Fala de novo, pessoal. Pra celebrar meu novo rank, como regular, e que meus posts agora vão aparecer na home e não na seção de novatos, to postando um conto especial. Esse conto é compartilhado com um casal poringa girl com quem desde o início tive uma química foda, @El_Regalon_ e @el_chamelfo_rro. Tanto que tive a ideia de propor pra eles escrever esse conto juntando as fantasias de cada um dos 3 numa história fictícia. Esperamos que vocês curtam e que esquente tanto quanto a gente. (A maioria das fotos foi cedida por esse casal maravilhoso, valeu)
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Como todo domingo à tarde, a vinícola tava aberta pra visitas agendadas. Não era época normal pra visitas, tava fora da temporada de férias, mas ainda assim tinha uma visita marcada com um casal que tava de turismo pela região. A visita tava marcada pro meio-dia. O dia não tava muito quente, mas o sol tava brilhando bem e tinha uma brisa muito gostosa. Por isso, enquanto esperava na entrada da vinícola debaixo do sol eles chegarem, não tava torrando. Quando chegaram, a gente se cumprimentou e se apresentou.
Era um casal jovem. Ela, Anna, uns 1,60m, magrinha, branquinha e com um cabelo preto que contrastava muito com a pele dela. Os peitos pequenos, mas bem colocados, e uma bunda impressionante. Dava pra ver que ela tinha muito orgulho daquele rabo, mexia bem e exibia com uma saia curtinha bem apertada. Tava com uma blusa meio transparente, como pude ver mais tarde, e um casaco justo, porque na visita à vinícola a temperatura baixa fazia necessário usar um agasalho pra não passar frio. Ele, que se chamava Marcelo, era um pouco mais alto e corpulento que eu, uns 1,80m e uns 90 quilos, um pouco mais que meu 1,75m e 75kg. Mesmo assim, parecia relativamente magro. Tinha cabelo castanho. Ele tava vestido formal, elegante, sempre seguindo uns passos atrás da mulher. Parecia curtir as Vistas da bunda da mulher dele e de como os homens sempre olhavam pra rabeta dela e pros movimentos dela.
Levei eles pra dentro da adega e fui guiando eles durante toda a visita. O tempo todo eram muito legais, muito interessados em tudo e muito falantes. Dava pra ver que tavam empolgados. A visita termina com uma degustação de vários vinhos. Pra degustação tem uma sala preparada pra isso, com várias mesas e decorada com fotos relacionadas à história da adega e dos vinhedos. O pessoal sempre aproveita esse tempo pra conversar sobre a visita, se interessar um pouco mais pela história da adega, ou até alguns perguntam sobre os vinhedos. A conversa era divertida e dava pra ver que tavam muito interessados no vinhedo, já que quase todas as perguntas eram sobre esse assunto. Num certo momento da conversa, me perguntaram se poderiam visitar o vinhedo também. Normalmente não faz parte da visita, mas o dia tava bem tranquilo, com um tempo bom pra passear e continuar aquela conversa onde eles pareciam tão interessados, não tinha muito trabalho programado pra aquele dia e nenhuma outra visita. Como eram um casal muito agradável, aceitei mostrar o vinhedo próximo e dar um passeio por lá.
Saímos da adega e caminhamos até o vinhedo, que ficava a pouco mais de 100 metros. Como eu disse, o dia tava ensolarado e muito bom, então depois de sair do frescor da adega, a mudança era perceptível, tanto que fazia mais calor do que deveria. Então tiramos as roupas de frio que estávamos usando. Anna continuava na frente da gente caminhando, e eu, enquanto Marcelo falava comigo, não consegui resistir a olhar pro corpo de Anna. A blusa transparentava completamente e eu vi que ela não tava usando nada por baixo, os peitos dela não eram muito grandes, mas eram deliciosos. Ela rebolava mexendo a bunda quase como pra me hipnotizar. Marcelo continuava falando comigo, não lembro o que ele tava perguntando e nem se eu respondia o que ele perguntava, eu Só pensava numa coisa e meu corpo reagia com uma ereção crescente. Então Anna virou a cabeça para nos olhar, me examinou de cima a baixo, percebeu que eu a encarava com luxúria e me deu um sorrisinho safado. Foi aí que me toquei que estava me perdendo e, nervoso, voltei à conversa com Marcelo. Olhei pra cara dele pela primeira vez desde que saímos da adega. Curiosamente, pra minha surpresa, ele estava me encarando, parecia ter notado como eu olhava pra Anna e também sorria de um jeito malicioso. Achei estranho, mas segui em frente guiando eles pro vinhedo.
