HERÓI FORA DO BAILE
Carreguei minhas ferramentas na caminhonete e fui pro sítio. Cheguei às 7h, desci minhas ferramentas e peguei o cortador de cerca e a escada. Quando ia começar, alguém disse meu nome e olhei pra onde tava me chamando.
Clara - Oi, Enzo - ela vestia um conjunto de lingerie amarelo - Vem.
Deixei a máquina e fui até onde a Clara tava. Quando cheguei:
Eu - Aconteceu algo?
Clara - Sim, hoje você é meu e quero que me coma como uma puta - apontou pros banheiros - Lá quero que me coma até o meio-dia.
Eu tinha que foder a Clara por cinco horas. Levei ela até os banheiros e Clara tirou a lingerie, enquanto eu tirava a minha. Quando fiquei só de cueca:
Clara - Tenho só três regras pra você.
Eu - Quais?
Clara - Primeira, você vai ter que encher todos os meus buracos.
Eu - Beleza.
Clara - Segunda, não vai me dar beijos.
Eu - Pronto.
Clara - E por último, não se importa se eu gritar ou gemer implorando, ok?
Eu - Ok.
Clara - Então vamos começar.
Clara se agachou e tirou minha cueca. Começou a chupar meu pau até ele ficar duro e se ajoelhou de quatro no chão.
Clara - Primeiro minha buceta.
Fui penetrando devagar até enfiar tudo. Comecei a meter forte, Clara gemia de prazer a cada estocada que eu dava. No sétimo orgasmo da Clara, eu gozei e ela teve um orgasmo enorme.
Clara - Aaaaaaahhhhhhhh - caiu exausta no chão. Em poucos minutos se recuperou e levantou a raba, e eu penetrei ela - Aaaaaaaahhhhhhhh - enfiei a cabeça do meu pau.
Fui colocando meu pau devagar no cu da Clara e quando entrou tudo, ela deu um grito de prazer.
Clara - Aaaaaaahhhhhh, começa a me meter com tudo.
Segurei Clara pela cintura e comecei a meter devagar primeiro, mas fui aumentando a velocidade. A cada estocada que eu dava na Clara, ela soltava um grito de prazer. Fui acelerando as estocadas até fazer a Clara uivar como uma puta no cio. O cu dela apertava a cada orgasmo que ela tinha, por isso segurei minha gozada até o Quinto orgasmo da Clara.
Clara - aaaaaaaaaaahhhhhhh - caiu rendida no chão, a Clara.
Demorou uns cinco minutos pra se recuperar.
Clara - agora vai almoçar.
Eu me vesti e fui pra cozinha. Quando entrei, encontrei a Silvia me esperando com o almoço. Comemos e conversamos. Quando terminamos de almoçar, fui começar a cortar a cerca. Terminei de cortar a cerca e não tinha sinal da Clara, então fiz os canteiros dos fundos. Às 5 da tarde, fui pra minha casa. Levei só meia hora e cheguei em casa. Quando entrei, encontrei todas de biquíni (a Jéssica com um conjunto azul, a Akemi com um verde, a Maria com um vermelho e a Jasmim com um branco). Todas estavam se secando.
Jasmim - oi, Enzo - ela disse enquanto tirava a parte de cima do biquíni, e eu pude ver as auréolas médias cor de mel e os mamilos marrom claro.
Jéssica - não te incomoda se a gente sair hoje?
Eu - não - sentei no sofá pra ver TV.
Akemi - mas seria injusto, a gente sair e o Enzo ficar sozinho, e se ele ficar com tesão pode chamar uma das amiguinhas dele.
Jéssica - nisso você tem razão, e o que você acha que a gente faz?
Akemi - sei lá.
Maria - tenho uma ideia.
Jéssica - no que você tá pensando?
Maria - que a gente seque ele agora e ele fique com tesão o dia todo.
Jasmim - boa ideia - já tirou a calcinha e estava secando a buceta depilada - antes de a gente se lavar, cada uma vai dar uma gozada.
Jéssica - boa ideia, eu topo.
Akemi - eu também.
Maria - e quem vai ser a primeira?
