Somos um casal de 42 anos, ela, Estela, é baixinha, corpo bem definido por tantos anos de academia, peitos grandes naturais, embora ela tenha dito que quer operar porque o tempo e amamentar dois filhos deram uma caída neles, a bunda bem durinha e umas pernas de dar show. Eu sou magro, mais puxado pro fibroso por causa da academia, tenho um metro e setenta e oito. Nos consideramos um casal não excepcional, mas sim um casal bonito.
No sexo, somos divertidos e fantaseamos muito na hora de fazer amor. Experimentamos sexo convencional, sexo anal, troca de papéis, brinquedos sexuais, algemas, umas palmadinhas leves, nunca machucando o outro nem passando do ponto da violência — o que se diria de um casal de mente aberta. Nas nossas fantasias, é sempre a mesma coisa: por exemplo, às vezes, enquanto transo com ela, pego um dildo e enfio no cu dela, simulando uma dupla penetração. Fantasiamos que ela está com dois caras, aí ela pega outro vibrador e mete na boca, me dizendo que dois não são suficientes, que fica com água na boca de tanto querer uma rola dentro. Às vezes conseguimos uma dupla penetração vaginal com um dildo e meu pau, isso deixou ela a mil — nessa ocasião, ela teve uns 12 ou 13 orgasmos quase seguidos.
Outra fantasia é transar na rua, e isso a gente realizou: em lugares perigosos, de noite, no meio da praça, com o risco de sermos descobertos. Também, quando vamos a alguma balada, depois de tomar uns drinks, ela vai ao banheiro e, por baixo, me entrega a calcinha fio dental, ficando com a buceta no ar. Costumamos fazer com que ela dance com outro cara e provoque ele, enquanto eu olho. Ela até já deu uns beijos em algum cara na balada, o que, em vez de me irritar, me excitou e deixou minha rola a mil. Bom, coisas assim que nos levaram a manter um casamento de mais de 20 anos sem nos separar e sem nos entediar.
Estela é uma mulher que gosta de se vestir bem, até mesmo de forma provocativa às vezes. Isso nos trouxe alguns problemas em alguns... momentos, mas nada além de uma discussão com alguma velha intrometida que solta seus comentários no bairro. Ela trabalha numa imobiliária, e por causa do serviço não tem horário fixo, já que muitas vezes precisa mostrar alguma casa ou apartamento em lugares distantes e em horários diferentes, então chega tarde. Nós dois temos carros, mas não temos garagem no nosso apartamento, por isso alugamos uma vaga a umas duas quadras de casa.
Um dia cheguei umas 10 da noite em casa como de costume, a casa sempre fica vazia porque nossos dois filhos estão estudando em outra província. Quando cheguei, ela não estava. Fui pra cozinha, comecei a esquentar a comida, achando que ela chegaria logo e ia querer comer. Depois de meia hora, a campainha do apartamento tocou e, quando abri a porta, vi ela com a roupa toda rasgada, o cabelo totalmente bagunçado, a maquiagem toda borrada e lágrimas nos olhos. Ela se aproximou de mim e me deu um abraço forte, dizendo:
— Amor, me estupraram, no canteiro de obras da esquina. E, mesmo estando escuro e eu não ter visto os rostos, acho que são os nigerianos do prédio que fica a meia quadra.
— Amor, tem certeza?
— Sim, amor, eles estão sempre no canteiro, eu passo por lá de vez em quando e eles gritam coisas pra mim. É fácil perceber pelo jeito de falar, o sotaque é estranho e eles não falam bem português.
— Por favor, depois a gente pensa nisso. Vou preparar um banho pra você e, se quiser, a gente vai pra polícia ou pro hospital.
— Não, não quero polícia nem médico me tocando, só vou tomar um banho.
Depois de mais ou menos uma hora na banheira, ela saiu. Levei a comida pro quarto, ela estava de roupão, com uma toalha na cabeça, sentada na cama. Olhou nos meus olhos, me abraçou de novo com força e disse:
— Desculpa, amor.
— Você não precisa pedir desculpa, você não tem culpa de nada. Quer falar sobre o que aconteceu?
