Depois das revelações mútuas que eu e minha esposa Alba fizemos, nossa vida sexual mudou completamente. Quando transávamos, fantasiávamos com Oscar, aquele vizinho degenerado e odioso. Na fantasia dela, Alba desejava que Oscar a fodesse com aquele pauzão dele, que a tratasse como uma verdadeira puta, uma vadia gostosa. E eu, que Oscar me fizesse de corno manso, fodendo minha querida mulherzinha. Isso virou uma obsessão.
Na terça-feira da semana passada, aproveitando que minha esposa estava trabalhando, subi até o apartamento do Oscar. Contei sobre a transformação que minha mulher tinha sofrido, as revelações surpreendentes dela, e até deixei Oscar ouvir uma gravação minha e da minha mulher transando, onde Alba, entre gemidos e ofegos, pedia para aquele vizinho degenerado e tarado foder ela.
Oscar esfregava as mãos, todo excitado, e me disse:
— Muito bem, seu corno, você fez seu trabalho direitinho. Tá me entregando sua esposa de bandeja, e não vou deixar essa chance passar. Vou foder sua linda mulherzinha. Quem diria, tão metida com ares de superioridade, sempre olhando todo mundo de cima, e no fundo quer que o velho vizinho coma ela, trate ela como uma puta, e dê tudo que o maridinho não consegue dar. Agora a gente precisa achar a oportunidade certa pra eu montar nela.
— Sábado que vem tem um casamento de uns conhecidos — falei, totalmente submisso.
— Fantástico, é a oportunidade perfeita. Escuta meu plano — disse Oscar.
E eu, de pau duro, escutei com toda atenção.
Chegou o sábado. Minha excitação durante a semana inteira foi absurda, e minhas punhetas pensando no velho vizinho fodendo minha mulher ficaram cada vez mais frequentes.
Alba foi ao salão, voltou linda com o cabelo preso e começou a se arrumar, se maquiando com todo cuidado. Pra ocasião, ela me mostrou vários vestidos, mas no fim consegui convencê-la a vestir um azul, bem decotado, com saia longa, mas com uma abertura que deixava ver bastante a coxa direita dela e umas meia-calça cor da pele. Ela tava realmente linda e, acima de tudo, muito desejável.
— Se o nosso vizinho Oscar me visse, com certeza ia ficar de pau duro — disse Alba, rindo com um jeito provocante.
— Com certeza ele te comia na nossa própria cama — respondi.
— Você gostaria de ver como o Oscar me come? — disse minha mulher.
Eu me joguei em cima da Alba com a intenção de foder ela ali mesmo, mas ela se afastou e, me dando um selinho, comentou: "Não podemos chegar atrasados, amor."
O dia foi interminável pra mim, fiquei de pau duro e preso na excitação, principalmente quando via minha esposa dançando com outros convidados e eles abraçando ela durante a dança. Algum até passou a mão mais do que devia, acariciando a bunda da Alba, mas não me importou nem um pouco. Como parte do plano, fiz questão de que minha esposa bebesse mais do que o normal; ela não aguenta muito álcool, mas o champanhe faz a libido dela disparar.
Lá pela uma da manhã, convenci minha mulher a ir embora. Com a desculpa de ir ao banheiro, liguei pro Oscar. Meu velho vizinho ia nos esperar na porta de casa.
Durante o caminho de volta pra casa, não parei de acariciar minha esposa. Enfiei a mão pela abertura da saia dela, apalpei bem as coxas dela e coloquei a mão na buceta dela, coberta pela calcinha fio-dental e pela meia-calça. Alba tava completamente ensopada.
Parei o carro com a intenção de continuar com as carícias, mas Alba disse:
— Aqui não, impaciente. Espera a gente chegar em casa.
Por causa do champanhe e das minhas carícias, minha mulher tava realmente muito quente e excitada. Estacionei o carro e entramos no prédio. Apertei o botão do elevador enquanto nos beijávamos e acariciávamos como dois namorados. De repente, uma voz se ouviu:
— Oi, casalzinho.
— Oi, Oscar — respondi.
