Uma tarde/noite, batendo um papo com minha cunhada e relembrando as experiências passadas, ela me contava sobre as situações que viveu em algumas baladas, shoppings e lugares públicos, de como os caras ficavam vidrados no cuzão dela. E olha que naquela hora era um rabo monumental, que tinha ficado ainda mais forte, torneado e apetitoso. Decidimos sair pra exibir e deixar o povo se deliciar com aquela rabuda enorme.
O combinado foi pegar o trem do norte pro sul e voltar pra estação de onde partimos, mas antes ela vestiu uma saia amarela, uma fio dental preta, uma blusa branca e uma jaqueta leve, deixando bem à mostra aquele pêssego (rabão) apertado pela saia.
Fomos pra estação de trem já passando das 10:30 da noite de um domingo. Escolhemos esse dia e horário pra pegar uns espectadores sonolentos voltando da festa ou do trabalho.
Quando chegamos na estação, com pouca gente, o primeiro a ficar de olho foi um policial que cuidava do local. Ele não conseguia tirar os olhos da minha sister in law, e como não ia conseguir com aquele rabão numa saia amarela? Sem demora e sem vergonha, ele puxa o celular e começa a filmar descaradamente a minha cunhada por trás, seguindo a gente bem de perto. Nos escoltou até o vagão e voltou todo distraído, admirando o vídeo que tinha gravado no celular.
Minha cunhada, claro, percebeu a ação e me disse: "Viu o que essa bunda provoca? E com o tesão que me dá ser admirada e ter o rabo filmado." Eu só sorri e entrei no vagão, que percebemos estar vazio. Só tinha uma senhora com os dois netos e um cara bem dormido no banco ao lado.
Caminhamos até o último vagão. Eu, do meu lado, via aquela rabuda enorme balançando enquanto andava na minha frente, vendo como ela ia subindo aquela saia minúscula, provocando meu pau com aquele cuzão. Não demorou muito até chegarmos no último vagão. e aí percebemos que vinham sentados um casal de jovens vestindo umas batas azuis surradas, uns caras saídos de algum depósito indo do trabalho pra casa. Ao vê-los, minha cunhada ficou paralisada de excitação, já que as vítimas dela estavam na frente dela.
Ela se virou pra mim e sorriu, com a boca vermelha, e piscou o olho, o plano estava saindo como ela queria. Eu fiquei a uns 2mts de distância dela pra não atrapalhar a situação, e ela ficou no meio deles e no meio de mim, me deixando ver tudo o que pudesse rolar naquela noite.
Ela ficou parada de costas pra eles, mostrando aquela raba enorme, e eles já começaram a falar um pro outro sem levantar muito a voz, tentando que ela ouvisse.
— Já viu que cuzão que essa loira tem? — um falou pro outro
— Porra, não acredito, que rabuda do caralho essa puta!! — respondeu o outro sem hesitar
— Caralho, deve ter o cuzinho bem apertado com tanta bunda!!
— Não seja otário, a bucetinha dela toda rosadinha, deve ter uma xerecão!! — comentava um pro outro
— Que gostosa, assim eu caso, pra comer ela a noite inteira!! — resmungava aquele cara
— Aposto que é uma puta, porque essa filha da puta é muito gostosa!!
— Não, não! Acho que parece que ela vem com aquele otário!
— Com qual?? — perguntou um pro outro, se referindo a mim.
— Não, se fosse o cara dela já estaria aqui com ela apalpando ela, já que nesse horário não tem ninguém nesse trem.
Minha cunhada, por sua vez, arqueava a bunda e se inclinava, deixando ver as nádegas brancas ou o que pudessem ver delas, se balançando com o sacolejo do vagão, deixando aquela raba enorme à mostra.
Aqueles caras estavam de boca aberta vendo aquela bunda enorme, um deles se esfregava a pica por cima da calça e o outro nem percebia, porque era uma raba do caralho, difícil de tirar os olhos.
O maior se atreveu a falar com ela: "Shh shh — ei, loirinha, vem sentar aqui"
Minha cunhada, por sua vez, virou e sorriu pra ele. E ela caminha até onde eles estão sentados, perguntando: "O que foi, nunca viram uma mulher?"
Um deles responde: "Já sim, mas igual você só em revista, você é muito gostosa." Minha cunhada só sorri e responde: "Então, existimos sim, mulheres como as das revistas." Um deles fala: "Sim, mas onde vocês se metem que a gente nunca vê por esses lados?"
Minha cunhada sorri e responde: "Valeu pelos elogios, rapazes. Como vocês se chamam?" Os dois respondem atrapalhados, ao mesmo tempo: "Ernesto" "Carlos". "Bom, prazer", diz ela. "E como você se chama?", pergunta aquele que se chamava Ernesto. "Vamos deixar só como amiga", responde minha cunhada.
Carlos: "Amiga, pode fazer um favor pra gente?" "Se não for nada ofensivo, claro que sim", responde minha cunhada. Carlos: "Você podia se levantar e deixar a gente te ver um pouco mais?" "Mas pra que querem me ver de pé, se tô aqui conversando com vocês?", diz minha cunhada. Ernesto: "É que você tem uma raba de dar inveja." "Não seja grosso", responde minha cunhada. Carlos: "Não seja otário, cara!" Carlos: "O que ele quer é que você fique de pé pra gente te admirar de novo." "Mas o que vocês querem ver? Já viram tudo há pouco", fala minha cunhada. Ernesto: "É que você é muito gostosa, sem ofensa." Carlos: "É, verdade, a gente não acredita que você é tão gostosa e ainda assim tá conversando com a gente." "Sem problemas, rapazes. As gostosas são sempre as mais legais", diz minha cunhada. "Pra vocês verem, vou ficar de pé, pra vocês", fala minha cunhada.
Quando ela se levanta, segura no corrimão de cima, se vira e fica com essa bunda enorme a uns 20 centímetros deles. Com uma mão, ela toca uma das nádegas e esfrega, perguntando: "Assim que vocês gostam?" Ela vira de perfil e pergunta de novo: "Ou assim?" arqueando a bunda enorme, deixando ver uma raba vigorosa de perfil.
