Espero que vocês tenham gostado da história.
Na esquina da casa do Ricardo, esperei impaciente o momento de entrar nela. Quando vi ele sair, rapidamente com a cópia da chave entrei, e me apressei até o quarto de serviço que ficava ao lado do principal, com o banheiro no meio, e me escondi debaixo da cama para não ser pego.
Pouco depois, senti a porta se abrir. Com certeza era o Ricardo voltando. Uma música suave começou a tocar por todo o lugar, e por um bom tempo foi só o que se ouvia, até que a campainha tocou. Saí do meu esconderijo e entreabri a porta para poder escutar.
— Oi Carla, que alegria, pra ser sincero, duvidei que você viesse.
— Oi Ricardo, por que eu não viria? A verdade é que precisava falar com você.
— Entra, fica à vontade.
Discretamente, olhei para o corredor que dava para os quartos. As portas estavam fechadas. No de serviço, o corno esperava, pronto pra curtir minha infidelidade.
Sentei num sofá.
— O que você quer beber?
— Preciso de algo forte.
Barulho de copos e garrafas.
— O que houve?
— Tenho certeza de que meu marido me trai — disse uma Carla que parecia alterada.
Devagar, saí do quarto e avancei pelo corredor. Uma porta sanfonada separava o corredor da sala principal e fechava a área dos banheiros e quartos. Escondido atrás dela, podia ver pelas frestas o que estava rolando.
Carla, totalmente transtornada, pegou o copo de uísque que estava na frente e virou de um gole só. Ela nunca bebia álcool. Rapidamente, Ricardo encheu o copo dela de novo. Aquele filho da puta queria embebedar ela pra conseguir o que queria.
— E como você pode ter certeza?
E Carla contou tudo o que tinha acontecido, enquanto de vez em quando dava mais um gole. Os gestos dela começaram a ficar descontrolados. Era óbvio que o álcool já tava fazendo efeito rápido.
— Não leva tão a sério, Carla. O que acontece é que depois de alguns anos juntos, o tédio fica grande demais e, diante da oportunidade, até o mais forte cambaleia.
- Mas eu não fiz nada, e não mereço essa atitude.
- Você não tá cansada da rotina?
- Eu era feliz no meu casamento.
Ricardo sentou ao lado dela, encheu o copo de novo e a incentivou a beber, o que Carla fez como uma autômata. Era óbvio que ela já não tinha controle sobre si. Ricardo começou a acariciar o cabelo dela, enquanto a consolava.
- Não leva por esse lado, você é jovem e gostosa. Tem que aproveitar a vida e não se amargurar com essas coisas.
- Não me amarguro, fico puta. Dá vontade de encher de porrada aquele filho da puta...
Enquanto Carla desabafava a raiva, Ricardo deslizou a mão dos cabelos dela para o pescoço e os ombros da minha mulher. Ela fechou os olhos e um tremor percorreu o corpo dela.
- Tô tonta, melhor eu ir embora, disse ela tentando se levantar.
Ricardo segurou ela.
- Você não tá em condições de dirigir. Melhor deitar um pouco.
- Acho que cê tem razão. Bebi demais, mas não queria te causar problemas.
- Imagina. Vem comigo, e ajudou ela a se levantar. Rapidamente saí do meu lugar e voltei pro quarto, me escondendo debaixo da cama.
Senti eles passando em direção ao quarto principal. Quando abriram a porta e entraram, saí do meu esconderijo e me aproximei da porta.
- Deita um pouco.
- Valeu, Ricardo. Você é um amigo de verdade, disse Carla com a voz pastosa.
- Não me agradece, Carla. O que eu quero é que você seja feliz.
- O que cê tá fazendo? Disse Carla meio dormindo.
- Só garantindo que você fique confortável. Descansa.
Me aproximei da porta. Ricardo, inclinado sobre a cama, estava desabotoando a camisa de Carla. Quando terminou, puxou a peça pra tirar da calça, e depois, sem nenhuma resistência da minha mulher, tirou ela de vez, deixando-a só com um sutiã transparente, que deixava ver os peitos lindos dela. Devagar, ele acariciou eles, sem que Carla se opusesse. Pelo contrário, os suspiros dela mostravam que o toque dava prazer.
