Sonhos Molhados (Parte 2 Final)

A seguir, trago pra vocês a segunda parte final da minha história. http://www.poringa.net/posts/relatos/2609042/Suenos-humedos-parte-1.html

Continuo descendo as escadas e ouço o rangido da madeira e passos vindo da sala. Meu medo me manda chamar a polícia, mas minha safadeza e tesão me dizem pra não chamar.

Ao descer as escadas, me aproximo da lareira, pego o atiçador e grito: — Estou armada, é melhor você sair e parar de me encher o saco.

Sem receber resposta alguma, continuo andando. Meus pés tremem, meu coração parece que vai explodir e meus sentidos estão todos alterados. Entro na sala e não tem ninguém, mas imediatamente ouço passos subindo as escadas. Viro na hora e corro em direção às escadas, decidida a acabar com essa brincadeira de gato e rato.

Subo até meu quarto e, ao entrar, alguém atrás de mim me pega com um lenço úmido. Não sei o que é, mas o cheiro é muito forte... Caio no chão desmaiada e, quando acordo, estou na minha cama, nua e amarrada em cada canto. Quero gritar, mas colocaram uma espécie de mordaça com uma bola dentro da minha boca, e estou vendada. Ouço passos vindo do banheiro, se aproximando cada vez mais. O medo percorre meu corpo, e eu só queria que fosse mais um pesadelo, mas sei que dessa vez é real e não tem como escapar dessa situação.

Tento soltar minhas mãos, mas é inútil. Não tenho força nem os meios para me libertar. Nisso, sinto um objeto começando a percorrer uma das minhas pernas, como se fosse um pau de silicone. Passa de uma perna pra outra, para na minha buceta e começa a esfregar por cima dos meus lábios. Eu estou tão assustada que nem consigo aproveitar o que esse cara X está fazendo comigo. O pau continua seu caminho até chegar nos meus peitos, roçando cada mamilo e dando batidinhas. Posso ouvir a respiração excitada do cara X, como se ele tivesse passado horas me comendo e o coração dele fosse explodir. O cara X se aproxima do meu ouvido e sussurra: — No seu lugar, eu aproveitaria, porque isso vai ser longo, e você não tem muitas opções. Outras opções. Ela se levanta e ouço seus passos se afastando em direção à porta do meu quarto.

Quando ela diz —Já podem entrar, ela tá pronta!! e ouço várias pisadas subindo a velha escada de ferro, não sei quantas pessoas são nem como são, só sei que são mais de 3, e de imediato uma dessas pessoas toma de assalto minha buceta já meio molhada pelo falo de silicone, e começa a chupar, vigorosamente, com a língua tocando meu clitóris uma e outra vez e com uma das mãos começa a enfiar um a um os dedos. Eu continuo aterrorizada, mas não posso negar que até certo ponto isso me deixou com muito tesão e era algo que um dia cheguei a fantasiar. Um dos caras misteriosos me diz —Vou tirar sua mordaça, mas se gritar, a gente te mata, entendeu? Melhor cooperar e aproveitar, que depois que terminarmos, tenho certeza que você vai implorar por mais.

E foi assim: ele tirou a mordaça e, sem perder tempo, meteu o pau na minha boca, empurrando até o fundo e sem um pingo de consideração. (Talvez sejam alguns dos homens que eu humilhei e tratei como meros objetos sexuais, e agora querem me fazer pagar na mesma moeda.) Não sei, mas é melhor eu aproveitar ter vários caras no meu quarto, sedentos pra me foder, e sem cerimônia me tratarem como uma puta boneca inflável, enfiando o pau na minha boca, na minha buceta e, se quiserem, no meu cu.

O cara continuou arrombando minha boca com o falo enorme dele, como se estivesse comendo minha buceta. Eu não podia fazer nada, pois ainda estava amarrada de pés e mãos, e quando ele enfiava o pau comprido na minha boca, às vezes batia na minha garganta, me afogando em saliva. Mas eu não queria que parasse, porque a cada segundo eu gostava mais. O cara que estava enfiando os dedos na minha buceta começou a dilatar meu cu com um dos dedos, devagar, foi fazendo ele entrar e deixava lá dentro por alguns minutos, pra minha raba se acostumar a ter ele dentro. Nisso, outro dos caras diz pro cara que tava me comendo pela boca.

—E se soltarmos ela das pontas? Assim podemos mexer ela do nosso jeito e ela vai ter as mãos livres pra mais duas pessoas!!! Eu pensei: mais duas pessoas? E com esses três, ou seja, tenho cinco paus à minha disposição, pra fazer o que eu quiser com eles? Uau, na hora fiquei tão excitada que da minha buceta escorria líquido, o cara que tinha os dedos no meu cu percebeu na hora e falou pra eles —Parece que sua ideia agradou ela.

O outro cara topou e soltaram meus pés e mãos, mas sem tirar a venda dos meus olhos. Um cara deitou na cama e me mandaram subir nele de 69, minha raba ficava na cara dele e o pau dele nas minhas mãos. Aí chegou mais um, e enquanto um chupava minha buceta, outro tentava enfiar o pau no meu cu, empurrando devagar, até conseguir colocar só a ponta. Deixou ali uns minutos e confesso que foi uma dor gostosa, porque o pau dele parecia mais grosso que o normal. O outro continuava enfiando o pauzão na minha boca, tirava e me dava tapas com ele, dizendo —Viu? Te falei que você ia acabar gozando com uma fodida dessa. Eu sei porque você é uma puta e seu vício é pau. Eu respondia que sim, sou uma puta.