Carlos, que estava mais perto dela, se abaixa pra ver debaixo da saia dela, e minha cunhada abre um pouco as pernas pra deixar ele ver a calcinha fio-dental minúscula dela, enquanto Ernesto ficou de boca aberta com o espetáculo de rebolado que minha cunhada tava dando pra eles.
Ernesto: "Caralho, que rabão você tem, loirinha, por que não senta no meu colo pra ver como você me deixa de pau duro?"
Carlos: "Não seja vulgar, cara, não se fala assim com uma moça, ou pelo menos não com ela."
"Obrigada, rapazes", respondeu minha cunhada.
Carlos: "Ei, gata, se importa de levantar um pouco a saia pra gente ver a cor da sua calcinha?" — perguntou ele, educado e tarado ao mesmo tempo.
"Não, rapazes, como é que vocês acham? Podem me ver e eu fico muito envergonhada, além disso, acho que vocês não conseguiriam ver ela, porque ela fica escondida entre minhas nádegas", respondeu minha cunhada, se fazendo de sonsa e rebolando ainda mais.
Ernesto: "Vai lá, não tem ninguém no trem, deixa a gente ver um pouco dessa carne que sobra em você e a gente quer ver" — respondeu o cara, já com olho de lobo.
Carlos: "É, vai lá, só de olhar não acontece nada, loirinha."
"Tá bom, mas nada de querer tocar, ok?" — respondeu minha cunhada (querendo ser apalpada por aqueles trabalhadores).
Carlos e Ernesto: "Combinado", responderam juntos.
Minha cunhada se afasta um pouco dos caras, vira de costas pra eles e começa a levantar a saia devagar, deixando à mostra as belas nádegas dela e subindo a saia até a cintura. Na parte de cima das costas, um lacinho preto de uma fio dental que era devorada por aquelas duas nádegas redondas e duras. Ao mesmo tempo, ela arqueava as costas pra empinar mais a bunda e deixar à vista um pêssego branco e enorme.
Ernesto foi o primeiro a uivar igual um lobinho: "Uauuuu!!! Que rabão lindo!", gritou todo empolgado. Carlos, por sua vez, sério na cara mas de olhos bem abertos, exclamou: "Caralho, que bundão!" Impactados, os dois tentaram tocar, mas minha cunhada virou por cima do ombro e, sem parar de mostrar a bunda, disse: "Ei, ei! Sem tocar, lembram? Ok? Ou melhor, vou pra outro vagão." Os caras seguraram a onda. novamente sua postura e, como hipnotizados, não paravam de olhar pra aquela bunda enorme da minha cunhada
"Ainda não viram no auge do esplendor" exclamou minha cunhada, quando naquele exato instante se agachou até os joelhos, fazendo aquela bunda monstra dobrar de tamanho diante dos olhos daqueles caras que não acreditavam no que tava rolando. Ao se levantar, minha cunhada virou pra me olhar e disse "temos um terceiro espectador", como se eu fosse um desconhecido. Com o dedo, mandou eu chegar perto e perguntou "cê gosta dessa bundona gostosa?", dando um tapa na própria bunda e me sentou na frente dos dois caras.
Carlos & Ernesto franziram a cara como se estivessem desgostosos, já que tinham concorrência. Minha cunhada, por sua vez, abaixou a saia e sentou do meu lado. "Vejo que seus paus tão bem duros" disse minha cunhada "por que não tiram eles pra fora?" dando a ordem. Os caras apressados puxaram os paus pra fora. O primeiro foi o Ernesto, que com ansiedade esfregou o pau na frente da minha cunhada dizendo "cê quer essa pica na sua bucetinha loirinha?!". Carlos não ficou atrás, puxando um pau um pouco mais comprido que o do Ernesto e se masturbando pra deixar ele ainda maior. Da minha parte, puxei meu pau que já tava bem duro e deixei ele no ar pra minha cunhada se sentir mais à vontade.
Minha cunhada exclamou "que paus cheirosos e lubrificados tenho na minha frente". Dava pra ver que nossos paus estavam bem melados de pré-gozo, prontos pra atacar. Minha cunhada se apressou e tirou um vidrinho pequeno de entre as roupas, que passou no pau do Carlos, que só fez soltar um "ahhh, sim, loirinha, puxa meu pau". O outro cara, impaciente, pegou a mão da minha cunhada e levou até o pau dele pra ela fazer o mesmo, mas antes ela passou o mesmo óleo, que era um anestésico mas não tirava a ereção. Ela esfregou os paus deles muito bem de cima pra baixo sem tocar a cabeça da pica pra eles terem mais sensibilidade, exatamente fez isso com meu pau também, era uma sensação de formigamento e dormência mas sem perder a sensação daquelas mãos tão pequenas e deliciosas, que a gente via esfregando nossas picas, umas unhas azul céu indo de cima pra baixo nos nossos paus.
Ficou assim por uns minutos e percebi que o que ela passou na gente era algo pra não perdermos a ereção e continuarmos vigorosos, o plano dela tava saindo como ela queria. Um dos caras se atreveu e tocou nos peitos dela, e ela, sem parar de esfregar as picas deles, disse: "querem ver meus peitos?" Os dois responderam em êxtase: "por favor, loira, mostra esses peitos lindos que você tem". Minha cunhada soltou as bananetas dos dois e tirou os peitos pra fora, mostrando um mamilo bem duro e uma auréola rosadinha muito linda e gostosa. Sem pensar, ela voltou a masturbar os caras, mas dessa vez ajoelhada, com os peitos na altura das picas deles, que de vez em quando roçavam no mamilo da minha cunhada, deixando ela ainda mais excitada.
