Após meu relato anterior, algumas coisas mudaram na minha relação. Felizmente, trabalhamos a confiança e transformamos minha cornitude numa brincadeira sexual, além do nosso amor e do nosso relacionamento. Como toda brincadeira, tem suas regras, e embora eu tenha aceitado deixar ela transar com o "amigo" dela, ela só pode fazer isso com minha permissão, eu tendo que saber especificamente do encontro: dia, hora, lugar, etc. Além disso, saber disso me daria a chance de curtir com muito mais tesão.
Foi mais ou menos há um mês, numa sexta-feira entre o fim da tarde e a madrugada. Lembro que era um dia espetacular, quente, daqueles dias de calor que teve no inverno. Saí mais cedo do trampo e fui direto pra nossa casa. Cheguei, comi alguma coisa e tomei uma latinha de cerveja que tinha acabado de comprar. Daí a pouco minha namorada chegou. Sentou na mesa comigo e começamos a conversar. Lembrei ela que era o aniversário do meu sobrinho, e ela me lembrou que ia sair com umas amigas. E foi isso: eu fui pro aniversário do meu sobrinho e ela ficou mais um tempo em casa.
Enquanto tava no aniversário, a gente trocava mensagem. Depois de um tempo, falei que já tava voltando pra casa. Ela respondeu que ainda tava no bar com as amigas e que tinha surgido a ideia de ir dançar. Perguntei o que ela ia fazer, e ela disse que não tava muito a fim, mas falei pra ela não pensar duas vezes e ir, se divertir. A resposta dela não pareceu muito animada, mas ela seguiu meu conselho. Voltei pra casa e me preparei pra curtir a noite do meu jeito: música, cerveja, pó e pornô. Realmente curto fazer isso sempre que posso.
Enquanto na tela do PC rolavam vídeos de gangbang e relatos de corno dessa "comunidade", eu me masturbava devagar pensando na minha namorada, colocando ela no lugar das gostosas que apareciam nos vídeos, imaginava ela de joelhos, rodeada de paus no meio da nossa sala, enquanto eu batia uma vendo a cena. Depois pensei que ela tinha ido dançar, que ia falar de caras com as amigas, em que tipo eu olharia, que olhariam pra ela, que dançaria sexy como ela faz, e até que poderia fazer com um desconhecido, encostando a raba no volume dele, como já tinha feito na minha frente, pra deleite dos dois. Logo em seguida, obviamente comecei a pensar na experiência que a gente tinha tido. Comecei a reviver cada lembrança na minha memória, enquanto me masturbava cada vez mais freneticamente. Em poucos minutos, mandei uma mensagem pra ela perguntando como tava, como tava sendo a noite, e se já tinha dado uma olhada em algum macho que esquentasse ela.Haha, a verdade é que não, x?- ela me respondeuPorque tô com vontade de fazer uma boquete. Faz uma boquete em mim.—eu disse a ela
Então começamos a brincar. Ela me contou que estava dançando e de olho nos caras, mas que nenhum tinha chamado a atenção dela. Mesmo assim, comentou que tinha dançado com uns dois caras e que encheu o saco deles. Disse que deixou apalparem um pouco, que deixou encostarem a rola. Perguntei como eles eram de pau, mas a resposta dela foi que não sentiu nada. Depois de um tempo, perguntei se não tinha rolado chance de transar com algum, ela disse que não, embora tivesse ficado conversando e bebendo com um por um bom tempo. Eu não acreditava na naturalidade com que tudo estava acontecendo, também não acreditava que minha mina se soltasse tanto tão rápido, me sentia um corno manso do caralho, embora estivesse realmente curtindo tudo aquilo.
Depois de ficarmos viajando na nossa por um bom tempo, perguntei na lata sobre o ‘amigo’ dela: se tinha falado com ele de novo, ou se tinha visto ele. Ela respondeu que não, que tinham trocado umas mensagens, mas nada além disso. Falei que eu tava muito excitado, com a cabeça a mil. Ela tava na mesma, então perguntei se não dava pra ela mandar uma mensagem pro cara. Ela topou. Dei carta branca pra ela focar em conversar com o sujeito, esquecer de mim, mas me manter por dentro. Meia hora, quarenta minutos depois, ela me avisou que com o cara tava tudo certo, e que ele tinha convidado ela pra ir na casa dele. Ela me perguntou se podia ir. Agora era eu quem tinha que decidir se continuava com isso. No fim, dei permissão, mas fiz questão de deixar bem claro que ela tinha que me manter informado de cada passo. Ok.