A gente ia caminhando entre as videiras, eu explicando um pouco de tudo, a visita tinha voltado a ser agradável, próxima e divertida. Anna ia sempre uns metros na nossa frente, ouvindo a gente e se deixando ver, embora eu tentasse ficar mais focado na conversa com Marcelo, com quem eu batia papo e respondia as perguntas dele. Anna ia admirando as videiras, parando de vez em quando em alguma. Quando estávamos no meio de todas as fileiras de videiras, perdidos no vinhedo, Anna se abaixou na frente de uma parreira pra observar de perto um cacho de uvas que tava bem embaixo. Mas não se abaixou dobrando as pernas, não, ela se curvou com o corpo todo, levantando a bunda, e isso fez a minissaia dela subir, deixando ver quase a bunda inteira. Na hora fiquei paralisado com a vista. Assim como por baixo da blusa ela não usava nada, por baixo da minissaia também não usava nada. E como eu fiquei paralisado, meu pau também ficou duro que nem pedra. E enquanto eu admirava aquela bunda linda, Marcelo me perguntou baixando a voz, como se estivesse sussurrando e me provocando.Marcelo: Minha mulher é meio putinha, adora se exibir assim e não usar nada por baixo. Dá vontade de comer essa bunda aqui mesmo, né?Eu me virei pro cara surpreso, sem saber muito bem como responder, tava excitadíssimo com o que tinha visto, e ao mesmo tempo me surpreendia ele falar aquilo como se tivesse me oferecendo a mulher dele. Fiquei olhando pra ele quase sem saber o que dizer, fui me recuperando pra conseguir responder.Eu: A real é que desde que saímos do depósito não consigo tirar os olhos dela. Aquela raba já tava me chamando a atenção o tempo todo.Viro pra olhar pra Anna de novo. Ela tinha escutado a gente e começou a andar na nossa direção, mais especificamente na minha, feito uma gata no cio, ainda com aquele sorrisinho safado. Minha cabeça tava a mil, eu tava pegando fogo, e meu pau já queria sair da calça. Mas fiquei parado enquanto ela chegava até mim, passou a mão na minha virilha e, me acariciando, começou a falar com a voz mais de puta que tinha.Anna: Então você tava pensando em tirar minha fio dental e me comer aqui mesmo, hein? Pois é, já viu que não vai precisar tirar minha fio dental.E, dizendo isso, ela se jogou pra me beijar, pra devorar minha boca. Demorei 2 segundos pra reagir, e quando reagi, fui atrás da língua dela tanto quanto ela vinha atrás da minha. Minhas mãos foram naquele rabo que tanto me chamava atenção, levantando a minissaia e agarrando com força aquelas duas nalgas incríveis. Apertei ela contra meu corpo pra que, além de acariciar minha pica, ela pudesse sentir ela bem perto da buceta dela. Ficamos assim uns dois minutos, e eu nem lembrava que o marido dela tava do nosso lado. Assim que nos separamos, lembrei dele, e saber que ele tava ali na frente me deixava ainda mais excitado. Ele tava sorrindo, e eu vi que na calça dele dava pra perceber uma bela ereção, mostrando que ele tava tão tesudo quanto eu. Eu tava meio perdido naquela situação, não sabia o que esperar, e então eles me explicaram.Marcelo: A gente adora fazer ménage e curte dividir minha mulher com outros caras. Isso nos excita, mas a gente tinha outra fantasia: transar no meio de um vinhedo, onde a gente corre o risco de ser visto. Então a gente queria que alguém comesse minha mulher comigo aqui. E pelo visto, você tá morrendo de vontade de comer ela.
Anna: Não sei se vai querer me dividir com alguém, mas pra me foder essa aqui não aguenta, o pau dele tá louco pra eu chupar, e eu tô doida pra mamar ele agora mesmo. - E falando isso, começou a desabotoar minha calça.
Eu: Bom, até agora eu tava me segurando por respeito, porque você tava na frente, mas já tinha pensado num jeito de conseguir falar com ela pra convencer ela a me dar uma escondido de você. — E virando pra ela, completo — E sim, essa puta tá morrendo de vontade de fazer de tudo aqui mesmo e agora. Então, enquanto vocês deixarem eu pegar essa bunda bem gostosa, não tenho problema em dividir com você.Já nessa altura, a Anna tava ajoelhada e tinha desabotoado minha calça. Tinha libertado meu pau da prisão dele, que saltou feito mola e ficou na cara dela. Foi incrível a velocidade e os reflexos que a Anna teve, ela era uma verdadeira gostosa, porque quase sem eu perceber, já tinha meu pau na boca e tava chupando igual uma profissional. Ela mamava a cabeça do meu pau, lambia, passava a língua inteira desde minhas bolas até a ponta e engolia tudo de novo. Massageava minhas bolas enquanto chupava. Me arrancava suspiros a cada movimento de cabeça que fazia pra enfiar na boca. Coloquei minhas mãos na cabeça dela e acompanhava os movimentos. Depois de um tempo, comecei a guiar a cabeça dela, com movimentos mais rápidos e profundos. Comecei a ouvir outra respiração rápida além da minha, olhei pro Marcelo e ele também tinha desabotoado a calça e tirado o pau, tava passeando vendo a Anna me chupar. Isso me deixou ainda mais excitado, e eu queria mostrar o quanto a mulher dele era uma puta e até onde eu tava disposto a comê-la, e pra esquentar ainda mais os dois, empurrei a cabeça dela pra mim e enfiei o pau até a garganta dela, segurando ali apesar de um pequeno engasgo da Anna. Eu olhava pro Marcelo e percebi que isso excitou ele ainda mais, voltei o olhar pra Anna e, devolvendo agora o sorriso safado que ela tinha me dado antes, tirei o pau da boca dela de uma vez e comecei a bater na cara dela com ele, enquanto ela tentava enfiar de novo na boca.Eu: Sua mulher é a maior puta que eu já comi. Ela fica desesperada pra ter uma pica enfiada até a garganta.