Jasmim - eu pego primeiro.
A Jasmim veio até mim, lambeu dois dedos e começou a lubrificar o cu. Quando já estava lubrificado, puxou meu pau pra fora da calça e enfiou ele no cu dela. A Jasmim se movia pra frente e pra trás rapidinho. Pra aumentar a excitação dela, fiz ela lamber dois dos meus dedos e comecei a masturbar ela na buceta. Eu gozei no sexto orgasmo da Jasmim.
Jasmim - aaaaaahhhhhh - cravou as unhas nas minhas costas, a Jasmim. Demorou uns minutos pra se recuperar.
Akemi - minha vez - tirou o biquíni e veio na minha direção. Jazmin saiu da minha pica e a Akemi limpou ela e sentou na minha pica. Minha pica entrou na buceta da Akemi, e ela começou a rebolar em cima de mim. Enquanto Akemi me cavalgava, eu comecei a chupar os peitinhos dela. Eu gozei no sexto orgasmo da Akemi.
Akemi - aaaaaaaaahhhhh
Maria - minha vez - Maria já estava pelada
Maria chegou perto de mim, tirou a Akemi da minha pica e limpou ela. Maria sentou na minha pica, minha pica entrou no cu da Maria e ela começou a cavalgar. Maria pegou na minha mão e lambeu dois dedos, e eu comecei a masturbar ela. Depois do segundo orgasmo da Maria, comecei a chupar os peitinhos dela. Eu gozei no sexto da Maria.
Maria - aaaaaaahhhhh
Jesica - minha vez - Jesica já estava pelada
Maria saiu da minha pica e Jesica sentou nela, minha pica entrou na buceta da Jesica. Jesica lambeu dois dos meus dedos e eu enfiei eles no cu dela, enfiando e tirando. Também comecei a chupar os peitinhos dela. Eu gozei no sexto orgasmo da Jesica.
Jesica - aaaaaaaaaahhhhhhh - caiu exausta no meu peito
Jesica saiu da minha pica, foi tomar banho e as quatro minas se trocaram pra sair. Akemi vestiu um vestido preto curto e justo, sem mangas e com um decote médio. Jazmin vestiu um vestido roxo curto, justo, sem mangas e com um decote igual ao da Akemi. Maria vestiu um short jeans azul com uma camiseta preta curta e detalhes brancos. E Jesica vestiu uma calça jeans preta e uma camiseta verde água.
Jesica - Love, a gente vai jantar e depois pra uma balada
Eu - Ok, e que horas vocês voltam?
Jesica - Não sabemos
Eu - Beleza
As quatro minas foram num táxi pra sair.
Comi, tomei banho e fiquei vendo TV até as 23h. Achei que ia ter a primeira noite tranquila desde que meus pais foram embora, mas não. Fui dormir.
SÁBADO, 10 DE DEZEMBRO
Às 2h30 da manhã, meu celular tocou, atendi e era a Maria
Eu - Oi
Maria - Enzo, você pode vir nos buscar na balada? Todas tão bêbadas e tô com um pouco de medo que vão fazer
eu- ok, cadê vocês
maria- te mandei o endereço por mensagem, fica tranquila, jazmin, não me bate a mão
eu- ok, me manda a mensagem o mais rápido, porque a jazmin vai te estuprar já- levantei e comecei a me vestir
maria- obrigada, te esperamos- desligou
recebi a mensagem e fui pra balada. não achava estacionamento e tive que estacionar minha caminhonete atrás da balada. desci e fui procurar as minas. quando tava na frente da balada, mandei uma mensagem pra maria, dizendo que já tava na frente. em poucos minutos depois que mandei a mensagem, as minas tavam saindo, a jazmin e a akemi estavam bêbadas, a jesica um pouco menos bêbada e a maria tava sóbria. levei elas até a caminhonete e quando chegamos, ouvi uns gritos na parte de trás da balada.
maria- que que será que tem lá?