Eu tava realmente muito, muito excitado, entre duro, bêbado, a rola cheia de leite, os vídeos rolando freneticamente no computador, e agora também usando o celular como fonte de prazer, trocando mensagens com a minha mina. Ela se despediu das amigas (disse que voltava pra nossa casa porque tava com saudades de mim), saiu da balada, pegou um táxi e foi pra casa do cara. Durante a viagem, continuamos conversando, e ela me contava que Ela se sentia tão puta que até dava mole pro taxista. Eu falei pra ela tomar cuidado, mas ela me tranquilizou, disse que tava tudo sob controle. O tesão falou mais alto e perguntei se ele era gostoso; ela disse que sim, normal, mas que a situação a excitava. Eu já tava batendo uma punheta imaginando ela passando pro banco do carona e fazendo um boquete nele, ou chupando ele. No fim, não rolou nada, mas faltaram poucos minutos pra alguma coisa acontecer.
Ela me avisou que já tinha chegado na casa do macho dela, e que iam tomar alguma coisa. Perguntei se já tinha rolado algo, e ela disse que não. Por uns trinta minutos, mais ou menos, a gente parou de se falar. Cada vez eu batia mais forte, imaginando os dois num sofá, se pegando loucamente, ele apalpando os peitões dela, ela esfregando o pau dela por cima da calça jeans. Eu tava com uma vontade do caralho de gozar, mas ainda não queria parar. O celular tocou de novo.Meu amor, tô no banheiro, a gente tá se preparando pra transar. Já chupei meus peitos, ela meteu os dedos na minha buceta, tô toda molhada! Chupei a pica linda que ela tem, grossa, cabeçuda, é muito gostosa!Imaginem meu estado.Que lindo o que você me conta, gostosa, fico feliz que você esteja se divertindo pra caralho, que seu macho tenha uma piroca linda, grande, grossa, e que agora ele vai te comer como você merece. Eu enquanto isso continuo aqui me masturbando enquanto em outro lugar tão comendo minha namorada divina.-Ai, meu amorrrrrrrrr, que lindo o que você me diz, que delícia ter um namorado como você. Continua batendo uma punheta em casa feito o corno manso que você é, enquanto eu vou chupar um pau de verdade, vou dar pra ser bem comida, pra me destruírem a buceta, pra gritar, gozar e gozar feito a puta que eu sou pro meu macho, corno.-Sim, meu amor, vai lá ser bem comida, encher essa sua buceta de carne, mamar um pau. Eu fico aqui me masturbando que nem o bom corno que sou. Te mando beijos, me mantém atualizado.Continuei me masturbando igual um louco, vendo vídeos, tomando cerveja e pó. Minha cabeça tava completamente detonada, já não dava pra distinguir nada. Lá pela meia hora, meu celular tocou de novo. Era uma nova mensagem dela. Mas dessa vez, de voz. Eu sorri.
Coloquei no volume máximo. O único som que se ouvia por uns 40 segundos era um concerto lindo de saliva e gemidos. Era claro que minha mina tava chupando uma bela pica, enquanto eu tava ali, sozinho, me tocando. Minha excitação era exponencial, meu pau já parecia um sabão ensaboado.Oi, meu amor, como você tá? Eu tô exausta, pra ser sincera, esse cara me comeu como nunca.Não podia acreditar no que tava lendo. A naturalidade com que ela me contava o que tinha rolado. Eu me sentia entre feliz, triste, mais excitado do que nunca, mais cheio de conflito do que nunca, mais lindamente corno do que nunca.Sim, gostosa? Ele te comeu bem? Fez você gozar nessa pica?-E aí, será que ele me comeu bem? Melhor do que nunca.amorMe fez sentir esermas puta que nunca. Você não sabe como me fez engasgar com aquela porra grossa que ele tem, mandou até o fundo, igual na buceta.Não podia acreditar no que tava lendo.Até um momento ela me falou pra chamar um amigo dela que precisava de um boquete, mas, enfim, verdade é que não tive coragem. Quem sabe na próxima, né? O que você acha?Eu tava fora de mim. Ignorei a última parte e perguntei pela porra.Fico me perguntando onde ela queria, falei na cara dela, mas ela queria dar na boca. Falei de novo que não, que a boca é dela. Aí ela me colocou de quatro, com a raba bem empinada e aberta, e encheu meu cu de porra.Diante dessa resposta, falei pra ela voltar pra casa logo, que eu tava com a pica prestes a estourar. Ela disse que ia tomar um banho com o macho dela e voltava, que queria sentir aquela porra e o leite dele mais uma vez. Pedi pra ela, por favor, não tomar banho; que se quisesse que o macho dela comesse ela de novo, tudo bem, mas sem banho. Ela topou meu pedido.
