Fala, galera! Faz uns 3 meses que tô querendo contar uma parada que rolou comigo, e até hoje ainda não caiu a ficha. Me chamo Ger e, desde sempre, tive uma tara por mulheres mais velhas… tipo, de 35 pra cima. Lembro quando era moleque, via as amigas da minha mãe e já ficava viajando em tudo. Dito isso, vou contar uma das melhores coisas que já me aconteceu na vida, talvez, porque deve ser a fantasia de muito gente também. É a primeira vez que escrevo um texto assim, então já peço desculpas e vou fazer o melhor que puder.
Tô namorando há 5 anos com uma mina foda e gostosa pra caralho, e a gente mora junto há 4 meses. A família dela é composta pela mãe e o padrasto, com quem tenho uma relação muito boa. Aí é que tá: como já falei da minha fraqueza por mulheres mais velhas, desde que pisei naquela casa, há 5 anos, fico fantasiando com a minha sogra. Com aquelas tetonas enormes dela. Se for descrever — e sei que vocês querem — ela é baixinha, 1,56m, com duas tetas exuberantes. Não é magra nem gorda, é tipo aquelas gostosas de antigamente que tinham carne, e ela ainda mantém isso. Toda vez que olho pra ela, sinto que tô queimando de desejo, e acho que com o tempo ela percebe. Eu sou o genro que vive dando presente, ligo nos detalhes e sempre recebo um elogio dela, mas não posso elogiar de volta, porque ia soltar umas paradas tipo: "Essas tetas me deixam doido, gostosa", ou "Como eu queria que você chupasse minha pica". Não dava pra fazer isso. Pra ir entrando no clima, vou contar o que rolou há exatos 5 meses, hoje, 10/10/14.Minha parceira trabalha num Call Center, e eu dou aulas de inglês e francês. Naquele dia, umas 18:00, eu tinha que passar na casa da minha sogra (onde minha parceira morava) pra pegar uma grana que deixei e uma jaqueta dela. Tomei um banho, me perfumei e peguei o busão, mas antes passei pra comprar um vinho de colheita tardia pra minha sogra e dar de presente. Chego na porta e toco a campainha, como fazia há 5 anos — meu coração, cada vez que ouve aquele som, começa a bater feito um tambor. Ela vem abrir com um sorriso de orelha a orelha, a gente puxa um papo normal de quem chega numa casa, e eu sento na cozinha pra tomar uns mates. A gente conversa, e não era só conversa com risada, a gente trocava ideia, contava coisas — de relacionamento, futebol, política, trabalho e um monte de coisa. Minha parceira me manda uma mensagem dizendo que tinha esquecido que ia sair com as amigas, e eu falei que sem problema, que eu voltava pra casa. Minha sogra já tava sabendo de tudo, e me convida pra jantar. Primeiro recusei, falei que tinha que estudar, mas ela me convenceu com três palavras: frango assado. Coloquei o vinho no freezer, eram 20:00, e a gente começou a beber antes da comida. O parceiro dela tinha ido embora, já que é caminhoneiro — nunca me senti tão sozinho com ela. A gente continuava conversando, sobre a juventude dela, o espírito livre. A garrafa de vinho já tava vazia, só de testemunha da conversa, e eu peguei um tinto que também tinha dado de presente pra ela. O jantar foi servido com gargalhadas já. Não era só estar do lado dela dividindo aquela comida, era também meu olhar de desejo, na boca dela que eu não parava de olhar enquanto ela falava, ou naquele decote pequeno que, com as tetas enormes que ela tem, marcava aquela linha incrível. Enquanto a gente comia, o papo foi pra relacionamentos, e com a garrafa de vinho vazia de novo, ela me disse que com o ex não tinha contato, mas o Facebook fazia ela perder toda a timidez — não só falando putaria, mas fazendo outras coisas também. Fiquei paralisado… não sabia o que dizer, só ri e fixei o olhar nas tetonas dela. Já na sobremesa, com um licor de chocolate pra descer a comida, como é costume por lá, a conversa foi se aprofundando mais em relacionamento e sexualidade. O álcool já tinha me pegado, e a vontade de fazer de tudo com ela era incontrolável, mas eu precisava de algo… um sinal de que não ia fracassar. De repente:
— Ah! Sabe as coisas que eu faria se tivesse a sua idade? Ou, pelo menos, revivê-las…
— Vou ser curioso então? O que você faria no meu lugar agora? Meu rosto tava em chamas, meu coração ia explodir, e meu pau foi subindo devagar.
