— Tenho uma amiga em Belgrano, aniversário, vamos? São novinhas, mas tem várias e tem bebida (o Toro).
— Vamos, dale (eu).
Sábado à noite, estávamos 5 amigos reunidos na casa do Martin, bebendo, jogando Play e fumando um baseado, sem vontade de sair, até que o Toro jogou essa ideia e fomos. Não estávamos longe, chegamos em 10-15 minutos. Sabíamos que não ia ser grande coisa porque as amigas do Toro eram umas coninhas histéricas, mas tinha bebida pra caralho e estávamos no fim do mês.
Entramos, o apartamento era bem pequeno, e éramos, somando a gente, umas 12-13 pessoas, quase um em cima do outro, mais uma varandinha. Ficamos por lá bebendo, fumando e papeando um pouco. As gurias muito histéricas, não íamos comer ninguém nem de tabela, exceto pelo Toro, que meia hora depois de chegar foi meter a mina de Mendoza, a aniversariante, no quarto, enquanto a gente ficava na vontade. Passaram umas horas, todo mundo já bem bebado, com vontade de transar, e as histéricas ficaram ainda mais intocáveis quando viram a gente ativado pela bebida. Já não tava nem aí, a gente tava se divertindo entre nós, morrendo de rir. A mina de Mendoza tava de saia, muito bebada, com um peitão enorme, mas ENORME, e dançava com a gente.
— Toro, filho da puta, veio comer sozinho e deixou a gente largado aqui (Javier).
— Vão se virar, ela tá quente e bebada, me disse que vocês são todos gostosos e que é aniversário dela e quer pica.
— Certeza? (Javier).
— Sim, não sei como vão fazer porque essas são muito histéricas e não dá pra ficar revezando pra comer ela no quarto, se virem, engana ela um por um.
O primeiro que comeu foi o Diego. Duas das minas estavam muito bebadas e o Diego disse que se quisessem, levava elas de carro pra não pegar táxi. A mina de Mendoza quis ir, do porre que tava, queria fazer tudo. Quando o Diego voltou uma hora depois, disse que a peituda no caminho deu uma chupada de pica no meio do trajeto e apertou tanto que quando chegaram já não dava mais pra comer ela. A mina de Mendoza tava a mil, dançava, pulava, tava cheia de energia e quente. Eu não aguentei ver ela rebolando. Essas tetas... e na escuridão do apê, vi que ela tava perto do banheiro e fui pra lá com a desculpa de entrar.
— Mendoza, tem alguém no banheiro?
— Nãooo, mas acho que vou entrar (ela mal conseguia falar de tão bêbada).
— Fala sério, quero entrar e você tá aí parada sem entrar.
— Entramos juntos se quiser, cuido das suas costas.
Aqueles segundos que a gente conversou já foram o suficiente pra deixar meu pau durasso.
— Fala, cuida de mim.
Entrei atrás dela, olhando pra sala se alguém tinha visto a gente, só o Toro e o Javi que me aplaudiam sem fazer barulho.
O banheiro era minúsculo.
— Tiro seu jeans, quer?
— Como você é, Mendoza!
— É meu aniversário, tô curtindo, quero me divertir.
Enquanto eu abaixava o zíper, ela chegou no meu ouvido e falou:
— Me dá um pouco de cock?
Uuuffff mina atrevida!!
— Fecha, gata, toda que você quiser.
De uma puxada, ela baixou minha calça e cueca e começou a me punhetar com as duas mãos, já tava saindo um melzinho e ela esfregava na cabeça. Ela virou de costas e se apoiou na pia, levantei a saia dela e puxei a calcinha preta, cuspi na mão e passei nela.
— Não precisa, moreno, tô encharcada.
Os três dedos entraram sem nenhuma dificuldade, fiquei uns segundos ali.
— Fala, me come que essas gorras são à prova de tudo e vão encher meu saco.
Enfiei a cock de uma vez, deixei aquelas tetonas de fora, metia com tudo, ela gemia alto, a música abafava tudo. Do outro lado da porta, ouvi um:
— Tá ocupado? (voz da Cutie)
— Tá sim, a Ema não tá bem (rápido, o Toro).
Enquanto isso, dentro, a mendocina pedia pra eu meter mais forte que ela ia gozar.
— Vai vai vai sim sim sim assim gozo gozoooo aiiii aiii aiii.
Ela batia a raba em mim pra eu foder mais forte.
Se separou de mim e me empurrou contra o vaso.
— Senta, que vou tirar sua porra.
Ela sentou de costas, apoiou as mãos nas minhas coxas, pulava tirando quase toda a cock, se quisesse, quebrava meu pau ali mesmo, ela apertava as paredes da buceta depilada, pulava e pulava.
— Assim, mendoxa, que eu gozo assiiim.
Ela saiu. deu um pulo e se jogou no chão pra chupar minha pika que tava prestes a explodir
-ai vem a porra, gostosa, ai vem
Ela batia uma punheta com uma mão enquanto com a outra apertava os peitos
-joga a porra aqui em mim
O primeiro jato ela engoliu na boca, de uma vez, o resto foi nos peitos, terminou de me esgotar, chupou minha piroca até murchar e levantou, lavou os dentes e saiu. Ao passar pelo lado do touro, acariciou o volume dele. Enquanto isso, eu ali parado com a pika no ar e o olhar perdido.
Assim passou a noite, e Javier foi o último a comer ela, na escada do prédio quando desceram pra buscar gelo.. a mina de Mendoza não pode reclamar, soprou vela pra caralho no aniversário dela
Abraço em todo mundo!
