Uns minutos depois de receber a mensagem que me deixou gelada, recebi outra, também do Víctor, dizendo: “Amanhã às 18:30 no pub da Ovella, se arruma gostosa”. Custou pra caralho dormir naquela noite, por um lado as imagens do encontro com o Vicente ficavam se repetindo na minha mente, mas por outro eu tava nervosa e inquieta com o que o Víctor tinha pra me dizer e, principalmente, com o medo de que ele pudesse contar pro Álex.
No dia seguinte, optei por não ir pra aula, além de estar exausta, tava com vergonha de encontrar o Vicente ou o Víctor. Falei pro Álex que não tava me sentindo bem e que hoje era eu quem preferia ficar em casa. Tava cheia de dores no corpo e sentia minha bucetinha ainda pulsando, a sessão de sexo de ontem tinha sido, com certeza, selvagem.
A hora do encontro com o Víctor foi se aproximando e eu fiz o que ele pediu na mensagem: me arrumar gostosa. Maquiei sutilmente os olhos e passei um batom rosa claro, deixando o cabelo preso num rabo de cavalo comprido. Coloquei uma camiseta meio largada sem sutiã e uma calça jeans justa e rasgada na altura dos joelhos, com outro rasgo um pouco maior na nádega direita. Por baixo da calça, uma calcinha fio dental vermelha e, por último, umas sapatilhas azul escuro. Basicamente me vesti como qualquer outro dia, com roupa casual e sexy.
Quando cheguei no pub, o Víctor já tava me esperando no fundo do lugar com uma cerveja na mesa e com uma cara muito séria que me deixou super nervosa. Fui andando até ele sentindo os olhares dos homens que estavam lá e, quando cheguei perto, sem falar nada, peguei a cerveja dele, dei um gole e sentei do lado.
- Oi Laura, como você tá? – falou o Víctor com um tom meio sério
- Bem, um pouco cansada, mas bem – falei com um nervosismo claro na voz.
- Depois do que você fez ontem, é normal – ele disse enquanto pegava a garrafa e dava um gole.
- Você viu tudo? – perguntei claramente tentando mostrar segurança. Sim, vi tudo.
— E você vai contar pro Álex?
Ele ficou uns segundos calado sem abrir a boca, segundos que pareceram uma eternidade, e respondeu:
— Ainda não sei, o Álex é meu amigo e talvez o melhor seja contar pra ele.
— Por favor, não conta pra ele, por favor… — falei aflita, com os olhos marejados quase chorando.
— Não consigo tirar da cabeça a cena toda que vi ontem no vestiário — ele disse, enquanto eu sentia ele me despindo com o olhar. Me senti violentada e cruzei os braços, cobrindo meus peitos e, principalmente, os bicos que apareciam levemente pelo tecido, já que não tava de sutiã.
— Só tô pedindo pra você não contar pro Álex, por favor, você também é meu amigo.
— E o que você estaria disposta a fazer pra evitar que eu contasse?
Fiquei em choque, até aquele momento só tinha medo de ele contar pro Álex, mas agora abri os olhos e percebi que ele tava querendo me chantagear pra não contar.
— Tá me chantageando? — falei num tom sério, olhando fixo nos olhos dele, com a testa franzida.
— Sim — ele respondeu friamente, sem desviar o olhar.
Levantei indignada, peguei o copo dele e joguei a cerveja na cara dele.
— Seu filho da puta! — falei enquanto me afastava e saía do bar.
Fui pra casa e, assim que entrei pela porta, tocou uma mensagem no meu celular. Era o Victor de novo, dizendo: “Não vou perder a chance de você ser minha, pensa bem e amanhã quero uma resposta. Se aceitar, o Álex nunca vai saber; se não… você sabe o que vai acontecer…” E junto com o texto tinha um arquivo de áudio. Me tranquei no quarto, já que minha mãe tava em casa, e apertei pra ouvir…
“Porra, foxy, que buceta mais gostosa você tem, e como você é boa… uff…”
“Me dá mais, seu safado, ufff, sou sua puta, sua putinha… ahhhhh… uhmm…”
Era inconfundível, dava pra ouvir claramente minha voz e a do Vicente entre gemidos e ofegos. Aquele filho da puta do Victor tinha informação de sobra pra… mostrar pro Álex o que ele tinha feito. Eu estava completamente à mercê dele.