Umas horas depois, recebo outra mensagem dizendo que já tava no táxi voltando, que eu esperasse com o leite. Perguntei como tinha terminado tudo, e ela disse que ele tinha comido ela de novo e deixado o leite no cu, mas dessa vez não deixou ela se limpar, mandou ela voltar com o leite escorrendo do cu pelas pernas. Ela curtiu o jogo, e sacou que eu também ia gostar. Muito bem pensado. Ela comentou que tava sentada no táxi, e sentia o cu todo e a parte da frente das coxas quentes, se sentindo toda suja, mas confortável. Depois me contou que percebeu como o taxista tava olhando pra ela, então ela "ajeitou" os peitos e fingiu uma conversa de telefone com um macho, algo tipo:Oi, gostosa, sim, já tô no taxi voltando. Sim, foi maravilhoso, gostosa, você é incrível. Não, já vou dormir porque você me deixou acabada, haha.Finalmente, chegou. Eu estava largado na cama, praticamente sem saber o que fazer com as mãos, com meus pensamentos. Qualquer coisa me fazia jorrar porra, e eu queria guardar aquilo pra minha mina de qualquer jeito. Ela entrou, a gente cruzou os olhares, e eu presenciei um espetáculo sensacional: minha namorada arrebentada, comida, com cara de puta exausta, mas sempre pedindo um pouquinho mais. Levantei, fui até ela, a gente se encarou por alguns segundos, e aí comecei a lamber ela, lamber o corpo inteiro, até as botas de couro. O cheiro de macho que ela carregava era incrível, de sexo, de porra. Perguntei se eu podia chupar a pussy dela.Sim, gostosa, devagarzinho que tá sensível. Chupa minha buceta, viu que arrombada ela deixou? É que encheu ela de carne como nunca, bombou ela como nunca…E eu não conseguia parar de pensar que aquela buceta, onde agora eu estava afundando meu nariz, tinha sido habitada recentemente por outra pica.Sentiao cheiro de pica.
Depois de um tempo, pedi pra chupar a bunda dela. Precisava me sentir o pior dos escravos, sentir o cheiro, o gosto de porra do macho da minha namorada. Sem mais, ela ficou de quatro, deixando a bunda toda à disposição, e enfiou minha cara violentamente na bundinha dela. Quase não conseguia respirar.Cê curte a Sweetie? Essa minha bunda pequena não tá uma delícia? Sabe que meu macho encheu ela de porra duas vezes, né? Então agora é como se você tivesse chupando a vara dele.Entendeu, gostosa?Nunca tinha sentido uma bagunça tão grande na minha cabeça; me sentia o pior dos cornos, um baita otário, sentia que minha mina já não era mais minha, que de agora em diante eu era só um acessório, sentia que ela me desprezava, que o macho dela me desprezava.
Perguntei se podia meter, e ela disse que sim. Falei que não ia aguentar nada, já que a pica tava pulsando na ponta do pau. Ela disse que não tinha problema, que já tinha sido satisfeita pelo macho dela, que não precisava do meu pau, só da minha porra.
Dito e feito, dois minutos e senti chegando o orgasmo mais intenso e gostoso que já pude sentir.
Tirei o pau, mandei ela ajoelhar e chupar. Foram duas sugadas e senti a porra percorrendo velozmente todo o meu corpo. Senti como se eu estivesse disparando dentro da boca dela, como ela ia se enchendo de leite, vi como a porra escapava pelos cantos da boca. Tirei o pau e ainda senti que sobravam uns dois jatos, que finalmente depositei na cara dela. Nunca tinha gozado assim.
Foi gozar, e voltar a nós. Entender que ela continua sendo minha mina, que não me despreza. Que isso é um jogo maravilhoso, que nos une e nos liberta.
Ela vai continuar dando pro amiguinho dela, sempre me mantendo informado e pedindo a devida permissão. Se surgirem novas variações, ela terá que agir da mesma forma.
