Olá a todos, este é meu primeiro post, espero que gostem e comentem, e desculpem a ortografia.
Meu nome é Rafael e vou contar o que aconteceu no dia em que minha prima Brenda me pegou cheirando suas calcinhas.
Antes de começar, vou me descrever: sou alto, uns 1,72m, 70kg. Moreno, cabelo preto e um pouco longo, tenho 30 anos. Minha prima Brenda, que é o nome real dela, é uma garota de 19 anos, cabelo longo preto, pele branca, tem uns lábios carnudos, peitos não muito pequenos nem grandes, e a bunda dela é minha fraqueza.
Assim começa a história: somos de San Luis Potosí, mas por falta de recursos às vezes vou para Monterrey, Nuevo León. Em janeiro, eu estava em San Luis de férias e decidi visitar meus tios que moram numa comunidade perto da minha. Quando cheguei na casa, só estava minha tia Cristina, já que meu tio trabalha em outra cidade. Estava conversando com minha tia quando Brenda chega da escola. Como sempre nos demos bem, quase parecíamos irmãos, e já fazia 2 anos que não a via. Assim que me viu, correu para me abraçar e me disse por que não tinha avisado que vinha. Falei que era uma surpresa, mas a surpresa fui eu que levei. Nunca a tinha visto como mulher, pra mim sempre foi minha priminha, mas naquele dia mudou. Ela chegou com o uniforme da escola, que era uma blusa branca e uma saia vermelha com quadrados pretos, e bem curta, por sinal. Naquele dia, contei que tinha pedido permissão pra minha tia pra ficar uma semana na casa deles, e Brenda ficou feliz ao saber, já que queria me contar algumas coisas. Ela me levou pro quarto dela, estávamos conversando, então ela disse que ia ao banheiro pra se trocar. Quando voltou e a vi entrando no quarto, fiquei maravilhado, porque ela estava com uma blusa bem justa que deixava seus lindos peitinhos à mostra, e um shorts bem curtinho que parecia uma calcinha. Naquele dia, ficamos conversando até de noite, depois fui pro quarto onde ia ficar, e como estava muito calor, me preparei pra tomar banho, mas minha tia me disse que Brenda estava se banhando, então... Voltei pro quarto e esperei ela terminar. Quando acabou, minha tia me disse que já podia entrar. Depois que entrei no banheiro, percebi que a Brenda tinha deixado a roupa dela jogada no chão. Levantei pra colocar no cesto e, quando peguei, caiu de entre as roupas uma calcinha fio dental preta. Peguei e coloquei no cesto. Já tomando banho, me deu vontade de bater uma punheta. Saí do chuveiro e fui pegar a calcinha da Brenda. Comecei a examinar e percebi que na parte onde encosta a buceta tinha uma mancha brilhosa. Então cheirei e... hmmm, tinha um cheiro gostoso. Fiz a punheta cheirando a calcinha e depois guardei. E assim fiz durante três dias, cada vez que ia tomar banho pegava as calcinhas dela e levava pro quarto pra me masturbar com elas. Mas no quarto dia, que era quinta, entrei pra tomar banho de novo, peguei uma calcinha e tava cheirando. Tava com uma ereção tremenda só de pensar que fazia poucos minutos ela tava com ela, a Brenda. Não sei como não percebi que não tinha fechado a porta, quando a Brenda entra e me vê cheirando a calcinha dela e diz:
"Mas o que você tá fazendo, Rafa?"
"P-perdão, Brenda", falei gaguejando. "É que..."
"É que nada! Deixa meu pai saber e..." ela me dizia, mas não tirava o olho do meu pau, que na hora, talvez pelo susto, tava com uns 17 cm de ereção. Quando ela vira e vai pro quarto dela, me visto e vou até lá. Bato na porta e ela pergunta o que eu quero. "Precisamos conversar." Ela abre a porta e me manda sentar.
"Brenda, por favor, me perdoa."
"É que não sei", ela falou, e vi que tavam saindo umas lágrimas.
Então pergunto se ela quer que eu vá embora da casa dela no mesmo dia, e ela responde que não. Se aproxima de mim, me abraça e diz: "É que eu gostei. Na verdade, eu tenho deixado minhas calcinhas lá de propósito." E eu pergunto: "Como assim, de propósito?" "Pra ver se você gosta, como eu deixo. Ahhh, claro que eu gosto!" "E o que você faz quando vê?", ela pergunta. "Cheiro e depois bato umas punhetas tremendas." "Hmmm... e não gostaria de cheirar outra?" "Claro! Então ele se levanta da cadeira e tranca a porta, me dizendo: "Aqui, tem". Ele abaixa o short e fica só de calcinha, e me fala: "Orra, o que tá esperando? Não quer cheirar?". Ele senta na beirada da cama e abre as pernas, dizendo: "Vem, chega mais". Eu me agacho e me aproximo pra cheirar, e solta um cheiro muito gostoso. Pra isso, eu já tava de pau duro, que chegava a uns 20 cm sem exagero, e eu digo: "Brenda, posso tocar?". "Claro", ele diz. Começo a tocar por cima da calcinha e ele começa a gemer baixinho. Depois tira a blusa, ficando só de sutiã. Começo a tocar os peitos e ele me diz pra eu me despir. Nem penso duas vezes, fico só de cueca e começamos a nos tocar. Depois dou um beijo na boca, vou descendo pro pescoço, tiro o sutiã e começo a chupar cada um dos peitos, aqueles mamilos cor-de-rosa. Vou descendo até chegar na calcinha, que não demoro a tirar, e fica à vista a bucetinha linda, depilada. Faço um oral, chupando o clitóris até fazer ele gozar, e engulo todos os fluidos.
