Isso que vou contar não é nada de outro mundo, nem algo que nunca fiz, hehe, mas adoro contar tudo que faço por aqui, então vou contar.
Hoje acordei com vontade de ficar com uma mulher, sei lá, às vezes me dá isso. Chamei minha amiga Pili (é uma colega de escola que comecei a levar pro mau caminho hehe, a única mulher com quem ela se deitou fui eu, e também a enfiamos em festas). A gente conversou pelo WhatsApp assim (vou copiar o mais importante, não as besteiras que falamos hehe):
Eu: Não quer vir aqui em casa? Tô sozinha.
Pili: Não, Caro, já te falei, tô saindo com um cara.
Eu: Que tem a ver? Vem um pouquinho.
Pili: Não, porque se ficarmos sozinhas, sei no que vai dar, e isso já era, te falei.
Eu: Que tem de mal? A gente sempre se diverte, ou não?
Pili: Sim, mas não quero ser lésbica.
Eu: Bobeira, nada a ver, eu não sou lésbica, mas fico doida sentindo sua pele, te beijando.
Pili: Não começa.
Eu: Sabe que adoro quando você me toca, me faz gozar, e você também gosta que eu te faça gozar. Vai, pensa que daqui a pouco a gente pode estar juntas.
Pili: Caro, não continua, já deu.
Eu: Vai, boba, vem. Não quer que eu te masturbe?
Pili: Me deixou com tesão, haha. Daqui a pouco tô aí.
Espero ela de regata e calcinha só. Ela chega, tava de shorts. Levo ela pro meu quarto, a gente se joga na cama e começa a se beijar desesperadamente. Vou descendo, começo a desabotoar o shortinho dela, tiro, acaricio ela, beijo a barriguinha dela e volto pra cima dela.
A gente continua se beijando enquanto nossas pernas vão se entrelaçando, e começamos a curtir a sensação de sentir nossa pele. Não parávamos de esfregar as pernas uma na outra. Coloco a mão por baixo da calcinha dela e começo a tocar a buceta dela, ela faz o mesmo. Já estávamos as duas muito, muito molhadinhas. Que jeito de nos mexer, de nos excitar, de gemer, de enfiar os dedos cada vez com mais força, até gozarmos as duas juntas.
Desço, tiro a calcinha dela, já Estávamos as duas peladas, comecei a beijar aquela bucetinha rosada, depiladinha que ela tem, chupei os lábios, meti os dedos e fui correndo pra colocar minha buceta na boca dela, coisa que não incomodou ela, nem sei quanto tempo ficamos nos beijando nossas xoxotas, acariciava a bunda dela, ela gemia, gostava, eu sabia que ela ia gostar, depois começamos a esfregar uma na outra nossas bucetas (a tesoura) aí sim, ficamos loucas, sentir os sucos dela, ela os meus, até gozarmos de novo.
Ficamos mais um tempinho, demos um beijo e ela foi embora, não devemos ter ficado mais de uma hora juntas, o suficiente pra matar minha vontade de estar com uma mulher, e haha ela também, mesmo que não quisesse admitir.
Hoje à noite vou vê-la, porque vamos nos encontrar na casa da Agos, a irmã do Mati (o amorzinho da minha vida) haha.
Bom, é uma bobeira, mas eu gostei do que fiz e queria contar pra vocês.
Hoje acordei com vontade de ficar com uma mulher, sei lá, às vezes me dá isso. Chamei minha amiga Pili (é uma colega de escola que comecei a levar pro mau caminho hehe, a única mulher com quem ela se deitou fui eu, e também a enfiamos em festas). A gente conversou pelo WhatsApp assim (vou copiar o mais importante, não as besteiras que falamos hehe):
Eu: Não quer vir aqui em casa? Tô sozinha.
Pili: Não, Caro, já te falei, tô saindo com um cara.
Eu: Que tem a ver? Vem um pouquinho.
Pili: Não, porque se ficarmos sozinhas, sei no que vai dar, e isso já era, te falei.
Eu: Que tem de mal? A gente sempre se diverte, ou não?
Pili: Sim, mas não quero ser lésbica.
Eu: Bobeira, nada a ver, eu não sou lésbica, mas fico doida sentindo sua pele, te beijando.
Pili: Não começa.
Eu: Sabe que adoro quando você me toca, me faz gozar, e você também gosta que eu te faça gozar. Vai, pensa que daqui a pouco a gente pode estar juntas.
Pili: Caro, não continua, já deu.
Eu: Vai, boba, vem. Não quer que eu te masturbe?
Pili: Me deixou com tesão, haha. Daqui a pouco tô aí.
Espero ela de regata e calcinha só. Ela chega, tava de shorts. Levo ela pro meu quarto, a gente se joga na cama e começa a se beijar desesperadamente. Vou descendo, começo a desabotoar o shortinho dela, tiro, acaricio ela, beijo a barriguinha dela e volto pra cima dela.
A gente continua se beijando enquanto nossas pernas vão se entrelaçando, e começamos a curtir a sensação de sentir nossa pele. Não parávamos de esfregar as pernas uma na outra. Coloco a mão por baixo da calcinha dela e começo a tocar a buceta dela, ela faz o mesmo. Já estávamos as duas muito, muito molhadinhas. Que jeito de nos mexer, de nos excitar, de gemer, de enfiar os dedos cada vez com mais força, até gozarmos as duas juntas.
Desço, tiro a calcinha dela, já Estávamos as duas peladas, comecei a beijar aquela bucetinha rosada, depiladinha que ela tem, chupei os lábios, meti os dedos e fui correndo pra colocar minha buceta na boca dela, coisa que não incomodou ela, nem sei quanto tempo ficamos nos beijando nossas xoxotas, acariciava a bunda dela, ela gemia, gostava, eu sabia que ela ia gostar, depois começamos a esfregar uma na outra nossas bucetas (a tesoura) aí sim, ficamos loucas, sentir os sucos dela, ela os meus, até gozarmos de novo.
Ficamos mais um tempinho, demos um beijo e ela foi embora, não devemos ter ficado mais de uma hora juntas, o suficiente pra matar minha vontade de estar com uma mulher, e haha ela também, mesmo que não quisesse admitir.
Hoje à noite vou vê-la, porque vamos nos encontrar na casa da Agos, a irmã do Mati (o amorzinho da minha vida) haha.
Bom, é uma bobeira, mas eu gostei do que fiz e queria contar pra vocês.
22 comentários - Les cuento mi vida... hoy me levante lesbica
La querés hacer bien trolita!!!
no voy a para de decirtelo!!!
Por cierto, ¿probaste con amarillos? chinos o japoneses