— Sim, quero, e por isso peço desculpa, porque não consegui evitar O que vou te contar, e faço isso porque te amo e sempre fui sincera com você.
— Não tem nada pra perdoar, te amo e você é tudo pra mim. Só se quiser me contar, fala, e se não quiser, vou entender.
— Meu amor, vou te pedir pra me escutar, e não falar nada até eu terminar meu relato. Vou ser bem explicativa e contar cada detalhe do que aconteceu, mas te peço uma coisa: não importa o que você ouvir, quero que me deixe terminar e saiba que te amo acima de tudo nesse mundo.
Eu assenti com a cabeça, só queria que ela se expressasse, então ela começou a história.
Eu vinha de deixar o carro na garagem, andando, a rua estava silenciosa, não tinha ninguém, só se ouvia meus saltos. Ouvi um assobio e me virei, não vi ninguém, mas senti uma presença, aí acelerei meus passos. Quando cheguei na construção da esquina, saiu da sombra um homem gigante, tapou minha boca com as mãos fortes, me pegou pela cintura e me enfiou pra dentro. Eu tentava gritar, mas era impossível. Outro me pegou pelos pés, e me levaram bem pra dentro da construção, desceram umas escadas que não tinham fim. Quando chegaram num lugar, acenderam uma luz fraca, um deles chegou perto do meu ouvido e, num espanhol forçado, falou: "Agora pode gritar à vontade, aqui ninguém vai te ouvir." Me soltaram no chão e lá estavam eles, uns 6 ou 7 homens com os rostos cobertos por gorros tipo de montanha.
Eu olhei pra eles em silêncio, entendi que não ia conseguir lutar contra aqueles gigantes, então só tentei convencê-los a não me machucar. Falei que tinha dinheiro, que se te ligassem você traria uma grana, mas que não me fizessem mal. Eles só riam de mim, e o que parecia ser o chefe ou algo assim disse: "Não queremos dinheiro, só queremos provar a mulher que sempre nos provoca e que passa rebolando a bunda, esquentando a gente com esses shorts minúsculos, essas minissaias, essas regatas sem sutiã, até esses vestidos de madame."
Então ele falou: "Hoje você vai provar todas. Pau maiores e mais quentes que você já experimentou na vida, e só depende de você se quer fazer simples ou complicado, se quer gozar ou sofrer.
Eu naquele momento entendi que não tinha saída, só queria sair viva daquele inferno, então ele me pegou pela mão, me puxou para cima, rasgou minha camisa, deixando à vista de todos meu sutiã de renda branca, depois arrancou ele liberando meus peitos, com as mãos dele, desabotoou minha saia e jogou aos meus pés, ficando eu no meio daquele quarto só de calcinha fio dental branca, arrancou ela de um puxão, me abraçou e quis me beijar, eu só tentava fechar meus lábios, mas ele apertou meu pescoço pela nuca dizendo para eu cooperar senão ia quebrar e me jogariam nos alicerces do prédio, onde nunca achariam meu corpo, então abri a boca e a língua nojenta dele foi até minha garganta me dando ânsia, outro cara se posicionou atrás de mim e ordenado com as mãos pegou meus peitos, apertando eles e beijando meu pescoço, tirou a calça e encostou o pau na racha da minha bunda, o da frente me beijava e tirou o pau dele, era enorme, uns 20 centímetros, e tipo uns 6 ou 7 centímetros de diâmetro, uma coisa descomunal, depois mandou eu ficar de joelhos, assim fiz, todos me cercaram e colocaram os paus enormes perto da minha cara, eu sabia o que queriam, comecei pegando dois deles e levando um de cada vez na boca, chupava só de leve, mas eram muito grandes, batia punheta com minhas mãozinhas pequenas, mas não conseguia pegar eles inteiros, todos eram mais ou menos do mesmo tamanho, pretos, brilhantes, grandes, duros.
Um deles colocou um dos dedos na minha pussy e percebeu que estava toda molhada, sim amor, molhada, minha mente dizia que não, mas meu corpo estava excitado pela situação, meus mamilos duros, pussy molhada e sentia cócegas na minha bunda, soltou uma gargalhada debochada, me disse:
– Então você gosta, putinha, do que vai receber?
