Flor já estava trabalhando na empresa do tio há uns dois meses.
Com apenas 21 anos, tinha muito o que fazer.
Seu primo Adriano, de 35 anos, ficou responsável por treiná-la.
Adriano era moreno, cabelo comprido que ele prendia. Mãos firmes, dedos longos. Gostava de usar jeans.
Um dia, não conseguiu evitar ver o primo num encontro furtivo, transando no depósito com a esposa.
Desde então, toda vez que o via, lembrava do anal que o primo fez ali mesmo.
Numa sexta de janeiro, o calor estava insuportável. Todos foram comer, mas Flor saiu para o pátio interno. Lá, Adriano estava sentado. Enquanto conversavam, uma chuva forte os pegou de surpresa.
Demoraram para entrar. Quando chegaram ao depósito, os dois estavam encharcados. Ele tirou a camisa. Flor olhou para ele com desejo.
Ela usava a camiseta de algodão da empresa e, tão molhada, deixava os mamilos aparecendo, já que não estava de sutiã.
— Tá com frio, Flor? — perguntou Adriano, sorrindo ao ver os mamilos eretos.
— Seu filho da puta! — gritou ela, tentando se cobrir.
Mas Adriano segurou a mão dela para impedir.
Ela tremeu e se sentiu excitada.
A água fria escorria por toda a saia jeans dela e penetrava até a calcinha. Lá, encontrava a buceta quente.
— Adoro ver seus peitos assim! — disse ele, levando a mão de Flor até o volume dele.
A dureza do pau dele a surpreendeu.
Ele se aproximou e buscou os lábios dela. Ela o recebeu, e logo suas línguas se misturaram.
Com a outra mão, Adriano tirou a calcinha pequena, molhada de chuva e de tesão.
Flor, apesar da idade, já tinha experiência sexual, mas ficava inibida por aquele homem ser seu primo, casado e seu chefe. Mas tudo se dissipou ao sentir os dedos acariciando sua buceta molhada.
Ela estremeceu. Abriu bem as pernas, e logo dois daqueles dedos longos a penetraram.
— Ahhhhh!!! — gemeu com gosto — é... assim — disse.
Adriano não teve piedade. Enfiava os dedos uma e outra vez até o fundo.
Ela começou a rebolar e... mordia enquanto beijava ele.
Adriano queria comer aquela buceta.
Desceu e tirou a saia.
Ali encontrou a buceta da Flor. Seus pelinhos pubianos lindamente aparados.
A xota dela exalava um aroma delicioso. Deitou ela num sofá e enfiou a língua no buraquinho vaginal.
Os líquidos dela enlouqueceram ele.
Ela tava muito molhada e acariciava os peitos dela.
Ele entrava e saía com a língua enquanto os dedos apertavam o clitóris.
Assim masturbou ela enquanto chupava os sucos dela.
Finalmente ela sentiu que ia gozar, quando os dedos deram lugar aos lábios do Adriano.
Com a língua, tocou uma e outra vez aquele botãozinho de prazer e logo ela se sentiu morrer.
Adriano achou o ritmo perfeito e Flor não demorou a se quebrar. Um orgasmo potente a dobrou no meio. Levantou a bacia e segurou ele com as duas mãos na nuca, puxando ele pra xota como se quisesse meter ele pra dentro.
Adriano, como bom cavalheiro, passou uns minutos chupando tudo.
Depois tirou a calça e aproximou o pau da boca da Flor.
— Vai, priminha — implorou.
Ela chupou ele devagar e depois foi aumentando o ritmo. Sentia o gosto do esperma dele chegando.
Adorava chupar aquele pau duro.
Ele tirou o membro da boca dela e colocou na buceta ainda molhada e cheia de vontade.
Empurrou de uma vez só e, mesmo doendo, foi lindo.
Começou a montar ela com força.
Enquanto entrava e saía, segurou as nádegas dela e abriu.
Molhou o dedo do meio com a própria saliva e foi atrás do cu da Flor.
Ela sentia o pau duro dentro da xota. Quando, de repente, aquele dedo entrou no buraquinho anal dela.
— Me come, viado — gemeu.
Ele mexeu o dedo com gosto.
E parece que isso excitou ele ainda mais.
Acelerou e atacou com tudo.
Ela queria que ele aguentasse mais um pouco.
Sabia que tava perto de outro orgasmo.
Ele penetrava ela sem dó e ela tremeu enquanto explodia. Uns segundos depois, Adriano caiu trêmulo em cima dela, beijando ela.
— Uauuuu — disse Flor —, isso foi intenso.
— É, gostosa — disse Adriano enquanto saía de dentro dela.
— Acho que você já tá pronta. pra me entregar aquela bucetinha apertada - completei enquanto chupava o dedo que enfiei no cu da Flor.
