Tudo aconteceu de forma inesperada. Eu visitava um povoado pequeno da minha província, bem perto da minha casa, onde eu tinha um pequeno sítio com uma casinha. Só tinha uma salinha, um quarto com cama de casal, outro com uma caminha, uma cozinha pequena e um banheiro. Meus momentos livres passo no meu sítio, porque levo só 20 minutos pra chegar. Fazendo divisa com meu sítio tem outro, cujo dono é um rapaz que gosta de agricultura, e a gente sempre troca ideia sobre o que plantar, como fazer, como cuidar. Ele é casado, igual a mim, mas é mais novo. Tem uma esposa bem gostosa e muito apetecível. Eles só vêm nos feriados prolongados e nas férias. Não têm filhos, os meus estão fora, então a gente fica só nós dois casais. Temos uma grande amizade. Se eu vou sozinho e eles estão lá, fico à vontade como se fosse minha casa, e vice-versa. Eu tinha as chaves da casa deles, porque ele mora mais longe e, se der algum problema, eu rego e cuido do sítio pra ele.
Um fim de semana, fui sozinho, como de costume. Ele já estava lá. Entrei pela porta dos fundos e, quando ia chamar, ouvi um sussurro e não chamei. Me aproximei pra ver se não era ele, e vi que no quarto ele estava com outro cara na cama. Fernando — é assim que ele se chama? — estava metendo no cu dele. Eu ouvia os dois gemendo de prazer. Fiquei observando como eles se divertiam e percebi que meu pau estava se mexendo. Não demorou pra ficar de pau duro. Eles se colocaram num 69 e chupavam um ao outro como bebês nas tetas da mãe. Gozaram e engoliram o esperma. Eu não aguentava mais, tava doendo de tanto tesão preso, e me retirei pensando em bater uma boa punheta, porque tava muito excitado. Qual não foi minha surpresa: antes de sair do terreno, o Fernando me chamou. Me aproximei e, quando entrei, ele disse que era bi e que era uma coisa normal. Ele reparou no meu pau duro e falou pra eu soltar ele, que dava pra curtir de mil maneiras. Sem dizer mais nada, se aproximou e esfregou o pau dele por cima da minha calça. Não fiz nada pra evitar. Ele abriu minha calça e meu pau de 21 centímetros saltou pra fora. centímetro como uma mola enfia na boca dela e começa a chupar, eu alucinava de prazer, nunca tinha sentido nada tão gostoso. Quando ia gozar, ela parou e me deu um creme pra lubrificar o cu dela, porque a pica tava muito grande e nunca tinham metido uma tão grande assim. Lubrifiquei o cu dela, coloquei um dedo, depois dois, e logo o terceiro. Quando já tava bem dilatado, encostei minha pica no cu dela e, com todo cuidado, fui enfiando. Quando a cabeça entrou, parei pra não machucar ela. Depois da pausa, comecei o vai e vem. Ela soltava uns gemidos, no começo de dor e depois de prazer. Depois de um tempo, deitei ela de barriga pra cima, coloquei as pernas dela sobre meus ombros e enfiei com força. Assim eu podia ver a buceta dela e acariciar. Não demorei pra gozar dentro dela. Quando sentiu os jatos de porra que eu tava mandando, o esperma dela jorrou no meu peito e na barriga dela. Abaixei as pernas dela e me deitei por cima, nos esfregando e misturando a porra que ela derramou no peito dela e no meu. Ela pediu pra eu não tirar, que queria sentir como engrossa dentro dela. Ela chupava meus peitos, eu sentia prazer e, por isso, minha pica começou a endurecer de novo. Fernando tremia e gemia de prazer enquanto eu bombava. Ele se masturbava, e logo chegamos ao êxtase. Fomos pro banheiro, entramos no chuveiro, deixando a água cair. Ela me empurrou pra baixo, colocou a pica dela na minha boca, e eu recebi com gosto e comecei a chupar. Logo notei que ela ia gozar e me afastei. Nos abraçamos, nos ensaboamos e saímos como se nada tivesse acontecido, e ficamos vendo as hortas. Como ele também veio só porque o cara que tava com ele é da cidade, fomos comer no bar da cidade. Depois de comer, cada um foi pra sua casa. Sozinho em casa, fiquei pensando no que tinha acontecido e percebi que não foi nenhuma barbaridade, e sim o quanto eu tinha aproveitado. Saímos e fomos arrumar as hortas. De noite, fomos jantar no bar. Lá ficamos batendo papo com alguns vizinhos. Era sexta-feira e tínhamos o fim de semana inteiro pela frente. 23 horas
e todo mundo já estava indo embora. Saímos juntos e ele me chamou pra ir na casa dele tomar um drink. Eu sabia qual era a intenção, mas tava morrendo de vontade também. Trancamos as portas porque aquela noite íamos passar juntos. Fomos pra sala, ele colocou um filme na TV, trouxe dois cubas-libres, deu o play no filme — era bissex — e logo tiramos a roupa. Ele enfiou meu pau na boca e começou a chupar. Ficamos no 69, trocamos uns boquetes e depois fomos dormir na cama de casal dele. Eu dormi no lado que a mulher dele usava. Só de pensar que eu tava esfregando meu pau onde ela esfregava a buceta dela, já me dava um tesão do caralho, porque a mulher dele é muito, muito gostosa.
