Voyeurismo Fatal ( 4ta. parte y final)

Espero que tenham gostado da história.

Na esquina da casa do Ricardo, esperei impaciente o momento de entrar. Quando o vi sair, rapidamente entrei com a cópia da chave e corri para o quarto de empregada, que ficava ao lado do principal, com o banheiro no meio, e me escondi debaixo da cama para não ser pego.

Depois de um tempo, ouvi a porta abrir. Certamente era o Ricardo voltando. Uma música suave começou a tocar por todo o lugar, e por um bom tempo foi tudo o que se ouviu, até que a campainha tocou. Saí do meu esconderijo e entreabri a porta para conseguir escutar.

— Oi, Carla, que alegria! Na verdade, eu duvidava que você viesse.
— Oi, Ricardo! Por que eu não viria? Precisava mesmo conversar com você.
— Mas entra, fica à vontade.

Discretamente, olhei para o corredor que dava para os quartos. As portas estavam fechadas. No quarto de empregada, o corno esperava para curtir minha infidelidade.

Sentei-me numa poltrona.
— O que você quer beber?
— Na verdade, preciso de algo forte.

Barulho de taças e garrafas.
— O que está acontecendo?
— Tenho certeza de que meu marido está me traindo — disse uma Carla que parecia agitada.

Lentamente, saí do quarto e avancei pelo corredor. Uma porta de correr separava o corredor da área principal e fechava a zona dos banheiros e do quarto. Escondido atrás dela, eu conseguia ver pelas frestas o que acontecia.

Carla, totalmente alterada, pegou o copo de uísque que estava à sua frente e o tomou de uma só vez. Ela nunca bebia álcool. Rapidamente, Ricardo encheu seu copo novamente. O filho da puta queria embebedá-la para que ela se entregasse.

— E como você tem certeza disso?

E Carla contou tudo o que havia acontecido, enquanto de vez em quando dava mais um gole. Seus gestos começaram a ficar descoordenados. Era evidente que o álcool estava fazendo efeito rápido.

— Não encare assim, Carla. O que acontece é que, depois de alguns anos juntos, o tédio fica enorme e diante da... oportunidade, até o mais forte vacila.
- Mas eu não fiz nada, e não mereço essa atitude.
- Você não está cansada da rotina?
- Eu era feliz no meu casamento.

Ricardo sentou ao lado dela, encheu seu copo de novo e a incentivou a beber, o que Carla fez como uma autômata. Era óbvio que ela já não tinha controle sobre si mesma. Ricardo começou a acariciar seu cabelo, enquanto a consolava.
- Não leve assim, você é jovem e gostosa. Tem que aproveitar a vida e não ficar amargurada por essas coisas.
- Não tô amargurada, tô puta da vida. Dá vontade de cair na porrada com aquele filho da puta...

Enquanto Carla despejava sua raiva, Ricardo deslizava a mão dos cabelos dela até o pescoço e os ombros da minha mulher. Ela fechou os olhos e um tremor percorreu seu corpo.
- Tô tonta, é melhor eu ir embora, disse tentando se levantar.

Ricardo a segurou.
- Você não está em condições de dirigir. Seria melhor você deitar um pouco.
- Acho que você tem razão. Bebi demais, mas não quero te causar problemas.
- Nada disso. Vem comigo, e a ajudou a levantar.

Rapidamente deixei meu lugar e voltei para o quarto, me escondendo debaixo da cama.
Senti eles passando em direção ao quarto principal. Quando abriram a porta e entraram, saí do meu esconderijo e me aproximei da porta.

- Deita um pouco.
- Obrigada, Ricardo. Você é mesmo um amigo, disse Carla com a voz grossa.
- Não me agradeça, Carla. O que eu quero é que você seja feliz.
- O que você tá fazendo? Disse Carla, meio adormecida.
- Tô te deixando confortável. Você descansa.

Me aproximei da porta. Ricardo, inclinado sobre a cama, estava desabotoando a blusa de Carla. Quando terminou, puxou a peça para fora da calça e, sem nenhuma resistência da minha mulher, terminou de tirá-la, deixando-a apenas com um sutiã transparente, que deixava transparecer seus seios lindos. Lentamente os acariciou, sem que Carla se opusesse. Pelo contrário, os suspiros dela indicavam que aquilo estava dando prazer.
Lentamente ele... Ele abriu o jeans que estava usando, tirou os sapatos e deslizou a calça para baixo, deixando-a apenas com seu fio-dental também transparente. Dava para ver seu monte de Vênus, que convidava a ser acariciado. Ricardo percorreu suas pernas e lentamente tomou posse de sua buceta, suavemente, de forma carinhosa, provocando na minha mulher gemidos de prazer e fazendo com que ela abrisse as pernas para facilitar as carícias.

