Litros de porra - Lauriiizorrita

Adoro sexo, e adoro praticar ao máximo com meu namorado. O problema é que, por timidez, ou talvez por uma educação cheia de preconceitos, nunca tive coragem de contar esse tipo de experiência fora do relacionamento. Mas como tudo tem um começo, há uma semana, fiquei sabendo por uma amiga, que costuma visitar frequentemente contos e relatos eróticos em sites, da existência deste lugar chamado: "Cartas Quentes da Mônica e da Fernanda". Por pura curiosidade, aproveitei uma tardezinha, em que o Julián (meu namorado) ainda não tinha chegado em casa do trabalho, para mergulhar de cabeça nisso. Quando entrei na seção de contos e comecei a ler, não vou mentir: fiquei surpresa ao me sentir tão identificada com a personagem de um deles. Daí surgiu a ideia de escrever o que tinha acontecido naquela ocasião e participar, por que não, do concurso de contos que este site tem para seus leitores (me desculpem todo esse preâmbulo).

As coisas aconteceram assim: "Era o entardecer de uma sexta-feira muito úmida e quente. O trabalho no meu escritório (dedicado à edição de uma revista de moda conhecida) felizmente estava chegando ao fim. Despedi-me das minhas colegas de trabalho enquanto colocava os cigarros dentro da bolsa e fui ao banheiro me arrumar um pouco antes de sair. Eu estava usando um vestidinho de verão de cores alegres, combinando com a estação, composto por uma saia mini (bem curtinha, para os repetidos protestos ciumentos do Julián), uma blusa levemente decotada, com alças finas, um blazer ajustado na cintura e um par de sandálias de salto alto e fino, bem gostosas. Depois de retocar a maquiagem, pendurei a bolsa no ombro e, em poucos minutos, saí do prédio da empresa. Embora meu namorado costumasse me buscar todas as tardes de carro, naquela ocasião ele não fez isso porque o carro estava no conserto. Então, não tive escolha a não ser... ir até a estação de metrô mais próxima, pra pegar um que me levasse até a Retiro.
Já tinha escurecido. Ao descer a escada, notei com espanto a enorme multidão de pessoas esperando, muitos deles de mau humor, a chegada de algum trem. Pelo que consegui ouvir, uma greve sindical tinha começado há algumas horas, e a frequência tinha caído pra menos da metade do normal, causando aquele congestionamento enorme de passageiros. Pra piorar, era a hora da saída de muitos trabalhadores (tanto da construção quanto das fábricas), o que gerava uma aglomeração inusitada de gente. Tive que aguentar empurrões, cotoveladas e as reclamações crescentes, que a cada minuto ficavam mais violentas. Isso não teria sido nada, comparado com o que aconteceu logo depois. Em dado momento, me vi cercada e apertada (dá pra dizer, espremida) por uma avalanche de homens, que na frente, atrás, à esquerda e à direita, me deixaram como sardinha enlatada. Embora não estivesse sufocada e, felizmente, não sofro de claustrofobia, o que começou a me incomodar foi sentir um número indeterminado, mas crescente, de mãos e dedos anônimos, me apalpando e pousando pelo corpo todo, se concentrando com especial interesse e insistência nas curvas carnudas da minha bunda. Não eram duas ou três, mas dezenas delas, que deslizavam, uma e outra vez, amassando minhas nádegas e, algumas, mais ousadas, as coxas nuas e à mostra, por causa da saia curta que eu usava. Sem ser a primeira vez que algo parecido me acontecia (qual mulher nunca teve a bunda tocada ao andar de ônibus ou metrô na "hora do rush"?), em ocasiões anteriores, a apalpação tinha sido sempre muito mais discreta e menos violenta.
Eu queria reclamar e tentei gritar pra expressar meu desconforto. Mas tudo foi em vão, já que o barulho ensurdecedor de centenas de vozes, umas xingando, outras falando alto, tornava impossível que a minha fosse ouvida, na Esse mar de uivos e sons. Também não conseguia fugir, me libertando desse apalpamento sórdido e constante, porque a multidão me mantinha literalmente imobilizada. No fim das contas, estava à mercê daqueles homens, me transformando num objeto sexual de prazer para todos eles.
Nessa altura, a borda inferior da minissaia tinha subido de forma escandalosa, deixando à mostra a pele morena e delicada da minha bunda, mal coberta por uma microtanga amarelo-limão que eu usava de calcinha. Os apalpamentos, toques, beliscões e esfregadas aumentaram de intensidade, ficando cada vez mais ousados e atrevidos, roçando, repetidamente, os lábios da minha buceta e o buraquinho do cu. Ao mesmo tempo, pude ver de relance que, com as mãos livres, eles se masturbavam excitados como animais, e muitos deles se aproximavam ainda mais do meu corpo para esfregar impunemente seus membros inchados na pele nua das minhas coxas. Alguns, os mais jovens, foram ainda mais longe, pois abaixaram sem muito disfarce os zíperes das calças, para que suas picas enormes, duras como sabres, fizessem contato direto com minha pele. Posso garantir que houve momentos em que senti a pressão úmida de cinco ou seis pirocas se apertando violentamente contra minhas nádegas e coxas, com movimentos de vai e vem, enquanto um sem-fim de sussurros e gemidos chegavam aos meus ouvidos. "Nossa, gostosa, que rabo empinado e macio você tem!", diziam alguns, atrás de mim, enquanto tentavam me furar, excitados como porcos. "Que prazer é esfregar as cabeças das nossas picas na pele macia das tuas coxas tão carnudas! Mexe-te, puta, mexe-te, até nos fazer gozar de prazer!", murmuravam outros, ao meu lado.