Bom, noutra hora conto o que rolou nesses dois dias seguintes e até hoje.
Um fim de semana, fui sozinho, como de costume. Ele já estava lá. Entrei pela porta dos fundos e, quando ia chamar, ouvi um sussurro e não chamei. Me aproximei pra ver se não era ele, e vi que no quarto ele estava com outro cara na cama. Fernando — é assim que ele se chama? — estava metendo no cu dele. Eu ouvia os dois gemendo de prazer. Fiquei observando como eles se divertiam e percebi que meu pau estava se mexendo. Não demorou pra ficar de pau duro. Eles se colocaram num 69 e chupavam um ao outro como bebês nas tetas da mãe. Gozaram e engoliram o esperma. Eu não aguentava mais, tava doendo de tanto tesão preso, e me retirei pensando em bater uma boa punheta, porque tava muito excitado. Qual não foi minha surpresa: antes de sair do terreno, o Fernando me chamou. Me aproximei e, quando entrei, ele disse que era bi e que era uma coisa normal. Ele reparou no meu pau duro e falou pra eu soltar ele, que dava pra curtir de mil maneiras. Sem dizer mais nada, se aproximou e esfregou o pau dele por cima da minha calça. Não fiz nada pra evitar. Ele abriu minha calça e meu pau de 21 centímetros saltou pra fora. centímetro como uma mola enfia na boca dela e começa a chupar, eu alucinava de prazer, nunca tinha sentido nada tão gostoso. Quando ia gozar, ela parou e me deu um creme pra lubrificar o cu dela, porque a pica tava muito grande e nunca tinham metido uma tão grande assim. Lubrifiquei o cu dela, coloquei um dedo, depois dois, e logo o terceiro. Quando já tava bem dilatado, encostei minha pica no cu dela e, com todo cuidado, fui enfiando. Quando a cabeça entrou, parei pra não machucar ela. Depois da pausa, comecei o vai e vem. Ela soltava uns gemidos, no começo de dor e depois de prazer. Depois de um tempo, deitei ela de barriga pra cima, coloquei as pernas dela sobre meus ombros e enfiei com força. Assim eu podia ver a buceta dela e acariciar. Não demorei pra gozar dentro dela. Quando sentiu os jatos de porra que eu tava mandando, o esperma dela jorrou no meu peito e na barriga dela. Abaixei as pernas dela e me deitei por cima, nos esfregando e misturando a porra que ela derramou no peito dela e no meu. Ela pediu pra eu não tirar, que queria sentir como engrossa dentro dela. Ela chupava meus peitos, eu sentia prazer e, por isso, minha pica começou a endurecer de novo. Fernando tremia e gemia de prazer enquanto eu bombava. Ele se masturbava, e logo chegamos ao êxtase. Fomos pro banheiro, entramos no chuveiro, deixando a água cair. Ela me empurrou pra baixo, colocou a pica dela na minha boca, e eu recebi com gosto e comecei a chupar. Logo notei que ela ia gozar e me afastei. Nos abraçamos, nos ensaboamos e saímos como se nada tivesse acontecido, e ficamos vendo as hortas. Como ele também veio só porque o cara que tava com ele é da cidade, fomos comer no bar da cidade. Depois de comer, cada um foi pra sua casa. Sozinho em casa, fiquei pensando no que tinha acontecido e percebi que não foi nenhuma barbaridade, e sim o quanto eu tinha aproveitado. Saímos e fomos arrumar as hortas. De noite, fomos jantar no bar. Lá ficamos batendo papo com alguns vizinhos. Era sexta-feira e tínhamos o fim de semana inteiro pela frente. 23 horas
e todo mundo já estava indo embora. Saímos juntos e ele me chamou pra ir na casa dele tomar um drink. Eu sabia qual era a intenção, mas tava morrendo de vontade também. Trancamos as portas porque aquela noite íamos passar juntos. Fomos pra sala, ele colocou um filme na TV, trouxe dois cubas-libres, deu o play no filme — era bissex — e logo tiramos a roupa. Ele enfiou meu pau na boca e começou a chupar. Ficamos no 69, trocamos uns boquetes e depois fomos dormir na cama de casal dele. Eu dormi no lado que a mulher dele usava. Só de pensar que eu tava esfregando meu pau onde ela esfregava a buceta dela, já me dava um tesão do caralho, porque a mulher dele é muito, muito gostosa.
Bom, noutra hora conto o que rolou nesses dois dias seguintes e até hoje.
4 comentários - Meu vizinho me fez virar bi