eu- sei não
ouvi um grito familiar, era da marisol pedindo socorro
eu- vou ver o que é, sobe na caminhonete
maria- ok
fui pra onde tavam os gritos. vi e eram quatro caras tentando tirar a roupa da marisol (tava de jeans preto e uma regata vermelha curta) e de outra mina (tava de jeans azul e uma regata azul curta)
marisol- socorro
eu- larga essas minas- gritei pros caras
cara1- sai daqui, você
cara2- é, vaza ou a gente vai te quebrar tudo
me aproximei de onde tavam e tirei eles de cima das minas. e virei de costas pra defender elas.
cara3- fuck you, um conselho, mano, cresce ou vai sair daqui ferrado
eu- que que vocês vão fazer, viados, senão eu vazo
cara4- vai se dar mal- sacou um canivete e o cara2 também. os outros pegaram um cano e iam tentar me matar
eu- vem, mariconas- tava louco
o cara3 começou a tentar me bater com o cano, mas eu me esquivava ou me protegia pra não levar porrada. depois o cara1 entrou também e começou a tentar me bater, mas eu conseguia desviar ou segurar com os braços. fiquei puto, peguei o cano do cara3, tomei dele e dei uma porrada de cano no cara1 nas costelas Cai. Depois acertei o 3 no peito e ele caiu sem ar. Finalizei o 1 com um golpe na região dos pulmões.
Eu – É isso aí – tava com a adrenalina no talo
Cara 4 – Você vai ver, viado
Ele tentou me dar uma facada, mas eu desviei e acertei ele com o cano nas costas, e ele caiu no chão. Virei ele e finalizei com um golpe no peito.
Eu – Agora é sua vez
O cara 2 jogou a navalha no meu peito, mas eu desviei, só que me machucou no braço direito. Acertei um soco certeiro na cara e ele caiu no chão. Me virei pra ver como as minas estavam, elas estavam em posição fetal, abraçadas.
Eu – Tão bem?
Marisol – Valeu
Eu – Vamos – peguei elas e levei pra caminhonete
Elas entraram e eu levei a Marisol e a amiga dela até a casa da Marisol. Mandei uma mensagem pra Ana, pra ela esperar a gente na entrada. Quando chegamos, ela tava no portão da quinta.
Ana – Valeu, Enzo, por trazer elas
Eu – Sem problema, amanhã explico o que rolou
Ana – Ok, a gente se vê, Enzo
Subi na caminhonete e todas as minas estavam dormindo. Chegamos em casa, coloquei todas pra deitar, mas a Maria cuidou do meu ferimento.
Maria – Que doido que você é
Eu – Bom, tinha que proteger e você sabe muito bem que quando quero proteger, não meço as consequências
Maria – Nisso você tem razão, é meio doido
Eu – Meio?
Maria – Kkkk
Ela terminou de cuidar do ferimento e fui dormir.
Acordei às 6h30, me vesti e tomei café. Fui trabalhar, cheguei na quinta às 7h15, desci minhas ferramentas e o ferimento tava doendo. Quando ia limpar a piscina, a Ana apareceu de roupão.
Ana – Enzo, por que você trouxe a Marisol e a amiga dela hoje de madrugada? O que aconteceu com elas?
Eu – Bom – comecei a limpar a piscina – a Marisol e a amiga dela, quatro caras tentaram estuprar elas, e eu apareci e salvei elas
Ana – Por que você tava lá?
Eu – Tava lá porque fui buscar minha mina, minha prima e uma amiga naquele balada e estacionei na parte de trás
Fui contando tudo que aconteceu. Ela me agradeceu por cuidar delas. Marisol. Quando terminei de limpar a piscina, fui fazer os canteiros e, quando terminei, já era meio-dia e fui almoçar. Quando entrei na cozinha, a Silvia me esperava com o almoço.
Silvia: Senta, herói.
Eu: Não fala isso — sentei na cadeira.
Silvia: Ué, salvou aquelas duas meninas.
A gente continuou conversando e comendo. Quando terminamos de comer, apareceu a Lucia (vestindo um short esportivo cinza e um sutiã branco).
Lucia: Oi, Enzo — foi até a geladeira e pegou uma jarra de suco — hoje é meu dia. Olhou pro relógio — às 3 da tarde quero que você vá no meu quarto.