Queria encerrar esse assunto, então no dia seguinte nos encontramos de novo no pub.
-
- Tá bom, seu filho da puta, aceito. O que você quer? – falei com um tom amargo.
- Muito bem, você tomou a decisão certa. Sábado às 18:00 a gente se encontra aqui de novo, quero que você venha gostosa pra caralho, depois vamos pra minha casa e você vai dormir comigo.
- Você não tem vergonha de me chantagear assim?
-
- Já faz mais de dois anos que eu escuto seu namorado contando em detalhes como ele te comia, como você chupava ele e tudo que você era capaz de fazer, então não vou perder a chance de aproveitar a situação pra conferir. Basicamente, você vai ser minha putinha por 24 horas. Depois desse tempo, vou deletar todos os arquivos que tenho de você no vestiário.
- Então não temos mais nada pra conversar. Até sábado, seu merda. – levantei e fiquei olhando pra ele com ódio.
- Só mais uma coisa: quero que você colabore. Se não corresponder às expectativas que tenho de você e não me satisfizer, vou contar tudo pro Álex. – E assim que terminou de falar, ele se levantou, chegou perto de mim, me agarrou com uma mão na cintura e a outra na bunda e me beijou. Não devolvi o beijo, mas também não impedi. Senti a língua dele entrando na minha boca e a mão dele se deliciando na minha bunda. Depois de alguns segundos, me afastei dele.
-
- Tchau, gostosa. Sábado, coloca as roupinhas mais sexys que você tem – ele disse com um sorriso no canto da boca enquanto piscava um olho. O filho da puta já tinha me dominado.
Finalmente chegou o sábado. Contei pro Álex que tinha um compromisso de família e que não contasse comigo pra sair à noite. Doía mentir pra ele, mas eu estava metida numa enrascada que achava que só ia resolver cumprindo a exigência do Víctor.
Depois de um banho longo, me arrumei. Já tinha decidido o que ia vestir: umas roupinhas justas marrom claro, um top vestido curto e colado ao corpo e uns sapatos com um salto. Exatamente quando eu ia sair de casa, chegou uma nova mensagem do Víctor:
“Não traga roupa íntima.”
No começo, não quis dar bola, mas pensei no Álex e que não obedecer significaria o fim do relacionamento e, no fim, acatei a ordem. Depois de tirar a roupa íntima e me vestir de novo, me olhei no espelho com cuidado; com certeza, parecia uma puta. A legging grudava na minha bucetinha, deixando ver levemente meus lábios vaginais, e os mamilos marcavam claramente através do top. Pra piorar, cruzei com meu irmão mais novo e um amigo bem antes de sair de casa, e os olhares adolescentes deles cravados na minha bunda confirmaram que eu tava provocante pra caralho.
Cheguei no pub e os olhares de todos os homens me fizeram temer que pudesse ser estuprada. Caminhei até onde o Víctor estava, me sentindo nua, e rapidamente me sentei.
— Você é um filho da puta, me fez sair de casa como se eu fosse uma vadia.
— E é isso que você vai ser pelas próximas horas, gostosa. Pra começar, quero que você dance com aqueles dois caras ali, que os esquente e me mostre que vadia boa você pode ser. — Ele disse enquanto apontava para os dois homens, maduros, que podiam ter a idade do meu pai e eram bem corpulentos.
Hesitei um instante, mas sabia que não tinha escolha. Pra ganhar coragem, terminei o copo de uísque que o Víctor tava tomando e fui até o balcão, do lado daqueles dois caras. Ambos ficaram surpresos quando me viram ao lado deles, e logo um deles disse:
— Quer uma dose, gostosa? — O tom dele era de bêbado, e enquanto ele me examinava de cima a baixo, eu podia sentir o cheiro de sujeira que emanava do corpo dele.
— Sim, por favor — falei, meio nervosa.