— Boa noite, Oscar — disse minha esposa.
— Você tá realmente linda, Albita — disse meu velho vizinho.
— Obrigada — gaguejou minha mulher, enquanto ficava vermelha.
— Esse vestido valoriza suas pernas e coxas, e esse decote... faz com que quase dê pra ver essas tetas gostosas. Já tive a chance de vê-las quando você toma topless na sua varanda.
Uns dois meses atrás, eu teria dado uns sopapos no Oscar e dito um monte de coisas pro sem-vergonha do meu vizinho, mas naquela noite minha esposa baixou o olhar enquanto eu sentia meu pau começando a endurecer. Naquele instante, o elevador chegou. Entramos nós três, e Oscar colou nas costas da minha mulher.
Eu não fiz nada, só observei. Oscar continuava elogiando a beleza da minha esposa enquanto, descaradamente, o degenerado do meu vizinho encostava a rola no rabo da minha mulherzinha.
Alba não disse nada, olhou pra mim, e eu não soube o que falar. Oscar começou a esfregar o pacote dele no rabo da minha esposa. Encorajado pela nossa passividade, as mãos de Oscar pousaram na cintura de Alba. Uma das mãozonas dele foi descendo até a abertura da saia dela, sem que minha esposa fizesse nada. Encorajado pela nossa passividade, Oscar abriu um pouco a abertura da saia e colocou a mão na coxa da minha mulher. Alba não disse nada, eu também não.
A mãozona de Oscar subiu pela coxa da minha esposa até sumir da minha vista; pelos movimentos dele, percebi que tentava se enfiar por dentro da meia-calça e da calcinha fio-dental da minha mulherzinha. A outra mãozona deslizou por baixo da axila de Alba, agarrando um dos peitos dela. Alba começou a gemer enquanto eu começava a apertar meu pacote por cima da calça.
— Tá gostando, Albinha?
— Minha esposa não disse nada, mas um gemido escapou dos lábios dela.
— Você tá toda molhada, sua putinha.
Naquele instante, Oscar virou a cabeça da minha esposa com a mão e deu um baita beijo de língua nela. Alba se virou e correspondeu ao beijo. Eu não perdia um detalhe: meu vizinho degenerado estava com uma mão por baixo da saia da minha esposa, masturbando ela, e com a outra amassando os peitos dela, enquanto se beijava, enfiando a língua e a baba na boca da minha mulher.
— Vou te foder como a puta gostosa que você é — disse ele. Oscar.
Naquele instante, o elevador chegou no nosso andar, saímos os três, eu atrás vendo como meu velho e degenerado vizinho passava a mão na minha esposa, apertando as bundas dela com força. Alba não parava de gemer e ofegar.
— Abre a porta, seu merda — disse Oscar.
Abri e entramos. Oscar se jogou de novo na minha esposa, beijou e abraçou ela com frenesi. As mãos dele acariciavam o corpo de Alba, os peitos dela, a bunda dela. Oscar separou as pernas da minha esposa e enfiou a mãozona dele de novo por baixo da saia da minha mulherzinha, chegando sem dificuldade até a buceta encharcada dela.
— Vamos pro quarto de vocês — disse Oscar —, vou te foder, Alba, na cama de casamento de vocês enquanto faço do seu marido um verdadeiro corno manso. Quero que você me peça pra te foder, Alba, me pede, gostosa.
Alba não respondeu, só gemia e ofegava como uma puta.
— Me pede, implora, puta — insistiu meu vizinho degenerado.
Alba continuava sem responder.
— Gostosa, implora pra eu te foder — insistiu Oscar de novo, enquanto continuava masturbando minha mulherzinha.
— Me fode, Oscar, me fode e me monta como uma gostosa.
Oscar riu. — Olha só, olha só, corno, vê o que temos aqui, uma verdadeira puta morrendo de vontade de levar o que seu maridinho não dá. Sua Albita, tão arrogante, sempre com seus ares de superioridade e grandeza, sempre me tratando como um degenerado e velho tarado, e agora implorando pra eu te foder como uma vagabunda qualquer. Olha o que tenho pra você, puta.