Eu não respondia, só batia punheta e chupava, aí um se agachou, enfiou a cabeça entre minhas pernas e começou a me chupar a buceta e o cu, eu estava em êxtase, sentia que te traía porque as sensações de prazer iam ficando mais fortes. Depois, o que estava me chupando saiu do lugar e se acomodou atrás de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta e meteu de uma só vez. Explodi numa mistura de dor e excitação, soltei um grito que tentei abafar, mas um deles disse:
— Não se segura, love, aqui pode gritar à vontade, sabemos que vai acabar gritando por mais pau, ninguém vai te ouvir.
Mãos e boca me tocavam e apalpavam o corpo todo, eu tinha um pau enfiado no cu e estava chupando outros tantos. Depois um me disse: fica de quatro. Assim, sem tirar a porra que tinha cravada na buceta, ele ensalivou os dedos e enfiou um, depois outro e mais um. Eu reclamava porque ele era muito bruto, doía, mas meu cu foi cedendo e dilatando aos poucos. Ele ensalivava meu cu mais e mais, enfiava e tirava os dedos muito rápido, com força. Quando viu que já estava pronta, montou em cima de mim como se fosse um cavalinho e, sem tirar o pau que estava cravado na minha buceta, colocou a glande na entrada do meu cu, dizendo: se prepara que isso vai doer. Então, com um empurrão bestial, meteu até o fundo, sem piedade. Soltei um grito de dor, ele ficou parado por uns segundos, se virou pro parceiro atrás e disse pra começarem a se mexer. E assim fizeram, enquanto os outros se revezavam pra literalmente me comer pela boca, já que eu estava com as duas mãos no chão. Eles enfiavam os paus na minha boca, segurando dos lados da minha cabeça, metendo e tirando como se estivessem comendo um cu ou uma buceta.
Eu, love, juro que mesmo resistindo por dentro, não aguentei. Veio um orgasmo longo e muito forte, meus gritos eram... Incontroláveis, eu gozava como nunca, sentia dentro de mim aquelas duas gigantescas pirocas rompendo as paredes da minha buceta e do meu cu, e só vinham sensações de prazer. Sentia como se estivessem comendo minha boca e sentia a mesma coisa. Depois, na mesma posição, foram se revezando entre eles, todos passaram pelo meu cu e pela minha xereca, todos me fizeram sentir como uma puta no cio. Meus orgasmos se repetiam, depois do décimo perdi a conta, mas foram muitos mais. Depois de ficar uma hora assim, um deles se deitou, me puxando para perto dele, mandando eu montar, e perguntou pros outros:
— Vamos ver quantas pirocas essa puta aguenta dentro?
Então eu montei, abrigando toda a humanidade daquela morcilha gigante dentro da minha buceta. Depois veio um por trás, eu pensei que fosse meter no meu cu, mas não foi assim. Ele encostou o pau no do outro negro e forçou a entrada dentro da minha ppk, que a essa altura já estava dilatada e totalmente cheia de sucos meus e dos atacantes. Eu senti que tiravam minha vida quando ele começou a forçar a entrada, a dor era insuportável, meus gritos não paravam de sair, e mesmo eu implorando e suplicando para pararem, aquele cara me empurrava cada vez mais forte. Então ouvi suas palavras:
— Olha essa puta, aguenta duas pirocas inteiras.