Quando me serviram a dose, eles já tinham se colocado um de cada lado de mim e se mexiam desengonçadamente dançando e me incentivando a acompanhá-los. Comecei a dança ou, melhor dizendo, o tesão; um deles me segurava pela cintura enquanto eu rebolava e esfregava minha bunda no volume dele. Senti o pau dele endurecer na hora e, enquanto as mãos dele começavam a me acariciar na região do meu umbiguinho pelado, subindo uma mão discretamente em direção aos meus peitos por cima do top. Quando ele começou a se empolgar demais, me afastei dele e comecei a dançar com o outro. Dessa vez, dancei com ele de frente e bem pertinho, podendo sentir como o pau dele queria roçar meus lábios e conseguia por alguns momentos. Eu estava abraçada nele e ele em mim pela cintura, mas logo se encorajou e me agarrou com as duas mãos na bunda. Ele abria minhas nádegas sem pudor nenhum e eu sentia o pau dele roçando meus lábios da buceta sem disfarce. Depois de mais alguns segundos, me afastei dele e falei que ia ao banheiro e que me esperassem lá. Senti um certo medo porque tinha deixado eles excitados e eles estavam muito bêbados.
Fui até onde o Victor estava e falei:
- Já fiz o que você me pediu, seu filho da puta, por favor vamos embora daqui ou eles vão acabar me estuprando.
- Você fez muito bem, me deixou de pau duro enquanto te observava, o Alex tem muita sorte de ter uma puta como você e agora essa sorte vai ser minha. Vamos embora.
Saímos do pub e subimos no carro dele. Ele ligou o carro e, quando parou no primeiro semáforo, abriu o zíper da calça e falou:
- Chupa, vagabunda. – ele disse com autoridade. Eu simplesmente obedeci, puxei o pau dele com a mão e pude sentir como ele estava molhado com restos de porra.
- Você conseguiu me fazer gozar te vendo nessa sua faceta de provocadora, agora limpa os restos de porra com a língua e chupa meu pau até eu gozar de novo.
- O que você mandar, putinha. – aceitei a submissão porque sabia que era a única coisa que podia fazer para que meu namorado não ficasse sabendo, e falei com carinha de puta momentos antes de enfiar na boca. O pau dele pulsava dentro da minha boca, tinha um tamanho considerável. e tinha um sabor especial que não me desagradava nada.
Durante toda a viagem, ignorei tudo que não fosse o pau dele. Enfiava e tirava da boca, passava a língua, engolia os restos de sêmen, dava mordidinhas nas bolas... de um jeito inconsciente e contra todas as expectativas, eu estava curtindo o pau daquele filho da puta.
-
- Porra, mmmm, você é uma chupadora profissional – ele disse entre gemidos, sentindo que estava prestes a gozar.
-
- Srulpp... mmmm... eu sou – falei segundos antes de ele gozar abundantemente na minha boca e me fazer engolir tudo.
-
- Buffff, você podia levar isso a sério, é o melhor boquete que já recebi.
-
- Cala a boca, filho da puta – falei enquanto tomava um gole de uma garrafa de tequila e mascava um chiclete pra disfarçar o cheiro de sêmen na minha boca.
Chegamos na casa dele e, quando ele parou o carro, o olhar dele ficou preso na minha bucetinha. Uma manchinha de lubrificação aparecia através da legging.
-
- Você gostou de chupar ele, né?
-
- Não vou responder isso – falei com cara séria e um pouco corada, a verdade é que sim, eu tinha adorado chupar o pau dele e sentir o gozo quente na minha boca, e por isso minha bucetinha tinha começado a lubrificar sem conseguir disfarçar, já que não tava de calcinha.
Subimos pra casa dele e preparamos uns sanduíches e uma garrafa de vinho. Bebi mais da metade da garrafa e já tava meio alta, o atrito da legging na minha bucetinha, o tesão no grelo e o boquete tinham feito eu ficar realmente com vontade de foder.
Sem ele falar nada, tirei o top, deixando meus peitinhos à mostra, e falei:
-
- Você gosta dos meus bicos? – com um tom lascivo e olhar safado.
-
Ele se jogou nos meus peitos, apalpando, lambendo e mordendo os bicos que estavam duros e eretos, sentindo as mãos dele queimarem em contato com minha pele.
-
- Me fode, filho da puta. – falei completamente absorta nas carícias dele.
Ele tirou minha legging, já bem molhada, me levantou sobre a bancada da cozinha e, sem pensar por um segundo em colocar camisinha, aproximou sua cock dura abrindo caminho entre meus lábios da buceta e sentindo o fogo da ponta dela se abrindo dentro de mim.