Marcelo: E não só isso, ela adora que encham a boca dela de porra e engolir tudo. Quer provar o gosto da porra de todo mundo que passa na frente dela.Voltei a focar na Anna e a coloquei de volta no jogo favorito dela, chupar rolas. Era como se uma viciada tivesse ficado sem a dose dela por mais tempo do que aguentava. O vício dominava ela. Deixei ela mais um pouco com o vício, mas a bunda dela tava me excitando demais. Então tive que tirar a rola dela de uma vez. Ela quase parecia um bebê prestes a chorar quando tiram a chupeta. Então rapidamente deitei ela na grama e, entre eu e o Marcelo, tiramos a única coisa que ela vestia: a blusa e a minissaia. Aí comecei a chupar aquela buceta que já tava toda molhada. O Marcelo rapidamente se ajoelhou, dando a rola dele pra ela, pra tomar meu lugar, porque ele também tava ansioso pra entrar no jogo.
Minha língua percorria aquela buceta tão gostosa, dava lambidas no clitóris dela, que reagia ficando cada vez mais duro. Meus dedos avançavam dentro da buceta dela ao mesmo tempo, provocando gemidos abafados de prazer. Ao mesmo tempo, o Marcelo curtia os peitos dela, apertando, beliscando os biquinhos duros. E a Anna agora engolia a rola do Marcelo, parando só de vez em quando pra soltar um gemido por causa do prazer que nós dois estávamos dando pra ela.
Os gemidos não eram muito altos, mas dava pra ouvir por causa da proximidade. Do jeito que eu tava envolvido na situação, não tinha pensado que naquele dia um dos trabalhadores responsáveis por cuidar do vinhedo estava por ali. E pelo visto, os gemidos chegaram até ele. O Armando sempre foi bem na dele, na verdade ele não costumava trabalhar junto com o pessoal da vinícola. Mas mesmo sendo tão calado e não se misturando com os outros, ele fazia o trabalho dele muito bem, por isso mantinha o emprego. Naquele dia, ao ouvir os gemidos da Anna, ele foi se aproximando fileira por fileira em silêncio, tentando descobrir quem estava ali. Ele ia fileira por fileira, espiando do final, tentando não ser descoberto. Foi assim que chegou na fileira onde a gente estava, e a uns 30 metros nos viu. Ele se escondeu de novo. Na fileira anterior, foi se aproximando sorrateiramente pra ver a cena que tava rolando ali, até chegar a uns poucos metros, escondido pelas videiras daquela fileira.
A gente continuava na nossa, nem tinha percebido a presença do Armando. A Anna já tinha gozado uma vez enquanto eu chupava a buceta dela e o Marcelo brincava com os peitos dela, então ela teve que parar de chupar um pouco pra poder gemer à vontade. Eu já não aguentava mais sem meter naquela buceta, queria enterrar meu pau bem fundo na buceta daquela puta. Então comecei a tirar toda a roupa que tava usando pra ficar pelado igual a Anna, e enquanto isso, me virei pro Marcelo.Eu: Marcelo, tua mulher grita que nem uma puta, mama que nem uma puta e espero que a buceta dela seja tão gostosa quanto a de uma puta, porque vou comer ela como a puta que ela é.Anna tirou a pica do marido da boca e, com a respiração ofegante, disse em voz alta, implorando.Anna: Me fode, seu filho da puta, me fode e arrebenta essa buceta de puta que eu tenho, quero que você enfie bem fundo.
Marcelo: Kkkkkkkkkk, já ouviu ela. É uma puta como não existe outra. Tá mamando a pica do marido e implorando pra outro cara comer ela sem dó, kkkkkkkk. Dá tudo o que puder.Apontei a cabeça do meu pau no clitóris dela, apertando várias vezes, e depois me preparei pra foder ela, meti de uma vez até as bolas. Ela tava tão molhada que eu conseguia bombar com tudo, arrancando gemidos abafados pelo Marcelo, que também tava fodendo a boca dela com tudo que podia. O Marcelo tava solto igual a mim, só de ver um desconhecido comendo a mulher dele com força. Aos sons típicos do campo, agora se somavam nossos gemidos e grunhidos. Eu tava segurando ela pela cintura, arrebentando ela a cada metida. E a gente gozou junto. Continuei me mexendo até descarregar tudo que pude dentro dela.Eu: Você recebe como uma profissional, e seu marido tá que não aguenta. Acho que agora é a vez dele.
Anna: Sim, filho da puta, sim. Você me encheu bem, mas quero mais, agora é a vez do Marcelo me comer, me dá teu pau pra eu limpar bem com minha boca.
Marcelo: Não tem quem dê conta dessa puta insaciável. E se ainda tem eu na frente, ela fica ainda mais excitada sabendo que tô vendo. A mesma coisa que acontece comigo quando tão comendo ela. Vamos, puta, deixa agora que eu te encho bem cheia.
E sem dizer mais uma palavra, fez o mesmo que eu uns momentos antes. Foi tirando toda a roupa pra ficar igual a nós dois, se enfiou entre as pernas da Anna e meteu de uma vez até o talo. Anna soltou um gritinho e agarrou minha rola. Fez com que eu ficasse junto dela e começou a chupar minha rola de novo. Ver o quanto ela era puta, como tudo tava rolando e ela me mamando de novo fez com que eu logo tivesse outra ereção monstruosa. Marcelo bombava aquela buceta já bem aberta, dando empurrões que faziam aqueles peitos balançarem pra frente e pra trás, pedindo aos berros pra eu apertar e beliscar. Não consegui recusar.