Oscar pegou a mão da minha esposa e esfregou contra o volume enorme dele. Meu vizinho desabotoou a calça e enfiou a mão da minha mulher dentro do volume.
— Durinha e gordinha, né? — perguntou meu vizinho desprezível.
— Sim — respondeu minha mulher, completamente fora de si, dando um beijão na boca de Oscar.
— É maior e mais dura que a do seu marido corno — disse Oscar.
— Sim, é a pica mais grande que já peguei na mão — respondeu Alba, toda excitada e entregue —, muito maior que a do meu marido.
Naquele Na hora, Alba se ajoelhou na frente do meu vizinho desgraçado e fez menção de chupar a rola do Oscar.
— Quieta, puta, você vai comer minha rola quando eu mandar — e, virando-se pra mim, disse: — Me leva pro seu quarto, corno arrombado, isso tem que ser comemorado.
Nós três entramos no nosso quarto. Oscar sabia o que tava fazendo e como me humilhar ainda mais, se possível. Ele sentou numa poltrona, enfiou uma das mãos enormes dentro da cueca pra se masturbar e começou a dar ordens:
— Tira a roupa da sua esposa pra mim.
Tirei os sapatos de salto que minha mulher tava usando, fiquei atrás dela e abaixei o zíper do vestido azul, enquanto ela ficava totalmente passiva. O vestido caiu aos pés dela e eu joguei pra lá. Alba ficou seminua na frente do meu vizinho, só coberta pela meia-calça cor da pele, a calcinha fio-dental preta de renda e o sutiã combinando.
— Oscar riu. — Você tá toda molhada, é uma puta vulgar — ele disse.
Era verdade: uma mancha grande de lubrificação sujava a calcinha e a meia-calça da minha esposa.
— Tira o sutiã dela, corno — ordenou Oscar.
Obedientemente, desabotoei o sutiã de Alba. Os peitos dela ficaram à mostra, sem nenhum pudor, enquanto Oscar rugia de prazer.
— Que peitos você tem, Albita — ele disse. — Que sorte tem o maricas do seu marido.
A cada insulto, a cada humilhação do Oscar, minha rola crescia mais e mais, encharcando minha cueca.
— Tira a meia-calça dela — exigiu Oscar.
Feito um robô, abaixei a meia-calça de Alba.
— Tira a calcinha dela e traz pra mim de joelhos com a boca, cachorro — ordenou meu vizinho desgraçado.
Alba ficou totalmente nua na frente do degenerado. De joelhos e com a boca, humildemente, peguei a calcinha da minha mulher e entreguei pro macho. Oscar cheirou e lambeu.
— Cheira e tem gosto de puta — ele disse, com grande satisfação. — Alba, deita na cama de casamento de vocês.
Alba se deitou de barriga pra cima na nossa cama nupcial. Oscar se despiu, e o pauzão enorme dele ficou à mostra. Os vinte centímetros dele iam penetrar a intimidade da minha esposa.
Oscar mandou eu sentar do lado da Alba. Meu vizinho chegou perto e falou:
- cuck, quero que você pegue na minha mão com a sua e faça eu apalpar a sua esposa.
Obedientemente, peguei a mãozona do Oscar, coloquei nos tornozelos da Alba e comecei a subir pelo corpo da minha adorável mulherzinha. A mão do Oscar, guiada por mim, apalpou as pernas e coxas da Alba, depois a bunda dela e finalmente subiu pela barriga da minha mulher para pegar alternadamente os peitos da minha esposa.
Uma careta desfigurada de satisfação cobria o rosto do meu odioso vizinho.
- Que peitões você tem, vagabunda, que bicos, e eu, seu vizinho nojento, tô ordenhando eles enquanto o corno manso me ajuda - disse Oscar, me humilhando com suas palavras e gargalhadas.
- Você vai chupar meu pau, vai deixar ele bem duro pra eu poder foder a sua linda mulherzinha, porco - me disse Oscar.
Me ajoelhei na frente do macho. Oscar me olhava enquanto continuava apalpando a Alba e mandou minha esposa se masturbar.