Com apenas 21 anos, tinha muito o que fazer.
Seu primo Adriano, de 35 anos, ficou responsável por treiná-la.
Adriano era moreno, cabelo comprido que ele prendia. Mãos firmes, dedos longos. Gostava de usar jeans.
Um dia, não conseguiu evitar ver o primo num encontro furtivo, transando no depósito com a esposa.
Desde então, toda vez que o via, lembrava do anal que o primo fez ali mesmo.
Numa sexta de janeiro, o calor estava insuportável. Todos foram comer, mas Flor saiu para o pátio interno. Lá, Adriano estava sentado. Enquanto conversavam, uma chuva forte os pegou de surpresa.
Demoraram para entrar. Quando chegaram ao depósito, os dois estavam encharcados. Ele tirou a camisa. Flor olhou para ele com desejo.
Ela usava a camiseta de algodão da empresa e, tão molhada, deixava os mamilos aparecendo, já que não estava de sutiã.
— Tá com frio, Flor? — perguntou Adriano, sorrindo ao ver os mamilos eretos.
— Seu filho da puta! — gritou ela, tentando se cobrir.
Mas Adriano segurou a mão dela para impedir.
Ela tremeu e se sentiu excitada.
A água fria escorria por toda a saia jeans dela e penetrava até a calcinha. Lá, encontrava a buceta quente.
— Adoro ver seus peitos assim! — disse ele, levando a mão de Flor até o volume dele.
A dureza do pau dele a surpreendeu.
Ele se aproximou e buscou os lábios dela. Ela o recebeu, e logo suas línguas se misturaram.
Com a outra mão, Adriano tirou a calcinha pequena, molhada de chuva e de tesão.
Flor, apesar da idade, já tinha experiência sexual, mas ficava inibida por aquele homem ser seu primo, casado e seu chefe. Mas tudo se dissipou ao sentir os dedos acariciando sua buceta molhada.
Ela estremeceu. Abriu bem as pernas, e logo dois daqueles dedos longos a penetraram.
— Ahhhhh!!! — gemeu com gosto — é... assim — disse.
Adriano não teve piedade. Enfiava os dedos uma e outra vez até o fundo.
Ela começou a rebolar e... mordia enquanto beijava ele.
Adriano queria comer aquela buceta.
Desceu e tirou a saia.
Ali encontrou a buceta da Flor. Seus pelinhos pubianos lindamente aparados.
A xota dela exalava um aroma delicioso. Deitou ela num sofá e enfiou a língua no buraquinho vaginal.
Os líquidos dela enlouqueceram ele.
Ela tava muito molhada e acariciava os peitos dela.
Ele entrava e saía com a língua enquanto os dedos apertavam o clitóris.
Assim masturbou ela enquanto chupava os sucos dela.
Finalmente ela sentiu que ia gozar, quando os dedos deram lugar aos lábios do Adriano.
Com a língua, tocou uma e outra vez aquele botãozinho de prazer e logo ela se sentiu morrer.
Adriano achou o ritmo perfeito e Flor não demorou a se quebrar. Um orgasmo potente a dobrou no meio. Levantou a bacia e segurou ele com as duas mãos na nuca, puxando ele pra xota como se quisesse meter ele pra dentro.
Adriano, como bom cavalheiro, passou uns minutos chupando tudo.
Depois tirou a calça e aproximou o pau da boca da Flor.
— Vai, priminha — implorou.
Ela chupou ele devagar e depois foi aumentando o ritmo. Sentia o gosto do esperma dele chegando.
Adorava chupar aquele pau duro.
Ele tirou o membro da boca dela e colocou na buceta ainda molhada e cheia de vontade.
Empurrou de uma vez só e, mesmo doendo, foi lindo.
Começou a montar ela com força.
Enquanto entrava e saía, segurou as nádegas dela e abriu.
Molhou o dedo do meio com a própria saliva e foi atrás do cu da Flor.
Ela sentia o pau duro dentro da xota. Quando, de repente, aquele dedo entrou no buraquinho anal dela.
— Me come, viado — gemeu.
Ele mexeu o dedo com gosto.
E parece que isso excitou ele ainda mais.
Acelerou e atacou com tudo.
Ela queria que ele aguentasse mais um pouco.
Sabia que tava perto de outro orgasmo.
Ele penetrava ela sem dó e ela tremeu enquanto explodia. Uns segundos depois, Adriano caiu trêmulo em cima dela, beijando ela.
— Uauuuu — disse Flor —, isso foi intenso.
— É, gostosa — disse Adriano enquanto saía de dentro dela.
— Acho que você já tá pronta. pra me entregar aquela bucetinha apertada - completei enquanto chupava o dedo que enfiei no cu da Flor.
5 comentários - Flor e o primo (como um garrote)