Eu: Ok.
Lucia: A gente se vê.
Fui cortar a cerca da parte do taquaral. Cortei até dar 3 da tarde. Subi pro quarto da Lucia, entrei e ela me esperava pelada em cima da cama.
Lucia: Vem, tigrão.
Me despi e comecei a masturbar a Lucia. Ela soltava gemidos de prazer a cada lambida que eu dava no clitóris. Quando a Lucia teve o primeiro orgasmo, me fez deitar na cama e sentou no meu pau. Comecei a chupar os peitos dela. Eu gozei no sexto orgasmo da Lucia.
Lucia: Aaaaaaahhhhh — cravou os dentes no meu ombro pra ninguém ouvir os gemidos.
Ouvi um barulho na porta, olhei e era a Marisol com um roupão, com lágrimas escorrendo.
Marisol: Lucia, você é uma biscate — já tava chorando.
Lucia: Não, Marisol — a Marisol saiu do quarto — vem que eu explico — saiu do quarto pelada.
Vesti a roupa e saí do quarto. Quando saí, vi a Ana, a Clara e a Lucia tentando falar com a Marisol, mas ela trancou a porta.
Ana: Abre, filha.
Marisol: Nunca.
Ana: Vai, filha, abre e a gente conversa.
A Ana tentava conversar com a Marisol, enquanto a Clara e a Lucia discutiam.
Clara: Como é que você pensou em foder com o Enzo dentro de casa e com a Marisol por perto?
Lucia: Sei lá o que tava pensando, tava com tesão.
Elas discutiam, e pra mim aquela briga a Marisol tava ouvindo e só piorava as coisas. Tomei uma atitude, peguei a Clara e a Lucia.
Eu: Parem de gritar. , tão mexendo com a marisol
clara- como você sabe disso
eu- porque tão mexendo comigo
fui até a porta e toquei no ombro da ana
eu- me deixa falar com ela
ana- acho que ela não vai te abrir, nem pra mim ela abre a porta
eu- deixa eu tentar
ana saiu da frente da porta e eu bati na porta
marisol- não quero falar com ninguém
eu- sou o enzo e quero ver como você tá por causa do que aconteceu de madrugada
marisol- tô bem
eu- sua voz diz o contrário
marisol- tô bem sim
eu- se você tivesse bem, abriria a porta e a gente conversava
marisol- não tô a fim de conversar
eu- você não tá a fim porque tá mal
marisol- mentira
eu- pra mim você tá mal sim
marisol- tô bem
eu- pra mim não
marisol- tô bem
eu- bom, se você tá bem, abre a porta
ouvi a porta se abrindo, e consegui ver o rosto da marisol. ela tava com marcas de lágrimas e a cara dela parecia que ia morrer de tristeza.
eu- posso entrar?- falei bem baixinho
marisol- entra só você- abriu a porta
eu- valeu
entrei no quarto e ela fechou na hora. trancou a porta e eu sentei numa cadeira que tinha no quarto, e a marisol sentou na cama dela.
eu- como você tá se sentindo?
marisol- traída
eu- por quê?
marisol- problemas de mina
eu- tem certeza? porque eu tenho duas irmãs e elas nunca brigaram assim
marisol- certeza que já brigaram sim, igual a gente brigou com a lucia
eu- agora que eu me lembro, minhas irmãs brigaram feio por um cara- menti pra ver se acertava- e discutiram feio
marisol- é mesmo?- não quis levantar o olhar, acertei
eu- não será que vocês brigaram por um cara?- sentei do lado dela
marisol- não- não levantava a cabeça
eu- pra mim foi
marisol- não
fiquei enchendo o saco até que ela se jogou em cima de mim e me deu um beijo carinhoso.
eu- sabia que era por um cara- quando ela parou de me beijar, falei
marisol- cala a boca
marisol me comeu de beijo mais umas vezes e não parava de me beijar
marisol- o que você vê na minha irmã, que não vê em mim?- falou fazendo biquinho CONTINUARÁ.................