— O que você está fazendo? — minha mulher perguntou de novo.

— Você não gosta?

— Sim, eu adoro, mas não está certo.

— Tudo que te dá prazer está certo, Carlita.

— Eu gosto muito, mas… ahhhhhh — disse minha mulher quando foi atingida pelo seu primeiro orgasmo. Ela fechou as pernas apertando a mão de Ricardo e se deixou levar. Quando relaxou, Ricardo se levantou e se despiu rapidamente. Mostrava uma ereção impressionante. Deitou-se ao lado da minha esposa e retomou suas carícias nos seios e na buceta dela. Agora, aproveitando a lubrificação, puxou o fio-dental e um de seus dedos entrou em seu corpo. Minha mulher gemeu de prazer novamente. Ricardo se inclinou sobre ela e tomou posse de sua boca. Carla correspondeu e dava para sentir como suas línguas se fundiam. Não havia mais volta. Ricardo ia possuir minha esposa, e nada nem ninguém poderia impedir. Bah, eu poderia ter impedido, mas mesmo pensando nisso, meu desejo de vê-la transar com outro foi mais forte que meu ciúme.

As mãos de Carla começaram a acariciar o rosto de Ricardo, desceram pelo seu peito e finalmente chegaram até seu pau. Ela o pegou e começou a masturbá-lo lentamente, enquanto a outra mão apertava suas bolas, que pareciam duras e cheias, carregadas de sêmen.

— Me faz sua — suplicou Carla, e Ricardo imediatamente se posicionou sobre ela e abriu suas pernas. Eles se olharam com desejo, e Ricardo pegou sua ferramenta, posicionou-a na entrada da caverna da minha mulher, e a cabeça de seu membro a penetrou. Carla fechou os olhos e levantou as pernas para envolver sua cintura, convidando-o a avançar, o que Ricardo fez sem parar até que seus corpos se fundiram. Dali e então começou a dança do sexo, com uma metida e tirada harmônica e sensual que me excitou, fazendo meu pau ficar duro como nunca.
Quase sem perceber, tirei ele para fora e comecei a me masturbar lentamente.
Minha mulherzinha gozou ruidosamente de novo, e depois de alguns minutos, Ricardo a colocou de quatro e a penetrou novamente, enquanto um dos dedos dele brincava com sua bunda. Uma luz de alerta se acendeu. Ele queria sodomizá-la, mas isso era impossível. Minha mulher nunca aceitaria.
— O que você está fazendo? — disse Carla, virando a cabeça para olhar para ele.
— Estou te acariciando — disse ele, enquanto um dos dedos se perdia dentro do seu cu. Um sobressalto da minha esposa mostrou que ela sentiu.
— Nunca fiz por aí, e não quero fazer — disse, olhando para ele.
— Tá bom, mas tenho certeza que seu maridinho, nesse momento, está dando uma foda na sua amiga — disse, enquanto continuava com o dedo enfiado e bombeando.
Minha mulher se virou e retomou sua posição inicial. Seguiram assim por mais um tempo, até que minha mulher olhou para ele novamente.
— Vai doer muito?
— Não, minha love, vou ser bem suave, juro — disse, e lentamente um segundo dedo foi entrando no cu da minha esposa.
Não podia acreditar no que ia acontecer. O que ela sempre me negou, ia dar para um desconhecido. Quando Ricardo a tirou e usou os líquidos dela para lubrificar, acomodou a cabeça na porta do seu traseiro, minha masturbação acelerou. Minha esposa gemeu quando a ponta do pau atravessou seu esfíncter, e continuou gemendo enquanto Ricardo lentamente deixava seu ânus se adaptar ao invasor.
— Está doendo? — perguntou solícito.
— Não muito, mas vai devagar — suplicou minha mulher.
Enfim, depois de um bom tempo de manobras de adaptação, terminaram um corpo contra o outro. Ricardo a havia sodomizado por completo. Minha mulher meteu uma mão entre as pernas e encontrou as bolas do macho que estavam coladas ao corpo dela.
— Entrou tudo — disse com espanto.
— Tudo, minha love, você engoliu tudo — disse Ricardo, agoniado de prazer que sentia. Lentamente começou a se mover, mas dava pra ver que tava difícil demais pra ele.
- Carla, não aguento mais, prometo que da próxima vez a gente fode bem, mas agora preciso me esvaziar — disse ele, segurando ela pelo cabelo.
- Faz o que tem que fazer, Ricardo, eu sou toda sua — ela falou, dando sinal verde pro alívio do macho.

