Sou Alejandro, um homem de 35 anos, moro em Caracas, Venezuela. Há um ano estou desempregado por causa das condições ruins do país, o que tem causado muitos problemas na minha vida pessoal, já que minha esposa, uma loira gostosa da minha idade e com quem estou há 10 anos, só discute, me insulta e me humilha, me chamando de coisas como encostado, viado que não consegue nem comprar a própria cueca, e grita comigo quando chega do trabalho (secretária de um banco) e não encontra a comida pronta, a casa limpa e a roupa lavada.
O apartamento onde moramos foi cedido pelo Governo, e uma das condições que nos impuseram na entrega foi que ele tem que estar no nome da mulher, como um plano para evitar maus-tratos às mulheres. Estou indefeso, já que não tenho para onde ir nem o que comer, então tenho que aguentar tudo passivamente. Até já não transamos mais, só quando ela quer, em média uma vez por mês, então tenho que me masturbar várias vezes ao dia, e é tão grande a depressão e a condição passiva humilhante que tive que assumir que ultimamente me dou prazer me penetrando analmente com os dedos, e muitas vezes visto as roupinhas da minha mulher escondido enquanto ela trabalha e eu faço as tarefas de casa.
Há alguns meses ela diz que o horário de trabalho dela está desorganizado porque a obrigam a fazer horas extras, mas quando vejo as fotos que as amigas dela postam no Facebook, percebo que é só uma desculpa para sair pra farrear. Tanta mentira e o fato de transarmos tão raramente me fez pensar que ela já tem outro, então um dia instalei um keylogger no computador para descobrir no que ela anda gastando tempo, e realmente descobri que ela está saindo com nada mais, nada menos que o irmão de uma colega de trabalho, que é policial. Isso sim me deixa pior, não tenho para onde ir, sem dinheiro, sem emprego, e agora minha esposa é comida por um cara armado e um policial que, se eu fizesse algo com ele ou com ela, com certeza ia me foder.
Tanta humilhação e depressão me levaram a aceitar que sou só a escrava da minha mulher e, se eu aceitar de uma vez sem aspirar a nada mais, assim todos seremos felizes. E uma noite na cama com ela, pedi pra ela meter os dedos em mim, e ela fez com maldade, o que despertou em mim uma puta que queria gemer e se contorcer de prazer. Então pedi pra ela meter algo maior, e ela foi até a mesa de cabeceira e tirou de uma gaveta uma escova com um cabo bem grosso e enfeitado, e começou a enfiar devagar, mas como não queria entrar, eu mesma peguei e enfiei pra dentro, depois peguei a mão dela na escova e comecei a mover pra frente e pra trás. Eu tava super feliz, me sentia livre, tava curtindo muito e por um momento me senti confortável com tudo que tava rolando.
A felicidade não durou muito, porque quando tudo acabou, ela disse que se sentiu muito desconfortável e que sentiu nojo, e perguntou por que eu pedia coisas assim. Eu respondi que era só um roleplay e pensei que podia apimentar nossa relação sexual e todas essas besteiras que colocam em fóruns da internet, que isso é normal numa relação hétero e que não tem que pensar mal, mas já que não deu certo, não se preocupa, não vai se repetir.
De novo, eu tava mais deprimido do que nunca, e agora se soma à relação a palavra "nojo". E se existia um mínimo de respeito por mim, já perdi e troquei por uma imagem de homossexual enrustido. No dia seguinte, ao espiar com o keylogger o PC dela, os chats com o policial, como já contei, eles falaram de mim e ela contou o nojo que sentiu de tudo que aconteceu na noite anterior, claro com os devidos "hahahaha", e ele respondeu que o que me faltava era era pau e que admirava ela por manter essa relação por pena que tinha de mim, e depois, entre brincadeiras, disse pra ela avisar quando ela disse pra avisar ela pra me colocar pra mamar, mas isso eu termino de contar numa segunda parte... tchau, espero que vocês gostem e comentem.http://www.poringa.net/posts/relatos/2613523/Soportando-los-cuernos-que-mi-esposa-me-pone-II.html
O apartamento onde moramos foi cedido pelo Governo, e uma das condições que nos impuseram na entrega foi que ele tem que estar no nome da mulher, como um plano para evitar maus-tratos às mulheres. Estou indefeso, já que não tenho para onde ir nem o que comer, então tenho que aguentar tudo passivamente. Até já não transamos mais, só quando ela quer, em média uma vez por mês, então tenho que me masturbar várias vezes ao dia, e é tão grande a depressão e a condição passiva humilhante que tive que assumir que ultimamente me dou prazer me penetrando analmente com os dedos, e muitas vezes visto as roupinhas da minha mulher escondido enquanto ela trabalha e eu faço as tarefas de casa.
Há alguns meses ela diz que o horário de trabalho dela está desorganizado porque a obrigam a fazer horas extras, mas quando vejo as fotos que as amigas dela postam no Facebook, percebo que é só uma desculpa para sair pra farrear. Tanta mentira e o fato de transarmos tão raramente me fez pensar que ela já tem outro, então um dia instalei um keylogger no computador para descobrir no que ela anda gastando tempo, e realmente descobri que ela está saindo com nada mais, nada menos que o irmão de uma colega de trabalho, que é policial. Isso sim me deixa pior, não tenho para onde ir, sem dinheiro, sem emprego, e agora minha esposa é comida por um cara armado e um policial que, se eu fizesse algo com ele ou com ela, com certeza ia me foder.
Tanta humilhação e depressão me levaram a aceitar que sou só a escrava da minha mulher e, se eu aceitar de uma vez sem aspirar a nada mais, assim todos seremos felizes. E uma noite na cama com ela, pedi pra ela meter os dedos em mim, e ela fez com maldade, o que despertou em mim uma puta que queria gemer e se contorcer de prazer. Então pedi pra ela meter algo maior, e ela foi até a mesa de cabeceira e tirou de uma gaveta uma escova com um cabo bem grosso e enfeitado, e começou a enfiar devagar, mas como não queria entrar, eu mesma peguei e enfiei pra dentro, depois peguei a mão dela na escova e comecei a mover pra frente e pra trás. Eu tava super feliz, me sentia livre, tava curtindo muito e por um momento me senti confortável com tudo que tava rolando.
A felicidade não durou muito, porque quando tudo acabou, ela disse que se sentiu muito desconfortável e que sentiu nojo, e perguntou por que eu pedia coisas assim. Eu respondi que era só um roleplay e pensei que podia apimentar nossa relação sexual e todas essas besteiras que colocam em fóruns da internet, que isso é normal numa relação hétero e que não tem que pensar mal, mas já que não deu certo, não se preocupa, não vai se repetir.
De novo, eu tava mais deprimido do que nunca, e agora se soma à relação a palavra "nojo". E se existia um mínimo de respeito por mim, já perdi e troquei por uma imagem de homossexual enrustido. No dia seguinte, ao espiar com o keylogger o PC dela, os chats com o policial, como já contei, eles falaram de mim e ela contou o nojo que sentiu de tudo que aconteceu na noite anterior, claro com os devidos "hahahaha", e ele respondeu que o que me faltava era era pau e que admirava ela por manter essa relação por pena que tinha de mim, e depois, entre brincadeiras, disse pra ela avisar quando ela disse pra avisar ela pra me colocar pra mamar, mas isso eu termino de contar numa segunda parte... tchau, espero que vocês gostem e comentem.http://www.poringa.net/posts/relatos/2613523/Soportando-los-cuernos-que-mi-esposa-me-pone-II.html
6 comentários - Aguentando a galhada que minha esposa me dá