Os caras, naquele momento, tocavam e amassavam os peitos da minha cunhada, e ela, já nesse nível de tesão, fazia círculos com as cabeças das picas deles nos próprios peitos. Eu podia ver a raba enorme dela ajoelhada e a calcinha fio dental enfiada entre aquelas duas bundonas que engoliam o fio. Um deles ordenou: "loira, chupa minha pica, não aguento mais, quero sentir sua boquinha no meu pau". Minha cunhada se levantou e respondeu: "vocês já tiveram a vez de vocês, agora é a vez dele". Ela tava falando de mim.
Ela ficou na minha frente e, sem se ajoelhar, pegou meu pau, masturbou um pouco e começou a me dar um boquete de campeonato, sempre virando pra olhar por cima do ombro pros caras e dando uma visão da raba mais gostosa possível. Os caras continuavam se esfregando as picas e minha cunhada chupando meu pau e rebolando a cintura pra mostrar aquele par de bundas. quase batiam palmas sozinhas, Carlos, que estava um pouco mais perto, começa a acariciar as nádegas da minha cunhada e afirmando dizia "ahh siii, sua puta branquela gostosa, que rabão delicioso você tem, ahh siii, pra te partir ao meio, ahh branquela, senta no meu pau ou vai logo!!" enquanto ele mesmo pega minha cunhada pela cintura, querendo sentá-la no pau dele, minha cunhada rebolava aquele rabão enorme com uma rebolada muito excitante, descia e subia sem tocar com aquelas carnes enormes naquele pau que estava bem perto daquele par de nadegões.
Carlos puxou minha cunhada com força e ela ficou sentada nas pernas do rapaz, o pau dele roçava aquele par de nádegas no meio da fenda daquele cu, Ernesto, que estava do lado de Carlos, colocou a mão na minha cunhada pra ela continuar masturbando ele, eu por minha parte olhava a cena, sem parar de esfregar meu pau, minha cunhada fazia oitos com o quadril, dando pro rapaz uma boa esfregada de pau com aquele rabão enorme, ficou assim por uns dois minutos, quando quase de repente ela se levanta e monta em Ernesto, que como proteção só tinha a calcinha fio dental minúscula, dava pra ver na cara dele que não acreditava que tinha uma mulher daquelas sentada nas pernas dele com o pau entre as nádegas e que minha cunhada ia pra cima e pra baixo esfregando o pau dele com a bunda linda e ao mesmo tempo dando os peitos pra ele chupar, morder e mamar à vontade.
Carlos começa a massagear uma das nádegas da minha cunhada de um jeito que abraçava o pau de Ernesto com aquela bunda enorme e ele, ao sentir aquelas nádegas quicando nos ovos dele sem penetrar minha cunhada, começa a lubrificar o pau de Ernesto e deixa pegajosa a fenda da minha cunhada, minha cunhada por sua vez começa a pulsar o cu rosado e apertado como pedindo pra meterem no cuzinho, expressa o tesão dizendo "ahh siii, ahh siii, que pau gostoso você tem, ahh queria que me partisse ao meio, piranha!!!" quando disse isso Ernesto, que tinha o pau entre as pernas dela, puxa a tanga da minha cunhada pro lado, deixando o cu dela totalmente exposto. Ele começa a esfregar o pau no cu dela, lubrificando aquele buraquinho minúsculo, já prontinho pra ser arrombado.
Minha cunhada levanta e senta de costas pra mim, dando um puta show pros caras. Ela tira a tanga de vez, pega meu pau com a mão, aponta pro cu dela e começa a rebolando igual um mexilhão com limão. Eu só sentia aquele buraquinho pulsando, implorando por um pau pra ser estourado.
Minha cunhada levanta e fala: "Pronto, galera!! Espero que tenham se divertido." Ela abaixa a saia, arruma a blusa e senta do meu lado, causando um "uhhh!" de raiva dos dois caras, que tavam loucos de tesão depois das siriricas que minha cunhada deu pra eles. Carlos pergunta, com a voz mais alta: "Loira, deixa a gente ver sua bunda, que é uma maravilha." Ernesto responde na mesma hora: "É, deixa a gente bater uma punheta vendo sua bunda, não deixa a gente na mão não, loira." "É, loira, vai, deixa a gente tocar uma vendo sua bunda, pra gente ir embora feliz hoje à noite." < responde Carlos. Minha cunhada, com a tanga toda molhada, responde: "Não! Porque vocês vão querer meter em mim, dá pra ver na cara de vocês." Claro que, no fundo, no calor do tesão, minha cunhada tava implorando pra ter um desses paus na buceta e no cu dela. Dava pra ver a cara de putona que ela tava.
Eu respondo: "Vai, loira, deixa eles verem um pouco de carne pra baterem uma punheta sossegados, esses caras." Como se eu não conhecesse ela, ela já tava bolando a estratégia dela pra não deixar nenhum pau duro naquele vagão. "Tá bom, rapaz, só porque de vocês três, você é o mais sensato," falando de mim como o menos tarado daqueles três, sem saber que eu queria ver os dois arrombando o cu dela.
Ela levanta, dá meia-volta, arqueia as costas e pergunta: "Assim tá bom, pra vocês baterem uma punheta sossegados, rapazes??" Os dois ficaram pasmos com aquele rabo enorme, que faltavam só alguns centímetros pra aquela... belo e duro cu da minha cunhada, o erenesto que era o mais tarado pergunta "você pode deixar a gente ver sua bucetinha, pra gente deixar a rola ainda mais gostosa?" e a minha cunhada só se inclina mais, arqueando ainda mais o quadril e deixando ver um cu descomunal bem perto deles, ao mesmo tempo que puxa a tanga pra um lado, deixando ela numa das nádegas e mostrando ao ar a bucetinha rosada pra eles esfregarem as rolas à vontade.
O Carlos dizia "que nalgas enormes que você tem, como elas cobrem esse buraco imenso, não dá pra ver nada de tanta carne que você tem entre o cu e a buceta!!" "se inclina mais um pouco!!" dizia aquele jovem tarado com vontade de meter a rola entre aquelas nalgas enormes, e ele tava certo mesmo, as nalgotas da minha cunhada não deixavam ver a buceta dela, uns poucos pelinhos era o máximo que aparecia, do cu nem se fala, não se mostrava por nada a não ser que abrisse aquelas nalgas pra deixar ver.
