

Sem proibições não existe erotismo". Georges Bataille
Olá amig@s do P! Essa é uma nova história pedida, dessa vez pro amigo @cronicasmorbosas. Ela se chama Brenda, tem 19 anos, cabelo castanho avermelhado, medidas 85-60-90, umas tetinhas lindas, mas o melhor dela é a raba. Ela vive de legging bem enfiada na bunda, adora usar fio dental e que olhem e elogiem o popô, e na cama é MUUUUITO puta, curte TUDO, ser tratada como uma vadiazinha e levar tapas na bunda. Aqui vão umas fotos da Brenda pra vocês apreciarem um pouco da beleza bruta dela. Espero que o conto esquente vocês e deixem o comentário de vocês, valeu!!!


- Oi, profe!!!Tava encostado no balcão daquele bar quando ouvi essas palavras. "Oi, profe". Me virei e lá estava Brenda, uma ex-aluna. A gente não lembra de todos os ex-alunos, mas não esquece de alunas como Brenda. Cabelo castanho avermelhado, uma carinha linda, peitinhos gostosos, e uma bunda do caralho. Do caralho, sempre com umas leggings bem enfiadas na bunda, adorava mostrar. Naquela noite tava de jeans, mas o efeito era o mesmo, parecia pintado naquela bunda perfeita.
Quando cumprimentei ela com um beijo, meu amigo que tava no balcão comigo tomando um Fernet me olhou como quem diz "puta que pariu, de onde você conhece essa gostosa!?".
- Oi, Brenda... né? - falei como se não soubesse de cor.
- Sim, profe, lembra de mim! - ela sorriu.
- Claro, claro, não faz tanto tempo que você foi minha aluna!
- O que cê tá fazendo por aqui, profe!?
- Tomando um negócio com um amigo, Diego - falei e apresentei os dois - Tô parecendo muito velho pra estar aqui!? - provoquei.
- Nada, não quis dizer isso! - ela riu - Quantos anos cê tem!? 30!?
- Valeu... 35.
- Ah, nem parece, cê tá muito bem, profe! - falou meio com voz de putinha.
- Bom, muito obrigado, mas me faz um favor, Brenda... não me trata mais de senhor, cê tá me matando! - brinquei.
- Haha, beleza - o sorriso dela era lindo - Tô dançando com umas amigas, depois a gente se vê - falou e foi pra pista.
Continuei com Diego tomando no balcão.
- Filho da puta, que caminhão de gostosa essa mina! - ele soltou.
- É, verdade, ela é uma delícia - respondi.
- E ainda te deu mole, porra! Vamos lá, me apresenta uma amiguinha! - Diego se animou.
- Não, cala a boca, foi minha aluna há 2 anos, é uma mina nova - cortei.
- Para de encher o saco, filho da puta! Desde quando você liga pra isso?!?! - ele falou com certa razão - Ela tem mais de 18 e já não é mais sua aluna!
A noite foi passando, a gente continuou conversando, continuou bebendo. Num momento levanto a cabeça e vejo que Brenda tava com mais 3 amigas, todas da idade dela, todas gostosas, dançando bem perto da gente. A mistura de álcool no sangue e de ver aquela bunda incrível se mexendo bem sensual no ritmo da música, meu pau subiu na hora. A balada lotou tanto que quase não dava pra andar. Brenda e as amigas dela ficaram do nosso lado, espremidas contra o balcão. As costas dela encostaram nas minhas. Dava pra sentir cada movimento dela a cada roçada. Umas 3 da manhã, Diego falou que tinha que ir embora, que no dia seguinte acordava cedo. Eu disse que terminava o Fernet e ia, cada um tinha vindo no seu carro, sem problema. Daí a pouco sinto alguém falando bem perto do meu ouvido:
-Professor, te deixaram sozinho!
-O que eu te falei de me tratar por senhor? - sorri.
-Bom, desculpa... como você quer que eu te chame? - ela disse, me olhando nos olhos.
-Tete meus amigos me chamam - mantive o olhar nela - E sim, me deixaram sozinho, mas a gente pode resolver isso se eu te convidar pra tomar algo.
Pedir um champanhe com speed. A música alta fazia a gente falar no ouvido, as bocas bem perto. Entre o álcool e as coisas que a mina me falava, eu já tava doido. Ela me segurava pelo pescoço pra falar comigo, me puxando um pouco pra baixo (tenho 1,90). Eu segurava a cinturinha dela, puxando ela pra mim. Não aguentei mais. Falei algo no ouvido dela e, quando terminei, beijei o pescoço dela. Ela se deixou. Dei outro beijo no pescoço, e mais outro. Beijei ela na bochecha, no canto da boca... e comi a boca dela. A mina chupou minha língua como fazia tempo que não chupavam. Minhas duas mãos na cinturinha dela, as mãos dela percorrendo meus braços e minhas costas. Eu tinha bebido bastante, mas ela parecia mais bêbada ainda. Ela passou a mão na minha bunda.