- Enfia o dedo, gostosa, enquanto o marica do seu marido chupa meu pau e deixa ele bem duro pra eu te foder - exigiu meu detestável vizinho.
Alba enfiou dois dos dedos na boceta encharcada dela e começou a suspirar e gemer como uma verdadeira puta.
Ajoelhado na frente do macho que ia foder minha esposa, abri a boca com a intenção de comer aquele pedaço de carne. Oscar não deixava eu engolir o pau dele, ria de mim, finalmente começou a me dar porradas na cara com o pau enquanto gargalhava.
- Que marica é o seu marido, quer chupar meu pau como se a vida dele dependesse disso - disse Oscar.
Finalmente, meu vizinho me agarrou pela cabeça e, com uma estocada forte, enfiou o pedaço de carne na minha boca. Não conseguia respirar e tive ânsias enormes. Como um cachorro, lambi o pau do Oscar e acariciei os colhões grandes dele por um bom tempo.
- Para já, puta - me disse meu vizinho, - minha porra não é pra você, é pra gostosa da sua esposa. Abre as pernas da Alba.
Apressado, me levantei. Alba já estava quase... Gozei com o dedo que ela tava usando, abri as pernas dela e deixei o macho subir em cima dela.
– Fode meu pau, você mesmo, cuck filho da puta, vai ser você quem vai meter meu pau na buceta da sua esposa, ordenou Oscar.
Não aguentava mais, peguei o pau do Oscar e devagar enfiei na buceta da Alba, a cabeça do pauzão do Oscar abriu caminho pelos lábios da buceta da minha mulher. Depois o tronco dele foi entrando aos poucos na xota da Alba até que as bolas do Oscar bateram na virilha da minha esposa. Naquele instante, sem nem me tocar, gozei que nem um porco, sujando minha cueca.
Alba gemia de tesão, eu voltei a bater uma que nem um macaco. Oscar tava fora de si com uma metida violenta:
– Toma, puta de merda, slut, a partir de agora esse é o pau que vai te foder quando eu quiser, disse Oscar.
– Sim, sou sua slut e você é meu macho, disse Alba, soltando suspiros de prazer.
– Que apertada você é, foxy, seu maridinho é um pau mole que não sabe te foder, fala pra ele, disse Oscar, chama ele de cuck.
– Você é um cuck pau mole, nunca soube me foder, teve que ser esse velho tarado e degenerado a me foder como um homem de verdade, e não você, disse minha mulher.
Naquele instante, Alba e eu gozamos, meu leite terminou de sujar meu terno impecável, minha esposa, totalmente de pernas abertas pro macho dela, se arqueou e fechou as pernas contra as costas do macho dela. Oscar, por sua vez, continuava fodendo minha mulherzinha, enquanto eu comecei a lamber o cu e as bolas daquele ser desprezível que tanto prazer tava me dando.
– Vou gozar, não aguento mais, disse Oscar.
– Onde você quer que eu goze?, me perguntou Oscar, me humilhando até limites que eu nunca conheci, me diz, onde você quer que eu goze?
– Goza dentro, disse minha esposa, eu falei.
– Me implora pra engravidar ela, ele ordenou.
– Emprenha ela que nem cachorro emprenha cadela, gritei fora de mim.
Com um rugido triunfante, Oscar gozou dentro da intimidade da minha mulher, muito leite. jatos de porra inundaram a buceta da Alba, o Oscar continuou dentro da minha mulher por mais um tempo esvaziando o sêmen dele nela até que, totalmente exausto, tirou o pauzão da buceta da Alba. A porra escorria da buceta da minha esposa, manchando a xereca dela, a virilha, o cu e os lençóis da nossa cama de casal.
O Oscar me jogou na cama e ordenou: cachorro corno, quero que você limpe bem a buceta dessa puta. Minha esposa abriu as pernas e eu pude ver a buceta dela bem aberta e molhada, enfiei minha língua na xereca da Alba, lambi a porra do meu vizinho, limpei a buceta, as coxas e o cu da minha esposa com capricho.