Ficou assim por uns minutos minha cunhada, e cansou de ficar de costas pros caras e entediada que eles não gozavam de tanto olhar a buceta dela, se levantou de novo e disse "não, rapazes, vocês não gozam!! e eu já cansei" reclamando como se ela fosse perder o gozo dela, mas como iam gozar se nossos paus eretos estavam dormentes por causa da pomada que ela tinha passado antes?
Era a hora de eu pedir alguma coisa, não tinha pedido nada nessa viagem toda e sabia que minha cunhada tava deixando pra mim como se fosse uma permissão, foi então que pedi pra ela ficar de quatro (de cachorrinho) e mostrar aquele cu enorme que eu sabia que tava em êxtase, foi o que eu pedi "loira, por que você não fica de cachorrinho no chão e deixa a gente ver essa nalgona que você tem pra gente gozar em você e acabar isso de uma vez?" falei eu com medo do que fosse acontecer, ela só me olhou com olhos de agradecimento e respondeu pros caras três "você não pediu nada, gostoso, e por isso vou te satisfazer no que você me pedir!!" ela afirmou, se posicionando, levantou a saia, ajustou a calcinha fio dental e pediu "masturbem-se com minha raba" arqueou a raba e rebolava com uma dança excitante.
Na hora eu levantei e comecei a me masturbar freneticamente, e os dois caras começaram a fazer o mesmo, mas nós três sentíamos que nossas rolas não iam gozar tão cedo, por causa do que ela tinha colocado nos nossos paus antes. Eu olhava pra minha cunhada e ela só sorria e mordia o lábio com uma cara de safada que parecia que tava vendo o próprio diabo em forma de mulher. Minha cunhada não nos dava nem uma vista da buceta nem do cu, só aqueles cachetões enormes ao ar livre, rebolando na dança mais gostosa que você pode imaginar. Carlos se coloca atrás dela, enfia a rola entre as nádegas dela, enrola a calcinha fio dental no pau e começa a se esfregar nela, e minha cunhada só gemia e falava "hummm sim paaaai, esfrega essa pica em mim hummm!! simmm, come com essa rola" Ernesto se colocou na frente dela e levou a rola pros lábios carnudos da minha cunhada, e ela chupava e sugava aquela porra que jorrava da rola dele. Minha cunhada continuava gemendo e exclamava "huumm!! que rola gostosa!!! hummm cê gosta de como eu te chupo!?" dando lambidas circulares no Ernesto, fazendo ele revirar os olhos de tanto prazer.
Da minha parte, eu continuava me masturbando sem parar de olhar aquela cena. Carlos, que tava lubrificando o cu da minha cunhada, disse sem parar de esfregar a rola na bunda dela "loira, não aguento mais, vou te comer, você merece que eu meta, me deixou a mil!!!" a rola do Carlos tava enrolada na calcinha fio dental da minha cunhada, ele apontou pra buceta dela e, como conseguiu, enfiou a cabeça. Minha cunhada só soltou um enorme "huumm!! oooh sim oooh sim, fura minha buceta, oooh humm sim, fura minha bucetinha" Carlos dizia "ohhh que quentinha!! que gostosa você tá, loira putinha!! ohhh sim Engole minha cabeça, porra!! Sua puta!! Ahh, que buceta gostosa e apertadinha você tem!! Sua loirinha vagabunda!!! Você gosta de levar pirocada, né, sua loira de rabão!!! Minha cunhada: "Ahh, sim, adoro!!, quero até o fundo!!, ahh!!, sim, fode minha buceta, ahhh!!! sim, que pau gostoso você tem, ahh sim!!!, enfia mais fundo!!" — dizia minha cunhada, enquanto só metade do pau daquele cara entrava, e ele só tremia de ver aquela bunda enorme devorando metade do pau dele, sem conseguir enfiar mais fundo.
Quase na mesma hora, como se fosse um castigo, Ernesto agarra ela pela nuca e aponta o pau na boca dela, enfiando quase tudo de uma vez. Só dava pra ouvir minha cunhada engasgando e babando porra pra todo lado. Ernesto não ia sossegar até meter o pau dele na buceta da minha cunhada, e falava agressivo pro Carlos: "Cara, é minha vez de comer essa puta, ela deve ser bem apertadinha, a desgraçada!" "Já sai, porra!! Deixa eu foder ela!! Yahhh!!" — gritava Ernesto, vendo que Carlos não parava de bombar minha cunhada.
Minha cunhada respondeu pra Ernesto: "Calma, boceta mole, tem carne pra nós três, não é, gostoso?" — enquanto me pegava no pau e me masturbava, virando pra mim com a carinha de puta dela, babando saliva com porra daquele cara.
Carlos continuava hipnotizado com a bunda da minha cunhada, que ele já bombava com vontade de gozar. Dava pra ver as nádegas dela quicando na pélvis daquele cara que a dominava, tentando matar a fome sexual dele. A bunda da minha cunhada balançava pra todo lado, com a calcinha fio dental no meio de uma das nádegas e enroscada no pau daquele cara, que parecia que nunca ia querer soltar. Minha cunhada ajudava no tesão, fazendo oitos com o quadril, estimulando o pau do Carlos e ainda soltando frases tipo: "Ahh sim, ahh sim, me fode, ahh sim, que delícia! Ah, me chupa, me morde minha bucetinha" tudo isso sem parar de acariciar minha pica.
Ernesto tava doido pra enfiar a pica de novo na boca da minha cunhada, aí do nada ele para de me acariciar e começa a procurar o cuzinho dela entre aqueles dois bundões. Quando achou, começou a enfiar a ponta do dedo no cu dela e a gemer que nem uma louca. A cena era foda: minha cunhada no chão daquele vagão de ágata, com a pica do Ernesto na boca tentando gemer, e o Carlos por trás metendo sem parar na buceta dela enquanto ela enfiava um dedo no próprio cu — puta que pariu, que luxo.