-Que bunda gostosa você tem, Tete, sempre olhava pra ela na escola! - Brenda falou enquanto apertava.
Não respondi. Comecei a passar a mão na bunda dela também. Maravilhosa, dura, redonda, empinada. Um poema. A gente tava tão colado que ela sentiu meu pau bem duro contra o umbigo dela.
-Ai, que que é isso aí, o celular?! - ela disse e pegou no meu pau por cima da calça jeans.
Pedaço de puta! Queria comer ela ali mesmo! Ela me beijava e passava a mão no meu pau e na minha bunda. A Peguei ela pela mão e levei pra fora, pro estacionamento da balada.
- Onde cê tá me levando? Não posso deixar minhas amigas sozinhas! - ela falou, mas não resistiu.
- Fica tranquila, Bren, a gente já volta.
Subimos no banco de trás do meu carro, que é bem espaçoso. Nos enroscamos nuns beijos muito quentes. Na hora, tirei a blusinha dela. A putinha não tava de sutiã. Ficaram na minha frente uns peitinhos lindos, durinhos, com uns bicos bem tesudos. Chupei os peitos dela por um bom tempo, adoro isso. Ela jogou a cabeça pra trás, de olhos fechados, e passava a língua nos lábios.
Tirei o jeans dela. Tava com uma calcinha fio-dental minúscula, um fiozinho enfiado na racha. Beijei a ppk dela por cima da calcinha. Ela também tava doida. Puxei a calcinha pro lado e chupei toda a ppk, lambendo bem o clitóris dela. Os gemidos dela tavam fortes agora, mais intensos e seguidos.
- Isso, Tete, chupa toda! Meu namorado não sabe chupar assim! - gemeu.
Esse comentário me deixou ainda mais excitado. Dei mais uns minutos de língua enquanto ela apertava minha cabeça com as duas mãos contra a ppk dela e mexia a pelve pra cima e pra baixo. Cuspi no clitóris dela e apertei com dois dedos, sem parar de lamber. O orgasmo que ela teve foi espetacular. O corpo todo dela se contorceu e ela apertou as pernas com força. Sentei, ela tirou minha calça e minha cueca. Tava com a pica dura pra caralho.
- Mmmm, que pica linda! É bem maior que a do meu namorado! - falou e enfiou na boca.
Passou a língua por toda a porra da pica, intercalando uns beijos. Agüentei pensando nos gols que a Argentina perdeu na final da Copa. Coloquei ela de quatro, com os braços agarrados nos apoios de cabeça. Coloquei a camisinha e penetrei por trás. A ppk dela era bem apertadinha, mas tava toda molhada. Dei umas estocadas suaves e depois comecei a comer ela bem forte. Ela quebrou a cintura e me ofereceu toda a bundinha dela.
- Bate na minha raba! - ordenou.
Dei uns tapas sem Para de cavalgar nela.
- Mais forte... me bate mais forte - gemeu a filha da puta.
Dei uns tapas mais fortes na bunda dela, deixei a marca da mão vermelha. Isso a excitou ainda mais. Agarrei ela pelo cabelo com uma mão e enfiei dois dedos da outra na boca dela. Ela chupava meus dedos e gritava:
- Aiii, dói, é muito grande... sim, me come assim, Tete... me dá mais - ela dizia entre gemidos.
- Você é uma gostosa, vou te encher de porra! - falei.
- Sim, sim, me dá toda a porra! - ela acabou de fritar minha cabeça.
Entre a Brenda ser tão gostosa, a buceta apertada dela e a voz de puta que ela fazia, gozei igual um porco. Meio litro de porra, calculo. Nos beijamos mais um pouco e voltamos pra Barra. As amigas dela estavam esperando. Ela me deu um beijo no rosto e disse antes de ir:
- Essa foi sua melhor aula... até mais, professor...

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101 comentários - Brenda, 19 anos, ex-aluna (história a pedido)
Mañana volver con puntos. Te felicito PROFE 🙂
Muy bueno el relato !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamohttp://i.imgbox.com/8pds403os cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
👍
Van p