-
- Ahhhh uffff porra que cock você temmmm.uffffff ....popopõe camisinha ahhhh– eu gritava e gemia, completamente alucinada e aproveitando como uma louca. Tava surpresa com a cock dele e como ele sabia usar ela.
-
- Seu namorado cuck te come sempre no pelo hein uffff e é assim que vou te foder.
-
- Ahhhhh filho da puta que cock você tem….ahhhff
-
Não sei quanto tempo tava me fodendo em cima da pia, os gritos e gemidos deviam estar ouvindo da rua e eu já não ligava pra mais nada, só queria que aquela cock nunca parasse de me perfurar. Ele me tirou da pia e me colocou de quatro no chão da cozinha e aí foi minha perdição.
-
- Ahhhhh porraaaa deusss ufffff – eu gemia sem parar como uma possessa, de quatro, com a bunda empinada e sentindo ele me partir de prazer a cada estocada.
-
Nessa hora meu celular tocou, eu tava tão absorta no sexo que nem percebi, mas o Víctor conseguiu pegar ele sem parar de me foder e viu que era o Álex ligando. O filho da puta não hesitou um segundo e atendeu a chamada.
-
- Diz pro seu namorado o quão puta você é – ele falava enquanto aproximava o telefone do meu rosto. Eu tava de olhos fechados e nem tinha notado que ele tinha atendido.
-
- Ahhhhh eu sou ufff uma vagabunda. – gritei enquanto sentia um orgasmo atrás do outro.
-
- Ssou uma Promíscua e uffff adoro ahh esquentar paus e….chupar eles!! ahhhh
-
- Toma toda a uhmmm porra puuutaaa – segundos depois ele jogou o celular no chão e começou a gozar dentro da minha bucetinha e ao mesmo tempo eu tive um orgasmo que quase me fez desmaiar.
-
Ele ficou mais uns segundos, sentindo a cock ainda quente dentro de mim e finalmente tirou ela e colocou na minha boca. Eu lembrava do boquete no carro e chupei ela de novo com capricho, fazendo ele se gozasse mais uma vez.
Uma vez que acabou, depois de uns minutos de recuperação, voltei à realidade e tentei ligar pro Álex, mas ele já não atendeu mais o telefone.
Passei o resto da noite com o Víctor, mas jurei pra mim mesma que pagaria por ter sido uma filha da puta tão vadia.
No dia seguinte, optei por não ir pra aula, além de estar exausta, tava com vergonha de encontrar o Vicente ou o Víctor. Falei pro Álex que não tava me sentindo bem e que hoje era eu quem preferia ficar em casa. Tava cheia de dores no corpo e sentia minha bucetinha ainda pulsando, a sessão de sexo de ontem tinha sido, com certeza, selvagem.
A hora do encontro com o Víctor foi se aproximando e eu fiz o que ele pediu na mensagem: me arrumar gostosa. Maquiei sutilmente os olhos e passei um batom rosa claro, deixando o cabelo preso num rabo de cavalo comprido. Coloquei uma camiseta meio largada sem sutiã e uma calça jeans justa e rasgada na altura dos joelhos, com outro rasgo um pouco maior na nádega direita. Por baixo da calça, uma calcinha fio dental vermelha e, por último, umas sapatilhas azul escuro. Basicamente me vesti como qualquer outro dia, com roupa casual e sexy.
Quando cheguei no pub, o Víctor já tava me esperando no fundo do lugar com uma cerveja na mesa e com uma cara muito séria que me deixou super nervosa. Fui andando até ele sentindo os olhares dos homens que estavam lá e, quando cheguei perto, sem falar nada, peguei a cerveja dele, dei um gole e sentei do lado.
- Oi Laura, como você tá? – falou o Víctor com um tom meio sério
- Bem, um pouco cansada, mas bem – falei com um nervosismo claro na voz.
- Depois do que você fez ontem, é normal – ele disse enquanto pegava a garrafa e dava um gole.
- Você viu tudo? – perguntei claramente tentando mostrar segurança. Sim, vi tudo.
— E você vai contar pro Álex?
Ele ficou uns segundos calado sem abrir a boca, segundos que pareceram uma eternidade, e respondeu:
— Ainda não sei, o Álex é meu amigo e talvez o melhor seja contar pra ele.