Tudo está perfeitamente claro entre nós: tanto quanto o fato de que o único que poderá depositar a porra na boca dela sou e sempre serei eu. O namorado dela, o cuck namorado dela.
Foi mais ou menos há um mês, numa sexta-feira entre o fim da tarde e a madrugada. Lembro que era um dia espetacular, quente, daqueles dias de calor que teve no inverno. Saí mais cedo do trampo e fui direto pra nossa casa. Cheguei, comi alguma coisa e tomei uma latinha de cerveja que tinha acabado de comprar. Daí a pouco minha namorada chegou. Sentou na mesa comigo e começamos a conversar. Lembrei ela que era o aniversário do meu sobrinho, e ela me lembrou que ia sair com umas amigas. E foi isso: eu fui pro aniversário do meu sobrinho e ela ficou mais um tempo em casa.
Enquanto tava no aniversário, a gente trocava mensagem. Depois de um tempo, falei que já tava voltando pra casa. Ela respondeu que ainda tava no bar com as amigas e que tinha surgido a ideia de ir dançar. Perguntei o que ela ia fazer, e ela disse que não tava muito a fim, mas falei pra ela não pensar duas vezes e ir, se divertir. A resposta dela não pareceu muito animada, mas ela seguiu meu conselho. Voltei pra casa e me preparei pra curtir a noite do meu jeito: música, cerveja, pó e pornô. Realmente curto fazer isso sempre que posso.
Enquanto na tela do PC rolavam vídeos de gangbang e relatos de corno dessa "comunidade", eu me masturbava devagar pensando na minha namorada, colocando ela no lugar das gostosas que apareciam nos vídeos, imaginava ela de joelhos, rodeada de paus no meio da nossa sala, enquanto eu batia uma vendo a cena. Depois pensei que ela tinha ido dançar, que ia falar de caras com as amigas, em que tipo eu olharia, que olhariam pra ela, que dançaria sexy como ela faz, e até que poderia fazer com um desconhecido, encostando a raba no volume dele, como já tinha feito na minha frente, pra deleite dos dois. Logo em seguida, obviamente comecei a pensar na experiência que a gente tinha tido. Comecei a reviver cada lembrança na minha memória, enquanto me masturbava cada vez mais freneticamente. Em poucos minutos, mandei uma mensagem pra ela perguntando como tava, como tava sendo a noite, e se já tinha dado uma olhada em algum macho que esquentasse ela.Haha, a verdade é que não, x?- ela me respondeuPorque tô com vontade de fazer uma boquete. Faz uma boquete em mim.—eu disse a ela
Então começamos a brincar. Ela me contou que estava dançando e de olho nos caras, mas que nenhum tinha chamado a atenção dela. Mesmo assim, comentou que tinha dançado com uns dois caras e que encheu o saco deles. Disse que deixou apalparem um pouco, que deixou encostarem a rola. Perguntei como eles eram de pau, mas a resposta dela foi que não sentiu nada. Depois de um tempo, perguntei se não tinha rolado chance de transar com algum, ela disse que não, embora tivesse ficado conversando e bebendo com um por um bom tempo. Eu não acreditava na naturalidade com que tudo estava acontecendo, também não acreditava que minha mina se soltasse tanto tão rápido, me sentia um corno manso do caralho, embora estivesse realmente curtindo tudo aquilo.
Depois de ficarmos viajando na nossa por um bom tempo, perguntei na lata sobre o ‘amigo’ dela: se tinha falado com ele de novo, ou se tinha visto ele. Ela respondeu que não, que tinham trocado umas mensagens, mas nada além disso. Falei que eu tava muito excitado, com a cabeça a mil. Ela tava na mesma, então perguntei se não dava pra ela mandar uma mensagem pro cara. Ela topou. Dei carta branca pra ela focar em conversar com o sujeito, esquecer de mim, mas me manter por dentro. Meia hora, quarenta minutos depois, ela me avisou que com o cara tava tudo certo, e que ele tinha convidado ela pra ir na casa dele. Ela me perguntou se podia ir. Agora era eu quem tinha que decidir se continuava com isso. No fim, dei permissão, mas fiz questão de deixar bem claro que ela tinha que me manter informado de cada passo. Ok.
