CUIDANDO AS FEMEAS DO MEU CHEFE 2
Eu - Oi Akemi, e onde a gente vai se encontrar?
Akemi - Que tal na praça onde a gente se conheceu? - Eu tinha conhecido a Akemi numa praça onde rolava uma convenção de anime.
Eu - Ok, a gente se vê segunda-feira.
Akemi - Até mais, amigo.
Enquanto entrava na cozinha, ficava pensando por que a Akemi vinha do Japão pra cá e por que ela tava me procurando. Quando entrei na cozinha, a Silvia tava sentada tomando um café.
Silvia - Oi Enzo, quer um café?
Eu - Beleza.
Silvia levantou e preparou um café pra mim. Me deu e a gente sentou pra conversar.
Silvia - Por que você tava olhando seu celular antes de entrar? - Deu um gole no café - Era sua namorada?
Eu - Ciumenta.
Silvia - Não tô - ficou vermelha - É só curiosidade.
Eu - Não era minha namorada - tomei um gole do café.
Silvia - E quem era?
Eu - Era uma amiga que tá voltando pra Argentina.
Silvia - E por que ela te avisa?
Eu - Sério que você não tá com ciúmes?
Silvia - Falei que não tô - tava vermelha - Bom, se não quer contar, não conta - a Silvia tava brava.
Eu - Não fica brava - abracei ela - Só queria bater um papo sobre como a vida andou pra cada um.
Silvia - Melhor ir trabalhar, que podem nos ver.
Dei um beijo nela e fui podar os galhos das árvores que tavam perto da casa, pra não cair. Fiquei cortando até umas 11h, quando a Clara me chamou.
Clara - Enzo, uma pergunta - ela tava em cima de uma árvore (Clara vestia um short jeans azul e uma regata branca).
Eu - Fala, o que foi?
Clara - Você entende de mecânica?
Eu - Sim, por quê?
Clara - Porque meu carro morreu e não sei o que ele tem.
Eu - Beleza, já desço e dou uma olhada.
Desci da árvore e fui pra garagem. Cheguei e tavam a Clara e a Lucia (vestindo um short jeans preto e uma camiseta verde água).
Lucia - Valeu por vir, Enzo.
Eu - Sem problema.
Abri o capô, dei uma olhada e a vela tava queimada. Tirei ela e procurei uma vela nova nas gavetas do armário que tinha na garagem. Achei, coloquei.
Eu - Por favor, podem ver se liga?
Lucia subiu no carro e ligou. Funcionou.
Clara - Valeu, Enzo. eu- de nada
as duas minas foram embora no carro e eu voltei pros arvoredo de novo. mas no caminho, encontrei a marisol.
marisol- oi enzo, cê me faz um favor? - falou com a voz animada (tava vestindo uma saia vermelha e uma regata roxa curta)
eu- e no que eu poderia te ajudar?
marisol- cê podia me ajudar a treinar vôlei?
eu- sim, mas depois das 6
marisol- por quê?
eu- porque tenho que continuar trabalhando e tá muito calor agora
marisol- beleza, a gente se vê às 6 - me deu um abraço apertado e foi pra casa
subi numa árvore que tava perto da casa e comecei a cortar os galhos que tavam perto do telhado. ouvi uma risada e olhei pra baixo, quem tava rindo era a silvia.
silvia- vai comer, tarzan hahaha - virou as costas e foi pra entrada da cozinha.
desci e entrei na cozinha. a silvia tava sentada me esperando com dois pratos de arroz com salada.
silvia- senta, tarzan hahaha - tapou a boca quando começou a rir
eu- não ri - falei brincando e sentei - nunca viu alguém subido numa árvore? - comecei a comer
silvia- já vi, sim, mas é muito engraçado te ver em cima de uma árvore, em pé, tentando cortar.
a gente continuou conversando durante o almoço até que a ana entrou na cozinha.
ana- pode vir aqui um minuto, enzo? - tava vestindo uma legging preta e um top esportivo branco
eu- sim, já vou
levantei e segui a ana, ela me levou até o quarto de uma das filhas dela.
ana- me ajuda a achar uns cigarros
eu- de quem é esse quarto?
ana- da clara - começou a procurar na mesinha de cabeceira dela
eu fiquei pensando onde podia estar, e meu subconsciente falou: debaixo da cama. olhei debaixo da cama e não tinha nada. meti a mão entre o colchão e a cama.
eu- achei uma coisa - tirei o que encontrei, era um maço de cigarros e um isqueiro - a senhora tava certa - entreguei o maço pra ela
ana- essa menina vai ver - guardou os cigarros no bolso - enzo, cê podia distrair a marisol?
eu- por quê?
ana- porque não quero que ela ouça a discussão com a clara
eu- beleza
ana me deu um beijo E fui cuidar das árvores. Fiquei pensando em como distrair a Marisol por um bom tempo. Às 17h50 terminei com as árvores. Fui até a plantação de taquara e cortei duas. Peguei uma corda, amarrei nas duas pontas da taquara e cravei no chão. Coloquei umas cordas de linha e pronto, uma quadra de vôlei.