Devagar, ele... desabotoou o jeans que ele usava, tirou os sapatos dela e os deslizou para baixo, deixando-a só de fio dental, também transparente. Dava pra ver a monte de Vênus dela, que convidava a ser acariciada. Ricardo percorreu as pernas dela e, lentamente, tomou posse da buceta dela, suavemente, acariciando, fazendo minha mulher gemer de prazer e abrir as pernas para facilitar as carícias.
— O que você tá fazendo? — minha mulher perguntou de novo.
— Não tá gostando?
— Tô, adoro, mas não é certo.
— Tudo que te dá prazer é certo, Carlita.
— Gosto muito, mas... aaaaaaah — disse minha mulher quando foi varrida pelo primeiro orgasmo dela. Fechou as pernas, apertando a mão de Ricardo, e se deixou levar. Quando relaxou, Ricardo se levantou e se despiu rápido. Mostrava uma ereção impressionante. Deitou ao lado da minha esposa e voltou a acariciar os peitos e a buceta dela. Agora, aproveitando a lubrificação, puxou o fio dental dela e um dos dedos dele entrou no corpo dela. Minha mulher gemeu de prazer de novo. Ricardo se inclinou sobre ela e tomou a boca dela. Carla respondeu, e dava pra ver as línguas deles se misturando. Não tinha mais volta. Ricardo ia possuir minha esposa, e nada nem ninguém ia impedir. Bah, eu podia ter impedido, mas mesmo pensando nisso, meu desejo de ver ela trepar com outro foi mais forte que meu ciúme.
As mãos de Carla começaram a acariciar o rosto de Ricardo, desceram pelo peito dele e finalmente chegaram na vara dele. Ela pegou e começou a masturbar ele devagar, enquanto a outra mão dela apalpava as bolas dele, que estavam duras e cheias, carregadas de porra.
— Me faz sua — implorou Carla, e Ricardo na hora se posicionou sobre ela e abriu as pernas dela. Se olharam com desejo, e Ricardo pegou a ferramenta dele, colocou na entrada da caverna da minha mulher, e a cabeça do pau dele perfurou ela. Carla fechou os olhos e levantou as pernas pra envolver a cintura dele, convidando ele a avançar, o que Ricardo fez sem parar até os corpos deles se fundirem. Dali então começou a dança do sexo, com um vai e vem harmônico e sensual que me excitou, fazendo meu pau distender como nunca.
Quase sem perceber, tirei ele e comecei a me masturbar devagar.
Minha mulher gozou de novo ruidosamente, e depois de alguns minutos, Ricardo a colocou de quatro e voltou a penetrá-la, enquanto um dos dedos dele brincava com a bunda dela. Um alerta acendeu. Ele queria sodomizá-la, mas isso era impossível. Minha mulher jamais aceitaria.
— O que você está fazendo? — disse Carla virando a cabeça para olhar pra ele.
— Tô te acariciando — disse ele enquanto um dos dedos sumia dentro do cu dela. Um sobressalto da minha esposa mostrou que ela sentiu.
— Nunca fiz isso por aí, e não quero fazer — disse ela olhando pra ele.
— Tá bem, mas aposto que seu maridinho agora tá metendo a bunda na amiga dele — disse ele, enquanto continuava com o dedo enfiado e bombando.
Minha mulher se virou e voltou à posição inicial. Continuaram assim por mais um tempo, até que minha mulher olhou pra ele de novo.
— Vai doer muito?
— Não, meu amor, vou ser bem suave, juro — disse ele, e lentamente um segundo dedo foi entrando no cu da minha esposa.
Não acreditei no que ia acontecer. O que ela sempre me negou, ia dar pra um desconhecido. Quando Ricardo tirou o pau e usou os fluidos dela pra lubrificar, encaixou a cabeça na porta do cu dela, minha punheta acelerou. Minha esposa gemeu quando a ponta do pau atravessou o esfíncter dela, e continuou gemendo enquanto Ricardo, devagar, deixava o cu dela se adaptar ao invasor.
— Tá doendo? — perguntou solícito.
— Não muito, mas vai devagar — suplicou minha mulher.
Enfim, depois de um bom tempo de manobras de adaptação, terminaram corpo contra corpo. Ricardo tinha sodomizado ela por completo. Minha mulher enfiou uma mão entre as pernas e encontrou as bolas do macho, coladas no corpo dela.