Carreguei minhas ferramentas na caminhonete e fui pro sítio. Cheguei às 7h, desci minhas ferramentas e peguei o cortador de cerca e a escada. Quando ia começar, alguém disse meu nome e olhei pra onde tava me chamando.
Clara - Oi, Enzo - ela vestia um conjunto de lingerie amarelo - Vem.
Deixei a máquina e fui até onde a Clara tava. Quando cheguei:
Eu - Aconteceu algo?
Clara - Sim, hoje você é meu e quero que me coma como uma puta - apontou pros banheiros - Lá quero que me coma até o meio-dia.
Eu tinha que foder a Clara por cinco horas. Levei ela até os banheiros e Clara tirou a lingerie, enquanto eu tirava a minha. Quando fiquei só de cueca:
Clara - Tenho só três regras pra você.
Eu - Quais?
Clara - Primeira, você vai ter que encher todos os meus buracos.
Eu - Beleza.
Clara - Segunda, não vai me dar beijos.
Eu - Pronto.
Clara - E por último, não se importa se eu gritar ou gemer implorando, ok?
Eu - Ok.
Clara - Então vamos começar.
Clara se agachou e tirou minha cueca. Começou a chupar meu pau até ele ficar duro e se ajoelhou de quatro no chão.
Clara - Primeiro minha buceta.
Fui penetrando devagar até enfiar tudo. Comecei a meter forte, Clara gemia de prazer a cada estocada que eu dava. No sétimo orgasmo da Clara, eu gozei e ela teve um orgasmo enorme.
Clara - Aaaaaaahhhhhhhh - caiu exausta no chão. Em poucos minutos se recuperou e levantou a raba, e eu penetrei ela - Aaaaaaaahhhhhhhh - enfiei a cabeça do meu pau.
Fui colocando meu pau devagar no cu da Clara e quando entrou tudo, ela deu um grito de prazer.
Clara - Aaaaaaahhhhhh, começa a me meter com tudo.
Segurei Clara pela cintura e comecei a meter devagar primeiro, mas fui aumentando a velocidade. A cada estocada que eu dava na Clara, ela soltava um grito de prazer. Fui acelerando as estocadas até fazer a Clara uivar como uma puta no cio. O cu dela apertava a cada orgasmo que ela tinha, por isso segurei minha gozada até o Quinto orgasmo da Clara.
Clara - aaaaaaaaaaahhhhhhh - caiu rendida no chão, a Clara.
Demorou uns cinco minutos pra se recuperar.
Clara - agora vai almoçar.
Eu me vesti e fui pra cozinha. Quando entrei, encontrei a Silvia me esperando com o almoço. Comemos e conversamos. Quando terminamos de almoçar, fui começar a cortar a cerca. Terminei de cortar a cerca e não tinha sinal da Clara, então fiz os canteiros dos fundos. Às 5 da tarde, fui pra minha casa. Levei só meia hora e cheguei em casa. Quando entrei, encontrei todas de biquíni (a Jéssica com um conjunto azul, a Akemi com um verde, a Maria com um vermelho e a Jasmim com um branco). Todas estavam se secando.
Jasmim - oi, Enzo - ela disse enquanto tirava a parte de cima do biquíni, e eu pude ver as auréolas médias cor de mel e os mamilos marrom claro.
Jéssica - não te incomoda se a gente sair hoje?
Eu - não - sentei no sofá pra ver TV.
Akemi - mas seria injusto, a gente sair e o Enzo ficar sozinho, e se ele ficar com tesão pode chamar uma das amiguinhas dele.
Jéssica - nisso você tem razão, e o que você acha que a gente faz?
Akemi - sei lá.
Maria - tenho uma ideia.
Jéssica - no que você tá pensando?
Maria - que a gente seque ele agora e ele fique com tesão o dia todo.
Jasmim - boa ideia - já tirou a calcinha e estava secando a buceta depilada - antes de a gente se lavar, cada uma vai dar uma gozada.
Jéssica - boa ideia, eu topo.
Akemi - eu também.
Maria - e quem vai ser a primeira?
Jasmim - eu pego primeiro.