— Muito bem, cachorrinho — disse meu vizinho desgraçado — e, colocando o pau na altura do meu rosto, ordenou que eu deixasse ele totalmente limpo. Lambi e chupei, suguei e limpei com todo cuidado.
Desde aquele instante, nossa vida mudou, mas isso é outra história.
Na terça-feira da semana passada, aproveitando que minha esposa estava trabalhando, subi até o apartamento do Oscar. Contei sobre a transformação que minha mulher tinha sofrido, as revelações surpreendentes dela, e até deixei Oscar ouvir uma gravação minha e da minha mulher transando, onde Alba, entre gemidos e ofegos, pedia para aquele vizinho degenerado e tarado foder ela.
Oscar esfregava as mãos, todo excitado, e me disse:
— Muito bem, seu corno, você fez seu trabalho direitinho. Tá me entregando sua esposa de bandeja, e não vou deixar essa chance passar. Vou foder sua linda mulherzinha. Quem diria, tão metida com ares de superioridade, sempre olhando todo mundo de cima, e no fundo quer que o velho vizinho coma ela, trate ela como uma puta, e dê tudo que o maridinho não consegue dar. Agora a gente precisa achar a oportunidade certa pra eu montar nela.
— Sábado que vem tem um casamento de uns conhecidos — falei, totalmente submisso.
— Fantástico, é a oportunidade perfeita. Escuta meu plano — disse Oscar.
E eu, de pau duro, escutei com toda atenção.
Chegou o sábado. Minha excitação durante a semana inteira foi absurda, e minhas punhetas pensando no velho vizinho fodendo minha mulher ficaram cada vez mais frequentes.
Alba foi ao salão, voltou linda com o cabelo preso e começou a se arrumar, se maquiando com todo cuidado. Pra ocasião, ela me mostrou vários vestidos, mas no fim consegui convencê-la a vestir um azul, bem decotado, com saia longa, mas com uma abertura que deixava ver bastante a coxa direita dela e umas meia-calça cor da pele. Ela tava realmente linda e, acima de tudo, muito desejável.
— Se o nosso vizinho Oscar me visse, com certeza ia ficar de pau duro — disse Alba, rindo com um jeito provocante.
— Com certeza ele te comia na nossa própria cama — respondi.
— Você gostaria de ver como o Oscar me come? — disse minha mulher.
Eu me joguei em cima da Alba com a intenção de foder ela ali mesmo, mas ela se afastou e, me dando um selinho, comentou: "Não podemos chegar atrasados, amor."
O dia foi interminável pra mim, fiquei de pau duro e preso na excitação, principalmente quando via minha esposa dançando com outros convidados e eles abraçando ela durante a dança. Algum até passou a mão mais do que devia, acariciando a bunda da Alba, mas não me importou nem um pouco. Como parte do plano, fiz questão de que minha esposa bebesse mais do que o normal; ela não aguenta muito álcool, mas o champanhe faz a libido dela disparar.
Lá pela uma da manhã, convenci minha mulher a ir embora. Com a desculpa de ir ao banheiro, liguei pro Oscar. Meu velho vizinho ia nos esperar na porta de casa.
Durante o caminho de volta pra casa, não parei de acariciar minha esposa. Enfiei a mão pela abertura da saia dela, apalpei bem as coxas dela e coloquei a mão na buceta dela, coberta pela calcinha fio-dental e pela meia-calça. Alba tava completamente ensopada.
Parei o carro com a intenção de continuar com as carícias, mas Alba disse:
— Aqui não, impaciente. Espera a gente chegar em casa.
Por causa do champanhe e das minhas carícias, minha mulher tava realmente muito quente e excitada. Estacionei o carro e entramos no prédio. Apertei o botão do elevador enquanto nos beijávamos e acariciávamos como dois namorados. De repente, uma voz se ouviu:
— Oi, casalzinho.
— Oi, Oscar — respondi.
— Boa noite, Oscar — disse minha esposa.
— Você tá realmente linda, Albita — disse meu velho vizinho.
— Obrigada — gaguejou minha mulher, enquanto ficava vermelha.
— Esse vestido valoriza suas pernas e coxas, e esse decote... faz com que quase dê pra ver essas tetas gostosas. Já tive a chance de vê-las quando você toma topless na sua varanda.