— Por favor, não conta pra ele, por favor… — falei aflita, com os olhos marejados quase chorando.
— Não consigo tirar da cabeça a cena toda que vi ontem no vestiário — ele disse, enquanto eu sentia ele me despindo com o olhar. Me senti violentada e cruzei os braços, cobrindo meus peitos e, principalmente, os bicos que apareciam levemente pelo tecido, já que não tava de sutiã.
— Só tô pedindo pra você não contar pro Álex, por favor, você também é meu amigo.
— E o que você estaria disposta a fazer pra evitar que eu contasse?
Fiquei em choque, até aquele momento só tinha medo de ele contar pro Álex, mas agora abri os olhos e percebi que ele tava querendo me chantagear pra não contar.
— Tá me chantageando? — falei num tom sério, olhando fixo nos olhos dele, com a testa franzida.
— Sim — ele respondeu friamente, sem desviar o olhar.
Levantei indignada, peguei o copo dele e joguei a cerveja na cara dele.
— Seu filho da puta! — falei enquanto me afastava e saía do bar.
Fui pra casa e, assim que entrei pela porta, tocou uma mensagem no meu celular. Era o Victor de novo, dizendo: “Não vou perder a chance de você ser minha, pensa bem e amanhã quero uma resposta. Se aceitar, o Álex nunca vai saber; se não… você sabe o que vai acontecer…” E junto com o texto tinha um arquivo de áudio. Me tranquei no quarto, já que minha mãe tava em casa, e apertei pra ouvir…
“Porra, foxy, que buceta mais gostosa você tem, e como você é boa… uff…”
“Me dá mais, seu safado, ufff, sou sua puta, sua putinha… ahhhhh… uhmm…”
Era inconfundível, dava pra ouvir claramente minha voz e a do Vicente entre gemidos e ofegos. Aquele filho da puta do Victor tinha informação de sobra pra… mostrar pro Álex o que ele tinha feito. Eu estava completamente à mercê dele.
Queria encerrar esse assunto, então no dia seguinte nos encontramos de novo no pub.
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- Tá bom, seu filho da puta, aceito. O que você quer? – falei com um tom amargo.
- Muito bem, você tomou a decisão certa. Sábado às 18:00 a gente se encontra aqui de novo, quero que você venha gostosa pra caralho, depois vamos pra minha casa e você vai dormir comigo.
- Você não tem vergonha de me chantagear assim?
-
- Já faz mais de dois anos que eu escuto seu namorado contando em detalhes como ele te comia, como você chupava ele e tudo que você era capaz de fazer, então não vou perder a chance de aproveitar a situação pra conferir. Basicamente, você vai ser minha putinha por 24 horas. Depois desse tempo, vou deletar todos os arquivos que tenho de você no vestiário.
- Então não temos mais nada pra conversar. Até sábado, seu merda. – levantei e fiquei olhando pra ele com ódio.
- Só mais uma coisa: quero que você colabore. Se não corresponder às expectativas que tenho de você e não me satisfizer, vou contar tudo pro Álex. – E assim que terminou de falar, ele se levantou, chegou perto de mim, me agarrou com uma mão na cintura e a outra na bunda e me beijou. Não devolvi o beijo, mas também não impedi. Senti a língua dele entrando na minha boca e a mão dele se deliciando na minha bunda. Depois de alguns segundos, me afastei dele.
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- Tchau, gostosa. Sábado, coloca as roupinhas mais sexys que você tem – ele disse com um sorriso no canto da boca enquanto piscava um olho. O filho da puta já tinha me dominado.
Finalmente chegou o sábado. Contei pro Álex que tinha um compromisso de família e que não contasse comigo pra sair à noite. Doía mentir pra ele, mas eu estava metida numa enrascada que achava que só ia resolver cumprindo a exigência do Víctor.
Depois de um banho longo, me arrumei. Já tinha decidido o que ia vestir: umas roupinhas justas marrom claro, um top vestido curto e colado ao corpo e uns sapatos com um salto. Exatamente quando eu ia sair de casa, chegou uma nova mensagem do Víctor:
“Não traga roupa íntima.”
