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Compêndio IMarisol ficou toda desconfiada na sexta. Tinha mandado uma mensagem de texto, avisando que tinha postado algo. Chega em casa e nada.
Me contou que naquele dia, Kevin mandou uma mensagem avisando que as bebês estavam na casa dele. Perguntou se algo tinha acontecido com Fiona e o marido respondeu que ela estava indisposta.
Achou estranho, mas se as pequenas estavam bem, não tinha problema.
No sábado foi fazer compras no supermercado, enquanto Megan cuidava das pequenas. Passou na frente da capela e chamou a atenção dela ver uma placa dizendo que os cultos de domingo tinham sido suspensos.
E finalmente, cheguei e ela me pergunta o que eu tinha postado. Acontece que na minha pressa, esqueci de tirar as letras maiúsculas, porque queria que a Marisol visse na hora, então um moderador removeu, me notificando o motivo. Não me estresso muito com isso e decidi deixar meu rouxinol na incerteza por um tempo.
Foi melhor, porque assim pude contar abertamente meu segredo.
Acontece que no dia em que o "Ted" veio pra casa (muito mais fácil do que ficar escrevendo "pelúcia" toda hora), além de reforçar o sinal sem fio (e brincar um pouco com a Fiona), aproveitei pra comprar uns kits de câmeras pra poder ver as pequenas enquanto tô na lida, além da minha esposa, claro.
Quando revelei pra ela, ficou vermelha dos pés à cabeça, me perguntando por que não tinha contado, e respondi que ainda me deixava curioso sobre o que ela fazia na minha ausência, pra não sentir tanta saudade.
Por enquanto, sei que é algo na cozinha e já vi ela usando, mas já tá me ameaçando que vai dormir em outro quarto se eu continuar dando mais detalhes.
Enfim, são 4 câmeras: uma que me deixa ver a sala de estar, a sala de jantar, a porta da frente e parte da cozinha. A segunda, coloquei no corredor do segundo andar. A terceira, no quarto onde fazemos as pequenas dormirem e a quarta, no meu quarto.
As informações ficam gravadas no gabinete que uso pra baixar as coisas. Séries, filmes e anime pra minha esposa, embora eu consiga acessar as gravações ao vivo pelo meu novo notebook, mas sem áudio.
A gente aproveitava pra ver na "cena do crime", por assim dizer, ligando o notebook na tela da TV. Ela queria ver comigo, porque tem medo da múmia.
Mas o motivo de eu ter demorado pra postar de novo foi porque descobri algo diferente e inesperado na minha esposa…
Bom, naquele dia eu tava trabalhando sozinho no escritório. Era quase 1 da tarde e meus subordinados estavam no horário de almoço.
Eles descem ao meio-dia pra almoçar e só voltam às 2, quando o cassino fecha, porque sabem que a Hannah vem me buscar pra eu acompanhar ela na "inspeção de equipamentos". Eu dou essa liberdade pra eles, fingindo que "guardam segredo", mas quase toda a fábrica sabe do nosso caso ilícito.
Enfim, naquele dia resolvi dar uma olhada na câmera do quarto das pequenas. Estranhei não ver a Fiona no dormitório onde elas dormem, então fui checar as outras câmeras.
Encontrei ela abrindo a porta da frente. Com certeza ouviu a campainha. Me surpreendi ao ver o padre esquelético da igreja.
A Fiona tentou fechar a porta, mas o cara deve ter implorado ou algo assim. Lendo os lábios dela, ele disse que vinha sozinho e ela convidou ele pra entrar.
Eles sentaram no mesmo sofá onde eu e meu rouxinol estávamos sentados vendo o filme. Ela brincou um pouco, dizendo que "nossa sala era famosa, porque aparecia na televisão".
Mas ela tava assustada. O padre tem aquele ar meio macabro, como se tivesse saído de um filme de terror antigo: magro, esquelético, grisalho e enrugado. Deve ter uns 70 anos, mais ou menos…
E mesmo assim, se jogando numa novinha de 24 anos, bem gostosa como a Fiona.
Então, a conversa foi esquentando. A gente não conseguia ouvir o diálogo, mas os gestos da múmia tavam bem mais alterados.
Ele gesticulava com as mãos, andando pela sala… mesa da sala, como se tentasse convencê-la e pelo jeito que Fiona fechava os olhos, parecia que gritava.
De repente, sentou-se de novo no sofá e segurou os cotovelos dela. Olhou nos olhos dela, mas ela desviou o olhar, tentando resistir.
O tarado beijou ela e começou a desabotoar a camisa, agarrando os peitos dela.