— Depende do quanto eu tô a fim, vamos ser sinceros, álcool, sozinhos, uma noite eu não duvidaria de nada. E ela ri, também vermelha.
— Então não preciso duvidar de nada e dizer…
— ME DIZER O QUÊ! (ela me interrompe)
— Que eu tô te devorando com os olhos, e te desejando pra caralho.
— Vem, gatinho, tava esperando você me falar isso!
Ela se levantou e me fez levantar da cadeira, eu muito mais alto, me curvei pra beijá-la com tudo, senti a língua dela na minha garganta, foi um beijo apaixonado, incrível, minhas mãos não obedeciam ao que ela disse:
— Não tenha medo, eu te guio se quiser.
Ela pegou minhas mãos e passou pelas tetonas, acariciei de um jeito tão especial, agarrava e brincava com os bicos, já me senti mais à vontade, e comecei a apertar ela contra a mesa, tava com o pau durasso, e fazia ela sentir enquanto beijava com paixão, com fogo! E a respiração saía como vapor de uma chaleira… Até que ela parou de me beijar… foi estranho ter as mãos nas tetas dela, apoiando ela, e ela recuar… mas ela sentou na cadeira e desabotoou minha calça… pegou meu pau e me chupou como ninguém nunca tinha chupado, aí entendi de onde vinha a filha, a língua molhada passava pela cabeça do meu pau e ela engolia fazendo um deep throat incrível, quando tirava da boca, me batia uma punheta e falava umas coisas. como… –Finalmente você me disse, que bela pica, ou me perguntava se eu gostava de como ela chupava… Já com mais confiança, eu segurava a cabeça dela e brincava como queria, umas palmadas nas bochechas, e apertando forte pra ela chupar tudo. Ela se levanta e me diz pra irmos pra cama, isso eu posso garantir que foi a melhor coisa que ouvi, não só enquanto ela ia se despindo mostrando os peitos que eu desejei por 5 anos, mas que eu ia poder comer ela!!! Sozinhos, na cama, uma silhueta que pros 52 que ela tem é incrível. Ela abriu as pernas e lá fui eu com minha pica dura, não aguentava mais… e se naquele momento eu já não aguentava, vocês não imaginam quando ela começou a gemer, uma espécie de gritinho de prazer e soltar o fôlego forte foi incrível e não só isso… ela me dizia: cara, cada vez que ela falava essa palavra eu relinchava mais ou menos!, já em 15 minutos de foda ela me fala:
–Para, para, você quer o sonho do cara?
–Já estou realizando
–Você gosta dos meus peitos, né, cara?
–Eles me excitam demais,
–Deita e deixa comigo então… ah, pode me chamar de puta, hein! Faz tempo que não me dão…
Quando ela me diz isso, eu deito olhando pro teto e ela começa a chupar minha pica como nunca, de um jeito furioso, como se quisesse que eu gozasse logo na boca, mas não só isso, ela começa a fazer um Boobs fuck e aí eu não aguentei mais, e com a pica vermelha que soltava fogo GOZEI, ela me olhava com uma cara de puta terrível enquanto espalhava a porra nos peitões dela, e limpou minha pica com a língua, a gente ficou de agarramento na cama, eu me troquei, ela tomou banho, eu peguei a grana, minha jaqueta e fui embora, com um sorriso de orelha a orelha, chegar em casa e torcer pra minha parceira não estar, pra bater uma punheta de novo com a situação.