Eu não podia acreditar, a dor tinha me tirado do sério, perdi a noção de quantos centímetros estavam entrando. Então olhei pra baixo e percebi que estava totalmente cheia com duas grandes pirocas, e entendi o que vinha. Um se posicionou atrás, pegou de uma mesa suja uma garrafa de óleo de cozinha comum e jogou no meu cu. Tentou me penetrar, mas com as duas pirocas na buceta era mais difícil, mas com o óleo foi escorregando e aos poucos entrando. A dor estava mais forte, mas a excitação de saber que eu podia aguentar tudo aquilo dentro de mim me deixava a mil. Esse cara começou a empurrar até meter tudo, eu estava praticamente empalada, espetada, não sei o quê. Outra forma de explicar o que eu sentia: não conseguia me mexer. Aí outros dois fizeram o mesmo com minha boca, tentaram enfiar duas picas, mas dessa vez não deu, porque a mandíbula não estica igual uma buceta. Então começaram a se mover, mas com dificuldade. Quando viram que não era tão fácil, tiraram aqueles pauzões de dentro de mim. Senti um vazio impressionante, alívio, mas também uma necessidade de ser preenchida de novo. Aí peguei a rola do cara que tava embaixo e enfiei bem fundo, comecei a cavalgar ele. Depois outro veio por trás e me enfiou no cu. Os dois começaram a me sacudir que nem um trapo, se movendo com violência. Eu gritava e pedia mais e mais, com total liberdade pedia pra me darem pica, pra me darem o que eu merecia por ser uma puta, que eu era uma gostosa doida por rola e que merecia tudo que tava recebendo. Gritava: "filhos da puta, encham meu cu de porra, me dêem todas as picas que eu preciso". Chamei outros amigos, porque eles não aguentavam uma puta como eu, que eram uns frangotes pra uma vadia desse nível. Parece que isso deixou eles putos. Então todos se aproximaram e começaram a me comer com ferocidade, enfiavam os paus até no estômago. Eu sentia um orgasmo atrás do outro. Começaram a gozar: um encheu meu cu de porra, outro encheu minha buceta. Eu nem sabia se ia engravidar, porque naquela situação tinha perdido a noção de tudo. Depois outro encheu meu cu de novo. Os que sobraram, quando chegava a vez deles, se aproximavam da minha boca e batiam punheta, mandando eu não ousar derrubar nem uma gota de sêmen, que eu engolisse tudo. E foi o que fiz: engoli tudo que eles gozaram, até que o último apontou pros meus peitos. Eu passava a mão como se fosse creme hidratante, chupava e limpava os paus deles, tentando saborear os restos daquele néctar quente e leitoso. Quando todos terminaram, me disseram que se eu falasse alguma coisa, iam me matar — e você também. Mandaram eu pegar a escada até o final. Saí pra direita, então peguei minhas roupas enquanto tentava correr, sem forças depois daquela foda que tinha levado, tropeçava uma vez e outra, mas consegui vestir como pude minhas roupas destruídas, cheguei até o prédio, subi e aqui estou.
Aqui estou, pedindo seu perdão, sim, perdão porque fui estuprada, mas gostei, gozei cada momento, senti aquelas pirocas entrando e rasgando as paredes da minha buceta, perdão pela quantidade incontável de orgasmos que tive sendo estuprada, porque aquelas porras gigantes me encheram de prazer, perdão por te trair, porque ainda te amo e vou te amar pra sempre, por isso não podia mentir pra você, e seja o que for que você pense de mim, vou aceitar.
Ela terminou o relato, e nós dois voltamos à realidade, uma realidade que mostrou o que estava acontecendo, eu sem perceber durante o relato estava com o pau pra fora e a mão toda cheia de esperma, tinha me masturbado enquanto ela contava aquela história, ela com as pernas abertas se masturbava enquanto contava o relato, percebemos que não só ela tinha gostado de comer aquelas pirocas monstruosas, mas eu também tinha gostado de saber que ela tinha gozado.
Nos olhamos e, ao perceber como tínhamos reagido àquela situação, soltamos uma gargalhada e nos abraçamos com um beijo apaixonado, ela me perguntou se isso significava que eu a perdoaria, eu respondi que não há nada a perdoar.
Ela me fez um boquete, tentamos transar, mas ela estava com muita dor na buceta, então respeitei, ela engoliu todo meu leite, e depois nos abraçamos e dormimos. No dia seguinte, nenhum dos dois foi trabalhar, tomamos café da manhã juntos e eu propus o seguinte:
- Amor, sabendo que o que aconteceu com você ontem, você gostou e eu também gostei, que tal tentarmos experimentar e descobrir o mundo do swing, de surubas, orgias e tal?
- Desde que a gente esteja junto, topo tudo, o que você quiser, amor.