Depois de se recuperar, ele diz: "Agora é sua vez". Me joga na cama, tira minha cueca e fala: "Que grande, hein? E vai ser todo meu". Começa a dar beijinhos na cabeça do pau e depois a chupar o tronco todo até chegar nas bolas. Aí eu levanto e digo: "Prima, agora vou te comer". Ele diz: "É o que mais desejo, Rafa, mas vai devagar, sou virgem". Digo: "Não se preocupa, vamos devagar". Guio o pau pra entrada da vagina e começo a esfregar alguns segundos, e ele geme: "Ahhhhmmmmm, Rafa, me come". Então vou enfiando pouco a pouco até chegar no hímen e continuo até romper, e ele solta um grito de dor. Perguntei se machuquei, ele disse pra continuar. Então continuo até enfiar tudo, começando cada vez mais forte, e ele pede mais. Naquele dia, fizemos duas vezes. Depois que terminamos, ficamos assim, pelados. No dia seguinte, fizemos de novo, mas nunca gozei dentro dele. Aí chegou o domingo, dia em que eu ia embora. Fui ao quarto dela para me despedir e o Rafa me disse: "Espero que não se esqueça de mim". Quando eu ia saindo do quarto, lembrei que tinha as calcinhas dela e falei: "Tenho suas calcinhas, deixa eu trazer agora". Ele disse: "Não, Rafa, fica com elas para se lembrar de mim. Ah, e não esquece de voltar logo, porque agora eu quero que você goze dentro de mim, te quero". Eu também desejo muito isso.
Bom, esse foi meu relato, espero que tenham gostado, por favor comentem.
Meu nome é Rafael e vou contar o que aconteceu no dia em que minha prima Brenda me pegou cheirando suas calcinhas.
Antes de começar, vou me descrever: sou alto, uns 1,72m, 70kg. Moreno, cabelo preto e um pouco longo, tenho 30 anos. Minha prima Brenda, que é o nome real dela, é uma garota de 19 anos, cabelo longo preto, pele branca, tem uns lábios carnudos, peitos não muito pequenos nem grandes, e a bunda dela é minha fraqueza.
Assim começa a história: somos de San Luis Potosí, mas por falta de recursos às vezes vou para Monterrey, Nuevo León. Em janeiro, eu estava em San Luis de férias e decidi visitar meus tios que moram numa comunidade perto da minha. Quando cheguei na casa, só estava minha tia Cristina, já que meu tio trabalha em outra cidade. Estava conversando com minha tia quando Brenda chega da escola. Como sempre nos demos bem, quase parecíamos irmãos, e já fazia 2 anos que não a via. Assim que me viu, correu para me abraçar e me disse por que não tinha avisado que vinha. Falei que era uma surpresa, mas a surpresa fui eu que levei. Nunca a tinha visto como mulher, pra mim sempre foi minha priminha, mas naquele dia mudou. Ela chegou com o uniforme da escola, que era uma blusa branca e uma saia vermelha com quadrados pretos, e bem curta, por sinal. Naquele dia, contei que tinha pedido permissão pra minha tia pra ficar uma semana na casa deles, e Brenda ficou feliz ao saber, já que queria me contar algumas coisas. Ela me levou pro quarto dela, estávamos conversando, então ela disse que ia ao banheiro pra se trocar. Quando voltou e a vi entrando no quarto, fiquei maravilhado, porque ela estava com uma blusa bem justa que deixava seus lindos peitinhos à mostra, e um shorts bem curtinho que parecia uma calcinha. Naquele dia, ficamos conversando até de noite, depois fui pro quarto onde ia ficar, e como estava muito calor, me preparei pra tomar banho, mas minha tia me disse que Brenda estava se banhando, então... Voltei pro quarto e esperei ela terminar. Quando acabou, minha tia me disse que já podia entrar. Depois que entrei no banheiro, percebi que a Brenda tinha deixado a roupa dela jogada no chão. Levantei pra colocar no cesto e, quando peguei, caiu de entre as roupas uma calcinha fio dental preta. Peguei e coloquei no cesto. Já tomando banho, me deu vontade de bater uma punheta. Saí do chuveiro e fui pegar a calcinha da Brenda. Comecei a examinar e percebi que na parte onde encosta a buceta tinha uma mancha brilhosa. Então cheirei e... hmmm, tinha um cheiro gostoso. Fiz a punheta cheirando a calcinha e depois guardei. E assim fiz durante três dias, cada vez que ia tomar banho pegava as calcinhas dela e levava pro quarto pra me masturbar com elas. Mas no quarto dia, que era quinta, entrei pra tomar banho de novo, peguei uma calcinha e tava cheirando. Tava com uma ereção tremenda só de pensar que fazia poucos minutos ela tava com ela, a Brenda. Não sei como não percebi que não tinha fechado a porta, quando a Brenda entra e me vê cheirando a calcinha dela e diz:
"Mas o que você tá fazendo, Rafa?"