Ouvi o carro estacionando e fui buscar a Marisol. No caminho, encontrei a Silvia com uma toalha.
Silvia — Vamos tomar banho.
Eu — Não posso agora, depois eu tomo.
Silvia — E não vai me dar meu presente hoje?
Eu — Se quiser, a gente faz agora à noite.
Silvia — Me convenceu, agora à noite.
Eu — Fechou, te vejo mais tarde, gostosa — dei um beijo nela e fui buscar a Marisol.
Encontrei ela na sala, no sofá, e a convidei pra jogar.
Eu — Marisol, vamos treinar vôlei.
Marisol — Já vou, vou trocar de roupa e já desço.
Marisol subiu correndo as escadas e viu a Ana, que me sorriu, com certeza pelo favor. Fui pro quintal onde estava a quadra que eu fiz. Marisol saiu de casa com um short de algodão vermelho bem justinho que marcava a bunda dela, bem empinada, e uma regata curtinha de algodão vermelho que mostrava o umbigo e os peitos dela, bem durinhos, e ela não tava de sutiã. Trouxe uma bola de vôlei com ela.
Marisol — Que quadra linda que você fez — os olhos dela brilharam ao ver a quadra.
Eu — Você queria treinar, então eu fiz essa quadra.
Começamos a jogar, e cada pulo que a Marisol dava, os peitos dela balançavam e me deixavam com tesão. Continuamos jogando, e a Marisol não conseguia sacar direito. Aí eu fui ensinar como se sacava, e ela se aproximou por trás enquanto eu tava atrás pra ensinar, e meu pau bateu na bunda dela com força. Seguimos jogando, e a Marisol começou a suar, e dava pra ver os bicos dos peitos dela. Eu vi a buceta dela e ela não tava de calcinha, dava pra ver os lábios da buceta colados no short. Por sorte, a Ana chamou pra jantar, senão eu teria pulado em cima da Marisol.
Ana — Vem jantar, Marisol.
Marisol — Já vou, mãe.
Eu — Bom, por hoje a gente encerra o treino.
Marisol — Você joga bem, me ganhou de 12 a 31. caminávamos pra casa
eu — jogo bem porque joguei no colégio — abri a porta pra ela feito um cavalheiro
Marisol — obrigada — com um sorriso — amanhã a gente joga de novo
eu — sim
Marisol — até amanhã
ela me deu um beijo na bochecha e foi pro refeitório.
Silvia — cê tá querendo pegar a mina, hahaha
eu — não, só tô ajudando ela a jogar vôlei
seguimos jantando e almoçando. terminamos de jantar e lá pelas 11:30 da noite todo mundo foi dormir.
Silvia — bora pra caminha, Enzo — me pegou pelo braço e fomos pros nossos quartos
fomos e entramos no quarto da Silvia. era idêntico ao meu, mas mais decorado. Silvia me despiu e me jogou na cama. tirou a roupa de trabalho e enfiou a buceta na minha cara, eu comecei a lamber ela e ela chupava meu pau, a gente fazia um 69. ficamos assim até a Silvia ter o primeiro orgasmo.
Silvia — aaaahhhh
Silvia sentou no meu pau e começou a cavalgar. enquanto ela cavalgava, eu lambia os peitos dela. eu gozei no sexto orgasmo da Silvia
Silvia — aaaaaaaaaaahhhhh — caiu exausta no meu peito
quando ela se recuperou, eu coloquei ela de quatro contra a parede e comecei a bombar na bunda dela, e a Silvia gritava de prazer a cada estocada. no quinto orgasmo dela, eu gozei
Silvia — aaaaahhhhh — Silvia caiu no chão de tanto prazer
SEXTA-FEIRA, 2 DE NOVEMBRO
peguei a Silvia e deitei ela na cama, cobrindo ela. vesti minha roupa e fui tomar banho. 1h da manhã terminei de me lavar e quando saí do banheiro, encontro a Ana de roupão
Ana — Enzo, tava indo te procurar
eu — aconteceu alguma coisa?
Ana — vem que eu te explico
segui ela até a casa, passamos pela cozinha e entramos no refeitório. lá estavam a Lúcia pelada e a Clara, que tava amarrada e amordaçada na mesa do refeitório. os peitos da Clara eram idênticos aos da Lúcia e a buceta dela tava toda depilada. Ana fechou a porta
Ana — agora a gente vai te castigar por ter fumado, Clara
CONTINUA.....................