Anna tava como possessa, o tesão dela só aumentava, ela gemia e gritava cada vez mais, e gozou de novo. A gente não sabia que ela tava tão excitada não só por nós. Marcelo e eu estávamos tão focados no nosso serviço que nem percebemos que o Armando ainda tava mais perto, continuava na linha, escondido atrás das videiras, mas o mais próximo que dava. Anna tinha descoberto ele, porque quando tava deitada viu as pernas dele se aproximando. E entre as folhas das videiras, conseguiu ver o Armando se masturbando com a cena pornô que tava vendo. Anna de vez em quando dava umas olhadas pra onde o Armando tava, encarando ele com cara de puta, como quem diz que sabia que ele tava ali, e que tava adorando que um desconhecido tivesse se masturbando vendo ela ser comida ali mesmo. Com o olhar, ela tentava convidar ele pra se juntar, mas Armando resistia, nunca tinha curtido a companhia de outras pessoas.
Voltando pra nós três, eu de novo tava olhando o Marcelo pegando a Anna, e queria furar ela de novo. Aquela raba tinha que ser minha.Eu: Marcelo, deita e deixa a Anna montar em você. Quero poder foder a Anna no cu enquanto você fode ela na buceta.
Anna: Sim, sim, quero sentir vocês dois juntos me comendo.Marcelo simplesmente se virou rolando, levando a mulher dele por cima. Anna se deitou sobre ele, e Marcelo aproveitou pra lamber os peitos dela, amassá-los e se divertir com eles. Enquanto Anna se movia suavemente em cima do marido, eu fui chupando a bunda dela e enfiando um dedo aos poucos. Dilatar ela foi fácil, tava bem lubrificada. Aí continuei com dois, trabalhando com paciência e decisão pra preparar ela direitinho.Anna: Mete agora, come meu cu, não aguento mais.Os teus pedidos foram ordens pra mim. Eu me ajoelhei atrás dela, encostei a cabeça da minha piroca naquele buraquinho e fui enfiando devagar. Aquela buceta engoliu minha rola inteira, foi enterrando até não ter mais o que enfiar. E naquele momento, Marcelo e eu começamos a comer ela com tudo, levados pelo tesão. Anna gritava, e agora os gritos dava pra ouvir pela fazenda inteira. A gente gemia, metendo uma boa dupla penetração nela.
Foi aí que o Armando apareceu. Os gritos da Anna fizeram ele superar todas as barreiras dele, ele não ligava de ter que se juntar com mais gente, mas ele sentia que aquela boca que agora estava vazia gritava só pra pedir que ele levasse o pau dele. E ele não conseguiu resistir. Quando o Armando e eu vimos ele primeiro, ficamos surpresos de ver ele aparecer ali daquele jeito. Mas eu já não ligava mais, já tinha aproveitado a boca da Anna e a buceta dela, e agora tava destruindo o cu dela numa dupla penetração com o marido. O Marcelo, ao ver que eu não me alterava, entendeu que devia ser algum outro funcionário conhecido do armazém, e longe de se alarmar ou se irritar, parece que isso excitou ele ainda mais, porque ele começou a se esforçar ainda mais no que tava fazendo e dava pra ver um sorriso de satisfação na cara dele. O Armando chegou do nosso lado, já vinha se masturbando.
Armando: Vadia gostosa, você grita que nem uma puta. Engole isso e cala a boca.
E dizendo isso, pegou a cabeça dela e enfiou a pica até a garganta. Começou a foder a boca dela igual a gente tinha feito antes, e a Anna já não aguentava mais, então gozou de novo enquanto a gente comia ela entre os três. O Marcelo e eu já não aguentávamos mais, e ele deixou bem claro.Marcelo: Ah ah ah... essa puta minha vai me matar, tô quase gozando. Ela adora levar na boca, adora tomar uma boa porção de porra.
Eu: Eu também vou gozar, sua mulher é uma puta única. Se você diz que ela gosta de engolir porra, então a gente tem que dar pra ela, ela mereceu bem.
Marcelo: Sim sim, vamos dar o prêmio que ela mereceu.
Nós saímos de dentro dela e deixamos ela de joelhos. Ficamos um de cada lado do Armando e enquanto ele termina de chupar o pau dele, ela bate uma pra gente também pra gente gozar junto. Quando o Armando avisou que ia gozar, ele tirou o pau da boca da Anna. A Anna esperava nossos jatos de porra com a boca aberta. Nós três apoiamos como deu as cabeças das nossas rolas nos lábios carnudos daquela boquinha que pedia toda a nossa porra e um depois do outro fomos terminando, enchendo ela de jatos e mais jatos de porra. Enchemos a boca dela até transbordar e ela pegou a porra que caía com a mão pra não desperdiçar. Ela mostrou a que tinha na boca, fechou e engoliu. Abriu a boca de novo e recolheu com a língua a porra que tinha na mão. Brincou com ela na boca enquanto mostrava pra gente como tava adorando e como tinha gostado. E de novo fechou a boca e engoliu a porra que sobrou.
Depois disso o Armando foi embora de novo, ele tinha curtido o boquete que a Anna deu nele, mas de novo não se sentia à vontade ali, então sumiu tão rápido e silencioso quanto tinha chegado. A Anna, o Marcelo e eu nos vestimos de novo e fomos pra entrada do depósito onde eu tinha recebido eles um tempo atrás. Nos despedimos, eles me agradeceram por ter ajudado a realizar a fantasia deles, eu agradeci eles por terem me deixado fazer parte da fantasia e no final troquei telefone com os dois com a promessa de ajudar a realizar outras tantas fantasias que eles quisessem.