Então percebemos que um estupro nos uniu ainda mais. mudou a vida, começamos a fazer coisas que nunca tínhamos tentado antes, mas isso é história pra outro relato, e quando digo estupro, me pergunto: quem estuprou quem?
No sexo, somos divertidos e fantaseamos muito na hora de fazer amor. Experimentamos sexo convencional, sexo anal, troca de papéis, brinquedos sexuais, algemas, umas palmadinhas leves, nunca machucando o outro nem passando do ponto da violência — o que se diria de um casal de mente aberta. Nas nossas fantasias, é sempre a mesma coisa: por exemplo, às vezes, enquanto transo com ela, pego um dildo e enfio no cu dela, simulando uma dupla penetração. Fantasiamos que ela está com dois caras, aí ela pega outro vibrador e mete na boca, me dizendo que dois não são suficientes, que fica com água na boca de tanto querer uma rola dentro. Às vezes conseguimos uma dupla penetração vaginal com um dildo e meu pau, isso deixou ela a mil — nessa ocasião, ela teve uns 12 ou 13 orgasmos quase seguidos.
Outra fantasia é transar na rua, e isso a gente realizou: em lugares perigosos, de noite, no meio da praça, com o risco de sermos descobertos. Também, quando vamos a alguma balada, depois de tomar uns drinks, ela vai ao banheiro e, por baixo, me entrega a calcinha fio dental, ficando com a buceta no ar. Costumamos fazer com que ela dance com outro cara e provoque ele, enquanto eu olho. Ela até já deu uns beijos em algum cara na balada, o que, em vez de me irritar, me excitou e deixou minha rola a mil. Bom, coisas assim que nos levaram a manter um casamento de mais de 20 anos sem nos separar e sem nos entediar.
Estela é uma mulher que gosta de se vestir bem, até mesmo de forma provocativa às vezes. Isso nos trouxe alguns problemas em alguns... momentos, mas nada além de uma discussão com alguma velha intrometida que solta seus comentários no bairro. Ela trabalha numa imobiliária, e por causa do serviço não tem horário fixo, já que muitas vezes precisa mostrar alguma casa ou apartamento em lugares distantes e em horários diferentes, então chega tarde. Nós dois temos carros, mas não temos garagem no nosso apartamento, por isso alugamos uma vaga a umas duas quadras de casa.
Um dia cheguei umas 10 da noite em casa como de costume, a casa sempre fica vazia porque nossos dois filhos estão estudando em outra província. Quando cheguei, ela não estava. Fui pra cozinha, comecei a esquentar a comida, achando que ela chegaria logo e ia querer comer. Depois de meia hora, a campainha do apartamento tocou e, quando abri a porta, vi ela com a roupa toda rasgada, o cabelo totalmente bagunçado, a maquiagem toda borrada e lágrimas nos olhos. Ela se aproximou de mim e me deu um abraço forte, dizendo:
— Amor, me estupraram, no canteiro de obras da esquina. E, mesmo estando escuro e eu não ter visto os rostos, acho que são os nigerianos do prédio que fica a meia quadra.
— Amor, tem certeza?
— Sim, amor, eles estão sempre no canteiro, eu passo por lá de vez em quando e eles gritam coisas pra mim. É fácil perceber pelo jeito de falar, o sotaque é estranho e eles não falam bem português.
— Por favor, depois a gente pensa nisso. Vou preparar um banho pra você e, se quiser, a gente vai pra polícia ou pro hospital.
— Não, não quero polícia nem médico me tocando, só vou tomar um banho.
Depois de mais ou menos uma hora na banheira, ela saiu. Levei a comida pro quarto, ela estava de roupão, com uma toalha na cabeça, sentada na cama. Olhou nos meus olhos, me abraçou de novo com força e disse:
— Desculpa, amor.
— Você não precisa pedir desculpa, você não tem culpa de nada. Quer falar sobre o que aconteceu?
— Sim, quero, e por isso peço desculpa, porque não consegui evitar O que vou te contar, e faço isso porque te amo e sempre fui sincera com você.
— Não tem nada pra perdoar, te amo e você é tudo pra mim. Só se quiser me contar, fala, e se não quiser, vou entender.