Ricardo se moveu algumas vezes e, finalmente, enfiando até o fundo, começou a uivar de prazer. Minha mulher, ao se sentir inundada, também chegou ao orgasmo, e eu, acelerando, comecei a gozar como há muito tempo não fazia. Senti as paredes se mexendo e lentamente caí de joelhos no chão enquanto continuava a jorrar jato atrás de jato de porra. Fiquei ali tentando recuperar o fôlego e, ao abrir os olhos, me deparei com Carla me encarando surpresa.

- Marcos, o que você tá fazendo aqui? — ela gritou, e imediatamente Ricardo saiu do quarto.
- Marcos, eu disse que você não podia estar aqui — falou ela também surpresa. — Como você entrou?
- Você conhece ele? — Carla perguntou.
- Sim, é um colega de trabalho.
- Colega de trabalho? O que significa isso?
- Desculpa, Carla, mas eu te desejei tanto que ele disse que te conhecia e me deu seu telefone pra eu te ligar.
- Que me conhecia? Marcos, me explica o que tá acontecendo — disse Carla, ficando séria.

A cena teria sido cômica se não carregasse tanto drama. Ricardo pelado com o pau inchado. Carla pelada com porra escorrendo pelas pernas, e eu no chão, com o pau na mão, e jatos de porra marcando o chão e a parede.

- Carla, não fica brava, mas você sabe o que eu queria — falei, tentando explicar.
- Não entendo do que vocês tão falando — disse Ricardo.
- Não me diga que você não sabe de nada — Carla falou furiosa.
- Pelo amor de Deus, não entendo nada, Carla.
Ela se virou e me encarou.
- Você não contou pra ele quem eu sou? — disse com expressão de reprovação.
- Não, Carla. Senão ele não teria aceitado — respondi, submisso.
Carla se virou e encarou Ricardo.
- Sou a mulher do Marcos. Prazer", disse ela, estendendo a mão.
Agora era a vez do Ricardo enlouquecer.
— O QUÊ????? Marcos, explica isso, por favor.
— Olha, Ricardo, eu tinha a fantasia de ver minha mulher com outro, e ela não aceitava.
Ricardo me olhou com nojo.
— Você é um degenerado. Não se brinca assim com as pessoas.
— Vou me vestir — disse Carla e, pegando suas roupas, entrou rápido no banheiro.
— Desculpa, Ricardo, mas você não sabe como é ter uma fantasia dessas.
Ricardo deu meia-volta e entrou no quarto. Eu o segui enquanto explicava.
Ricardo se vestia, eu explicava e ouvimos a porta de entrada se fechar. Carla tinha ido embora.
Levei um bom tempo para fazer o Ricardo entender minhas razões, até que, finalmente, saí de sua casa convencido de que tinha conseguido acalmá-lo. Agora era a vez da Carla.
Quando cheguei em nossa casa, o carro estava lá, mas ao subir, encontrei o armário dela vazio e um bilhete sobre a mesa de cabeceira.
"Marcos. Espero que tenha curtido o show. Não vou voltar a viver com você. Prefiro um homem de verdade que não curta me entregar aos outros. Que você seja feliz com suas lembranças e que tenham valido a pena."
Enfim, eu mereci, e assim perdi a Carla. O mais triste é que ela foi morar com o Ricardo, eles se casaram e hoje já têm dois filhos e são extremamente felizes.
Às vezes a vejo quando vai buscar o Ricardo no trabalho. Nos cumprimentamos de longe com a mão, e ao voltar, não posso deixar de me masturbar só de pensar no que fazíamos na cama, e principalmente no que a vi fazer com outro.

2 comentários - Voyeurismo Fatal ( 4ta. parte y final)

Jajaja chabón. Sos un guionista de primera oculto en la selva de internet. Tiene cosas que cambiaría pero me leí los cuatro relatos juntos Gran película!