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Como todo domingo à tarde, a vinícola tava aberta pra visitas agendadas. Não era época normal pra visitas, tava fora da temporada de férias, mas ainda assim tinha uma visita marcada com um casal que tava de turismo pela região. A visita tava marcada pro meio-dia. O dia não tava muito quente, mas o sol tava brilhando bem e tinha uma brisa muito gostosa. Por isso, enquanto esperava na entrada da vinícola debaixo do sol eles chegarem, não tava torrando. Quando chegaram, a gente se cumprimentou e se apresentou.
Era um casal jovem. Ela, Anna, uns 1,60m, magrinha, branquinha e com um cabelo preto que contrastava muito com a pele dela. Os peitos pequenos, mas bem colocados, e uma bunda impressionante. Dava pra ver que ela tinha muito orgulho daquele rabo, mexia bem e exibia com uma saia curtinha bem apertada. Tava com uma blusa meio transparente, como pude ver mais tarde, e um casaco justo, porque na visita à vinícola a temperatura baixa fazia necessário usar um agasalho pra não passar frio. Ele, que se chamava Marcelo, era um pouco mais alto e corpulento que eu, uns 1,80m e uns 90 quilos, um pouco mais que meu 1,75m e 75kg. Mesmo assim, parecia relativamente magro. Tinha cabelo castanho. Ele tava vestido formal, elegante, sempre seguindo uns passos atrás da mulher. Parecia curtir as Vistas da bunda da mulher dele e de como os homens sempre olhavam pra rabeta dela e pros movimentos dela.
Levei eles pra dentro da adega e fui guiando eles durante toda a visita. O tempo todo eram muito legais, muito interessados em tudo e muito falantes. Dava pra ver que tavam empolgados. A visita termina com uma degustação de vários vinhos. Pra degustação tem uma sala preparada pra isso, com várias mesas e decorada com fotos relacionadas à história da adega e dos vinhedos. O pessoal sempre aproveita esse tempo pra conversar sobre a visita, se interessar um pouco mais pela história da adega, ou até alguns perguntam sobre os vinhedos. A conversa era divertida e dava pra ver que tavam muito interessados no vinhedo, já que quase todas as perguntas eram sobre esse assunto. Num certo momento da conversa, me perguntaram se poderiam visitar o vinhedo também. Normalmente não faz parte da visita, mas o dia tava bem tranquilo, com um tempo bom pra passear e continuar aquela conversa onde eles pareciam tão interessados, não tinha muito trabalho programado pra aquele dia e nenhuma outra visita. Como eram um casal muito agradável, aceitei mostrar o vinhedo próximo e dar um passeio por lá.
Saímos da adega e caminhamos até o vinhedo, que ficava a pouco mais de 100 metros. Como eu disse, o dia tava ensolarado e muito bom, então depois de sair do frescor da adega, a mudança era perceptível, tanto que fazia mais calor do que deveria. Então tiramos as roupas de frio que estávamos usando. Anna continuava na frente da gente caminhando, e eu, enquanto Marcelo falava comigo, não consegui resistir a olhar pro corpo de Anna. A blusa transparentava completamente e eu vi que ela não tava usando nada por baixo, os peitos dela não eram muito grandes, mas eram deliciosos. Ela rebolava mexendo a bunda quase como pra me hipnotizar. Marcelo continuava falando comigo, não lembro o que ele tava perguntando e nem se eu respondia o que ele perguntava, eu Só pensava numa coisa e meu corpo reagia com uma ereção crescente. Então Anna virou a cabeça para nos olhar, me examinou de cima a baixo, percebeu que eu a encarava com luxúria e me deu um sorrisinho safado. Foi aí que me toquei que estava me perdendo e, nervoso, voltei à conversa com Marcelo. Olhei pra cara dele pela primeira vez desde que saímos da adega. Curiosamente, pra minha surpresa, ele estava me encarando, parecia ter notado como eu olhava pra Anna e também sorria de um jeito malicioso. Achei estranho, mas segui em frente guiando eles pro vinhedo.