A Jasmim veio até mim, lambeu dois dedos e começou a lubrificar o cu. Quando já estava lubrificado, puxou meu pau pra fora da calça e enfiou ele no cu dela. A Jasmim se movia pra frente e pra trás rapidinho. Pra aumentar a excitação dela, fiz ela lamber dois dos meus dedos e comecei a masturbar ela na buceta. Eu gozei no sexto orgasmo da Jasmim.
Jasmim - aaaaaahhhhhh - cravou as unhas nas minhas costas, a Jasmim. Demorou uns minutos pra se recuperar.
Akemi - minha vez - tirou o biquíni e veio na minha direção. Jazmin saiu da minha pica e a Akemi limpou ela e sentou na minha pica. Minha pica entrou na buceta da Akemi, e ela começou a rebolar em cima de mim. Enquanto Akemi me cavalgava, eu comecei a chupar os peitinhos dela. Eu gozei no sexto orgasmo da Akemi.
Akemi - aaaaaaaaahhhhh
Maria - minha vez - Maria já estava pelada
Maria chegou perto de mim, tirou a Akemi da minha pica e limpou ela. Maria sentou na minha pica, minha pica entrou no cu da Maria e ela começou a cavalgar. Maria pegou na minha mão e lambeu dois dedos, e eu comecei a masturbar ela. Depois do segundo orgasmo da Maria, comecei a chupar os peitinhos dela. Eu gozei no sexto da Maria.
Maria - aaaaaaahhhhh
Jesica - minha vez - Jesica já estava pelada
Maria saiu da minha pica e Jesica sentou nela, minha pica entrou na buceta da Jesica. Jesica lambeu dois dos meus dedos e eu enfiei eles no cu dela, enfiando e tirando. Também comecei a chupar os peitinhos dela. Eu gozei no sexto orgasmo da Jesica.
Jesica - aaaaaaaaaahhhhhhh - caiu exausta no meu peito
Jesica saiu da minha pica, foi tomar banho e as quatro minas se trocaram pra sair. Akemi vestiu um vestido preto curto e justo, sem mangas e com um decote médio. Jazmin vestiu um vestido roxo curto, justo, sem mangas e com um decote igual ao da Akemi. Maria vestiu um short jeans azul com uma camiseta preta curta e detalhes brancos. E Jesica vestiu uma calça jeans preta e uma camiseta verde água.
Jesica - Love, a gente vai jantar e depois pra uma balada
Eu - Ok, e que horas vocês voltam?
Jesica - Não sabemos
Eu - Beleza
As quatro minas foram num táxi pra sair.
Comi, tomei banho e fiquei vendo TV até as 23h. Achei que ia ter a primeira noite tranquila desde que meus pais foram embora, mas não. Fui dormir.
SÁBADO, 10 DE DEZEMBRO
Às 2h30 da manhã, meu celular tocou, atendi e era a Maria
Eu - Oi
Maria - Enzo, você pode vir nos buscar na balada? Todas tão bêbadas e tô com um pouco de medo que vão fazer
eu- ok, cadê vocês
maria- te mandei o endereço por mensagem, fica tranquila, jazmin, não me bate a mão
eu- ok, me manda a mensagem o mais rápido, porque a jazmin vai te estuprar já- levantei e comecei a me vestir
maria- obrigada, te esperamos- desligou
recebi a mensagem e fui pra balada. não achava estacionamento e tive que estacionar minha caminhonete atrás da balada. desci e fui procurar as minas. quando tava na frente da balada, mandei uma mensagem pra maria, dizendo que já tava na frente. em poucos minutos depois que mandei a mensagem, as minas tavam saindo, a jazmin e a akemi estavam bêbadas, a jesica um pouco menos bêbada e a maria tava sóbria. levei elas até a caminhonete e quando chegamos, ouvi uns gritos na parte de trás da balada.
maria- que que será que tem lá?