— Entrou tudo — disse ela, admirada.
— Tudo, meu amor, você engoliu ele todo — disse Ricardo, sufocado pelo prazer. sentia. Lentamente começou a se mexer, mas dava pra ver que tava custando muito.
— Carla, não aguento mais, juro que da próxima vez a gente vai transar um tempão, mas agora eu preciso gozar — falou ele, puxando ela pelo cabelo.
— Faz o que tem que fazer, Ricardo, sou toda sua — disse ela, dando sinal verde pro cara se aliviar.
Ricardo se mexeu umas duas vezes e, finalmente, enfiando até o fundo, começou a uivar de prazer. Minha mulher, se sentindo inundada, também gozou, e eu, acelerando, comecei a gozar como não fazia há muito tempo. Senti as paredes tremerem, e devagar caí de joelhos no chão enquanto continuava soltando jorra atrás de jorra de porra. Fiquei lá, tentando recuperar o fôlego, quando, ao abrir os olhos, me deparei com a Carla me olhando surpresa.
— Marcos, o que você tá fazendo aqui? — gritou ela, e na hora o Ricardo saiu do quarto.
— Marcos, eu falei que você não podia estar aqui — disse ele, também surpreso. — Como você entrou?
— Você conhece ele? — perguntou a Carla.
— Sim, é um colega de trabalho.
— Colega de trabalho? O que isso significa?
— Desculpa, Carla, mas você me atraiu tanto que ele disse que te conhecia e me passou seu telefone pra eu te ligar.
— Que me conhecia? Marcos, me explica o que tá rolando — falou Carla, ficando séria.
A cena teria sido cômica se não tivesse tanto drama. Ricardo pelado com o pau mole. Carla pelada com a porra escorrendo pelas pernas, e eu no chão, com o pau na mão, e jatos de porra marcando o chão e a parede.
— Carla, não fica brava, mas você sabe o que eu queria — falei, tentando explicar.
— Não tô entendendo nada do que vocês tão falando — disse Ricardo.
— Não me diga que você não sabe de nada — falou Carla, furiosa.
— Pelo amor de Deus, Carla, não tô entendendo nada.
Ela se virou e me encarou.
— Você não contou pra ele quem você é? — disse com cara de reprovação.
— Não, Carla. Senão ele não teria aceitado — falei, submisso.
Carla se virou e encarou o Ricardo.
— Sou a mulher do Marcos. Muito prazer, disse ele estendendo a mão.
Agora foi a vez de Ricardo surtar.
- Que???? Marcos, explica isso, por favor.
- Olha Ricardo, eu tinha a fantasia de ver minha mulher com outro, e ela não aceitava.
Ricardo me olhou com nojo.
- Você é um degenerado. Não se brinca assim com as pessoas.
- Vou me vestir, disse Carla, e pegando a roupa dela, entrou rápido no banheiro.
- Desculpa Ricardo, mas você não sabe o que é ter uma fantasia dessas.
Ricardo deu meia-volta e entrou no quarto. Eu o segui enquanto explicava.
Ricardo se vestia, eu explicava, e ouviu-se a porta da entrada se fechando. Carla tinha ido embora.
Demorei um tempão até conseguir que Ricardo entendesse as razões, até que, finalmente, saí da casa dele convencido de que tinha conseguido acalmá-lo. Agora era a vez de Carla.
Quando cheguei em nossa casa, o carro estava lá, mas ao subir, encontrei o armário dela vazio e um bilhete em cima da mesa de cabeceira.
"Marcos. Espero que tenha curtido o show. Não vou mais morar com você. Prefiro um homem de verdade que não sinta prazer em me entregar pros outros. Seja feliz com suas lembranças e que elas tenham valido a pena."
Enfim, eu merecia, e foi assim que perdi a Carla. O mais triste é que ela foi morar com o Ricardo, eles se casaram e hoje já têm dois filhos e são extremamente felizes.
Às vezes a vejo quando vai buscar o Ricardo no trabalho. A gente se cumprimenta de longe, e ao voltar, não consigo evitar de me masturbar só de pensar no que a gente fazia na cama, e principalmente no que eu vi ela fazer com outro.