Uns dois meses atrás, eu teria dado uns sopapos no Oscar e dito um monte de coisas pro sem-vergonha do meu vizinho, mas naquela noite minha esposa baixou o olhar enquanto eu sentia meu pau começando a endurecer. Naquele instante, o elevador chegou. Entramos nós três, e Oscar colou nas costas da minha mulher.
Eu não fiz nada, só observei. Oscar continuava elogiando a beleza da minha esposa enquanto, descaradamente, o degenerado do meu vizinho encostava a rola no rabo da minha mulherzinha.
Alba não disse nada, olhou pra mim, e eu não soube o que falar. Oscar começou a esfregar o pacote dele no rabo da minha esposa. Encorajado pela nossa passividade, as mãos de Oscar pousaram na cintura de Alba. Uma das mãozonas dele foi descendo até a abertura da saia dela, sem que minha esposa fizesse nada. Encorajado pela nossa passividade, Oscar abriu um pouco a abertura da saia e colocou a mão na coxa da minha mulher. Alba não disse nada, eu também não.
A mãozona de Oscar subiu pela coxa da minha esposa até sumir da minha vista; pelos movimentos dele, percebi que tentava se enfiar por dentro da meia-calça e da calcinha fio-dental da minha mulherzinha. A outra mãozona deslizou por baixo da axila de Alba, agarrando um dos peitos dela. Alba começou a gemer enquanto eu começava a apertar meu pacote por cima da calça.
— Tá gostando, Albinha?
— Minha esposa não disse nada, mas um gemido escapou dos lábios dela.
— Você tá toda molhada, sua putinha.
Naquele instante, Oscar virou a cabeça da minha esposa com a mão e deu um baita beijo de língua nela. Alba se virou e correspondeu ao beijo. Eu não perdia um detalhe: meu vizinho degenerado estava com uma mão por baixo da saia da minha esposa, masturbando ela, e com a outra amassando os peitos dela, enquanto se beijava, enfiando a língua e a baba na boca da minha mulher.
— Vou te foder como a puta gostosa que você é — disse ele. Oscar.
Naquele instante, o elevador chegou no nosso andar, saímos os três, eu atrás vendo como meu velho e degenerado vizinho passava a mão na minha esposa, apertando as bundas dela com força. Alba não parava de gemer e ofegar.
— Abre a porta, seu merda — disse Oscar.
Abri e entramos. Oscar se jogou de novo na minha esposa, beijou e abraçou ela com frenesi. As mãos dele acariciavam o corpo de Alba, os peitos dela, a bunda dela. Oscar separou as pernas da minha esposa e enfiou a mãozona dele de novo por baixo da saia da minha mulherzinha, chegando sem dificuldade até a buceta encharcada dela.
— Vamos pro quarto de vocês — disse Oscar —, vou te foder, Alba, na cama de casamento de vocês enquanto faço do seu marido um verdadeiro corno manso. Quero que você me peça pra te foder, Alba, me pede, gostosa.
Alba não respondeu, só gemia e ofegava como uma puta.
— Me pede, implora, puta — insistiu meu vizinho degenerado.
Alba continuava sem responder.
— Gostosa, implora pra eu te foder — insistiu Oscar de novo, enquanto continuava masturbando minha mulherzinha.
— Me fode, Oscar, me fode e me monta como uma gostosa.
Oscar riu. — Olha só, olha só, corno, vê o que temos aqui, uma verdadeira puta morrendo de vontade de levar o que seu maridinho não dá. Sua Albita, tão arrogante, sempre com seus ares de superioridade e grandeza, sempre me tratando como um degenerado e velho tarado, e agora implorando pra eu te foder como uma vagabunda qualquer. Olha o que tenho pra você, puta.
Oscar pegou a mão da minha esposa e esfregou contra o volume enorme dele. Meu vizinho desabotoou a calça e enfiou a mão da minha mulher dentro do volume.
— Durinha e gordinha, né? — perguntou meu vizinho desprezível.