"P-perdão, Brenda", falei gaguejando. "É que..."
"É que nada! Deixa meu pai saber e..." ela me dizia, mas não tirava o olho do meu pau, que na hora, talvez pelo susto, tava com uns 17 cm de ereção. Quando ela vira e vai pro quarto dela, me visto e vou até lá. Bato na porta e ela pergunta o que eu quero. "Precisamos conversar." Ela abre a porta e me manda sentar.
"Brenda, por favor, me perdoa."
"É que não sei", ela falou, e vi que tavam saindo umas lágrimas.
Então pergunto se ela quer que eu vá embora da casa dela no mesmo dia, e ela responde que não. Se aproxima de mim, me abraça e diz: "É que eu gostei. Na verdade, eu tenho deixado minhas calcinhas lá de propósito." E eu pergunto: "Como assim, de propósito?" "Pra ver se você gosta, como eu deixo. Ahhh, claro que eu gosto!" "E o que você faz quando vê?", ela pergunta. "Cheiro e depois bato umas punhetas tremendas." "Hmmm... e não gostaria de cheirar outra?" "Claro! Então ele se levanta da cadeira e tranca a porta, me dizendo: "Aqui, tem". Ele abaixa o short e fica só de calcinha, e me fala: "Orra, o que tá esperando? Não quer cheirar?". Ele senta na beirada da cama e abre as pernas, dizendo: "Vem, chega mais". Eu me agacho e me aproximo pra cheirar, e solta um cheiro muito gostoso. Pra isso, eu já tava de pau duro, que chegava a uns 20 cm sem exagero, e eu digo: "Brenda, posso tocar?". "Claro", ele diz. Começo a tocar por cima da calcinha e ele começa a gemer baixinho. Depois tira a blusa, ficando só de sutiã. Começo a tocar os peitos e ele me diz pra eu me despir. Nem penso duas vezes, fico só de cueca e começamos a nos tocar. Depois dou um beijo na boca, vou descendo pro pescoço, tiro o sutiã e começo a chupar cada um dos peitos, aqueles mamilos cor-de-rosa. Vou descendo até chegar na calcinha, que não demoro a tirar, e fica à vista a bucetinha linda, depilada. Faço um oral, chupando o clitóris até fazer ele gozar, e engulo todos os fluidos.
Depois de se recuperar, ele diz: "Agora é sua vez". Me joga na cama, tira minha cueca e fala: "Que grande, hein? E vai ser todo meu". Começa a dar beijinhos na cabeça do pau e depois a chupar o tronco todo até chegar nas bolas. Aí eu levanto e digo: "Prima, agora vou te comer". Ele diz: "É o que mais desejo, Rafa, mas vai devagar, sou virgem". Digo: "Não se preocupa, vamos devagar". Guio o pau pra entrada da vagina e começo a esfregar alguns segundos, e ele geme: "Ahhhhmmmmm, Rafa, me come". Então vou enfiando pouco a pouco até chegar no hímen e continuo até romper, e ele solta um grito de dor. Perguntei se machuquei, ele disse pra continuar. Então continuo até enfiar tudo, começando cada vez mais forte, e ele pede mais. Naquele dia, fizemos duas vezes. Depois que terminamos, ficamos assim, pelados. No dia seguinte, fizemos de novo, mas nunca gozei dentro dele. Aí chegou o domingo, dia em que eu ia embora. Fui ao quarto dela para me despedir e o Rafa me disse: "Espero que não se esqueça de mim". Quando eu ia saindo do quarto, lembrei que tinha as calcinhas dela e falei: "Tenho suas calcinhas, deixa eu trazer agora". Ele disse: "Não, Rafa, fica com elas para se lembrar de mim. Ah, e não esquece de voltar logo, porque agora eu quero que você goze dentro de mim, te quero". Eu também desejo muito isso.
Bom, esse foi meu relato, espero que tenham gostado, por favor comentem.
3 comentários - Minha prima me pega com as calcinhas dela.