual jogo de tênis. De repente, cortei elas:
- Ok, ok, senhoras, melhor a gente parar por aqui... porque não quero causar briga entre vocês... - falei com voz de autoridade.

Na hora, fiquei com medo de elas pegarem as bolsas e vazar, me deixando na mão com o tesão. Pra minha surpresa, nenhuma das duas levantou do sofá, então falei:
- O que vocês estariam dispostas a fazer pra eu me converter à religião de vocês?

As duas se olharam, como quem busca um sinal de aprovação, e depois de uns segundos de tensão, Martha falou:
- Tudo ou nada, maninha?
- Isso mesmo, maninha - respondeu Beatriz com voz de safada.
- Beleza, então vamos começar... - falei.

Levantei e, enquanto me mexia pro sofá, lembrei daquela tarde de sexo sujo com a Luciana... pensei: por que não tentar com elas? Então fiz, igual um ator pornô, falei com voz de mando:
- A senhora tiraria a roupa pra mim, Beatriz (a loira)?
- Nããão!! Claro que não... - ela respondeu com voz irritada, mas sem levantar do sofá.
- E a senhora, Martha (a morena)? - perguntei olhando pra ela.
- Eu —disse, sem pensar—
Ela se levantou e começou a desabotoar a camisa… Um por um, os botões foram se soltando e mostrando o sutiã dela, branco, uns peitos médios e firmes escondidos ali embaixo. A amiga dela não conseguia conter o espanto ao ver a colega virando uma putinha… Continuou com o botão da calça jeans, puxou o zíper, segurou pelos lados e foi descendo até os joelhos, deixando à mostra uma calcinha de algodão branca e um monte de pentelho por baixo. Sentou no sofá, tirou as sandálias e terminou de tirar a calça…
— Pronto — disse a Martha (a morena) —
— Nãooo, isso não é estar nua — respondi —
— Tudo? — ela perguntou —
— Sim, tudo — respondi —
Ela pegou o sutiã por trás e desabotoou, tirou as alças pelos braços e deixou os peitos brancos soltos, os mamilos eram mais escuros que o resto dos peitos e meio grandes… Pegou a calcinha e deslizou pra baixo, tirando uma perna primeiro e depois a outra… A buceta dela era bem peluda e os lábios vaginais grossos e escuros…
— Pronto — disse, sem nem tentar se cobrir —
— E a senhora Beatriz (a loira), o que me diz? — perguntei —
— Vai, maninha, tudo pra salvar a alma desse jovem… — disse Martha —
— Ai, maninha, tem razão… — exclamou Beatriz —
Beatriz se levantou e desabotoou a saia, puxou o zíper de um lado e deslizou pra baixo, tirando as pernas sem sentar. A calcinha dela era preta de renda, mais parecia uma tanga de renda, as pernas dela eram brancas e cheias de carne. Tirou a blusa pela cabeça e eu olhei o sutiã dela, era do mesmo material da tanga, preto de renda, mas a diferença era o que tinha dentro: um par de peitões enormes escondidos ali… Pegou por trás e desabotoou, tirou as alças e deixou cair aqueles melões, que eram bem brancos, com auréolas grandes e mamilos bem escuros, quase café, enormes… Pegou a tanga e puxou de uma vez, e aí veio uma grande diferença: ela era depilada, só com uma tirinha fina de pentelho. da cor do cabelo dela, lábios ainda mais grossos que os da Martha, e um clitóris como um dedo mindinho dando tchau, uns lábios vaginais meio escurecidos
— já, pronto — disse Beatriz —
— agora virem-se e se inclinem pra frente — respondi —
As duas se viraram e meus olhos caíram da cara, aquele quarteto de bundas de tamanhos diferentes e aquelas duas bucetas escuras e ao mesmo tempo carnudas, me faziam querer meter o pau na hora, levantei do sofá e fiquei atrás da Beatriz, peguei nas enormes e flácidas nádegas dela, e ao segurá-las
— aaaaaaauu..!!! — gemeu com tesão —
Abri e vi que lá dentro tinha um cu preto como a noite… soltei a Beatriz e fui fazer o mesmo com a Mayara, ao pegá-la pelas nádegas, ela soltou um
— aaaayyyy…!!!
Abri e vi que a diferença era notável, ela tinha um cu mais pequeno e menos preto, parecia apertado…
Antes que eu pudesse dar umas boas mamadas de bunda, a campainha tocou de novo,
— não se mexam… — falei —
Saí pra ver quem diabos era o filho da puta que tava me interrompendo na minha transa. E perguntei
— Quem é?
— Bom dia, vimos que nossas esposas entraram aqui… — disseram dois homens —
— Sim, com licença — respondi —
Sem perder tempo, voltei pra dentro de casa e vi que as duas já tinham se vestido e estavam arrumando as roupas às pressas… se ajeitaram uma pra outra e saíram correndo… Porra…!!!!! Tinha acabado e eu mais duro que um jumento… Beatriz, ao sair pela porta, exclamou, em voz alta.
— Vamos ver se podemos voltar à tarde, pra concluir nossa conversa e conseguir salvar sua alma jovem….
Ela foi até o portão e abriu, aí pude ver um homem muito baixinho, gordo e careca, e outro moreno e bem gordinho… que disseram,
— Bom dia, jovem, o que achou da conversa…?
— Muito boa, muito boa… — concordei com cara de empolgação —
— Muito bem, glória a deus, essas mulheres vão fazer de tudo pra voltar mais tarde… — disse um dos maridos —
— Ah, sim, claro, mas que tal me ligarem antes, porque não sei se vou sair – respondi e anotei meu telefone num papel.
- Ahh, muito bem, então que liguem antes – disse o outro marido.
- Para que ele alcance a glória do nosso senhor…!!! – o outro marido de novo.
- Amémmmmm!!!! – todos disseram.
Sorri, olhei pras duas mulheres e fechei a porta… o tempo todo eu tentava não mostrar o volume na calça de moletom. Entrei em casa e me joguei no sofá…
Continua…

2 comentários - Testemunhas de Jeová… Parte 01

Y están aquí con nosotros esa tal Beatriz y Martha ? Jajaja no MMS en tu puta vida te va a pasar eso