Eu tava realmente muito, muito excitado, entre duro, bêbado, a rola cheia de leite, os vídeos rolando freneticamente no computador, e agora também usando o celular como fonte de prazer, trocando mensagens com a minha mina. Ela se despediu das amigas (disse que voltava pra nossa casa porque tava com saudades de mim), saiu da balada, pegou um táxi e foi pra casa do cara. Durante a viagem, continuamos conversando, e ela me contava que Ela se sentia tão puta que até dava mole pro taxista. Eu falei pra ela tomar cuidado, mas ela me tranquilizou, disse que tava tudo sob controle. O tesão falou mais alto e perguntei se ele era gostoso; ela disse que sim, normal, mas que a situação a excitava. Eu já tava batendo uma punheta imaginando ela passando pro banco do carona e fazendo um boquete nele, ou chupando ele. No fim, não rolou nada, mas faltaram poucos minutos pra alguma coisa acontecer.
Ela me avisou que já tinha chegado na casa do macho dela, e que iam tomar alguma coisa. Perguntei se já tinha rolado algo, e ela disse que não. Por uns trinta minutos, mais ou menos, a gente parou de se falar. Cada vez eu batia mais forte, imaginando os dois num sofá, se pegando loucamente, ele apalpando os peitões dela, ela esfregando o pau dela por cima da calça jeans. Eu tava com uma vontade do caralho de gozar, mas ainda não queria parar. O celular tocou de novo.Meu amor, tô no banheiro, a gente tá se preparando pra transar. Já chupei meus peitos, ela meteu os dedos na minha buceta, tô toda molhada! Chupei a pica linda que ela tem, grossa, cabeçuda, é muito gostosa!Imaginem meu estado.Que lindo o que você me conta, gostosa, fico feliz que você esteja se divertindo pra caralho, que seu macho tenha uma piroca linda, grande, grossa, e que agora ele vai te comer como você merece. Eu enquanto isso continuo aqui me masturbando enquanto em outro lugar tão comendo minha namorada divina.-Ai, meu amorrrrrrrrr, que lindo o que você me diz, que delícia ter um namorado como você. Continua batendo uma punheta em casa feito o corno manso que você é, enquanto eu vou chupar um pau de verdade, vou dar pra ser bem comida, pra me destruírem a buceta, pra gritar, gozar e gozar feito a puta que eu sou pro meu macho, corno.-Sim, meu amor, vai lá ser bem comida, encher essa sua buceta de carne, mamar um pau. Eu fico aqui me masturbando que nem o bom corno que sou. Te mando beijos, me mantém atualizado.Continuei me masturbando igual um louco, vendo vídeos, tomando cerveja e pó. Minha cabeça tava completamente detonada, já não dava pra distinguir nada. Lá pela meia hora, meu celular tocou de novo. Era uma nova mensagem dela. Mas dessa vez, de voz. Eu sorri.
Coloquei no volume máximo. O único som que se ouvia por uns 40 segundos era um concerto lindo de saliva e gemidos. Era claro que minha mina tava chupando uma bela pica, enquanto eu tava ali, sozinho, me tocando. Minha excitação era exponencial, meu pau já parecia um sabão ensaboado.Oi, meu amor, como você tá? Eu tô exausta, pra ser sincera, esse cara me comeu como nunca.Não podia acreditar no que tava lendo. A naturalidade com que ela me contava o que tinha rolado. Eu me sentia entre feliz, triste, mais excitado do que nunca, mais cheio de conflito do que nunca, mais lindamente corno do que nunca.Sim, gostosa? Ele te comeu bem? Fez você gozar nessa pica?-E aí, será que ele me comeu bem? Melhor do que nunca.amorMe fez sentir esermas puta que nunca. Você não sabe como me fez engasgar com aquela porra grossa que ele tem, mandou até o fundo, igual na buceta.Não podia acreditar no que tava lendo.Até um momento ela me falou pra chamar um amigo dela que precisava de um boquete, mas, enfim, verdade é que não tive coragem. Quem sabe na próxima, né? O que você acha?Eu tava fora de mim. Ignorei a última parte e perguntei pela porra.Fico me perguntando onde ela queria, falei na cara dela, mas ela queria dar na boca. Falei de novo que não, que a boca é dela. Aí ela me colocou de quatro, com a raba bem empinada e aberta, e encheu meu cu de porra.Diante dessa resposta, falei pra ela voltar pra casa logo, que eu tava com a pica prestes a estourar. Ela disse que ia tomar um banho com o macho dela e voltava, que queria sentir aquela porra e o leite dele mais uma vez. Pedi pra ela, por favor, não tomar banho; que se quisesse que o macho dela comesse ela de novo, tudo bem, mas sem banho. Ela topou meu pedido.