Foi o mais perto da glória, e eu acho que posso dizer que FOI A GLÓRIA. Depois disso, tudo continua igual, mate, risadas, só desejando que uma noite a gente fique sozinho de novo, pra fazer tudo outra vez.Valeu, espero que tenham curtido e, bom, desculpa se não agradou ou algo assim, é meu primeiro texto que faço e quis colocar tudo. Brigadão!!
Tô namorando há 5 anos com uma mina foda e gostosa pra caralho, e a gente mora junto há 4 meses. A família dela é composta pela mãe e o padrasto, com quem tenho uma relação muito boa. Aí é que tá: como já falei da minha fraqueza por mulheres mais velhas, desde que pisei naquela casa, há 5 anos, fico fantasiando com a minha sogra. Com aquelas tetonas enormes dela. Se for descrever — e sei que vocês querem — ela é baixinha, 1,56m, com duas tetas exuberantes. Não é magra nem gorda, é tipo aquelas gostosas de antigamente que tinham carne, e ela ainda mantém isso. Toda vez que olho pra ela, sinto que tô queimando de desejo, e acho que com o tempo ela percebe. Eu sou o genro que vive dando presente, ligo nos detalhes e sempre recebo um elogio dela, mas não posso elogiar de volta, porque ia soltar umas paradas tipo: "Essas tetas me deixam doido, gostosa", ou "Como eu queria que você chupasse minha pica". Não dava pra fazer isso. Pra ir entrando no clima, vou contar o que rolou há exatos 5 meses, hoje, 10/10/14.Minha parceira trabalha num Call Center, e eu dou aulas de inglês e francês. Naquele dia, umas 18:00, eu tinha que passar na casa da minha sogra (onde minha parceira morava) pra pegar uma grana que deixei e uma jaqueta dela. Tomei um banho, me perfumei e peguei o busão, mas antes passei pra comprar um vinho de colheita tardia pra minha sogra e dar de presente. Chego na porta e toco a campainha, como fazia há 5 anos — meu coração, cada vez que ouve aquele som, começa a bater feito um tambor. Ela vem abrir com um sorriso de orelha a orelha, a gente puxa um papo normal de quem chega numa casa, e eu sento na cozinha pra tomar uns mates. A gente conversa, e não era só conversa com risada, a gente trocava ideia, contava coisas — de relacionamento, futebol, política, trabalho e um monte de coisa. Minha parceira me manda uma mensagem dizendo que tinha esquecido que ia sair com as amigas, e eu falei que sem problema, que eu voltava pra casa. Minha sogra já tava sabendo de tudo, e me convida pra jantar. Primeiro recusei, falei que tinha que estudar, mas ela me convenceu com três palavras: frango assado. Coloquei o vinho no freezer, eram 20:00, e a gente começou a beber antes da comida. O parceiro dela tinha ido embora, já que é caminhoneiro — nunca me senti tão sozinho com ela. A gente continuava conversando, sobre a juventude dela, o espírito livre. A garrafa de vinho já tava vazia, só de testemunha da conversa, e eu peguei um tinto que também tinha dado de presente pra ela. O jantar foi servido com gargalhadas já. Não era só estar do lado dela dividindo aquela comida, era também meu olhar de desejo, na boca dela que eu não parava de olhar enquanto ela falava, ou naquele decote pequeno que, com as tetas enormes que ela tem, marcava aquela linha incrível. Enquanto a gente comia, o papo foi pra relacionamentos, e com a garrafa de vinho vazia de novo, ela me disse que com o ex não tinha contato, mas o Facebook fazia ela perder toda a timidez — não só falando putaria, mas fazendo outras coisas também. Fiquei paralisado… não sabia o que dizer, só ri e fixei o olhar nas tetonas dela. Já na sobremesa, com um licor de chocolate pra descer a comida, como é costume por lá, a conversa foi se aprofundando mais em relacionamento e sexualidade. O álcool já tinha me pegado, e a vontade de fazer de tudo com ela era incontrolável, mas eu precisava de algo… um sinal de que não ia fracassar. De repente:
— Ah! Sabe as coisas que eu faria se tivesse a sua idade? Ou, pelo menos, revivê-las…
— Vou ser curioso então? O que você faria no meu lugar agora? Meu rosto tava em chamas, meu coração ia explodir, e meu pau foi subindo devagar.