Naquele exato momento, lentamente, o metrô apareceu, vazando pelos trilhos, depois de mais de 25 minutos de espera insuportável. Se por um instante pensei que, com a chegada do trem, me livraria do vergonhoso assédio sexual ao qual estava sendo submetida, estava realmente enganada. Durou muito pouco. a ilusão, pois uma avalanche humana me levou, quase involuntariamente, para um dos vagões do metrô, continuando cercada e apertada pelos mesmos homens que, grudados como carrapatos famintos na minha pele, há muito tempo vinham me apalpando e bolinando na estação. Posso dizer que a situação ficou ainda pior, já que então, com o ambiente muito mais reduzido, a proximidade e a pressão dos corpos dos passageiros entre si se tornavam mais evidentes e pegajosas.
Assim que arrancamos, minha bunda e minhas coxas foram novamente alvo de dedos, mãos e paus, que num frenesi de tesão disputavam cada centímetro de pele disponível. Na minha frente, dois veteranos suados, com os olhos cravados no meu decote, de onde surgiam quase nus meus peitões enormes, se punhetavam vigorosamente, babando nojento nas próprias roupas. Nas minhas laterais, quatro ou cinco pirocas deslizavam pela pele bronzeada das minhas pernas, deixando rastros úmidos e cremosos de líquido pré-seminal onde quer que pousassem. E por trás, três jovens disputavam as delícias do meu cu, estando o do centro prestes a me penetrar pelo ânus, que já começava a arder de excitação. Sim,... não vou negar,... de excitação!!!
Agora me envergonho disso, mas, sinceramente, naquele instante, senti meu corpo percorrido por um impulso mórbido e irrefreável, começando a esquentar, como resposta inconsciente e primitiva, àquele assédio erótico constante. Deixando de lado toda resistência moral que tivesse antes, me deixei levar por aquele fogo que alimentava meu desejo de ser possuída como uma puta vulgar, e para isso, comecei a incentivá-los, mexendo disfarçadamente, de trás pra frente e de esquerda pra direita, minhas cadeiras. A resposta esperada e o efeito óbvio não demoraram a aparecer. Um dos velhos, que se masturbava na minha frente, tremendamente excitado pela visão que tinha das minhas tetas (já que, com malícia, eu havia corrido, meio pra baixo, a borda superior do top, deixando à mostra, "sem querer", um dos meus mamilos, insinuante e ereto), abaixou o zíper da calça dele, deixando sair pro ar, o pauzão imenso dele, apontando pra cima. Meu Deus do céu!! Nunca imaginei que um veterano, naquela idade, pudesse ter uma ereção tão descomunal. O cock dele não devia ter menos de 22 centímetros de comprimento, com uma haste venosa bem grossa, terminando numa cabeça avermelhada pela inflamação, e molhada pelos líquidos seminais. Como a minissaia já tava na altura da cintura, de tanto apalpar, e a thong também, que tinha escorregado pro lado, o velho conseguiu se aproximar fácil e enfiar a poronga dele na minha pussy, que já tava lubrificada, tipo manteiga derretida. Ao mesmo tempo, e por trás, o jovem do centro, colado nas minhas costas, enfiou o membro dele sem piedade, de uma só vez, sussurrando no meu ouvido, entre gemidos: "Vou te arrebentar o rabo, puta divina, até encher de porra!!". "Vai... mexe agora... mexeeeeee!!" A partir daquele instante, minha mente voou pro paraíso. Duplamente penetrada, eu curtia cada nova estocada ao máximo, especialmente pelo vigor e pela violência, da qual era vítima e algoz ao mesmo tempo. Já os caras dos meus lados, quase colados no meu corpo, continuavam se punhetando furiosamente, esfregando as picas, cada vez mais duras e molhadas, na pele bronzeada das minhas coxas. "Tô comendo essas coxas divinas que você tem, gostosa linda!!", falavam no meu ouvido, com vozes entrecortadas pelo tesão. Quero que saibam que, nessa altura, eu já tinha tido dois orgasmos fulminantes, e tava quase desmaiando, de tanto prazer que invadia meu corpo todo. Foi aí que o velho na frente começou a acelerar o ritmo das penetrações, e a respirar mais agitado e com dificuldade. Percebi que ele tava perto de gozar, e num impulso inexplicável, levei minha mão até as bolas dele, pra esfregar e apertar eles. Pela dureza e o tamanho gigantesco deles, foi impossível pegar os dois, então me contentei em pegar um de cada vez, massageando com força crescente. Momentos depois, sussurrando incoerências pra mim tipo: "Minha menina,... que peitão,... que bico do