A gente ia caminhando entre as videiras, eu explicando um pouco de tudo, a visita tinha voltado a ser agradável, próxima e divertida. Anna ia sempre uns metros na nossa frente, ouvindo a gente e se deixando ver, embora eu tentasse ficar mais focado na conversa com Marcelo, com quem eu batia papo e respondia as perguntas dele. Anna ia admirando as videiras, parando de vez em quando em alguma. Quando estávamos no meio de todas as fileiras de videiras, perdidos no vinhedo, Anna se abaixou na frente de uma parreira pra observar de perto um cacho de uvas que tava bem embaixo. Mas não se abaixou dobrando as pernas, não, ela se curvou com o corpo todo, levantando a bunda, e isso fez a minissaia dela subir, deixando ver quase a bunda inteira. Na hora fiquei paralisado com a vista. Assim como por baixo da blusa ela não usava nada, por baixo da minissaia também não usava nada. E como eu fiquei paralisado, meu pau também ficou duro que nem pedra. E enquanto eu admirava aquela bunda linda, Marcelo me perguntou baixando a voz, como se estivesse sussurrando e me provocando.Marcelo: Minha mulher é meio putinha, adora se exibir assim e não usar nada por baixo. Dá vontade de comer essa bunda aqui mesmo, né?Eu me virei pro cara surpreso, sem saber muito bem como responder, tava excitadíssimo com o que tinha visto, e ao mesmo tempo me surpreendia ele falar aquilo como se tivesse me oferecendo a mulher dele. Fiquei olhando pra ele quase sem saber o que dizer, fui me recuperando pra conseguir responder.Eu: A real é que desde que saímos do depósito não consigo tirar os olhos dela. Aquela raba já tava me chamando a atenção o tempo todo.Viro pra olhar pra Anna de novo. Ela tinha escutado a gente e começou a andar na nossa direção, mais especificamente na minha, feito uma gata no cio, ainda com aquele sorrisinho safado. Minha cabeça tava a mil, eu tava pegando fogo, e meu pau já queria sair da calça. Mas fiquei parado enquanto ela chegava até mim, passou a mão na minha virilha e, me acariciando, começou a falar com a voz mais de puta que tinha.Anna: Então você tava pensando em tirar minha fio dental e me comer aqui mesmo, hein? Pois é, já viu que não vai precisar tirar minha fio dental.E, dizendo isso, ela se jogou pra me beijar, pra devorar minha boca. Demorei 2 segundos pra reagir, e quando reagi, fui atrás da língua dela tanto quanto ela vinha atrás da minha. Minhas mãos foram naquele rabo que tanto me chamava atenção, levantando a minissaia e agarrando com força aquelas duas nalgas incríveis. Apertei ela contra meu corpo pra que, além de acariciar minha pica, ela pudesse sentir ela bem perto da buceta dela. Ficamos assim uns dois minutos, e eu nem lembrava que o marido dela tava do nosso lado. Assim que nos separamos, lembrei dele, e saber que ele tava ali na frente me deixava ainda mais excitado. Ele tava sorrindo, e eu vi que na calça dele dava pra perceber uma bela ereção, mostrando que ele tava tão tesudo quanto eu. Eu tava meio perdido naquela situação, não sabia o que esperar, e então eles me explicaram.Marcelo: A gente adora fazer ménage e curte dividir minha mulher com outros caras. Isso nos excita, mas a gente tinha outra fantasia: transar no meio de um vinhedo, onde a gente corre o risco de ser visto. Então a gente queria que alguém comesse minha mulher comigo aqui. E pelo visto, você tá morrendo de vontade de comer ela.
Anna: Não sei se vai querer me dividir com alguém, mas pra me foder essa aqui não aguenta, o pau dele tá louco pra eu chupar, e eu tô doida pra mamar ele agora mesmo. - E falando isso, começou a desabotoar minha calça.
Eu: Bom, até agora eu tava me segurando por respeito, porque você tava na frente, mas já tinha pensado num jeito de conseguir falar com ela pra convencer ela a me dar uma escondido de você. — E virando pra ela, completo — E sim, essa puta tá morrendo de vontade de fazer de tudo aqui mesmo e agora. Então, enquanto vocês deixarem eu pegar essa bunda bem gostosa, não tenho problema em dividir com você.Já nessa altura, a Anna tava ajoelhada e tinha desabotoado minha calça. Tinha libertado meu pau da prisão dele, que saltou feito mola e ficou na cara dela. Foi incrível a velocidade e os reflexos que a Anna teve, ela era uma verdadeira gostosa, porque quase sem eu perceber, já tinha meu pau na boca e tava chupando igual uma profissional. Ela mamava a cabeça do meu pau, lambia, passava a língua inteira desde minhas bolas até a ponta e engolia tudo de novo. Massageava minhas bolas enquanto chupava. Me arrancava suspiros a cada movimento de cabeça que fazia pra enfiar na boca. Coloquei minhas mãos na cabeça dela e acompanhava os movimentos. Depois de um tempo, comecei a guiar a cabeça dela, com movimentos mais rápidos e profundos. Comecei a ouvir outra respiração rápida além da minha, olhei pro Marcelo e ele também tinha desabotoado a calça e tirado o pau, tava passeando vendo a Anna me chupar. Isso me deixou ainda mais excitado, e eu queria mostrar o quanto a mulher dele era uma puta e até onde eu tava disposto a comê-la, e pra esquentar ainda mais os dois, empurrei a cabeça dela pra mim e enfiei o pau até a garganta dela, segurando ali apesar de um pequeno engasgo da Anna. Eu olhava pro Marcelo e percebi que isso excitou ele ainda mais, voltei o olhar pra Anna e, devolvendo agora o sorriso safado que ela tinha me dado antes, tirei o pau da boca dela de uma vez e comecei a bater na cara dela com ele, enquanto ela tentava enfiar de novo na boca.Eu: Sua mulher é a maior puta que eu já comi. Ela fica desesperada pra ter uma pica enfiada até a garganta.
Marcelo: E não só isso, ela adora que encham a boca dela de porra e engolir tudo. Quer provar o gosto da porra de todo mundo que passa na frente dela.Voltei a focar na Anna e a coloquei de volta no jogo favorito dela, chupar rolas. Era como se uma viciada tivesse ficado sem a dose dela por mais tempo do que aguentava. O vício dominava ela. Deixei ela mais um pouco com o vício, mas a bunda dela tava me excitando demais. Então tive que tirar a rola dela de uma vez. Ela quase parecia um bebê prestes a chorar quando tiram a chupeta. Então rapidamente deitei ela na grama e, entre eu e o Marcelo, tiramos a única coisa que ela vestia: a blusa e a minissaia. Aí comecei a chupar aquela buceta que já tava toda molhada. O Marcelo rapidamente se ajoelhou, dando a rola dele pra ela, pra tomar meu lugar, porque ele também tava ansioso pra entrar no jogo.