eu- sei não
ouvi um grito familiar, era da marisol pedindo socorro
eu- vou ver o que é, sobe na caminhonete
maria- ok
fui pra onde tavam os gritos. vi e eram quatro caras tentando tirar a roupa da marisol (tava de jeans preto e uma regata vermelha curta) e de outra mina (tava de jeans azul e uma regata azul curta)
marisol- socorro
eu- larga essas minas- gritei pros caras
cara1- sai daqui, você
cara2- é, vaza ou a gente vai te quebrar tudo
me aproximei de onde tavam e tirei eles de cima das minas. e virei de costas pra defender elas.
cara3- fuck you, um conselho, mano, cresce ou vai sair daqui ferrado
eu- que que vocês vão fazer, viados, senão eu vazo
cara4- vai se dar mal- sacou um canivete e o cara2 também. os outros pegaram um cano e iam tentar me matar
eu- vem, mariconas- tava louco
o cara3 começou a tentar me bater com o cano, mas eu me esquivava ou me protegia pra não levar porrada. depois o cara1 entrou também e começou a tentar me bater, mas eu conseguia desviar ou segurar com os braços. fiquei puto, peguei o cano do cara3, tomei dele e dei uma porrada de cano no cara1 nas costelas Cai. Depois acertei o 3 no peito e ele caiu sem ar. Finalizei o 1 com um golpe na região dos pulmões.
Eu – É isso aí – tava com a adrenalina no talo
Cara 4 – Você vai ver, viado
Ele tentou me dar uma facada, mas eu desviei e acertei ele com o cano nas costas, e ele caiu no chão. Virei ele e finalizei com um golpe no peito.
Eu – Agora é sua vez
O cara 2 jogou a navalha no meu peito, mas eu desviei, só que me machucou no braço direito. Acertei um soco certeiro na cara e ele caiu no chão. Me virei pra ver como as minas estavam, elas estavam em posição fetal, abraçadas.
Eu – Tão bem?
Marisol – Valeu
Eu – Vamos – peguei elas e levei pra caminhonete
Elas entraram e eu levei a Marisol e a amiga dela até a casa da Marisol. Mandei uma mensagem pra Ana, pra ela esperar a gente na entrada. Quando chegamos, ela tava no portão da quinta.
Ana – Valeu, Enzo, por trazer elas
Eu – Sem problema, amanhã explico o que rolou
Ana – Ok, a gente se vê, Enzo
Subi na caminhonete e todas as minas estavam dormindo. Chegamos em casa, coloquei todas pra deitar, mas a Maria cuidou do meu ferimento.
Maria – Que doido que você é
Eu – Bom, tinha que proteger e você sabe muito bem que quando quero proteger, não meço as consequências
Maria – Nisso você tem razão, é meio doido
Eu – Meio?
Maria – Kkkk
Ela terminou de cuidar do ferimento e fui dormir.
Acordei às 6h30, me vesti e tomei café. Fui trabalhar, cheguei na quinta às 7h15, desci minhas ferramentas e o ferimento tava doendo. Quando ia limpar a piscina, a Ana apareceu de roupão.
Ana – Enzo, por que você trouxe a Marisol e a amiga dela hoje de madrugada? O que aconteceu com elas?
Eu – Bom – comecei a limpar a piscina – a Marisol e a amiga dela, quatro caras tentaram estuprar elas, e eu apareci e salvei elas
Ana – Por que você tava lá?
Eu – Tava lá porque fui buscar minha mina, minha prima e uma amiga naquele balada e estacionei na parte de trás
Fui contando tudo que aconteceu. Ela me agradeceu por cuidar delas. Marisol. Quando terminei de limpar a piscina, fui fazer os canteiros e, quando terminei, já era meio-dia e fui almoçar. Quando entrei na cozinha, a Silvia me esperava com o almoço.
Silvia: Senta, herói.
Eu: Não fala isso — sentei na cadeira.
Silvia: Ué, salvou aquelas duas meninas.
A gente continuou conversando e comendo. Quando terminamos de comer, apareceu a Lucia (vestindo um short esportivo cinza e um sutiã branco).
Lucia: Oi, Enzo — foi até a geladeira e pegou uma jarra de suco — hoje é meu dia. Olhou pro relógio — às 3 da tarde quero que você vá no meu quarto.
Eu: Ok.