— Meu amor, vou te pedir pra me escutar, e não falar nada até eu terminar meu relato. Vou ser bem explicativa e contar cada detalhe do que aconteceu, mas te peço uma coisa: não importa o que você ouvir, quero que me deixe terminar e saiba que te amo acima de tudo nesse mundo.
Eu assenti com a cabeça, só queria que ela se expressasse, então ela começou a história.
Eu vinha de deixar o carro na garagem, andando, a rua estava silenciosa, não tinha ninguém, só se ouvia meus saltos. Ouvi um assobio e me virei, não vi ninguém, mas senti uma presença, aí acelerei meus passos. Quando cheguei na construção da esquina, saiu da sombra um homem gigante, tapou minha boca com as mãos fortes, me pegou pela cintura e me enfiou pra dentro. Eu tentava gritar, mas era impossível. Outro me pegou pelos pés, e me levaram bem pra dentro da construção, desceram umas escadas que não tinham fim. Quando chegaram num lugar, acenderam uma luz fraca, um deles chegou perto do meu ouvido e, num espanhol forçado, falou: "Agora pode gritar à vontade, aqui ninguém vai te ouvir." Me soltaram no chão e lá estavam eles, uns 6 ou 7 homens com os rostos cobertos por gorros tipo de montanha.
Eu olhei pra eles em silêncio, entendi que não ia conseguir lutar contra aqueles gigantes, então só tentei convencê-los a não me machucar. Falei que tinha dinheiro, que se te ligassem você traria uma grana, mas que não me fizessem mal. Eles só riam de mim, e o que parecia ser o chefe ou algo assim disse: "Não queremos dinheiro, só queremos provar a mulher que sempre nos provoca e que passa rebolando a bunda, esquentando a gente com esses shorts minúsculos, essas minissaias, essas regatas sem sutiã, até esses vestidos de madame."
Então ele falou: "Hoje você vai provar todas. Pau maiores e mais quentes que você já experimentou na vida, e só depende de você se quer fazer simples ou complicado, se quer gozar ou sofrer.
Eu naquele momento entendi que não tinha saída, só queria sair viva daquele inferno, então ele me pegou pela mão, me puxou para cima, rasgou minha camisa, deixando à vista de todos meu sutiã de renda branca, depois arrancou ele liberando meus peitos, com as mãos dele, desabotoou minha saia e jogou aos meus pés, ficando eu no meio daquele quarto só de calcinha fio dental branca, arrancou ela de um puxão, me abraçou e quis me beijar, eu só tentava fechar meus lábios, mas ele apertou meu pescoço pela nuca dizendo para eu cooperar senão ia quebrar e me jogariam nos alicerces do prédio, onde nunca achariam meu corpo, então abri a boca e a língua nojenta dele foi até minha garganta me dando ânsia, outro cara se posicionou atrás de mim e ordenado com as mãos pegou meus peitos, apertando eles e beijando meu pescoço, tirou a calça e encostou o pau na racha da minha bunda, o da frente me beijava e tirou o pau dele, era enorme, uns 20 centímetros, e tipo uns 6 ou 7 centímetros de diâmetro, uma coisa descomunal, depois mandou eu ficar de joelhos, assim fiz, todos me cercaram e colocaram os paus enormes perto da minha cara, eu sabia o que queriam, comecei pegando dois deles e levando um de cada vez na boca, chupava só de leve, mas eram muito grandes, batia punheta com minhas mãozinhas pequenas, mas não conseguia pegar eles inteiros, todos eram mais ou menos do mesmo tamanho, pretos, brilhantes, grandes, duros.
Um deles colocou um dos dedos na minha pussy e percebeu que estava toda molhada, sim amor, molhada, minha mente dizia que não, mas meu corpo estava excitado pela situação, meus mamilos duros, pussy molhada e sentia cócegas na minha bunda, soltou uma gargalhada debochada, me disse:
– Então você gosta, putinha, do que vai receber?