Minha língua percorria aquela buceta tão gostosa, dava lambidas no clitóris dela, que reagia ficando cada vez mais duro. Meus dedos avançavam dentro da buceta dela ao mesmo tempo, provocando gemidos abafados de prazer. Ao mesmo tempo, o Marcelo curtia os peitos dela, apertando, beliscando os biquinhos duros. E a Anna agora engolia a rola do Marcelo, parando só de vez em quando pra soltar um gemido por causa do prazer que nós dois estávamos dando pra ela.
Os gemidos não eram muito altos, mas dava pra ouvir por causa da proximidade. Do jeito que eu tava envolvido na situação, não tinha pensado que naquele dia um dos trabalhadores responsáveis por cuidar do vinhedo estava por ali. E pelo visto, os gemidos chegaram até ele. O Armando sempre foi bem na dele, na verdade ele não costumava trabalhar junto com o pessoal da vinícola. Mas mesmo sendo tão calado e não se misturando com os outros, ele fazia o trabalho dele muito bem, por isso mantinha o emprego. Naquele dia, ao ouvir os gemidos da Anna, ele foi se aproximando fileira por fileira em silêncio, tentando descobrir quem estava ali. Ele ia fileira por fileira, espiando do final, tentando não ser descoberto. Foi assim que chegou na fileira onde a gente estava, e a uns 30 metros nos viu. Ele se escondeu de novo. Na fileira anterior, foi se aproximando sorrateiramente pra ver a cena que tava rolando ali, até chegar a uns poucos metros, escondido pelas videiras daquela fileira.
A gente continuava na nossa, nem tinha percebido a presença do Armando. A Anna já tinha gozado uma vez enquanto eu chupava a buceta dela e o Marcelo brincava com os peitos dela, então ela teve que parar de chupar um pouco pra poder gemer à vontade. Eu já não aguentava mais sem meter naquela buceta, queria enterrar meu pau bem fundo na buceta daquela puta. Então comecei a tirar toda a roupa que tava usando pra ficar pelado igual a Anna, e enquanto isso, me virei pro Marcelo.Eu: Marcelo, tua mulher grita que nem uma puta, mama que nem uma puta e espero que a buceta dela seja tão gostosa quanto a de uma puta, porque vou comer ela como a puta que ela é.Anna tirou a pica do marido da boca e, com a respiração ofegante, disse em voz alta, implorando.Anna: Me fode, seu filho da puta, me fode e arrebenta essa buceta de puta que eu tenho, quero que você enfie bem fundo.
Marcelo: Kkkkkkkkkk, já ouviu ela. É uma puta como não existe outra. Tá mamando a pica do marido e implorando pra outro cara comer ela sem dó, kkkkkkkk. Dá tudo o que puder.Apontei a cabeça do meu pau no clitóris dela, apertando várias vezes, e depois me preparei pra foder ela, meti de uma vez até as bolas. Ela tava tão molhada que eu conseguia bombar com tudo, arrancando gemidos abafados pelo Marcelo, que também tava fodendo a boca dela com tudo que podia. O Marcelo tava solto igual a mim, só de ver um desconhecido comendo a mulher dele com força. Aos sons típicos do campo, agora se somavam nossos gemidos e grunhidos. Eu tava segurando ela pela cintura, arrebentando ela a cada metida. E a gente gozou junto. Continuei me mexendo até descarregar tudo que pude dentro dela.Eu: Você recebe como uma profissional, e seu marido tá que não aguenta. Acho que agora é a vez dele.
Anna: Sim, filho da puta, sim. Você me encheu bem, mas quero mais, agora é a vez do Marcelo me comer, me dá teu pau pra eu limpar bem com minha boca.
Marcelo: Não tem quem dê conta dessa puta insaciável. E se ainda tem eu na frente, ela fica ainda mais excitada sabendo que tô vendo. A mesma coisa que acontece comigo quando tão comendo ela. Vamos, puta, deixa agora que eu te encho bem cheia.
E sem dizer mais uma palavra, fez o mesmo que eu uns momentos antes. Foi tirando toda a roupa pra ficar igual a nós dois, se enfiou entre as pernas da Anna e meteu de uma vez até o talo. Anna soltou um gritinho e agarrou minha rola. Fez com que eu ficasse junto dela e começou a chupar minha rola de novo. Ver o quanto ela era puta, como tudo tava rolando e ela me mamando de novo fez com que eu logo tivesse outra ereção monstruosa. Marcelo bombava aquela buceta já bem aberta, dando empurrões que faziam aqueles peitos balançarem pra frente e pra trás, pedindo aos berros pra eu apertar e beliscar. Não consegui recusar.Anna tava como possessa, o tesão dela só aumentava, ela gemia e gritava cada vez mais, e gozou de novo. A gente não sabia que ela tava tão excitada não só por nós. Marcelo e eu estávamos tão focados no nosso serviço que nem percebemos que o Armando ainda tava mais perto, continuava na linha, escondido atrás das videiras, mas o mais próximo que dava. Anna tinha descoberto ele, porque quando tava deitada viu as pernas dele se aproximando. E entre as folhas das videiras, conseguiu ver o Armando se masturbando com a cena pornô que tava vendo. Anna de vez em quando dava umas olhadas pra onde o Armando tava, encarando ele com cara de puta, como quem diz que sabia que ele tava ali, e que tava adorando que um desconhecido tivesse se masturbando vendo ela ser comida ali mesmo. Com o olhar, ela tentava convidar ele pra se juntar, mas Armando resistia, nunca tinha curtido a companhia de outras pessoas.