Ela usava uma saia branca e uma camisa decotada, embora não muito sugestiva. Mas a múmia sabia dos prêmios generosos que ela escondia.
Fiona tentava aguentar as carícias da múmia, mas percebi que ela não lutava. Mesmo que as mãos dela pudessem arranhar ele, ela não fazia. Cooperava com ele, favorecendo os abraços e os beijos.
E o velhote tinha experiência com ela. Pegava nos pontos sensíveis dela, fazendo ela soltar suspiros baixinhos, embora colocasse as mãos sobre a própria entreperna.
O velhote percebeu e começou a deslizar a mão por baixo da saia. Foi aí que ela pediu pra ele não fazer.
Marisol e eu estávamos excitadas, embora não disséssemos nada. Comecei a prestar mais atenção nela, porque nesse meio tempo a Hannah tinha me interrompido no escritório pra fazer a inspeção de sempre. Tive que dar desculpas vagas, que tinha trabalho e tal, mas era porque não queria deixar a Fiona e as pequenas sozinhas com a múmia.
Fiona estava deitada no sofá, de olhos fechados, enquanto o padre safado deslizava a mão por baixo da saia.
Devia ter encontrado o clitóris dela, porque vimos um gemido silencioso na fita e a mão do velhote começava a entrar e sair devagar.
Fiona resistia "passivamente", por assim dizer. Porque, embora não olhasse pra múmia, também não se opunha a que ele beijasse ela ou chupasse os peitos dela.
Lendo os lábios dele, a múmia dizia que ela era uma puta infiel, que por que lutava contra aquilo, se gostava.
Ela respondia que não era verdade, então ele tirou a mão molhada da entreperna e ordenou que ela limpasse com a boca.
O padre ficou satisfeito com a obediência e disse que, por ter mentido, Merecia um castigo. A essa altura, ela mesma deixou o padre amarrar as mãos dela.
Depois de pronta, ele forçou ela a fazer um boquete nele. Foi aí que a Marisol pausou a fita.
Achei que ela ia ficar triste ou que já tinha visto o suficiente, mas notei um pouco de vergonha no olhar dela.
"Love... será que eu podia... chupar você?" ela perguntou.
"O quê? Por quê?" perguntei, surpreso.
"É que... você sempre fala que ela faz de um jeito diferente... e eu queria ver... então..."
"Mas não é que eu goste mais, Marisol." Expliquei, pensando que ela tava insegura. "Você é minha esposa e eu amo seu estilo. Não precisa imitar ninguém..."
Ela sorriu enquanto abria o zíper da minha calça.
"É uma reação natural! Você sabe que a Fiona é uma mulher gostosa..."
"Calma, não tô te cobrando nada!" ela disse, com aquele brilho nos olhos que ela tem de manhã. "Eu gosto de experimentar..."
Eu sorri pra ela. Ela faz uma cara tão fofa.
"Tá bom!" respondi.
"Mas será que a gente podia... você sabe...?"
Ela apontou pra corda...
"Marisol!" protestei.
Não ia amarrar minha própria esposa. Ela só sorriu.
"É pra experimentar... algo diferente." explicou.
"Marisol, a gente sempre faz algo diferente..." protestei. "Até tô pensando em ir num psicólogo por causa das coisas diferentes que a gente faz."
"Não, love. Você tá bem..." ela disse, beijando minha bochecha. "Eu sei que você não quer me machucar... mas a ideia de ser forçada a fazer algo que você gosta... Entende?"
Eu ri. Não protestei mais...
Eu amarrei ela, mas ela disse que tava muito frouxo, que ela conseguia se soltar.
Confesso que foi difícil. Os pulsos dela são tão delicados e eu não queria deixar ela com hematomas.
Amarrei de novo, mas ela queria que eu apertasse mais. A gente teve que chegar num acordo.
Ela fez aquele biquinho de sempre e a gente se beijou.
Eu ia dar play no filme, quando ela pediu pra esperar. Depois de amarrar ela, minha ereção tinha baixado.
Ela começou a lamber, como se fosse um pirulito, e quando achou que tava dura o suficiente, fez sinal pra eu continuar.
E as duas começaram a chupar. Marisol tinha dificuldade pra enfiar na boca e chupar, porque sem as mãos, minha vara balançava com mais liberdade.
Já a Fiona não tinha problema nenhum. Do jeito que ela chupava, não deixava a cabeça fora nem por um instante.
Eu ia ajudar ela, porque precisava que me chupasse, mas Marisol me impediu. Tinha que fazer sozinha e foi um puta alívio sentir ela sugando.