No começo, não quis dar bola, mas pensei no Álex e que não obedecer significaria o fim do relacionamento e, no fim, acatei a ordem. Depois de tirar a roupa íntima e me vestir de novo, me olhei no espelho com cuidado; com certeza, parecia uma puta. A legging grudava na minha bucetinha, deixando ver levemente meus lábios vaginais, e os mamilos marcavam claramente através do top. Pra piorar, cruzei com meu irmão mais novo e um amigo bem antes de sair de casa, e os olhares adolescentes deles cravados na minha bunda confirmaram que eu tava provocante pra caralho.
Cheguei no pub e os olhares de todos os homens me fizeram temer que pudesse ser estuprada. Caminhei até onde o Víctor estava, me sentindo nua, e rapidamente me sentei.
— Você é um filho da puta, me fez sair de casa como se eu fosse uma vadia.
— E é isso que você vai ser pelas próximas horas, gostosa. Pra começar, quero que você dance com aqueles dois caras ali, que os esquente e me mostre que vadia boa você pode ser. — Ele disse enquanto apontava para os dois homens, maduros, que podiam ter a idade do meu pai e eram bem corpulentos.
Hesitei um instante, mas sabia que não tinha escolha. Pra ganhar coragem, terminei o copo de uísque que o Víctor tava tomando e fui até o balcão, do lado daqueles dois caras. Ambos ficaram surpresos quando me viram ao lado deles, e logo um deles disse:
— Quer uma dose, gostosa? — O tom dele era de bêbado, e enquanto ele me examinava de cima a baixo, eu podia sentir o cheiro de sujeira que emanava do corpo dele.
— Sim, por favor — falei, meio nervosa.
Quando me serviram a dose, eles já tinham se colocado um de cada lado de mim e se mexiam desengonçadamente dançando e me incentivando a acompanhá-los. Comecei a dança ou, melhor dizendo, o tesão; um deles me segurava pela cintura enquanto eu rebolava e esfregava minha bunda no volume dele. Senti o pau dele endurecer na hora e, enquanto as mãos dele começavam a me acariciar na região do meu umbiguinho pelado, subindo uma mão discretamente em direção aos meus peitos por cima do top. Quando ele começou a se empolgar demais, me afastei dele e comecei a dançar com o outro. Dessa vez, dancei com ele de frente e bem pertinho, podendo sentir como o pau dele queria roçar meus lábios e conseguia por alguns momentos. Eu estava abraçada nele e ele em mim pela cintura, mas logo se encorajou e me agarrou com as duas mãos na bunda. Ele abria minhas nádegas sem pudor nenhum e eu sentia o pau dele roçando meus lábios da buceta sem disfarce. Depois de mais alguns segundos, me afastei dele e falei que ia ao banheiro e que me esperassem lá. Senti um certo medo porque tinha deixado eles excitados e eles estavam muito bêbados.
Fui até onde o Victor estava e falei:
- Já fiz o que você me pediu, seu filho da puta, por favor vamos embora daqui ou eles vão acabar me estuprando.
- Você fez muito bem, me deixou de pau duro enquanto te observava, o Alex tem muita sorte de ter uma puta como você e agora essa sorte vai ser minha. Vamos embora.
Saímos do pub e subimos no carro dele. Ele ligou o carro e, quando parou no primeiro semáforo, abriu o zíper da calça e falou:
- Chupa, vagabunda. – ele disse com autoridade. Eu simplesmente obedeci, puxei o pau dele com a mão e pude sentir como ele estava molhado com restos de porra.
- Você conseguiu me fazer gozar te vendo nessa sua faceta de provocadora, agora limpa os restos de porra com a língua e chupa meu pau até eu gozar de novo.
- O que você mandar, putinha. – aceitei a submissão porque sabia que era a única coisa que podia fazer para que meu namorado não ficasse sabendo, e falei com carinha de puta momentos antes de enfiar na boca. O pau dele pulsava dentro da minha boca, tinha um tamanho considerável. e tinha um sabor especial que não me desagradava nada.
Durante toda a viagem, ignorei tudo que não fosse o pau dele. Enfiava e tirava da boca, passava a língua, engolia os restos de sêmen, dava mordidinhas nas bolas... de um jeito inconsciente e contra todas as expectativas, eu estava curtindo o pau daquele filho da puta.