Eu não respondia, só batia punheta e chupava, aí um se agachou, enfiou a cabeça entre minhas pernas e começou a me chupar a buceta e o cu, eu estava em êxtase, sentia que te traía porque as sensações de prazer iam ficando mais fortes. Depois, o que estava me chupando saiu do lugar e se acomodou atrás de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta e meteu de uma só vez. Explodi numa mistura de dor e excitação, soltei um grito que tentei abafar, mas um deles disse:
— Não se segura, love, aqui pode gritar à vontade, sabemos que vai acabar gritando por mais pau, ninguém vai te ouvir.
Mãos e boca me tocavam e apalpavam o corpo todo, eu tinha um pau enfiado no cu e estava chupando outros tantos. Depois um me disse: fica de quatro. Assim, sem tirar a porra que tinha cravada na buceta, ele ensalivou os dedos e enfiou um, depois outro e mais um. Eu reclamava porque ele era muito bruto, doía, mas meu cu foi cedendo e dilatando aos poucos. Ele ensalivava meu cu mais e mais, enfiava e tirava os dedos muito rápido, com força. Quando viu que já estava pronta, montou em cima de mim como se fosse um cavalinho e, sem tirar o pau que estava cravado na minha buceta, colocou a glande na entrada do meu cu, dizendo: se prepara que isso vai doer. Então, com um empurrão bestial, meteu até o fundo, sem piedade. Soltei um grito de dor, ele ficou parado por uns segundos, se virou pro parceiro atrás e disse pra começarem a se mexer. E assim fizeram, enquanto os outros se revezavam pra literalmente me comer pela boca, já que eu estava com as duas mãos no chão. Eles enfiavam os paus na minha boca, segurando dos lados da minha cabeça, metendo e tirando como se estivessem comendo um cu ou uma buceta.
Eu, love, juro que mesmo resistindo por dentro, não aguentei. Veio um orgasmo longo e muito forte, meus gritos eram... Incontroláveis, eu gozava como nunca, sentia dentro de mim aquelas duas gigantescas pirocas rompendo as paredes da minha buceta e do meu cu, e só vinham sensações de prazer. Sentia como se estivessem comendo minha boca e sentia a mesma coisa. Depois, na mesma posição, foram se revezando entre eles, todos passaram pelo meu cu e pela minha xereca, todos me fizeram sentir como uma puta no cio. Meus orgasmos se repetiam, depois do décimo perdi a conta, mas foram muitos mais. Depois de ficar uma hora assim, um deles se deitou, me puxando para perto dele, mandando eu montar, e perguntou pros outros:
— Vamos ver quantas pirocas essa puta aguenta dentro?
Então eu montei, abrigando toda a humanidade daquela morcilha gigante dentro da minha buceta. Depois veio um por trás, eu pensei que fosse meter no meu cu, mas não foi assim. Ele encostou o pau no do outro negro e forçou a entrada dentro da minha ppk, que a essa altura já estava dilatada e totalmente cheia de sucos meus e dos atacantes. Eu senti que tiravam minha vida quando ele começou a forçar a entrada, a dor era insuportável, meus gritos não paravam de sair, e mesmo eu implorando e suplicando para pararem, aquele cara me empurrava cada vez mais forte. Então ouvi suas palavras:
— Olha essa puta, aguenta duas pirocas inteiras.