Eu - Oi Akemi, e onde a gente vai se encontrar?
Akemi - Que tal na praça onde a gente se conheceu? - Eu tinha conhecido a Akemi numa praça onde rolava uma convenção de anime.
Eu - Ok, a gente se vê segunda-feira.
Akemi - Até mais, amigo.
Enquanto entrava na cozinha, ficava pensando por que a Akemi vinha do Japão pra cá e por que ela tava me procurando. Quando entrei na cozinha, a Silvia tava sentada tomando um café.
Silvia - Oi Enzo, quer um café?
Eu - Beleza.
Silvia levantou e preparou um café pra mim. Me deu e a gente sentou pra conversar.
Silvia - Por que você tava olhando seu celular antes de entrar? - Deu um gole no café - Era sua namorada?
Eu - Ciumenta.
Silvia - Não tô - ficou vermelha - É só curiosidade.
Eu - Não era minha namorada - tomei um gole do café.
Silvia - E quem era?
Eu - Era uma amiga que tá voltando pra Argentina.
Silvia - E por que ela te avisa?
Eu - Sério que você não tá com ciúmes?
Silvia - Falei que não tô - tava vermelha - Bom, se não quer contar, não conta - a Silvia tava brava.
Eu - Não fica brava - abracei ela - Só queria bater um papo sobre como a vida andou pra cada um.
Silvia - Melhor ir trabalhar, que podem nos ver.
Dei um beijo nela e fui podar os galhos das árvores que tavam perto da casa, pra não cair. Fiquei cortando até umas 11h, quando a Clara me chamou.
Clara - Enzo, uma pergunta - ela tava em cima de uma árvore (Clara vestia um short jeans azul e uma regata branca).
Eu - Fala, o que foi?
Clara - Você entende de mecânica?
Eu - Sim, por quê?
Clara - Porque meu carro morreu e não sei o que ele tem.
Eu - Beleza, já desço e dou uma olhada.
Desci da árvore e fui pra garagem. Cheguei e tavam a Clara e a Lucia (vestindo um short jeans preto e uma camiseta verde água).
Lucia - Valeu por vir, Enzo.
Eu - Sem problema.
Abri o capô, dei uma olhada e a vela tava queimada. Tirei ela e procurei uma vela nova nas gavetas do armário que tinha na garagem. Achei, coloquei.
Eu - Por favor, podem ver se liga?
Lucia subiu no carro e ligou. Funcionou.
Clara - Valeu, Enzo. eu- de nada
as duas minas foram embora no carro e eu voltei pros arvoredo de novo. mas no caminho, encontrei a marisol.
marisol- oi enzo, cê me faz um favor? - falou com a voz animada (tava vestindo uma saia vermelha e uma regata roxa curta)
eu- e no que eu poderia te ajudar?
marisol- cê podia me ajudar a treinar vôlei?
eu- sim, mas depois das 6
marisol- por quê?
eu- porque tenho que continuar trabalhando e tá muito calor agora
marisol- beleza, a gente se vê às 6 - me deu um abraço apertado e foi pra casa
subi numa árvore que tava perto da casa e comecei a cortar os galhos que tavam perto do telhado. ouvi uma risada e olhei pra baixo, quem tava rindo era a silvia.
silvia- vai comer, tarzan hahaha - virou as costas e foi pra entrada da cozinha.
desci e entrei na cozinha. a silvia tava sentada me esperando com dois pratos de arroz com salada.
silvia- senta, tarzan hahaha - tapou a boca quando começou a rir
eu- não ri - falei brincando e sentei - nunca viu alguém subido numa árvore? - comecei a comer
silvia- já vi, sim, mas é muito engraçado te ver em cima de uma árvore, em pé, tentando cortar.
a gente continuou conversando durante o almoço até que a ana entrou na cozinha.
ana- pode vir aqui um minuto, enzo? - tava vestindo uma legging preta e um top esportivo branco
eu- sim, já vou
levantei e segui a ana, ela me levou até o quarto de uma das filhas dela.
ana- me ajuda a achar uns cigarros
eu- de quem é esse quarto?
ana- da clara - começou a procurar na mesinha de cabeceira dela
eu fiquei pensando onde podia estar, e meu subconsciente falou: debaixo da cama. olhei debaixo da cama e não tinha nada. meti a mão entre o colchão e a cama.
eu- achei uma coisa - tirei o que encontrei, era um maço de cigarros e um isqueiro - a senhora tava certa - entreguei o maço pra ela
ana- essa menina vai ver - guardou os cigarros no bolso - enzo, cê podia distrair a marisol?
eu- por quê?
ana- porque não quero que ela ouça a discussão com a clara
eu- beleza
ana me deu um beijo E fui cuidar das árvores. Fiquei pensando em como distrair a Marisol por um bom tempo. Às 17h50 terminei com as árvores. Fui até a plantação de taquara e cortei duas. Peguei uma corda, amarrei nas duas pontas da taquara e cravei no chão. Coloquei umas cordas de linha e pronto, uma quadra de vôlei.