— Sim — respondeu minha mulher, completamente fora de si, dando um beijão na boca de Oscar.
— É maior e mais dura que a do seu marido corno — disse Oscar.
— Sim, é a pica mais grande que já peguei na mão — respondeu Alba, toda excitada e entregue —, muito maior que a do meu marido.
Naquele Na hora, Alba se ajoelhou na frente do meu vizinho desgraçado e fez menção de chupar a rola do Oscar.
— Quieta, puta, você vai comer minha rola quando eu mandar — e, virando-se pra mim, disse: — Me leva pro seu quarto, corno arrombado, isso tem que ser comemorado.
Nós três entramos no nosso quarto. Oscar sabia o que tava fazendo e como me humilhar ainda mais, se possível. Ele sentou numa poltrona, enfiou uma das mãos enormes dentro da cueca pra se masturbar e começou a dar ordens:
— Tira a roupa da sua esposa pra mim.
Tirei os sapatos de salto que minha mulher tava usando, fiquei atrás dela e abaixei o zíper do vestido azul, enquanto ela ficava totalmente passiva. O vestido caiu aos pés dela e eu joguei pra lá. Alba ficou seminua na frente do meu vizinho, só coberta pela meia-calça cor da pele, a calcinha fio-dental preta de renda e o sutiã combinando.
— Oscar riu. — Você tá toda molhada, é uma puta vulgar — ele disse.
Era verdade: uma mancha grande de lubrificação sujava a calcinha e a meia-calça da minha esposa.
— Tira o sutiã dela, corno — ordenou Oscar.
Obedientemente, desabotoei o sutiã de Alba. Os peitos dela ficaram à mostra, sem nenhum pudor, enquanto Oscar rugia de prazer.
— Que peitos você tem, Albita — ele disse. — Que sorte tem o maricas do seu marido.
A cada insulto, a cada humilhação do Oscar, minha rola crescia mais e mais, encharcando minha cueca.
— Tira a meia-calça dela — exigiu Oscar.
Feito um robô, abaixei a meia-calça de Alba.
— Tira a calcinha dela e traz pra mim de joelhos com a boca, cachorro — ordenou meu vizinho desgraçado.
Alba ficou totalmente nua na frente do degenerado. De joelhos e com a boca, humildemente, peguei a calcinha da minha mulher e entreguei pro macho. Oscar cheirou e lambeu.
— Cheira e tem gosto de puta — ele disse, com grande satisfação. — Alba, deita na cama de casamento de vocês.
Alba se deitou de barriga pra cima na nossa cama nupcial. Oscar se despiu, e o pauzão enorme dele ficou à mostra. Os vinte centímetros dele iam penetrar a intimidade da minha esposa.
Oscar mandou eu sentar do lado da Alba. Meu vizinho chegou perto e falou:
- cuck, quero que você pegue na minha mão com a sua e faça eu apalpar a sua esposa.
Obedientemente, peguei a mãozona do Oscar, coloquei nos tornozelos da Alba e comecei a subir pelo corpo da minha adorável mulherzinha. A mão do Oscar, guiada por mim, apalpou as pernas e coxas da Alba, depois a bunda dela e finalmente subiu pela barriga da minha mulher para pegar alternadamente os peitos da minha esposa.
Uma careta desfigurada de satisfação cobria o rosto do meu odioso vizinho.
- Que peitões você tem, vagabunda, que bicos, e eu, seu vizinho nojento, tô ordenhando eles enquanto o corno manso me ajuda - disse Oscar, me humilhando com suas palavras e gargalhadas.
- Você vai chupar meu pau, vai deixar ele bem duro pra eu poder foder a sua linda mulherzinha, porco - me disse Oscar.
Me ajoelhei na frente do macho. Oscar me olhava enquanto continuava apalpando a Alba e mandou minha esposa se masturbar.
- Enfia o dedo, gostosa, enquanto o marica do seu marido chupa meu pau e deixa ele bem duro pra eu te foder - exigiu meu detestável vizinho.
Alba enfiou dois dos dedos na boceta encharcada dela e começou a suspirar e gemer como uma verdadeira puta.