Lucia: A gente se vê.
Fui cortar a cerca da parte do taquaral. Cortei até dar 3 da tarde. Subi pro quarto da Lucia, entrei e ela me esperava pelada em cima da cama.
Lucia: Vem, tigrão.
Me despi e comecei a masturbar a Lucia. Ela soltava gemidos de prazer a cada lambida que eu dava no clitóris. Quando a Lucia teve o primeiro orgasmo, me fez deitar na cama e sentou no meu pau. Comecei a chupar os peitos dela. Eu gozei no sexto orgasmo da Lucia.
Lucia: Aaaaaaahhhhh — cravou os dentes no meu ombro pra ninguém ouvir os gemidos.
Ouvi um barulho na porta, olhei e era a Marisol com um roupão, com lágrimas escorrendo.
Marisol: Lucia, você é uma biscate — já tava chorando.
Lucia: Não, Marisol — a Marisol saiu do quarto — vem que eu explico — saiu do quarto pelada.
Vesti a roupa e saí do quarto. Quando saí, vi a Ana, a Clara e a Lucia tentando falar com a Marisol, mas ela trancou a porta.
Ana: Abre, filha.
Marisol: Nunca.
Ana: Vai, filha, abre e a gente conversa.
A Ana tentava conversar com a Marisol, enquanto a Clara e a Lucia discutiam.
Clara: Como é que você pensou em foder com o Enzo dentro de casa e com a Marisol por perto?
Lucia: Sei lá o que tava pensando, tava com tesão.
Elas discutiam, e pra mim aquela briga a Marisol tava ouvindo e só piorava as coisas. Tomei uma atitude, peguei a Clara e a Lucia.
Eu: Parem de gritar. , tão mexendo com a marisol
clara- como você sabe disso
eu- porque tão mexendo comigo
fui até a porta e toquei no ombro da ana
eu- me deixa falar com ela
ana- acho que ela não vai te abrir, nem pra mim ela abre a porta
eu- deixa eu tentar
ana saiu da frente da porta e eu bati na porta
marisol- não quero falar com ninguém
eu- sou o enzo e quero ver como você tá por causa do que aconteceu de madrugada
marisol- tô bem
eu- sua voz diz o contrário
marisol- tô bem sim
eu- se você tivesse bem, abriria a porta e a gente conversava
marisol- não tô a fim de conversar
eu- você não tá a fim porque tá mal
marisol- mentira
eu- pra mim você tá mal sim
marisol- tô bem
eu- pra mim não
marisol- tô bem
eu- bom, se você tá bem, abre a porta
ouvi a porta se abrindo, e consegui ver o rosto da marisol. ela tava com marcas de lágrimas e a cara dela parecia que ia morrer de tristeza.
eu- posso entrar?- falei bem baixinho
marisol- entra só você- abriu a porta
eu- valeu
entrei no quarto e ela fechou na hora. trancou a porta e eu sentei numa cadeira que tinha no quarto, e a marisol sentou na cama dela.
eu- como você tá se sentindo?
marisol- traída
eu- por quê?
marisol- problemas de mina
eu- tem certeza? porque eu tenho duas irmãs e elas nunca brigaram assim
marisol- certeza que já brigaram sim, igual a gente brigou com a lucia
eu- agora que eu me lembro, minhas irmãs brigaram feio por um cara- menti pra ver se acertava- e discutiram feio
marisol- é mesmo?- não quis levantar o olhar, acertei
eu- não será que vocês brigaram por um cara?- sentei do lado dela
marisol- não- não levantava a cabeça
eu- pra mim foi
marisol- não
fiquei enchendo o saco até que ela se jogou em cima de mim e me deu um beijo carinhoso.
eu- sabia que era por um cara- quando ela parou de me beijar, falei
marisol- cala a boca
marisol me comeu de beijo mais umas vezes e não parava de me beijar
marisol- o que você vê na minha irmã, que não vê em mim?- falou fazendo biquinho CONTINUARÁ.................
3 comentários - Minha Vida em B.S A.S: 13 (herói fora da balada)
Estas seguro que acabas vos tambien...?