Ouvi o carro estacionando e fui buscar a Marisol. No caminho, encontrei a Silvia com uma toalha.
Silvia — Vamos tomar banho.
Eu — Não posso agora, depois eu tomo.
Silvia — E não vai me dar meu presente hoje?
Eu — Se quiser, a gente faz agora à noite.
Silvia — Me convenceu, agora à noite.
Eu — Fechou, te vejo mais tarde, gostosa — dei um beijo nela e fui buscar a Marisol.
Encontrei ela na sala, no sofá, e a convidei pra jogar.
Eu — Marisol, vamos treinar vôlei.
Marisol — Já vou, vou trocar de roupa e já desço.
Marisol subiu correndo as escadas e viu a Ana, que me sorriu, com certeza pelo favor. Fui pro quintal onde estava a quadra que eu fiz. Marisol saiu de casa com um short de algodão vermelho bem justinho que marcava a bunda dela, bem empinada, e uma regata curtinha de algodão vermelho que mostrava o umbigo e os peitos dela, bem durinhos, e ela não tava de sutiã. Trouxe uma bola de vôlei com ela.
Marisol — Que quadra linda que você fez — os olhos dela brilharam ao ver a quadra.
Eu — Você queria treinar, então eu fiz essa quadra.
Começamos a jogar, e cada pulo que a Marisol dava, os peitos dela balançavam e me deixavam com tesão. Continuamos jogando, e a Marisol não conseguia sacar direito. Aí eu fui ensinar como se sacava, e ela se aproximou por trás enquanto eu tava atrás pra ensinar, e meu pau bateu na bunda dela com força. Seguimos jogando, e a Marisol começou a suar, e dava pra ver os bicos dos peitos dela. Eu vi a buceta dela e ela não tava de calcinha, dava pra ver os lábios da buceta colados no short. Por sorte, a Ana chamou pra jantar, senão eu teria pulado em cima da Marisol.
Ana — Vem jantar, Marisol.
Marisol — Já vou, mãe.
Eu — Bom, por hoje a gente encerra o treino.
Marisol — Você joga bem, me ganhou de 12 a 31. caminávamos pra casa
eu — jogo bem porque joguei no colégio — abri a porta pra ela feito um cavalheiro
Marisol — obrigada — com um sorriso — amanhã a gente joga de novo
eu — sim
Marisol — até amanhã
ela me deu um beijo na bochecha e foi pro refeitório.
Silvia — cê tá querendo pegar a mina, hahaha
eu — não, só tô ajudando ela a jogar vôlei
seguimos jantando e almoçando. terminamos de jantar e lá pelas 11:30 da noite todo mundo foi dormir.
Silvia — bora pra caminha, Enzo — me pegou pelo braço e fomos pros nossos quartos
fomos e entramos no quarto da Silvia. era idêntico ao meu, mas mais decorado. Silvia me despiu e me jogou na cama. tirou a roupa de trabalho e enfiou a buceta na minha cara, eu comecei a lamber ela e ela chupava meu pau, a gente fazia um 69. ficamos assim até a Silvia ter o primeiro orgasmo.
Silvia — aaaahhhh
Silvia sentou no meu pau e começou a cavalgar. enquanto ela cavalgava, eu lambia os peitos dela. eu gozei no sexto orgasmo da Silvia
Silvia — aaaaaaaaaaahhhhh — caiu exausta no meu peito
quando ela se recuperou, eu coloquei ela de quatro contra a parede e comecei a bombar na bunda dela, e a Silvia gritava de prazer a cada estocada. no quinto orgasmo dela, eu gozei
Silvia — aaaaahhhhh — Silvia caiu no chão de tanto prazer
SEXTA-FEIRA, 2 DE NOVEMBRO
peguei a Silvia e deitei ela na cama, cobrindo ela. vesti minha roupa e fui tomar banho. 1h da manhã terminei de me lavar e quando saí do banheiro, encontro a Ana de roupão
Ana — Enzo, tava indo te procurar
eu — aconteceu alguma coisa?
Ana — vem que eu te explico
segui ela até a casa, passamos pela cozinha e entramos no refeitório. lá estavam a Lúcia pelada e a Clara, que tava amarrada e amordaçada na mesa do refeitório. os peitos da Clara eram idênticos aos da Lúcia e a buceta dela tava toda depilada. Ana fechou a porta
Ana — agora a gente vai te castigar por ter fumado, Clara
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