Ajoelhado na frente do macho que ia foder minha esposa, abri a boca com a intenção de comer aquele pedaço de carne. Oscar não deixava eu engolir o pau dele, ria de mim, finalmente começou a me dar porradas na cara com o pau enquanto gargalhava.
- Que marica é o seu marido, quer chupar meu pau como se a vida dele dependesse disso - disse Oscar.
Finalmente, meu vizinho me agarrou pela cabeça e, com uma estocada forte, enfiou o pedaço de carne na minha boca. Não conseguia respirar e tive ânsias enormes. Como um cachorro, lambi o pau do Oscar e acariciei os colhões grandes dele por um bom tempo.
- Para já, puta - me disse meu vizinho, - minha porra não é pra você, é pra gostosa da sua esposa. Abre as pernas da Alba.
Apressado, me levantei. Alba já estava quase... Gozei com o dedo que ela tava usando, abri as pernas dela e deixei o macho subir em cima dela.
– Fode meu pau, você mesmo, cuck filho da puta, vai ser você quem vai meter meu pau na buceta da sua esposa, ordenou Oscar.
Não aguentava mais, peguei o pau do Oscar e devagar enfiei na buceta da Alba, a cabeça do pauzão do Oscar abriu caminho pelos lábios da buceta da minha mulher. Depois o tronco dele foi entrando aos poucos na xota da Alba até que as bolas do Oscar bateram na virilha da minha esposa. Naquele instante, sem nem me tocar, gozei que nem um porco, sujando minha cueca.
Alba gemia de tesão, eu voltei a bater uma que nem um macaco. Oscar tava fora de si com uma metida violenta:
– Toma, puta de merda, slut, a partir de agora esse é o pau que vai te foder quando eu quiser, disse Oscar.
– Sim, sou sua slut e você é meu macho, disse Alba, soltando suspiros de prazer.
– Que apertada você é, foxy, seu maridinho é um pau mole que não sabe te foder, fala pra ele, disse Oscar, chama ele de cuck.
– Você é um cuck pau mole, nunca soube me foder, teve que ser esse velho tarado e degenerado a me foder como um homem de verdade, e não você, disse minha mulher.
Naquele instante, Alba e eu gozamos, meu leite terminou de sujar meu terno impecável, minha esposa, totalmente de pernas abertas pro macho dela, se arqueou e fechou as pernas contra as costas do macho dela. Oscar, por sua vez, continuava fodendo minha mulherzinha, enquanto eu comecei a lamber o cu e as bolas daquele ser desprezível que tanto prazer tava me dando.
– Vou gozar, não aguento mais, disse Oscar.
– Onde você quer que eu goze?, me perguntou Oscar, me humilhando até limites que eu nunca conheci, me diz, onde você quer que eu goze?
– Goza dentro, disse minha esposa, eu falei.
– Me implora pra engravidar ela, ele ordenou.
– Emprenha ela que nem cachorro emprenha cadela, gritei fora de mim.
Com um rugido triunfante, Oscar gozou dentro da intimidade da minha mulher, muito leite. jatos de porra inundaram a buceta da Alba, o Oscar continuou dentro da minha mulher por mais um tempo esvaziando o sêmen dele nela até que, totalmente exausto, tirou o pauzão da buceta da Alba. A porra escorria da buceta da minha esposa, manchando a xereca dela, a virilha, o cu e os lençóis da nossa cama de casal.
O Oscar me jogou na cama e ordenou: cachorro corno, quero que você limpe bem a buceta dessa puta. Minha esposa abriu as pernas e eu pude ver a buceta dela bem aberta e molhada, enfiei minha língua na xereca da Alba, lambi a porra do meu vizinho, limpei a buceta, as coxas e o cu da minha esposa com capricho.
— Muito bem, cachorrinho — disse meu vizinho desgraçado — e, colocando o pau na altura do meu rosto, ordenou que eu deixasse ele totalmente limpo. Lambi e chupei, suguei e limpei com todo cuidado.
Desde aquele instante, nossa vida mudou, mas isso é outra história.
3 comentários - Meu vizinho velho e odioso fode minha esposa III