Nisso chegaram mais dois caras, e um me deu o pau dele. Com uma das mãos peguei, levei até minha boca e tentei enfiar os dois juntos. Devorava um atrás do outro, minha língua parecia uma cobra e meus lábios pareciam ventosas, sugando tudo. Eu tava no auge e não acreditava que tinha quatro homens ao mesmo tempo: um chupando minha buceta, um abrindo meu cu com o pau grosso e dois me dando os paus pra devorar.

Um dos caras mudou minha posição e me colocou de papo pra cima. Na hora peguei o pau do que tava me chupando há pouco e fui guiando até minha buceta já bem dilatada, e de uma sentada enfiei tudo até as bolas dele baterem na minha raba. Imediatamente, o mesmo cara que eu tava chupando o pau com a boca pegou nas minhas nádegas e foi abrindo elas pra meter o membro comprido dele no meu cu, e num golpe só conseguiu enfiar aquele animal enorme na minha buceta. Eu gritei e arqueei as costas de prazer, e sem me deixar dar mais um grito, o que tinha acabado de abrir meu cu com o pau gordo dele agora tava me dando estocadas na minha boca.

Já tinha três paus violentando cada um dos meus buracos, e como se isso não fosse suficiente, com cada mão eu tava masturbando os dois paus restantes, enquanto me xingavam, cuspiam em mim e me davam tapas — que, mesmo não sendo fortes, eram tapas do mesmo jeito. Eu me sentia como uma boneca, como uma puta no cio que qualquer cachorro pode comer. Esses cinco caras eram os cachorros, e pra eles eu era só uma puta que merecia ser castigada, fodida e xingada. Eu tava adorando tanto que tinha orgasmos múltiplos, com contrações e falta de ar. Mais de uma vez quase desmaiei, mas cada macho me metia com força quando via meus olhos revirando e me trazia de volta.

Eles aceleravam cada vez mais as estocadas, trocavam de posição, e os que tavam me comendo agora eu chupava e masturbava. Eu atendia todos com muita dedicação, e num momento todos começaram a me foder mais forte. Eu sabia que eles iam gozar, mas não liguei que fossem estranhos e também não me importei que fossem gozar dentro de mim. E foi assim: o primeiro a me dar o líquido quente e leitoso foi o que tava na minha boca, logo depois o que tinha o pau na minha pussy, e então o que tava arrombando meu cu. Ele saiu na hora do meu cu, e outro cara continuou me comendo pelo cu, já cheio de porra e escorrendo pra todo lado. Ele não demorou muito pra explodir o leite dele dentro do meu cu também, e o que sobrou jogou os fluidos dele nos meus peitos.

Aí eu tava deitada na cama, com o cu arrombado, escorrendo uma quantidade enorme de porra. com a buceta aberta e um pouco inchada, cheia dos meus fluidos e de mais porra de algum daqueles machos no cio, com a boca cheia e escorrendo pelos lábios aquele líquido precioso, e com minhas tetas lambuzadas daquela porra que eu tanto gosto,

um dos caras chegou perto de mim e falou -Não tira a venda dos olhos até ouvir o portão fechar, entendido? E se quiser outra foda como a de hoje, é só deixar teu portão entreaberto, que a gente cuida do resto...

eu ouvi eles saírem do quarto e descerem minha escada de ferro velha e enferrujada, abriram o portão e, quando fecharam, só ouvi o pulsar do meu coração. eu estava exausta e tinha sêmen por todo o meu corpo. tirei a venda dos olhos e fiquei olhando pro teto do meu quarto, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. passou de um sonho molhado pra um estupro e terminou sendo uma fantasia realizada. fui tomar um banho e, quando saí, fui pra sala, onde acabei dormindo.

agora, todo fim de semana, deixo meu portão entreaberto, esperando ser a puta de algum bando de cachorros no cio...


Espero que essa história tenha sido do seu agrado, foi um pouco longa e agradeço infinitamente a todos que tiram um tempo pra me ler. Vou continuar postando material de leitura sempre que tiver tempo e espero pelos comentários de vocês. Se tiverem algum tema que queiram transformar em história, me avisem. Mando beijos pra todos e bom dia.

3 comentários - Sonhos Molhados (Parte 2 Final)

Brutal tu relato, me gusta. Confirma un poco que a las mujeres en sus fantasías mas profundas les excitan estas situaciones de sexo con desconocidos incluso sin consentimiento.
que bueno que te gusto 😉 y en mas de una mujer esta reprimido esa fantasía de ser el objeto de placer de varios hombres desconocidos, o de tener sexo con un grupo de desconocidos en algún lugar fuera de lo común. 🤤 🤤
corpi +1
Buen relato, brutal cojida te pegaron, ya me gustaria ser uno de los "violadores". Casi mejor sin violación. 🤤
Te dejo puntines 😉
Saludos
que Bueno que te gusto nene, y a de ser una fantacia recurrente igual para los tíos poder montar una Maja por la fuerza. saludos
Me encanto!! Tenes un cuerpo hermoso!!! Pasate por mi post si queres, besote! http://www.poringa.net/posts/relatos/2610240/Soporte-Tecnico-alta-temperatura.html