Voltando pra nós três, eu de novo tava olhando o Marcelo pegando a Anna, e queria furar ela de novo. Aquela raba tinha que ser minha.Eu: Marcelo, deita e deixa a Anna montar em você. Quero poder foder a Anna no cu enquanto você fode ela na buceta.
Anna: Sim, sim, quero sentir vocês dois juntos me comendo.Marcelo simplesmente se virou rolando, levando a mulher dele por cima. Anna se deitou sobre ele, e Marcelo aproveitou pra lamber os peitos dela, amassá-los e se divertir com eles. Enquanto Anna se movia suavemente em cima do marido, eu fui chupando a bunda dela e enfiando um dedo aos poucos. Dilatar ela foi fácil, tava bem lubrificada. Aí continuei com dois, trabalhando com paciência e decisão pra preparar ela direitinho.Anna: Mete agora, come meu cu, não aguento mais.Os teus pedidos foram ordens pra mim. Eu me ajoelhei atrás dela, encostei a cabeça da minha piroca naquele buraquinho e fui enfiando devagar. Aquela buceta engoliu minha rola inteira, foi enterrando até não ter mais o que enfiar. E naquele momento, Marcelo e eu começamos a comer ela com tudo, levados pelo tesão. Anna gritava, e agora os gritos dava pra ouvir pela fazenda inteira. A gente gemia, metendo uma boa dupla penetração nela.
Foi aí que o Armando apareceu. Os gritos da Anna fizeram ele superar todas as barreiras dele, ele não ligava de ter que se juntar com mais gente, mas ele sentia que aquela boca que agora estava vazia gritava só pra pedir que ele levasse o pau dele. E ele não conseguiu resistir. Quando o Armando e eu vimos ele primeiro, ficamos surpresos de ver ele aparecer ali daquele jeito. Mas eu já não ligava mais, já tinha aproveitado a boca da Anna e a buceta dela, e agora tava destruindo o cu dela numa dupla penetração com o marido. O Marcelo, ao ver que eu não me alterava, entendeu que devia ser algum outro funcionário conhecido do armazém, e longe de se alarmar ou se irritar, parece que isso excitou ele ainda mais, porque ele começou a se esforçar ainda mais no que tava fazendo e dava pra ver um sorriso de satisfação na cara dele. O Armando chegou do nosso lado, já vinha se masturbando.Armando: Vadia gostosa, você grita que nem uma puta. Engole isso e cala a boca.
E dizendo isso, pegou a cabeça dela e enfiou a pica até a garganta. Começou a foder a boca dela igual a gente tinha feito antes, e a Anna já não aguentava mais, então gozou de novo enquanto a gente comia ela entre os três. O Marcelo e eu já não aguentávamos mais, e ele deixou bem claro.Marcelo: Ah ah ah... essa puta minha vai me matar, tô quase gozando. Ela adora levar na boca, adora tomar uma boa porção de porra.Eu: Eu também vou gozar, sua mulher é uma puta única. Se você diz que ela gosta de engolir porra, então a gente tem que dar pra ela, ela mereceu bem.
Marcelo: Sim sim, vamos dar o prêmio que ela mereceu.
Nós saímos de dentro dela e deixamos ela de joelhos. Ficamos um de cada lado do Armando e enquanto ele termina de chupar o pau dele, ela bate uma pra gente também pra gente gozar junto. Quando o Armando avisou que ia gozar, ele tirou o pau da boca da Anna. A Anna esperava nossos jatos de porra com a boca aberta. Nós três apoiamos como deu as cabeças das nossas rolas nos lábios carnudos daquela boquinha que pedia toda a nossa porra e um depois do outro fomos terminando, enchendo ela de jatos e mais jatos de porra. Enchemos a boca dela até transbordar e ela pegou a porra que caía com a mão pra não desperdiçar. Ela mostrou a que tinha na boca, fechou e engoliu. Abriu a boca de novo e recolheu com a língua a porra que tinha na mão. Brincou com ela na boca enquanto mostrava pra gente como tava adorando e como tinha gostado. E de novo fechou a boca e engoliu a porra que sobrou.Depois disso o Armando foi embora de novo, ele tinha curtido o boquete que a Anna deu nele, mas de novo não se sentia à vontade ali, então sumiu tão rápido e silencioso quanto tinha chegado. A Anna, o Marcelo e eu nos vestimos de novo e fomos pra entrada do depósito onde eu tinha recebido eles um tempo atrás. Nos despedimos, eles me agradeceram por ter ajudado a realizar a fantasia deles, eu agradeci eles por terem me deixado fazer parte da fantasia e no final troquei telefone com os dois com a promessa de ajudar a realizar outras tantas fantasias que eles quisessem.
8 comentários - Visita a una bodega con una pareja poringuera (fotos)
Sensacional!!
Gracias por comentar.
Me alegro que te haya gustado.