Eu não podia acreditar, a dor tinha me tirado do sério, perdi a noção de quantos centímetros estavam entrando. Então olhei pra baixo e percebi que estava totalmente cheia com duas grandes pirocas, e entendi o que vinha. Um se posicionou atrás, pegou de uma mesa suja uma garrafa de óleo de cozinha comum e jogou no meu cu. Tentou me penetrar, mas com as duas pirocas na buceta era mais difícil, mas com o óleo foi escorregando e aos poucos entrando. A dor estava mais forte, mas a excitação de saber que eu podia aguentar tudo aquilo dentro de mim me deixava a mil. Esse cara começou a empurrar até meter tudo, eu estava praticamente empalada, espetada, não sei o quê. Outra forma de explicar o que eu sentia: não conseguia me mexer. Aí outros dois fizeram o mesmo com minha boca, tentaram enfiar duas picas, mas dessa vez não deu, porque a mandíbula não estica igual uma buceta. Então começaram a se mover, mas com dificuldade. Quando viram que não era tão fácil, tiraram aqueles pauzões de dentro de mim. Senti um vazio impressionante, alívio, mas também uma necessidade de ser preenchida de novo. Aí peguei a rola do cara que tava embaixo e enfiei bem fundo, comecei a cavalgar ele. Depois outro veio por trás e me enfiou no cu. Os dois começaram a me sacudir que nem um trapo, se movendo com violência. Eu gritava e pedia mais e mais, com total liberdade pedia pra me darem pica, pra me darem o que eu merecia por ser uma puta, que eu era uma gostosa doida por rola e que merecia tudo que tava recebendo. Gritava: "filhos da puta, encham meu cu de porra, me dêem todas as picas que eu preciso". Chamei outros amigos, porque eles não aguentavam uma puta como eu, que eram uns frangotes pra uma vadia desse nível. Parece que isso deixou eles putos. Então todos se aproximaram e começaram a me comer com ferocidade, enfiavam os paus até no estômago. Eu sentia um orgasmo atrás do outro. Começaram a gozar: um encheu meu cu de porra, outro encheu minha buceta. Eu nem sabia se ia engravidar, porque naquela situação tinha perdido a noção de tudo. Depois outro encheu meu cu de novo. Os que sobraram, quando chegava a vez deles, se aproximavam da minha boca e batiam punheta, mandando eu não ousar derrubar nem uma gota de sêmen, que eu engolisse tudo. E foi o que fiz: engoli tudo que eles gozaram, até que o último apontou pros meus peitos. Eu passava a mão como se fosse creme hidratante, chupava e limpava os paus deles, tentando saborear os restos daquele néctar quente e leitoso. Quando todos terminaram, me disseram que se eu falasse alguma coisa, iam me matar — e você também. Mandaram eu pegar a escada até o final. Saí pra direita, então peguei minhas roupas enquanto tentava correr, sem forças depois daquela foda que tinha levado, tropeçava uma vez e outra, mas consegui vestir como pude minhas roupas destruídas, cheguei até o prédio, subi e aqui estou.
Aqui estou, pedindo seu perdão, sim, perdão porque fui estuprada, mas gostei, gozei cada momento, senti aquelas pirocas entrando e rasgando as paredes da minha buceta, perdão pela quantidade incontável de orgasmos que tive sendo estuprada, porque aquelas porras gigantes me encheram de prazer, perdão por te trair, porque ainda te amo e vou te amar pra sempre, por isso não podia mentir pra você, e seja o que for que você pense de mim, vou aceitar.
Ela terminou o relato, e nós dois voltamos à realidade, uma realidade que mostrou o que estava acontecendo, eu sem perceber durante o relato estava com o pau pra fora e a mão toda cheia de esperma, tinha me masturbado enquanto ela contava aquela história, ela com as pernas abertas se masturbava enquanto contava o relato, percebemos que não só ela tinha gostado de comer aquelas pirocas monstruosas, mas eu também tinha gostado de saber que ela tinha gozado.
Nos olhamos e, ao perceber como tínhamos reagido àquela situação, soltamos uma gargalhada e nos abraçamos com um beijo apaixonado, ela me perguntou se isso significava que eu a perdoaria, eu respondi que não há nada a perdoar.
Ela me fez um boquete, tentamos transar, mas ela estava com muita dor na buceta, então respeitei, ela engoliu todo meu leite, e depois nos abraçamos e dormimos. No dia seguinte, nenhum dos dois foi trabalhar, tomamos café da manhã juntos e eu propus o seguinte:
- Amor, sabendo que o que aconteceu com você ontem, você gostou e eu também gostei, que tal tentarmos experimentar e descobrir o mundo do swing, de surubas, orgias e tal?
- Desde que a gente esteja junto, topo tudo, o que você quiser, amor.
Então percebemos que um estupro nos uniu ainda mais. mudou a vida, começamos a fazer coisas que nunca tínhamos tentado antes, mas isso é história pra outro relato, e quando digo estupro, me pergunto: quem estuprou quem?
21 comentários - Minha esposa é estuprada, me conta e me excita
van P!
Gracias
P/D: Me la bajo un poco que escribas open mint, en vez de open mind..