CONTINUARÁ...
PARTE 2 - Clique Aqui !!!
O combinado foi pegar o trem do norte pro sul e voltar pra estação de onde partimos, mas antes ela vestiu uma saia amarela, uma fio dental preta, uma blusa branca e uma jaqueta leve, deixando bem à mostra aquele pêssego (rabão) apertado pela saia.
Fomos pra estação de trem já passando das 10:30 da noite de um domingo. Escolhemos esse dia e horário pra pegar uns espectadores sonolentos voltando da festa ou do trabalho.
Quando chegamos na estação, com pouca gente, o primeiro a ficar de olho foi um policial que cuidava do local. Ele não conseguia tirar os olhos da minha sister in law, e como não ia conseguir com aquele rabão numa saia amarela? Sem demora e sem vergonha, ele puxa o celular e começa a filmar descaradamente a minha cunhada por trás, seguindo a gente bem de perto. Nos escoltou até o vagão e voltou todo distraído, admirando o vídeo que tinha gravado no celular.
Minha cunhada, claro, percebeu a ação e me disse: "Viu o que essa bunda provoca? E com o tesão que me dá ser admirada e ter o rabo filmado." Eu só sorri e entrei no vagão, que percebemos estar vazio. Só tinha uma senhora com os dois netos e um cara bem dormido no banco ao lado.
Caminhamos até o último vagão. Eu, do meu lado, via aquela rabuda enorme balançando enquanto andava na minha frente, vendo como ela ia subindo aquela saia minúscula, provocando meu pau com aquele cuzão. Não demorou muito até chegarmos no último vagão. e aí percebemos que vinham sentados um casal de jovens vestindo umas batas azuis surradas, uns caras saídos de algum depósito indo do trabalho pra casa. Ao vê-los, minha cunhada ficou paralisada de excitação, já que as vítimas dela estavam na frente dela.
Ela se virou pra mim e sorriu, com a boca vermelha, e piscou o olho, o plano estava saindo como ela queria. Eu fiquei a uns 2mts de distância dela pra não atrapalhar a situação, e ela ficou no meio deles e no meio de mim, me deixando ver tudo o que pudesse rolar naquela noite.
Ela ficou parada de costas pra eles, mostrando aquela raba enorme, e eles já começaram a falar um pro outro sem levantar muito a voz, tentando que ela ouvisse.
— Já viu que cuzão que essa loira tem? — um falou pro outro
— Porra, não acredito, que rabuda do caralho essa puta!! — respondeu o outro sem hesitar
— Caralho, deve ter o cuzinho bem apertado com tanta bunda!!
— Não seja otário, a bucetinha dela toda rosadinha, deve ter uma xerecão!! — comentava um pro outro
— Que gostosa, assim eu caso, pra comer ela a noite inteira!! — resmungava aquele cara
— Aposto que é uma puta, porque essa filha da puta é muito gostosa!!
— Não, não! Acho que parece que ela vem com aquele otário!
— Com qual?? — perguntou um pro outro, se referindo a mim.
— Não, se fosse o cara dela já estaria aqui com ela apalpando ela, já que nesse horário não tem ninguém nesse trem.
Minha cunhada, por sua vez, arqueava a bunda e se inclinava, deixando ver as nádegas brancas ou o que pudessem ver delas, se balançando com o sacolejo do vagão, deixando aquela raba enorme à mostra.
Aqueles caras estavam de boca aberta vendo aquela bunda enorme, um deles se esfregava a pica por cima da calça e o outro nem percebia, porque era uma raba do caralho, difícil de tirar os olhos.
O maior se atreveu a falar com ela: "Shh shh — ei, loirinha, vem sentar aqui"
Minha cunhada, por sua vez, virou e sorriu pra ele. E ela caminha até onde eles estão sentados, perguntando: "O que foi, nunca viram uma mulher?"
Um deles responde: "Já sim, mas igual você só em revista, você é muito gostosa." Minha cunhada só sorri e responde: "Então, existimos sim, mulheres como as das revistas." Um deles fala: "Sim, mas onde vocês se metem que a gente nunca vê por esses lados?"
Minha cunhada sorri e responde: "Valeu pelos elogios, rapazes. Como vocês se chamam?" Os dois respondem atrapalhados, ao mesmo tempo: "Ernesto" "Carlos". "Bom, prazer", diz ela. "E como você se chama?", pergunta aquele que se chamava Ernesto. "Vamos deixar só como amiga", responde minha cunhada.
Carlos: "Amiga, pode fazer um favor pra gente?" "Se não for nada ofensivo, claro que sim", responde minha cunhada. Carlos: "Você podia se levantar e deixar a gente te ver um pouco mais?" "Mas pra que querem me ver de pé, se tô aqui conversando com vocês?", diz minha cunhada. Ernesto: "É que você tem uma raba de dar inveja." "Não seja grosso", responde minha cunhada. Carlos: "Não seja otário, cara!" Carlos: "O que ele quer é que você fique de pé pra gente te admirar de novo." "Mas o que vocês querem ver? Já viram tudo há pouco", fala minha cunhada. Ernesto: "É que você é muito gostosa, sem ofensa." Carlos: "É, verdade, a gente não acredita que você é tão gostosa e ainda assim tá conversando com a gente." "Sem problemas, rapazes. As gostosas são sempre as mais legais", diz minha cunhada. "Pra vocês verem, vou ficar de pé, pra vocês", fala minha cunhada.
Quando ela se levanta, segura no corrimão de cima, se vira e fica com essa bunda enorme a uns 20 centímetros deles. Com uma mão, ela toca uma das nádegas e esfrega, perguntando: "Assim que vocês gostam?" Ela vira de perfil e pergunta de novo: "Ou assim?" arqueando a bunda enorme, deixando ver uma raba vigorosa de perfil.