Ela tinha perdido muito tempo comparado com a gravação e Marisol se esforçava loucamente pra compensar.
De vez em quando, ela se engasgava, algo que eu não via há muito tempo. Mas não desistia.
Tive que pausar a fita, porque o velhote do masturbador ia gozar, mas eu ainda não tinha gozado.
Motivava meu rouxinol, beliscando os bicos dos peitos dela não tão violentamente quanto na fita e dizendo como ela tava indo bem, até que não aguentei mais e falei que ia gozar na boca dela.
Segurei a cabeça dela e gozei. Ela não soltou a cabeça por um momento e eu vi as bochechas dela incharem com meu leite.
Ela tentou engolir de uma vez, mas pela primeira vez em muito tempo, escorreu pela boca dela e desceu pelo meu pau.
Os olhinhos dela estavam calmos e ela limpou quase com carinho os restos. Liguei a fita de novo e vimos como o padre terminava e batia no rosto da vizinha com a rola mole dele, que ele obrigava ela a limpar.
Nenhum de nós dois quis imitar aquele espetáculo deplorável, mas naquele ponto já não sabíamos se odiávamos ou não o velhote. Era um tarado, mas sabia o que fazia.
Então, sentei ela do meu lado e comecei a masturbar minha esposa, igual o canalha fazia com a vizinha.
Diferente do padre insensível, eu beijava com amor os lábios da minha mulher. Mas igual ao pervertido, eu agarrava os peitos dela e chupava com tesão.
Quando Fiona gozou, de novo o padre obrigou ela a limpar a mão suja de sucos com a boca.
Mas apesar de tudo, eu pedia pra ela parar. Acho que ela devia estar confusa: por um lado, a luxúria dela desenfreada. Por outra, o instinto maternal dela, resistindo.
Ele não deu ouvidos e tirou a roupa, forçando ela a montar na vara grande dele. Parei a fita de novo.
Queria que eu imitasse ele...
“Love, você tá bem?” perguntei, encostando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.
“Sinto como se fosse cair…”
“Quer que eu te solte?”
“Não…” respondeu, sorrindo.
“Por quê? Deve ser desconfortável…”
“É meu lugar favorito no mundo… Além disso, quase sempre faço você trabalhar duro.”
“Mas eu gosto quando você me toca com as mãos.” expliquei.
Ela tava complicada. Não queria admitir o quanto tava gostando.
“Bom… me sinto mais solta e indefesa…”
“Solta? Você tem alguma restrição?”
Ela riu.
Comecei a movê-la pela cintura, guiando os movimentos dela. Mas diferente da múmia, que só olhava pros peitos da Fiona, eu olhava nos olhos da Marisol.
“Vai, chupa meus peitos!” ela mandou, pra eu imitar aquele tarado magricela.
Mas eu lembrava do que senti na hora do serviço…
“Não, ele tá fazendo ela gozar!” exclamou Marisol, percebendo o que a múmia tava fazendo.
Também me surpreendi quando vi no escritório, então comecei a chupar os peitos dela, pra ela não se sentir tão mal.
“Não, love!... Para!... Não me chupa assim!”
Conheço ela e sei que tava excitada. Não quero acreditar que foi por ver a múmia, mas também sei que ela adora gozar e eu comer ela.
Resumindo, ela queria se sentir mal, porque não queria ver aquela besta chupando os peitos da vizinha e eu não deixava.
E foi naqueles momentos em que a Fiona mudou o olhar aflito pra um de prazer e desejo por aquele velho, que a gente sentiu algo diferente.
Sinceramente, não gosto de dominar a Marisol. Acho ela gostosa do jeito dela e sou feliz quando ela tem liberdade pra se mexer e me acariciar como quiser.
Mas naquela hora, tudo parecia transcender. Se pudesse descrever em palavras, sentia como se estivesse tirando a virgindade da minha esposa de novo.
Era estranho. Quando eu comia ela. Pela cintura, não forçava ela, mas ajudava a encontrar o ritmo que nós dois curtíamos.
E a conexão entre a gente era tão próxima. Nós dois sabíamos o que queríamos e como queríamos, e ela me deixava agradar ela, por assim dizer.
Meu rouxinol parecia uma deusa: os olhinhos verdes, brilhando, como se fossem chorar; os peitos majestosos, balançando com os biquinhos durinhos e pingando gotinhas de gozo.
Ela me olhava, sorria e fechava os olhos, tentando se segurar pra gozar comigo.
Já não ligávamos mais pro vídeo. Era só nós dois…
Gozei dentro dela como poucas vezes gozei. Tipo, com a certeza e a satisfação de que ela curtiu e que aquele momento foi só nosso.