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- Porra, mmmm, você é uma chupadora profissional – ele disse entre gemidos, sentindo que estava prestes a gozar.
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- Srulpp... mmmm... eu sou – falei segundos antes de ele gozar abundantemente na minha boca e me fazer engolir tudo.
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- Buffff, você podia levar isso a sério, é o melhor boquete que já recebi.
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- Cala a boca, filho da puta – falei enquanto tomava um gole de uma garrafa de tequila e mascava um chiclete pra disfarçar o cheiro de sêmen na minha boca.
Chegamos na casa dele e, quando ele parou o carro, o olhar dele ficou preso na minha bucetinha. Uma manchinha de lubrificação aparecia através da legging.
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- Você gostou de chupar ele, né?
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- Não vou responder isso – falei com cara séria e um pouco corada, a verdade é que sim, eu tinha adorado chupar o pau dele e sentir o gozo quente na minha boca, e por isso minha bucetinha tinha começado a lubrificar sem conseguir disfarçar, já que não tava de calcinha.
Subimos pra casa dele e preparamos uns sanduíches e uma garrafa de vinho. Bebi mais da metade da garrafa e já tava meio alta, o atrito da legging na minha bucetinha, o tesão no grelo e o boquete tinham feito eu ficar realmente com vontade de foder.
Sem ele falar nada, tirei o top, deixando meus peitinhos à mostra, e falei:
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- Você gosta dos meus bicos? – com um tom lascivo e olhar safado.
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Ele se jogou nos meus peitos, apalpando, lambendo e mordendo os bicos que estavam duros e eretos, sentindo as mãos dele queimarem em contato com minha pele.
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- Me fode, filho da puta. – falei completamente absorta nas carícias dele.
Ele tirou minha legging, já bem molhada, me levantou sobre a bancada da cozinha e, sem pensar por um segundo em colocar camisinha, aproximou sua cock dura abrindo caminho entre meus lábios da buceta e sentindo o fogo da ponta dela se abrindo dentro de mim.
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- Ahhhh uffff porra que cock você temmmm.uffffff ....popopõe camisinha ahhhh– eu gritava e gemia, completamente alucinada e aproveitando como uma louca. Tava surpresa com a cock dele e como ele sabia usar ela.
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- Seu namorado cuck te come sempre no pelo hein uffff e é assim que vou te foder.
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- Ahhhhh filho da puta que cock você tem….ahhhff
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Não sei quanto tempo tava me fodendo em cima da pia, os gritos e gemidos deviam estar ouvindo da rua e eu já não ligava pra mais nada, só queria que aquela cock nunca parasse de me perfurar. Ele me tirou da pia e me colocou de quatro no chão da cozinha e aí foi minha perdição.
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- Ahhhhh porraaaa deusss ufffff – eu gemia sem parar como uma possessa, de quatro, com a bunda empinada e sentindo ele me partir de prazer a cada estocada.
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Nessa hora meu celular tocou, eu tava tão absorta no sexo que nem percebi, mas o Víctor conseguiu pegar ele sem parar de me foder e viu que era o Álex ligando. O filho da puta não hesitou um segundo e atendeu a chamada.
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- Diz pro seu namorado o quão puta você é – ele falava enquanto aproximava o telefone do meu rosto. Eu tava de olhos fechados e nem tinha notado que ele tinha atendido.
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- Ahhhhh eu sou ufff uma vagabunda. – gritei enquanto sentia um orgasmo atrás do outro.
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- Ssou uma Promíscua e uffff adoro ahh esquentar paus e….chupar eles!! ahhhh
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- Toma toda a uhmmm porra puuutaaa – segundos depois ele jogou o celular no chão e começou a gozar dentro da minha bucetinha e ao mesmo tempo eu tive um orgasmo que quase me fez desmaiar.
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Ele ficou mais uns segundos, sentindo a cock ainda quente dentro de mim e finalmente tirou ela e colocou na minha boca. Eu lembrava do boquete no carro e chupei ela de novo com capricho, fazendo ele se gozasse mais uma vez.
Uma vez que acabou, depois de uns minutos de recuperação, voltei à realidade e tentei ligar pro Álex, mas ele já não atendeu mais o telefone.
Passei o resto da noite com o Víctor, mas jurei pra mim mesma que pagaria por ter sido uma filha da puta tão vadia.
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