Na esquina da casa do Ricardo, esperei impaciente o momento de entrar nela. Quando vi ele sair, rapidamente com a cópia da chave entrei, e me apressei até o quarto de serviço que ficava ao lado do principal, com o banheiro no meio, e me escondi debaixo da cama para não ser pego.
Pouco depois, senti a porta se abrir. Com certeza era o Ricardo voltando. Uma música suave começou a tocar por todo o lugar, e por um bom tempo foi só o que se ouvia, até que a campainha tocou. Saí do meu esconderijo e entreabri a porta para poder escutar.
— Oi Carla, que alegria, pra ser sincero, duvidei que você viesse.
— Oi Ricardo, por que eu não viria? A verdade é que precisava falar com você.
— Entra, fica à vontade.
Discretamente, olhei para o corredor que dava para os quartos. As portas estavam fechadas. No de serviço, o corno esperava, pronto pra curtir minha infidelidade.
Sentei num sofá.
— O que você quer beber?
— Preciso de algo forte.
Barulho de copos e garrafas.
— O que houve?
— Tenho certeza de que meu marido me trai — disse uma Carla que parecia alterada.
Devagar, saí do quarto e avancei pelo corredor. Uma porta sanfonada separava o corredor da sala principal e fechava a área dos banheiros e quartos. Escondido atrás dela, podia ver pelas frestas o que estava rolando.
Carla, totalmente transtornada, pegou o copo de uísque que estava na frente e virou de um gole só. Ela nunca bebia álcool. Rapidamente, Ricardo encheu o copo dela de novo. Aquele filho da puta queria embebedar ela pra conseguir o que queria.
— E como você pode ter certeza?
E Carla contou tudo o que tinha acontecido, enquanto de vez em quando dava mais um gole. Os gestos dela começaram a ficar descontrolados. Era óbvio que o álcool já tava fazendo efeito rápido.
— Não leva tão a sério, Carla. O que acontece é que depois de alguns anos juntos, o tédio fica grande demais e, diante da oportunidade, até o mais forte cambaleia.
- Mas eu não fiz nada, e não mereço essa atitude.
- Você não tá cansada da rotina?
- Eu era feliz no meu casamento.
Ricardo sentou ao lado dela, encheu o copo de novo e a incentivou a beber, o que Carla fez como uma autômata. Era óbvio que ela já não tinha controle sobre si. Ricardo começou a acariciar o cabelo dela, enquanto a consolava.
- Não leva por esse lado, você é jovem e gostosa. Tem que aproveitar a vida e não se amargurar com essas coisas.
- Não me amarguro, fico puta. Dá vontade de encher de porrada aquele filho da puta...
Enquanto Carla desabafava a raiva, Ricardo deslizou a mão dos cabelos dela para o pescoço e os ombros da minha mulher. Ela fechou os olhos e um tremor percorreu o corpo dela.
- Tô tonta, melhor eu ir embora, disse ela tentando se levantar.
Ricardo segurou ela.
- Você não tá em condições de dirigir. Melhor deitar um pouco.
- Acho que cê tem razão. Bebi demais, mas não queria te causar problemas.
- Imagina. Vem comigo, e ajudou ela a se levantar. Rapidamente saí do meu lugar e voltei pro quarto, me escondendo debaixo da cama.
Senti eles passando em direção ao quarto principal. Quando abriram a porta e entraram, saí do meu esconderijo e me aproximei da porta.
- Deita um pouco.
- Valeu, Ricardo. Você é um amigo de verdade, disse Carla com a voz pastosa.
- Não me agradece, Carla. O que eu quero é que você seja feliz.
- O que cê tá fazendo? Disse Carla meio dormindo.
- Só garantindo que você fique confortável. Descansa.
Me aproximei da porta. Ricardo, inclinado sobre a cama, estava desabotoando a camisa de Carla. Quando terminou, puxou a peça pra tirar da calça, e depois, sem nenhuma resistência da minha mulher, tirou ela de vez, deixando-a só com um sutiã transparente, que deixava ver os peitos lindos dela. Devagar, ele acariciou eles, sem que Carla se opusesse. Pelo contrário, os suspiros dela mostravam que o toque dava prazer.