O coração dela batia acelerado e ela deitou em cima de mim, me beijando e agradecendo.
Não precisava. Eu também amo ela…
Consegui ver a diferença entre o padre e eu. Se eu tivesse no lugar dele, com a Fiona, teria beijado ela.
Ela beijava ele, implorando pelo carinho dele, mas ele não valorizava a oportunidade que tinha.
Os beijos dela não são como os da minha Marisol, que têm aquele gostinho de limão que deixa tão gostoso.
Mas são carinhosos, e um coroa velho como aquele não merece ser beijado por ela.
Já a Marisol, tava doida pra eu pegar a bunda pequena dela. Não era como a sombra sem vontade que era a Fiona.
Tive que parar a fita. Sabia bem o que vinha, mas queria aproveitar minha esposa…
Fizemos isso tantas vezes e ela aperta tanto. É o que eu mais gosto, porque é o lugar mais íntimo dela e ela me ama tanto que não hesita em me dar e curtir junto.
Me agarrei na cintura dela, avançando cada vez mais pelo intestino apertado dela. Lambo as costas dela, porque sei que ela gosta, e ela tem uns dois orgasmos.
Ela solta um gemido sensual quando sente minhas mãos descendo entre as pernas dela, pra cuidar do botãozinho rosa dela.
Acho que esse é meu jeito de castigar ela. O único jeito que castigo ela, pelo menos. Arranho, arranho, enquanto Tento avançar pela bunda minúscula dela.
Peço pra ela me contar. Pra revelar o segredo dela, pra tirar minhas dúvidas…
Mas ela não faz isso. Sabe que se ficar calada, posso continuar “castigando” ela cada vez mais…
Finalmente, quando não aguento mais, falo que amo ela e peço desculpa, porque vou gozar.
Ela não liga. Até quer isso e toda hora me chama de idiota, diz que posso gozar nela do jeito que quiser, quando quiser e onde quiser.
A gente se beija e solto as mãos dela. Beijo os dedinhos dela, que estão vermelhos, e ela adora, porque mostro que gosto dela.
A gente se separa e toca o último trecho da gravação, aquele que sei que a Marisol vai amar.
A gente vê o pau inchado entrando no buraquinho apertado da Fiona. A múmia claramente tá curtindo como nunca e aí, a porta abre.
O que vem a seguir a gente assiste umas 5 vezes, sempre morrendo de rir: o olhar tarado do padre, olhando sorrindo pra porta e a mudança nos ombros dele, ao reconhecer a figura do Kevin.
Ele se segurava nas bundas da Fiona, tentando se soltar, mas não conseguia. O Kevin percebe que a esposa dele tá amarrada e aí vem o tapa que tira a múmia do sufoco.
O Kevin verifica a mulher dele, confirmando que tá bem, mas a corda nas mãos dela chama a atenção dele.
Aí, os ombros dele dobraram de tamanho. A múmia tentava se vestir rápido, mas quando viu os olhos do Kevin, começou a implorar.
Mas eu entendia meu vizinho. Abusarem do cu da esposa dele, daquele jeito tão humilhante…
Bom, não posso ser hipócrita. Também já pulei a cerca, já comi o cu dela e até fiz ménage com ela…
Mas o padre era alguém de confiança…
Talvez, devesse ver isso como um aviso do meu futuro…
Mas ele deu um chute feroz entre as pernas dele. Doeu até a alma, porque ele tinha tomado a pílula azul e por causa das botas de segurança, com biqueira de aço que eu tinha dado pro Kevin, já que ele achou tão… chamativas e elegantes que ela me pediu um par.
Deu umas 2 ou 3 chutadas, até que a múmia conseguiu escapar da minha casa. Mas o Kevin não perdeu o foco.
Voltou com a Fiona e checou como ela estava. O reencontro romântico que vi no escritório e parei a gravação.
Expliquei pra Marisol que tinha avisado o Kevin quando a múmia entrou na casa e falei que um alarme silencioso tinha disparado e que eu não conseguia achar a esposa dele, pedindo pra ele vir buscá-la.
Mas na noite seguinte, também amarrei as mãos dela. Ela pediu pra Megan ficar uns dias no apartamento dela, porque tanto pra Marisol quanto pra mim foi algo especial e a gente queria explorar isso.
Não recusei amarrar ela, porque de novo foi como nas nossas primeiras vezes e ela curtia ser guiada por mim.
Mas pra mim, ainda é estranho tudo isso. É a mulher que eu amo e adoro as esquisitices dela, mas não quero que ela se machuque...Próximo post
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