Carlos, que estava mais perto dela, se abaixa pra ver debaixo da saia dela, e minha cunhada abre um pouco as pernas pra deixar ele ver a calcinha fio-dental minúscula dela, enquanto Ernesto ficou de boca aberta com o espetáculo de rebolado que minha cunhada tava dando pra eles.
Ernesto: "Caralho, que rabão você tem, loirinha, por que não senta no meu colo pra ver como você me deixa de pau duro?"
Carlos: "Não seja vulgar, cara, não se fala assim com uma moça, ou pelo menos não com ela."
"Obrigada, rapazes", respondeu minha cunhada.
Carlos: "Ei, gata, se importa de levantar um pouco a saia pra gente ver a cor da sua calcinha?" — perguntou ele, educado e tarado ao mesmo tempo.
"Não, rapazes, como é que vocês acham? Podem me ver e eu fico muito envergonhada, além disso, acho que vocês não conseguiriam ver ela, porque ela fica escondida entre minhas nádegas", respondeu minha cunhada, se fazendo de sonsa e rebolando ainda mais.
Ernesto: "Vai lá, não tem ninguém no trem, deixa a gente ver um pouco dessa carne que sobra em você e a gente quer ver" — respondeu o cara, já com olho de lobo.
Carlos: "É, vai lá, só de olhar não acontece nada, loirinha."
"Tá bom, mas nada de querer tocar, ok?" — respondeu minha cunhada (querendo ser apalpada por aqueles trabalhadores).
Carlos e Ernesto: "Combinado", responderam juntos.
Minha cunhada se afasta um pouco dos caras, vira de costas pra eles e começa a levantar a saia devagar, deixando à mostra as belas nádegas dela e subindo a saia até a cintura. Na parte de cima das costas, um lacinho preto de uma fio dental que era devorada por aquelas duas nádegas redondas e duras. Ao mesmo tempo, ela arqueava as costas pra empinar mais a bunda e deixar à vista um pêssego branco e enorme.
Ernesto foi o primeiro a uivar igual um lobinho: "Uauuuu!!! Que rabão lindo!", gritou todo empolgado. Carlos, por sua vez, sério na cara mas de olhos bem abertos, exclamou: "Caralho, que bundão!" Impactados, os dois tentaram tocar, mas minha cunhada virou por cima do ombro e, sem parar de mostrar a bunda, disse: "Ei, ei! Sem tocar, lembram? Ok? Ou melhor, vou pra outro vagão." Os caras seguraram a onda. novamente sua postura e, como hipnotizados, não paravam de olhar pra aquela bunda enorme da minha cunhada
"Ainda não viram no auge do esplendor" exclamou minha cunhada, quando naquele exato instante se agachou até os joelhos, fazendo aquela bunda monstra dobrar de tamanho diante dos olhos daqueles caras que não acreditavam no que tava rolando. Ao se levantar, minha cunhada virou pra me olhar e disse "temos um terceiro espectador", como se eu fosse um desconhecido. Com o dedo, mandou eu chegar perto e perguntou "cê gosta dessa bundona gostosa?", dando um tapa na própria bunda e me sentou na frente dos dois caras.
Carlos & Ernesto franziram a cara como se estivessem desgostosos, já que tinham concorrência. Minha cunhada, por sua vez, abaixou a saia e sentou do meu lado. "Vejo que seus paus tão bem duros" disse minha cunhada "por que não tiram eles pra fora?" dando a ordem. Os caras apressados puxaram os paus pra fora. O primeiro foi o Ernesto, que com ansiedade esfregou o pau na frente da minha cunhada dizendo "cê quer essa pica na sua bucetinha loirinha?!". Carlos não ficou atrás, puxando um pau um pouco mais comprido que o do Ernesto e se masturbando pra deixar ele ainda maior. Da minha parte, puxei meu pau que já tava bem duro e deixei ele no ar pra minha cunhada se sentir mais à vontade.
Minha cunhada exclamou "que paus cheirosos e lubrificados tenho na minha frente". Dava pra ver que nossos paus estavam bem melados de pré-gozo, prontos pra atacar. Minha cunhada se apressou e tirou um vidrinho pequeno de entre as roupas, que passou no pau do Carlos, que só fez soltar um "ahhh, sim, loirinha, puxa meu pau". O outro cara, impaciente, pegou a mão da minha cunhada e levou até o pau dele pra ela fazer o mesmo, mas antes ela passou o mesmo óleo, que era um anestésico mas não tirava a ereção. Ela esfregou os paus deles muito bem de cima pra baixo sem tocar a cabeça da pica pra eles terem mais sensibilidade, exatamente fez isso com meu pau também, era uma sensação de formigamento e dormência mas sem perder a sensação daquelas mãos tão pequenas e deliciosas, que a gente via esfregando nossas picas, umas unhas azul céu indo de cima pra baixo nos nossos paus.
Ficou assim por uns minutos e percebi que o que ela passou na gente era algo pra não perdermos a ereção e continuarmos vigorosos, o plano dela tava saindo como ela queria. Um dos caras se atreveu e tocou nos peitos dela, e ela, sem parar de esfregar as picas deles, disse: "querem ver meus peitos?" Os dois responderam em êxtase: "por favor, loira, mostra esses peitos lindos que você tem". Minha cunhada soltou as bananetas dos dois e tirou os peitos pra fora, mostrando um mamilo bem duro e uma auréola rosadinha muito linda e gostosa. Sem pensar, ela voltou a masturbar os caras, mas dessa vez ajoelhada, com os peitos na altura das picas deles, que de vez em quando roçavam no mamilo da minha cunhada, deixando ela ainda mais excitada.
Os caras, naquele momento, tocavam e amassavam os peitos da minha cunhada, e ela, já nesse nível de tesão, fazia círculos com as cabeças das picas deles nos próprios peitos. Eu podia ver a raba enorme dela ajoelhada e a calcinha fio dental enfiada entre aquelas duas bundonas que engoliam o fio. Um deles ordenou: "loira, chupa minha pica, não aguento mais, quero sentir sua boquinha no meu pau". Minha cunhada se levantou e respondeu: "vocês já tiveram a vez de vocês, agora é a vez dele". Ela tava falando de mim.