Umas horas depois, recebo outra mensagem dizendo que já tava no táxi voltando, que eu esperasse com o leite. Perguntei como tinha terminado tudo, e ela disse que ele tinha comido ela de novo e deixado o leite no cu, mas dessa vez não deixou ela se limpar, mandou ela voltar com o leite escorrendo do cu pelas pernas. Ela curtiu o jogo, e sacou que eu também ia gostar. Muito bem pensado. Ela comentou que tava sentada no táxi, e sentia o cu todo e a parte da frente das coxas quentes, se sentindo toda suja, mas confortável. Depois me contou que percebeu como o taxista tava olhando pra ela, então ela "ajeitou" os peitos e fingiu uma conversa de telefone com um macho, algo tipo:Oi, gostosa, sim, já tô no taxi voltando. Sim, foi maravilhoso, gostosa, você é incrível. Não, já vou dormir porque você me deixou acabada, haha.Finalmente, chegou. Eu estava largado na cama, praticamente sem saber o que fazer com as mãos, com meus pensamentos. Qualquer coisa me fazia jorrar porra, e eu queria guardar aquilo pra minha mina de qualquer jeito. Ela entrou, a gente cruzou os olhares, e eu presenciei um espetáculo sensacional: minha namorada arrebentada, comida, com cara de puta exausta, mas sempre pedindo um pouquinho mais. Levantei, fui até ela, a gente se encarou por alguns segundos, e aí comecei a lamber ela, lamber o corpo inteiro, até as botas de couro. O cheiro de macho que ela carregava era incrível, de sexo, de porra. Perguntei se eu podia chupar a pussy dela.Sim, gostosa, devagarzinho que tá sensível. Chupa minha buceta, viu que arrombada ela deixou? É que encheu ela de carne como nunca, bombou ela como nunca…E eu não conseguia parar de pensar que aquela buceta, onde agora eu estava afundando meu nariz, tinha sido habitada recentemente por outra pica.Sentiao cheiro de pica.
Depois de um tempo, pedi pra chupar a bunda dela. Precisava me sentir o pior dos escravos, sentir o cheiro, o gosto de porra do macho da minha namorada. Sem mais, ela ficou de quatro, deixando a bunda toda à disposição, e enfiou minha cara violentamente na bundinha dela. Quase não conseguia respirar.Cê curte a Sweetie? Essa minha bunda pequena não tá uma delícia? Sabe que meu macho encheu ela de porra duas vezes, né? Então agora é como se você tivesse chupando a vara dele.Entendeu, gostosa?Nunca tinha sentido uma bagunça tão grande na minha cabeça; me sentia o pior dos cornos, um baita otário, sentia que minha mina já não era mais minha, que de agora em diante eu era só um acessório, sentia que ela me desprezava, que o macho dela me desprezava.
Perguntei se podia meter, e ela disse que sim. Falei que não ia aguentar nada, já que a pica tava pulsando na ponta do pau. Ela disse que não tinha problema, que já tinha sido satisfeita pelo macho dela, que não precisava do meu pau, só da minha porra.
Dito e feito, dois minutos e senti chegando o orgasmo mais intenso e gostoso que já pude sentir.
Tirei o pau, mandei ela ajoelhar e chupar. Foram duas sugadas e senti a porra percorrendo velozmente todo o meu corpo. Senti como se eu estivesse disparando dentro da boca dela, como ela ia se enchendo de leite, vi como a porra escapava pelos cantos da boca. Tirei o pau e ainda senti que sobravam uns dois jatos, que finalmente depositei na cara dela. Nunca tinha gozado assim.
Foi gozar, e voltar a nós. Entender que ela continua sendo minha mina, que não me despreza. Que isso é um jogo maravilhoso, que nos une e nos liberta.
Ela vai continuar dando pro amiguinho dela, sempre me mantendo informado e pedindo a devida permissão. Se surgirem novas variações, ela terá que agir da mesma forma.
Tudo está perfeitamente claro entre nós: tanto quanto o fato de que o único que poderá depositar a porra na boca dela sou e sempre serei eu. O namorado dela, o cuck namorado dela.
25 comentários - Prazer do corno (Real)
¡Saludos!
@pablineskavio, buenísimo que te hayas calentado así, a mi novia (y a mi también, claro) nos encanta pensar en que los chicos se pajean y sacan leche por ella. ¡Compartilo con tu esposa! Jueguen y disfruten.