Devagar, ele... desabotoou o jeans que ele usava, tirou os sapatos dela e os deslizou para baixo, deixando-a só de fio dental, também transparente. Dava pra ver a monte de Vênus dela, que convidava a ser acariciada. Ricardo percorreu as pernas dela e, lentamente, tomou posse da buceta dela, suavemente, acariciando, fazendo minha mulher gemer de prazer e abrir as pernas para facilitar as carícias.
— O que você tá fazendo? — minha mulher perguntou de novo.
— Não tá gostando?
— Tô, adoro, mas não é certo.
— Tudo que te dá prazer é certo, Carlita.
— Gosto muito, mas... aaaaaaah — disse minha mulher quando foi varrida pelo primeiro orgasmo dela. Fechou as pernas, apertando a mão de Ricardo, e se deixou levar. Quando relaxou, Ricardo se levantou e se despiu rápido. Mostrava uma ereção impressionante. Deitou ao lado da minha esposa e voltou a acariciar os peitos e a buceta dela. Agora, aproveitando a lubrificação, puxou o fio dental dela e um dos dedos dele entrou no corpo dela. Minha mulher gemeu de prazer de novo. Ricardo se inclinou sobre ela e tomou a boca dela. Carla respondeu, e dava pra ver as línguas deles se misturando. Não tinha mais volta. Ricardo ia possuir minha esposa, e nada nem ninguém ia impedir. Bah, eu podia ter impedido, mas mesmo pensando nisso, meu desejo de ver ela trepar com outro foi mais forte que meu ciúme.
As mãos de Carla começaram a acariciar o rosto de Ricardo, desceram pelo peito dele e finalmente chegaram na vara dele. Ela pegou e começou a masturbar ele devagar, enquanto a outra mão dela apalpava as bolas dele, que estavam duras e cheias, carregadas de porra.
— Me faz sua — implorou Carla, e Ricardo na hora se posicionou sobre ela e abriu as pernas dela. Se olharam com desejo, e Ricardo pegou a ferramenta dele, colocou na entrada da caverna da minha mulher, e a cabeça do pau dele perfurou ela. Carla fechou os olhos e levantou as pernas pra envolver a cintura dele, convidando ele a avançar, o que Ricardo fez sem parar até os corpos deles se fundirem. Dali então começou a dança do sexo, com um vai e vem harmônico e sensual que me excitou, fazendo meu pau distender como nunca.
Quase sem perceber, tirei ele e comecei a me masturbar devagar.
Minha mulher gozou de novo ruidosamente, e depois de alguns minutos, Ricardo a colocou de quatro e voltou a penetrá-la, enquanto um dos dedos dele brincava com a bunda dela. Um alerta acendeu. Ele queria sodomizá-la, mas isso era impossível. Minha mulher jamais aceitaria.
— O que você está fazendo? — disse Carla virando a cabeça para olhar pra ele.
— Tô te acariciando — disse ele enquanto um dos dedos sumia dentro do cu dela. Um sobressalto da minha esposa mostrou que ela sentiu.
— Nunca fiz isso por aí, e não quero fazer — disse ela olhando pra ele.
— Tá bem, mas aposto que seu maridinho agora tá metendo a bunda na amiga dele — disse ele, enquanto continuava com o dedo enfiado e bombando.
Minha mulher se virou e voltou à posição inicial. Continuaram assim por mais um tempo, até que minha mulher olhou pra ele de novo.
— Vai doer muito?
— Não, meu amor, vou ser bem suave, juro — disse ele, e lentamente um segundo dedo foi entrando no cu da minha esposa.
Não acreditei no que ia acontecer. O que ela sempre me negou, ia dar pra um desconhecido. Quando Ricardo tirou o pau e usou os fluidos dela pra lubrificar, encaixou a cabeça na porta do cu dela, minha punheta acelerou. Minha esposa gemeu quando a ponta do pau atravessou o esfíncter dela, e continuou gemendo enquanto Ricardo, devagar, deixava o cu dela se adaptar ao invasor.
— Tá doendo? — perguntou solícito.
— Não muito, mas vai devagar — suplicou minha mulher.
Enfim, depois de um bom tempo de manobras de adaptação, terminaram corpo contra corpo. Ricardo tinha sodomizado ela por completo. Minha mulher enfiou uma mão entre as pernas e encontrou as bolas do macho, coladas no corpo dela.