Ela ficou na minha frente e, sem se ajoelhar, pegou meu pau, masturbou um pouco e começou a me dar um boquete de campeonato, sempre virando pra olhar por cima do ombro pros caras e dando uma visão da raba mais gostosa possível. Os caras continuavam se esfregando as picas e minha cunhada chupando meu pau e rebolando a cintura pra mostrar aquele par de bundas. quase batiam palmas sozinhas, Carlos, que estava um pouco mais perto, começa a acariciar as nádegas da minha cunhada e afirmando dizia "ahh siii, sua puta branquela gostosa, que rabão delicioso você tem, ahh siii, pra te partir ao meio, ahh branquela, senta no meu pau ou vai logo!!" enquanto ele mesmo pega minha cunhada pela cintura, querendo sentá-la no pau dele, minha cunhada rebolava aquele rabão enorme com uma rebolada muito excitante, descia e subia sem tocar com aquelas carnes enormes naquele pau que estava bem perto daquele par de nadegões.
Carlos puxou minha cunhada com força e ela ficou sentada nas pernas do rapaz, o pau dele roçava aquele par de nádegas no meio da fenda daquele cu, Ernesto, que estava do lado de Carlos, colocou a mão na minha cunhada pra ela continuar masturbando ele, eu por minha parte olhava a cena, sem parar de esfregar meu pau, minha cunhada fazia oitos com o quadril, dando pro rapaz uma boa esfregada de pau com aquele rabão enorme, ficou assim por uns dois minutos, quando quase de repente ela se levanta e monta em Ernesto, que como proteção só tinha a calcinha fio dental minúscula, dava pra ver na cara dele que não acreditava que tinha uma mulher daquelas sentada nas pernas dele com o pau entre as nádegas e que minha cunhada ia pra cima e pra baixo esfregando o pau dele com a bunda linda e ao mesmo tempo dando os peitos pra ele chupar, morder e mamar à vontade.
Carlos começa a massagear uma das nádegas da minha cunhada de um jeito que abraçava o pau de Ernesto com aquela bunda enorme e ele, ao sentir aquelas nádegas quicando nos ovos dele sem penetrar minha cunhada, começa a lubrificar o pau de Ernesto e deixa pegajosa a fenda da minha cunhada, minha cunhada por sua vez começa a pulsar o cu rosado e apertado como pedindo pra meterem no cuzinho, expressa o tesão dizendo "ahh siii, ahh siii, que pau gostoso você tem, ahh queria que me partisse ao meio, piranha!!!" quando disse isso Ernesto, que tinha o pau entre as pernas dela, puxa a tanga da minha cunhada pro lado, deixando o cu dela totalmente exposto. Ele começa a esfregar o pau no cu dela, lubrificando aquele buraquinho minúsculo, já prontinho pra ser arrombado.
Minha cunhada levanta e senta de costas pra mim, dando um puta show pros caras. Ela tira a tanga de vez, pega meu pau com a mão, aponta pro cu dela e começa a rebolando igual um mexilhão com limão. Eu só sentia aquele buraquinho pulsando, implorando por um pau pra ser estourado.
Minha cunhada levanta e fala: "Pronto, galera!! Espero que tenham se divertido." Ela abaixa a saia, arruma a blusa e senta do meu lado, causando um "uhhh!" de raiva dos dois caras, que tavam loucos de tesão depois das siriricas que minha cunhada deu pra eles. Carlos pergunta, com a voz mais alta: "Loira, deixa a gente ver sua bunda, que é uma maravilha." Ernesto responde na mesma hora: "É, deixa a gente bater uma punheta vendo sua bunda, não deixa a gente na mão não, loira." "É, loira, vai, deixa a gente tocar uma vendo sua bunda, pra gente ir embora feliz hoje à noite." < responde Carlos. Minha cunhada, com a tanga toda molhada, responde: "Não! Porque vocês vão querer meter em mim, dá pra ver na cara de vocês." Claro que, no fundo, no calor do tesão, minha cunhada tava implorando pra ter um desses paus na buceta e no cu dela. Dava pra ver a cara de putona que ela tava.
Eu respondo: "Vai, loira, deixa eles verem um pouco de carne pra baterem uma punheta sossegados, esses caras." Como se eu não conhecesse ela, ela já tava bolando a estratégia dela pra não deixar nenhum pau duro naquele vagão. "Tá bom, rapaz, só porque de vocês três, você é o mais sensato," falando de mim como o menos tarado daqueles três, sem saber que eu queria ver os dois arrombando o cu dela.
Ela levanta, dá meia-volta, arqueia as costas e pergunta: "Assim tá bom, pra vocês baterem uma punheta sossegados, rapazes??" Os dois ficaram pasmos com aquele rabo enorme, que faltavam só alguns centímetros pra aquela... belo e duro cu da minha cunhada, o erenesto que era o mais tarado pergunta "você pode deixar a gente ver sua bucetinha, pra gente deixar a rola ainda mais gostosa?" e a minha cunhada só se inclina mais, arqueando ainda mais o quadril e deixando ver um cu descomunal bem perto deles, ao mesmo tempo que puxa a tanga pra um lado, deixando ela numa das nádegas e mostrando ao ar a bucetinha rosada pra eles esfregarem as rolas à vontade.
O Carlos dizia "que nalgas enormes que você tem, como elas cobrem esse buraco imenso, não dá pra ver nada de tanta carne que você tem entre o cu e a buceta!!" "se inclina mais um pouco!!" dizia aquele jovem tarado com vontade de meter a rola entre aquelas nalgas enormes, e ele tava certo mesmo, as nalgotas da minha cunhada não deixavam ver a buceta dela, uns poucos pelinhos era o máximo que aparecia, do cu nem se fala, não se mostrava por nada a não ser que abrisse aquelas nalgas pra deixar ver.