— Depende do quanto eu tô a fim, vamos ser sinceros, álcool, sozinhos, uma noite eu não duvidaria de nada. E ela ri, também vermelha.
— Então não preciso duvidar de nada e dizer…
— ME DIZER O QUÊ! (ela me interrompe)
— Que eu tô te devorando com os olhos, e te desejando pra caralho.
— Vem, gatinho, tava esperando você me falar isso!
Ela se levantou e me fez levantar da cadeira, eu muito mais alto, me curvei pra beijá-la com tudo, senti a língua dela na minha garganta, foi um beijo apaixonado, incrível, minhas mãos não obedeciam ao que ela disse:
— Não tenha medo, eu te guio se quiser.
Ela pegou minhas mãos e passou pelas tetonas, acariciei de um jeito tão especial, agarrava e brincava com os bicos, já me senti mais à vontade, e comecei a apertar ela contra a mesa, tava com o pau durasso, e fazia ela sentir enquanto beijava com paixão, com fogo! E a respiração saía como vapor de uma chaleira… Até que ela parou de me beijar… foi estranho ter as mãos nas tetas dela, apoiando ela, e ela recuar… mas ela sentou na cadeira e desabotoou minha calça… pegou meu pau e me chupou como ninguém nunca tinha chupado, aí entendi de onde vinha a filha, a língua molhada passava pela cabeça do meu pau e ela engolia fazendo um deep throat incrível, quando tirava da boca, me batia uma punheta e falava umas coisas. como… –Finalmente você me disse, que bela pica, ou me perguntava se eu gostava de como ela chupava… Já com mais confiança, eu segurava a cabeça dela e brincava como queria, umas palmadas nas bochechas, e apertando forte pra ela chupar tudo. Ela se levanta e me diz pra irmos pra cama, isso eu posso garantir que foi a melhor coisa que ouvi, não só enquanto ela ia se despindo mostrando os peitos que eu desejei por 5 anos, mas que eu ia poder comer ela!!! Sozinhos, na cama, uma silhueta que pros 52 que ela tem é incrível. Ela abriu as pernas e lá fui eu com minha pica dura, não aguentava mais… e se naquele momento eu já não aguentava, vocês não imaginam quando ela começou a gemer, uma espécie de gritinho de prazer e soltar o fôlego forte foi incrível e não só isso… ela me dizia: cara, cada vez que ela falava essa palavra eu relinchava mais ou menos!, já em 15 minutos de foda ela me fala:
–Para, para, você quer o sonho do cara?
–Já estou realizando
–Você gosta dos meus peitos, né, cara?
–Eles me excitam demais,
–Deita e deixa comigo então… ah, pode me chamar de puta, hein! Faz tempo que não me dão…
Quando ela me diz isso, eu deito olhando pro teto e ela começa a chupar minha pica como nunca, de um jeito furioso, como se quisesse que eu gozasse logo na boca, mas não só isso, ela começa a fazer um Boobs fuck e aí eu não aguentei mais, e com a pica vermelha que soltava fogo GOZEI, ela me olhava com uma cara de puta terrível enquanto espalhava a porra nos peitões dela, e limpou minha pica com a língua, a gente ficou de agarramento na cama, eu me troquei, ela tomou banho, eu peguei a grana, minha jaqueta e fui embora, com um sorriso de orelha a orelha, chegar em casa e torcer pra minha parceira não estar, pra bater uma punheta de novo com a situação.
Foi o mais perto da glória, e eu acho que posso dizer que FOI A GLÓRIA. Depois disso, tudo continua igual, mate, risadas, só desejando que uma noite a gente fique sozinho de novo, pra fazer tudo outra vez.Valeu, espero que tenham curtido e, bom, desculpa se não agradou ou algo assim, é meu primeiro texto que faço e quis colocar tudo. Brigadão!!
4 comentários - Meu primeiro conto erótico
... cuando sabe que vamos a estar solos se pone unos escotes tremendos!! Espero poder cogermela.... Buenisimo pa!!!