Até a próxima
— Vamos, dale (eu).
Sábado à noite, estávamos 5 amigos reunidos na casa do Martin, bebendo, jogando Play e fumando um baseado, sem vontade de sair, até que o Toro jogou essa ideia e fomos. Não estávamos longe, chegamos em 10-15 minutos. Sabíamos que não ia ser grande coisa porque as amigas do Toro eram umas coninhas histéricas, mas tinha bebida pra caralho e estávamos no fim do mês.
Entramos, o apartamento era bem pequeno, e éramos, somando a gente, umas 12-13 pessoas, quase um em cima do outro, mais uma varandinha. Ficamos por lá bebendo, fumando e papeando um pouco. As gurias muito histéricas, não íamos comer ninguém nem de tabela, exceto pelo Toro, que meia hora depois de chegar foi meter a mina de Mendoza, a aniversariante, no quarto, enquanto a gente ficava na vontade. Passaram umas horas, todo mundo já bem bebado, com vontade de transar, e as histéricas ficaram ainda mais intocáveis quando viram a gente ativado pela bebida. Já não tava nem aí, a gente tava se divertindo entre nós, morrendo de rir. A mina de Mendoza tava de saia, muito bebada, com um peitão enorme, mas ENORME, e dançava com a gente.
— Toro, filho da puta, veio comer sozinho e deixou a gente largado aqui (Javier).
— Vão se virar, ela tá quente e bebada, me disse que vocês são todos gostosos e que é aniversário dela e quer pica.
— Certeza? (Javier).
— Sim, não sei como vão fazer porque essas são muito histéricas e não dá pra ficar revezando pra comer ela no quarto, se virem, engana ela um por um.
O primeiro que comeu foi o Diego. Duas das minas estavam muito bebadas e o Diego disse que se quisessem, levava elas de carro pra não pegar táxi. A mina de Mendoza quis ir, do porre que tava, queria fazer tudo. Quando o Diego voltou uma hora depois, disse que a peituda no caminho deu uma chupada de pica no meio do trajeto e apertou tanto que quando chegaram já não dava mais pra comer ela. A mina de Mendoza tava a mil, dançava, pulava, tava cheia de energia e quente. Eu não aguentei ver ela rebolando. Essas tetas... e na escuridão do apê, vi que ela tava perto do banheiro e fui pra lá com a desculpa de entrar.
— Mendoza, tem alguém no banheiro?
— Nãooo, mas acho que vou entrar (ela mal conseguia falar de tão bêbada).
— Fala sério, quero entrar e você tá aí parada sem entrar.
— Entramos juntos se quiser, cuido das suas costas.
Aqueles segundos que a gente conversou já foram o suficiente pra deixar meu pau durasso.
— Fala, cuida de mim.
Entrei atrás dela, olhando pra sala se alguém tinha visto a gente, só o Toro e o Javi que me aplaudiam sem fazer barulho.
O banheiro era minúsculo.
— Tiro seu jeans, quer?
— Como você é, Mendoza!
— É meu aniversário, tô curtindo, quero me divertir.
Enquanto eu abaixava o zíper, ela chegou no meu ouvido e falou:
— Me dá um pouco de cock?
Uuuffff mina atrevida!!
— Fecha, gata, toda que você quiser.
De uma puxada, ela baixou minha calça e cueca e começou a me punhetar com as duas mãos, já tava saindo um melzinho e ela esfregava na cabeça. Ela virou de costas e se apoiou na pia, levantei a saia dela e puxei a calcinha preta, cuspi na mão e passei nela.
— Não precisa, moreno, tô encharcada.
Os três dedos entraram sem nenhuma dificuldade, fiquei uns segundos ali.
— Fala, me come que essas gorras são à prova de tudo e vão encher meu saco.
Enfiei a cock de uma vez, deixei aquelas tetonas de fora, metia com tudo, ela gemia alto, a música abafava tudo. Do outro lado da porta, ouvi um:
— Tá ocupado? (voz da Cutie)
— Tá sim, a Ema não tá bem (rápido, o Toro).
Enquanto isso, dentro, a mendocina pedia pra eu meter mais forte que ela ia gozar.
— Vai vai vai sim sim sim assim gozo gozoooo aiiii aiii aiii.
Ela batia a raba em mim pra eu foder mais forte.
Se separou de mim e me empurrou contra o vaso.
— Senta, que vou tirar sua porra.
Ela sentou de costas, apoiou as mãos nas minhas coxas, pulava tirando quase toda a cock, se quisesse, quebrava meu pau ali mesmo, ela apertava as paredes da buceta depilada, pulava e pulava.
— Assim, mendoxa, que eu gozo assiiim.
Ela saiu. deu um pulo e se jogou no chão pra chupar minha pika que tava prestes a explodir
-ai vem a porra, gostosa, ai vem
Ela batia uma punheta com uma mão enquanto com a outra apertava os peitos
-joga a porra aqui em mim
O primeiro jato ela engoliu na boca, de uma vez, o resto foi nos peitos, terminou de me esgotar, chupou minha piroca até murchar e levantou, lavou os dentes e saiu. Ao passar pelo lado do touro, acariciou o volume dele. Enquanto isso, eu ali parado com a pika no ar e o olhar perdido.
Assim passou a noite, e Javier foi o último a comer ela, na escada do prédio quando desceram pra buscar gelo.. a mina de Mendoza não pode reclamar, soprou vela pra caralho no aniversário dela
Abraço em todo mundo!
Até a próxima
2 comentários - Fudemos a mendocina no aniversário dela