Ficou assim por uns minutos minha cunhada, e cansou de ficar de costas pros caras e entediada que eles não gozavam de tanto olhar a buceta dela, se levantou de novo e disse "não, rapazes, vocês não gozam!! e eu já cansei" reclamando como se ela fosse perder o gozo dela, mas como iam gozar se nossos paus eretos estavam dormentes por causa da pomada que ela tinha passado antes?
Era a hora de eu pedir alguma coisa, não tinha pedido nada nessa viagem toda e sabia que minha cunhada tava deixando pra mim como se fosse uma permissão, foi então que pedi pra ela ficar de quatro (de cachorrinho) e mostrar aquele cu enorme que eu sabia que tava em êxtase, foi o que eu pedi "loira, por que você não fica de cachorrinho no chão e deixa a gente ver essa nalgona que você tem pra gente gozar em você e acabar isso de uma vez?" falei eu com medo do que fosse acontecer, ela só me olhou com olhos de agradecimento e respondeu pros caras três "você não pediu nada, gostoso, e por isso vou te satisfazer no que você me pedir!!" ela afirmou, se posicionando, levantou a saia, ajustou a calcinha fio dental e pediu "masturbem-se com minha raba" arqueou a raba e rebolava com uma dança excitante.
Na hora eu levantei e comecei a me masturbar freneticamente, e os dois caras começaram a fazer o mesmo, mas nós três sentíamos que nossas rolas não iam gozar tão cedo, por causa do que ela tinha colocado nos nossos paus antes. Eu olhava pra minha cunhada e ela só sorria e mordia o lábio com uma cara de safada que parecia que tava vendo o próprio diabo em forma de mulher. Minha cunhada não nos dava nem uma vista da buceta nem do cu, só aqueles cachetões enormes ao ar livre, rebolando na dança mais gostosa que você pode imaginar. Carlos se coloca atrás dela, enfia a rola entre as nádegas dela, enrola a calcinha fio dental no pau e começa a se esfregar nela, e minha cunhada só gemia e falava "hummm sim paaaai, esfrega essa pica em mim hummm!! simmm, come com essa rola" Ernesto se colocou na frente dela e levou a rola pros lábios carnudos da minha cunhada, e ela chupava e sugava aquela porra que jorrava da rola dele. Minha cunhada continuava gemendo e exclamava "huumm!! que rola gostosa!!! hummm cê gosta de como eu te chupo!?" dando lambidas circulares no Ernesto, fazendo ele revirar os olhos de tanto prazer.
Da minha parte, eu continuava me masturbando sem parar de olhar aquela cena. Carlos, que tava lubrificando o cu da minha cunhada, disse sem parar de esfregar a rola na bunda dela "loira, não aguento mais, vou te comer, você merece que eu meta, me deixou a mil!!!" a rola do Carlos tava enrolada na calcinha fio dental da minha cunhada, ele apontou pra buceta dela e, como conseguiu, enfiou a cabeça. Minha cunhada só soltou um enorme "huumm!! oooh sim oooh sim, fura minha buceta, oooh humm sim, fura minha bucetinha" Carlos dizia "ohhh que quentinha!! que gostosa você tá, loira putinha!! ohhh sim Engole minha cabeça, porra!! Sua puta!! Ahh, que buceta gostosa e apertadinha você tem!! Sua loirinha vagabunda!!! Você gosta de levar pirocada, né, sua loira de rabão!!! Minha cunhada: "Ahh, sim, adoro!!, quero até o fundo!!, ahh!!, sim, fode minha buceta, ahhh!!! sim, que pau gostoso você tem, ahh sim!!!, enfia mais fundo!!" — dizia minha cunhada, enquanto só metade do pau daquele cara entrava, e ele só tremia de ver aquela bunda enorme devorando metade do pau dele, sem conseguir enfiar mais fundo.
Quase na mesma hora, como se fosse um castigo, Ernesto agarra ela pela nuca e aponta o pau na boca dela, enfiando quase tudo de uma vez. Só dava pra ouvir minha cunhada engasgando e babando porra pra todo lado. Ernesto não ia sossegar até meter o pau dele na buceta da minha cunhada, e falava agressivo pro Carlos: "Cara, é minha vez de comer essa puta, ela deve ser bem apertadinha, a desgraçada!" "Já sai, porra!! Deixa eu foder ela!! Yahhh!!" — gritava Ernesto, vendo que Carlos não parava de bombar minha cunhada.
Minha cunhada respondeu pra Ernesto: "Calma, boceta mole, tem carne pra nós três, não é, gostoso?" — enquanto me pegava no pau e me masturbava, virando pra mim com a carinha de puta dela, babando saliva com porra daquele cara.
Carlos continuava hipnotizado com a bunda da minha cunhada, que ele já bombava com vontade de gozar. Dava pra ver as nádegas dela quicando na pélvis daquele cara que a dominava, tentando matar a fome sexual dele. A bunda da minha cunhada balançava pra todo lado, com a calcinha fio dental no meio de uma das nádegas e enroscada no pau daquele cara, que parecia que nunca ia querer soltar. Minha cunhada ajudava no tesão, fazendo oitos com o quadril, estimulando o pau do Carlos e ainda soltando frases tipo: "Ahh sim, ahh sim, me fode, ahh sim, que delícia! Ah, me chupa, me morde minha bucetinha" tudo isso sem parar de acariciar minha pica.
Ernesto tava doido pra enfiar a pica de novo na boca da minha cunhada, aí do nada ele para de me acariciar e começa a procurar o cuzinho dela entre aqueles dois bundões. Quando achou, começou a enfiar a ponta do dedo no cu dela e a gemer que nem uma louca. A cena era foda: minha cunhada no chão daquele vagão de ágata, com a pica do Ernesto na boca tentando gemer, e o Carlos por trás metendo sem parar na buceta dela enquanto ela enfiava um dedo no próprio cu — puta que pariu, que luxo.
CONTINUARÁ...
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8 comentários - Mi cuñada en tren - un Culazo
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