peito...., você vai me fazer gozar... e te banhar com todo meu leite de puta... raposa do caralho...!!", ele virou os olhos e começou a tremer de cima a baixo, convulsionando o corpo inteiro em espasmos prolongados. Um rio caudaloso de esperma fervente e grosso, jorrado do pau dele com uma pressão incrível, inundou cada canto da minha buceta, e como ele continuava gozando, transbordou, saindo pelos lados, banhando a parte de dentro das minhas duas coxas, escorrendo devagar até chegar nos meus pés. O outro veterano na minha frente, que tinha ficado observando como eu era comida pelo parceiro dele, enquanto se masturbava ferozmente, não aguentou mais a excitação, e soltando um grito entrecortado, fechou os olhos, e apontando a cabeça do pau dele pra minhas pernas, começou a gozar. Uma chuva de jorros enormes de porra acertaram minha pele, batendo forte nela, cobrindo e respingando minhas coxas, joelhos e panturrilhas com gotas fumegantes de esperma. O jovem atrás de mim, ao perceber o que tinha acontecido na frente, chegou no limite da resistência dele, e aproximando os lábios dos meus ouvidos, murmurou, quase sem fôlego: "Meu amorrr,... aqui vai,... não aguento maisss,... vou encher teu cu de porra,... filha da puta,... engole tudinho..ooohhhh...!!". Senti então os primeiros espasmos dele dentro do cu, e um mar de sêmen jorrado com força inusitada começou a bater e queimar as paredes do meu intestino. Igual ao velho, foram tantos e tantos jorros gozados, que transbordaram pelo buraco do cu, banhando minhas nádegas e coxas por trás. Com minhas duas mãos e mostrando uma habilidade que eu nem sabia que tinha, terminei masturbando os outros dois caras, que estavam atrás de mim, e quando gozaram, lançaram sobre as curvas redondas da minha bunda, uma catarata interminável de esperma, pegajoso e quente, cuja quantidade foi impressionante. Nessa altura, os homens que me cercavam pelos lados, se punhetavam enlouquecidos de tesão, sem nenhum disfarce. Todos eles aumentaram o ritmo e a velocidade da masturbação, com os olhos virados, bocas abertas, gemendo como verdadeiros animais: "Lá vai.... putaaaada!!, Siim....., tomaaá todo o nosso leiteeeee..!!", começaram a gritar. Então, eu mexi minhas nádegas, provocativamente, de esquerda para direita e vice-versa, uma e outra vez, arrebitando ao máximo a Booty. Agora era minha vez de brincar com eles, desejando que estourassem, morrendo de excitação,..... e dessa forma, eu ia conseguir facilmente. Dito e feito!! Não passaram mais de dois minutos, quando recebi, pelo lado esquerdo, o primeiro impacto molhado da selvagem ejaculação de um deles, vários jatos de esperma tão violentos, grossos e prolongados, que cobriram por completo minha Booty, coxa e panturrilha esquerda. A esse orgasmo, se seguiram mais três à esquerda, e dois, à direita. Vocês não imaginam o estado em que ficou a pele das minhas pernas e minha Booty!! Se eu disser que não tinha espaço sem cobertura de esperma, espero que acreditem. Era como se eu tivesse entrado numa piscina cheia de semen cremoso e fumegante, até a cintura, por um bom tempo, e saísse, escorrendo pelo chão, deixando minhas pegadas molhadas ao andar, de um lado e outro dos meus passos. Nunca na minha vida, tinha experimentado algo similar, tão sujo, perverso e morbidamente excitante, e é por essa razão que decidi, definitivamente, escrever este relato, que conta toda a verdade do que aconteceu naquela ocasião. Ao chegar em Retiro, saí rapidamente do metrô, e ao olhar de soslaio para trás, pude ver, com dissimulada satisfação, que no vagão, onde havíamos Viajada, os nove ou dez caras que tinham abusado de mim estavam, os mais veteranos, largados no chão, totalmente apagados (parece que o esforço que fizeram foi mais intenso do que os corpos gastos deles aguentavam). Os outros, mais novos, estavam sentados, em qualquer posição, nos bancos do vagão, com as bocas abertas e os olhos virados, feitos uns bagaços.
Pra falar a verdade, naquele momento me senti completamente identificada com a Mônica, e como ela sempre faz no final dos relatos dela, espalhei, suavemente, com as minhas mãos, por toda a pele do meu corpo, os litros de porra que eu tinha ganhado sozinha, depois daquela batalha sexual tão intensa.

5 comentários - Litros de porra - Lauriiizorrita

kpo79
excelente relato ojala algun dia te encuentre en el subte jajjaja 💦 💦 💦 💦