— Entrou tudo — disse ela, admirada.
— Tudo, meu amor, você engoliu ele todo — disse Ricardo, sufocado pelo prazer. sentia. Lentamente começou a se mexer, mas dava pra ver que tava custando muito.
— Carla, não aguento mais, juro que da próxima vez a gente vai transar um tempão, mas agora eu preciso gozar — falou ele, puxando ela pelo cabelo.
— Faz o que tem que fazer, Ricardo, sou toda sua — disse ela, dando sinal verde pro cara se aliviar.
Ricardo se mexeu umas duas vezes e, finalmente, enfiando até o fundo, começou a uivar de prazer. Minha mulher, se sentindo inundada, também gozou, e eu, acelerando, comecei a gozar como não fazia há muito tempo. Senti as paredes tremerem, e devagar caí de joelhos no chão enquanto continuava soltando jorra atrás de jorra de porra. Fiquei lá, tentando recuperar o fôlego, quando, ao abrir os olhos, me deparei com a Carla me olhando surpresa.
— Marcos, o que você tá fazendo aqui? — gritou ela, e na hora o Ricardo saiu do quarto.
— Marcos, eu falei que você não podia estar aqui — disse ele, também surpreso. — Como você entrou?
— Você conhece ele? — perguntou a Carla.
— Sim, é um colega de trabalho.
— Colega de trabalho? O que isso significa?
— Desculpa, Carla, mas você me atraiu tanto que ele disse que te conhecia e me passou seu telefone pra eu te ligar.
— Que me conhecia? Marcos, me explica o que tá rolando — falou Carla, ficando séria.
A cena teria sido cômica se não tivesse tanto drama. Ricardo pelado com o pau mole. Carla pelada com a porra escorrendo pelas pernas, e eu no chão, com o pau na mão, e jatos de porra marcando o chão e a parede.
— Carla, não fica brava, mas você sabe o que eu queria — falei, tentando explicar.
— Não tô entendendo nada do que vocês tão falando — disse Ricardo.
— Não me diga que você não sabe de nada — falou Carla, furiosa.
— Pelo amor de Deus, Carla, não tô entendendo nada.
Ela se virou e me encarou.
— Você não contou pra ele quem você é? — disse com cara de reprovação.
— Não, Carla. Senão ele não teria aceitado — falei, submisso.
Carla se virou e encarou o Ricardo.
— Sou a mulher do Marcos. Muito prazer, disse ele estendendo a mão.
Agora foi a vez de Ricardo surtar.
- Que???? Marcos, explica isso, por favor.
- Olha Ricardo, eu tinha a fantasia de ver minha mulher com outro, e ela não aceitava.
Ricardo me olhou com nojo.
- Você é um degenerado. Não se brinca assim com as pessoas.
- Vou me vestir, disse Carla, e pegando a roupa dela, entrou rápido no banheiro.
- Desculpa Ricardo, mas você não sabe o que é ter uma fantasia dessas.
Ricardo deu meia-volta e entrou no quarto. Eu o segui enquanto explicava.
Ricardo se vestia, eu explicava, e ouviu-se a porta da entrada se fechando. Carla tinha ido embora.
Demorei um tempão até conseguir que Ricardo entendesse as razões, até que, finalmente, saí da casa dele convencido de que tinha conseguido acalmá-lo. Agora era a vez de Carla.
Quando cheguei em nossa casa, o carro estava lá, mas ao subir, encontrei o armário dela vazio e um bilhete em cima da mesa de cabeceira.
"Marcos. Espero que tenha curtido o show. Não vou mais morar com você. Prefiro um homem de verdade que não sinta prazer em me entregar pros outros. Seja feliz com suas lembranças e que elas tenham valido a pena."
Enfim, eu merecia, e foi assim que perdi a Carla. O mais triste é que ela foi morar com o Ricardo, eles se casaram e hoje já têm dois filhos e são extremamente felizes.
Às vezes a vejo quando vai buscar o Ricardo no trabalho. A gente se cumprimenta de longe, e ao voltar, não consigo evitar de me masturbar só de pensar no que a gente fazia na cama, e principalmente no que eu vi ela fazer com outro.
2 comentários - Voyeurismo Fatal ( 4ta. parte y final)